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O Efêmero Festival Experimental de Fotografia é um acontecimento bienal realizado por Felipe Camilo em parceria com a Editora Reticências. Partindo do nordeste, em Fortaleza, Ceará, o Efêmero é uma encruzilhada onde a fotografia brasileira se encontra com outras linguagens e portanto se percebe. Desde sua concepção o evento vem sendo mobilizado por quatro marcadores, rua, experiência, diversidade, memória. Com uma pesquisa curatorial sobre experimentadores da imagem atuantes nos primeiros 25 anos deste século, é objetivo deste projeto realizar "LUZ MATÉRIA EFÊMERA", tema da 3ª edição do festival que se concentra em uma exposição expandida, um seminário e uma publicação em outubro de 2025.
O Efêmero Festival Experimental de Fotografia é um acontecimento bienal realizado em parceria com a Editora Reticências. Partindo do nordeste, em Fortaleza, Ceará, o Efêmero é uma encruzilhada onde a fotografia brasileira se encontra com outras linguagens e portanto se percebe. Desde sua concepção o evento vem sendo mobilizado por quatro marcadores, rua, experiência, diversidade, memória. Com uma pesquisa curatorial sobre experimentadores da imagem atuantes nos primeiros 25 anos deste século, é objetivo deste projeto realizar “LUZ MATÉRIA EFÊMERA”, tema da 3ª edição do festival que se concentra em uma exposição expandida, um seminário e uma publicação. O evento de três dias discute a plural experiência fotográfica brasileira e seus modos de partilha, discutindo com isso criação, formação e circulação, junto a pensadores e artistas. Já sua exposição conta com curadores nordestinas/os/es de e 10 fotógrafas/os/es brasileiras/os/es. Já através de convocatória, será criado um filme-ensaio coletivo com imagens de ao menos 26 artistas, de todos os estados, compondo um videomapping em alusão ao panorama fotográfico nacional neste 1º quarto de século. Assim como sua 1ª edição de 2021 e a 2ª de 2023, O Efêmero 2025 atua como plataforma de circulação, realizando parcerias com outros festivais, após o encerramento da execução da etapa principal do projeto. Deste modo, pretende-se levar a curadoria e a memória do seminário através de intervenção urbana com a projeção de seu filme-ensaio e de ação de lançamento da publicação LUZ MATÉRIA EFÊMERA. O Efêmero sobretudo discute nossas relações com a fotografia e como as compartilhamos histórica e contemporaneamente. Atento nesta edição aos primeiros 25 anos deste século, o festival leva fotografias de todo o Brasil para passear em diversos suportes nas ruas de Fortaleza por meio de exposição, intervenções urbanas com lambe-lambe e projeções/videomapping em muros e construções. Se apresenta também como festival voltado para discussão de processos artesanais, métodos históricos de fotografia e impressão, assim como falas concentradas nas experiências de vida de fotógrafes e artistas em sua diversidade. Sua 1ª ed. contou com 66 artistas em 03 convocatórias, tendo a honra de Eustáquio Neves fazer a fala inaugural do evento - que enquanto fotógrafo negro também atuou como curador da exposição Mnemomáquina, que circulou em 2022 nos festivais como QXAS [Quixeramobim/Ce] e Foto em Pauta [Tiradentes/Mg]. Em 2021, o evento contou ainda com residência artística, intervenções urbanas de artistas do eixo norte-nordeste entre o centro e a Messejana em parceria com a biblioteca Livro Livre Curió, e também com exposição na Casa do Barão de Camocim. Devido à pandemia de covid-19, Aconteceram online a feira de publicações independentes e os dois ciclos de diálogos que contaram com presenças relevantes na cena contemporânea da fotografia brasileira como Aline Motta, José Diniz, Fernando Jorge, Antônio Fatorelli, Luiz Santos, Mariano Klautau e Fabiana Bruno. Tudo pode ser conferido no site: www.efemero.art.br e na versão digital do catálogo: https://drive.google.com/file/d/1GIIfZaAWnum9stNSSUqiuK0R2HzgltF4/view?usp=drivesdk Em setembro de 2023, “Movimento e Imagem” tematizou sua 2ª edição, concentrando suas ações em estações de metrô e em 04 equipamentos culturais (Kuya, Porto Iracema das Artes, MIS e Rede Cuca). Nesse ano ocorreram 11 encontros formativos que se deram em 03 eixos: Foto-Movências , Artesanias Efêmeras e Poéticas Acessíveis - este último em alusão ao setembro verde, Mês da Pessoa com Deficiência. Reunindo mais de 120 artistas, o encontro reafirmou que, quando a trajetória de vida, a experiência, se impõe aos modos de fazer, temos um trabalho experimental. No ano seguinte, o festival levou sua instalação para o Maré Fotofestival em Natal-Rn. Finalmente, tendo em seus objetivos o fomento da prática, da memória e da diversidade da fotografia no Ceará, o Efêmero festival tem por princípio menos tratar de um 'gênero experimental' e mais tornar visível o que de experimental há nos processos fotográficos contemporâneos e históricos - buscando visibilizar formas de vida e suas formas de expressão através de uma curadoria atenta às disparidades de gênero, raça, classe, região, entre cidade e capital, e entre os povos que compõem o país. Folha Breve - Catálogo-Jornal do Efêmero Festival 2a ed. Versão pdf no link: fc20240814-FolhaBreveEfemero-WEB.pdf https://drive.google.com/file/d/1YDYhnrPD7QNHzZ-rKofy_GfS_lybWhsD/view?usp=sharing Versão Flipbook: https://youtu.be/x2lkJS9BaK8 Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1TGY8K78l6jWS4GvOLEacS3nTV_9QmXnu?usp=sharing
Objetivo geral Realizar a 3ª edição do Efêmero Festival Experimental de Fotografia; Objetivos Específicos; -Realizar 01 convocatória artística de abrangência nacional; -Curar uma mostra transversal às convocatórias do evento para circulação em espaços expositivos durante e após a execução do festival; -Realizar um seminário com 02 faixas de diálogos, sendo uma de "Encontros Fugazes" [masterclass com artistas convidados] e a outra são as "Conversas Experimentais" com pensadores da imagem e fotógrafos; -Realizar um evento de encerramento do festival com feira de livros e apresentação musical no espaço da exposição em um equipamento público no município de Fortaleza; - Publicar um livro sobre fotografia contemporânea, suas formas de criação, formação e circulação; -Fomentar a prática, a memória e a diversidade da fotografia no Ceará e no Brasil; - Fomentar a circulação da arte contemporânea e da cultura nordestina; -Visibilizar formas de vida e suas formas de expressão por meio da prática fotográfica e de sua fruição, através de uma curadoria atenta às diversidades e às disparidades de gênero, raça, classe, região, entre cidade e capital, e entre os povos que compõem o país.
O evento de três dias discute a plural experiência fotográfica brasileira e seus modos de partilha, discutindo com isso criação, formação e circulação, junto a pensadores e artistas. Já sua exposição conta com curadores nordestinas/os/es de e 10 fotógrafas/os/es brasileiras/os/es. Já através de convocatória, será criado um filme-ensaio coletivo com imagens de ao menos 26 artistas, de todos os estados, compondo um videomapping em alusão ao panorama fotográfico nacional neste 1º quarto de século. Assim como sua 1ª edição de 2021 e a 2ª de 2023, O Efêmero 2025 atua como plataforma de circulação, realizando parcerias com outros festivais, após o encerramento da execução da etapa principal do projeto. Deste modo, pretende-se levar a curadoria e a memória do seminário através de intervenção urbana com a projeção de seu filme-ensaio e de ação de lançamento da publicação LUZ MATÉRIA EFÊMERA. Diante do exposto, observa-se que no tocante à Lei 8313/91 esta proposta se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º, uma vez que, no campo da fotografia e artes visuais, sobretudo nordestinas, visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Já no que diz respeito ao Art. 3°, "Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos", atende especialmente ao inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Desenvolvendo exposição nacional, evento e publicação, o projeto se qualifica assim para uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento. O Efêmero sobretudo discute nossas relações com a fotografia e como as compartilhamos histórica e contemporaneamente. Atento nesta edição aos primeiros 25 anos deste século, o festival leva fotografias de todo o Brasil para passear em diversos suportes nas ruas de Fortaleza por meio de exposição, intervenções urbanas com lambe-lambe e projeções/videomapping em muros e construções. Se apresenta também como festival voltado para discussão de processos artesanais, métodos históricos de fotografia e impressão, assim como falas concentradas nas experiências de vida de fotógrafes e artistas em sua diversidade. Sua 1ª ed. contou com 66 artistas em 03 convocatórias, tendo a honra de Eustáquio Neves fazer a fala inaugural do evento - que enquanto fotógrafo negro também atuou como curador da exposição Mnemomáquina, que circulou em 2022 nos festivais como QXAS [Quixeramobim/Ce] e Foto em Pauta [Tiradentes/Mg]. Em 2021, o evento contou ainda com residência artística, intervenções urbanas de artistas do eixo norte-nordeste entre o centro e a Messejana em parceria com a biblioteca Livro Livre Curió, e também com exposição na Casa do Barão de Camocim. Devido à pandemia de covid-19, Aconteceram online a feira de publicações independentes e os dois ciclos de diálogos que contaram com presenças relevantes na cena contemporânea da fotografia brasileira como Aline Motta, José Diniz, Fernando Jorge, Antônio Fatorelli, Luiz Santos, Mariano Klautau e Fabiana Bruno. Tudo pode ser conferido no site: www.efemero.art.br e na versão digital do catálogo: https://drive.google.com/file/d/1GIIfZaAWnum9stNSSUqiuK0R2HzgltF4/view?usp=drivesdk . Em setembro de 2023, "Movimento e Imagem" tematizou sua 2ª edição, concentrando suas ações em estações de metrô e em 04 equipamentos culturais (Kuya, Porto Iracema das Artes, MIS e Rede Cuca). Nesse ano ocorreram 11 encontros formativos que se deram em 03 eixos: Foto-Movências , Artesanias Efêmeras e Poéticas Acessíveis - este último em alusão ao setembro verde, Mês da Pessoa com Deficiência. Reunindo mais de 120 artistas, o encontro reafirmou que, quando a trajetória de vida, a experiência, se impõe aos modos de fazer, temos um trabalho experimental. No ano seguinte, o festival levou sua instalação para o Maré Fotofestival em Natal-Rn. Logo, tendo em seus objetivos o fomento da prática, da memória e da diversidade da fotografia no Ceará, o Efêmero festival tem por princípio menos tratar de um 'gênero experimental' e mais tornar visível o que de experimental há nos processos fotográficos contemporâneos e históricos - buscando visibilizar formas de vida e suas formas de expressão através de uma curadoria atenta às disparidades de gênero, raça, classe, região, entre cidade e capital, e entre os povos que compõem o país. Diante de tantas imagens pelas ruas da cidade, as coladas, as lembradas e aquelas porvir, as palavras nos faltam para o tanto que elas têm a dizer a nós, passantes e citadinos. Projetadas entre casas das ditas periferias, entre prédios da Aldeota, em um estacionamento vazio do Centro da Fortaleza solitária por protocolo; Coladas do Curió, da Messejana, da Lagoa à Praia de Iracema, são efêmeras as fotografias como o papel que pouco pode contra as chuvas de abril ou contra o sol equatorial. São essas imagens breves que romperam o isolamento fotográfico-museal e retornam às ruas onde foram feitas - ou ainda que atravessam brasis [e pandemias] para com elas coabitarmos no Ceará - e que finalmente, na volta, se reúnem em espaço expositivo. Assim, o Efêmero Festival Experimental de Fotografia debutou em 2021 e se apresenta para sua 3a edição. A exposição Mnemomáquina realizada pelo IFOTO e produzido pelo Fresta Lab. - com curadoria de Eustáquio Neves esteve em importante equipamento cultural reaberto em Fortaleza, a Casa do Barão de Camocim e circulou por eventos no interior do Ceará e de Minas Gerais. Já Cidade Combustível - Explosões do Visível (2023) com curadoria de Luciara Ribeiro esteve no Ceará e no Rio grande do Norte. Experimentar subverte a ordem colonial em nosso pensamento. Por tanto e para tanto, não devemos confundir com desordem, chamar de bagunça, ou de "elogio ao feio", essa "abertura para o indefinido" e mesmo para o "erro", tão característica dos trabalhos ditos experimentais. O erro, lhe façamos justiça, é tão importante para a criação assim, como nos lembra Manoel de Barros, "o escurecer acende os vagalumes". Experimentar deveria talvez ser a razão pela qual se vai à escola e não necessariamente para se aprender. Ainda nos lembra o mesmo Manoel, "desaprender oito horas por dia ensina os princípios". Experimentar é inevitável como viver, mas como cada corpo e corpa dentro ou fora da normatividade expressa suas experiências? Não elegemos aqui um tipo, um sujeito, coisa tal qual um artista experimental. Buscamos talvez contaminar, tornar sensível nossa percepção para os efeitos e consequências das particularidades de experiências de vida em nossos processos criativos. Fotógrafes ou não, artistas ou não, corpos e corpas diferentes, vivenciam o mundo diferentemente e imprimem suas impressões diferentemente. Não nos interessa tipificar o que seria um experimentador negro, ou uma experimentadora trans, nem a experimentadora decolonial brasileira. Nos interessam as diversas experiências de homens e mulheres pretas, indígenas, trans. Visto que viver é efêmero, nos interessa produzir memória de como essas vidas se imprimem no mundo. É por isso que somos como uma encruzilhada, favorecemos encontros e criamos maneiras de reverberar e circular.
Sobre trechos de passagens Conforme indicado em Orçamento, este projeto irá custear a vinda por 3 dias de 15 artistas de diferentes estados do país e que serão convidados pelos curadores posteriormente, não podendo deixar os destinos previstos fora o fato de que virão de todas as regiões do país. Por isso, o preço orçado é baseado no valor do trechos Fortaleza-São Paulo, cotado em 08/04/2025 em aproximadamente 900 reais, ticket de custo mais intermediário possível.
O festival e seus produtos O efêmero se considera uma encruzilhada onde a fotografia brasileira se encontra com outras linguagens e portanto se percebe. Pensado do nordeste para o mundo, desde sua concepção o evento vem sendo mobilizado por quatro marcadores, rua, experiência, diversidade, memória. Esta 3a Edição faz um esforço de síntese com uma pesquisa curatorial sobre experimentadores da imagem atuantes nos primeiros 25 anos deste século, entre os já atuantes e os nascidos na virada, é objetivo do projeto realizar: 03 dias de encontros presenciais, uma exposição expandida, um seminário, uma publicação, além de um pré-evento online de mais 03 dias, todos atravessados pelo tema “LUZ MATÉRIA EFÊMERA”. Além de se perceber espaço de pensamento sobre imagem, é também plataforma de circulação de seus produtos e da produção de 60 artistas envolvidos diretamente nas curadorias e demais autores engajados à realização e reflexão que elevam a soma para por volta de 200 criadores envolvidos. Produtos principais: Exposição “LUZ MATÉRIA EFÊMERA”- Conta com curadoria nordestina e 30 obras de artistas brasileiros, sendo ao menos 15 do norte-nordeste. A mostra terá visitas guiadas, com tradução em libras e serviço de braille e dura entre 30-90 dias em equipamento cultural de Fortaleza, Ce. Seminário - 02 rodadas de conversas entre criadores e pensadores da imagem com a finalidade de produzir um livro sobre fotografia neste 1º quarto de século: 01 - Encontros Fugazes (Pré-evento online) com 06 convidados de todo o Brasil divididos em 03 conversas curtas por 03 dias, transmitido no youtube do festival; 02- Conversas Experimentais, 03 encontros presenciais entre artistas e pesquisadores. Totaliza 12 artistas e 06 mediadores convidados. Livro - uma publicação sobre fotografia brasileira neste 1º quarto de século, com textos resultantes das duas rodadas de seminários, com presença de autores nordestinos, Editado em parceria pelas editoras Reticências [Ce] e Deu na Telha [Rn]. A obra terá 100 páginas em formato a5, verniz localizado e 800 exemplares. Conta também com versão audiobook e pdf para favorecer a democratização e acesso. 50% das unidades serão distribuídas gratuitamente entre equipamentos culturais, artistas e pesquisadores. Demais produtos:Filme-ensaio - curta-metragem de cinco minutos conduzido pelo animador Diego Akel em formato de oficina coletiva usando fotografias de até 50 autores de todo o país selecionados via convocatória para videomapping, redes sociais e circulação posterior. Formação - 02 oficinas de 06h em divididas em 02 encontros de 03h cada. Circulação - Exibição de curta + vídeo-institucional + lançamento de livro em 02 eventos de fotografia entre os anos de 2025 e 2026.
O festival destina medidas de acessibilidade de CONTEÚDO em seus produtos. Haverá intérprete de libras para visitas mediadas à exposição, oficinas e seminário. Já o livro contará com versão em audiolivro adaptado para favorecer o acesso à publicação. Já a exposição também terá legendas e textos em Braille, além de monitores preparados para agir com acessibilidade atitudinal. Todo o material de comunicação do festival será produzido seguindo padrões de design acessível. É importante frisar que o Efêmero realizará suas atividades em equipamento cultural público com a devida acessibilidade FÍSICA com facilitadores para a locomoção com banheiros, rampas e guias táteis.
O Efêmero Festival visa alcançar públicos dentro mas principalmente de fora do circuito da arte. Dessa forma, estudantes de escolas públicas, jovens e o público de Fortaleza serão mobilizados para a programação que é gratuita e acontece em equipamento cultural de Fortaleza, sem cobrança de ingresso. Mirando a ampla difusão de seus produtos, os seminários serão gravados e disponibilizados nas redes sociais. Das mesma forma, sua publicação será disponibilizada em pdf e em audiolivro, já os exemplares impressos, terão distribuição gratuita dos 50% da tiragem entre artistas, pesquisadores e bibliotecas de equipamentos culturais - os demais 400 livros serão vendidos a baixo-custo, 40 reais, visando apenas refinanciar o ciclo de novas tiragens. É também estratégia de democratização assegurar 50% de presença de artistas nordestinos nas curadorias do evento, tendo em vista a desigual distribuição de recursos no setor cultural, com maior acumulação na região sudeste. A diversidade está entre os marcadores que norteiam o festival, mas se refere à pluralidade racial e de gênero, buscando uma curadoria variada e potente.
Coordenação Artística: Felipe Camilo Coordenação de Produção: Bruno Ko Coordenação Educativa e de Programação: Ana Cecília Soares Curadoria: Júnior Pimenta Filme-Ensaio, Animação e Vídeo-mapping: Diego Akel Projeto gráfico e Organização de publicação: Pablo Pinheiro Parcerias: Editoras Reticências, Deu na Telha, Rastilho Filmes www.efemero.art.br @efemero.festival ---Coordenação Artística Felipe Camilo / Artista & Pesquisador @felipecamilo | www.felipec.com.br Negro. Nordestino, natural de Fortaleza, Ceará, de 1984. É artista e pesquisador com enfoque em fotografia, cinema, antropologia visual e narrativas negras. É autor da tese Comunidade Visível (PPGS/UFC) e dos fotolivros/exposições Perecível e Poço 115. Egresso da Vila das Artes, dirigiu a trilogia de curtas Dizeres Visíveis, com Memórias do subsolo ou o homem que cavou até encontrar uma redoma (2017), Aluá (2021) e Acaso Revisitado (2025) - nos quais investiga arquivos fotográficos, fabulação crítica e autoficção. Participou do Salão de Abril, da Fotográfica Bogotá, da coletiva Se Arar que inaugurou a Pinacoteca do Ceará e de Negros na Piscina, mostra de curadoria de Fabiana de Moraes e Moacir dos Anjos no Solar Fotofestival 2022. É curador/idealizador do Efêmero Festival Experimental de Fotografia (2021,2023). ---Coordenação de Produção Bruno Ko - Produtor Cultural pela Lei de Incentivo à Cultura. Possui três certificações pela ENAP em cursos de gestão e elaboração de projetos culturais e audiovisuais. Fundador e Gestor do Rastilho Espaço Criativo, escola referência em cursos práticos de fotografia e audiovisual. Diretor Audiovisual de filmes publicitários. --- Rastilho - Escola e Produtora de fotografia localizada em um galpão antigo no centro da cidade de Fortaleza. ---Coordenação Educativa e de Programação Ana Cecília Soares vive em Fortaleza, é curadora, jornalista, pesquisadora e editora da Revista Reticências. Mestre em Artes pelo PPGARTES/ ICA da Universidade Federal do Ceará. Doutoranda em Artes Plásticas, Visuais e Interartes pelo PPGARTES/ EBA da Universidade Federal de Minas Gerais. Dentre as exposições realizadas, destaca-se o trabalho como assistente de curadoria da coletiva “Carneiro” (2014), no Museu de Arte Contemporânea do Centro Cultural Dragão do Mar; e a curadoria de “Interstícios” (2015), nesta mesma instituição. Foi uma das curadoras da mostra “Que vai chover amanhã!” (2019), realizada no Sobrado Dr. José Lourenço. É uma das organizadoras do livro “O silêncio das coisas: Herbert Rolim”, o primeiro da “Coleção Arte Ceará”, de qual é uma das coordenadoras. Atualmente, dedica-se a pesquisar a história da arte brasileira com foco no projeto Museu das Origens do crítico Mário Pedrosa. ---Curadoria Júnior Pimenta é artista visual, vive e trabalha entre Fortaleza, Mestre em artes, pelo PPGArtes da Universidade Federal do Ceará, com orientação de Moacir dos Anjos, onde realizou pesquisa sobre crise de representação, pertencimento e estratégias artísticas em tempos sombrios. Pimenta realizou três exposições individuais: Em 2013, Âmago, Sala Nordeste-FUNARTE, Recife-PE; Estação Cabo Branco, João Pessoa-PB; Centro cultural Banco do Nordeste, Fortaleza-CE. Com curadoria de Ana Cecília Soares. Em 2014, Descaminhos, no Museu de arte contemporânea, Dragão do Mar, Fortaleza-CE, curadoria de Marisa Flórido Cesar. Em 2018, Vá em Frente, volte pra casa!, na Sem Título Arte, Fortaleza-CE; Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri, Juazeiro do Norte-CE, com curadoria de Marcelo Amorim. Em 2019 a exposição Vá em frente, volte pra casa! seguiu para o Centro Cultural São Paulo-SP. O artista possui obras em acervo das seguintes coleções públicas: Museu de Arte contemporânea do Ceará - Dragão do Mar; Centro Cultural Banco do Nordeste; Coleção da cidade do Centro Cultural São Paulo; Coleção da Prefeitura de Fortaleza, É editor da revista reticências..., também compõe o conselho editorial das revistas Arte ConTexto, de Porto Alegre e Canguru de Curitiba. Pimenta participou de alguns laboratórios de artista, entre eles o Laboratório de artes visuais do Porto Iracema das artes, em Fortaleza -CE, com acompanhamento crítico de Marisa Florido. Além de desenvolver projetos curatoriais, editoriais e educacionais; pensando sempre todas suas atividades, como maneira de contaminação e entrecruzamento de pensamentos, gerando um processo indissociado na construção de sua poética. --- Reticências - Revista e editora voltada para reflexão, formação e difusão da arte contemporânea. --- Pablo Pinheiro - Nascido em São Paulo, foi morar em Natal aos 03 anos. Atualmente, mora em Parnamirim com o título de cidadão Acariense (RN). É um aprendiz de uma filha e compartilha a vida com a mulher que ensina e aprende com sonhos e abraços. Com uma mente curiosa, cursa Mestrado em Antropologia Social na UFRN, é membro do NAVIS – Núcleo de Antropologia Visual da UFRN. É formado em Comunicação Social, onde depois coordenou o curso superior de Comunicação Digital/Fotografia Digital (SP). Lecionou na UnP e Fanec em (RN) até 2008. Atua no mundo como uma mistura de fotógrafo, artista visual, editor, produtor cultural e educador. É responsável pela Editora e Produtora Deu na Telha e é um dos fundadores do Círculo da Imagem. ---Editora Deu na Telha A Editora Deu na Telha é algo que vem. Vem do coração, vem de uma ideia e vem para ser um significado para o outro. Realizamos ações e edições de livros de arte, de fotografia e de tudo aquilo que vale ser. Viemos de sonhos simples para construir junto ao outro. Apostamos nos afetos e trocas como forma de guia para as transformações da vida. Nosso objetivo é de “ser e estar” juntos com vocês aqui, agora, e criar uma referência importante para quem vem depois. Por isso, manter-se em fluxo é uma de nossas características, realizando o que faz sentido. ---Filme-Ensaio, Animação e Vídeo-mapping Diego Akel - Realizador de animação, curador e instrutor de oficinas. É reconhecido internacionalmente no campo da animação experimental, com participação em festivais e oficinas ministradas pelo Brasil, Europa e América Latina. Entre suas pesquisas, Akel estuda a animação como uma forma espontânea de criação artística, mesclando tecnologias de ponta com abordagens artesanais.
PROJETO ARQUIVADO.