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O Festival Forró na Ilha é um projeto multicultural que celebra o forró pé de serra e as tradições nordestinas em Ilhabela-SP, promovendo integração entre cultura popular, turismo e economia criativa. Em três dias de programação, o evento reúne shows de grandes nomes do forró, apresentações de grupos locais, DJs, oficinas de dança, literatura de cordel, capoeira, maracatu, xilogravura, e circo, além de feiras de artesanato e gastronomia regional. Com ações de inclusão, acessibilidade e sustentabilidade, o festival fortalece a identidade cultural brasileira e amplia o acesso democrático às manifestações da cultura popular.
O Festival Forró na Ilha é uma celebração da cultura popular brasileira que reúne, em Ilhabela-SP, artistas, mestres e fazedores de cultura em torno do forró pé de serra e das tradições nordestinas. Em três dias de programação, o evento oferece uma experiência imersiva que integra música, dança, gastronomia, artesanato, oficinas formativas e ações educativas voltadas à valorização do patrimônio imaterial e à democratização do acesso à cultura.1. Espetáculos MusicaisA programação principal é composta por shows musicais de forró pé de serra, com trios tradicionais, sanfoneiros e bandas contemporâneas que representam a riqueza rítmica e poética do gênero. O palco principal recebe artistas consagrados e grupos locais, promovendo o encontro entre mestres e novas gerações. A curadoria privilegia a diversidade estética e geográfica do forró, abrangendo xote, baião, arrasta-pé, xaxado e influências urbanas que dialogam com o presente sem perder o vínculo com a tradição. Classificação indicativa: livre para todos os públicos.2. Oficinas Formativas As oficinas gratuitas, oferecidas como contrapartida social, compõem o eixo educativo do projeto. Serão ministradas por artistas e mestres da cultura popular, com inscrições abertas à comunidade e certificação de participação. As atividades previstas incluem:Dança de Forró – iniciação e ritmos tradicionais;Literatura de Cordel e Xilogravura – práticas de escrita, ilustração e impressão artesanal;Capoeira, Maracatu e Circo Popular – vivências corporais e rítmicas;Essas ações aproximam a comunidade dos processos criativos e formam novos multiplicadores culturais. Classificação indicativa: livre.
Objetivo Geral Promover a difusão e o fortalecimento da cultura popular brasileira por meio da realização do Festival Forró na Ilha, evento multicultural dedicado ao forró pé de serra e às expressões artísticas nordestinas, integrando cultura, turismo e economia criativa. O projeto visa gerar impacto sociocultural e econômico em Ilhabela-SP, fortalecendo identidades, ampliando o acesso à cultura e promovendo inclusão, diversidade e sustentabilidade.Objetivos EspecíficosRealizar três dias de programação cultural presencial em Ilhabela-SP, reunindo grandes nomes do forró pé de serra, artistas locais e regionais, em apresentações musicais que valorizam o patrimônio imaterial e fortalecem a cena da cultura popular.Oferecer oficinas formativas gratuitas como contrapartida social, voltadas a jovens, estudantes e comunidade local, nas áreas de dança, literatura de cordel, capoeira, maracatu, circo e xilogravura, contribuindo para a formação artística e a democratização do acesso à cultura.Promover a circulação e a visibilidade de artistas independentes, assegurando representatividade e intercâmbio entre gerações e territórios da cultura popular brasileira.Implantar medidas de acessibilidade física e comunicacional, em conformidade com o Anexo III da IN 23/2025, incluindo intérprete de Libras, audiodescrição, piso tátil e materiais de divulgação inclusivos.Realizar feiras de artesanato e gastronomia regional, integrando artistas, mestres populares e empreendedores locais, fortalecendo a economia criativa e os vínculos culturais com o território.Estabelecer política de ingresso social e de meia-entrada, com valores acessíveis e 20% de gratuidade para públicos em situação de vulnerabilidade, garantindo o princípio da democratização do acesso cultural.Executar ações de sustentabilidade e responsabilidade social, com uso de copos reutilizáveis, coleta seletiva, compensação ambiental e arrecadação mínima de 500 kg de alimentos destinados ao Fundo Social de Ilhabela.Gerar impacto econômico positivo na cadeia produtiva cultural e turística local, movimentando cerca de R$ 1,2 milhão por edição e criando oportunidades de trabalho temporário para artistas, técnicos, fornecedores e prestadores de serviços.Valorizar a diversidade e o protagonismo feminino, com equipe majoritariamente composta por mulheres e inclusão de profissionais LGBTQIA+, PCDs e pessoas trans na produção e programação.Consolidar Ilhabela como polo de difusão da cultura popular nordestina, fortalecendo o reconhecimento do forró pé de serra como patrimônio imaterial e promovendo a integração entre tradição, inovação e inclusão social.
O Festival Forró na Ilha é um projeto de grande relevância cultural, social e econômica que visa a valorização do forró pé de serra e das tradições nordestinas como expressões do patrimônio imaterial brasileiro. Realizado em Ilhabela-SP desde 2014, o evento consolidou-se como um dos principais encontros de cultura popular do país, reunindo milhares de pessoas em uma experiência que integra música, dança, literatura de cordel, artes visuais, gastronomia e turismo cultural.A realização do festival por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 é fundamental para assegurar sua continuidade, sustentabilidade e impacto social. Trata-se de um projeto de alto custo de produção e logística, com múltiplas frentes de execução - programação artística, estrutura técnica, equipe, ações formativas, acessibilidade e comunicação - que só podem ser viabilizadas com o apoio da renúncia fiscal e da parceria com a iniciativa privada. O incentivo permite garantir qualidade técnica, democratização do acesso e manutenção de ingressos a preços populares, além de possibilitar a gratuidade e a oferta de contrapartidas formativas à comunidade local.O projeto se enquadra nos incisos I, II e IV do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por:Inciso I: estimular a produção, difusão e o acesso à cultura popular, fortalecendo expressões identitárias regionais;Inciso II: proteger e valorizar as manifestações culturais brasileiras, em especial o forró pé de serra, reconhecido como patrimônio imaterial;Inciso IV: apoiar e difundir expressões culturais populares, étnicas e regionais, ampliando a representatividade de artistas e públicos do Nordeste e do Sudeste.Quanto aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, o Festival Forró na Ilha contribui diretamente para:Inciso I: facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, ao oferecer atividades acessíveis, oficinas gratuitas e ingressos sociais;Inciso II: promover a regionalização da produção cultural brasileira, descentralizando a oferta de produtos culturais de qualidade e fortalecendo a cadeia criativa local;Inciso III: apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, reconhecendo o forró e a cultura nordestina como expressões de identidade nacional;Inciso IV: proteger as expressões culturais dos grupos populares e tradicionais, garantindo a continuidade de práticas culturais ameaçadas pela homogeneização midiática;Inciso IX: ampliar o mercado de trabalho para profissionais da cultura, envolvendo artistas, técnicos, produtores e empreendedores locais;Inciso X: priorizar a formação artística e cultural, por meio das oficinas e contrapartidas educativas que integram a programação.A relevância do projeto também está em seu impacto territorial e econômico. O festival movimenta cerca de R$ 1,2 milhão na economia local a cada edição, fortalecendo a rede de hotéis, pousadas, bares, restaurantes, transportes e comércios de Ilhabela. Além disso, gera dezenas de empregos temporários e estimula o empreendedorismo cultural por meio das feiras de artesanato e gastronomia. Essas ações consolidam a vocação do município como destino de turismo cultural e contribuem para o desenvolvimento sustentável do território, em consonância com o Art. 7º da IN nº 23/2025, que reconhece os festivais como instrumentos de dinamização da economia criativa.O caráter inclusivo é outro pilar essencial do projeto. O Festival Forró na Ilha assegura 20% de ingressos gratuitos, meia-entrada legal e ingresso social, com arrecadação de alimentos destinados ao Fundo Social de Ilhabela, além de promover ações de acessibilidade física e comunicacional, conforme o Anexo III da IN 23/2025, com intérprete de Libras, audiodescrição e sinalização tátil. A equipe técnica e curatorial reforça a diversidade e o protagonismo feminino, contando com maioria de mulheres e presença de pessoas LGBTQIA+ e PCDs, refletindo valores de equidade e inclusão cultural.A realização do projeto via Lei de Incentivo também garante a manutenção da gratuidade das contrapartidas formativas, a qualificação profissional dos artistas envolvidos e a difusão digital dos conteúdos produzidos, ampliando o alcance e a permanência dos resultados culturais. Além disso, possibilita o aprimoramento técnico e artístico das edições, assegurando o padrão de excelência que consolidou o festival como referência nacional na valorização do forró tradicional e contemporâneo.O apoio da Lei de Incentivo, portanto, é instrumento indispensável para a sustentabilidade do Festival Forró na Ilha, permitindo que a iniciativa privada invista em cultura com contrapartida social direta, em consonância com os princípios da cidadania cultural e da economia criativa. A proposta se alinha às diretrizes do Ministério da Cultura para a promoção da diversidade, inclusão e ampliação do acesso aos bens culturais, garantindo que o festival continue sendo um espaço de celebração, aprendizado e fortalecimento do patrimônio imaterial brasileiro.
O Festival Forró na Ilha é composto por um conjunto de produtos culturais integrados, planejados de forma a garantir qualidade técnica, acessibilidade, sustentabilidade e coerência entre as dimensões artística, formativa e social. Cada produto segue padrões profissionais de montagem, execução e registro, conforme as normas de segurança e acessibilidade vigentes.1. Estrutura Geral e Espaço FísicoLocal: área privada na cidade de Ilhabela-SP, com capacidade média de 1500 pessoas por dia.Período de realização: três dias consecutivos de programação.Palcos e tendas: 01 palco principal (200 m²) para shows musicais; 01 tenda de oficinas (100 m²); 01 tenda de feira e gastronomia (400 m²); 01 espaço educativo/expositivo (80 m²).Infraestrutura: sonorização profissional (P.A. de 15 000 W), iluminação cênica com LED, painéis de LED laterais, camarins, área de alimentação, sanitários adaptados, rampas de acesso, piso tátil e sinalização bilíngue (Português/Libras).Tempo de montagem e desmontagem: 05 dias de montagem e 02 de desmontagem.Materiais principais: estruturas metálicas, cobertura em lona tensionada, carpete antiderrapante, painéis decorativos temáticos, mobiliário cenográfico e elementos de identidade visual inspirados na cultura nordestina.2. Espetáculos MusicaisQuantidade: 13 apresentações musicais ao vivo.Duração média: 60 a 90 minutos cada.Formato: shows de forró pé de serra com trios, sanfoneiros e bandas convidadas, mesclando repertório autoral e tradicional.Equipamentos técnicos: microfones sem fio, DI boxes, monitores de retorno, amplificadores, mesa digital de 48 canais, iluminação cênica com controladora DMX.Equipe envolvida: direção artística, sonoplasta, iluminador, produtor técnico, assistentes de palco e equipe de acessibilidade (intérprete de libras e monitores).Classificação indicativa: livre.Registro: captação audiovisual em alta resolução para fins de memória e difusão digital.3. Oficinas Formativas Gratuitas (Contrapartida Social)Quantidade: 6 oficinas, com carga horária média de 2h a 4h.Participantes: até 30 pessoas por oficina, totalizando 300 beneficiados diretos.Temas: Dança de Forró; Literatura de Cordel; Xilogravura; Capoeira; Maracatu; Circo Popular.Espaço físico: tenda de 100 m² com piso nivelado, ventilação e isolamento acústico parcial.Materiais didáticos: papel reciclado, tintas, matrizes de madeira, instrumentos percussivos, materiais de reaproveitamento para artes manuais.Metodologia pedagógica: abordagem participativa, com foco na valorização dos saberes populares, transmissão oral, vivência prática e interdisciplinaridade.Certificação: emissão de certificado digital gratuito a todos os participantes.Acessibilidade: intérprete de libras e material pedagógico em fonte ampliada.4. Feira de Artesanato e Gastronomia RegionalQuantidade de expositores: 20 bancas de produtos artesanais e 10 estandes de gastronomia.Materiais utilizados: tendas modulares, bancadas em madeira sustentável, iluminação autônoma e sinalização visual padronizada.Critérios de seleção: priorização de empreendedores locais, comunidades tradicionais e produtores de economia criativa.Funcionamento: durante os três dias do festival, das 14h às 23h.Acessibilidade: corredores de circulação ampliados (2 m de largura), piso nivelado e cardápios, em fonte ampliada.5. Espaço Educativo e Expositivo “Forró, Patrimônio Vivo”Dimensão: 80 m² com painéis visuais e interativos sobre a história do forró.Conteúdo: biografias, fotografias, instrumentos e instalações sensoriais.Recursos técnicos: painéis de madeira, instrumentos de uso da xilogravura e cordel, cordões de cordel, painéis e totens informativos.Acessibilidade de conteúdo: audioguia e textos ampliados.6. Acessibilidade e Sustentabilidade TécnicaInfraestrutura acessível: rampas, corrimãos, piso tátil, banheiros adaptados, área reservada em frente ao palco.Recursos de comunicação: Libras, audiodescrição, legendas e material impresso em fonte ampliada e em braille.Sustentabilidade: uso de copos reutilizáveis, coleta seletiva, iluminação LED de baixo consumo, reutilização de cenografia e compensação de resíduos sólidos.Equipe inclusiva: pelo menos 30 % da equipe composta por mulheres e 10 % por profissionais PCD ou LGBTQIA+.7. Duração e Cronograma TécnicoDuração total do projeto: 12 meses, incluindo planejamento, captação, produção, execução e prestação de contas.Execução artística: 3 dias de evento com cerca de 30 horas totais de programação pública.Montagem e ensaios: 5 dias; desmontagem: 2 dias.Período de oficinas: 3 dias paralelos à programação artística.8. Produtos de Difusão e RegistroRegistro audiovisual completo do festival em formato Full HD e edição de clipes para redes sociais;Produção de catálogo digital (30 páginas, formato PDF acessível), com fotos, textos e entrevistas sobre o forró e os participantes;Publicação online gratuita do acervo audiovisual e fotográfico em plataforma própria e nas redes sociais do projeto.Registro fotográfico e disponibilizado nas redes sociais e link digital. 9. Classificação Indicativa e SegurançaClassificação indicativa geral: livre para todos os públicos.Segurança: equipe de vigilância 24 h, brigadistas, ambulância de prontidão e plano de evacuação conforme as normas da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros de SP.Síntese TécnicaO Festival Forró na Ilha combina rigor técnico, planejamento pedagógico e compromisso social. Todos os produtos são executados com padrões profissionais de produção cultural, assegurando qualidade artística, acessibilidade, segurança e sustentabilidade. O resultado é um evento plural, educativo e participativo que fortalece o patrimônio cultural brasileiro e contribui para o desenvolvimento da economia criativa de Ilhabela e do país.
O Festival Forró na Ilha reafirma seu compromisso com a inclusão, a acessibilidade e a responsabilidade social, princípios que norteiam todas as etapas de concepção, produção e realização do evento. A proposta entende o acesso à cultura como um direito fundamental e, portanto, busca garantir que todas as pessoas - independentemente de sua condição física, sensorial, cognitiva, social, étnica ou de gênero - possam participar, compreender e usufruir plenamente de suas atividades culturais.1. Acessibilidade FísicaO evento será realizado em estrutura fixa e temporária acessível, instalada em área privada de fácil acesso, com piso regular, rampas de inclinação conforme a ABNT NBR 9050/2020 e banheiros adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Serão implementadas as seguintes medidas:Rampas de acesso e áreas de circulação com largura compatível para cadeiras de rodas;Banheiros químicos adaptados, sinalizados e próximos aos espaços de uso coletivo;Guias táteis e pisos podotáteis conectando as principais áreas (entrada, praça de alimentação, tenda de shows e oficinas);Assentos preferenciais e áreas reservadas em frente ao palco para pessoas com deficiência, idosos e gestantes;Sinalização visual em alto contraste, linguagem simples, símbolos universais, QR Code para acesso a audiodescrição e fontes ampliadas para fácil leitura;Sinalização em braille e alto contraste com a utilização de fonte ampliada, símbolos universais e fixação em altura acessível permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam a disposição espacial do evento, facilitando sua mobilidade autônoma;Equipe de brigadistas e monitores capacitados para atendimento inclusivo e suporte à locomoção segura;Espaço sensorial e de conforto área tranquila e com pouca luz para que pessoas com autismo, ansiedade ou outras condições neuro divergentes, que necessitem de um tempo longe da agitação possam relaxar.Essas medidas asseguram que a experiência cultural ocorra de forma autônoma e segura, conforme os princípios do Desenho Universal e da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015).2. Acessibilidade de Conteúdo e ComunicaçãoA acessibilidade também se estende à compreensão e fruição do conteúdo artístico e informativo do festival, garantindo o direito à participação de pessoas com deficiência auditiva, visual e intelectual. Entre as ações previstas:Intérprete de Libras em todos os shows e atividades formativas;Legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE) em vídeos e materiais de divulgação;Materiais impressos e digitais em linguagem simples, com versão em PDF acessível compatível com leitores de tela;Impressos em braille e com QR Code inclusivo em libras e audiodescrição garantindo que pessoas com deficiência visual, auditiva ou mobilidade reduzida tenham acesso pleno à programação, ao cardápio e às informações essenciais do festival, de forma autônoma e digna.Postagens nas redes sociais com descrições de imagem e contraste ampliado;Roteiros de visita sensorial durante as oficinas e feiras, permitindo o toque e a experimentação tátil de instrumentos, texturas e materiais artísticos.Todas as ações comunicacionais seguirão os princípios de linguagem inclusiva, acessível e não discriminatória, ampliando a compreensão e a participação dos diversos públicos.3. Acessibilidade Cultural e AtitudinalA equipe técnica e de produção será treinada em atendimento inclusivo e acessibilidade atitudinal, com capacitação prévia ministrada por consultores especializados. Essa formação busca eliminar barreiras comportamentais e promover um ambiente de acolhimento, respeito e diversidade, conforme o Anexo III da IN 23/2025.O festival reforça a diversidade de sua equipe, composta majoritariamente por mulheres e com presença de profissionais LGBTQIA+, trans e PCDs, assegurando um ambiente de trabalho plural e representativo. Essa composição reflete o compromisso ético e social do projeto com a equidade e a equiparação de oportunidades.4. Responsabilidade Social e SustentabilidadeO projeto adota práticas sustentáveis e solidárias que ampliam seu impacto social:Ingresso social, que arrecada mais de 500 kg de alimentos por edição, destinados ao Fundo Social de Ilhabela para distribuição a famílias em situação de vulnerabilidade;20% de ingressos gratuitos e políticas de meia-entrada para estudantes, idosos, doadores de medula óssea e pessoas de baixa renda;Gestão ambiental e redução de resíduos, com uso de copos reutilizáveis, coleta seletiva e campanhas educativas sobre preservação marinha e reciclagem;Feiras de artesanato e gastronomia regional, valorizando o trabalho de empreendedores locais e gerando renda direta para dezenas de famílias;Programas de sensibilização socioambiental durante as oficinas, incentivando atitudes sustentáveis e a valorização dos recursos naturais da ilha.Essas medidas fortalecem o papel do festival como agente de desenvolvimento humano e territorial, unindo cultura, solidariedade e sustentabilidade.5. Compromisso com o Direito à CulturaA execução das ações de acessibilidade e responsabilidade social está integrada ao planejamento e ao orçamento do projeto, garantindo que o direito à fruição cultural seja efetivamente assegurado a todas as pessoas. O Festival Forró na Ilha reconhece que a inclusão é parte da própria criação cultural, e que a cultura popular, para ser plena, deve ser diversa, acessível e participativa.Assim, o projeto contribui diretamente para os incisos I, IV e VIII do Art. 3º da Lei 8.313/91, ao:Facilitar o livre acesso às fontes da cultura;Apoiar expressões culturais dos grupos formadores da sociedade;Garantir plena acessibilidade e participação de pessoas com deficiência em atividades culturais.Com essas ações, o festival consolida sua vocação como um espaço de celebração, educação e cidadania cultural, em que o forró e as tradições populares se tornam instrumentos de convivência, diversidade e transformação social.
O Festival Forró na Ilha tem como um de seus princípios centrais a democratização do acesso à cultura, promovendo o encontro entre tradição e contemporaneidade de forma inclusiva, acessível e participativa. Todas as estratégias de distribuição, comercialização e contrapartida social são estruturadas para assegurar ampla fruição dos bens culturais por públicos diversos — locais, regionais, turistas, estudantes e grupos em situação de vulnerabilidade social.1. Política de Ingressos e Acesso ao EventoO festival adota uma política de ingresso solidária e inclusiva, com diferentes faixas de acesso, garantindo o equilíbrio entre sustentabilidade financeira e democratização da participação:Ingresso social: valor popular de R$ 30,00 mediante doação de 1 kg de alimento não perecível. A arrecadação média de cada edição ultrapassa 500 kg de alimentos, destinados ao Fundo Social de Ilhabela, que realiza a distribuição às famílias em vulnerabilidade social.Meia-entrada: assegurada a estudantes, professores, idosos, pessoas com deficiência e doadores de medula óssea, conforme a legislação vigente.Ingresso gratuito: 20% da bilheteria total é destinada à gratuidade para públicos de baixa renda, comunidades tradicionais, estudantes de escolas públicas, idosos e pessoas com deficiência.Parcerias institucionais: serão firmados acordos com escolas municipais, ONGs e coletivos culturais para garantir o acesso gratuito e orientado de grupos organizados às atividades do evento.Essas medidas asseguram que o festival mantenha seu caráter popular e democrático, equilibrando o acesso gratuito com a viabilidade econômica da produção.2. Oficinas e Ações Formativas GratuitasComo contrapartida social, o festival oferecerá oficinas formativas gratuitas voltadas à comunidade local, priorizando jovens, estudantes e artistas iniciantes. As atividades serão presenciais e acessíveis, conduzidas por mestres e profissionais das artes populares. Entre as ações previstas:Oficinas de Dança de Forró, com foco em iniciação, condução, ritmo e integração entre pares;Oficina de Literatura de Cordel, incentivando a escrita e leitura criativa inspirada na cultura nordestina;Oficinas de Capoeira, Maracatu e Circo, voltadas à expressão corporal, ritmo e integração comunitária;Oficina de Xilogravura, apresentando técnicas tradicionais e possibilidades contemporâneas;As oficinas são gratuitas, com inscrições abertas ao público local e certificação de participação, garantindo transparência e comprovação como contrapartida social do projeto.3. Ampliação de Acesso e Participação PúblicaPara ampliar o alcance do festival além do público presencial, serão implementadas ações de difusão e comunicação acessível, permitindo que o conteúdo chegue a diferentes públicos e territórios:Transmissão online de trechos da programação por meio das redes sociais oficiais e canal no YouTube, com legendas e intérprete de Libras;Cobertura fotográfica e audiovisual com acesso gratuito posterior no site e nas plataformas digitais do projeto, reforçando a circulação de conteúdo artístico e educativo;Divulgação em rádios comunitárias e veículos regionais, assegurando visibilidade local e alcance para públicos sem acesso constante à internet;Material educativo digital, com informações sobre o forró pé de serra, biografias dos artistas e conteúdos de educação patrimonial, distribuído gratuitamente em formato acessível (PDF compatível com leitores de tela).Essas ações fortalecem o caráter público e participativo do projeto, ampliando sua presença cultural e educativa para além do espaço físico do evento.4. Acessibilidade e Inclusão CulturalA acessibilidade é parte integrante da democratização do acesso, garantindo que pessoas com deficiência visual, auditiva, física, intelectual e neurodivergentes participem das atividades com autonomia e conforto. Entre as medidas adotadas:Intérprete de Libras em apresentações, debates e oficinas;Audiodescrição em vídeos e comunicações institucionais;Legenda descritiva (LSE) em materiais audiovisuais;Pisos táteis e rampas de acesso nas principais áreas de circulação;Materiais impressos, digitais e sinalização em linguagem simples e em braille e formatos compatíveis.Espaços reservados e sinalizados para pessoas com deficiência, idosos e gestantes.Espaço sensorial e de descanso para pessoas com condições neurodivergentes.Essas ações seguem os parâmetros definidos no Anexo III da IN nº 23/2025, garantindo acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal, e consolidando o festival como um espaço inclusivo e plural.5. Comunicação Acessível e ComunitáriaA comunicação do festival será estruturada para garantir linguagem inclusiva, diversidade de canais e abrangência territorial, contemplando públicos de diferentes faixas etárias e perfis socioculturais. As estratégias incluem:Campanhas em mídias digitais, rádios locais e jornais comunitários;Produção de conteúdo trilíngue (português/libras/braille) e materiais de fácil leitura;Divulgação em espaços públicos, escolas e centros culturais de Ilhabela e municípios vizinhos;Identidade visual acessível, com contraste adequado, tipografia ampliada e ícones de acessibilidade em todas as peças gráficas.Além de promover o festival, essas ações estimulam a formação de público e o sentimento de pertencimento da comunidade local à iniciativa.6. Impacto Social e CulturalA democratização do acesso também se expressa no impacto social gerado:Mais de 10 mil pessoas beneficiadas diretamente por edição;Geração de trabalho e renda para técnicos, artistas, produtores e empreendedores locais;Valorização do patrimônio imaterial brasileiro, por meio da difusão do forró pé de serra e das tradições nordestinas;Promoção da equidade de gênero e diversidade, com protagonismo feminino e inclusão de artistas trans, LGBTQIA+ e PCDs.Essas dimensões reafirmam o papel do Festival Forró na Ilha como espaço de democratização cultural, inclusão e cidadania, em plena sintonia com os princípios do Art. 3º da Lei 8.313/91, especialmente os incisos I (acesso às fontes da cultura), II (regionalização da produção) e VIII (inclusão da pessoa com deficiência).Com esse conjunto de medidas, o Festival Forró na Ilha se consolida como um projeto de acesso público, diversidade e sustentabilidade, que transcende o entretenimento e se firma como política de cultura viva, promovendo o encontro entre tradição, inclusão e pertencimento social.
Rodrigo Ribeiro Rehder Função: Direção geralCPF: 338.359.528-54Produtor cultural e empresário, proprietário do Estaleiro Bar, espaço localizado no centro de IlhaBela, espaço rústico e descolado que valoriza a música com shows ao vivo, Rodrigo Rehder é o idealizador do Festival Forró na Ilha, maior encontro de forró do litoral paulista. Desde 2014, transforma Ilhabela em palco da cultura nordestina, reunindo música, dança e turismo. O evento movimenta cerca de R$ 1,2 milhão por edição, gera empregos e promove ações sociais. Premiado e reconhecido, Rodrigo também criou o Festival Cardume que acontece desde 2019 e o Bloco Tirando a Kraca desde 2014 animando o carnaval da Ilha, unindo arte, economia e transformação comunitária. Juliana Nakaharada Função: Produtora artística e Designer gráficoCPF: 271.361.258-63Designer gráfica formada pela UniFMU, atua desde 2000 e é proprietária da Sakura Design (desde 2017), especializada em identidade visual e projetos gráficos para marketing e eventos. Trabalhou em grandes agências, criando cenografias e visuais para marcas como Scania, Ajinomoto e Sanofi. Desde 2015, dedica-se ao cenário musical, junto ao forró, assinando produções gráficas de festivais e artistas no Brasil e no exterior. Desde 2022, é responsável pelo projeto gráfico e marketing do Festival Forró na Ilha, unindo design, produção e cultura.Aline Gonçalves de SouzaCoordenadora de gastronomia e sustentabilidadeCPF: 418.142.218-67Aline Gonçalves de Souza, nascida em 2001, é caiçara de comunidade tradicional da Praia de Castelhanos (Ilhabela/SP) e gestora do Turismo de Base Comunitária de Castê desde 2024. Formada em Gastronomia pelo Senac, atua pela valorização da cultura caiçara e já coordenou projetos culturais e comunitários premiados. Consultora da UNESCO, conselheira municipal e futura palestrante do TEDx Ilhabela, destaca-se como jovem liderança e ativista em defesa das tradições e do meio ambiente.Rosângela Sebastião de Souza Função: Coordenadora da feira de artesanatoCPF: 071.077.278-50Produtora e articuladora cultural, atua na promoção da cultura afro-brasileira e do afroempreendedorismo feminino em Ilhabela. Coordenadora do Projeto das Pretas, mediadora do podcast Café Preto e conselheira da REAFRO, desenvolve e colabora em diversos projetos contemplados por editais, como Crocheterapia, Margaridas, Eva Esperança Doc, Festival Afroilha e Afrobetizar. É organizadora da Festa de uma Raça, realizadora do Festival Respeita as Mina e promove oficinas, feiras, exposições e palestras sobre cultura e educação antirracista.Paulo Uberti Carnicer Função: Chefe de barCPF: 405.618.968-44Paulo, 34 anos, é um homem trans que carrega na bagagem 15 anos de experiência em bares e restaurantes, liderando equipes e cuidando de cada detalhe do atendimento. Formado em Eventos e Turismo, hoje trilha um novo caminho como estudante de Serviço Social, unindo prática e sensibilidade para transformar realidades. Ativo no movimento LGBTQIAP+ de sua cidade, já mediou debates no Dia da Visibilidade Trans, reforçando seu compromisso com inclusão, respeito e diversidade.Heitor GondoFunção: Técnico som e luzCPF: 301.981.618-16 Operador de áudio e músico popular, Heitor iniciou sua carreira em 2003 no Estância Alto da Serra. Com ampla experiência em música ao vivo, atuou como técnico de som para artistas como Ceumar, Elba Ramalho, Mariana Aydar, Mestrinho, Anastácia, Falamansa, Rastapé, Zeca Baleiro, Lucy Alves e Trio Nordestino. Produziu e apresentou o Oxi Podcast e atualmente toca zabumba com Prilla Simões, Márcio Dedéu e Bia Romana. Possui experiência internacional em Paris, Londres, Lisboa, Munique e Japão.Pedro Vercelino Função: Coordenador das oficinas de percussãoCPF: 373.492.078-75Pedro Vercelino é músico, produtor e arte-educador reconhecido em Ilhabela, idealizador do Projeto Re-Percussão. Formado pelo Conservatório de Tatuí, atuou em orquestras e grupos no Brasil e no exterior, incluindo o projeto internacional Wall of Sound e uma temporada no Egito estudando percussão árabe. Desde 2015, vive em Ilhabela, onde promove o ensino e a difusão da percussão, fomenta o Maracatu de Baque Virado e fortalece a cultura local. Premiado e ativo, é referência na educação musical e na promoção da cultura popular.Sabrina Lucio SoaresFunção: Coordenadora das oficinas de dançaCPF: 307.498.068-00Sabrina Lúcio Soares, 46 anos, é doutora em Farmacologia pela USP e professora de dança. Iniciou na dança em 2016 com o forró universitário e a dança cigana, integrando a Cia Nathalia Saphyra e, desde 2024, a Cia de Joy Mahasin, conquistando prêmios em festivais. Com o professor Flávio Tanamati, ministra aulas e workshops de Forró Roots na Casa de Forró Miliduki e em eventos como o Forró na Ilha, além de ter se apresentado no Programa do Ratinho, onde venceu com seus alunos.José Edivaldo Lopes (Cacá Lopes)Função: Coordenador da oficina de CordelCPF: 367.330.244-20O cantor, compositor e cordelista Cacá Lopes celebra quatro décadas dedicadas à cultura popular nordestina. Natural de Araripina (PE) e radicado em São Paulo, o artista une o cordel e o forró em uma obra que canta a poesia, a resistência e a alegria do povo. Em suas apresentações, livros e projetos educativos, Cacá transforma a tradição em encontro e aprendizado, reafirmando o forró como expressão viva da identidade brasileira.Emerson de Jesus Bispo – Mestre NenêFunção: Coordenador da oficina de CapoeiraCPF: 294.025.138-09Emerson de Jesus Bispo, conhecido como Mestre Nenê, iniciou seus estudos de capoeira em 1992, aos 13 anos, na cidade de Santos (SP). Desde então, dedica-se integralmente à arte, construindo uma trajetória sólida e íntegra no campo social e educacional. Com ampla vivência internacional, realiza intercâmbios culturais em diversos países, contribuindo para a difusão da capoeira no mundo. Desde 2009, coordena as atividades da Casa do Capoeira, desenvolvendo projetos sociais em Ilhabela (SP). Em 2023, recebeu o título de Doutor Honoris Causa por suas relevantes contribuições à cultura da capoeira. Atualmente, dedica-se ao fortalecimento e expansão do Projeto Casa do Capoeira.Regina DrozinaFunção: Coordenadora da oficina de XilogravuraCPF: 037.405.418-57Nasceu em 13 de outubro de 1962 na cidade de Formosa D’Oeste estado do Paraná e veio para São Paulo ainda menina. Uma professora alemã a incentivou muito, e a partir daí ela começou a exercitar suas habilidades artísticas. É autodidata e faz xilogravura, bonecos e esculturas em madeira e outros materiais. Como figurinista é responsável pelo figurino do teatro de mamulengo do mestre Valdeck de Garanhuns e trabalha também para outros artistas. Já participou de várias exposições, ilustrou livros, folhetos de cordel, CDs e catálogos. Tem suas obras no Museu de Artes de Londrina-PR, na Casa da Xilogravura de Campos do Jordão-SP, no Centro Cultural de Guararema e em acervos particulares. Adriano CruzFunção: Coordenador da oficina de CircoCPF: 040.280.303-58Adriano Cruz, 36 anos, é palhaço, malabarista, mágico, ator, diretor artístico e educador social. Graduado em Educação Física pela UNITAU e pós-graduando em Gestão de Projetos Sociais pela Anhanguera, atua desde 2007 com arte circense e projetos socioculturais. Fundador da Cia Smile Circus, desenvolve ações de arte e educação em escolas, comunidades e eventos, com destaque para o Projeto Cidadão Criança e o Circo Navegador, difundindo o circo como instrumento de inclusão e transformação social.Danielle Oliveira Ribeiro Função: Produção executivaCPF: 498.408.898-26Diego Andrade Rangel Função: Diretor de MarketingCPF: 379.425.768-50Juliana Andrade RangelFunção: Assessora de ImprensaCPF: 404.107.188-74Gabrielle Fagundes Função: Assistente de Produção ExecutivaCPF: 367.322.808-05
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.