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PRONAC 2514164Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Vamos Vivendo: Concertos Afetivos para Lares de Idosos

TALES PIMENTEL PORTUGAL
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-03-01
Término
2027-01-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O projeto "Vamos Vivendo: Concertos Afetivos para Lares de Idosos" visa levar alegria e inclusão cultural a idosos residentes em instituições de longa permanência no Distrito Federal. Serão realizados 12 concertos gratuitos de música popular brasileira, com um repertório envolvente de choro, samba e forró, interpretados pelo Grupo Vamos Vivendo em diversos lares selecionados. A iniciativa culminará na produção de um documentário acessível de 20 minutos, registrando a potência transformadora da música na vida dos participantes e garantindo o legado do projeto.

Sinopse

O projeto “Vamos Vivendo: Concertos Afetivos para Lares de Idosos” materializa-se em três produtos principais, cada um com sua singularidade e propósito.PRODUTO 1: 12 CONCERTOS MUSICAIS: Consiste na realização de 12 apresentações musicais itinerantes, com duração aproximada de 60 a 75 minutos cada, realizadas pelo Grupo Vamos Vivendo em lares de idosos do Distrito Federal. Os concertos apresentarão um repertório cuidadosamente selecionado de choro, samba e forró, gêneros que ressoam profundamente com a memória afetiva dos idosos. A dinâmica das apresentações será altamente interativa, com momentos de canto coletivo, palmas e convite à dança, criando uma atmosfera de festa, acolhimento e celebração da vida.PRODUTO 2: DOCUMENTÁRIO “VAMOS VIVENDO: MELODIAS DA MEMÓRIA”: Este documentário de 20 minutos de duração será uma obra audiovisual que narra a jornada do projeto, desde a preparação até a realização dos concertos. Por meio de registros emocionantes das apresentações, depoimentos dos idosos, de seus cuidadores e da equipe do projeto, o filme capturará o impacto transformador da música em suas vidas. Com linguagem sensível e recursos completos de acessibilidade (audiodescrição, legendas descritivas e janela de Libras), o documentário tem o objetivo de inspirar e demonstrar o valor da cultura para o bem-estar na terceira idade.PRODUTO 3: ACERVO FOTOGRÁFICO E AUDIOVISUAL: Será criado um acervo digital robusto, composto por fotografias profissionais de alta resolução e trechos de vídeos que documentam todo o processo de execução do projeto, desde os bastidores até os momentos mais marcantes dos concertos. Este material será organizado, catalogado e disponibilizado para consulta pública em plataformas digitais, servindo como registro histórico, material de divulgação e fonte de pesquisa para futuras iniciativas culturais e sociais.

Objetivos

OBJETIVO GERALO objetivo geral do projeto é promover o bem-estar, a qualidade de vida e a plena inclusão cultural de idosos institucionalizados no Distrito Federal, utilizando a música popular brasileira como ferramenta principal. Busca-se combater o isolamento social frequentemente experimentado por essa população, estimular suas memórias afetivas e proporcionar momentos de alegria, convívio e valorização humana através da arte.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar 12 concertos gratuitos em lares de idosos do Distrito Federal: Proporcionar experiências culturais de alta qualidade diretamente nos locais de residência dos idosos, superando barreiras de mobilidade e acesso. A gratuidade assegura que o benefício chegue a todos, independentemente de sua condição socioeconômica.- Estimular a memória e a cognição através da música popular brasileira: Utilizar um repertório familiar e querido (choro, samba e forró) para ativar memórias, promover a atenção e a interação, contribuindo significativamente para a saúde mental e emocional dos participantes. A música atua como um poderoso gatilho mnemônico.- Promover a interação social e combater o isolamento de idosos institucionalizados: Criar um ambiente festivo e acolhedor onde os idosos possam interagir entre si, com a equipe das instituições e com os músicos, quebrando a rotina e fomentando laços sociais, essenciais para uma vida digna e feliz.- Garantir acessibilidade plena em todas as etapas do projeto: Assegurar que todas as ações, desde a divulgação até os concertos e o documentário, sejam acessíveis em suas dimensões física, comunicacional, de conteúdo, atitudinal e econômica, garantindo a participação irrestrita de todos os idosos, incluindo aqueles com diferentes tipos de deficiência.- Produzir um documentário acessível de 20 minutos registrando o impacto dos concertos: Criar um registro audiovisual de alta qualidade que capture a essência, as emoções e os resultados do projeto. Este documentário será formatado com recursos de acessibilidade como audiodescrição, legendas e janela de Libras, tornando-o inclusivo para diversas audiências.- Distribuir gratuitamente o documentário para lares de idosos, bibliotecas e instituições: Ampliar o alcance do projeto para além dos lares contemplados inicialmente, disponibilizando o material em formato físico e digital para que outras instituições e o público em geral possam conhecer e se beneficiar da experiência, perpetuando seu legado.- Valorizar a Música Popular Brasileira (choro, samba e forró) como patrimônio cultural: Celebrar e difundir gêneros musicais que são profundamente enraizados na cultura brasileira e na memória afetiva da geração idosa, reforçando sua identidade cultural e a importância de preservar essas manifestações artísticas.- Documentar e criar um acervo fotográfico e audiovisual do projeto: Registrar sistematicamente todas as atividades, produzindo um rico material que servirá não apenas para a divulgação e prestação de contas, mas também como fonte de pesquisa, inspiração e replicação da metodologia para futuras iniciativas.

Justificativa

O projeto "Vamos Vivendo: Concertos Afetivos para Lares de Idosos" busca financiamento via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), especificamente por meio do Artigo 18 da Lei nº 8.313/91. Este artigo permite a dedução de 100% do imposto devido, tornando o projeto extremamente atrativo para empresas e pessoas físicas. A iniciativa se alinha perfeitamente aos objetivos da lei, ao promover a difusão cultural e o acesso à arte para uma parcela da população que frequentemente se encontra à margem das grandes programações, configurando uma ação de relevante interesse público e social.O Brasil, e o Distrito Federal em particular, vivencia um rápido processo de envelhecimento populacional. Com essa transição, cresce a demanda por cuidados e por qualidade de vida para a população idosa, especialmente aqueles que residem em instituições de longa permanência (ILPIs). Muitos desses idosos enfrentam o desafio do isolamento social, a carência de estímulos externos e a falta de oportunidades para vivenciar experiências culturais enriquecedoras. Este projeto reconhece essa vulnerabilidade e propõe uma intervenção direta para mitigar esses impactos negativos, levando arte e afeto onde mais se necessita.Diversos estudos na área da gerontologia e musicoterapia atestam os profundos benefícios da música para a saúde e o bem-estar de idosos. A audição e a participação em atividades musicais são comprovadamente eficazes na estimulação cognitiva, auxiliando na manutenção da memória, na melhora do humor, na redução de quadros de ansiedade e depressão e no fomento da socialização. O contato com melodias familiares do choro, samba e forró pode evocar memórias afetivas, resgatando parte da história de vida dos participantes e promovendo uma sensação de vitalidade e pertencimento.A Música Popular Brasileira, especialmente os gêneros choro, samba e forró, constitui um patrimônio cultural imaterial de inestimável valor para o povo brasileiro. Essas manifestações artísticas carregam consigo a história, os costumes e as emoções de gerações. Para a população idosa, em particular, essas músicas representam trilhas sonoras de suas vidas, despertando lembranças e promovendo uma conexão profunda com suas raízes culturais. O projeto celebra essa herança, levando-a de forma viva e interativa aos que a cultivaram ao longo de suas existências.Idosos institucionalizados frequentemente enfrentam barreiras significativas para acessar eventos culturais na comunidade. Limitações de mobilidade, dificuldades de transporte, custos financeiros e a própria rotina das instituições são fatores que impedem o acesso a shows, teatros e exposições. O projeto "Concertos Afetivos" preenche essa lacuna, levando a arte diretamente aos lares de idosos, adaptando-se às suas necessidades e proporcionando uma experiência cultural de qualidade sem a necessidade de deslocamento, democratizando efetivamente o acesso à cultura.O Grupo Vamos Vivendo possui uma comprovada experiência e uma sensibilidade artística apurada para trabalhar com o público idoso. Sua formação musical e a escolha de repertório são especialmente adequadas para gerar conexão e engajamento com essa faixa etária. A capacidade de interagir com os idosos, adaptar as apresentações às suas reações e criar um ambiente acolhedor e participativo, faz do grupo o executor ideal para este projeto, garantindo a qualidade e o sucesso dos concertos.Além do impacto imediato e transformador dos concertos, o projeto gerará um legado duradouro por meio da produção de um documentário acessível. Este material audiovisual não apenas registrará os momentos de alegria e as interações significativas, mas também servirá como ferramenta educativa e inspiradora. O documentário poderá ser utilizado por outras instituições, familiares e profissionais da área, perpetuando os benefícios do projeto e disseminando a metodologia de intervenção musical para idosos, tornando-o um modelo replicável.O projeto "Vamos Vivendo: Concertos Afetivos para Lares de Idosos" está em total alinhamento com as políticas públicas vigentes voltadas para a pessoa idosa, como o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003), que preconiza o direito à cultura, ao lazer e à convivência social. Adicionalmente, sintoniza-se com as diretrizes da Política Nacional de Cultura (PNC) e da Política Nacional do Idoso, que buscam promover a dignidade, a autonomia e a participação social dos idosos, reconhecendo a cultura como um pilar fundamental para o envelhecimento ativo e saudável.

Estratégia de execução

O projeto “Vamos Vivendo: Concertos Afetivos para Lares de Idosos” se distingue por características que amplificam seu valor e impacto.A) CONTRAPARTIDA SOCIAL: A principal contrapartida social do projeto é a produção e distribuição gratuita do documentário “Vamos Vivendo: Melodias da Memória”. Este material audiovisual, além de registrar o impacto do projeto, servirá como um recurso educativo e inspirador, disponível para a comunidade, lares de idosos, bibliotecas e instituições, perpetuando os benefícios da música para a terceira idade e fomentando futuras iniciativas.B) DIFERENCIAIS DO PROJETO: Os diferenciais do projeto incluem a especialização do Grupo Vamos Vivendo em performances para o público idoso, garantindo uma experiência personalizada e afetiva; a abrangente estratégia de acessibilidade, que engloba todas as dimensões da inclusão; a produção de um documentário acessível que amplia o alcance e o legado; e a metodologia replicável, que pode inspirar e ser adaptada por outras iniciativas em diversos contextos.C) SUSTENTABILIDADE E CONTINUIDADE: A sustentabilidade do projeto será assegurada pelo registro audiovisual e fotográfico de alta qualidade, que servirá como material de divulgação e de memória para futuras edições. O documentário e o acervo público permitirão que a mensagem e os benefícios do projeto continuem a inspirar mesmo após sua conclusão. A metodologia desenvolvida será documentada, facilitando a replicação da iniciativa em outros territórios e fortalecendo a atuação do Grupo Vamos Vivendo em projetos de impacto social.

Especificação técnica

A execução do projeto segue padrões técnicos que garantem a qualidade e a acessibilidade.A) ESPECIFICAÇÕES DOS CONCERTOS: Os concertos serão realizados em formato presencial nos espaços adaptados dos lares de idosos. Cada apresentação terá duração de 60 a 75 minutos, incluindo momentos de interação. O Grupo Vamos Vivendo se apresentará com sua formação musical tradicional (voz, violão, cavaquinho, pandeiro e percussão), utilizando equipamentos de sonorização profissional para garantir a clareza e a qualidade do som, ajustados ao ambiente e às necessidades auditivas dos idosos. Recursos de acessibilidade como microfones de lapela para intérpretes e equipamentos de áudio de baixa distorção serão priorizados.B) ESPECIFICAÇÕES DO DOCUMENTÁRIO: O documentário terá formato audiovisual, com duração final de 20 minutos. Será produzido em alta definição (Full HD 1080p), com captação de áudio profissional. Os recursos de acessibilidade serão integrados na pós-produção: audiodescrição completa da trilha visual, legendas descritivas para surdos e ensurdecidos, e janela de Libras sincronizada. A distribuição ocorrerá em formato físico (DVDs ou pen drives de alta capacidade) e digital (arquivos de vídeo otimizados para streaming em plataformas online).C) ESPECIFICAÇÕES DO ACERVO: O acervo fotográfico incluirá imagens profissionais em alta resolução que documentam todas as etapas do projeto. O acervo audiovisual compreenderá as filmagens brutas, além de pequenos vídeos editados de momentos marcantes, todos em qualidade Full HD. Este material será devidamente catalogado, com metadados para facilitar a busca, e armazenado em servidores seguros e plataformas online para acesso e consulta pública.

Acessibilidade

A acessibilidade é um pilar fundamental deste projeto, garantida em todas as suas dimensões para assegurar a participação plena e equitativa de todos os idosos.A) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais de realização dos concertos serão cuidadosamente selecionados e preparados para garantir plena mobilidade. Isso inclui a verificação e, se necessário, adaptação de rampas de acesso, a disponibilidade de espaços amplos para cadeirantes, a adequação da iluminação e da acústica para o conforto dos idosos, além de garantia de conforto térmico e sanitários adaptados.B) ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: Para que a mensagem e a arte cheguem a todos, os concertos contarão com a presença de um intérprete de Libras, assegurando a inclusão de idosos com deficiência auditiva. A comunicação de todo o projeto será realizada de forma clara, objetiva e respeitosa, utilizando linguagem simples e materiais de divulgação com fontes legíveis e contrastes adequados.C) ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: O documentário produzido como parte do projeto será integralmente acessível. Ele contará com audiodescrição para pessoas com deficiência visual, legendas descritivas para surdos e ensurdecidos e uma janela de Libras, permitindo que o conteúdo seja compreendido e apreciado por uma audiência diversificada. A linguagem utilizada será clara e acessível a diferentes níveis de escolaridade.D) ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: Toda a equipe envolvida no projeto, desde a produção até os artistas, receberá capacitação específica para lidar com as particularidades e necessidades da pessoa idosa. Será promovida uma cultura de respeito, empatia e valorização dos idosos como protagonistas da sua própria história, combatendo qualquer forma de etarismo e preconceito.E) ACESSIBILIDADE ECONÔMICA: A participação em todas as atividades do projeto será 100% gratuita para os idosos e para as instituições de longa permanência. Não haverá qualquer custo associado aos concertos nem à distribuição do documentário, garantindo que a condição socioeconômica não seja uma barreira para o acesso à cultura.

Democratização do acesso

A democratização do acesso é um dos pilares do projeto, visando ampliar o alcance da cultura para além dos espaços convencionais e públicos.A) ESTRATÉGIA DE DISTRIBUIÇÃO DOS CONCERTOS: Os 12 concertos serão distribuídos em lares de idosos estrategicamente selecionados em diferentes regiões do Distrito Federal. A escolha dos lares será baseada em critérios de necessidade, abrangência geográfica e capacidade de acolhimento, buscando alcançar um público estimado de 300 idosos diretamente. Essa estratégia permite levar a arte a locais onde o acesso cultural é historicamente restrito.B) DISTRIBUIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO: O documentário “Vamos Vivendo: Melodias da Memória” será distribuído gratuitamente em formato físico (DVDs ou pen drives) em outros lares de idosos do DF, bibliotecas públicas e instituições educacionais interessadas. Além disso, será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais de acesso livre, garantindo que seu conteúdo e mensagem possam ser acessados por um público ainda maior, incluindo familiares, cuidadores e profissionais da área.C) OUTRAS INICIATIVAS DE DEMOCRATIZAÇÃO: O projeto prevê a ampla divulgação em canais de comunicação acessíveis, como redes sociais, sites e veículos de imprensa, informando sobre as atividades e o documentário. O acervo fotográfico e audiovisual resultante do projeto será disponibilizado para consulta pública, servindo como material de referência e inspiração. A metodologia empregada nos “Concertos Afetivos” será documentada e compartilhada, abrindo portas para a replicação da iniciativa em outras comunidades e regiões do país.

Ficha técnica

- Mônica Oliveira Portilho de Lima, 73 anos, nasceu em Conceição do Mato Dentro (MG), uma cidade com cerca de 17 mil habitantes. Sua relação com a música começou nos anos 1960, encantada com os festivais de canção transmitidos pela televisão. Apaixonou-se pelo som do cavaquinho ao assistir Beth Carvalho, mas só pôde iniciar os estudos musicais após longos anos dedicados à carreira profissional e à criação de sua família. Em 1969, Mônica mudou-se para São Paulo para estudar Odontologia na USP, com o suporte de sua tia freira, depois de enfrentar os desafios de sair de uma cidade pequena. Estabeleceu-se em Brasília após a formatura, onde construiu uma carreira de 32 anos, dividindo-se entre consultório particular, trabalho no SESI e a criação de três filhos.Com a aposentadoria e os filhos já adultos, Mônica decidiu realizar o sonho antigo de tocar cavaquinho, iniciando seus estudos na Musimed, sob orientação de Hamilton de Holanda. Focou em aprender o acompanhamento de choros, bossa nova e MPB. Apesar de eventuais interrupções devido a mudanças para outros países, retomou com força total em 2015, ao voltar a Brasília, aprofundando-se na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello (EBCRR), pelo qual tem grande admiração. Apesar de uma pausa forçada pela pandemia, o entusiasmo de Mônica foi renovado em 2022, quando participou de cursos como "Tocando de Ouvido", "Samba" e "Bossa Nova", sempre com o cavaquinho como instrumento central. Atualmente, Mônica participa ativamente de rodas de choro no Parque da Cidade, Bosque do Sudoeste e EBCRR, além de apresentações em espaços variados: igrejas, restaurantes, eventos públicos, praças e até asilos, junto ao grupo Vamos Vivendo. Para ela, a música simboliza uma ponte de integração social, alegria, gratidão e renovação emocional.- Thais Marra, professora aposentada da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEDF), tem uma vasta formação acadêmica e atuação diversificada. Graduada em Geografia pela UPIS, com mestrado em Desenvolvimento Sustentável pela UnB, sua tese tornou-se base para o Projeto Político-Pedagógico da Escola Classe 05 do Cruzeiro. Atualmente, em sua quarta pós-graduação, dedica-se a trabalhos com crianças dotadas de altas habilidades, com funções de psicopedagogia e psicomotricidade. Durante a adolescência, Thais iniciou sua relação com a música no ambiente familiar e, quando adulta, iniciou o estudo formal de percussão, com destaque para o pandeiro, que tornou-se seu principal instrumento após 12 semestres de estudos avançados.Sempre atenta à formação técnica, Thais concluiu diversos cursos, como Pandeiro e Percussão Nordestina, na Escola de Música de Brasília e na Escola de Choro de Brasília, entre 2013 e 2025. Também aprofundou conhecimentos nos instrumentos zabumba, triângulo, tan-tan, tamborim e repique de mão, muitos deles utilizados em suas performances atuais. Desde 2019, é integrante do grupo comunitário Amigos do Choro, que realiza apresentações regulares no Parque-Bosque do Sudoeste. Thais também participa de rodas de choro e eventos da Escola de Choro, além de se dedicar ao grupo musical Vou Vivendo, onde atua no tamborim, triângulo e ganzá, principalmente em repertórios de choro e forró. Sua atuação musical coloca ênfase na interação com o público da terceira idade, estimulando a dança, o canto e a socialização. Para Thais, a música vai além da técnica, promovendo inclusão social, bem-estar e aprendizado mútuo, enquanto reforça sua missão de fomentar alegria e união.- Alcidea Vieira Coelho, ex-professora da SEEDF, trilhou sua trajetória musical pouco antes da aposentadoria, em 2014, ao ingressar como aluna na Escola de Choro do Clube do Choro de Brasília. Escolheu o pandeiro como seu instrumento principal e desde então se mantém em uma jornada de aprendizado contínuo, explorando ritmos brasileiros sob orientação do professor Júnior Viegas. Seu repertório inclui aulas de choro, ritmos nordestinos e samba, que expandiram sua habilidade e conhecimento musical. Alcidea é presença assídua nas rodas de choro da Escola de Choro e nos eventos regulares no Parque Bosque do Sudoeste, além de se apresentar em restaurantes, festas, feiras e eventos promovidos pelos alunos e grupos musicais da região.Alcidea também teve participação ativa em carnavais recentes, integrando o bloco Cortando Cebola nos anos de 2024 e 2025. Atualmente, dedica-se especialmente às apresentações realizadas pelo grupo Vamos Vivendo, levando conforto e acolhimento musical a idosos em asilos e lares para a terceira idade. Sua versatilidade como percussionista inclui o domínio de instrumentos como zabumba, tantan, cajón, tamborim, conga e ganzá, enriquecendo suas apresentações e destacando sua sensibilidade rítmica. Alcidea considera a prática musical uma fonte de alegria, energia colaborativa e integração social.- Tales Portugal, flautista e professor de música, possui vasta formação acadêmica e prática. Licenciado em Música pela UnB, e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Música (PPGMUS), Tales é formado também nos cursos Técnico e Pós-Técnico pela Escola de Música de Brasília. Como músico, participou de diversas apresentações notáveis, atuando na Orquestra Filarmônica de Brasília (2021 e 2022) e na Brasília Sopro Sinfônica como primeira flauta (2012 a 2018). Tais desempenhos o colocaram no palco de grandes espaços culturais do Distrito Federal, como o Teatro Nacional Cláudio Santoro, Clube do Choro, Casa Thomas Jefferson e Teatro Poupex.Além da carreira artística, Tales dedica-se ao ensino, ministrando aulas de flauta transversal no Colégio Militar Tiradentes, em projetos religiosos, como o Clave de Fé, e na oferta de oficinas gratuitas de música no CEF 11 do Gama. Tales também integra grupos musicais como o Quinteto Pitombeira, Geral do Regional e Choros D’Água, com repertórios que valorizam o choro e outras expressões brasileiras. Sua atuação em projetos sociais, como o "Música e Cidadania", reforça seu compromisso com acessibilidade e inclusão pela música.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.