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PRONAC 2514280Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Uaná Etê 10 Anos

LOPES D'ART SERVICOS EM MIDIA S/C LTDA
Solicitado
R$ 3,29 mi
Aprovado
R$ 3,29 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-06-06
Término
2027-05-30
Locais de realização (1)
Engenheiro Paulo de Frontin Rio de Janeiro

Resumo

"Uaná Etê 10 anos" contempla a programaçao de duas series de música e cultura no Jardim Ecológico e Centro Cultural a Ce´u Aberto Uana´ Etê. O projeto tem como fio condutor a inclusao. Coloca em evidência a comunidade afro e indígena descendente do Vale do Cafe´, e artistas representantes da comunidade LGBTQIA+. Serão apresentaçoes regulares por 52 semanas, alternando-se quinzenalmente aos sa´bados e domingos. Na se´rie "Tradiço~es", grupos de tradiço~es culturais como o maculelê, a capoeira, o jongo, a folia de reis, a caninha verde, o choro, sanfoneiros, violeiros, bandas sinfônicas e tambores se apresentam espalhados pelo jardim. Aos domingos a se´rie "Domingueira Campestre" versara´ sobre pensadores de brasilidade e cultura, com leituras de brasilidade e apresentaçoes musicais que mesclam musica instrumental e artistas consagrados, seguidas por aulas sobre a cultura do arco e flecha indígena. Uma experiência incrível de brasilidade a pouco mais de 2h do Rio!

Sinopse

“Uaná Etê 10 anos” contempla a programação de duas séries de música e cultura no Jardim Ecológico e Centro Cultural a Céu Aberto Uaná Etê. O projeto tem como fio condutor a inclusão. Coloca em evidência a comunidade afro e indígena descendente do Vale do Café, e artistas representantes da comunidade LGBTQIA+; as séries tem ingressos de inclusão gratuitos para portadores do espectro autista e portadores de deficiências e contratará van dentro do jardim para facilitar acesso de cadeirantes. As séries “Tradições” e “Domingueira Campestre” tem como meta evidenciar nacional e internacionalmente a cultura pulsante das comunidades tradicionais indígenas e africanas do Vale do Café e do Brasil e trabalhar pela aceitação das diferenças, com inclusão social. Serão contratados para apresentações regulares, quinzenalmente aos sábados, na série “Tradições” grupos de tradições culturais como o maculelê, a capoeira, o jongo, a folia de reis, a caninha verde; sanfoneiros, violeiros, bandas sinfônicas, grupos de choro e percussionistas locais completam a cena. Aos domingos a série “Domingueira Campestre” versará sobre pensadores de brasilidade e cultura, com leituras de pensadores de brasilidade, e apresentações musicais que mesclam música instrumental e artistas consagrados, seguidas por aulas sobre a cultura do arco e flecha na comunidade indígena, com palestra e experimentação prática; A programação acontece durante 26 sábados e 26 domingos alternados, com 52 apresentações. Séries: “Domingueira Campestre” Domingos, sempre às 11h: Leituras de pensadores de brasilidade: Mário de Andrade, Ariano Suassuna, Cora Coralina, Câmara Cascudo, Djamila Ribeiro, Ruy Castro, Monteiro Lobato, Ailton Krenak, Elisa Lucinda, José Miguel Wisnik, Darcy Ribeiro, Laurentino Gomes, Ruy Guerra, Orlando Villas Boas e mais, regadas à Música de Concerto Brasileira, Samba e Bossa Nova seguidos de Aulas de Arquearia Indígena. “Tradições” Sábados, com apresentações às 11h e 15h - Grupos de Tradições Culturais Regionais embaixo de Árvores pelo jardim: Sanfona, Jongo, Tambores, Calango, Folia de Reis, Caninha Verde, Maculelê, Capoeira, Chorinho.

Objetivos

O projeto possui como objetivo, levar um conteúdo cultural, composto por música de qualidade e diferentes manifestações artísticas e culturais a um público diversificado, longe dos grandes centros.O projeto possui como objetivo e foi desenvolvido para a participação do público em geral, sem distinçao de sexo, cor, orientaçao sexual e classe social.Todas as atividades são destinadas também ao público jovem. O projeto como um todo destina-se aos mais diferentes tipos de público sem qualquer distinçao. Mulheres negras, indi´genas, comunidades tradicionais, quilombolas, entre outros.O projeto busca beneficiar alunos da rede pública de ensino, pois conta com uma cota de ingressos destinada a estes estudantes da rede pu´bica. Ao final do projeto esperamos beneficiar diretamente um grande público, composto por pessoas de diferentes classes sociais, faixas etárias e sem qualquer tipo de discriminação.

Justificativa

A Lopes D’Art entende que construir projetos ajudando iniciativas culturais como esta, democratizando a cultura fora dos grandes centros e´ essencial para a construça~o de um Brasil mais inclusivo e cheio de oportunidades. Os jardins de Uaná Etê falam da importância da mu´sica e da natureza e resgatam brasilidade a cada passo. O potencial e´ imenso, e o investimento neste centro cultural certamente levara´ a uma compreensa~o maior de quem somos, atrave´s de consciência arti´stica, ambiental e humana. O projeto possui uma relevância cultural única no mundo! "se você quiser ser conhecido universalmente cante sua aldeia" Leon Tolstoi. É uma experiência criativa totalmente original que valoriza o Brasil, mesclando shows de artistas como Zeze´ Motta, Danilo Caymmi, Ze´lia Duncan, a aulas de arquearia indi´gena; e passeios ao encontro de tradiço~es culturais fundamentais, fora de salas tradicionais, espalhadas pelos jardins de Uana´ Etê: a arte da sanfona, o jongo, a folia de reis, o maculelê, o choro, as bandas sinfônicas, tambores... e ainda plantio de a´rvores? Uma imersa~o em Brasil Profundo e Possi´vel, jamais apresenta da desta forma antes! Necessitamos de apoio por meio de renúncia fiscal, pois um projeto de características inusitadas deste porte, reunindo músicos e outros diferentes artistas, incluindo crianças da rede pública de ensino nem sempre é uma linha de ação prioritária para as pequenas secretarias de cultura municipais. Acreditamos que levar um projeto cultural de qualidade como este, que contribui para a formação da população ao mesmo tempo em que propicia entretenimento, é uma linha de ação do Ministério da Cultura. Necessitamos de apoio para a realização deste evento devido aos custos para a montagem dos espetáculos e oficinas culturais para estudantes e o grande público popular que, muitas vezes, não têm condições financeiras para ter acesso à cultura ou sequer custear um ingresso para os shows dos diferentes artistas do cenário musical brasileiro.

Estratégia de execução

**

Especificação técnica

As séries “Tradições” e “Domingueira Campestre” têm como meta evidenciar nacional e internacionalmente a cultura pulsante das comunidades tradicionais indígenas e africanas do Vale do Café e do Brasil e trabalhar pela aceitação das diferenças, com inclusão social. Serão contratados para apresentações regulares, quinzenalmente aos sábados, na série “Tradições”, grupos de tradições culturais como o maculelê, a capoeira, o jongo, a folia de reis, a caninha verde; sanfoneiros, violeiros, bandas sinfônicas. Grupos de choro e percussionistas locais completam a cena. Aos domingos a série “Domingueira Campestre” versará sobre pensadores de brasilidade e cultura, com leituras de pensadores de brasilidade e apresentações musicais que mesclam música instrumental e artistas consagrados, seguidas por aulas sobre a cultura do arco e flecha na comunidade indígena, com palestra e experimentação prática. A programação acontece durante 26 sábados e 26 domingos alternados, com 52 apresentações. Séries: “Domingueira Campestre” Domingos, sempre às 11h: Leituras de pensadores de brasilidade: Mário de Andrade, Ariano Suassuna, Cora Coralina, Câmara Cascudo, Djamila Ribeiro, Ruy Castro, Monteiro Lobato, Ailton Krenak, Elisa Lucinda, José Miguel Wisnik, Darcy Ribeiro, Laurentino Gomes, Ruy Guerra, Orlando Villas Boas e mais, regadas à Música de Concerto Brasileira, Samba e Bossa Nova seguidos de Aulas de Arquearia Indígena. “Tradições” Sábados, com apresentações às 11h e 15h - Grupos de Tradições Culturais Regionais embaixo de árvores pelo jardim: Sanfona, Jongo, Tambores, Calango, Folia de Reis, Caninha Verde, Maculelê, Capoeira, Chorinho.

Acessibilidade

O acesso dos portadores de necessidades especiais aos locais onde os espetáculos e oficinas serão realizados será garantido através de estratégia onde solucionaremos possíveis problemas com relação a barreiras arquitetônicas. Providenciaremos espaços reservados para acomodação e estacionamento dos mesmos, durante toda a realização do projeto. Entre as medidas para compreensão do projeto, serão contatados intérpretes de libras que farão tradução simultânea em cada uma das apresentações artísticas do projeto.

Democratização do acesso

O público geral terá acesso às apresentções mediante à aquisição de ingressos que serão oferecidos a preços populares. Crianças da rede pública de ensino terão acesso gratuito aos espetáculos e oficinas. A coordenação do projeto fará contato com escolas pré-selecionadas, de diferentes regiões do Estado e Município do Rio de Janeiro, priorizando as escolas da região onde o projeto acontece, mais afastada dos grandes centros, muitas vezes desprivilegiadas pela demanda cultural destes grandes centros, e realizará o convite para a a participação no projeto.

Ficha técnica

A instituição proponente (Lopes D'art) realizará toda a produção do projeto, desde a contratação de todos os profisionais envolvidos, a execução do projeto e prestação de contas ao final. CURRÍCULO DA EMPRESA PROPONENTE – LOPES D’ART Empresa com mais de 25 anos no mercado, responsável por representar grandes nomes da MPB como: Alaíde Costa, Claudette Soares, Claudia Telles, Tetê Espíndola, Dóris Monteiro, Cristina Braga, João Carlos Assis Brasil, entre outros. Possui em seu currículo a produção de grandes espetáculos musicais dentro da MPB com mais de 5.000 expectadores, como: Zizi Possi, Marina Lima, Simone, Alcione, Fafá de Belém, etc. Entre os diferentes locais onde já realizou diferentes produções nos últimos anos estão: BNDES, CAIXA CULTURAL, CENTRO CULTURAL CORREIOS, CCBBs, SESCS, PREFEITURAS, entre outros. Alguns dos mais de 1.000 shows produzidos: ZIZI POSSI ADRIANA CALCANHOTTO ZECA BALEIRO DANIELA MERCURY ELZA SOARES THAIS GULIN TETÊ ESPÍNDOLA LEILA PINHEIRO JOÃO BOSCO ROSA PASSOS ZÉLIA DUNCAN EDUARDO DUSSEK ALCIONE ELBA RAMALHO MÔNICA SALMASO MART’NÁLIA FÁTIMA GUEDES FLÁVIO VENTURINI JOÃO CARLOS ASSIS BRASIL FESTIVAL DE BOSSA NOVA FESTIVAL DE BLUES CRISTINA BRAGA MARIA CREUZA WANDERLÉA FICHA TÉCNICA DIREÇÃO E PRODUÇÃO Vanderley Lopes - Direção de Produção Diretor da Empresa Lopes Dart e responsável por representar grandes nomes da MPB. Fez a direção de produção de diversos projetos de apresentações musicais para empresas como a CAIXA Cultural, Centro Cultural Correios, BNDES, SESCs, Vale do Rio Doce e Prefeituras. Acumula mais de 25 anos de experiência na Área de shows, recitais, eventos e representações artísticas. Possui em seu currículo, a produção de grandes espetáculos musicais da MPB com mais de 5.000 expectadores, como os de Zizi Possi, Simone, Marina Lima, Alcione, Fafá de Belém, entre outros. Glauker Bernardes – Produção executiva Atuou na produção de grandes espetáculos de diferentes artistas da Música Popular Brasileira, entre eles: Zizi Possi, João Bosco, Alaíde Costa, Leila Pinheiro, Claudette Soares, Claudia Telles, Dóris Monteiro, Tetê Espíndola, Fátima Guedes, Wanderléa, Mônica Salmaso, entre outros. Atua também como Fotógrafo e já realizou diferentes trabalhos nesta área. Atualmente, além de execução de projetos musicais, é responsável pela elaboração e gestão de projetos em parceria com a empresa Lopes D`art Letícia Trindade – Produção executiva Graduada em Gestão e Política Cultural na Universidade Cândido Mendes, coleciona ampla experiência na área de Produção Cultural, tendo atuado como assistente de direção geral do Festival Vale do Café 2006 e 2007. Participou da produção executiva das temporadas musicais da harpista Cristina Braga nos espetáculos Tambor (2006), Cortejo (2007) e Paisagem (2008) nos Teatros Café Pequeno e Sala Baden Powell. Atualmente, desde maio de 2006, desenvolve a coordenação de produção cultural, na estratégia, gestão e elaboração de projetos em parceria com a harpista, compositora e cantora Cristina Braga.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.