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Ver-o-peso da nossa Música chega a sua 4º edição propondo a realização de festival musical gratuito, com foco na valorização da música paraense e amazônica, em dois dias de programação ao vivo em Belém/PA, em janeiro de 2027, com 9 atrações (8 paraenses e 1 encontro nacional), estrutura profissional de som, luz e palco, produção executiva completa, ações de comunicação e acessibilidade, oficina formativa e jam sessions.
O Festival Ver-o-Peso da Nossa Música é um evento gratuito de celebração da música produzida no Pará, a ser realizado em janeiro de 2027, integrando a agenda comemorativa do aniversário de Belém. O projeto propõe duas noites de shows na Estação das Docas, com uma curadoria que reúne mestres do choro, referências da guitarrada, artistas da nova cena paraense e um encontro nacional que aproxima a produção regional da música brasileira contemporânea. A edição de 2027 terá como destaques: Mestres Curica, Solano e Aldo Sena; Layse; Mercado do Choro com Nayara Guedes e Lorena Monteiro; DJ NatSkema & Bernardo Pinheiro; Bando Mastodontes; Baile do Mestre Cupijó; Os Cordeiros Manoel e Felipe; Almirzinho convida Vital Lima; e, no eixo nacional, Chico César convida Pinduca. Além dos shows, o festival promoverá 1 oficina de música para jovens músicos locais e 2 jam sessions em prédios históricos de Belém, fortalecendo a formação, o intercâmbio e a democratização do acesso.Classificação indicativa: 12 anos
Geral Promover uma grande programação musical em Janeiro de 2027 na cidade de Belém-Pa, com com artistas paraenses e de outros Estados, em comemoração aos 411 anos da cidade. Específicos Inserir a programação no calendário cultural da cidade de Belém; Promover o acesso aos bens de cultura, através da gratuidade do evento; Realizar Jam Session's em Prédios Históricos de Belém; Conscientizar o público quanto a importância do patrimônio histórico e arquitetônico; Promover o intercâmbio cultural entre os músicos envolvidos; Promover o encontro entre a música e a comunidade estudantil; Metas Ver-o-Peso da Nossa Música - 4ª Edição = 02 dias de show's, 04 bandas/artistas por dia, 08 no total; Jam Session's, shows em Patrimônios Históricos= 03 dias de realização, 01 banda/artista por dia, 03 no total; Encontro entre Pinduca e Chico César
Belém consolidou-se, ao longo das duas últimas décadas, como um dos principais polos de criação musical do país, especialmente pela força de gêneros como o carimbó, a guitarrada, o brega, o choro amazônico e a canção de matriz afroindígena. Contudo, mesmo com essa potência criativa, a circulação de espetáculos gratuitos em espaços de grande visibilidade ainda depende de fomento público e de patrocínio incentivado, sobretudo quando se deseja reunir, em um mesmo palco, mestres da música local e artistas em processo de projeção nacional.O Festival Ver-o-Peso da Nossa Música já demonstrou, nas edições anteriores, capacidade de mobilização de público e de projeção de artistas locais, conforme demonstram os documentos anexos, sendo um projeto com histórico de realização, equipe estruturada e aderência à política de fomento federal. A retomada e atualização do projeto para 2027 atende a três eixos relevantes da política cultural federal:Valorização e difusão da produção artística brasileira (art. 1º da Lei nº 8.313/91), com recorte amazônico;Democratização do acesso (IN nº 23/2025, arts. 47 e 48), com evento gratuito, acessível e em local turístico;Fortalecimento das cadeias locais de música e economia criativa, por meio de contratação de artistas, técnicos, produtores e fornecedores regionais.A curadoria proposta reforça ainda o diálogo geracional:ao reunir mestres (Curica, Solano, Aldo Sena, Mestre Cupijó _ em baile/homenagem) comartistas de consolidação (Almirzinho, Mercado do Choro, Bando Mastodontes), enovas vozes femininas (Layse, Nayara Guedes, Lorena Monteiro), o festival evidencia a continuidade da tradição musical paraense.A presença de Chico César convida Pinduca agrega um elemento estratégico de visibilidade nacional: trata-se de um encontro que reafirma a centralidade da música paraense na formação da música brasileira contemporânea e auxilia na captação de recursos privados, atendendo ao interesse de patrocinadores por nomes de projeção nacional.Por fim, a escolha da Estação das Docas e do mês de janeiro não é apenas logística, mas simbólica: trata-se de ocupar um espaço turístico e identitário da cidade, em período de maior fluxo, garantindo maior impacto de comunicação e melhor entrega das contrapartidas de visibilidade.
não se aplica.
Palco e EstruturasPalco modular coberto, dimensões mínimas 10m x 8m, com passarela lateral para acesso de artistasPiso nivelado e antiderrapanteCamarins climatizados com banheiro e mobiliárioBackdrop e painéis laterais para logomarcasPórtico de entrada e sinalização internaSom (PA + Monitor)Sistema de som line array compatível com público de até 3.000 pessoas/diaMesa digital (FOH) com no mínimo 32 canaisSistema de monitor com no mínimo 6 vias independentesMicrofones dinâmicos e condensadores para formações de choro, guitarrada, voz e percussãoTécnico de PA e de monitor especializadosIluminação Cênica1 mesa de luz12 a 16 refletores LED RGBW4 torres laterais2 moving lights para efeitosOperador de luzVídeo / LEDPainel de LED P4 ou superior, 4m x 2m, para veiculação de vinhetas, logos e chamadaOperador de mídiaEnergia1 gerador silenciado de no mínimo 180 kVA + 1 de backup (ou composição conforme rider dos artistas)Cabos, aterramento e quadro de distribuiçãoInfraestrutura de público16 banheiros químicos (por noite)Segurança privada (15 a 20 vigilantes) + brigadistasAmbulância de plantão e posto de atendimentoRegistro2 cinegrafistas + fotógrafoCaptação de áudio de referência
Atendendo ao disposto no art. 47 da Instrução Normativa nº 23, de 5 de fevereiro de 2025, o projeto Festival Ver-o-Peso da Nossa Música assegurará medidas de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, garantindo a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, gestantes e idosos, conforme segue:Acesso físico garantido:Área reservada e sinalizada em frente ao palco, com visão desobstruída e assentos prioritários;Rampas e pisos nivelados no percurso de acesso;Sanitários adaptados entre os banheiros químicos disponíveis.Acessibilidade comunicacional:Divulgação nas redes sociais e peças digitais com descrição textual das imagens e linguagem acessível;Disponibilização de informações em formato digital acessível (PDF/alt text) no site e nas postagens;Utilização de fonte ampliada e contraste adequado em materiais impressos e digitais.Acessibilidade atitudinal e de atendimento:Treinamento da equipe de recepção e segurança para o acolhimento de pessoas com deficiência;Atendimento prioritário em portaria, oficinas e áreas de convivência;Sinalização visual orientando o público sobre os serviços de acessibilidade disponíveis.Monitoramento e registro:O cumprimento das medidas será registrado em relatório fotográfico e de produção, anexado à prestação de contas.Essas ações asseguram que o festival se mantenha inclusivo e acessível, permitindo que todos os públicos usufruam integralmente das atividades culturais propostas.
Em conformidade com o art. 48 da Instrução Normativa nº 23/2025, o projeto garante o caráter público, gratuito e de ampla fruição social de suas atividades, promovendo o acesso equitativo aos bens culturais. As ações incluem:Acesso gratuito e universal:Entrada totalmente gratuita para as duas noites de shows, oficinas e jam sessions;Ausência de qualquer tipo de cobrança, taxa de inscrição ou venda de ingressos.Diversidade de públicos:Programação voltada ao público geral de Belém e turistas, com especial atenção à população do centro histórico, jovens músicos, estudantes e trabalhadores do setor cultural;Inclusão de artistas de diferentes gerações e gêneros musicais, valorizando a pluralidade estética e regional da música paraense.Formação e intercâmbio:Realização de 1 oficina gratuita para até 40 participantes, priorizando jovens músicos, estudantes de escolas públicas e pessoas negras, indígenas e PCDs;Realização de 2 jam sessions em prédios históricos, fortalecendo o diálogo entre artistas, comunidade e patrimônio cultural.Capilaridade e impacto social:Divulgação ampla em meios digitais e comunitários, garantindo o acesso à informação sobre o evento;Realização em espaço público e turístico (Estação das Docas), de fácil acesso por transporte público, ampliando o alcance e a democratização.Essas medidas asseguram que o festival cumpra a função pública prevista na Lei Rouanet, ampliando o acesso efetivo, a diversidade de públicos e a participação social, fortalecendo o direito à cultura como bem coletivo e instrumento de cidadania.
Marcio Macedo -Direção geral e produção executiva Nasceu em Belém em 79. Atuou como músico profissional de 94 a 2004. Ingressou no curso de Educação Artística com habilitação em música, na Ufpa em 1997, onde pode participar das primeiras edições da Bienal de cultura da UNE (em Salvador-BA (99) e Rio de Janeiro (2001), apresentando músicas autorais nas mostras do evento. Participou de inúmeros festivais de como compositor e interprete, destacando-se no vigésimo primeiro Festival da Canção de Boa Esperança (MG), com a canção vencedora "Negro Sol" - 2001. Alguns momentos da carreira:· Show cores e bandeirinhas - Com Tanguru-pará -Teatro do Centur - Projeto ¼ de Música - 1997 · Show Trio Guapo - com Allan Carvalho e Fabio Cavalcante - Teatro Waldemar Henrique - Projeto Seis e meia - 1998 · Show Coração e terra - Teatros CCBEU e Waldemar Henrique - 2000 · Circuito Cultural Banco do Brasil - 2004 · Quinta cultural do Banco da Amazônia - com Lucinha Bastos e Patrícia Bastos · Festival da canção de Icoaraci - Melhor música - 2006 · XXV Festival Ouremense - melhor arranjo, melhor musica, melhor interprete, melhor letra - Bandeira do Lugar - 2008. · X Festival Terra Firme (Belém) - melhor arranjo, melhor musica, melhor interprete, melhor letra - Clarão de azular - 2010. Em 2001 passou a trabalhar com produção cultural, realizando seu primeiro projeto intitulado "Circuito MPB nas escolas", com financiamento da lei Municipal Tó Teixeira. A partir de 2002, ano de fundação da M.M Produções, produtora da qual é sócio, passou a desenvolver projetos de maior envergadura, a exemplo do Festival do Carimbó de Marapanim, realizado em sua primeira edição em 2004. Realizado ao lado de uma associação local, este projeto contou com a coordenação musical de Marcio, ainda nos de 2005 a 2007. A partir de 2008, esteve a frente de diversos projetos realizados pela M.M Produções. Marcio participou de cursos em diversas áreas ligadas a gestão cultural e coorporativa, entre os quais: Projeto Capacitação em Projetos Culturais do Ministérioda Cultura (2010). Empretec (Sebrae - 2007), Iluminação cênica (Iatec - RJ/2009), entre outros. Atualmente integra o Fórum Permanente de Música do Pará, participando também do projeto Pará Pró Música, desenvolvido pelo Sebrae -PA. Fagner Yanomani Da Silva - Direção de Produção Formação: 2009/2011 Universidade de Lyon 2 / Lyon - França - Mestrado em Produção Cultural 2007 Universidade Federal do Para / Belém - Pará - Mestrado em Genética e Biologia Molecular 2004 Universidade Federal do Para / Bragança - Pará - Graduação em Ciências Biológicas EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL 2012 Produção Geral do Workshop: Educação Profissional e Desenvolvimento Local na Amazônia. Evento encomendado pelo POEMA-UFPA. 2011 Produtor Executivo do Festival de musica independente "çà fait ZiZir", no mês de outubro na cidade de Lyon-França, projeto de participação ativa da comunidade onde foi realizado o evento. 2011 Produção do Festival "Rain Forest World Music Festival" - Malásia, Ilha de Bornéu. Festival listado, pela revista inglesa SongLines, como Top 10 do mundo, contando com grupos musicais de todos continentes. 2011 Produção do Festival "Bornéu Jazz Festival", na cidade de Miri-Sarawaki - Malásia. Responsável pela logística do festival. 2011 Desenvolvimento e execução do festival "Rain Forest Talent Search" na cidade de Kuching, Bornéu, Malásia. Projeto que integrava a comunidade artística local com o objetivo de "descobrir" talentos locais. 2010 Organização do Colóquio em homenagem ao primeiro ministro do Ministério da Cultura da França, André Malraux, na Universidade Lumière Lyon 2, Lyon-França. 2010 Coordenação do programa de Intercambio Cultural da Associação CISV/França. Envolvimento de 30 adolescentes entre as cidade de Columbus/EUA e Lyon/França. 2009 Responsável pela logística da turnê da Companhia francesa Transe Express. Turnê brasileira com o espetáculo "Os Reis Preguiçosos", em comemoração ao "Ano da França no Brasil". Gerenciamento de 55 artistas, 3 caminhões e 100 voluntários em cada apresentação, que aconteceram nas cidades de São Paulo, Curitiba e Fortaleza. 2009 Representante brasileiro na câmara de comércio de Lyon-França, através do concurso "Jeunes Ambassadeurs". 2008 Responsável pela relação internacional do maior festival de musica eletrônica da França, "Nuits Sonores Festival", Lyon-France. 2007 Professor de Biologia, Evolução, Genética e Ecologia na Universidade Vale do Acaraú -Belém/ Brasil 2006-2007 Diretor de Produção da Inova Communication, Belém-Brasil. 2001-2007 Produtor de CDs de artistas regionais. Belém-Brasil 2000-2007 Pesquisador em Genética da conservação na Amazônia Brasileira, UFPA. 2005 Produtor cultural do XIII Congresso Brasileiro de Ornitologia. 2004-2006 Produtor executivo do grupo Kaymakan. 2003 Assistente de produção do documentário: Eretz Amazônia. REFERÊNCIAS • Pauline Lin - Diretora do Festival Rain Forest World Music festival www.sarawaktourism.com / pauline@sarawaktourism.com • Brigitte Burdin - Diretora da Companhia Transe Express http://www.transe-express.com • Thierry Valentin - Diretor CENDOTEC http://www.comunidadefb.com.br/web/index_apres.php Tathianna Nunes de Souza e Silva - Coordenação Comunicação ResumoTathianna Nunes é mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Pernambuco e graduada em jornalismo pela Universidade Católica dePernambuco. Idealizadora do programa de rádio, revista,site e festival de música No Ar Coquetel Molotov, é sócia e uma das diretoras da produtora pernambucana Coquetel Molotov. Mantém parcerias com importantes empresas de Produção em Recife, como a Virtuosi Sociedade Artística e Rec-Beat Produções, desenvolvendo. Estratégias de divulgação, assessoria de imprensa e de produção cultural. Atualmente é colunista da revista Noize, publicação especializada em música distribuída gratuitamente em Porto Alegre e São Paulo com mais de 60 milcópias. Foi colaboradora da agência de notícias BR Press e Yahoo Notícias. Através da produtora Coquetel Molotov, assina parcerias com o Consulado Gera da França, Swedish Institute, entre outras instituições, para realização econsolidação de diferentes projetos como o Invasão Sueca (www.invasaosueca.com.br). Na área acadêmica, ministrou aulas de Cultura Brasileira e Jornalismo Cultural na Universidade Federal de Pernambuco e Indústria Fonográfica, Elaboração de Projetos Culturais, Crítica Cultural e Empreendedorismo Cultural na Faculdade Barros Melo, Aeso. ExperiênciaCoquetel Molotov Desde maio de 2001 (www.coquetelmolotov.com.br). Baseada em Recife, é co-fundadora da empresa de produções Coquetel Molotov que promove shows nacionais e internacionais em todo o Brasil. Através da empresa, é responsável pela co-editoração da Revista Coquetel Molotov, publicação de música distribuída gratuitamente, pela produção do programa de rádio Coquetel Molotov, transmitido pela Universitária FM, pelo projeto InvasãoSueca, que promove turnês de artistas suecos pelo Brasil. Assessora de Imprensa do Conexão Vivo Desde dezembro de 2009.O projeto Conexão Vivo, da Operadora Vivo, realiza projetos musicais pelo país. Assessora de Imprensa e Consultoria para o Rec-Beat Produções. Desde dezembro de 2006 (www.recbeat.com).Desde dezembrode2006, nos trêsprimeirosmeses do ano, faz assessoria de imprensa do festival Rec-Beat, um dos maiores festivais de música independentedo Brasil, que acontece durante o carnaval recifense. Responsável pelas parcerias com imprensa e todo material de divulgação (cartazes, panfletos, CDs, etc).Em 2009, foi responsável, também, pela assessoria de imprensa da edição paulista do evento realizada no SESC-Pompéia de 26 a 28 de fevereiro. Em 2010, assinou a coordenação executiva e de comunicação, além de prestar serviços de curadoria para o evento. Prezados senhores, as 08 bandas/artistas do novo panorama musical paraense serão selecionados na pré-produção através de curadoria.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.