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Realização da ocupação artística "Corpo em Proposição: Arte, Cuidado e Presença" na Casa da Cultura da América Latina (CAL/UnB). Com atividades de pesquisa, exibição e formação, propõe uma busca curatorial no acervo da CAL com uma exposição artística dos resultados e um simpósio sobre arte e saúde aberto ao público geral.
Pesquisa e Ativação do Acervo da CAL: A pesquisa curatorial na CAL foca no acervo da instituição para resgatar e ativar sua memória, explorando obras e documentos que cruzam ética, estética e cuidado na arte. O objetivo é gerar novas leituras e narrativas sobre a história da saúde e do cuidado, ligando a memória institucional da UnB às práticas contemporâneas, e assim, potencializar o uso social e comunitário desse patrimônio. Exposição Coletiva: Esta mostra visa articular a produção do Grupo Analgesia em diálogo direto com o acervo da CAL. A exposição tem o propósito de apresentar os resultados da pesquisa curatorial realizada no acervo. Os temas centrais abordados incluem gênero, cuidado e vulnerabilidade social. O projeto utiliza a mostra para criar uma conexão entre o grupo de arte e o patrimônio da instituição. Programa de Ações Públicas: Prevê a realização de um simpósio e ações formativas abertas ao público com foco em estimular o debate sobre o impacto da arte na saúde e bem-estar, em diálogo com as diretrizes da OMS e PNH/SUS. As atividades (incluindo cortejos, oficinas e rodas de escuta) visam criar um espaço de experimentação, valorizando as narrativas de mulheres e usuárias do SUS. O simpósio reunirá artistas, profissionais de saúde e a comunidade para discutir ética, estética e cuidado, visando disseminar conhecimento sobre a pesquisa em história da saúde na UnB. Todas as ações serão gratuitas e contribuirão para a ressignificação do Setor Comercial Sul de Brasília, promovendo o acesso democrático à cultura.
Objetivo Geral: Fomentar um espaço de reflexão e experimentação sobre as relações entre arte, saúde e cuidado, a partir da ocupação artística da Casa da Cultura da América Latina pelo Grupo Analgesia. Objetivos Específicos: Pesquisa e Ativação do Acervo da CAL: Realizar uma pesquisa curatorial no acervo da CAL, ativando sua memória e potencializando seu uso social e comunitário. A pesquisa se dirige a obras, eventos e documentos que abordam a intersecção entre ética, estética e cuidado na arte e visa mobilizar o acervo para gerar novas leituras e narrativas, especialmente no que tange à história da saúde e do cuidado, conectando a memória institucional da UnB com as práticas contemporâneas.Resultando na Exposição coletiva, uma mostra de arte transdisciplinar que articule a produção do Grupo Analgesia com o acervo da CAL, abordando temas como gênero, cuidado e vulnerabilidade social. Programa de Ações Públicas: Promover um simpósio e ações formativas que estimulem o debate sobre o impacto da arte na promoção da saúde e do bem-estar, em diálogo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Política Nacional de Humanização (PNH) do SUS; criar um espaço de escuta qualificada e de experimentação entre arte e saúde, valorizando as narrativas de mulheres e usuárias do SUS; gerar impacto cultural e social no território do Setor Comercial Sul de Brasília, contribuindo para a ressignificação do espaço urbano através da arte; produzir e disseminar conhecimento sobre a pesquisa em história da saúde na UnB e no Distrito Federal, a partir da pesquisa no acervo da CAL, colaborando para a criação de memória institucional e social. A programação inclui ações artísticas abertas, como cortejos, bloco de carnaval, rodas de escuta, oficinas e conversas performativas sobre arte, dor e cuidado. Todas as atividades serão gratuitas e abertas ao público, reforçando o compromisso com a democratização da produção, acesso à cultura e ao conhecimento.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), no relatório de 2019, destaca o papel crucial das artes na prevenção de doenças, na promoção da saúde e no tratamento de enfermidades ao longo da vida, recomendando a colaboração entre os setores de saúde e cultura. Esta proposição responde diretamente a esse chamado, criando espaços concretos de diálogo entre coletivos artísticos, profissionais de saúde, usuários do SUS e a comunidade. A proposta se destaca por seu caráter transversal e comunitário ao cruzar os campos da arte, saúde, história, arquivologia e museologia. A ativação da coleção da CAL busca criar outras possibilidades narrativas a partir do acervo, valorizando e atualizando nossa memória sobre estes temas, além de abordar as relações humanas que os delimitam. A pesquisa em história da saúde na UnB, a partir de fontes da CAL, permitirá a criação de memória e valorização de um patrimônio cultural ainda pouco abordado. A perspectiva de gênero é central, uma vez que o Grupo Analgesia é formado por mulheres e se debruça, através da produção poética, sobre experiências de corpos femininos atravessados por dores crônicas. A ocupação busca visibilizar tais narrativas e discutir a economia do cuidado, trabalho majoritariamente feminino e muitas vezes invisibilizado. Vulnerabilidade social também é uma questão abordada pelo projeto que busca discutir ações de inclusão a partir da humanização do ambiente hospitalar e de processos de mediação ativados por práticas artísticas. Ao se localizar no Setor Comercial Sul, território de grande complexidade, e ao se abrir para a participação de toda a comunidade, a iniciativa promove arte e cultura no território, fomentando a ocupação criativa do espaço público e o fortalecimento de redes comunitárias. Em um momento em que a saúde mental, justiça social e o bem-estar se tornam questões cada vez mais prementes, essa proposição visa gerar reflexão, sensibilidade e fomentar novas formas de pensar e viver o cuidado de forma coletiva.Devido a sua magnitude e o impacto que pretende gerar, é de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no Art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
Exposição Exposição com participação de 24 artistas e acervo da casa da cultura - UnB ( DF, ocupando as 4 galerias do espaço duante o período de 2 meses. Livro Formato: 21 x 21 cm (fechado)Tiragem: 500 exemplaresMiolo:Papel couché fosco 150 g/m²Impressão 4x4 cores (frente e verso)Acabamento com sangria total e verniz de proteçãoCapa:Papel couché fosco 250 g/m²Impressão 4x0 cores (frente colorida, verso branco)Laminação fosca + verniz localizado no títuloLombada quadrada colada (encadernação tipo brochura PUR)Acabamento:Refile trilateralEncolagem e prensagem profissionalEmbalagem individual plástica (shrink) Simpósio Corpo em Proposição: Arte, Cuidado e Presença1º Dia - Quinta - feira 14hs - Abertura (30min)Gregório Soares CAL (DF) Grupo Analgesia (DF)Yana Tamayo - curadoria (DF)Lua Cavalcante (A Pilastra) - Educativo, inclusão, acessibilidade (DF)15:30h - 16:30h - Oficina Linhas da Resistência Coffe break17hs - Mediadora Isadora Jochims (60min)- Tania Alice (UNIRIO) - Poéticas do cuidado (15 min)- EDA - Encontro de Artes Alessandra (15 min)- Rodrigo Munhoz (SP) (15min)2º Dia - Sexta-feira 14hs - Mediadora Yana Tamayo (DF) - Elisa Castro - arte clínica (RJ) - (15 min)- Emerson Dionísio (DF) POLÍTICAS DA DIFERENÇA - COLABORAÇÕES, COOPERAÇÕES E ALTERIDADES NA ARTE (15min)- Raphael Escobar (SP) - (15min)Oficina 15:30h - 16:30hPaulestinos, Lambes (SP) No Setor (DF)17hs - Mediação Sara Carvalho (DF)- Marília Panitz (DF/curadoria Rivotrio)- Thiago Petra - Rivotrio/ Inverso (DF)- Instituto Barba na rua (DF) 3º Dia - Sábado 10hs - Mediação Maria Iracema Gonzales - Suyan de Mattos - etarismo e criação de circuitos alternativos (DF) (15min)- Cosette - Coletivo Filhas da Mãe (DF) (15min)- Marta Mencarini - arte maternagem (DF) (15min) 11:30hs Ação artística - Rodrigo Munhoz (SP) (15min)15hs - Mediação Isadora Jochims e Helenice Vespasiano- Fabiola Andreza Simoni santos - Centro Cultural Ministério da Saúde (RJ)- Nísia Trindade - Exposição Vida Reinventada sobre a Pandemia COVID 19 (RJ)- Secretaria de cidadania e diversidade cultural - Ministério da Cultura - Coletivo Borda Luta (DF) (ação artística)16:30hs - Encerramento - Cia. Teatral Atravesse a Porta (DF) Maluco Voador (DF) e Bloco Rivotrio (DF)
As atividades do projeto serão realizadas na Casa da Cultura da América Latina (CAL/UnB), espaço público que dispõe de infraestrutura acessível, incluindo elevador e banheiros adaptados. Durante a montagem da exposição e das ações públicas, serão adotadas adaptações espaciais que garantam a circulação segura e o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, incluindo adequação da altura de obras e mobiliários expográficos. Nas atividades formativas e no simpósio, o projeto prevê apoio logístico para recepção de pessoas com deficiência, com cadeiras reservadas, rota acessível e equipe orientada para atendimento inclusivo e com treinamento em mediação sensorial. Também contará com recursos voltados para deficientes visuais ou com baixa visão, como: Audiodescrição das obras e do espaço expositivo, disponível no catálogo digital e por meio de QR Codes nas salas da exposição; Material educativo acessível, com versão em áudio e arquivo compatível com leitores de tela, permitindo o acesso aos conteúdos de formação e mediação; Sinalização da galeria tátil e informações em braille nos espaços expositivos e áreas de circulação, indicando percurso acessível e informações básicas da mostra. Além disso, serão aplicadas como medidas comunicacionais: Tradução em Libras: presença de intérprete de Libras nas atividades coletivas, como abertura da exposição, simpósio e rodas de conversa, assegurando o acesso de pessoas surdas e com deficiência auditiva. Audiodescrição: elaboração de roteiros e gravações com descrição sonora das obras e do espaço expositivo, disponibilizados no catálogo digital da exposição e em QR Codes acessíveis. Legendagem em português: todos os vídeos e registros audiovisuais produzidos no âmbito do projeto terão legendas descritivas, ampliando a compreensão para diferentes públicos. Linguagem simples e inclusiva: o material educativo e os textos curatoriais serão redigidos em linguagem clara e acessível, promovendo a compreensão por pessoas com diferentes níveis de letramento e por público neurodiverso.
Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do Artigo 29 da IN MINC nº 11/2024. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso III no Artigo 30 da IN MINC nº 11/2024, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
A Pilastra Produção A Pilastra Produtora é um braço da plataforma cultural A Pilastra, dedicada à gestão, produção executiva e realização de projetos nas áreas de artes visuais, música, teatro e formação cultural. Com atuação em rede, desenvolve produções que integram arte, educação e território, promovendo ações em parceria com instituições públicas e privadas. A produtora já realizou projetos em espaços como o Museu Nacional da República, Caixa Cultural Brasília, CCBB Brasília, SESI Lab e Museu de Arte de Brasília, consolidando-se como referência em produção cultural independente e colaborativa no Distrito Federal. Yana Tamayo Curadora[Brasília, 1978] é artista visual, curadora e pesquisadora. É sócia-fundadora da Nave, espaço autônomo de arte onde desenvolveu projetos de pesquisae formação em arte, curadoria e execução de exposições [2015-2019]. Doutora emArte na linha de pesquisa Poéticas Contemporâneas pela Universidade de Brasília -UnB [2015], é mestre pela mesma instituição e linha de pesquisa [2009] e especialistapela Universidad Complutense de Madrid [2006] com o Máster Teoría y Práctica enArtes Plásticas Contemporáneas. Graduou-se em Artes Plásticas pela Escola de BelasArtes da UFMG [2003]. Desenvolveu suas pesquisas de mestrado e doutorado comoartista-pesquisadora e, desde 2010, sua prática como artista se associa às práticaseducativas e curatoriais ao pensar diferentes plataformas de diálogo entre arte eesfera pública. Em sua tese de doutorado, intitulada Paisagem Cambiante – Ensaiopara um balé das coisas, investigou a materialidade presente na arte contemporâneae sua relação com um persistente imaginário de ruínas. Coordenou, sob gestão doJA.CA – Centro de Arte e Tecnologia, o Programa CCBB Educativo – Arte e Educaçãono CCBB Brasília [2018-2020] realizando a programação, gestão local do projeto,coordenação de equipe e relação institucional. Entre suas curadorias,acompanhamentos críticos e textos recentes estão as exposições Teologia Natural, deAlina Duchrow, apresentada na Galeria Antônio Sibasolly, Anápolis, Goiás, da qualrealizou a curadoria e texto [2024], texto crítico para a exposição ImagensPreenchedoras, de Desirée Feldmann na Galeria Luis Maluf, São Paulo [2024],acompanhamento, curadoria e texto crítico de Geometrias cadentes, de Fred Lamego,na Referência Galeria de Arte, Brasília [2023], acompanhamento e textos para asexposições Teologia Natural, de Alina Duchrow, e UM, exposição de Alina Duchrow eZiad Naitaddi, realizadas no Le Cube – Independent Art Room, em Rabat, Marrocos[2022], curadoria e texto crítico da exposição de Bárbara Paz na Alfinete Galeria,Brasília [2022], curadoria e texto crítico da exposição individual Cecília Lima no MuseuNacional da República, Brasília [2021], curadoria e texto da exposição coletiva Rumor,na Caixa Cultural Brasília [2020] e a exposição Ahora o Nunca, da qual integrou o júride seleção de residência internacional e equipe curatorial de SACO 09 Festival de ArteContemporáneo, realizado em Antofagasta, Chile [2020]. Desde 2020 atua comodocente no programa formativo internacional Diplomado Microcuradurías:Curadurías desde la marginalidad, organizado pela Corporación Cultural SACO,Antofagasta, Chile. Vive e trabalha em Brasília. Grupo Analgesia (Artistas) é um coletivo de experiências em arte e saúde formado por mulheres usuárias do SUS com dores crônicas, artistas e profissionais da saúde que se encontraram nos itinerários terapêuticos do Hospital Universitário de Brasília. Suas ações combinam arte contemporânea, medicina narrativa e práticas relacionais, produzindo processos de criação e cuidado compartilhado. Por meio de bordados, performances e intervenções poéticas, o grupo investiga o corpo, o adoecimento e a escuta como espaços de transformação e resistência.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.