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PRONAC 2514253Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

“Jovens em Cena: o Teatro e o Improviso como Espelho da Vida”

INSTITUICAO CELEIRO VO TUNICA
Solicitado
R$ 206,9 mil
Aprovado
R$ 206,9 mil
Captado
R$ 206,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-19
Término

Resumo

Jovens em Cena: o Teatro e o Improviso como Espelho da Vida - propõe uma jornada de sete encontros teatrais voltada à formação cultural e humana de jovens de 16 a 21 anos. Utilizando o teatro de improvisação como instrumento de expressão, escuta e convivência — um espaço de presença, prontidão e descoberta. Este projeto oferece o aos jovens do Celeiro Vó Tunica e jovens do sistema de acolhimento do Estado (SAICAS) a possibilidade de vivenciar o teatro como uma ferramenta de crescimento, diálogo e pertencimento. Além da prática artística, o projeto estimula a reflexão sobre os desafios do mundo adulto: convivência, responsabilidade, escolhas, diversidade, protagonismo e vida em comunidade. Trata-se de uma proposta que alia arte e humanidade, oferecendo aos participantes um espaço de liberdade criativa e de encontro consigo e com o outro. E culmina em uma aula aberta, compartilhando o processo e as criações dos participantes.

Sinopse

As oficinas do projeto "Jovens em Cena" propõem uma imersão artística e humana no universo do teatro de improviso, conduzida pelo educador Adenilson Medeiros Teixeira (Palhaço Romão), com apoio de uma equipe especializada. Serão sete encontros mensais, com foco no desenvolvimento pessoal, emocional e expressivo de jovens de 16 a 21 anos, especialmente aqueles em transição da acolhida institucional (SAICAS) para a vida adulta.Cada oficina será construída a partir de jogos teatrais, dinâmicas de escuta, exercícios de expressão corporal e vocal, além de rodas de conversa, promovendo:Autoconhecimento e autoestimaTrabalho em grupo e cooperaçãoCriatividade e expressão espontâneaConexão entre arte e vidaConstrução de cenas a partir de histórias reais vividas pelos participantesAo longo dos encontros, os jovens serão convidados a transformar suas vivências em narrativas cênicas, culminando na apresentação final pública, que sintetiza o percurso artístico e emocional percorrido. O processo é valorizado tanto quanto o resultado, permitindo que o palco seja um espaço de escuta, afeto, pertencimento e reconstrução de trajetórias.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover o desenvolvimento artístico e social de jovens de 16 a 21 anos por meio da prática teatral de improvisação, estimulando a escuta, o protagonismo e o convívio em grupo, de modo a fortalecer sua formação cultural e seu engajamento comunitário.Objetivos Especificos :1. Realizar sete oficinas teatrais com encontros mensais de três horas Conduzir 7 encontros presenciais, com carga horária total de 21 horas, voltados à prática teatral e improvisação, envolvendo até 25 jovens de 16 a 21 anos, previamente atendidos ou selecionados pelo Celeiro da Vó Túnica. Cada oficina abordará um eixo temático e será conduzida por um artista-educador especializado.2. Exercitar escuta, prontidão e espontaneidade por meio do jogo teatral Aplicar jogos cênicos e dinâmicas de improviso que estimulem a atenção plena, a escuta ativa e a capacidade de responder de forma autêntica e imediata, desenvolvendo habilidades fundamentais para a convivência em grupo e para a expressão artística.3. Estimular a criatividade, a integração entre os participantes e a aceitação das diferenças Promover atividades que desafiem os jovens a criarem cenas, personagens e situações a partir de estímulos diversos, incentivando a criação coletiva, a colaboração mútua e o respeito às múltiplas expressões e trajetórias dos colegas.4. Refletir sobre os desafios da vida adulta por meio de vivências cênicas Propor exercícios e discussões que abordem temas como responsabilidade, escolhas, convivência, diversidade e protagonismo, para que os participantes possam elaborar reflexões sobre seus próprios processos de amadurecimento e sobre o mundo ao seu redor.5. Incentivar o protagonismo juvenil e a empatia no processo artístico Estimular os jovens a se colocarem como sujeitos criadores e conscientes, promovendo vivências que favoreçam a autoestima, a tomada de iniciativa e o olhar sensível para o outro, elementos centrais tanto no teatro quanto na vida em comunidade.6. Desenvolver a capacidade de criação cênica e continuidade dramática Ensinar técnicas básicas de estruturação de cenas e construção de pequenas dramaturgias a partir da improvisação, favorecendo o entendimento de encadeamento narrativo, clareza de ação e expressão corporal e vocal.7. Produzir e apresentar uma aula aberta como mostra final do processo Organizar, na última oficina, uma apresentação pública (aula aberta) com cenas e exercícios desenvolvidos pelos participantes ao longo dos encontros, aberta a familiares, educadores e membros da comunidade, como forma de valorização do processo vivenciado.

Justificativa

O projeto "O Teatro e o Improviso como Espelho da Vida", promovido pelo Celeiro da Vó Túnica, foi idealizado para oferecer acesso à cultura e desenvolvimento de habilidades artísticas a jovens em transição da adolescência para a vida adulta, especialmente aqueles recém-saídos de situação de vulnerabilidade social.A proposta tem como foco atuar com jovens egressos do sistema de acolhimento do Estado, utilizando o teatro não apenas como manifestação artística, mas como uma potente ferramenta de expressão, escuta, convivência e desenvolvimento pessoal. Por meio da linguagem do teatro de improvisação, o projeto estimula o exercício da criatividade, espontaneidade, empatia, escuta ativa e integração — competências essenciais para a vida em sociedade.A iniciativa está amparada na Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet, especialmente nos dispositivos que tratam de:Incentivo à formação artística e cultural;Fomento à produção cultural e à difusão de bens culturais;Apoio à criação e fruição de obras culturais com caráter formativo e inclusivo.Além disso, o projeto atende aos seguintes objetivos socioculturais:Facilitar o acesso à cultura a jovens, valorizando suas trajetórias por meio de práticas artísticas conectadas às suas vivências reais e simbólicas;Conscientizar e dar visibilidade, por meio da produção cultural, à realidade dos jovens egressos do sistema de acolhimento institucional;Estender os efeitos formativos e expressivos da prática teatral a outros jovens ainda residentes em SAICAS ou vinculados à rede de proteção;Fortalecer o senso de pertencimento, protagonismo e vínculo comunitário, tendo a arte como espaço de encontro, partilha e transformação.O Celeiro da Vó Túnica, reconhecido por sua atuação na acolhida, qualificação e cuidado de jovens, oferece o ambiente ideal para a realização desta proposta, aliando experiência institucional à sensibilidade artística.Trata-se, portanto, de um projeto que integra arte e humanidade, propondo um espaço seguro e criativo para que esses jovens possam reconhecer seu valor, desenvolver suas potências e construir suas próprias narrativas, a partir do palco e da vida.

Estratégia de execução

Todas as informações relevantes sobre a proposta “Jovens em Cena: o Teatro e o Improviso como Espelho da Vida” foram detalhadamente apresentadas ao longo deste formulário. O projeto encontra-se plenamente estruturado, com escopo, equipe técnica, etapas de execução, cronograma, metodologia das oficinas, especificações técnicas e contrapartidas já descritas nos campos apropriados.Dessa forma, não há outras informações adicionais a serem incluídas neste momento.

Especificação técnica

Nome da Atividade: Oficinas de Teatro e Improviso com jovens de 16 a 21 anos Carga horária por oficina: 3 horas presenciais Total de oficinas: 7 oficinas + 1 ensaio geral + 1 aula aberta/apresentação final Público-alvo: Jovens de 16 a 21 anos, prioritariamente egressos e/ou acolhidos em SAICAs e jovens atendidos pelo Celeiro Vó Túnica Número estimado de participantes por oficina: Até 20 jovens Período de realização: Março a Novembro (exceto julho) Formato: Presencial, com mediação artístico-pedagógica Local: Espaço cultural com estrutura para ensaio teatral (a ser definido)Metodologia aplicada:As oficinas serão fundamentadas nos princípios do teatro de improviso, com enfoque na escuta ativa, prontidão, jogo, espontaneidade e criação coletiva. A abordagem favorece a construção de vínculos, o reconhecimento de emoções e o fortalecimento da autoestima dos jovens participantes.Principais recursos metodológicos:-Jogos teatrais de improviso (individuais e em grupo)-Exercícios de expressão corporal, vocal e emocional-Dinâmicas de confiança e escuta-Criação colaborativa de esquetes com base nas vivências dos participantes-Roda de conversa e partilha após cada encontro Estrutura necessária para cada oficina:Item: Espaço físicoSala ampla ou palco com boa ventilação, piso livre para movimentação, cadeiras em círculo, acesso a banheirosItem: EquipamentosSistema de som portátil (para música ambiente), microfone (se necessário), iluminação funcionalItem: Recursos materiaisPapel kraft, canetas, lápis, figurinos simples, objetos cênicos, tapetes ou tatames (opcional), água, lanches levesItem: Recursos humanos1 educador-facilitador (Adenilson), 1 assistente de direção, 1 assistente social, equipe de apoio logísticoAcessibilidadeEspaço com acesso adaptado e recursos de comunicação acessíveis (acompanhamento individual se necessário) Produtos esperados:-Participação contínua dos jovens em ao menos 75% dos encontros-Criação de cenas autorais baseadas em vivências reais-Ensaio geral em novembro-Apresentação final pública em dezembro com convidados-Relato reflexivo de cada participante ao final do ciclo- Relatório de impacto com base em pesquisa aplicada ao público

Acessibilidade

A proposta assegura a democratização do acesso ao conteúdo artístico e formativo por meio das seguintes ações:- Apresentação gratuita e acessível: a aula aberta que encerra o Projeto será realizada em um espaço com infraestrutura acessível (rampas, banheiros adaptados, assentos preferenciais), com entrada franca e prioridade para jovens em vulnerabilidade, familiares, educadores e membros da comunidade. - A aula aberta será registrada e disponibilizada em plataformas digitais gratuitas, com recursos como legendas e, sempre que possível, tradução em Libras, garantindo o acesso remoto ao conteúdo artístico. Essas ações reforçam o compromisso do projeto com a inclusão, a diversidade e o direito à cultura como instrumento de transformação social.

Democratização do acesso

A proposta assegura a democratização do acesso ao conteúdo artístico e formativo por meio das seguintes ações:- Apresentação gratuita e acessível: a aula final será realizada em espaço com infraestrutura acessível (rampas, banheiros adaptados, assentos preferenciais), com entrada franca e prioridade para jovens em vulnerabilidade, familiares, educadores e membros da comunidade.- Oficinas com transporte para jovens dos SAICAS: jovens residentes em Serviços de Acolhimento Institucional (SAICAS) serão convidados e transportados até o local das oficinas, proporcionando a eles acesso às atividades e ampliando o impacto do projeto junto à rede de proteção.- Ensaio aberto com entrada franca: será promovido um ensaio aberto voltado a educadores sociais, familiares e representantes da sociedade civil, promovendo diálogo entre o processo artístico e as políticas públicas de juventude.-As oficinas assim como a aula final serão registradas e publicadas em plataformas digitais gratuitas, com legendas e, sempre que possível, tradução em Libras, assegurando o acesso remoto e inclusivo ao conteúdo.Essas ações reforçam o compromisso do projeto com a inclusão, a diversidade e o direito à cultura como ferramenta de transformação social.

Ficha técnica

Nome: Djane Tomé Sant AnnaFunção: Direção GeralDjane será responsável pela Direção Geral da proposta, assegurando que todas as etapas — da pré-produção à prestação de contas — sejam executadas com qualidade e alinhamento aos objetivos. Atuará no acompanhamento estratégico, articulação com parceiros, supervisão da equipe, avaliação de resultados e alinhamento entre as dimensões artística, pedagógica e social. Psicóloga, com pós em Administração e MBA em RH, Djane atua desde 2019 como Diretora Geral do Celeiro Vó Túnica. Lidera projetos de inclusão e capacitação para jovens, articula com parceiros institucionais e acompanha indicadores sociais. Reúne experiência, sensibilidade social e perfil de liderança para garantir a execução eficaz do projeto.Nome: Sandra Maria da SilvaFunção: Coordenação GeralSandra atuará como Coordenadora Geral, apoiando a Direção em todas as fases do projeto. Será responsável pela interface com os SAICAS, comunicação, logística, cronogramas, fornecedores e controle administrativo-financeiro. Garantirá a execução eficiente do projeto e a entrega dos resultados propostos.Química Tecnológica pela UNESP e técnica em Plásticos (SENAI), possui mais de 15 anos de experiência com processos, atendimento e organização. Atua no Celeiro desde 2022 como voluntária na produção de eventos culturais e suporte institucional. Seu perfil técnico e dedicação voluntária conferem agilidade, confiabilidade e excelência à operação do projeto.Nome: Gislene Macedo BarbozaFunção: Assistente Social e Articulação com SAICASGislene será responsável pela articulação com os SAICAS, inscrição dos jovens, organização da logística de transporte e alimentação, além de monitorar a presença e engajamento dos participantes. Também aplicará a pesquisa final de impacto.Assistente Social pela UNISA, com mais de 20 anos de atuação na área social e administrativa. Atua desde 2021 no Celeiro da Vó Túnica com foco no acolhimento institucional, elaboração de PIAs, mediação de conflitos e articulação intersetorial. Sua experiência com jovens e atuação na rede de acolhimento são fundamentais para a mobilização e engajamento dos participantes.Nome: Adenilson Medeiros TeixeiraFunção: Direção Artística e Oficinas de ImprovisoAdenilson será o responsável pela concepção metodológica e realização das oficinas teatrais e improviso com os jovens. Coordenará o desenvolvimento artístico dos participantes e a apresentação final.Conhecido como Palhaço Romão, é artista com mais de 15 anos de atuação na linguagem do improviso. Formado em TI pela Mackenzie, migrou para as artes em 2006, atuando como palhaço hospitalar pela ONG Operação Arco-Íris. Estudou com mestres nacionais e internacionais e participou de diversos espetáculos. Seu trabalho é baseado na escuta, criatividade e empatia, o que o torna ideal para conduzir o processo formativo com os jovens.Nome: Karla MarianaFunção: Assistente de Direção Geral e Produção ArtísticaKarla atuará como braço direito da Direção Geral, com foco na produção artística. Será responsável pela execução dos figurinos, cenografia, objetos cênicos e acompanhamento da equipe técnica de luz, som e espaço.Atriz com 20 anos de experiência e fundadora do Grupo Teatral Saga. Atua em espetáculos e editais, coordenando contrapartidas com jovens em vulnerabilidade. Sua vivência prática e sensibilidade artística garantem qualidade e integração entre as frentes do projeto.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$206.937,72 em 27/04/2026.

2026-12-15
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo