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O projeto "Trançando Vidas 2026" consiste na realização de oficinas formativas, gratuitas, de trançados de cabelo afro, rodas de conversa sobre preconceito racial, ações fotos expositivas, que incentivam o reconhecimento das ancestralidades, o fortalecimento da autoestima e da identidade afro-brasileira, além da geração de renda por meio da arte e da estética afro.
Objetivo GeralFortalecer e ampliar a visibilidade da cultura afro-brasileira por meio da valorização das tradições estéticas, saberes ancestrais e práticas culturais ligadas às tranças afro, promovendo autonomia financeira, empoderamento e protagonismo social de mulheres negras e periféricas na cidade de São Paulo. Objetivos Específicos:Produto Principal: - Realização de 4 oficinas formativas de trançados de cabelo afro, cada uma com encontros 3 vezes por semana, com 3 horas de duração por encontro, totalizando 9 horas semanais e 36 horas por oficina.Produtos Secundários: - 4 Rodas de conversa, com psicólogas, levando a reflexão sobre vivências pessoais, enfrentamento do racismo, fortalecimento da identidade e valorização da cultura afro-brasileira.- 01 Ação expositiva de 100 fotografias, de tamanhos variados, em locais a serem definidos.
O projeto "Trançando Vidas 2026" justifica plenamente a necessidade de utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet), uma vez que promove ações de formação, capacitação e valorização da cultura afro-brasileira, voltadas à inclusão social, geração de renda e difusão do patrimônio imaterial.Por tratar-se de uma iniciativa de interesse público, com acesso gratuito, e voltada a grupos historicamente marginalizados, o projeto depende do apoio de pessoas físicas e jurídicas incentivadoras para garantir a sua plena execução e alcance social. O financiamento via mecanismo de incentivo possibilitará a remuneração justa dos profissionais envolvidos, a gratuidade das oficinas e ações formativas, bem como a realização das contrapartidas sociais e culturais que ampliam o acesso da população periférica à arte e à cultura afro-brasileira. Enquadramento Legal _ Art. 1º da Lei nº 8.313/91O projeto se enquadra nos incisos II, III, IV e V do Art. 1º da Lei Rouanet, que têm como finalidades:Inciso II _ Fomentar e estimular a produção, difusão e circulação de bens culturais e artísticos.Inciso III _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira.Inciso IV _ Apoiar e valorizar as iniciativas culturais que promovam a cidadania e a inclusão social.Inciso V _ Preservar e valorizar o patrimônio cultural imaterial, inclusive as tradições e saberes populares.Assim, o "Trançando Vidas 2026" atua na valorização das tradições afro-brasileiras e no fortalecimento de saberes e práticas ancestrais que compõem o patrimônio cultural do Brasil. Objetivos atendidos _ Art. 3º da Lei nº 8.313/91De acordo com o Art. 3º da Lei Rouanet, o projeto contribui para os seguintes objetivos:I _ Estimular a produção, difusão e o acesso à cultura nacional;II _ Proteger e valorizar a diversidade cultural e étnica do País;III _ Apoiar a preservação e a difusão do patrimônio cultural brasileiro;V _ Promover a formação artística e cultural, bem como a capacitação de recursos humanos para a cultura;VIII _ Incentivar o desenvolvimento da cultura como fator de inclusão social e de melhoria da qualidade de vida.O projeto concretiza esses objetivos ao promover oficinas gratuitas de trançado afro, formação em empreendedorismo, exposições públicas e ações comunitárias de valorização da estética negra, fortalecendo o protagonismo feminino e a economia criativa em territórios periférico
O “Trançando Vidas 2026” é uma iniciativa consolidada na promoção da cultura afro-brasileira e da economia criativa, integrando formação, geração de renda e valorização da identidade negra. O projeto dialoga diretamente com as políticas públicas de igualdade racial, inclusão e diversidade cultural, contribuindo para o cumprimento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os de número 4 (educação de qualidade), 5 (igualdade de gênero), 8 (trabalho decente e crescimento econômico) e 10 (redução das desigualdades).A proposta se destaca por utilizar saberes tradicionais como instrumentos de transformação social, promovendo o protagonismo feminino e fortalecendo a autonomia de mulheres e jovens negras por meio da arte das tranças afro.O projeto também busca ampliar o reconhecimento das trancistas como agentes culturais, estimulando sua profissionalização e inserção na economia criativa. A exposição fotográfica itinerante, a cartilha digital e o vídeo documentário funcionarão como instrumentos de difusão e preservação da memória coletiva, garantindo o alcance e a perenidade dos resultados.Com estrutura técnica qualificada, parcerias com CEUs, Casas de Cultura e instituições comunitárias, e compromisso com acessibilidade e inclusão, o “Trançando Vidas 2026” reforça seu papel como um projeto de impacto cultural e social duradouro, alinhado às diretrizes do Ministério da Cultura para o fortalecimento da cidadania e da diversidade cultural brasileira.
Produto: Oficinas de Tranças Afro-Brasileiras – Trançando Vidas 2026 Categoria: Formação e Difusão Cultural Segmento: Cultura Afro-Brasileira / Artesanato / Estética Afro Tipo de Produto: Oficinas formativas com atividades práticas, expositivas e rodas de diálogoDescrição Técnica: O projeto “Trançando Vidas 2026” consiste na realização de oficinas formativas gratuitas de tranças afro-brasileiras, integrando aulas teóricas e práticas ministradas por mestres trancistas, oficineiros e profissionais da área de beleza afro. As oficinas terão duração total de 4 meses, divididas em duas turmas com até 50 participantes cada, totalizando 100 participantes diretas.Cada oficina será realizada com carga horária de 36 horas, distribuídas em 3 encontros por semana, com duração de 3 horas cada um. As aulas abordarão temas como:História e ancestralidade das tranças afro;Técnicas de trançado e cuidados capilares;Empreendedorismo e marketing digital;Ética profissional e valorização da identidade afro-brasileira.O programa inclui ainda:Atividades extraclasse voltadas à prática supervisionada;Roda de Diálogo “Beleza Negra e Identidade”, mediada por psicóloga, com debates sobre autoestima, enfrentamento do racismo e empoderamento feminino;Dia da Beleza Afro, ação social com atendimento gratuito de trançado em parceria com CRAS e CCAs;Exposição fotográfica itinerante “Trançando Histórias”, com imagens e depoimentos das participantes;Local de realização: CEUs, Casas de Cultura e espaços públicos da cidade de São Paulo (SP), em regiões periféricas com infraestrutura acessível.Duração total: 08 meses (Março a Outubro de 2026)Público-alvo: Mulheres e jovens negras de 18 a 65 anos, residentes em territórios periféricos; público indireto composto por comunidades locais e visitantes das exposições.Acessibilidade: Todos os espaços contam com acessibilidade física e arquitetônica. As ações incluem intérprete de Libras, linguagem inclusiva, materiais digitais acessíveis (com legendas e audiodescrição) e rodas de diálogo inclusivas.Resultados esperados:Formação e capacitação de 100 participantes diretas;Atendimento gratuito de 500 mulheres em ações comunitárias;Exposição fotográfica itinerante em até 2 espaços públicos;Fortalecimento da cultura afro-brasileira, geração de renda e valorização da estética afro.
O projeto “Trançando Vidas 2026” tem como compromisso central promover a inclusão social, o respeito à diversidade e a democratização do acesso à cultura afro-brasileira por meio de oficinas de tranças realizadas em equipamentos públicos com infraestrutura acessível, como os CEUs – Centros Educacionais Unificados.Acessibilidade Física e Arquitetônica As atividades serão realizadas em espaços públicos que já possuem rampas, banheiros acessíveis, sinalização tátil e áreas adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida, assegurando o acesso pleno a todos os participantes.Acessibilidade Comunicacional e Sensorial O projeto garantirá linguagem simples, comunicação inclusiva e acolhedora em todas as etapas, priorizando a clareza das informações e o respeito à diversidade cultural. Serão utilizados materiais visuais acessíveis, com contraste adequado e tipografia legível. Quando houver atividades expositivas ou apresentações, será assegurada a presença de intérprete de Libras e materiais de apoio em formatos acessíveis, de acordo com a necessidade do público.
As oficinas serão gratuitas e abertas a todos os públicos, com foco especial em pessoas de baixa renda, jovens, mulheres e integrantes de comunidades periféricas. Serão desenvolvidas parcerias com escolas públicas, coletivos culturais e instituições sociais locais para incentivar a participação e ampliar o alcance do projeto. Além disso, o conteúdo gerado pelas oficinas poderá ser divulgado nas redes sociais e canais públicos, permitindo que mais pessoas tenham acesso aos conhecimentos transmitidos.Capacitação e Sensibilização da Equipe A equipe envolvida no projeto será orientada quanto às boas práticas de atendimento inclusivo e diversidade cultural, assegurando um ambiente de respeito e valorização das diferenças.Compromisso Institucional O projeto reafirma seu compromisso com os princípios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e com as diretrizes do Ministério da Cultura, garantindo o direito de participação cultural para todos.
Detalhamento da Coordenação Geral da Proponente do Projeto:1. Gestão e Planejamento • Elaborar o cronograma e garantir o cumprimento das etapas (planejamento, oficinas, rodas de conversa, exposição etc.). • Acompanhar o orçamento, assegurar a correta aplicação dos recursos e o cumprimento das metas. • Gerenciar contratações, parcerias e comunicação com órgãos públicos e patrocinadores. 2. Supervisão da Equipe • Coordenar o trabalho da equipe técnica (oficineiros, fotógrafo, comunicador, psicóloga, secretaria etc.). • Fazer reuniões de alinhamento e assegurar a integração entre os setores (produção, comunicação, prestação de contas e execução pedagógica). 3. Articulação Institucional • Intermediar o relacionamento com espaços parceiros (CEUs, Casas de Cultura, CRAS). • Representar o projeto perante o Ministério da Cultura e outros órgãos, garantindo o cumprimento das exigências legais. 4. Acompanhamento Pedagógico e Avaliação • Monitorar a qualidade das oficinas e o alcance dos objetivos sociais e culturais. • Avaliar resultados e produzir relatórios de acompanhamento e de encerramento. 5. Comunicação e Representação Pública • Aprovar materiais de divulgação e representar o projeto em eventos, entrevistas e atividades públicas.Mini Bio das participantes abaixo: Juliana Belmiro Lins da Silva: é produtora cultural e educadora com formação em Educação Física e Produção Cultural pela FASCS. Atua na coordenação de projetos socioculturais e comunitários, com foco na valorização da cultura afro-brasileira, formação de mulheres e fortalecimento de iniciativas periféricas. Atualmente cursa Serviço Social e tem experiência em gestão de pessoas e projetos.Claudia de Fatima Gasparotto. Graduada em Publicidade e Marketing, produtora cultural, trabalha desde 2011 com elaboração, produção executiva e coordenação financeira de projetos culturais, sociais e de saúde, para empresas privadas e instituições do Terceiro Setor. Dentre os inúmeros projetos, destacam-se: livro Além da Pele ( do fotógrafo documentarista André François, exposição FotoArte, Olhar Itinerante, FotoArte (oficinas de fotografia e exposições em cidades da Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro), Projeto Vida (exposições Itinerantes em mais de 12 cidades brasileiras), Circuito Phototruck, A Imagem da Arte, Arte do Sorrir, Expedição Olhar Expresso, Capacitar para Humanizar (Pronon/Ministerio da Saude). Proponente dos projetos Olhar Intenerante Proac 2022, Cultura no Olhar Proac 2024 e Projeto Cidadão Proac 2025. E presidente do Instituto Artividades.Wemily A. Dias Santos: Trancista e fundadora do espaço Afro Paty Braids, em Santo André (SP). Meu propósito é transformar vidas por meio da beleza e da ancestralidade, fortalecendo a autoestima e o amor-próprio de cada pessoa que confia no meu trabalho. Formada pela Grandona Braids, atuo com técnicas de tranças afro, box braids e entrelace. Integro o Projeto Trançando Vidas, onde sou professora e multiplicadora de saberes que unem arte, empoderamento e transformação social.Tainá Santos: Psicóloga com clínica racializada, atua em São Paulo e online em todo o país. Mulher negra e migrante de Valença (BA), acredita no corpo como linguagem de cura e resistência. Desenvolve ações de autocuidado e fortalecimento da identidade de mulheres negras, ministra palestras sobre dororidade e igualdade racial e atuou como delegada nas Conferências de Promoção da Igualdade Racial (SP/2025).
PROJETO ARQUIVADO.