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Trata-se de um programa de capacitação em Cultura, onde bens culturais materiais, relacionados às celebrações do 2 de julho, na Bahia serão restaurados por meio de um processo pedagógico, em diálogo com a comunidade. Por meio de uma formação, promovida em uma estrutura móvel equipada com ferramentas apropriados ao restauro, serão promovidas oficinas no próprio local do patrimônio cultural, com participação de estudantes, aprendizes e comunidade. Essa ação promoverá a valorização histórica dos patrimônios materiais de Salvador, em especial os locais de memória do 2 de julho, na cidade. Pretendemos reafirmar Salvador enquanto Capital Afro do país, colocando em foco a história do povo afro-ameríndio que construiu a cultura da nossa cidade. Para esta primeira edição, serão priorizados monumentos vinculados à memória afro-ameríndia de Salvador, com especial atenção àqueles que dialogam com os símbolos e acontecimentos do 2 de Julho - Independência do Brasil na Bahia.
PRODUTO PRINCIPALEscola de Restauro Memórias Afro-ameríndias do 2 de julho: Implementação das oficinas e atividades educativas, serão realizadas as formações práticas no próprio local de restauro, com participação de estudantes, aprendizes e comunidade.As 09 formações terão 40 horas em cada local, totalizando 360h de atividades formativas e de restauro.Serão 4 horas de atividades por dia, durante 10 dias em cada bem cultural elencado para o projeto. Nesses dias, haverá os processos de aproximação com a história e construção daquele bem cultural, bem como com as técnicas específicas de restauração a serem empregadas para sua preservação.
OBJETIVO GERALRealizar um processo de capacitação, por meio da instituição da Escola itinerante de restauro, que valorize o patrimônio afro-ameríndio ligado ao 2 de julho, da cidade de Salvador, maior capital afro do Brasil, incentivando a preservação da memória das comunidades locais, no entorno à esses momentos, desenvolvendo estratégias que mantenham viva a memória do povo afro-ameríndio que construiu Salvador e participou nas lutas pela independência do Brasil na Bahia.OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1- montar uma (1) estrutura móvel para oficinas práticas, com ferramentas e insumos apropriados ao restauro do patrimônio material da cidade de Salvador.2- firmar parcerias com órgãos de patrimônio, universidades e comunidades locais para definir objetivos, territórios de atuação e itinerância da ação.3- Reunir profissionais especializados em restauro, educação patrimonial e mediação comunitária, em torno da ativação de obras que constituem o patrimônio material de preservação da memória de povos minoritários da cidade. 4- Restaurar bens culturais relacionados ao 2 de julho em diálogo com a comunidade.A fim de cumprir tais objetivos, a Escola de Restauro Memórias Afro-ameríndias do 2 de julho executará as seguintes atividades para efetivação da capacitação:- Planejamento e articulação institucional _ nesta fase, serão convocadas, por meio de instrumento editalício, parcerias com instituições ligadas à preservação do patrimônio, estabelecendo uma rede de parceiros para a feitura das ações do projeto.- Definição de polos de atuação _ 9 monumentos relacionados às celebrações do 2 de julho em Salvador. Será disponibilizado à população um mapa interativo, no site da Fundação Gregório de Mattos (https://fgm.salvador.ba.gov.br/) dos bens patrimoniais restaurados.- Aquisição e adequação de materiais e equipamentos _ Será montada uma estrutura móvel, que percorra a cidade, com as ferramentas e instrumentos de restauração, bem como equipamentos de projeção para as oficinas planejadas. - Implementação das oficinas e atividades educativas _ serão realizadas as formações práticas no próprio local de restauro, com participação de estudantes, aprendizes e comunidade.- Ações de sensibilização e difusão _ no escopo das ações de formação, promoveremos rodas de conversa, visitas guiadas e registros audiovisuais para ampliar o impacto cultural e educativo.- Incentivo à participação de jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da oferta de bolsas de participação na ação.- Avaliação e monitoramento contínuo _ acompanharemos os resultados pedagógicos, qualidade das obras de restauro e envolvimento comunitário, ajustando a itinerância conforme necessário, por meio da implementação de questionários e verificação in loco, das ações, junto à comunidade local. Serão aplicadas nove (09) avaliações, referentes às 9 oficinas desse projeto piloto.
O modo como um povo preserva seu patrimônio diz muito sobre a relação que tem com o seu passado e sua identidade. Numa cidade como Salvador, onde a memória afro-ameríndia é pungente - seja na gastronomia, na moda, na arquitetura urbana ou nos hábitos cotidianos dos cidadãos - por meio da edificação de museus importantes e patrimônios materiais tombados percebemos, enquanto instituição cultural da cidade, uma necessidade de maior investimento em estudos de patrimônio e museologia que apontam para uma visão interdisciplinar e humanística, valorizando a diferença existente entre os povos que construíram nossa história.Entendemos que as ações de conservação e restauração do Patrimônio Cultural Material estão diretamente ligadas ao reconhecimento dos valores artísticos e históricos que esses bens possuem e sua importância para as comunidades locais que estão em seu entorno. Por isso, alinhados aos princípios de preservação do patrimônio e da memória, instituídos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) entendemos que: "antecede a qualquer tipo de intervenção a compreensão e o reconhecimento do caráter único e irrepetível do Bem, seja através da sua admissão como obra de arte, seja como documento histórico e/ou cultural". Sob essa perspectiva, acrescentamos que a educação patrimonial, por meio das ações formativas culturais propostas nesse projeto, trarão à comunidade noções de pertencimento - ao se debruçar sobre a histórias desses bens - e contarão sobre a ligação dessas estruturas de arte e arquitetura com a memória dos povos minoritários que constituíram Salvador como a maior capital Afro da américa Latina e a que abriga inúmeras influências dos povos originários.Por isso, nossa proposta de intervenção será construída à várias mãos, que unem profissionais especializados, ligados aos órgãos de preservação, pesquisadores, ligados à universidade e à investigação de métodos de conservação e restauro, e a comunidade local, composta por aprendizes, sabedores e estudantes - interessados no trabalho de identificação, análise histórica e restauração dos bens culturais de nossa cidade, que são ligados às comunidades afro-ameríndias, e relacionadas ao trajeto do Desfile Cívico 2 de Julho.A celebração do 2 de Julho é uma homenagem promovida pela Prefeitura de Salvador à Independência do Brasil, conquistada em definitivo por meio das lutas travadas no Estado da Bahia, que culminou na vitória em 2 de julho de 1823, 1 ano após a proclamação da república em 7 de setembro de 1822. A celebração se divide entre o cortejo e mostras artísticas: O cortejo, pela manhã, começa no bairro da Lapinha, passando pelo Terreiro de Jesus, Convento da Soledade e Ordem Terceira do Carmo, até chegar à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no período da tarde, segue o percurso da avenida 7 de Setembro, entre a Praça Municipal e o Campo Grande. Já as mostras ocorrem em pontos estratégicos do trajeto oficial, durante a semana de comemoração do 2 de julho, e reúne espetáculos de teatro, música e dança. Além disso, o evento ainda conta com um concurso de fachadas e festival de fanfarras e balizas.Em homenagem à esta celebração tão importante nacionalmente, por estabelecer a nossa real independência por meio da luta de hérois e heroínas baianas, esse projeto de capacitação se dará nos monumentos existentes nesse trajeto, em especial os que homenageiam agentes negros e indígenas. O trajeto é marcado pela presença de símbolos históricos, expressões populares e homenagens à luta dos baianos em 1823. A nossa noção sobre capacitações em cultura ainda está centrada na realização de cursos conteudistas acerca da área. Processos de mediação em arte e cultura perpassam por sua relação com macro áreas do conhecimento, em especial seus modos de preservação em um mundo em que o contexto social exclui a voz dos povos minoritários na construção histórica do país, o que propõe outros contornos sobre cultura, patrimônio, sustentabilidade e identitarismo cultural.Apesar de todos os avanços na área cultural, precisamos crescer no sentido de diagnosticar a relação existente entre diferentes esferas sócio-econômicas e a comunidade cultural, para refletir sobre a formulação de novas ações e de políticas públicas que possibilitem o estreitamento dessas relações.Para além dessa dimensão, a construção metodológica de trabalho para a Escola de Restauro Memórias Afro-ameríndias do 2 de julho está fundamentada na concepção de cultura adotada pela FGM e referenciada em documentos institucionais, articulada em três dimensões: simbólica, cidadã e econômica. A saber: Dimensão simbólica: aborda o aspecto da cultura que considera que todos os seres humanos têm a capacidade de criar símbolos que se expressam em práticas culturais diversas, como: idiomas, costumes, culinária, modos de vestir, crenças, criações tecnológicas e arquitetônicas, e também nas linguagens artísticas, tais quais o teatro, a música, as artes visuais, a dança, a literatura, o circo, entre outras. Nas formações aqui propostas, pretendemos aproximar a comunidade dos ícones de resistência de outras narrativas sobre nossa história e patrimônio, dando ênfase à ligação desses bens culturais a serem restaurados e os mestres e mestras que constituíram a história da cidade.Dimensão cidadã: considera o aspecto em que a cultura e´ entendida como um direito básico do cidadão. Assim, e´ preciso garantir que as pessoas participem mais da vida cultural, criando e tendo mais acesso a livros, espetáculos de dança, teatro, circo, exposições de artes visuais, jogos digitais, filmes, apresentações musicais, linguagens da cultura popular e acervos de museus. Nessa formação, aproximamos a comunidade dos bens, por meio da sua preservação, criando espaços de co-responsabilidades entre governo e comunidade, no que concerne ao Bem restaurado.Dimensão econômica: envolve o aspecto da cultura no que se refere à produção, à distribuição e ao consumo de bens culturais e geração de trabalho e renda. A cultura, como um lugar de inovação e expressão da criatividade, faz parte de um novo cenário de desenvolvimento econômico, socialmente justo e sustentável. Esse projeto possibilitará o fomento à economia da cultura, por meio do patrimônio cultural da cidade. Além disso, por meio das bolsas oferecidas aos estudantes, garantirá a participação efetiva de agentes em situação de vulnerabilidade social.Estabelecer um amplo e qualificado espaço de formação sobre as questões relativas à nossa história e os desafios da cultura com a preservação dos bens culturais, é um dos objetivos das ações propostas, que combinam Formação, Geração e Difusão de Conhecimento e Reconhecimento.
PRODUTO PRINCIPALEscola de Restauro Memórias Afro-ameríndias do 2 de julho: Implementação das oficinas e atividades educativas, serão realizadas as formações práticas no próprio local de restauro, com participação de estudantes, aprendizes e comunidade.As 09 formações terão 40 horas em cada local, totalizando 360h de atividades formativas e de restauro.Serão 4 horas de atividades por dia, durante 10 dias em cada bem cultural elencado para o projeto. Nesses dias, haverá os processos de aproximação com a história e construção daquele bem cultural, bem como com as técnicas específicas de restauração a serem empregadas para sua preservação.PRODUTOS TRANSVERSAISRodas de conversa - Quais as vozes caladas?Promoveremos quatro (09) rodas de conversa, com visitas guiadas e registros audiovisuais para ampliar o impacto cultural e educativo do projeto, não apenas com os participantes da formação, mas com estudantes, comerciantes, transeuntes e agentes culturais da comunidade onde está instalado o bem cultural, ativando a memória sobre aquele bem, para potencializar sua preservação no tempo, com ações diretas da comunidade que o cerca. Essas rodas de conversa pretendem ativar a memória sobre as vozes que foram silenciadas na construção da cidade, com base no bem cultural elencado para o projeto.Mapa Dinâmico - O que representa a nossa história?O Mapa Dinâmico será uma ferramenta online, disponibilizada no site da FGM com todos os bens culturais estudados na fase de análise, que levará ao plano de restauração.A ideia é disponibilizar aos soteropolitanos, de maneira virtual, um mapa contendo uma breve história dos seus principais monumentos, ligados à história afro-ameríndia da nossa cidade com foco nas celebrações do 2 de julho.Formações da área de acessibilidade: São formações voltadas à equipe do projeto, podendo ser ampliadas a toda a equipe da Fundação Gregório de Mattos, com duração de 4 horas cada, distribuídas em 7 dias que antecedem a feitura das ações.Como descrito no item “Acessibilidade”, as formações serão:1- Conceitos e terminologias da acessibilidade2- Comunicação e Atitudes Inclusivas: focando em estratégias, comportamentos na prática da empatia e do conhecimento para reduzir as barreiras atitudinais.Total de horas: 8 horas.
A acessibilidade, na Escola de Restauro Memórias Afro-ameríndias do 2 de julho, está prevista nas seguintes ações:- Acessibilidade arquitetônica para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida: o espaço de realização das formações serão os locais onde há os monumentos e, serão disponibilizadas estruturas e sinalizações de facilitação do acesso.- Acessibilidade comunicacional para pessoas com deficiência visual: audiodescrição e contratação de equipe de mediação para suporte nas ações.- Acessibilidade comunicacional para pessoas surdas: LIBRAS e contratação de equipe de mediação para suporte nas ações.- Acessibilidade comunicacional para autistas: utilizando recursos como a Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) e Picture Exchange Communication System (PECS), além de contratação de equipe de mediação especializada para suporte nas ações.- Acessibilidade metodológica: adaptação dos materiais pedagógicos contemplando linguagem visual e simples e formatos virtuais dos materiais, possibilitando o uso de tecnologias assistivas.Além disso, toda a equipe do projeto receberá formação em mediação para acessibilidade cultural.As ações de formação em acessibilidade capacitarão os profissionais para criar ambientes, utilizar tecnologias e serviços inclusivos para PcDs.Estas formações terão o foco, nesse projeto, na mediação cultural para garantir a acessibilidade da pessoa com deficiência e no uso de tecnologias assistivas, preparando a equipe para aplicar os princípios da acessibilidade em diversos contextos, durante as ações do projeto. Serão oferecidas duas formações nas seguintes temáticas: 1- Conceitos e terminologias da acessibilidade2- Comunicação e Atitudes Inclusivas: focando em estratégias, comportamentos na prática da empatia e do conhecimento para reduzir as barreiras atitudinais.
Para democratizar o acesso aos produtos culturais elencado nesse projeto, criaremos estratégias de acordo com as etapas abaixo:1. Mobilização Comunitária Antecipada- Articulação com lideranças locais: busca ativa de apoios e parcerias com associações de moradores, lideranças comunitárias, mestres da cultura popular, grupos religiosos e culturais já atuantes nos entornos dos bens culturais.- Pré-encontros comunitários: antes do início das formações e rodas de conversa, realizaremos encontros abertos para apresentar o projeto, ouvir demandas e estabelecer vínculos com a comunidade no entorno da ação.- Diagnóstico participativo: envolveremos a comunidade na escolha dos horários, formatos e temas em torno das formações e rodas de conversa.2. Comunicação - Teremos ações de divulgação “porta a porta”, com materiais impressos simples (cartazes, panfletos) distribuídos nos comércios locais, escolas, igrejas, terreiros e centros comunitários.- Traçaremos parcerias com mídias locais e redes sociais comunitárias, como rádios comunitárias, grupos de WhatsApp e perfis de bairros no Instagram e Facebook.- Material acessível, com textos em linguagem simples, presença de Libras e audiodescrição nos materiais audiovisuais.3. Oferta de bolsas de estudo para os estudantes partícipes do projeto, incentivando assim a presença de jovens em situação de vulnerabilidade social.
Equipe da FGM envolvida no projeto:Vagner Rocha é doutor em Estudos Étnicos e Africanos pela UFBA, mestre em Cultura e Sociedade, especialista em Gestão Cultural e graduado em Produção Cultural. Sua dissertação sobre o ofício das baianas de acarajé foi finalista no Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade (IPHAN, 2013) e subsidiou a pesquisa do premiado documentário "Àkàrà, no fogo da intolerância" (2020). Há mais de 15 anos estuda as relações entre comida, religião e cultura em Salvador-BA, especialmente questões ligadas à culinária afro-baiana, religiões de matriz africana e patrimônios imateriais, como o ofício das baianas de acarajé e a festa de Santa Bárbara. Atualmente, está Diretor de Patrimônio e Equipamentos Culturais da FGM. No projeto, atuará na coordenação geral, sem remuneração prevista em planilha orçamentária, por ser funcionário público, coordenando todas as frentes de execução. Vagner é um homem negro e atua na manutenção da memória afro-diaspórica em suas investigações acadêmicas e trabalhos artísticos.Roberta Ventura é Advogada, Turismóloga, Especialista em Direito Ambiental e Urbanístico pela Faculdade de Direito da Fundação Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul, Especialista em Gestão Social e Políticas Públicas do Patrimônio Cultural - Universidade Federal da Bahia, Especialista em Metodologia do Ensino Superior pela Faculdade Integrada Olga Mettig, Secretária Geral da Comissão Especial de Cultura e Entretenimento da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB - Bahia, Secretária Geral da Comissão de Responsabilidade Social da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB - Bahia e Membro do Instituto Brasileiro de Direitos Culturais - IBDCult. Atualmente, está como Gerente de Patrimônio Cultural da Fundação Gregório de Mattos - FGM. Possui larga experiência na área de educação e gestão do patrimônio cultural. Destaca-se pela participação em comissões técnicas, fiscalizações integradas e condução da ampliação de diálogo entre municípios, órgãos de patrimônio e comunidade. Roberta será a responsável pela administração e articulação das parcerias institucionais para as ações do projeto. Talita Costa é gestora cultural e educadora com ampla experiência em cultura, educação e patrimônio. Mestra em Educação e Contemporaneidade pela UNEB, tem MBA em Bens Culturais pela FGV, é especialista em Projetos Sociais e Culturais pela UFRGS e graduada em Administração, atua como Gerente de Projetos Especiais na Fundação Gregório de Mattos e professora na Universidade SENAI CIMATEC. Desde 2012 colabora com o Instituto Casa Via Magia em projetos de economia criativa, memória e arte-educação.Ao longo da carreira, coordenou iniciativas como Bahia Criativa/ SECULT BA, Mercado Cultural, em Salvador e projetos vinculados ao PNUD em Brasília. Publicou obras e materiais didáticos sobre gestão da cultura, economia criativa, patrimônio, corpo e diversidade, e realizou conferências e cursos em âmbito nacional. Sua trajetória integra gestão cultural, inovação pedagógica e valorização da diversidade, sempre em diálogo com políticas públicas e processos de educação e cultura. No projeto, será a responsável pelo acompanhamento pedagógico, junto à coordenação pedagógica prevista e sistemas de avaliação das ações. Talita é uma pessoa PcD, sendo diagnosticada com Perturbação do Espectro Autista (PEA), sendo especialista no estudo das relações entre metodologias educacionais e neuro divergência, o que agrega valor a esse projeto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.