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PRONAC 2514168Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CasaMus na Periferia - Terceira Edição

OG MARTINS SILVA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2025
    Cadastro PRONAC
    Ano 25
  2. 01/05/2026
    Início previsto
  3. 12/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 31/05/2027
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-05-01
Término
2027-05-31
Locais de realização (2)

Resumo

O projeto "CasaMus na Periferia _ Terceira Edição" consiste na produção fonográfica de um EP autoral de Samba com cinco faixas inéditas, criadas por artistas periféricos da Região Metropolitana de Belo Horizonte, e na realização de um show gratuito de lançamento na Praça Benedito Valadares, em Mateus Leme (MG). O projeto inclui difusão digital gratuita nas principais plataformas e ações de acessibilidade e democratização cultural.

Sinopse

O projeto “CasaMus na Periferia – Terceira Edição” consiste na produção fonográfica profissional de um EP colaborativo de Samba periférico, composto por 5 (cinco) faixas autorais inéditas, cada uma interpretada por um dos 5 (cinco) artistas selecionados da Região Metropolitana de Belo Horizonte.Gravado no Estúdio CasaMus, o EP reúne arranjos, gravações, mixagem e masterização em padrão técnico profissional, representando um marco de valorização da música preta periférica mineira. A obra tem como objetivo romper barreiras econômicas e estruturais que historicamente dificultam o acesso de artistas negros e periféricos aos meios de produção fonográfica e de difusão cultural.Mais do que um registro musical, o projeto constitui um encontro simbólico entre tradição e contemporaneidade do Samba, reafirmando-o como expressão viva da identidade afro-brasileira e como instrumento de resistência, pertencimento e transformação social.A distribuição do EP será 100% gratuita e realizada em plataformas digitais abertas (Spotify, Deezer, YouTube e SoundCloud), ampliando o acesso do público à produção cultural independente. Complementando a obra, o projeto promoverá rodas de conversa formativas entre os artistas e técnicos durante as gravações e um show público gratuito de lançamento na Praça Benedito Valadares, em Mateus Leme/MG, consolidando a difusão e o intercâmbio da música periférica de Belo Horizonte com a comunidade.vamos>>PRODUZIR 1 (um) EP colaborativo de 5 (cinco) faixas autorais inéditas — uma por artista —, contemplando as etapas de arranjo, gravação, mixagem e masterização profissional no Estúdio CasaMus.PROMOVER 1 (uma) roda de conversa formativa durante o processo de gravação do EP, reunindo os artistas selecionados, técnicos de som e produtores culturais, com o objetivo de fomentar o intercâmbio de saberes, o fortalecimento da rede de música periférica e o registro de experiências criativas.DISTRIBUIR 100% (cem por cento) das faixas do EP gratuitamente nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer, YouTube e SoundCloud), assegurando o livre acesso do público à produção cultural.REALIZAR 1 (um) show público gratuito de lançamento do EP na Praça Benedito Valadares, em Mateus Leme/MG, com participação dos artistas selecionados, da Banda Municipal e convidados, fortalecendo a circulação da música periférica mineira.

Objetivos

Promover a produção, valorização e difusão da música preta periférica mineira, destacando o Samba como símbolo de identidade cultural e resistência, por meio da gravação de um EP autoral colaborativo, rodas de conversa entre artistas e profissionais da área, e da realização de um show público gratuito e acessível.Objetivos EspecíficosSELECIONAR 5 (cinco) artistas de Samba da Região Metropolitana de Belo Horizonte, por meio de chamada pública online, priorizando diversidade racial, de gênero e autenticidade autoral, sob acompanhamento de curadoria especializada.PRODUZIR 1 (um) EP colaborativo de 5 (cinco) faixas autorais inéditas — uma por artista —, contemplando as etapas de arranjo, gravação, mixagem e masterização profissional no Estúdio CasaMus.PROMOVER 1 (uma) roda de conversa formativa durante o processo de gravação do EP, reunindo os artistas selecionados, técnicos de som e produtores culturais, com o objetivo de fomentar o intercâmbio de saberes, o fortalecimento da rede de música periférica e o registro de experiências criativas.DISTRIBUIR 100% (cem por cento) das faixas do EP gratuitamente nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer, YouTube e SoundCloud), assegurando o livre acesso do público à produção cultural.REALIZAR 1 (um) show público gratuito de lançamento do EP na Praça Benedito Valadares, em Mateus Leme/MG, com participação dos artistas selecionados, da Banda Municipal e convidados, fortalecendo a circulação da música periférica mineira.GARANTIR a acessibilidade plena nas atividades do projeto, incluindo intérprete de Libras, legendagem, área reservada para pessoas com deficiência e materiais de apoio acessíveis, assegurando a democratização do acesso à cultura.ESTIMULAR a formação cultural local e o protagonismo de novos talentos periféricos, incentivando o intercâmbio entre músicos profissionais e emergentes, fortalecendo o ecossistema cultural do Samba na região metropolitana de Belo Horizonte.

Justificativa

O projeto "CasaMus na Periferia _ Terceira Edição" (Proponente: OG MARTINS SILVA) nasce da necessidade urgente de ampliar o acesso à produção musical periférica, historicamente invisibilizada pelos meios de comunicação e pela indústria fonográfica tradicional. Belo Horizonte e sua Região Metropolitana configuram-se como territórios de intensa efervescência criativa, mas que enfrentam desigualdades estruturais profundas, limitando o acesso de artistas negros e periféricos a estúdios, equipamentos técnicos e oportunidades de difusão cultural.Diante desse contexto, o projeto propõe-se a fortalecer a cena de Samba periférico mineiro, promovendo a valorização da música preta como expressão viva da identidade afro-brasileira, e como ferramenta de pertencimento e transformação social. A proposta tem caráter continuado, consolidando o legado das duas edições anteriores da CasaMus, que obtiveram resultados significativos de engajamento comunitário, formação artística e difusão cultural gratuita.A Terceira Edição amplia o alcance e a profundidade das ações, incorporando uma roda de conversa formativa entre os artistas participantes, técnicos e produtores, realizada durante as gravações no estúdio, promovendo trocas de saberes, formação técnica e reflexão sobre os desafios da música periférica contemporânea. Essa atividade complementa o processo de gravação e potencializa os resultados pedagógicos e sociais do projeto. Enquadramento Legal _ Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet)O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Pronac), com o valor total de R$ 200.000,00, é essencial para viabilizar integralmente esta proposta, garantindo a realização das etapas de produção fonográfica profissional (gravação, mixagem e masterização), roda de conversa formativa e show de lançamento gratuito e acessível.O projeto se enquadra plenamente nas finalidades do Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, conforme segue:Art. 1º, inciso I _ Facilitar o acesso às fontes da cultura, por meio da distribuição gratuita do EP nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer, YouTube e SoundCloud) e da realização de show público gratuito, aberto à comunidade.Art. 1º, inciso II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural mineira, destacando o Samba como expressão local e nacional, e priorizando artistas da Região Metropolitana de Belo Horizonte.Art. 1º, inciso IV _ Proteger e valorizar as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, especialmente as de origem afro-brasileira, representadas pela tradição do Samba e pela atuação dos artistas negros periféricos. Artigo 3º _ Objetivos AtendidosO projeto também atende aos objetivos específicos estabelecidos no Artigo 3º da Lei nº 8.313/91, conforme segue:Art. 3º, inciso II, alínea "a" _ Fomento à produção fonográfica de caráter cultural, por meio da gravação profissional de 1 (um) EP colaborativo com 5 (cinco) faixas autorais inéditas, sendo uma faixa gravada por cada artista selecionado.Art. 3º, inciso II, alínea "c" _ Realização de espetáculos musicais, concretizada na apresentação pública gratuita de lançamento do EP, a ser realizada na Praça Benedito Valadares (Mateus Leme/MG), com participação dos artistas e da Banda Municipal.Art. 3º, inciso III, alínea "d" _ Preservação e difusão do patrimônio cultural e das tradições populares nacionais, com foco na valorização do Samba de raiz e da música preta periférica mineira, enquanto manifestações da cultura popular afro-brasileira. Justificativa Técnica e SocialA CasaMus consolidou-se como um espaço de formação, produção e circulação cultural nas periferias de Minas Gerais, tendo realizado duas edições anteriores com ampla adesão comunitária e reconhecimento de artistas e agentes culturais locais.A continuidade do projeto gera impactos diretos na inclusão produtiva de músicos independentes, geração de renda e formação técnica em etapas de produção musical (arranjo, gravação, mixagem e masterização). Além disso, promove a descentralização da produção cultural, tradicionalmente concentrada em polos elitizados, e estimula o protagonismo de artistas negros e periféricos, alinhando-se às políticas públicas de igualdade racial e cultural.Por meio do incentivo fiscal federal, o "CasaMus na Periferia _ Terceira Edição" reafirma o compromisso de democratizar o acesso à cultura, preservar a memória do Samba e fortalecer o ecossistema musical das periferias mineiras, garantindo que o produto final — um EP de alta qualidade técnica e difusão gratuita — seja um instrumento de inclusão, identidade e resistência cultural.vamos>> PRODUZIR 1 (um) EP colaborativo de 5 (cinco) faixas autorais inéditas — uma por artista —, contemplando as etapas de arranjo, gravação, mixagem e masterização profissional no Estúdio CasaMus.PROMOVER 1 (uma) roda de conversa formativa durante o processo de gravação do EP, reunindo os artistas selecionados, técnicos de som e produtores culturais, com o objetivo de fomentar o intercâmbio de saberes, o fortalecimento da rede de música periférica e o registro de experiências criativas.DISTRIBUIR 100% (cem por cento) das faixas do EP gratuitamente nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer, YouTube e SoundCloud), assegurando o livre acesso do público à produção cultural.REALIZAR 1 (um) show público gratuito de lançamento do EP na Praça Benedito Valadares, em Mateus Leme/MG, com participação dos artistas selecionados, da Banda Municipal e convidados, fortalecendo a circulação da música periférica mineira.

Estratégia de execução

vamos>>>>PRODUZIR 1 (um) EP colaborativo de 5 (cinco) faixas autorais inéditas — uma por artista —, contemplando as etapas de arranjo, gravação, mixagem e masterização profissional no Estúdio CasaMus.PROMOVER 1 (uma) roda de conversa formativa durante o processo de gravação do EP, reunindo os artistas selecionados, técnicos de som e produtores culturais, com o objetivo de fomentar o intercâmbio de saberes, o fortalecimento da rede de música periférica e o registro de experiências criativas.DISTRIBUIR 100% (cem por cento) das faixas do EP gratuitamente nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer, YouTube e SoundCloud), assegurando o livre acesso do público à produção cultural.REALIZAR 1 (um) show público gratuito de lançamento do EP na Praça Benedito Valadares, em Mateus Leme/MG, com participação dos artistas selecionados, da Banda Municipal e convidados, fortalecendo a circulação da música periférica mineira.

Especificação técnica

As especificações abaixo descrevem a natureza, a qualidade técnica e a estratégia de distribuição do produto cultural principal do projeto, de acordo com os parâmetros estabelecidos no plano técnico e artístico do “CasaMus na Periferia – Terceira Edição”. 1. Natureza e Formato do ProdutoProduto Principal: 1 (um) EP fonográfico colaborativo.Conteúdo: 5 (cinco) faixas autorais inéditas, sendo 1 (uma) faixa gravada por cada um dos 5 (cinco) artistas de Samba periférico da Região Metropolitana de Belo Horizonte.Gênero Musical: Música preta – Samba periférico mineiro, expressão de matriz afro-brasileira e de forte identidade regional.Abordagem Artística: O projeto valoriza a autenticidade autoral e o protagonismo de artistas negros das periferias, promovendo o encontro entre tradição e contemporaneidade do Samba.Processo de Produção: Inclui todas as etapas do processo fonográfico profissional — arranjo, gravação, edição, mixagem e masterização — realizadas sob acompanhamento técnico e artístico especializado.Roda de Conversa Formativa: Durante as sessões de gravação, será promovida uma roda de conversa entre os artistas, técnicos e produtores, com registro audiovisual, fomentando o intercâmbio de experiências e saberes musicais. 2. Qualidade Técnica da ProduçãoLocal de Gravação: Estúdio CasaMus (Belo Horizonte/MG), ambiente profissional equipado para captação multipista e monitoramento acústico de alta precisão.Gravação: As sessões serão realizadas com equipamentos de captação e microfones de padrão profissional, garantindo fidelidade sonora e preservação da identidade rítmica e percussiva característica do Samba.Edição e Mixagem: Serão conduzidas por profissionais especializados, assegurando equilíbrio, clareza e coerência entre os elementos instrumentais e vocais.Masterização: Etapa final de padronização sonora, equalização e balanceamento das faixas para compatibilidade com os padrões internacionais de plataformas digitais.Prazos: A fase de pós-produção (edição, mixagem e masterização) terá duração estimada de até 60 (sessenta) dias corridos, conforme cronograma técnico do projeto.Supervisão Técnica: O processo será supervisionado pela equipe técnica da CasaMus, com foco na integridade estética e na excelência do resultado final. 3. Distribuição e Acessibilidade DigitalFormato de Distribuição: Exclusivamente digital, sem tiragem física.Lançamento Oficial: O EP será lançado publicamente durante o show gratuito de lançamento na Praça Benedito Valadares (Mateus Leme/MG), com apresentação dos artistas participantes.Distribuição Digital Gratuita: A obra será disponibilizada integralmente e sem custo nas principais plataformas de streaming e download, incluindo Spotify, Deezer, YouTube e SoundCloud, garantindo o acesso livre, irrestrito e permanente ao público.Plano de Divulgação: A campanha de difusão digital será realizada por 5 (cinco) meses, com teasers, vídeos curtos, depoimentos e registros dos bastidores, publicados em redes sociais e mídias locais.Acessibilidade no Conteúdo Digital: Todos os conteúdos audiovisuais (teasers, chamadas e registros das rodas de conversa) contarão com legendagem sincronizada e tradução em Libras, assegurando compreensão por pessoas surdas e com deficiência auditiva, conforme diretrizes da Instrução Normativa MinC nº 23/2025 [24, 27, 67, III]. 4. Resultado EsperadoO produto final será um EP fonográfico de alta qualidade técnica, com forte representatividade simbólica e social, contribuindo para:o fortalecimento do Samba periférico mineiro;a formação e visibilidade de artistas negros e periféricos;e a democratização do acesso à produção cultural por meio da difusão gratuita em ambiente digital.vamos>>PRODUZIR 1 (um) EP colaborativo de 5 (cinco) faixas autorais inéditas — uma por artista —, contemplando as etapas de arranjo, gravação, mixagem e masterização profissional no Estúdio CasaMus.PROMOVER 1 (uma) roda de conversa formativa durante o processo de gravação do EP, reunindo os artistas selecionados, técnicos de som e produtores culturais, com o objetivo de fomentar o intercâmbio de saberes, o fortalecimento da rede de música periférica e o registro de experiências criativas.DISTRIBUIR 100% (cem por cento) das faixas do EP gratuitamente nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer, YouTube e SoundCloud), assegurando o livre acesso do público à produção cultural.REALIZAR 1 (um) show público gratuito de lançamento do EP na Praça Benedito Valadares, em Mateus Leme/MG, com participação dos artistas selecionados, da Banda Municipal e convidados, fortalecendo a circulação da música periférica mineira.

Acessibilidade

O projeto CasaMus na Periferia – Terceira Edição já contempla medidas iniciais de acessibilidade, tanto arquitetônica e física quanto comunicacional e de conteúdo, assegurando o pleno acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos às atividades culturais do projeto. O show público de lançamento será realizado na Praça Benedito Valadares, em Mateus Leme/MG, espaço que conta com estrutura física acessível, e haverá previsão orçamentária específica para a contratação de Intérprete de Libras, materiais acessíveis e adaptação dos conteúdos de comunicação. As gravações e rodas de conversa no Estúdio CasaMus também seguirão princípios de acessibilidade comunicacional, garantindo participação e compreensão de todos os envolvidos. I. Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico e FísicoEsta seção contempla os recursos que garantem a locomoção e segurança das pessoas no espaço físico durante o show público de lançamento, bem como nas rodas de conversa e atividades de gravação.Medidas Adotadas:Acesso ao Local: Será assegurado que a Praça Benedito Valadares, local do show, mantenha infraestrutura acessível, com rampas e piso nivelado para permitir a circulação segura de pessoas com mobilidade reduzida, idosos e usuários de cadeiras de rodas. O Estúdio CasaMus, utilizado para gravações e rodas de conversa, também oferece acesso facilitado e livre de barreiras arquitetônicas.Circulação e Assentos Reservados: Haverá reserva de espaços frontais e laterais de fácil acesso para o público com deficiência, assegurando boa visibilidade e conforto durante o show e nas rodas de conversa.Sanitários: Será garantido o acesso a sanitários adaptados e de fácil alcance, tanto no estúdio quanto na área do evento público [67, I]. II. Acessibilidade no Aspecto Comunicacional e de ConteúdoEsta seção aborda os recursos que possibilitam a compreensão e participação plena das pessoas com deficiência auditiva, visual ou intelectual, durante o processo de gravação, rodas de conversa e show de lançamento.Medidas Adotadas:Para Pessoas com Deficiência Auditiva e SurdasIntérprete de Libras: Será contratada 1 (uma) profissional Intérprete e Tradutora de Libras para atuar durante:As rodas de conversa formativas realizadas durante o processo de gravação do EP;O show de lançamento público em Mateus Leme, traduzindo falas, interações e letras das músicas ao vivo. [74, I; 164; 193]Conteúdo Digital Acessível: Os vídeos e teasers de divulgação, bem como o registro audiovisual do show (caso produzido), incluirão tradução em Libras e legendagem sincronizada, garantindo o acesso do público surdo ou com deficiência auditiva [70, II; 74, III]. Para Pessoas com Deficiência Visual (Baixa Visão ou Cegas)Materiais de Apoio Acessíveis: Serão produzidos materiais informativos sobre o projeto e os artistas (como ficha técnica e texto de apresentação do EP) em Braille e tipos ampliados, para distribuição gratuita durante o evento [69, III; 193].Audiodescrição (Recomendada): Embora o produto principal seja fonográfico, recomenda-se a audiodescrição do registro audiovisual do show (caso produzido), descrevendo ambiente, artistas e contexto do evento. Nos espaços físicos, haverá sinalização tátil e sonora para facilitar o deslocamento de pessoas cegas [69, II]. III. Acessibilidade na Comunicação e Divulgação AcessíveisO plano de mídia do projeto será integralmente digital, com ênfase na comunicação inclusiva e acessível, conforme as diretrizes [67, III].Medidas Adotadas:Legendagem dos Vídeos: Todos os conteúdos audiovisuais produzidos para redes sociais (bastidores, chamadas públicas, teasers e vídeos de divulgação do EP) serão legendados de forma sincronizada e com contraste adequado, favorecendo a leitura e compreensão de pessoas surdas, com deficiência auditiva ou dificuldades cognitivas [67, III].Informação Acessível: Os materiais digitais e impressos de divulgação (posts, releases, cartazes) incluirão informações claras sobre as medidas de acessibilidade disponíveis — como presença de intérprete de Libras, áreas reservadas e estrutura acessível — em local de destaque.Inclusão Digital: O site e as páginas de divulgação da CasaMus seguirão boas práticas de acessibilidade web (WCAG), priorizando textos alternativos em imagens, contrastes adequados e legibilidade ampliada, ampliando o alcance a pessoas com deficiência visual leve e idosos. ConclusãoO projeto CasaMus na Periferia – Terceira Edição reafirma seu compromisso com a inclusão e a acessibilidade universal, garantindo que todas as ações — da gravação e roda de conversa formativa ao show público gratuito — sejam acessíveis, seguras e participativas. Essas medidas atendem integralmente às orientações do Decreto nº 5.296/2004, da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e às diretrizes do Manual de Acessibilidade em Projetos Culturais da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (SEFIC/MinC).

Democratização do acesso

O projeto “CasaMus na Periferia – Terceira Edição” é concebido com o propósito de garantir o livre e pleno acesso à produção cultural gerada nas periferias da Região Metropolitana de Belo Horizonte, em consonância com as finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e com o Artigo 47 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025. Todas as ações do projeto têm caráter gratuito e inclusivo, assegurando que o EP colaborativo de Samba periférico e suas atividades associadas sejam amplamente acessíveis a diferentes públicos, especialmente à comunidade local, pessoas com deficiência e grupos em vulnerabilidade sociocultural.A democratização e a ampliação do acesso serão asseguradas pelas seguintes medidas: 1. Distribuição Digital Gratuita e Inclusiva(Art. 47, Inciso III)A principal ação de democratização consiste na distribuição digital gratuita e irrestrita das cinco faixas autorais que compõem o EP colaborativo do projeto. O material será disponibilizado nas principais plataformas de streaming e redes digitais abertas — Spotify, Deezer, YouTube e SoundCloud — garantindo que o produto cultural esteja acessível ao público em qualquer localidade com acesso à internet.Além disso, serão produzidos conteúdos audiovisuais curtos (bastidores, rodas de conversa e depoimentos dos artistas), que também serão divulgados gratuitamente nas redes sociais do projeto, com legendagem sincronizada e tradução em Libras, assegurando a compreensão por pessoas surdas e com deficiência auditiva [67, III; 155]. Essa estratégia amplia o alcance das ações e fortalece o compromisso do projeto com a inclusão digital e comunicacional. 2. Realização de Atividades Paralelas Gratuitas(Art. 47, Inciso V)O projeto promoverá atividades presenciais gratuitas que potencializam o impacto cultural e social da produção fonográfica. A principal delas é o show público de lançamento do EP, que será realizado na Praça Benedito Valadares, em Mateus Leme/MG — espaço público central e de fácil acesso à comunidade.Além do show, o projeto contempla a roda de conversa formativa entre os cinco artistas selecionados e os profissionais técnicos da CasaMus, durante o processo de gravação. Essa ação tem caráter educativo e de fortalecimento de rede, aproximando criadores e público em torno da produção cultural periférica.O evento de lançamento será amplamente divulgado por meio de campanhas digitais, rádios comunitárias, escolas e associações de bairro, garantindo o acesso equitativo a trabalhadores, jovens e estudantes das comunidades periféricas. A entrada será livre, sem cobrança de ingressos, e o evento ocorrerá em horário acessível, favorecendo a participação de públicos diversos. 3. Garantia de Inclusão e Acessibilidade(Art. 47, Incisos III e IV)Complementando o plano de democratização, o projeto adota medidas de acessibilidade física, comunicacional e de conteúdo para assegurar o acesso pleno de pessoas com deficiência, idosos e crianças. Entre as ações implementadas estão:Infraestrutura física acessível, com rampas, piso nivelado, banheiros adaptados e áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;Contratação de Intérprete de Libras para atuação durante o show de lançamento e as rodas de conversa, garantindo inclusão de pessoas surdas e com deficiência auditiva;Materiais de apoio acessíveis (em Braille e com tipos ampliados) sobre o projeto e os artistas participantes;Legendagem completa dos vídeos e teasers de divulgação do projeto, assegurando compreensão universal.Essas medidas reforçam o compromisso do projeto com o princípio da acessibilidade cultural, conforme a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e o Decreto nº 5.296/2004, garantindo que todos os públicos possam usufruir plenamente das atividades propostas.Dessa forma, o “CasaMus na Periferia – Terceira Edição” não apenas cumpre os requisitos legais de gratuidade previstos na legislação cultural federal, como também emprega medidas ativas de democratização e inclusão, fortalecendo o direito à cultura e assegurando que o Samba periférico mineiro — expressão viva da cultura afro-brasileira — alcance e represente as comunidades que o originam.

Ficha técnica

Og Martins Silva – Engenheiro de Edição, Mixagem e MasterizaçãoProponente, Cantor, produtor e engenheiro de som com formação em Canto e Regência pela UFMG. Iniciou sua trajetória no Conservatório Dr. Carlos de Campos (SP) e atuou no Ars Nova – Coral da UFMG. É fundador do estúdio CasaMus, com experiência em gravação, edição, mixagem e masterização de projetos autorais e coletivos. Sua atuação técnica e artística garante qualidade e identidade sonora ao projeto, além de contribuir para o desenvolvimento formativo dos artistas participantes.Aline Maria Rodrigues dos Santos – Gestora e Produtora Cultural Cantautora, produtora e gestora cultural, licenciada e bacharela em Música pela UFMG e formada pelo CEFART/Fundação Clóvis Salgado. Apresentou pesquisa sobre mulheres artistas mineiras no 16º Congresso Internacional de Inquérito Qualitativo (University of Illinois – EUA). Atua como diretora da CasaMus, espaço independente de produção musical e educação artística. Possui ampla experiência em produção de festivais, gestão de equipes e articulação comunitária. É responsável pela coordenação geral e logística do projeto, assegurando sua execução técnica e conceitual.Gerson Alan de Oliveira Thibau Marques – Gestão Cultural, Direção Musical e Contabilidade Administrador, músico e produtor cultural com formação em Finanças, Teatro e Musicoterapia pela UFMG, além de estudos no CEFART e na Fundação de Educação Artística. Foi premiado no Festival de Cinema de Gramado e no Prêmio CENYM de Teatro. Dirigiu o espetáculo Memórias do Tempo (2018), o álbum Rio de Mim (2022) e projetos musicais com artistas independentes. Sua experiência abrange direção musical, arranjos, trilhas e gestão financeira, unindo domínio técnico e visão humanista.Jeh Senhorini Alvarenga – Engenheira de Gravação Licenciada em Música (Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix), técnica em Rádio e Televisão (Newton Paiva) e em Design e Comunicação Visual (SENAI BH). Atua como cantora, compositora e técnica de áudio no duo Dois Lados, na banda Elisérgica e no estúdio Leve Music. Trabalha também como técnica de som em espetáculos teatrais. Sua experiência multidisciplinar assegura excelência na captação e finalização das produções sonoras do projeto.Valéria Rodrigues dos Santos – Baterista Musicista com formação em Bateria e Percussão pela Fundação de Educação Artística, CICALT e Valores de Minas. Atua há mais de 20 anos como baterista e backing vocal na cena da música preta brasileira. Gravou com artistas como Iza Sabino e Júlia Deodora, e se apresenta com grupos como Interioranas e Forró de Malungo. Sua atuação integra performance, ancestralidade e expressão rítmica, fortalecendo o eixo artístico e identitário do projeto.Leonardo da Silva Santos – Guitarrista e Arranjador Bacharel em Música (Composição e Regência) pela UFMG, premiado na 25ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Possui obras executadas por orquestras e corais, e experiência como guitarrista e produtor musical com artistas como Zaira Franco, Max Viana e Maíra Baldaia. Cofundador do duo Casaleão e colaborador da CasaMus, alia pesquisa composicional e prática instrumental contemporânea, contribuindo com arranjos e direção artística.Verônica Zanela Moreira de Melo – Contrabaixista Instrumentista e diretora musical com trajetória marcada pela versatilidade e atuação em shows e gravações com artistas como Fernanda Takai, Renata Rosa, Djonga e Maíra Baldaia. Dirigiu o show Rio de Mim (2022) e realizou turnês em Portugal. Com sólida base em harmonia e prática instrumental, sua contribuição abrange criação de arranjos e direção de banda, promovendo diálogo entre linguagens musicais e experiências periféricas.Evandro Rodrigo Alves Santos – Pianista Pianista, arranjador e educador formado em Música Popular pela UFMG. Atua como correpetidor do Coral Municipal de Confins e pianista do Savassi Festival. Trabalhou com artistas como Glaw Nader, Mari B, Daniel Ribeiro e Carla Sceno, além de atuar como arranjador em produções audiovisuais. Sua experiência combina excelência técnica, sensibilidade estética e atuação pedagógica, fortalecendo o caráter formativo do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

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