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Montagem e temporadas do espetáculo Lutas e Metamorfoses de uma Mulher nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, seguidas de circulação com apresentações no Nordeste. A obra é uma adaptação teatral dos livros Lutas e Metamorfoses de uma Mulher e Monique se Liberta, do escritor francês Édouard Louis, que narra a trajetória de uma mulher em busca de autonomia e reconstrução de sua própria vida.
Inspirado nos livros Lutas e Metamorfoses de uma Mulher e Monique se Liberta, de Édouard Louis, o espetáculo narra a trajetória real de Monique, mãe do autor — uma mulher de origem operária que, após uma vida marcada por opressão e silenciamento, encontra forças para se reinventar. A partir do olhar do filho, a peça revela a luta íntima e corajosa de uma mulher que rompe os papéis impostos pela sociedade e conquista, finalmente, o direito de existir plenamente. Uma história de resistência, emancipação e reconstrução pessoal.
Objetivo geral: Realizar a produção e montagem do espetáculo Lutas e Metamorfoses de uma Mulher, adaptação teatral das obras de Édouard Louis, promovendo o acesso à dramaturgia contemporânea internacional e estimulando a reflexão sobre temas como gênero, classe e transformação social por meio da linguagem cênica.Objetivos específicos- Produzir e montar o espetáculo Lutas e Metamorfoses de uma Mulher;- Aproximar o público da dramaturgia contemporânea internacional, conectando a obra de Édouard Louis ao contexto brasileiro;- Estimular a reflexão sobre gênero, classe e transformação social por meio da linguagem cênica;- Assegurar acessibilidade física e comunicacional, com recursos como Libras e audiodescrição;- Promover acessibilidade social, com ingressos populares e ações formativas;- Valorizar o intercâmbio cultural França_Brasil e difundir o pensamento artístico contemporâneo;
A montagem e temporada do espetáculo Lutas e Metamorfoses de uma Mulher nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, seguidas de circulação com apresentações no Nordeste, representam uma iniciativa de significativa importância cultural e social. Trata-se de adaptação teatral das obras de Édouard Louis — autor francês cuja produção literária aborda com profundidade as questões de classe, gênero, identidade e desigualdades estruturais. Esse projeto cumpre de forma clara os objetivos de democratização do acesso à dramaturgia contemporânea internacional. Sendo assim, o projeto articula-se de forma estruturada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, tais como:ODS 4 (Educação de Qualidade) — por meio de mediação cultural, formação e acessibilidade ampliada;ODS 5 (Igualdade de Gênero) — ao abordar questões relativas a gênero e identidade;ODS 10 (Redução das Desigualdades) — ao promover circulação cultural pelo Nordeste e ingresso socialmente acessível;ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) — ao contribuir para a vida cultural diversificada e inclusiva.Dessa forma, o espetáculo se justifica não apenas como obra artística, mas como instrumento de reflexão, inclusão e transformação social. A adaptação de Louis é especialmente relevante no Brasil, onde os temas de classe, gênero, identidade e mobilidade social têm formas específicas de manifestação, o que torna o diálogo entre o contexto francês e o brasileiro altamente produtivo. Além disso, ao garantir acessibilidade para pessoas com deficiência (Libras, audiodescrição, etc.) e ao assegurar ingressos populares ou gratuitos em regiões periféricas ou de menor oferta cultural, o projeto amplia seu impacto e cumpre os requisitos de acessibilidade formal e social exigidos por editais de incentivo.Ao dar voz às histórias de resistência e transformação, este projeto transforma o palco em espaço de reflexão, empoderamento e diálogo sobre a realidade das mulheres em nossa sociedade.
1. Realização:Produção, montagem e realização do espetáculo teatral Lutas e Metamorfoses de uma Mulher.Temporadas presenciais nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, em espaços culturais acessíveis.Circulação nacional com apresentações no Nordeste, promovendo o intercâmbio cultural entre França e Brasil.Ações de acessibilidade: inclusão de interpretação em LIBRAS, audiodescrição e material gráfico acessível.Ações formativas: rodas de conversa e encontros com o público sobre temas como gênero, classe e transformação social, conectando a dramaturgia de Louis à realidade brasileira.Registro audiovisual para posterior difusão digital e preservação da obra. 2. Público-Alvo:Geral: público interessado em teatro contemporâneo, estudos de gênero, literatura francesa, e discussões sobre transformação social.Específico: estudantes e profissionais das áreas de teatro, literatura e ciências sociais; pessoas com deficiência auditiva e visual; comunidades periféricas e mulheres.Localidades: São Paulo, Rio de Janeiro e Nordeste, além de público digital alcançado via redes sociais e plataformas de streaming cultural. 3. Canais de Divulgação:A. Mídias Digitais:Instagram e Facebook: publicações com fotos, bastidores, trechos das apresentações e vídeos legendados; postagens educativas sobre Édouard Louis e os temas abordados na peça.YouTube: teasers e making of das montagens; vídeos sobre os debates realizados nas ações formativas.Promoção paga: segmentada por interesse em teatro, literatura, gênero e acessibilidade.Site oficial / Linktree: centralização das informações de agenda, ingressos e materiais acessíveis. B. Assessoria de Imprensa:Release para imprensa: destacando a relevância de Édouard Louis como voz da literatura contemporânea europeia e a potência de sua obra ao dialogar com o contexto social e político brasileiro.Envio para veículos culturais, jornais nacionais, e redes de acessibilidade cultural.Entrevistas e reportagens: com elenco, direção e equipe técnica, explorando as conexões entre França e Brasil, literatura e teatro. C. Mídias Impressas:Jornais e revistas locais: matérias sobre a temporada nas capitais e circulação, com destaque para a inclusão de recursos de acessibilidade.Universidades e centros culturais: divulgação institucional e parcerias acadêmicas. 4. Oficina teatral para adolescentesA oficina propõe uma imersão nas linguagens do teatro contemporâneo por meio de jogos teatrais, improvisação e leitura de cenas atuais. Voltada a adolescentes, busca estimular a expressão criativa, o pensamento crítico e o trabalho em grupo.
Para garantir a democratização do acesso à cultura, em conformidade com o Art. 5º, § 2º, inciso VI do Decreto 10.755/2021, que regulamenta a Lei Rouanet, implementaremos medidas de acessibilidade que assegurem a participação plena de pessoas com deficiência visual, auditiva, de locomoção ou mobilidade reduzida, bem como de idosos. Nosso compromisso com a inclusão reflete a necessidade de criar um ambiente cultural acessível a todos, promovendo igualdade de acesso.Dentre as ações inclusivas que serão integradas ao projeto, destacamos:- Consultoria especializada: Contaremos com uma pessoa especializada em inclusão e acessibilidade para orientar o projeto e garantir que as medidas adotadas sejam eficientes e adequadas às necessidades das pessoas com deficiência.- Intérprete de LIBRAS: Serão contratados intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) para 4 apresentações, distribuídas pelas cidades garantindo a acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva.- Audiodescrição: Para 4 apresentações, distribuídas pelas cidades, disponibilizamos serviços de audiodescrição, permitindo que pessoas com deficiência visual possam acompanhar plenamente o espetáculo.Além dessas ações, garantiremos que os espaços utilizados para as apresentações estejam adequados para receber pessoas com deficiência de locomoção ou mobilidade reduzida, assegurando conforto e acessibilidade física.Essas medidas refletem nosso compromisso com a inclusão social e com o princípio de acessibilidade, assegurando que o projeto cultural esteja alinhado com os objetivos da Lei Rouanet de promover o acesso universal à cultura.
Em conformidade com os princípios de democratização do acesso à cultura estabelecidos pela Lei Rouanet, o projeto buscará garantir que diferentes públicos, especialmente os de baixa renda e em situação de vulnerabilidade, tenham acesso ao espetáculo e às atividades associadas. As medidas a serem implementadas incluem:1. Preços Acessíveis de IngressosValor Inteira: R$ 40,00Valor Meia-Entrada: R$ 20,00Tarifa Reduzida: Será oferecida a tarifa de R$ 10,00 para:Pessoas com mais de 60 anos;Pessoas com deficiência (PCDs);2. Distribuição Gratuita de Ingressos20% dos ingressos serão destinados a ONGs e instituições públicas, 3. Atividades Educativas e FormativasOficina de Introdução ao teatro para adolescentes: Será oferecida uma oficina gratuita com o objetivo de ampliar o conhecimento teatral e cultural dos participantes, democratizando o acesso à formação artística.
Cicero de Andrade proponente do projeto que será responsável pela direção de produção e coordenação geral do projeto, acompanhando todas as etapas — da pré-produção à realização das apresentações — e garantindo o cumprimento dos prazos, a aplicação adequada dos recursos e a execução das ações de acessibilidade e democratização de acesso.Direção: Inez Viana - Formada pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) em 1987, Inez Viana está há mais de 15 anos à frente da Cia Omondé, grupo que fundou e com o qual desenvolve pesquisa continuada em linguagem cênica contemporânea. Entre seus trabalhos mais recentes estão as direções de As Pequenas Coisas, do canadense Daniel MacIvor (Sesc Copacabana, 2025), Mata Teu Pai — ópera-balada com dramaturgia de Grace Passô (CCBB Belo Horizonte, 2025) — e Último Ensaio (texto e direção de sua autoria, 2024). Trabalhou com diretores como Aderbal Freire-Filho, Marcio Abreu, Cristina Moura e Vinícius Arneiro, e recebeu indicações a prêmios como APCA, “Qualidade Brasil” e “Shell”.Na televisão, atuou nas novelas Sol Nascente, Tempo de Amar e Terra e Paixão (TV Globo), além da minissérie Os Últimos Dias de Gilda (Globoplay).Atriz: Malu Galli - Recentemente interpretou a Celina no remake da novela Vale Tudo (TV Globo). No teatro, integrou a Cia Teatro Autônomo, de Jefferson Miranda, e participou de diversas montagens da Cia dos Atores, como O Rei da Vela (2000), Hamlet (2004–2005) e Gaivota – tema para um conto curto (2006). Criou e protagonizou o monólogo Conjugado (2004), em parceria com Christiane Jatahy, e dirigiu A Máquina de Abraçar (2009) e Oréstia (2012). Em 2014, produziu e atuou em Nômades, sob direção de Marcio Abreu. No cinema, atuou em mais de 15 filmes, incluindo 180° (2011) — que lhe rendeu indicação ao Prêmio Guarani — e Querido Mundo (2025), de Miguel Falabella, pelo qual recebeu o Kikito de Melhor Atriz no Festival de Gramado. Vencedora do Prêmio Arte Qualidade Brasil e dois Kikitos no Festival de Gramado.Ator: Tiago Martelli - Ator Studio Beto Silveira (Escola de Atores e Desenvolvimento Humano). Idealiza atualmente o solo Renda-Se!, de Sophie Swithinbank, com direção de Fernanda D’Umbra e estreia prevista para junho de 2025 no Sesc Ipiranga.Em 2024, atuou em Mãe e Filho, de Jon Fosse, com direção de Lavínia Pannunzio e Carlos Gradim — montagem que lhe rendeu indicação ao Prêmio Cenym de Ator Coadjuvante.Foi produtor e idealizador de aleatório (direção de Nilcéia Vicente) e de O Dia das Mortes na História de Hamlet, de Bernard-Marie Koltès (dir. Guilherme Leme Garcia, Sesc 24 de Maio, 2023). Integrante do CPT – Centro de Pesquisa Teatral, sob orientação de Antunes Filho, participou de Estações. Atuou também com a Cia. Os Satyros, em Os 120 Dias de Sodoma e Justine, dirigidas por Rodolfo García Vázquez.Realizou workshops com profissionais como William Nadylam (Cia Peter Brook), Eric Lenate, Zé Henrique de Paula, Cacá Carvalho, Georgette Fadel e Juliana Galdino.Adaptador: Pedro Kosovski é diretor teatral, dramaturgo, tradutor e professor de artes cênicas da PUC-Rio e do Teatro O Tablado. Fundador da Aquela Cia. de Teatro (2005), é vencedor dos principais prêmios das artes cênicas no Brasil, como Shell, APCA, Cesgranrio, Questão de Crítica, APTR, Aplauso Brasil e Zilka Salaberry.Ao longo da carreira, dirigiu e escreveu mais de 20 espetáculos, entre eles Cara de Cavalo, Caranguejo Overdrive, Guanabara Canibal e Kintsugi, além das montagens mais recentes: Chega de Saudade, Terra Desce e Devora-me (com dramaturgia de Márcia Zanelatto), que estreou em 2025 no Sesc Tijuca.Autor: Edouard Louis é autor e sociólogo francês. Ganhou destaque com seu primeiro livro, “En finir avec Eddy Bellegueule” (2014), traduzido para o português como “O Fim de Eddy”. A obra, baseada em sua própria infância em uma comunidade operária, foi aclamada por sua representação crua e sincera da vida de pessoas marginalizadas pela pobreza e preconceito. Desde então, ele publicou outros livros que continuam a explorar questões pessoais e sociais, como “História da Violência” (2016), “Quem Matou Meu Pai” (2018), “Lutas e Metamorfoses de uma Mulher” (2021), “Mudar: Método” (2021), “Monique Se Liberta” (2024) e o “O Desabamento”, em 2025.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.