Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2514217Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Piri Rap 16a. edição

GUAIMBE ESPACOE MOVIMENTO CRIATIVO
Solicitado
R$ 824,4 mil
Aprovado
R$ 824,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
GO
Município
Pirenópolis
Início
2025-12-01
Término
2028-12-01
Locais de realização (1)
Pirenópolis Goiás

Resumo

A 16ª edição do Festival Piri Rap propõe uma semana de programação 100% gratuita voltada à cultura Hip Hop, 7 dias de segunda-feira a domingo, reunindo performances de música, grafite e dança. Serão 4 dias de oficinas de iniciação e aprimoramento (de segunda a quinta) e 3 dias de shows e performances (de sexta-feira a domingo). O evento contempla as linguagens do movimento: rap (MCs, DJs e batalhas), performances ao vivo de grafiti e dança e ainda formação artística e transmissão de conhecimento direcionados à juventude periférica e à valorização da identidade afro-brasileira.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA – FESTIVAL PIRI RAPClassificação indicativa: LivreO Festival Piri Rap, em sua 16ª edição, é um evento que reúne música, dança, arte visual e literatura oral em sete dias de programação gratuita e aberta ao público. Realizado em espaço público no Bairro do Bonfim, em Pirenópolis (GO), o festival promove formação, difusão e cidadania cultural, valorizando o Hip Hop como linguagem artística, educativa e de resistência.PRODUTO PRINCIPAL – FESTIVAL PIRI RAP (EVENTO)O Festival será realizado em espaço público aberto, com estrutura para receber até 5 mil pessoas por dia, e contará com 3 dias de shows, batalhas e performances de dança e grafite. O evento apresenta os elementos do Hip Hop — RAP (MC), DJ, dança e grafite — em uma celebração da arte e da cultura afro-brasileira e periférica, com foco no contexto histórico e social local. O festival é também um espaço de formação e intercâmbio, com oficinas, painéis e apresentações de artistas locais e nacionais.SHOWS E APRESENTAÇÕES MUSICAIS (RAP / DJ)As apresentações musicais reúnem MCs, DJs e grupos de rap regionais e representantes nacionais, com curadoria voltada à diversidade de gênero, geração e território. A programação mistura novos talentos e artistas consagrados, todos engajados em seus contextos comunitários e representatividade social, promovendo o encontro entre estilos e vertentes do rap contemporâneo.Durante o evento, DJs convidados realizarão intervenções sonoras e mixagens ao vivo, criando o ambiente musical característico das festas de rua e batalhas. As performances exploram flow, métrica, improviso, poética e discurso social, fortalecendo o rap como expressão artística e literária popular. Classificação indicativa: Livre.BATALHAS DE RIMA E FREESTYLEAs batalhas de rima serão um dos momentos centrais do festival, promovendo oralidade, improvisação e criação poética instantânea. As competições terão inscrições abertas e gratuitas, com três categorias: Infantil, Artistas Locais e Artistas Nacionais. A metodologia segue o formato clássico das batalhas de MCs, com disputas em chaves eliminatórias, jurados técnicos especializados e critérios objetivos de avaliação (rima, métrica, flow, coerência temática, improviso e presença de palco). Haverá premiação em dinheiro e reconhecimento artístico, estimulando o aperfeiçoamento técnico e poético dos participantes. Classificação indicativa: Livre.OFICINAS DE INICIAÇÃO (ESCOLAS PÚBLICAS)As oficinas de iniciação serão realizadas em escolas públicas de Pirenópolis, voltadas a alunos do ensino fundamental e médio. O conteúdo introduz os jovens ao universo da literatura urbana, da poesia rimada e da rima popular como expressão artística e forma de leitura crítica do mundo. Com uma abordagem lúdica e educativa, as oficinas exploram os elementos da poética do rap — ritmo, sonoridade, identidade, palavra falada e escrita criativa —, estimulando o desenvolvimento da autoralidade, autoestima e consciência social dos estudantes. Classificação indicativa: Livre.OFICINAS DE APERFEIÇOAMENTO (ABERTAS AO PÚBLICO)Voltadas a artistas, professores, educadores e público em geral, as oficinas de aperfeiçoamento serão oferecidas gratuitamente, com 30 vagas por oficina e cotas preferenciais: 10% para professores e educadores, 10% para mulheres, 20% para pessoas negras e indígenas, e 10% para pessoas com deficiência. As oficinas aprofundam os quatro elementos do Hip Hop:Rap (MC) – Técnicas de flow, dicção, ritmo e escrita poética; estudo de métricas, rimas, temas sociais e composição autoral;Música (DJ e Beatmaker) – História do DJ e da produção musical no Hip Hop; introdução à produção eletrônica, mixagem, sample, ritmo e batidas;Dança (Break Dance) – Oficina prática de danças urbanas, abordando fundamentos do breaking, musicalidade corporal, improvisação e coreografia;Grafite (Artes Visuais Urbanas) – Oficina de artes visuais contemporâneas, abordando técnicas de spray, stencil, pintura mural, composição e temáticas ligadas ao território e à identidade local.Essas oficinas fortalecem o papel do festival como plataforma de formação e intercâmbio artístico, ampliando o acesso à cultura e à profissionalização nas artes urbanas. Classificação indicativa: Livre.AÇÕES DE GRAFITE E MURALISMO AO VIVODurante os 3 dias principais do festival, artistas visuais convidados realizarão intervenções ao vivo em painéis e muros do Bairro do Bonfim, integrando o público à criação artística. As obras terão temáticas ligadas à identidade local, ancestralidade, território e juventude. As ações promovem o diálogo entre arte contemporânea e cultura popular, consolidando o grafite como expressão legítima da arte urbana e meio de transformação do espaço público. Classificação indicativa: Livre.PERFORMANCES DE DANÇA (BREAK DANCE)Grupos e dançarinos convidados apresentarão performances de break dance e danças urbanas, com repertórios autorais e coreografias inspiradas nas tradições do breaking, popping e locking. As apresentações celebram a dança como expressão corporal da cultura Hip Hop, combinando força, ritmo e improvisação. Essas performances fortalecem a integração entre música, corpo e identidade, ampliando a experiência estética e comunitária do festival. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo geralConsolidar o Festival Piri Rap como espaço de formação, diálogo e valorização da cultura afro-brasileira e periférica, reconhecendo o Hip Hop como manifestação artística democrática e instrumento de transformação social, educação e cidadania. O projeto visa promover inclusão e acessibilidade, com atividades totalmente gratuitas e tradução em Libras, fortalecer a sustentabilidade ambiental por meio da gestão responsável de resíduos e da comunicação educativa, valorizar a produção cultural regional e estimular a economia criativa local. Busca, ainda, contribuir para a formação cidadã, a equidade racial e de gênero, e o fortalecimento das identidades culturais do território goiano e de suas comunidades periféricas.Objetivos Específicos1. Realizar a 16ª edição do Festival Piri Rap com sete dias de duração, sendo cinco dias de oficinas formativas e três dias de shows e performances de dança e grafite.2. Promover apresentações musicais de MCs, DJs e grupos de rap, com curadoria voltada à diversidade de gênero e à representatividade regional.3. Realizar batalhas de rima e freestyle, valorizando a oralidade, a improvisação e a criatividade como linguagens artísticas e instrumentos de inclusão e expressão social. As batalhas terão caráter formativo e competitivo, com premiação, critérios técnicos e participação aberta ao público.4. Oferecer oficinas de introdução e aperfeiçoamento nas linguagens do rap, grafite e break dance, atendendo prioritariamente jovens de comunidades periféricas e em situação de vulnerabilidade social.

Justificativa

O Festival Piri Rap, em sua 16ª edição, propõe a continuidade de um trabalho de relevância cultural e social iniciado em 2007, dedicado à valorização do movimento Hip Hop e de suas expressões — RAP, DJ, break dance e grafite — como linguagens legítimas da cultura brasileira contemporânea. O evento é gratuito e aberto ao público, promovendo o acesso democrático à arte, à formação cultural e ao fortalecimento das identidades afro-brasileiras e periféricas, em consonância com os objetivos da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet).Enquadramento LegalO projeto se enquadra nos incisos I (c), II (e) e IV (a) do Art. 3º da Lei Rouanet, atendendo simultaneamente aos seguintes objetivos:Art. 3º, I (c) _ Incentivo à formação artística e cultural, por meio da realização de oficinas de introdução e aperfeiçoamento nas linguagens do rap, DJ, grafite e break dance, destinadas à formação e qualificação de jovens, artistas e educadores locais.Art. 3º, II (e) _ Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de um festival de arte e cultura urbana, que integra apresentações musicais, batalhas de rima, performances de dança e intervenções visuais públicas.Art. 3º, IV (a) _ Estímulo ao conhecimento e valorização dos bens e valores culturais, garantindo o acesso gratuito às atividades formativas e artísticas, com programação aberta a toda a comunidade.Esses objetivos cumprem, também, as finalidades do Art. 1º da lei, que orienta a democratização do acesso, a valorização da diversidade cultural brasileira, o respeito às identidades locais e o fomento à cidadania cultural.Necessidade do Mecanismo de IncentivoO uso do mecanismo de incentivo fiscal é essencial devido ao caráter não comercial do projeto. O festival depende do apoio de empresas e pessoas físicas via Lei Rouanet para garantir gratuidade integral, qualidade técnica, acessibilidade universal e continuidade de suas ações formativas. Sem esse mecanismo, seria inviável oferecer a mesma abrangência e impacto social, especialmente por se tratar de um evento voltado a públicos periféricos e juventudes vulnerabilizadas.Contexto Sociocultural e TerritorialEm Pirenópolis (GO), o Hip Hop constitui uma forma de resistência cultural e de expressão coletiva de comunidades historicamente marginalizadas. A cidade, com quase 300 anos de fundação e origem escravocrata, passou por intensos processos de racialização, gentrificação e apagamento cultural de sua população negra, sertaneja e indígena.O festival se realiza no Bairro do Bonfim, território simbólico e de forte identidade popular, onde vivem cerca de 10 mil pessoas — a maioria oriunda da zona rural, descendentes de afro-brasileiros e indígenas. É o bairro mais populoso do município (que tem cerca de 30 mil habitantes) e o principal espaço de manifestação do Hip Hop local. Nesse contexto, o Piri Rap atua como instrumento de reconhecimento, protagonismo e valorização cultural dessa comunidade, fortalecendo laços de pertencimento e reconstruindo memórias apagadas.Relevância Cultural e EducativaO Hip Hop é reconhecido pela Unesco como movimento de educação, inclusão e cidadania, e já foi declarado patrimônio cultural imaterial por diversos estados e municípios brasileiros (como São Paulo, Distrito Federal, Espírito Santo, Paraíba e Goiânia). Em Pirenópolis, a sua prática representa continuidade das tradições populares de oralidade, ritmo, improviso e convivência comunitária.O Festival Piri Rap atua, assim, como plataforma de formação e difusão artística, gerando oportunidades de aprendizagem, visibilidade e trabalho para artistas, jovens e educadores locais. Ao integrar música, dança, arte visual e cidadania, o evento estimula o pensamento crítico, o protagonismo juvenil e o intercâmbio cultural, ampliando o acesso à arte e fortalecendo a economia criativa da região.Contribuição aos Objetivos da Lei RouanetA proposta cumpre, de forma clara, os propósitos do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao:Promover o acesso democrático aos bens culturais e à participação cidadã;Preservar e difundir manifestações afro-brasileiras, periféricas e populares, como parte do patrimônio imaterial nacional;Estimular a formação e o aperfeiçoamento de agentes culturais locais;Fomentar a economia criativa e a sustentabilidade cultural, mobilizando artistas, técnicos e empreendedores da região.ConclusãoO enquadramento do Festival Piri Rap no Art. 18 da Lei Rouanet é plenamente justificado, por se tratar de um evento de relevante interesse público, gratuito, formativo e inclusivo, que contribui para a valorização das expressões artísticas populares e contemporâneas. O projeto reforça a missão da política cultural brasileira ao promover igualdade de acesso, diversidade cultural e transformação social por meio da arte — consolidando o Hip Hop como ferramenta de cidadania, educação e identidade territorial.

Estratégia de execução

1. Comunicação e Divulgação A comunicação do Festival Piri Rap será estruturada para garantir ampla visibilidade nacional e regional, com ações integradas de mídia espontânea e paga. Serão utilizadas as redes sociais oficiais do projeto e de seus parceiros, com produção de conteúdo contínuo antes, durante e após o evento, além de assessoria de imprensa especializada para divulgação em veículos locais e nacionais. Os artistas e oficineiros convidados atuarão como embaixadores do evento, promovendo o festival em suas próprias redes e localidades, ampliando o alcance orgânico da comunicação. Na região de realização serão empregadas mídias convencionais como cartazes, rádio e TV locais, assegurando difusão territorial. As ações de acessibilidade durante o evento serão amplamente informadas e divulgadas, e todas as peças de comunicação seguirão padrões acessíveis, com legendas, audiodescrição e linguagem inclusiva, garantindo acesso pleno a pessoas com deficiência (PcD). 2. Registro e Difusão Audiovisual O Festival Piri Rap contará com registro audiovisual amplo de todas as atividades, com custos de captação e registro já previstos na planilha orçamentária. A edição e finalização do material audiovisual integrarão os custos vinculados à comunicação e à acessibilidade, garantindo a produção de conteúdos acessíveis e de livre acesso. Os registros serão disponibilizados gratuitamente nos canais digitais oficiais do evento e de seus parceiros, assegurando ampla difusão pública, transparência e valorização da produção cultural, com alcance estendido a públicos de todas as regiões. 3. Segurança Jurídica e Regularidade Tributária Com o objetivo de assegurar a correta execução normativa e a regularidade jurídica e fiscal do projeto, serão contratadas consultoria jurídica, assessoria tributária e assessoria técnica especializada. Esses serviços estão previstos nos custos vinculados à administração e visam garantir conformidade integral com a legislação vigente, especialmente as normas da Lei Rouanet e demais dispositivos legais aplicáveis à execução, contratação e prestação de contas do projeto. 4. Acessibilidade O Festival Piri Rap garantirá acessibilidade plena às pessoas com deficiência (PcD), incluindo pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Serão adotadas medidas de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, como rampas de acesso, sinalização adequada, espaços reservados, atendimento prioritário, tradução em Libras, legendagem, audiodescrição e linguagem inclusiva nas peças de comunicação. Todas as ações e adaptações de acessibilidade terão seus custos devidamente previstos e incluídos nos custos vinculados de acessibilidade da planilha orçamentária do projeto. 5. Sustentabilidade e Meio Ambiente O Festival Piri Rap integrará práticas sustentáveis em todas as etapas de realização, priorizando a redução de impactos ambientais e a conscientização ecológica do público. Serão implementadas ações como coleta seletiva, destinação correta de resíduos orgânicos e recicláveis, eliminação de plásticos descartáveis, uso racional de água e energia, e oferta gratuita de água potável para o público. O evento contará ainda com a participação de brigadas e organizações ambientais locais, promovendo atividades educativas e arrecadação de doações para projetos socioambientais. Parte dessas ações será realizada sem custo adicional, em parceria com iniciativas locais, enquanto os custos previstos para infraestrutura sustentável e comunicação ambiental estão incluídos na planilha orçamentária do projeto.6. Os recolhimentos de taxas, impostos, licenças e previdencia social serão todos efetivados pelo proponente com verbas inclusas no custo vinculado de administraçao.7. Custos da etapa de pós produção.Os itens serão inseridos nas planilhas de custos vinculados: adiministração e comunicação. Itens:Pagamentos finais de fornecedores, prestadores e artistas. ( administração do proponente)Compilação e organização de toda a documentação comprobatória de execução. ( administração do proponente)Edição e entrega do relatório fotográfico e audiovisual. (cominicação e acessibilidade)Fechamento de clipping de mídia e relatório de divulgação. ( comunicação e acessibilidade)Elaboração dos relatórios técnico, de cumprimento de objeto e financeiro. ( administração do proponente)Envio da prestação de contas ao MinC/SALIC e patrocinadores. ( administração do proponente)Avaliação final com a equipe de produção e sistematização de aprendizados para a próxima edição. ( administração do proponente)

Especificação técnica

FESTIVAL PIRI RAP Duração: 7 dias consecutivos. Local: espaço público aberto no Bairro do Bonfim. Público estimado: até 5.000 pessoas/dia. Infraestrutura: palco principal, som, luz, painéis de LED, área de grafite e muralismo, camarins, banheiros, praça de alimentação, área infantil, pontos de água potável, coleta seletiva, posto médico, segurança, limpeza e brigadistas. SHOWS E APRESENTAÇÕES MUSICAIS (RAP/DJ) Formato: presencial, 14 shows distribuidos nos 3 dias de evento, sendo 5 na seta-feira, 5 no sábado e 4 no domigo) com MCs+instrumentistas+DJs (6 grupos locais, 6 regionais, 1 nacionais) e 3 sets de DJs. Duração média: 40 a 60 min cada apresentação. Conteúdo: repertório autoral com ênfase em diversidade de gênero, raça e geração; letras sobre território, identidade e contemporaneidade. Linguagem: rap, hip hop e brasilidades. Curadoria: diversidade e representatividade social. BATALHAS DE RIMA E FREESTYLE Formato: competição artística e performática. Categorias: Infantil, Artistas Locais e Nacionais. Inscrições: abertas e gratuitas via edital e formulário online/presencial. Metodologia: disputas em chaves eliminatórias (duplas de MCs) avaliadas por jurados técnicos da Liga Goiana/Distrital ou Nacional de MCs. Critérios: rima, métrica, flow, improviso, coerência e presença de palco. Premiação: Infantil R$ 200,00 para todos os participantes inscritos até o limite de 16 participantes, por ordem de inscrição; Locais R$7.000 1. lugar/ R$3.500 2o. lugar; Nacionais R$10.000 1o. lugar / R$5.000 2o lugar. Duração: 2 dias (eliminatórias, semifinal e final). OFICINAS DE INICIAÇÃO (ESCOLAS PÚBLICAS) Formato: oficinas introdutórias de formação artística e literária para alunos da rede pública. Duração: 2h por turma, uma oficina pela manhã e outra à tarde, de segunda a quinta-feira, na semana anterior ao evento. Locais: escolas públicas parceiras. Objetivo: introduzir jovens à literatura urbana e poesia rimada como expressão artística, valorizando oralidade e identidade cultural. Conteúdo: poética do rap, ritmo e rima, leitura e escuta de letras, escrita criativa e improviso. Metodologia: atividades lúdicas com escuta musical, leitura coletiva, escrita e performance oral. Materiais: som, microfone, papel, canetas, projetor e playback. Instrutores: MCs, poetas e educadores com experiência comprovada. Público: alunos do fundamental e médio. Resultados: estímulo à leitura, escrita criativa e autoestima. OFICINAS DE APERFEIÇOAMENTO Realizadas na semana anterior aos shows, de segunda a quinta, 19h–22h, no Ponto de Cultura do Bonfim. Duração: 3h com intervalo de 30 min e lanche. 30 vagas/curso com cotas: 10% professores, 10% mulheres, 20% negros/indígenas, 10% PcD. Metodologia: aulas teórico-práticas com prática orientada e criação coletiva. Seleção: inscrições gratuitas por ordem de chegada. Oficina RAP (MC) Objetivo: aprimorar técnicas de flow, métrica e performance. Conteúdo: estrutura de rima, tempo, respiração, improviso e composição autoral. Metodologia: análise de letras, escrita rimada, leitura e improviso guiado. Materiais: microfone, som, bloco de notas e projetor. Instrutores: MCs e produtores musicais com experiência didática. Oficina MÚSICA (DJ/Beatmaker) Objetivo: introduzir o uso de tecnologias de produção musical digital. Conteúdo: história do DJ e beatmaker, mixagem, scratch e arranjos digitais. Metodologia: aulas práticas com controladoras e softwares. Materiais: controladora, fones, notebook e caixas de som. Instrutores: DJs e beatmakers com currículo comprovado. Oficina DANÇA (Break Dance) Objetivo: desenvolver fundamentos da dança de rua. Conteúdo: breaking (top rock, footwork, freezes, power moves), improviso e coreografia. Metodologia: treino técnico, ritmo, improviso e roda final. Materiais: piso adequado, som e tapetes. Instrutores: dançarinos e coreógrafos experientes. Oficina GRAFITE (Artes Visuais Urbanas) Objetivo: aperfeiçoar técnicas e narrativas do muralismo. Conteúdo: história do grafite, spray, stencil, composição e cor. Metodologia: aula teórica, esboço e pintura coletiva em muro autorizado. Materiais: sprays, tintas, rolos, pincéis, EPIs e projetor. Instrutores: grafiteiros com experiência e didática comprovada. AÇÕES DE GRAFITE E MURALISMO AO VIVO Formato: intervenções artísticas em painéis e muros do Bonfim, durante o evento musical. Materiais: sprays, tintas, rolos, andaimes e EPIs. Artistas: regionais e nacionais. Temas: identidade local, ancestralidade, território e juventude. PERFORMANCES DE DANÇA (BREAK DANCE) Formato: apresentações e batalhas coreográficas (breaking, popping, locking). Participantes: coletivos e artistas regionais e convidados nacionais. Duração: 15–30 min por grupo. Estrutura: palco, piso adequado, som e luz. Conteúdo: repertórios autorais e improvisos sobre corpo e identidade. DIVERSIDADE: Em todas as atividades haverá pluralidade de gênero, corpo, etnia, raça e sexualidade. Classificação geral: Livre.

Acessibilidade

MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PIRIRAPPARA TODOS OS PRODUTOSACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICOTodas as medidas de acessibilidade serão realizadas conforme o Art. 42 da Lei nº 13.146/2015 e a norma NBR 9050 atualizada, garantindo a adequação arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação acessível, de modo a assegurar a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as etapas do projeto, conforme as exigências legais e as necessidades específicas de cada público.As apresentações de música e arte ocorrerão em áreas abertas, adaptadas para garantir a acessibilidade arquitetônica e as oficinas acontecerão em locais previamente adequados ou adaptados para os eventos.- Banheiros acessíveis para PcD.- Rampas para garantir acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldades de mobilidade.- Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida.- Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual.- Stand de Acessibilidade, para apoio a pessoas com necessidades específicas e disponibilização de profissionais da equipe que poderão acompanhá-las e auxiliá-las em todas as atividades.ACESSIBILIDADE NO CONTEÚDOPara PcD Auditiva:Intérprete de Libras presente em todas as ações do festival.Para PcD Intelectual/ Autistas/ Congêneres:Monitores treinados para auxiliar o público com tais necessidades, oferecendo apoio conforme necessário durante as ações do festival.Para PcD Visual:Audiodescrição dos conteúdos expositivos e visuais das oficinas e ações de grafite e arte visual através de monitores capacitados para atendimento individual ou em grupoDAS MEDIDAS DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEISTodas as informações sobre o projeto, incluindo detalhes sobre a acessibilidade, serão divulgadas de maneira acessível através de canais como Instagram, Facebook, TIK TOK e site oficial. A divulgação incluirá:- Imagens com descrição textual (para deficientes visuais).- Textos em formato acessível (como fontes ampliadas e com alto contraste) para pessoas com deficiências intelectuais e congêneres.- Vídeos com legendas e janela de Libras para deficientes auditivos.INCLUSÃO DE AÇÕES DE ACESSIBILIDADE NO PLANO DE COMUNICAÇÃOA divulgação da acessibilidade (como audiodescrição, intérprete de Libras e outros recursos) será realizada nos canais oficiais do projeto, com informações claras sobre como o público pode acessar esses recursos.Item na planilha: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO FESTIVAL PIRI RAP O Festival Piri Rap foi estruturado integralmente em conformidade com o Art. 46 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, adotando medidas concretas de democratização do acesso aos bens e serviços culturais, com ênfase na gratuidade, inclusão, acessibilidade e territorialização da cultura.1. Acesso gratuito e universalTodo o evento será gratuito ao público, sem cobrança de ingressos, taxas ou inscrições. A programação inclui shows, performances de dança, batalhas de rima, oficinas formativas, ações de grafite e muralismo ao vivo, todas abertas à comunidade. As atividades ocorrerão em espaço público e de livre circulação, no Bairro do Bonfim, em Pirenópolis (GO) — território de forte identidade popular e periférica — com capacidade para até 5 mil pessoas por dia. A escolha do local reforça o princípio da democratização territorial (Art. 46, VII), levando cultura, lazer e oportunidades artísticas a uma região historicamente vulnerabilizada.2. Oficinas formativas e inclusão socialO festival promoverá duas modalidades de oficinas gratuitas, em consonância com os incisos I, II e VI do Art. 46:- Oficinas de iniciação: realizadas em escolas públicas de Pirenópolis, voltadas a alunos do ensino fundamental II (do 6o. ao 9o. ano) e ensino médio. As atividades introduzirão os elementos do Hip Hop como instrumentos de educação, expressão e cidadania.- Oficinas de aperfeiçoamento: abertas ao público em geral, com 30 vagas por oficina. Para garantir diversidade e inclusão, serão reservadas cotas preferenciais de participação:- 10% das vagas para professores e educadores;- 10% das vagas para mulheres;- 20% das vagas para pessoas negras e indígenas;- 10% das vagas para pessoas com deficiência (PcD).Essas ações asseguram equidade de acesso, estimulam a participação de grupos historicamente sub-representados e fortalecem o papel formativo do festival.3. Batalhas de rima – metodologia, participação e premiaçãoAs batalhas de rima simbolizam o núcleo de fruição e reconhecimento artístico do movimento Hip Hop. As inscrições serão gratuitas e abertas ao público em geral, mediante formulário on-line e cadastro presencial nos dias do evento. As disputas seguirão o formato de chaves eliminatórias, divididas em três categorias:-Infantil -Artistas Locais-Artistas NacionaisA curadoria técnica será responsável pela escolha dos jurados, que serão profissionais reconhecidos da cena Hip Hop e integrantes da liga goiana e nacional de MCs. A avaliação seguirá critérios objetivos e transparentes (rima, improviso, métrica, coerência temática, criatividade e performance). Os vencedores receberão premiações financeiras relevantes, compatíveis com o porte do festival, destinadas a incentivar o aprimoramento artístico, o desenvolvimento profissional e a continuidade das carreiras autorais. Esse modelo de competição com base em mérito artístico reforça o caráter educativo, inclusivo e formativo da proposta.4. Acessibilidade e participação plenaTodas as atividades do festival terão acessibilidade física e comunicacional, com tradução em Libras nas apresentações de palco, sinalização adequada e estrutura adaptada para PcD. Essas ações cumprem o inciso VI do Art. 46, garantindo fruição cultural plena e sem barreiras. Além disso, o caráter gratuito e comunitário do evento amplia o alcance a públicos de baixa renda e territórios periféricos, assegurando diversidade e participação equitativa.5. Distribuição, comunicação e acesso ampliadoA programação completa será amplamente divulgada em mídias locais, regionais e digitais, garantindo transparência e ampla participação. Os registros audiovisuais das oficinas, batalhas, shows e grafites serão disponibilizados gratuitamente em plataformas on-line, ampliando o acesso ao conteúdo e garantindo memória cultural e legado educativo.SínteseO Festival Piri Rap cumpre integralmente as diretrizes do Art. 46 da IN MinC nº 23/2025, promovendo acesso gratuito, inclusivo e descentralizado à arte e à formação cultural. Com atividades em espaço público, oficinas educativas com cotas preferenciais, batalhas de rima com metodologia transparente e premiação relevante, o projeto assegura o direito à fruição cultural, fortalece a diversidade e a cidadania, e consolida Pirenópolis como polo de acesso democrático à cultura urbana no interior do Brasil.

Ficha técnica

1) COORDENAÇÃO GERAL - DIRIGENTE DA ONG PROPONENTE DO PROJETOADRIANA PEDROSO PREGNOLATTO (Daraína Pregnolatto)A trajetória de Daraína tem início em SP, a partir do convívio com a mestra húngara e introdutora do método Laban no Brasil, Maria Duschenes, de 1978 a 1991, com a qual se formou em dança educativa e arte do movimento, implantando programas de dança /arte do movimento nas bibliotecas públicas da Grande São Paulo.Nessa mesma época iniciou sua formação nas artes e práticas chinesas com o Mestre Liu Pai Lin e um pouco mais tarde, entrou em contato com as danças populares brasileiras por meio das aulas do Mestre Tião Carvalho. Ao seu lado e de outros brincantes, fundaram o Grupo Cupuaçu de danças populares brasileiras e, inspirada por essas danças e pelo contato com as comunidades e manifestações tradicionais populares, mudou-se para São Luís MA, em 1992. Passou, então, a conviver diariamente com mestres e mestras da tradição oral, integrando-se a comunidades locais e vivenciando a cultura de forma integral, incorporando um significativo repertório de brincadeiras de tradição oral e se comprometendo com a continuidade destes saberes.A partir de 1995, quando se mudou para Pirenópolis GO, é diretora geral da Guaimbê – Espaço e Movimento Criativo, ONG. A Guaimbê faz parte da Rede Nacional de Pontos de Cultura e Memória Rurais e da Rede de Pontos de Cultura de Goiás. Desde 2003 Daraína coordena o Ponto e Pontinho de Cultura, Leitura, Estória, Valor, Mídia Livre, Cultura Digital, Memória e Saúde Quintal da Aldeia, sede da entidade em Pirenópolis GO, que se configura como um centro comunitário de renovação pedagógica e revitalização dos fazeres e saberes locais.2) COORDENAÇÃO ARTÍSTICA / CURADORIA MUSICALRAWSTON BARBOSA DA VEIGA/MURCEGO MCNegro, 2ª grau completo /Pirenópolis GO, Mc Murcego (Murcegão), é rapper, educador popular, designer gráfico e atua em projetos sociais há quase 20 anos.Atua no Ponto de Cultura Quintal da Aldeia desde sua fundação, fomentando a Cultura Hip Hop na comunidade do Bonfim, é criador e produtor do PIRI RAP - Seminário de Cultura Hip Hop, realizado desde 2007 na cidade de Pirenópolis GO, onde desempenha um importante papel no trabalho de conscientização da juventude, principalmente no Alto do Bonfim. Tal trabalho teve início em 2003 quando Murcegão, jovem morador do bairro do Bonfim e protagonista do Movimento Hip Hop local, propôs aos coordenadores do Quintal da Aldeia a atividade de Dança de Rua, junto com seus companheiros que compunham na época o grupo Hematita.A partir da capacitação realizada pelo Ponto de Cultura Atitude Jovem de Ceilândia DF, Murcegão fundou o Grupo “Mensageiros do Rap” que se tornou referência para os novos grupos que nasciam na cidade. Como educador comunitário do Quintal da Aldeia, difunde o Hip Hop junto às escolas da rede pública em diálogo com a tradição oral, trabalho este que reconta a trajetória de exploração sofrida pelo povo pobre do bairro, história que não se encontra nos livros ditos ”oficiais” da história de Pirenópolis. Murcego já se apresentou em inúmeros estados do país, como Pernambuco, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Mato Grosso, Bahia e Rio de Janeiro, participando do maior festival de Hip Hop da América Latina - Hutuz, ao lado do grupo Aborígine.Foi contemplado no Prêmio Preto Ghoez de Hip Hop na categoria Escola de Rua, promovido em 2010 pelo Ministério da Cultura e foi o primeiro músico da cidade a se apresentar no palco principal do “Canto da Primavera” maior evento musical do estado de Goiás, abrindo show para Gilberto Gil e Emicida3) COORDENADOR DE PROJETO BATALHAS DE RIMA, COORDENADOR PEDAGÓGICO DAS OFICINAS DE INTRODUÇÃO E APERFEIÇOAMENTORAFAEL FÉLIX / SINGELO MCHomem preto periférico, é psicólogo especialista em Psicologia Social, mestre em Educação, educador popular e professor universitário.É Mestre de Cerimônia (MC), arte educador e militante do Movimento Hip Hop desde 2012. Integrou o Coletivo ArtSam (Arte Solidária, Autônoma e Militante), no qual promoveu saraus, cineclubes, espaços de formação e promoção de eventos nas Regiões Administrativas de Samambaia e Recanto das Emas, em articulação com diversos movimentos sociais. Atuou também em unidades de ensino e unidades socioeducativas.Participa assiduamente da cena de Batalhas de MC, sendo um multicampeão na arte do Freestyle (rimas de improviso).Já conduziu a cerimônia do Prêmio Hip Hop Zumbi, em 2013, evento a nível distrital que premia novos e velhos talentos da cena Hip Hop de Brasília.Foi Conselheiro de Cultura de Samambaia na gestão 2016-2019. Além do trânsito na cultura urbana, em 2017 escreveu um capítulo para a coletânea “Hip Hop em mim – vol. II” idealizada por Aborígene, importante liderança do Hip Hop no DF. Em 2021, Singelo colaborou em um capítulo no livro “Mamãe não me deixou cantar Rap... Resolvi escrever” do jornalista Gilberto Yoshinaga. 4) COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃOKarla Duarte Alves (1971) (DJ KARLA KARAJAZZ) Pirenópolis/GoGraduada em Direito pela Universidade Federal de Goiás (UFG) no ano de 1993. e Pós-Graduada em Relações Internacionais (Mercosul) pela U. Católica de Goiás (UCG) em 1994.Coordenadora Executiva e de Comunicação, empreendedora, idealizadora e produtora do Festival Ilumina, evento multicultural de grande porte, na Chapada dos Veadeiros, com 9 edições anuais já realizadas, desde 2013.DJ com pesquisa em brasilidades, produtora cultural, executiva de eventos e gerente de produção há mais de 20 anos, realizando inúmeros eventos de arte, cultura, música e gastronomia em Goiás (Goiânia, Cidade de Goiás, Chapada dos Veadeiros e Pirenópolis) e na Bahia (Chapada Diamantina e Ilha de Boipeba)5) PRODUTORA Agata de Melo Machado (1986)2o. Grau Completo, Curso profissionalizante em Condução de Visitantes.Produtora e Agente Cultural, com 20 anos de atuação em ONGs e Pontos de Cultura, produtora de eventos públicos e privados na Chapada dos Veadeiros e em Pirenópolis/Go.Experiências em Destaque: 1) Guaimbê – Espaço e Movimento Criativo, ONG em Pirenópolis GO — Produtora e Agente Cultural, 2025, Produtora de eventos e Monitora de Atividades Artísticas e Culturais2) Festival Ilumina, Alto Paraíso de Goiás/Go — atuou nas edições de 2022 e 2023 nas funções de SAC, Vendas Diretas e Assistente de Produção 3) Capim Estrela Produções, Cavalcante/Go — autônoma / MEI 2008 a 2024, atuante em Agenciamento de Hospedagens, Receptivo Turístico, Produção de Eventos Culturais e Gastronômicos, Assistência e Suporte Comercial a restaurantes4) Mostra de Cinema Etnográfico edições 2008 e 2009 - co-produção, Cavalcante/Go5) Associação Sócioeducativa Buritirana, Cavalcante/Go — Diretora Administrativa 2014 a 2016

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.