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O Festival Desapegue-se é um encontro multicultural itinerante que une arte, sustentabilidade, diversidade e inovação social. Realizado desde 2008, o projeto é pautado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, na justiça climática, nas novas economias, no protagonismo feminino e LGBTQIAPN+ e nas culturas populares brasileiras. O festival traduz na prática os princípios da economia circular e do consumo consciente.
Realizado desde 2008 e reconhecido pela Lei nº 6.396/2018, como de interesse cultural, social e ecológico para o RJ, o Festival Desapegue-se já impactou mais 360 mil pessoas em suas 123 edições com a missão de desapegar de crenças, hábitos e atitudes e repensar novos modelos de produção e consumo, essencial para a construção de um mundo mais justo, responsável e resiliente. O projeto é um evento multicultural gratuito que integra arte, sustentabilidade, diversidade e inovação social, promovendo a economia circular e a justiça climática por meio de experiências coletivas e criativas. Realizado em praças e espaços comunitários do Rio de Janeiro, o festival reúne atividades artísticas, educativas e empreendedoras que estimulam o consumo consciente, o protagonismo feminino e LGBTQIAPN+, e o fortalecimento das culturas populares. Com uma programação plural, acessível e participativa, o festival convida o público a repensar hábitos, trocar saberes e celebrar a transformação social através da arte e da colaboração, consolidando-se como referência nacional em eventos sustentáveis e inclusivos, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.ESPAÇO MULTICULTURAL (CENTRO DA PRAÇA)Coração artístico do festival, reúne atividades que integram bem-estar, expressão e diversidade cultural. A programação inclui meditação e yoga, rodas de conversa temáticas, apresentações culturais e shows de artistas locais. Também promove uma caminhada histórica e ecológica, conectando o público à memória e ao território, e encerra o dia com uma sessão audiovisual dedicada à representatividade e à reflexão social.EXPOSIÇÃO O festival será um grande espaço de ARTIVISMO, unindo arte e ativismo para sensibilizar e inspirar a transformação social. A mostra se torna um local onde a cultura transcende o entretenimento para promover reflexão e engajamento. Com foco na justiça climática, nas novas economias e no protagonismo de grupos historicamente marginalizados, a exposição utiliza a arte como ferramenta para dar voz a questões urgentes e celebrar a diversidade das culturas populares do Brasil, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).ESPAÇO ESCOLA VIVALocal de aprendizado, diálogo e formação cidadã, que oferece oficinas, palestras e debates sobre temas como economia criativa, justiça climática, diversidade, economia circular e inovação social. O espaço também abriga um momento de escutatória, incentivando a partilha de vivências e o fortalecimento das redes de apoio e de conhecimento coletivo.PRAÇA DE ALIMENTAÇÃOAmbiente de convivência e trocas em torno da gastronomia saudável e sustentável, com oficinas de alimentação viva e natural. O espaço reforça a importância da nutrição consciente, alinhada aos princípios do evento de respeito ao meio ambiente e à vida.ESPAÇO DA HORTA COMUNITÁRIAAtividade voltada ao cuidado e à valorização dos saberes agroecológicos, com ações práticas de rega, capina e plantio, promovendo o contato direto com a terra e a troca de experiências. O espaço inclui um café da manhã colaborativo, roda de conversa sobre sustentabilidade e alimentação saudável e uma troca de mudas e sementes, incentivando a autonomia alimentar e o fortalecimento das redes comunitárias.FEIRA DE USADOSEspaço dedicado à reutilização e ao consumo consciente, incentivando a compra e o reaproveitamento de objetos, roupas e livros usados. A feira estimula a economia circular, a geração de renda e o combate ao desperdício, fortalecendo o comércio local e sustentável.FEIRA DE TROCASAmbiente colaborativo onde os participantes podem trocar produtos, serviços e saberes, sem uso de dinheiro, promovendo o desapego, a solidariedade e novas formas de economia compartilhada. A feira reforça a ideia de comunidade e o valor do convívio humano sobre o consumo.PRAÇA DE ALIMENTAÇÃOAmbiente de convivência e trocas em torno da gastronomia saudável e sustentável, com oficinas de alimentação viva e natural. O espaço reforça a importância da nutrição consciente, alinhada aos princípios do evento de respeito ao meio ambiente e à vida.
Objetivo geral:Ser o maior evento brasileiro comprometido em integrar 100% a diversidade, inclusão, economia colaborativa e criativa, arte e cultura dentro de diretrizes ESG, implementando a justiça climática através da arte e da colaboração, democratizando o acesso ao conhecimento e inspirando ações para um futuro justo, equitativo e regenerativo com e para o território.Objetivos específicos:- Realizar 03 edições gratuitas do Festival Desapegue-se em três praças e/ou espaços públicos da cidade do Rio de Janeiro, com 05 espaços temáticos e com mais de 45 atividades artísticas, educativas e empreendedoras cada (incluindo apresentações artísticas e musicais, exibição de filme, oficinas, palestras, exposição artística, entre outras atividades)- Promover os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU seguindo as normas internacionais de gestão ambiental, ABNT PR 2030 e ISO 20.121:2024 (Sistema de Gestão de Sustentabilidade em Eventos).- Conscientizar sobre as mudanças climáticas e estimular ações concretas junto ao território para mitigar seus impactos. - Promover a segurança alimentar, com foco em alimentos de origem vegetal, contribuindo para a redução das emissões de gases do efeito estufa.- Implementar ações de sustentabilidade ambiental através da busca da certificação Lixo Zero, eliminando o uso de plásticos de uso único e neutralizando 100% das emissões de carbono do evento.- Disseminar as novas economias e incentivar a economia circular, a troca de objetos e o consumo consciente, promovendo modelos econômicos mais justos e sustentáveis.- Fortalecer a diversidade e a inclusão, valorizando o protagonismo feminino, pessoas com deficiência, LGBTQIAPN+ e de diferentes culturas, promovendo a equidade e a representatividade.- Construir uma nova cultura de eventos: Ao adotar práticas sustentáveis seguindo as diretrizes da ISO 20.121:2024, o Desapegue-se busca ser um exemplo para o setor de eventos, inspirando outros organizadores a adotarem medidas semelhantes.- Democratizar o acesso ao conhecimento ao oferecer um espaço para a troca de saberes e experiências, promovendo a educação ambiental, educação climática e a cultura popular.- Treinar e capacitar de forma contínua a equipe interna do festival, fornecedores e parceiros para garantir a implementação eficaz das práticas de ESG e o alinhamento com os valores do evento.- Implementar práticas de compliance e due diligence assegurando a conformidade com todas as leis, regulamentos e normas aplicáveis, realizando de forma rigorosa a análise de riscos e a mitigação dos mesmos. Promover a transparência em todas as etapas do evento, desde a contratação de fornecedores até a gestão financeira.- Gerar relatórios de impacto, incluindo valoração de mídia, clipping, análise de alcance e engajamento, relatório de sustentabilidade e avaliação de resultados a partir de indicadores mensuráveis (número de participantes, alcance, participação de PCDs, etc).
A crise climática e as disparidades socioeconômicas, raciais e de gênero exigem uma abordagem inclusiva e inovadora. Estima-se que até 2025, 17 milhões se tornem refugiados climáticos na América Latina, a maioria de comunidades vulneráveis. No Brasil, 14 mil áreas de risco afetam 4 milhões de pessoas, especialmente negras e periféricas. A ONU revela que 80% dos deslocados por desastres ambientais são mulheres e negros. O racismo ambiental agrava injustiças sociais, afetando desproporcionalmente comunidades vulneráveis.O Festival Desapegue-se surge como uma solução criativa e colaborativa diante desses desafios contemporâneos da crise climática e das desigualdades sociais. Através da arte, da economia circular e do engajamento comunitário, o evento propõe práticas concretas de transformação, como a Feira de Trocas, o consumo consciente e o fortalecimento das redes locais. Mais do que um festival, trata-se de um movimento que une cultura, sustentabilidade e inclusão, promovendo um futuro mais justo, solidário e regenerativo.Ao valorizar o protagonismo das comunidades locais e o conhecimento tradicional, o Desapegue-se estimula o empoderamento social e a tomada de decisões coletivas. Suas ações contribuem diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os ODS 11, 12, 13 e 17, ao promover cidades mais sustentáveis e inclusivas, incentivar o consumo e a produção responsáveis por meio da economia circular e fortalecer parcerias entre comunidades, empresas e organizações em prol do desenvolvimento sustentável . Com isso, o festival reafirma seu papel como espaço de aprendizado, expressão e cidadania ambiental, onde arte e cultura são ferramentas de mobilização e conscientização.Com mais de 120 edições e reconhecido pela Lei nº 6.396/2018, o festival consolidou-se como um motor de desenvolvimento local e transformação social no Rio de Janeiro. O legado do Desapegue-se se reflete em hortas comunitárias, novos eventos e mudanças reais nos hábitos e nas mentalidades das pessoas. Apoiar o festival é investir em um futuro sustentável, inclusivo e colaborativo, onde cada edição planta novas sementes de consciência e transformação.O uso da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para a viabilização financeira e plena execução da proposta. Trata-se de um projeto com forte impacto social e cultural, mas que depende de investimento em logística, acessibilidade, infraestrutura técnica, curadoria qualificada, comunicação especializada e custos que não podem ser absorvidos por bilheteria, arrecadação direta ou outras fontes convencionais, já que se trata de uma ação totalmente gratuita. Com isso, o Festival Desapegue-se é uma proposta absolutamente alinhada à finalidade do mecanismo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; pois é gratuito e realizado em espaços públicos e comunitários, garantindo o acesso democrático à arte, à cultura e ao conhecimento socioambiental.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; ao promover uma programação multicultural, integrando dança, música, audiovisual, feiras e oficinas, difundindo manifestações populares, tradicionais e contemporâneas, dando visibilidade a criadores diversos, mulheres e pessoas LGBTQIAPN+, e ao valorizar e priorizar a contratação de profissionais e artistas locais e fomentar redes comunitárias, fortalecendo a difusão da produção cultural nacional e valorizando a diversidade regional.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; ao articular culturas populares, sustentabilidade e diversidade identitária, o Desapegue-se salvaguarda e celebra as expressões culturais de grupos historicamente sub-representados, promovendo o pluralismo e a equidade cultural.V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; por meio de ações como mutirões em hortas comunitárias, feiras de trocas e oficinas de saberes tradicionais, o projeto valoriza práticas sustentáveis e coletivas, fortalecendo modos de vida baseados na solidariedade, no respeito ambiental e na economia circular.Já em relação ao Art. 3º, o projeto se enquadra no inciso II - fomento à produção cultural e artística, ao estimular à produção cultural e artística através da realização de um projeto cultural itinerante, com uma programação multilinguagem, e no IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, por ter todas as suas ações realizadas de forma gratuita e aberta ao público.
A Mara e Lara Guimarães é uma empresa liderada por três gerações de mulheres, com mais de 30 anos de experiência em gestão de eventos e sustentabilidade. Se dedicam em promover a consciência, inovação e transformação para um mundo mais justo e responsável e se organizam a partir da autogestão. Idealizadora do Cine Rosa Choque, um cine debate itinerante e do Festival Desapegue-se. Ganhadora do Prêmio Dandara 2021 pela ONG ASPLANDE. Produziu o projeto FAVELAGRAFIA, vencedor do Leão de bronze em Cannes em 2017.
PLANO DE EXECUÇÃO PREVISTO PARA AS OFICINASOficina de Alimentação Saudável e CriativaCarga horária: 60 minutosObjetivo: Estimular práticas alimentares conscientes e acessíveis, valorizando a cultura alimentar brasileira e a geração de renda a partir da culinária sustentável.Conteúdo programático:- Introdução à alimentação saudável e ao aproveitamento integral dos alimentos.- Culinária afetiva e ancestralidade: receitas regionais e tradições culturais.- Reaproveitamento de alimentos e combate ao desperdício.- Produção de temperos, conservas e produtos caseiros como alternativa de empreendedorismo criativo.- Demonstração prática e degustação colaborativa.Oficina de Educação ClimáticaCarga horária: 50 minutosObjetivo: Promover a conscientização sobre as mudanças climáticas e estimular ações individuais e coletivas de mitigação, com foco na cultura e nas práticas criativas de mobilização.Conteúdo programático:- Conceitos básicos sobre crise climática e sustentabilidade.- Impactos ambientais nas cidades e nas manifestações culturais.- Soluções locais e criativas: arte e comunicação para a ação climática.- Integração com as metas dos ODS 11, 12 e 13.Oficina de Economia CircularCarga horária: 60 minutosObjetivo: Incentivar práticas de reutilização, reaproveitamento e redes colaborativas de consumo, conectando a economia circular à cultura e à inovação social.Conteúdo programático:- Princípios da economia circular e sua relação com a economia criativa.- A cultura do reuso: feiras de trocas, design sustentável e consumo consciente.- Oficinas e produtos culturais com materiais reciclados.- Experiências brasileiras em negócios criativos sustentáveis.- Atividade prática: criação coletiva de um produto artístico ou utilitário com materiais reaproveitados.Oficina de PermaculturaCarga horária: 50 minutosObjetivo: Apresentar princípios da permacultura e sua aplicação em espaços urbanos, conectando sustentabilidade, arte e práticas colaborativas.Conteúdo programático:- Fundamentos da permacultura: cuidar da terra, das pessoas e compartilhar excedentes.- Planejamento ecológico de hortas e espaços criativos.- Arte e natureza: intervenções culturais em áreas verdes.- Introdução às técnicas de compostagem e cultivo agroecológico.A seleção de participantes será realizada por ordem de chegada, garantindo acesso democrático e inclusivo às atividades do projeto. Todas as oficinas e ações terão classificação livre, possibilitando a participação de pessoas de diferentes faixas etárias, perfis e formações, em consonância com o caráter educativo, cultural e comunitário da proposta. Essa forma de seleção busca incentivar a diversidade e o engajamento espontâneo do público, valorizando o encontro entre saberes e experiências de diferentes territórios.Caminhada Histórica E EcológicaDuração: 60 minutosObjetivo: Promover uma experiência imersiva que conecte o público à memória, à natureza e à cultura local, estimulando o pertencimento e a consciência ambiental.Descrição: Atividade guiada que convida o público a percorrer trajetos simbólicos dos bairros de realização, conectando memória, natureza e cultura local. Durante o percurso, instrutores compartilham histórias sobre o território, suas transformações urbanas, personagens e manifestações culturais, enquanto destacam aspectos ambientais e ecológicos da região. A ação propõe uma vivência sensorial e educativa ao ar livre, incentivando o reconhecimento do espaço público como patrimônio coletivo e o fortalecimento do vínculo entre comunidade e meio ambiente.PROPOSTA CURATORIAL - APRESENTAÇÕES ARTÍSTICASA proposta curatorial das apresentações artísticas do festival busca celebrar a diversidade cultural brasileira em toda a sua amplitude, promovendo o encontro entre tradição, identidade e inovação. A curadoria será orientada por princípios de inclusão, representatividade e valorização das expressões locais, priorizando artistas, grupos e coletivos que traduzam a riqueza cultural dos territórios envolvidos.No campo das artes cênicas, o festival poderá abranger apresentações de dança folclórica, indígena e afro, ou expressões contemporâneas como o jazz, o passinho e o charme, assim como apresentações protagonizadas por pessoas com deficiência (PCD), destacando o corpo como meio de resistência e expressão criativa. Além disso, irá contemplar apresentações de teatro e contação de histórias, reafirmando o papel da arte como instrumento de reflexão, pertencimento e transformação social. As apresentações musicais terão foco em músicas regionais, valorizando ritmos e sonoridades que expressam o diálogo entre o popular e o contemporâneo, e fortalecendo o ecossistema da economia criativa por meio da visibilidade e circulação de artistas locais.Dessa forma, a curadoria irá propor uma programação plural, acessível e sensorial, que conecta arte, cultura e sustentabilidade.PROPOSTA CURATORIAL - EXIBIÇÃO AUDIOVISUALA exibição terá uma curadoria composta por produções brasileiras que abordam temas relacionados à equidade de gênero, diversidade, justiça climática e direitos humanos.PROPOSTA CURATORIAL E EXPOGRÁFICA - EXPOSIÇÃO ARTIVISMOA exposição “Artivismo” é uma mostra de arte e ativismo que transcende o entretenimento para se tornar um catalisador de reflexão e engajamento. Ela propõe uma experiência imersiva e sensorial que transforma o espaço público em território de diálogo entre arte, ativismo e sustentabilidade. A exposição parte da premissa de que a arte deve ser uma ferramenta de transformação social, capaz de sensibilizar e inspirar ações coletivas diante da crise climática e das desigualdades sociais.Distribuída pela área interna e de circulação das praças de realização, a exposição irá reunir pinturas, fotografias e esculturas para provocar reflexão e engajamento do público. As obras que comporão a exposição serão definidas durante as etapas de pré-produção, por meio de um processo curatorial conduzido pela equipe artística do projeto. Nesse momento, serão selecionadas obras que dialoguem com os eixos temáticos do festival e com o conceito de artivismo, priorizando a diversidade de linguagens, origens e trajetórias dos artistas. A curadoria buscará representar diferentes perspectivas sobre os temas de sustentabilidade, justiça social e transformação coletiva, garantindo coerência estética e relevância sociocultural à mostra.
Acessibilidade físicaMapeamento detalhado: Elaboração de um mapa detalhado do local do evento, indicando todos os pontos de acesso, rotas acessíveis, localização de banheiros adaptados, áreas de descanso e outros recursos.Sinalização visual e tátil: Utilizaremos sinalização clara e contrastante, em linguagem simples, para orientar as pessoas com deficiência visual.Iluminação adequada: Garantiremos uma iluminação adequada em todos os espaços, especialmente em áreas de circulação, para facilitar a locomoção de todos os participantes.Mobiliário: Disponibilizaremos balcões, cadeiras e bancos com altura adequada para pessoas com mobilidade reduzida, além de áreas de descanso com sombra e proteção contra chuva.Acessibilidade comunicacionalLinguagem simples e objetiva: Utilizaremos uma linguagem clara e objetiva em todas as comunicações, evitando jargões e termos técnicos.Materiais de comunicação em diferentes formatos: Disponibilizaremos materiais informativos em diversos formatos, como documentos em audiodescrição e legendas.Intérpretes de Libras: Garantiremos a presença de intérpretes de Libras em todas as atividades que envolvam comunicação oral, como palestras, oficinas e apresentações artísticas.Audiodescrição: Ofereceremos audiodescrição para pessoas com deficiência visual em toda comunicação visual do evento como sinalização, cardápios e programação.Comunicação acessível nas redes sociais: Utilizaremos a hashtag #ParaTodosVerem em todas as publicações nas redes sociais e incluiremos legendas e descrições alternativas para imagens e vídeos.Acessibilidade sensorialControle de ruído: Teremos à disposição abafadores de som para controlar o nível de ruído em áreas específicas, como áreas de descanso e espaços para crianças.Iluminação adequada: Utilizaremos iluminação adequada para evitar ofuscamento e proporcionar um ambiente visualmente confortável para todos.Odores: Evitaremos o uso de fragrâncias fortes que possam causar desconforto para pessoas com sensibilidade olfativa.Atendimento especializadoConsultoria de Acessibilidade: Teremos na equipe uma pessoa dedicada a estes cuidados desde o planejamento até a execução.Equipe treinada: Treinaremos toda a equipe do evento para atender às necessidades das pessoas com deficiência, com foco na empatia e na comunicação eficaz.Atendimento personalizado: Ofereceremos um atendimento personalizado e acolhedor para todos os participantes, com foco nas suas necessidades específicas.Informações atualizadas: Manteremos um canal de comunicação aberto para receber sugestões e feedbacks sobre a acessibilidade do evento.
O projeto tem distribuição gratuita para toda a população e, por isso, não contará com a comercialização ou distribuição de ingressos ou produtos. A seguir, estão as ações afirmativas de democratização e difusão do acesso previstas, também em consonância com o Art. 47:1. Economia Local e Oportunidades de Emprego:Contratação de equipes de apoio e fornecedores de serviços formalizados e locais, visando estimular a economia da região e criar oportunidades de emprego para os moradores locais.2. Arrecadação de alimentos para doação a projetos sociais, garantindo que comunidades carentes tenham acesso a alimentos essenciais.3. Parcerias com Projetos Sociais:Convênios com projetos sociais para participação no evento, proporcionando visibilidade e apoio a organizações dedicadas a causas importantes.4. Apoio à Horta Comunitária:Apoio ativo às hortas comunitárias locais, deixando um legado social e promovendo um impacto positivo duradouro na comunidade.5. Programas de Desenvolvimento e Inclusão:Oferta de oportunidades de estágio, programa trainee e/ou aprendizagem, com foco na promoção da diversidade e inclusão.6. Compromisso com a Diversidade e Equidade:Implementação de políticas de diversidade, inclusão e equidade de gênero em todas as áreas do evento, desde o receptivo até a produção.7. Combate ao Trabalho Escravo e Infantil:Adoção de critérios rigorosos na seleção de fornecedores para combater o trabalho escravo e infantil.8. Prevenção e Combate ao Assédio:Estabelecimento de canais de denúncias e profissionais capacitados para lidar com casos de assédio e importunação sexual durante o evento.9. Acesso Livre e Gratuito:Garantia de acesso livre e gratuito ao evento, promovendo a inclusão de todos os públicos.10. Economia Circular:Promoção de feiras de usados, trocas e doações, incentivando práticas das novas economias.11. Valorização de Artistas Locais e Novatos:Contratação e curadoria de artistas locais e novatos, proporcionando oportunidades de exposição e desenvolvimento profissional.12. Engajamento da Comunidade:Estabelecimento de programas de escutatória, cocriação e voluntariado que permitem que membros da comunidade local se envolvam ativamente na execução do evento.13. Parcerias Estratégicas com Instituições de Ensino:Parcerias com instituições educacionais, como a UFRJ, para oferecer oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para alunos.14. Incentivo à Participação de Grupos Marginalizados:Incentivo à participação de grupos marginalizados ou em situação de vulnerabilidade, oferecendo transporte gratuito, alimentação e outras facilidades para garantir sua presença e participação no evento.15. Atividades Educativas e Debates sobre Temas Relevantes:Palestras e debates sobre justiça climática, equidade de gênero, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ESG e regeneração.16. Acessibilidade Total:Disponibilidade de rampas, intérpretes de libras, audiodescrição, mobiliário e espaços adaptados, áreas reservadas e atendimento especializado para garantir que todas as pessoas possam participar plenamente do evento.17. Cotas para grupos minoritários: Estabeleceremos cotas para a participação de grupos minoritários em atividades como palestras, oficinas e apresentações artísticas, assim como na equipe de produção do evento.
Renata Lara (Prem Karima) - Idealizadora, Curadora e Diretora GeralDesigner de Soluções Criativas para Sustentabilidade e Regeneração Planetária pelo GEN (Global Ecovillage Network e produtora de eventos com foco em ESG - sustentabilidade ambiental, social e governança. Idealizadora do FESTIVAL DESAPEGUE-SE e do CINE ROSA CHOQUE. Produziu o projeto FAVELAGRAFIA, que ganhou o LEÃO DE BRONZE EM CANNES em 2017. Ganhadora do PRÊMIO DANDARA 2021 pela ONG ASPLANDE, com o tema “Combate ao Preconceito e ao Feminicídio”. Produziu, e liderou com equipe própria, mais de 2.500 eventos, atendendo clientes como Petrobras; Governos e Prefeituras; Globosat; Boticário; L’oreal; Merck; Havaianas; Triunfo Logística; Metrô Rio; PetroRio; Funbio; entre outros. É PCD (autista) e 50+.Karla Suarez - Diretora de Comunicação e Mídias SociaisPós-graduada em Planejamento Estratégico (Descomplica), bacharel em Relações Públicas (UERJ) e formada em audiovisual pela Escola Popular de Comunicação Crítica (ESPOCC). Atua como roteirista, produtora e gestora cultural há mais de 15 anos. É cofundadora da ColetivA DELAS e do POD.CRIAR. Trabalhou com grandes eventos como WME Festival, Menos30 Fest e MANA. Foi produtora do programa Roque Pense! (Canal Futura) e consultora em projetos voltados a juventudes e inovação. Especialista em metodologias participativas e formação em audiovisual com recorte étnico-racial e territorial.Karina de Abreu - Coordenação de ProduçãoMestre em Mídias Criativas pela UFRJ, bacharel em Relações Públicas pela UERJ e fotógrafa pelo SENAI/RJ. Atua há mais de 12 anos com produção cultural, gestão de projetos e comunicação. É cofundadora da ColetivA DELAS e do podcast POD.CRIAR. Atuou na produção e gestão de iniciativas como o Festival LED (Globo e Fundação Roberto Marinho), Afroflix, Cineclube Mate com Angu, Festival Tela Preta e Festival Latinidades. Idealizou a Mostra Cine Diversidade e o Festival de Realizadoras Negras, com foco em interseccionalidade, audiovisual e inovação.Bruno Gerk - Diretor de Produção e Coordenação de SustentabilidadeFormado em Comunicação Social pela PUCRJ, com MBA em Marketing pela FGV. É Designer em Sustentabilidade pelo Gaia Education / UNESCO. Atua no planejamento e operacionalização de projetos, processos, métricas, indicadores e análises, negociação de parcerias, gestão de mídias sociais e gerenciamento de crises. Trabalha há 18 anos em produção de eventosa e há 7 anos em projetos de sustentabilidade, com participação em eventos como: The Town, Carnaval de Rua do Rio de Janeiro, Rock in Rio, Turnê Coldplay, Olimpíadas Rio 2016, Lollaplooza entre outros.O restante da equipe será selecionada e contratada nas etapas de pré-produção.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.