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O Festival Mais Cultura: Cena e Som é uma iniciativa voltada às linguagens da música, do teatro e da dança. O projeto busca promover a fruição e circulação artística a partir dos câmpus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, presente em dez cidades de MS. As ações do festival têm interesse em propor oficinas, espetáculos, concertos, residências artísticas, rodas de conversa e intervenções culturais abertas ao público acadêmico de toda comunidade sul-mato-grossense. O Festival integra e potencializa atividades dos grupos estáveis da UFMS (Banda Sinfônica, Camerata, Coro, Cia de Dança, Grupos de Teatro), promovendo também um circuito cultural ampliado, que irá ocupar praças públicas, escolas e espaços culturais parceiros, com foco na descentralização do acesso e no fomento a novos talentos, assim, o Festival se configura como um importante espaço de fruição e vivência em artes da cena.
Apresentações Musicais – Concertos e ShowsAs apresentações musicais reúnem repertórios eruditos e populares, com grupos da UFMS e convidados regionais. Os concertos combinam música, mediação cultural e interação com o público, destacando a produção artística universitária e a riqueza sonora de Mato Grosso do Sul.Espetáculo de Artes Cênicas O espetáculo inédito que circulará com o Festival “Cena e Som” celebra a história da UFMS e a diversidade cultural de Mato Grosso do Sul por meio da dança contemporânea. Com trilha sonora original e projeções cênicas, os intérpretes-criadores da Sinapse Companhia de Dança revelam, em cena, um diálogo entre corpo, som e memória, unindo tradição e contemporaneidade em uma narrativa sensorial sobre pertencimento e identidade.Oficinas de Música – Iniciação e Prática ColetivaAs oficinas de música promovem a iniciação e o aperfeiçoamento musical de estudantes e comunidade, abordando técnica vocal, prática de conjunto e musicalização com repertório regional. Conduzidas por docentes e artistas da UFMS, visam estimular a escuta, a expressão e a formação de novos talentos.Oficinas de Artes Cênicas – Teatro, Corpo e ExpressãoAs oficinas de artes cênicas desenvolvem habilidades expressivas e criativas em teatro, dança e performance. Por meio de jogos teatrais e exercícios corporais, os participantes exploram a comunicação, o trabalho coletivo e a construção de cenas inspiradas na cultura e na realidade local.Estrutura central do Festival Mais Cultura: Cena e Som, que integra apresentações de teatro, dança e música, também contempla oficinas e ensaios abertos. O festival é um evento itinerante, realizado nos dez câmpus da UFMS, promovendo a circulação das artes cênicas e a formação de plateias. Que tem como meta oferecer infraestrutura técnica e logística para a realização de espetáculos, fortalecendo as redes de produção cultural no interior do estado e ampliando o acesso gratuito a eventos cênicos de qualidade. A Estrutura será composta por Montagem e operação de palco, iluminação, som e cenografia para atender a programação com grupos estáveis da UFMS (teatro, dança e música) e artistas convidados, em um Público estimado de 3.000 pessoas por cidade ao longo das ações do festival.
Objetivo Geral:Promover a fruição e circulação artística a partir dos câmpus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, propondo maior acesso e difusão das linguagens da música, do teatro e da dança para um público em formação e para a comunidade de maneira geral, principalmente em territórios de baixa oferta cultural do Mato Grosso do Sul.Objetivos Específicos:- Realizar oficinas, residências artísticas e intercâmbios nas áreas de música, teatro e dança;- Promover apresentações abertas em espaços públicos e escolares em municípios do interior;- Fomentar o uso de tecnologias cênicas contemporâneas (projeções, video mapping);- Registrar e divulgar os processos e resultados do Festival em mídias acessíveis.- Apresentar peças musicais e cêncicas.- Atender um Público direto de aproximadamente 15.000 pessoas em 10 municípios.- Realizar vinte oficinas, sendo 10 em cada fase do projeto - Promover ações com acessibilidade plena (Libras e audiodescrição)- Proporcionar o engajamento digital (alcance orgânico em redes) de no mínimo 50.000 pessoas.
Este projeto está diretamente alinhado ao fomento cultural e conta com a coordenação de equipe técnica e docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, que tem o Programa Mais Cultura, que vem desenvolvendo ao longo dos últimos 11 anos ações culturais nos distintos municipios onde tem sede e cursos de graduação e pós-graduação nas areas de Linguagens e humanas. Assim, o Festival Mais Cultura dialoga com iniciativas já em ação e legitimadas pela participação do público acadêmico e o público de maneira geral, como o Movimento Concerto, Festival Internacional de Violão, Sexta na Concha, Escola de Música, Escola de Dança, Sinapse Cia de Dança, Festival Universitário da Canção - FUC, entre outros. Ao integrar esses programas, o Festival irá potencializar ações já em curso e ampliar a participação da comunidade acadêmica na cena cultural do estado, tão fundamental, visto que a capital de MS e seus municípios carecem de um maior número de apresentações relacionadas as linguagens do Teatro, dança e música. Para melhor apresentarmos a possibilidade de realização das atividades propostas neste projeto e da intenção de utilizar um festival já conhecido pela comunidade, porém, com foco nas artes da Cena, promovendo ações de Teatro, Dança e Música, deixamos a disposição algumas ações já realizadas no seguinte link: https://www.canva.com/design/DAGzEMJ7VLM/j7qgVs4QTyJ_R1mjK2dF-Q/view?utm_content=DAGzEMJ7VLM&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=uniquelinks&utlId=hd4835e4cabEmbora Mato Grosso do Sul possua uma rica diversidade cultural — com expressões que vão da cultura indígena, afro-brasileira e pantaneira à produção urbana contemporânea —, os investimentos públicos em cultura no estado ainda são baixos. Segundo dados da plataforma SALIC (Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura), em 2023 o estado teve apenas nove projetos aprovados pela Lei Rouanet (8.313/91), totalizando pouco mais de R$ 1,8 milhão em captação autorizada — valor que representa menos de 0,2% do total nacional. Diante desse cenário, esta proposta busca contribuir para a melhora desse quadro, promovendo ações que se alinham aos incisos I, II, III e VIII do Art. 1º da Lei supracitada, do modo descrito a seguir:— I: facilitar o acesso de todos às fontes da cultura e assegurar o pleno exercício dos direitos culturais;— II: promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;— III: apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;— VIII: estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Nesse panorama, o Festival Mais Cultura: Cena e Som, responde à necessidade urgente de descentralizar o acesso à formação artística, ampliar a circulação de espetáculos e ações educativas no interior do estado e garantir espaços permanentes de criação, memória e fruição da cultura. A UFMS, por meio de seus grupos artísticos estáveis e das redes de extensão e ensino, encontra-se apta a coordenar uma proposta estruturante, inclusiva e de forte impacto regional, reafirmando seu papel como instituição construída em e para o estado de Mato Grosso do Sul.Dentre as iniciativas inovadoras deste projeto, destacam-se: criar e circular produções artísticas originais, integrando estudantes e artistas convidados em um processo colaborativo; oferecer oficinas formativas em diversas linguagens artísticas nos nove campus da Universidade e na cidade universitária, promovendo um intercâmbio cultural inédito entre diferentes regiões do estado; registrar e divulgar os eventos com alta qualidade técnica, utilizando tecnologias como o vídeo mapping e a cenografia digital, valorizando a experiência artística e ampliando o alcance das ações; e fortalecer os grupos artísticos consolidados da própria UFMS, promovendo a continuidade de suas ações e expandindo sua visibilidade a nível regional e nacional.Mais do que um conjunto de eventos pontuais, o Festival Mais Cultura: Cena e Som, representa uma política pública de cultura universitária com vocação estadual, que pretende inspirar novos modelos de financiamento e articulação entre universidade, poder público, artistas e comunidades diversas no estado de MS. Em um contexto em que a cultura ainda ocupa um espaço marginal nos orçamentos públicos, iniciativas como esta reafirmam o papel transformador da arte, bem como a função social da universidade pública, gratuita e acessível no fortalecimento da cidadania e na valorização das múltiplas expressões culturais da sociedade.Nesse viés, o projeto se justifica ao buscar o fomento das ações culturais que nascem dos próprios artistas locais, mas que também propõe ações de receber artistas de outros estados para a troca de saberes e a experimentação artísitica junto a outros profissionais, permitindo com isso uma formação artística ampliada.Importante mencionar que cursos de Artes Visuais, Música, Audiovisual estão nos campus da UFMS, além de MS contar com dois cursos relacionados as artes c~encias, dessa maneira é fundamental apoiar a produção desses jovens estudantes/artistas para que conheçam os municipios e levem as produções artísticas para esses campus que por vezes estão distantes, tanto geograficamente, como também de vivências.Vale ressaltar, que apesar do projeto já acontecer nos últimos onze anos, esse projeto é a ampliação, visto que cria um Festival Mais Cultura, especialmente para as linguagens da Música, dança e Teatro, e pela primeira vez é submetido em uma Lei de Incentivo, como a Lei Rouanet. Essa proposta dialoga com os eixos estratégicos do Plano Nacional de Cultura (2024_2034) e com os princípios da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), reforçando o compromisso com a descentralização, a economia criativa e a valorização das expressões culturais regionais.
Contrapartidas e Parcerias InstitucionaisO Festival Mais Cultura – Cena e Som conta com o apoio institucional da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), que disponibilizará infraestrutura, equipamentos e recursos humanos para a execução das atividades. As ações ocorrerão em espaços da universidade, como auditórios, salas multiuso, praças internas e o Teatro Glauce Rocha, além dos campi do interior do estado, que cederão instalações adequadas para oficinas, apresentações e ensaios abertos.A UFMS, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Esporte (PROECE) e de suas unidades acadêmicas de Artes, Letras e Comunicação, atuará como parceira técnica e pedagógica, cedendo docentes, técnicos e estudantes bolsistas para curadoria, mediação cultural, produção e apoio logístico, sem ônus ao orçamento do projeto.A Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura (FAPEC) será responsável pela gestão administrativa e financeira, assegurando a execução eficiente dos recursos captados e o cumprimento das normas da Lei nº 8.313/91 e da Instrução Normativa MinC nº 5/2017. O projeto também buscará apoios locais junto a prefeituras, secretarias de cultura e espaços culturais comunitários, especialmente para logística, hospedagem e divulgação regional, fortalecendo redes colaborativas de produção cultural.Essas contrapartidas — em forma de infraestrutura, equipe técnica, cessão de espaços e parcerias interinstitucionais — reduzem os custos diretos, aumentam a viabilidade financeira e evidenciam o comprometimento público e acadêmico com a realização das ações propostas. Comunicação e DifusãoO projeto contará com um plano integrado de comunicação e difusão, coordenado pela equipe de comunicação da UFMS, com apoio da FAPEC e das prefeituras parceiras, garantindo ampla visibilidade e transparência em todas as etapas do Festival.Serão produzidos materiais gráficos e digitais padronizados, como identidade visual, cartazes, banners, vídeos, podcasts e spots de rádio, com versões acessíveis em Libras, legendas e audiodescrição. O plano seguirá três frentes complementares:Divulgação Institucional – utilização dos canais oficiais da UFMS (site, rádio, TV e redes sociais) com cobertura contínua e transmissões ao vivo de apresentações e rodas de conversa;Difusão Regional – parcerias com redes públicas de televisão, rádios comunitárias e secretarias municipais de cultura, conforme o art. 47, inciso IV, da IN MinC nº 23/2025, garantindo circulação gratuita da informação e ampliação de público;Comunicação Digital Acessível – disponibilização do documentário e do catálogo digital interativo, com recursos de acessibilidade e acesso gratuito online, promovendo a memória, transparência e alcance nacional das ações.Com essa estratégia, o Festival consolida seu papel como referência em cultura, educação e inclusão, assegurando ampla difusão pública e fortalecendo o impacto cultural e formativo em todo o Mato Grosso do Sul.Sustentabilidade e Captação de RecursosConsiderando o porte e a abrangência estadual do Festival, o projeto prevê ações contínuas de articulação institucional e diversificação de fontes de apoio, de modo a assegurar sua plena execução mesmo em caso de captação parcial dos recursos autorizados. Além do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet, serão mobilizadas parcerias com prefeituras, secretarias de cultura, universidades e empresas locais, especialmente nas áreas de infraestrutura, transporte, hospedagem e divulgação. Esses apoios, somados às contrapartidas da UFMS e da FAPEC, reforçam a sustentabilidade financeira e a viabilidade técnica do projeto, garantindo que as metas propostas sejam cumpridas de forma eficiente e transparente.
Os produtos circularão pelos dez câmpus da UFMS ao longo de duas fases, seguindo as seguintes especificações:1. Apresentação Musical – Concertos e ShowsQuantidade: 10 apresentações por ano, alternando entre concertos e shows variados, cuja curadoria será realizada na pré-produção, em função da disponibilidade dos artistas envolvidos ao longo dos dois anos. Duração média: 60 minutos por apresentaçãoPúblico estimado: 1.500 pessoas por apresentação Formato: Presencial, gratuito, com acessibilidade em Libras e legendagem descritiva Local de realização: Auditórios, praças e escolas públicas das cidades dos campi da UFMSDescrição técnicaConteúdo artístico: Repertório composto por peças eruditas e populares brasileiras, executadas pela Banda Sinfônica, Coro da UFMS e artistas/bandas contratados.Estrutura de palco: Palco modular, sistema de som, iluminação cênica básica (LEDs + refletores PAR).Cenografia: Banner institucional, iluminação ambiental e painéis com identidade visual do Festival.Materiais de apoio: Programas de concerto impressos e digitais, QR Codes para acesso ao catálogo e vídeos.AcessibilidadeIntérprete de Libras em todas as apresentações;Audiodescrição prévia disponível online;Espaços reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Objetivo pedagógicoAmpliar o acesso à música orquestral e coral de forma didática e interativa;Promover o diálogo entre músicos da UFMS e estudantes da rede pública;Estimular a escuta ativa e o interesse pela formação musical.2. Espetáculos de Artes Cênicas – Teatro e Dança Quantidade: 10 apresentações por ano Duração média: 50 minutosPúblico estimado: 1500 pessoas por sessão Formato: Presencial, gratuito e acessívelDescrição técnicaCriação e direção: Sinapse Companhia de Dança Contemporânea da UFMS e grupos teatrais a serem selecionados na fase de pré-produção.Concepção artística: Interação entre corpo e som, explorando o diálogo entre música, movimento e projeções cênicas.Elenco: 5 intérpretes-criadores + equipe técnica (iluminação, som, vídeo).Cenografia e figurino: Materiais leves e sustentáveis, painéis de tecido translúcido para projeções.Palco e estrutura: Espaço cênico mínimo 8m x 8m; refletores; projetor; sistema de som.Duração de montagem: 4h / desmontagem: 2h.AcessibilidadeSessões com audiodescrição ao vivo;Intérprete de Libras em falas e introduções;Legendas em português no prólogo do espetáculo.Objetivo pedagógico e artísticoValorizar o corpo como linguagem de conhecimento e expressão social;Promover o intercâmbio entre artistas da universidade e comunidades locais;Difundir a dança contemporânea em cidades com baixa oferta cultural.Materiais complementaresRoteiro coreográfico e trilha sonora autoral;Ficha técnica completa;Programa digital com sinopse, créditos e agradecimentos.3. Oficinas de Música – Formação e Interpretação ColetivaQuantidade: 10 oficinas presenciais por ano Carga horária: 8 horas cada (divididas em dois dias de 4h) Público estimado: 60 participantes por oficina Formato: Presencial, gratuito e certificado pela UFMSDescrição técnicaConteúdo: Técnica vocal, regência, prática de conjunto e musicalização com foco em repertórios brasileiros.Equipe: Professores da UFMS e convidados regionais, que atuarão como oficineirosEspaço físico: Sala de ensaio / auditório escolar com isolamento acústico básico.Materiais:Instrumentos musicais (próprios ou emprestados da UFMS);Projetor multimídia e tela;Apostila digital com conteúdos teóricos e partituras;Fichas de presença e avaliação.Projeto pedagógicoMetodologia coletiva, participativa e prática, integrando teoria e performance;Ênfase em repertório local e na formação de multiplicadores culturais;Certificação emitida pela Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Esporte (PROECE/UFMS).AcessibilidadeMaterial didático em linguagem simples e com fonte ampliada;Tradução em Libras e audiodescrição dos conteúdos audiovisuais.4. Oficinas de Artes Cênicas – Teatro e dançaQuantidade: 10 oficinas presenciais por ano Carga horária: 8 horas Público estimado: 60 participantes por turma Formato: Presencial, gratuito e certificadoDescrição técnicaConteúdo:Introdução à atuação e improvisação;Expressão corporal, Consciência corporal e dança - Metodologia Klauss ViannaCriação de cenas curtas;Integração entre corpo, voz e ritmo;Introdução a técnicas de performance e narrativas locais.Espaço físico: Sala de aula ou auditório.Materiais:Colchonetes, tecidos, fitas adesivas de marcação de palco;Material gráfico (apostila digital);Câmera para registro audiovisual das práticas.Equipe: Professores da UFMS e convidados regionais, que atuarão como oficineiros.Projeto pedagógicoDesenvolver habilidades expressivas e de comunicação;Estimular o protagonismo cultural e o trabalho em grupo;Fomentar o surgimento de grupos artísticos locais.Avaliação formativa por meio da apresentação de cenas curtas.AcessibilidadeExercícios adaptados para diferentes corpos e mobilidades;Interpretação em Libras e legendagem dos vídeos de apoio;Materiais pedagógicos acessíveis.
O Festival Mais Cultura – Cena e Som adotará medidas completas de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo que todas as pessoas possam usufruir plenamente das ações do projeto.Acessibilidade Física: Todos os locais de realização das atividades — auditórios, praças, escolas e espaços culturais — serão previamente vistoriados e adaptados com rampas de acesso, banheiros acessíveis, sinalização tátil e áreas reservadas para pessoas com deficiência, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. A equipe técnica receberá orientações específicas sobre atendimento inclusivo e acessibilidade atitudinal, assegurando um ambiente acolhedor e seguro para todos os públicos.Acessibilidade de Conteúdo: Os conteúdos culturais e pedagógicos do Festival serão integralmente acessíveis. Todas as apresentações, oficinas e produtos audiovisuais contarão com intérprete de Libras, legendas descritivas e audiodescrição, além de versões em linguagem simples para materiais de apoio e divulgação. Os registros de espetáculos e oficinas serão disponibilizados online com recursos de acessibilidade, garantindo o acesso remoto de pessoas com deficiência auditiva e visual. Os materiais impressos e digitais (apostilas, programas e catálogos) utilizarão fontes ampliadas, contrastes adequados e leitura facilitada, atendendo às diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e às orientações da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, art. 47.Essas ações integram o compromisso do projeto com a inclusão cultural e o direito universal à fruição artística, consolidando o Festival como referência em acessibilidade no contexto da cultura universitária e regional.
Todas as ações do Festival Mais Cultura – Cena e Som serão gratuitas e abertas ao público, com prioridade para a comunidade acadêmica — que envolve jovens a partir dos 17 anos — e também para o público da educação básica que frequenta os espaços universitários. Ao contemplar essa comunidade ampliada, o projeto assegura o acesso de estudantes de populações periféricas, quilombolas e indígenas, representando um público diverso, plural e oriundo de diferentes realidades sociais e territoriais.A circulação do Festival ocorrerá tanto na capital quanto nos municípios do interior de Mato Grosso do Sul — Aquidauana, Corumbá, Coxim, Chapadão do Sul, Naviraí, Nova Andradina, Ponta Porã, Três Lagoas e Paranaíba —, abrangendo territórios de baixa oferta cultural. Em cada localidade, serão oferecidas oficinas, espetáculos, concertos, rodas de conversa e residências artísticas, com transporte gratuito e mediação cultural planejada para garantir o acesso efetivo às atividades.O projeto adota integralmente as diretrizes do artigo 47 da Instrução Normativa MinC nº 23, de 5 de fevereiro de 2025, contemplando os seguintes incisos:III – disponibilização, na internet, de registros audiovisuais dos espetáculos, exposições e atividades formativas, acompanhados de Libras e audiodescrição;IV – captação e veiculação de imagens das atividades em redes públicas de televisão e meios de comunicação gratuitos;V – realização de atividades paralelas gratuitas, como ensaios abertos, cursos, palestras, exposições e oficinas;VI – promoção de ações culturais voltadas a crianças, adolescentes, jovens e seus educadores.Importante destacar que muitos municípios do interior de Mato Grosso do Sul não possuem teatros ou equipamentos culturais estruturados, sendo o Teatro Glauce Rocha, localizado na Cidade Universitária, o principal espaço cênico do Estado. Por isso, o Festival tem como foco levar as linguagens da música, dança e teatro a públicos que raramente têm acesso a esse tipo de programação, configurando uma ação de democratização cultural efetiva.A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), enquanto uma das principais instituições de produção artística, cultural e científica da região, atua como ponto irradiador de cultura e conhecimento, promovendo o encontro entre artistas, estudantes e comunidades. Assim, os produtos do Festival — peças teatrais, apresentações musicais, espetáculos de dança e oficinas formativas — serão destinados a ampliar o acesso, fomentar a formação artística e promover o envolvimento ativo das comunidades atendidas, fortalecendo o impacto sociocultural e educativo nas regiões beneficiadas.Além das atividades presenciais, o projeto prevê registro e difusão digital de todo o conteúdo produzido, por meio de um documentário e catálogo interativo distribuídos gratuitamente pela internet, com recursos de Libras, legendas e audiodescrição, garantindo acesso remoto, gratuito e inclusivo. Essas ações consolidam o compromisso do Festival com a democratização do acesso à arte e à cultura, o fortalecimento da cidadania e a valorização dos artistas e públicos do Mato Grosso do Sul.
Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura (FAPEC)A proponente, FAPEC, fará a gestão administrativa e financeira do projeto, em todas as suas etapas, atuando nas contratações, levantamento de preços, compras e pagamentos, bem como no acompanhamento do cumprimento do cronograma, das ações a serem desenvolvidas e nas decisões administrativas. Ela atua como fundação de apoio à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), sendo credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para realizar trabalhos de pesquisa, ensino, extensão, desenvolvimento institucional, prestação de serviços técnicos especializados e apoio técnico-administrativo e financeiro à comunidade, por meio de projetos e programas de trabalho desenvolvidos em parceria com organizações públicas e privadas.Rozana Vanessa Fagundes Valentim de Godoi – Diretora Geral do ProjetoÉ professora no curso de Artes Visuais da Faculdade de Artes, Letras e Comunicação (FAALC) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Graduada em Educação Artística – Licenciatura Plena pela UFMS, possui mestrado em Educação pela Universidade Católica Dom Bosco e doutorado em Educação pela Universidade Federal da Grande Dourados. Atua como Diretora de Cultura, Arte e Popularização da Ciência na UFMS e irá atuar como Diretora Geral do Projeto. Mariuciy Menezes de Arruda Gomes – Coordenação ArtísticaMariuciy Menezes de Arruda Gomes é técnica na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), com graduação em Ciências Biológicas e Mestrado em Ecologia e Conservação pela UFMS. Tem experiência em organização de eventos culturais e artísticos e apoio à formação docente e gestão de programas de extensão, como a Escola de Música da UFMS. Irá atuar como coordenadora artística, participando da curadoria e da execução da programação cultura e formativa.Raul de Lima Soares de Andrade - Coordenação de ComunicaçãoRaul de Lima Soares é designer com experiência em criação de mídias digitais, identidade visual e materiais gráficos para web e impressão. Bacharel e Licenciado em Ciências Biológicas, mestrando no Programade Pós-Graduação em Ensino de Ciências. Une sensibilidade estética e visão educativa na construção de projetos visuais criativos e funcionais. Atuará como designer e fará a coordenação da comunicação, no âmbito institucional e educacional.Mariana Cavalcante - CoreógrafaMariana Cavalcante é Diretora da Sinapse Companhia de Dança da UFMS e coordenadora do projeto de extensão Escola de Dança da UFMS. É mestra em Desenvolvimento Local pela UCDB, com especialização em Dança e Expressão Corporal e especialização em Metodologia do Ensino de Artes. É graduada em Educação Física pela UFMS. Atua como professora de Educação Física, coreógrafa e bailarina, com experiência nas áreas de sapateado americano, dança contemporânea, balé clássico, danças urbanas, jazz e dança flamenca. Atuará como coreógrafa da Companhia de Dança.Raphael Salles Granato Cunha - Apoio administrativoRaphael Salles Granato Cunha é nutricionista formado pela UFSC, com especialização em Nutrição Esportiva Funcional. É Assistente Administrativo da UFMS, onde desenvolve atividades ligadas à produção, organização e execução de eventos culturais e artísticos. Colaborará nos processos de execução das ações culturais do projeto.Jorge Augusto Mendes Geraldo - Regente Coral / OrquestraJorge Augusto Mendes Geraldo é Doutor, Mestre e Bacharel/Licenciado em Música Regência pela UNICAMP, e especialista em Gestão Cultural pelo Senac. É Professor da UFMS, atuando no Curso de Música Licenciatura e no Núcleo Sinfônico UFMS e como Coordenador do Mestrado Profissional em Artes (Prof-Artes) Polo UFMS. É coordenador e regente de projetos de extensão envolvendo práticas de conjunto e integração com a comunidade externa incluindo o Núcleo Sinfônico UFMS através das Banda e Orquestra Experimental Comunitárias, Banda Sinfônica da UFMS e Madrigal MS. Conduz pesquisas nas áreas de práticas coletivas em música (orquestras, coros e bandas), regência e políticas públicas para a cultura, com ênfase em leis de incentivo e financiamento cultural.Dolores Puga - Artes CênicasDolores Puga é Professora Associada do curso de História da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS),e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Letras (UFMS/CPTL), na área de Estudos Literários, linha Literatura e Invenção: do local ao universal. Doutora em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na linha Poder e Discurso, é também mestre e graduada em História pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Sua pesquisa atual aborda o teatro grego clássico e os usos da Antiguidade na arte contemporânea, com ênfase no teatro brasileiro e em práticas culturais.Foi presidente do Grupo de Trabalho em História Antiga de Mato Grosso do Sul (2022–2024) e participa do grupo teatral Ato Histórico da UFMS, onde articula suas pesquisas acadêmicas com a prática cênica. Seus temas de atuação incluem teatro brasileiro contemporâneo, teatro grego clássico, arte, cultura e política, atuando no presente projeto na curadoria e execução das oficinas e atividades teatrais.Lia Raquel Toledo Brambilla Gasques - Coordenação técnicaLia Raquel Toledo Brambilla Gasques é Graduada em Letras pela UFMS e em História. Possui mestrado e doutorado em Arqueologia Pré-histórica pela Universitat Autònoma de Barcelona (UAB). Realizou pós-doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal (INBIO/UFMS). Atualmente é Pró-Reitora de Extensão, Cultura e Esporte da UFMS, foi Diretora de Popularização da Ciência da UFMS (2021–2024) e Responsável Técnica do Museu de Arqueologia da UFMS (2019–2021). É membro da Cátedra UNESCO de Humanidades: Fronteiras e Migrações e coordenadora dos programas institucionais UFMS Apoia, Trilha Rupestre e Vem pra UFMS. No projeto atuará na produção e na articulação institucional. Belchior Donizete Cabral - Produtor Belchior Donizete Cabral é produtor e gestor cultural, com ampla experiência na concepção, curadoria e execução de projetos nas áreas de arte, cultura e audiovisual. É sócio-diretor da Marruá Arte e Cultura (2016–2025), curador da mostra competitiva do filme sul-mato-grossense do Bonito CineSur/MS (2024) e roteirista e produtor do curta “Sem Paralelo”, vencedor do Prêmio Ipê do Audiovisual (2023).Atuou como produtor executivo de projetos nacionais, como o Circuito Popular de Cinema e o Diálogos Contemporâneos, realizados em diversas capitais do país. Foi assessor da Diretoria da ANCINE e Secretário de Cultura de Uruaçu (GO), com sólida trajetória em gestão cultural, produção de eventos e difusão artística. Sua atuação destaca-se pela articulação entre políticas públicas e produção cultural independente, com foco no fortalecimento do audiovisual e das artes cênicas no Centro-Oeste. Irá atuar como produtor.Franciane de Lima Gonçalves - ProdutoraFranciane de Lima Gonçalves é jornalista e produtora cultural, com 17 anos de carreira, sendo quase oito dedicados à produção de conteúdo de entretenimento e cultura. Especialista em roteirização, direção e criação de conteúdo cultural para televisão e produções artísticas diversas. Atualmente é produtora executiva das bandas Filho dos Livres e O Bando do Velho Jack, além de atuar com os artistas Guga Borba e Jonavo. Foi editora-chefe de Programação e diretora do programa Meu Mato Grosso do Sul na TV Morena (2017–2025), onde também dirigiu, roteirizou e produziu programas especiais e conteúdos culturais veiculados regional e nacionalmente pela Rede Globo. Com sólida experiência em gestão de equipe, produção audiovisual e comunicação cultural, Franciane tem trajetória marcada pela integração entre mídia, música e cultura sul-mato-grossense, destacando-se na criação e difusão de projetos culturais e artísticos no estado. No projeto, irá atuar como produtora.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 02/02/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.