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PRONAC 2514207Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FESTA JULINA DO VALE DO ANHANGABAÚ - SP 2026

AWS ENTRETENIMENTO BRASIL LTDA
Solicitado
R$ 8,96 mi
Aprovado
R$ 8,96 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Festa Julina do Vale do Anhangabaú 2026 — o maior festival de cultura nordestina de São Paulo. Festival gratuito de 30 dias, em julho, que transforma o Vale do Anhangabaú em palco contínuo de tradições populares. De segunda a sexta, palcos de circulação recebem forró pé-de-serra, baião, xote, repente e poesia declamada; aos sábados e domingos, o palco principal amplia o alcance da curadoria para grandes nomes da nossa música brasileira. O circuito reúne vila gastronômica temática, feira de economia criativa e oficinas de Cordel e Xilogravura, eixo de formação e salvaguarda do patrimônio imaterial. O projeto assegura acessibilidade arquitetônica e comunicacional (Libras, audiodescrição, legendagem, sinalização de alto contraste, área PCD) e registro acessível. Alinhado à Lei de Incentivo à Cultura e ao reconhecimento legal das festas juninas, promove democratização do acesso, diversidade e revitalização do centro de São Paulo.

Sinopse

A Festa Julina do Vale do Anhangabaú 2026 é um festival público e gratuito de Cultura Popular que celebra danças, músicas e saberes do ciclo junino no centro de São Paulo. Ao longo de 30 dias de programação, o evento reúne shows de forró, apresentações de coco e baião, cortejos e encontros de quadrilhas, rodas de repente e saraus de cordel, além de uma pequena mostra de artes visuais dedicada à xilogravura. O projeto estrutura acessibilidade (Libras em palcos, área reservada, banheiros acessíveis, comunicação inclusiva e conteúdos digitais com audiodescrição e legendas), promove mediação com escolas/CEUs e oferece oficinas gratuitas de Cordel e Xilogravura destinadas ao público prioritário, com ênfase em mulheres, pessoas negras, povos e comunidades tradicionais, moradores de territórios periféricos e pessoas LGBTQIA+, assegurando acessibilidade e inscrição aberta ao público geral.Todo o conteúdo é registrado e disponibilizado online com janelas de permanência e recursos de acessibilidade. A Feira de Economia Criativa dá visibilidade a mestres, artesãos e coletivos, com curadoria e sinalização educativa sobre técnicas e saberes; a Vila Gastronômica apresenta cardápio típico do ciclo junino como experiência cultural, com comunicação didática (origens, ingredientes, contexto) e sem custeio de insumos/itens de venda pela renúncia. A cenografia e a comunicação institucional reforçam a dimensão pedagógica do evento, evitando o apelo mercadológico. O conjunto consolida um festival de cultura popular de acesso democrático, com foco em tradição, formação, memória e difusão.Com acesso gratuito e classificação livre, a FESTA JULINA DO VALE DO ANHANGABAÚ 2026 se consolida como o maior evento de cultura nordestina de São Paulo, unindo arte, tradição e inclusão em um evento para toda a família.

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar a Festa Julina do Vale do Anhangabaú 2026 — o maior festival de cultura nordestina de São Paulo - como festival gratuito de Cultura Popular, inclusivo e democrático, ativando o centro de São Paulo ao longo de julho/2026 com fruição artística, formação e difusão das tradições nordestinas (forró, coco, baião, xote, quadrilhas, repente/cordel e xilogravura), fortalecendo a salvaguarda de saberes populares e a convivência no Vale.Objetivos EspecíficosA) Produto principal — Programação Artística (Cultura Popular/Folclore) Palcos de Circulação (ter_sex): - Operar programação diária em 23 dias úteis de julho/2026, com mínimo de 2 apresentações por dia (forró pé-de-serra, coco, baião, xote, repente/embolada, poesia oral); - Curadoria: priorizar artistas de pequeno porte e repertórios tradicionais, com contratação pautada em diversidade regional, racial e de gênero;Palco Principal (sáb_dom):- Realizar 8 datas de fim de semana com artistas de pequeno e médio porte financiados pela Lei; - Integrar quadrilhas, grupos de tradição e mestres populares. B) Produtos complementares — Formação, Acesso, Acessibilidade e Difusão. Formação (Contrapartidas Sociais): - Realizar 12 turmas de Oficinas de Cordel e Xilogravura (mínimo 480 participantes), com antologia digital e varal de xilos e cordel como entregas públicas; - Promover mediação cultural para grupos escolares/CEUs durante a semana;Democratização do Acesso: - Garantir gratuidade integral e política de agendamento para escolas/CEUs, atendendo mínimo 1.500 estudantes ao longo do mês; - Implementar ações de formação de plateia com redes comunitárias nordestinas.Acessibilidade: - Assegurar acessibilidade arquitetônica e comunicacional: área reservada PCD, banheiros acessíveis, rotas e sinalização de alto contraste; - Entregar Libras no palco principal (todas as 8 datas) e 100% dos conteúdos audiovisuais pós-evento com legendas e audiodescrição.Registro e Difusão Digital: - Produzir 1 master, 8 minidocs (1 por fim de semana) e 30 cápsulas diárias (1 por dia de festival) e publicar em canais próprios e parceiros com acessibilidade (Libras/AD/legendas); - Disponibilizar o acervo por no mínimo 6 meses; publicar antologia digital das oficinas em licença aberta. C) Produtos complementares com natureza comercial (tratamento cultural/educativo) Feira de Economia Criativa: - Manter feira ativa por 30 dias, com expositores rotativos (artesanato, cordel, xilogravura, moda/acessórios); - Reservar ≥50% das vagas para empreendedores nordestinos e periféricos; curadoria formativa e regras públicas de participação; - Infraestrutura neutra, acessibilidade e mediação (sem custeio de insumos/estoques de venda). Vila Gastronômica: - Operar a vila temática por 30 dias com culinária nordestina (itens típicos e regionais); - Implementar boas práticas sanitárias e de resíduos, com contrapartidas de preços populares em itens selecionados; - Sinalização e infraestrutura neutra (sem custeio de ingredientes/utensílios/margens comerciais).

Justificativa

As festas juninas/julinas integram o repertório central das tradições populares brasileiras e foram reconhecidas como manifestação da cultura nacional pela Lei nº 14.555/2023 (atualizada em 2024 para incluir as quadrilhas). O enquadramento jurídico reforça a pertinência de políticas e projetos de salvaguarda, difusão e fruição pública dessas expressões.Em julho, período de férias escolares na rede pública paulista, a cidade tradicionalmente amplia a oferta de atividades culturais voltadas a crianças, jovens e famílias — janela ideal para um festival gratuito e contínuo no centro, favorecendo formação de público e acesso intergeracional. O Vale do Anhangabaú é espaço simbólico da metrópole e alvo de programas de requalificação urbana que visam promover uso social contínuo do centro. Um festival de 30 dias contribui diretamente para ativar o território, ampliar a sensação de pertencimento e reconectar a população ao centro histórico por meio de experiências culturais, econômicas e educativas.São Paulo é, historicamente, destino de grandes fluxos migratórios internos e concentra ampla comunidade nordestina. Segundo a Fundação Seade (Censo 2022/IBGE), cerca de 20% dos 44,4 milhões de moradores do Estado são nascidos em outros estados, com baianos e mineiros liderando esse contingente; entre as origens seguintes, destacam-se Pernambuco e Ceará, além de outros estados do Nordeste — evidência da centralidade nordestina na formação cultural paulista. Enquadramento legal _ Lei nº 8.313/1991 (Lei Federal de Incentivo à Cultura) Artigo 1º — o projeto se alinha, especialmente, aos incisos: I — facilitar o acesso às fontes da cultura e assegurar o pleno exercício dos direitos culturais; II — promover e estimular a regionalização da produção cultural brasileira, valorizando recursos humanos e conteúdos locais; III — apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais e seus criadores; IV — proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI — preservar bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII — estimular a produção e difusão de bens culturais formadores de conhecimento, cultura e memória; IX — priorizar o produto cultural originário do país.Artigo 3º — o projeto se enquadra, notadamente, em: II — Fomento à produção cultural e artística por meio de: c) realização de festivais, espetáculos de artes cênicas, música e folclore; III — Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico por meio de: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.Base normativa complementar: Lei nº 14.555/2023 — reconhecimento das festas juninas (e quadrilhas) como manifestação da cultura nacional. Em escala e complexidade compatíveis com o PRONAC, o projeto contribui para democratização do acesso, memória e salvaguarda de bens culturais populares e para a vitalidade do centro de São Paulo, além disso, a política curatorial estabelecida — com preponderância de bens culturais populares/folclóricos, presença de mestres e quadrilhas, prioridade a artistas de pequeno e médio porte e headliners preferencialmente viabilizados por parcerias fora do PRONAC — assegura a salvaguarda de repertórios tradicionais e fundamenta o enquadramento no Art. 18, evitando o desvirtuamento do objeto para festival de música comercial.

Estratégia de execução

O Projeto São João do Vale do Anhangabaú 2026, visa realizar um evento junino inspirado nas festividades juninas do Nordeste brasiliero. O objetivo do projeto é valorizar as manifestações culturais nordestinas e realizar na cidade de São Paulo uma experiência completa dessa festividade, com cenografia típica, quitutes juninos, brincadeiras tradicionais, atrações musicais, dentre outras ações que transportem o público para um evento típico de São João nordestino. O projeto terá a duração de 30 dias, com + de 60 apresentações semanais de músicas/trios/grupos de músicas regionais, além de 4 finais de semana com shows e grandes atrações.

Especificação técnica

1) Produto principal: Festa Julina do Vale do Anhangabaú 2026 Formato e carga horária - Duração do evento: Mês de julho de 2026.- Operação diária: - Ter–Sex (palcos de circulação): até 6 h/dia de programação distribuída. - Sáb–Dom (palco principal): até 8 h/dia de programação contínua.Programação total estimada: - Palcos de circulação (seg–sex): 46 apresentações (23 dias × 2 atrações/dia). - Palco principal (sáb–dom): 24 shows (8 datas × 3 atrações/data). - Repertórios: forró pé-de-serra, coco, baião, xote, repente/embolada, poesia oral, quadrilhas e grupos de tradição. - Diretrizes curatoriais: preponderância de Cultura Popular/Folclore; prioridade para artistas de pequeno porte e repertórios tradicionais; diversidade regional, racial e de gênero. Capacidade e áreas operacionais: - Estimativa de público acumulado: aproximadamente 90.000 pessoas ao longo do mês (média 3.000/dia; picos aos fins de semana), com contagem por pórticos. Setorização mínima: - Arena de público com Área PCD sinalizada e protegida (visão qualificada). - Palco Principal e Palcos de Circulação (2 estruturas leves). - Backstage (camarins e produção). - Vila Gastronômica temática (culinária nordestina). - Feira de Economia Criativa (artesanato, cordel, xilogravura, moda). - Tenda “Brincadeiras Nordestinas” (pescaria, correio elegante, argolas, tiro ao alvo, etc.). - Tenda/Oficina (Cordel e Xilogravura) + Varal de Xilos. - Zonas de Descompressão (acolhimento sensorial). - Saúde e segurança: posto médico/ambulância, PPCI/brigada, segurança, achados e perdidos, ponto de encontro. - Infra de serviços: credenciamento/apoio, depósitos, central de resíduos, central de energia/QGBT e geradores, TI/rádios, water points. Acessibilidade (transversal ao evento): - Arquitetônica: rotas acessíveis, Área PCD, banheiros adaptados, guarda-corpo, pisos antiderrapantes, sinalização de alto contraste e piso tátil onde é viável.- Comunicacional: Libras ao vivo nas 8 datas do palco principal; legendagem descritiva e audiodescrição nos conteúdos digitais;- Acolhimento: monitores de acessibilidade, zonas de descompressão e abafadores de ruído. Sustentabilidade (operacional): - Cenografia modular/reutilizável; gestão de resíduos com cooperativa; redução de plásticos; inventário e reuso de materiais.2) Produto complementar — Formação: Oficina “Cordel e Xilogravura” Formato - Duração por turma: 2h; - Participantes: até 480 pessoas (12 turmas × 40 participantes) — ampliável conforme demanda; - Público prioritário: mulheres, pessoas negras, moradores de territórios periféricos e pessoas LGBTQIA+ (acesso aberto ao público geral); - Local: equipamento público de ensino ou tenda dedicada no Vale. Equipe - 1 mestre cordelista, 1 artista xilógrafo, 2 monitores, 1 intérprete de Libras (por demanda), 1 orientador de acessibilidade. Acessibilidade - Apostila acessível (fonte ampliada/HTML com leitor de tela + QR com narração). - Matrizes em alto-relevo e mediação tátil; Libras e AD conforme necessidade mapeada na inscrição; - Adaptações metodológicas: tempo estendido, demonstração passo a passo, tutoria individual.Resultados e difusão - 1 peça impressa por participante (xilo ou cordel); - Varal de Cordel e Xilos durante o festival; - Antologia digital: PDF/HTML com cordéis (texto) e galeria de xilogravuras. 3) Produto complementar: Feira de Economia Criativa: - Operação: 30 dias com expositores rotativos (artesanato, cordel, xilogravura, moda/acessórios);- Curadoria/Regulamento: critérios públicos; ≥50% vagas para empreendedores nordestinos e periféricos;- Infraestrutura (neutra): barracas/tendas padrão, pontos de energia, comunicação educativa e logística de resíduos. 4) Produto complementar: Vila Gastronômica: - Operação: 30 dias; cardápio de culinária nordestina; combo popular acordado;Protocolos: boas práticas sanitárias e gestão de resíduos (orgânicos/recicláveis);- Infraestrutura (neutra): barracas/tendas padrão, pontos de energia, comunicação educativa e logística de resíduos. 5) Produto complementar: Registro e Difusão Digital: - Entregas: 1 master, 8 minidocs (1 por fim de semana) e 30 cápsulas diárias (1 por dia de festival); - Acessibilidade: LD/CC e AD; Libras quando couber; - Publicação: canais próprios e parceiros; acervo disponível por ≥ 6 meses; - Antologia digital das oficinas (ver Produto formativo); 6) Produto complementar: Comunicação Institucional - Página dedicada e calendário editorial (média 2 peças/dia em julho); versões acessíveis (#PraCegoVer/contraste); - Assessoria de imprensa e relacionamento com redes comunitárias/CEUs/coletivos nordestinos.

Acessibilidade

As ações observarão integralmente a Lei nº 13.146/2015 (LBI), o Decreto nº 9.404/2018, o art. 46 do Decreto nº 3.298/1999, além das diretrizes da IN MinC nº 23/2025 e dos Manuais do Proponente, adotando adaptações razoáveis sem ônus desproporcional. A execução contemplará três dimensões:1) Arquitetônica (acesso e circulação): - Rotas acessíveis do entorno às áreas de palco, feira e vila; rampas com guarda-corpo e piso antiderrapante; áreas reservadas para PcD e acompanhantes com visibilidade adequada; - Banheiros acessíveis (cabines químicas adaptadas e/ou sanitários com barras e área de manobra).2) Comunicacional e de conteúdo (informação e fruição): - Intérpretes de Libras em todas as 8 datas do palco principal (apresentações e falas protocolares) e em aberturas/mediações dos palcos de circulação; atendimento sob demanda mediante agendamento prévio para outras sessões; - Legendagem descritiva (LD/closed caption) em conteúdos digitais; audiodescrição (AD) roteirizada nos vídeos publicados (1 master, 8 minidocs (1 por fim de semana) e 30 cápsulas diárias (1 por dia de festival).3) Acolhimento e mediação inclusiva (TEA e outros públicos): - Zonas de descompressão com redução de estímulos; abafadores de ruído disponíveis; fila/entrada preferencial e assentos em áreas de menor luminosidade/ruído. - Monitoria qualificada com protocolo de atendimento em Linguagem Simples e capacitação básica para primeira abordagem a pessoas com TEA, PcD visual e auditiva. Itens garantidos pelo projeto (compromissos mínimos): - Áreas reservadas PcD sinalizadas e com visão adequada durante os 30 dias; - Banheiros acessíveis em operação durante todo o evento; - Libras em todas as 8 datas do palco principal e nas aberturas/mediações dos palcos de circulação; atendimento sob demanda nos demais casos; - Audiodescrição e legendagem nos conteúdos digitais publicados; - Zonas de descompressão, abafadores de ruído, equipe treinada e protocolo de acolhimento.

Democratização do acesso

O proponente informa que todas as atividades do projeto serão realizadas, prioritariamente, em espaço público em São Paulo e terão acesso 100% gratuito.Em complemento, o projeto adotará a seguinte medida de ampliação do acesso, em conformidade com o Art. 47 da IN nº 23/2025: - Disponibilizar, na internet, registros audiovisuais das apresentações musicais, oficinas e feira de economia criativa, acompanhados de recursos de Libras e audiodescrição. Essa ação garante que o impacto cultural da Festa Julina do Vale do Anhangabaú 2026 ultrapasse os limites presenciais, ampliando o alcance do projeto e assegurando a participação de públicos diversos em âmbito nacional.

Ficha técnica

AWS Entretenimento Brasil LTDA - responsável por toda gestão e processo decisório do projeto.A Manduri (AWS) possui vasta e consolidada experiência na concepção, planejamento e execução de projetos de grande porte no setor de eventos, cultura e entretenimento, com forte foco no desenvolvimento regional e na valorização da cultura popular. Nossa equipe, altamente especializada em produção de eventos, atua como consultoria de gestão deprojetos e inovação.Nossa expertise abrange gestão complexa de projetos, inteligência de mercado, análise de viabilidade e relacionamento institucional, essenciais para a aprovação e execução de iniciativas incentivadas. Contamos com um histórico robusto na produção executiva de eventos culturais e musicais de massa, incluindo infraestrutura (palcos, trios elétricos, segurança, banheiros químicos), curadoria artística, cenografia, mobilização e engajamento de público, e gestão de segurança e fluxo. Aplicamos tecnologia e inovação, como transmissão online, para ampliar o alcance e democratizar o acesso.Já demonstramos sucesso em projetos similares que envolveram a descentralização cultural, o fomento a manifestações artísticas regionais e a geração de impacto socioeconômico em cidades do interior. A exemplo do Festival Baixio de Verão, no distrito de Baixio em Esplanada - BA, e os desfiles do Bloco Armandinho Dodô e Osmar, em celebração aos 75 anos do Trio Elétrico no Carnaval de Salvador em 2025, entre outros. Essa expertise abrangente garante que o Micafest BA será executado com excelência técnica, responsabilidade social e profundo respeito pela cultura e comunidades da Bahia.A Manduri será responsável pela coordenação geral e execução integral do projeto, assumindo as seguintes atribuições:- Concepção, planejamento estratégico e gestão do projeto;- Coordenação da curadoria artística e seleções regionais;- Contratação de equipe técnica, artistas e fornecedores;- Supervisão da produção e montagem de estruturas em cada cidade;- Implementação das ações de comunicação, acessibilidade e sustentabilidade;- Relacionamento com patrocinadores, instituições e imprensa;- Monitoramento de resultados, clipagem, métricas e prestação de contas.Currículo resumido dos principais responsáveis:HIYO JIN LIM – Diretora ExecutivaEmpresária e produtora cultural com mais de 15 anos de experiência no setor de eventos e entretenimento. Especialista em gestão de grandes projetos culturais e festivais com foco em impacto social e inovação. Liderou iniciativas como o Festival Baixio de Verão (Esplanada/BA) e a produção executiva do Bloco Armandinho Dodô e Osmar, em celebração aos 75 anos do Trio Elétrico no Carnaval de Salvador. Atua na interlocução com patrocinadores, órgãos públicos e parceiros estratégicos, com foco em gestão, inovação e resultados.VANESSA LACERDA – Coordenadora FinanceiraProfissional com mais de 10 anos de atuação na área financeira de projetos incentivados. Responsável pela gestão orçamentária, repasses, controle de prestação de contas e compliance junto às leis de incentivo. Atua também no relacionamento com patrocinadores e auditorias externas.LUIZ MIGUEL - ProduçãoProfissional formado em Engenharia, com mais de 12 anos de experiência na gestão e execução de projetos de produção de eventos, atuando de forma estratégica nas áreas de produção executiva, artística e operacional. Ao longo da carreira, desenvolveu expertise na coordenação, planejamento e viabilização de grandes produções culturais como: Sarau du Brown, Brasilady com Carlinhos Brown e Amanda Santiago, Ensaios do Harmonia do Samba e o Festival de Verão Salvador, além da atuação direta na produção de artistas como Amanda Santiago, ex-vocalista da Timbalada, e Sarajane.Já participou e implantou projetos para empresas como Grupo ALLOS, AMBEV, TIM e Consórcio Itaipava (Arena Fonte Nova) Também integrou equipes de produção em agências especializadas como Lêlê Produções, Frog Comunicação, Agência Tripé e PIRA.No segmento teatral, foi responsável pela assistência de produção e produção local de espetáculos de grande repercussão, como “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, com Fernanda Vasconcellos, Marcelo Faria e Duda Ribeiro; “Improvável”, da Cia Barbixas; “Eu Te Amo”, com Sérgio Marone e Juliana Martins; e “De Tudo um Pouco”, com Rafael Cortez. Essa trajetória evidencia uma sólida capacidade de articulação, planejamento técnico, dinamismo e gestão, garantindo excelência na entrega.BRUNO SOURI - Planner e ProduçãoPlanner Criativo com 15 anos de atuação nos mercados de cultura, marketing e publicidade. Formado em Comunicação Social, acumula experiência em projetos para marcas como Petrobras, Natura, Ambev e Google. Atua com foco em planejamento criativo, direção de projetos e estratégias comerciais para captação de patrocínio. Com olhar autoral e visão estratégica, conecta experiências culturais a objetivos de marca, promovendo impacto social, construção de comunidades e legado.FRANCO SANTOS - Head CriaçãoDesigner multidisciplinar com 23 anos de experiência, atuando como Diretor de Criação na Agência PIRA e fundador do Lokomotiva Estúdio. Especialista em design gráfico, editorial, web, UI/UX, motion design, infografia e gestão de projetos 3D, une visão estratégica e domínio técnico em múltiplas disciplinas visuais. Como diretor criativo, liderou equipes de alto desempenho em agências, marketing e projetos especiais para marcas como Brahma, Skol, Petrobras, Samsung, Heineken, Nokia e Casas Bahia. Experiência sólida na concepção e direção de campanhas integradas, desenvolvimento de interfaces e criação de conteúdo para novas mídias.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.