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PRONAC 2514305Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Museu do Tijolo - 3ª etapa

ASSOCIACAO DOS AMIGOS DOS MOINHOS DO VALE DO TAQUARI
Solicitado
R$ 899,8 mil
Aprovado
R$ 899,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
PreservaçãoRegistroPromoção d Acervo d Museu/Memór
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Ilópolis
Início
2026-01-05
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Arvorezinha Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto constitui o Museu do Tijolo, que nesta etapa estará prevendo os acabamentos dos módulos que contam a história do tijolo, o departamento administrativo, biblioteca, atelier, café, lavanderia e banheiros do espaço. O Museu do Tijolo valoriza a cultura local e a importância da cerâmica vermelha para o município de Arvorezinha. O Museu do Tijolo abordara a história da construção civil a partir da cerâmica, desdeos seus primórdios, concentrando e focando na história bruta e em sua evolução através dos tempos em diferentes civilizações.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral: Estruturar o mobiliário do Museu do Tijolo, espaço dedicado a sua história e processo de produção, bem como para o desenvolvimento de atividades culturais integralizadas ao Projeto Caminho dos Moinhos, voltadas para a população em geral da cidade de Arvorezinha, cidades vizinhas e turistas. Objetivos específicos:Mobiliar o módulo o tijolo na história;Mobiliar o módulo o universo do tijolo;Mobiliar o módulo administrativo;Mobiliar o módulo biblioteca/pesquisa;Mobiliar o módulo atelier;Mobiliar o módulo espaço do café;Mobiliar o módulo banheiros.

Justificativa

Coeva do fogo, a cerâmica — do grego kéramos ou ‘terra queimada’ _ é um material de imensa resistência, sendo frequentemente encontrado em escavações arqueológicas. Assim, a cerâmica vem acompanhando a história do homem, deixando pistas sobre civilizações e culturas que existiram há milhares de anos antes da Era Cristã. Cerâmica Vermelha: Compreende aqueles materiais com coloração avermelhada empregados na construção civil (tijolos, blocos, telhas, elementos vazados, lajes, tubos cerâmicos e argilas expandidas) e também utensílios de uso doméstico e de adorno. Considerando que no Vale do Taquari encontram-se diversas Indústrias de Cerâmicas, antigas Olarias, é a região propícia para relatar essa história.A implementação dos imobiliários no espaço cultural, além de oportunizar empregos diretos nas atividades relativas ao museu, possibilitará nas etapas futuras a realização de cursos com cerâmica para o fortalecimento desta atividade, bem como o incentivo a formação de mercado para a cultura nas pequenas cidades do estado. Importante acrescentar que o Museu do Tijolo também tem como pretensão o incremento do turismo cultural na região, que já vem sendo construído pela associação através do Caminho dos Moinhos e do Museu do Pão, naquela região. O projeto ainda buscará contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.A mobília do Museu do Tijolo, se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX. priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Uma vez aprovado o projeto e com os recursos, inicia-se a fase de pré-produção, que consiste na seleção de recursos humanos para serviço de secretaria a qual consistiu na recepção dos materiais junto ao Museu – contato direto com fornecedores, parceiros; acompanhamento do desenvolvimento de atividades dos demais prestadores de serviços. A coordenação geral é responsável pela supervisão de todas as etapas do projeto e condução do desenvolvimento das atividades dos demais membros. Nesta etapa do projeto dar-se-á a compra de mobiliários dos seguintes módulos: o tijolo na história, o universo do tijolo, administrativo, biblioteca/pesquisa, lavanderia, banheiros. Com a aquisição dos mobiliários destes módulos os locais terão melhor infraestrutura, garantindo assim a presença de público visitante ao local e priorizando um dos principais objetivos do projeto que é abrir o local aos munícipes e comunidade regional. Ao final do projeto realizaremos a prestação de contas do financiamento da compra dos mobiliários, etapa obrigatória no sistema que ocorrerá no último mês.

Acessibilidade

Acessibilidade física: embora se trate de uma obra de restauro, na qual o acesso do público ao canteiro de obras é restringido pelo período de sua execução, o prédio é possuidor de rampas de acesso à cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, bem como os banheiros são adaptados para pessoas com deficiência física; Acessibilidade deficientes visuais: embora se trate de uma obra de restauro, na qual o acesso do público ao canteiro de obras é restringido pelo período de sua execução, a casa é possuidor de artigos de arte que podem ser tocados por deficientes visuais, sendo acompanhados pelo responsável do local; Acessibilidade para deficientes auditivos: embora se trate de uma obra de restauro, na qual o acesso do público ao canteiro de obras é restringido pelo período de sua execução, a casa abrigará inúmeros objetos com as devidas informações sobre as obras posicionadas nos mesmos, sendo fatos que não cria dificuldades ao acesso de tais pessoas. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idioma dos conteúdos: embora se trate de uma obra de restauro e pintura, na qual o acesso do público ao canteiro de obras é restringido pelo período de sua execução, o museu abrigado no interior de tal prédio, que seguirá com seu funcionamento, inclusive durante as obras, há a oferta de quadros de inúmeros artistas com museólogos e funcionários que estão disponíveis para demonstrar tais bens artísticos, contando sobre eles. Sendo, a arte da pintura, uma linguagem universal de sentimentos. O espaço também contará com pessoas capacitadas para receber a todos, assim que o mesmo for concluído.

Democratização do acesso

Como medida de ampliação de acesso, adotaremos o seguinte inciso do art. 47 da IN 23/2025: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

Associação dos Amigos Moinhos do vale do Taquari | Função Proponente e Coordenador Administrativo-Financeiro Associação dos Amigos dos Moinhos do Vale do Taquari – Fundada em 2004, é responsável pelo processo de tombamento, restauração e construção do Complexo Arquitetônico Museu do Pão (formado por Moinho, Museu e Escola de Panificação), entre outros convênios entre poderes públicos e parceria entre sociedade civil e conselhos municipais para a realização de processos de tombamentos e restauro de bens imóveis na Região do Alto do Vale do Taquari (RS), por meio de financiamento público e privado. Também desenvolve projetos de intercâmbios culturais e educacionais entre alunos do ensino médio dos municípios de Anta Gorda, Arvorezinha, Doutor Ricardo, Ilópolis e Putinga com a escola Liceo Linguístico Cadore Paritário de Auronzo di Cadore, na Itália (financiamento público e privado); assim como nas atividades fim dedicadas ao atendimento a turistas e visitantes do roteiro “Caminho dos Moinhos” e alunos dos cursos de gastronomia e panificação ministrados no Complexo do Museu do Pão (financiamento público e privado); entre outras atividades. Luca Predabon/ Função: produtora executiva Luca Predabon (*Nome artístico/profissional de Luciane Predabon); formada em Publicidade e Propaganda pela Unisinos/RS, atuou por 10 anos como redatora para agências de comunicação do RS. Como analista de comportamento de consumo e estratégias de inovação em desenvolvimento de produtos, serviços, comunicação e novos negócios, foi colaboradora fixa dos Bureaus de pesquisa Box1824 (PoA/SP) e WGSN Group/Mindset, em SP, de 2004 a 2012, atendendo clientes como Unilever, Fiat, Itaú e Editora Abril. Como consultora e diretora criativa e de conteúdo de inovação autônoma, direcionou o seu trabalho para as áreas da economia criativa e colaborativa conectadas aos saberes e fazeres em design, preservação e reconhecimento de identidades e potencialidades humanas, onde assina, entre outros trabalhos, a co-criação e conteúdo criativo do projeto “Trama Afetiva”, projeto de aprendizagem em design e moda em upcycling, para a Fundação Hering, em SP (2016). Projeto de conteúdo e relacionamento “Retrato Brasília”, para o Jornal Correio Braziliense e Centro Cultural Banco do Brasil, com patrocínio do Banco do Brasil, cujo desafio foi cartografar os movimentos jovens e transformadores nas áreas de Arte, Design, Empreendedorismo e Cultura Urbana (2014/2015). “Inteligência Compartilhada”, metodologia de aprendizagem em tendências de comportamento e prototipagem de coleções-cápsula em design e moda, dentro da plataforma Santa Catarina Moda e Cultura – SCMC, envolvendo empresas catarinenses e alunos e professores de escolas técnicas, faculdades e universidades locais (2010 a 2014). Conteúdo no reposicionamento de linguagem gráfica e expografia do Museu Hering, em Blumenau (SC), para a Fundação Hermann Hering, dentro de seu plano anual de atividades, viabilizado pelas leis de incentivo à Cultura, e que resultaram na criação da fonte tipográfica “Enxaimel Type (disponibilizada para download gratuito) e novos conteúdos audiovisuais da mostra permanente “Tempo ao Tempo” (2012). Samir Xavier - Assistente financeiro | Currículo: Samir Xavier formado em Direito pela UCS – Polo de Guaporé. Coordenador administrativo e financeiro de projetos culturais financiados pela Lei Rouanet e pela LIC – RS. Dentre eles destacam-se: Canto da Lagoa 2020, 2023 e 2025 e o Canto da Lagoa Recordações; Suinofest 2015, 2016, 2017, 2019, 2023 e 2025; Estrela Multifeira 2017, 2019, 2021 e 2023; Lajeado Brilha; Natal nas Águas; Semana Farroupilha de Estrela; Semana Farroupilha de Guaporé; Mostra Guaporé; Saudades do Pago; Natal de Estrela 2021, 2022 e 2023; Vivacidade; Rumo ao Natal 2023 e 2024; Casa Martelli e Expocande.Laura Giacomolli Tebaldi - Coordenadora de projeto | Currículo: Formação: Bacharelado em Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas pelo Centro Universitário Univates (2016); Pós-graduada em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado pelo Senac (2019); Licenciatura em Educação do Campo pela Universidade Federal de Santa Maria (2022); Tecnóloga em Produção Cultural pela Uniasselvi (2025). Cursos: Lei Rouanet Descomplicada e Elaboração de Projetos Culturais 2023 e 2024. Curso do Edital da LIC – Lei de Incentivo à Cultura 2024. Curso deExtensão em Administração Pública da Cultura pela UFRGS (2016). Experiências profissionais: Trabalhando há mais de 10 anos com projetos de lei de incentivo à cultura nas esferas estadual e federal. Já atuou na elaboração, orientação, execução eprestação de contas de mais de 150 projetos culturais, sendo a grande maioria nas cidades do Vale do Taquari.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.