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PRONAC 2514309Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Arraia da Amazonia

CHRISTINA MEIRELLES PALMA
Solicitado
R$ 323,2 mil
Aprovado
R$ 323,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Datas comemorativas nacionais c/ calendários específicos: Natal, Ano Novo, Páscoa e Festas Populares
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Petrópolis
Início
2026-03-01
Término
2027-09-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto visa a realização do projeto Festival Arraiá da Amazônia, é o encontro de culturas e celebração dos saberes ancestrais das raízes do Brasil, reconhecido como manifestação relevante da cultura nacional, acontece anualmente, no período das festas juninas, enaltece a riqueza das tradições juninas brasileiras e expressões culturais amazônicas no Rio de JaneiroA proposta visa a realização da 3ª edição do Arraiá da Amazônia, um Festival trazendo como tema "O Arraial dos Encantados"e promove uma imersão sensorial na ancestralidade amazônica através da música autoral da banda Afroribeirinhos e convidados que envolve dança, gastronomia típica, artesanato e intervenções visuais inspiradas nos saberes da floresta. Esse projeto é um território encantado, onde sons, sabores e saberes do Norte se manifestam em ritmo, dança e celebração, unindo tradição, inovação e resistência cultural, culminando em um grande encontro que aproxima o público urbano da diversidade e memória amazônica.

Sinopse

Produtos do Projeto – Resumos 1. Apresentações Artísticas – Shows e Performances (06 apresentações) • Resumo: Apresentações de artistas amazônicos e convidados, com repertório autoral e tradicional, incluindo ritmos como mexidão, carimbó, banguê, bumba-meu-boi, guitarrada, brega e tecnobrega. As performances unem música, dança e intervenção cênica, oferecendo uma experiência cultural imersiva. • Classificação indicativa: Livre 2. Cortejo Popular – Bloco Vai Tomar na Cuia (01 cortejo) • Resumo: Cortejo urbano que percorre áreas do Rio de Janeiro, promovendo interação direta com o público e ocupação artística do espaço público. Valoriza tradições folclóricas e práticas musicais da Amazônia. • Classificação indicativa: Livre 3. Oficinas de Ritmos Amazônicos (02 oficinas – dança e música) • Resumo: Atividades práticas que ensinam ritmos e danças tradicionais da Amazônia, como carimbó, banguê e mexidão, promovendo formação artística e inclusão cultural do público. • Classificação indicativa: Livre 4. Roda de Conversa sobre Folclore Amazônico (01 atividade) • Resumo: Discussão mediada com partcipação de mestres populares, artistas e pesquisadores sobre manifestações culturais, mitos e lendas da região amazônica, fomentando conhecimento, preservação e valorização do patrimônio imaterial. • Classificação indicativa: Livre 5. Palestra sobre Alimentação Amazônica (01 atividade) • Resumo: Apresentação conduzida por chef de cozinha convidado, abordando pratos típicos, técnicas culinárias tradicionais e práticas sustentáveis da gastronomia amazônica, aproximando o público da cultura alimentar da região. • Classificação indicativa: Livre 6. Feira Criativa de Gastronomia, Moda e Artesanato (01 atividade) • Resumo: Espaço de comercialização e exposição de produtos artesanais, moda autoral e gastronomia típica da Amazônia. Promove visibilidade a empreendedores locais, valorizando o patrimônio cultural e fortalecendo a economia criativa. • Classificação indicativa: Livre

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar o Festival Arraiá da Amazônia com o objetivo geral de criar um espaço de imersão e intercâmbio cultural que aproxime o público urbano da diversidade artística, gastronômica e social da região Norte do Brasil e promover a valorização, preservação e difusão da cultura amazônica no Rio de JaneiroO projeto propõe uma experiência multifacetada, integrando música, dança, artes visuais, gastronomia e práticas de sustentabilidade, transformando o encontro em uma plataforma dinâmica de expressão cultural, promovendo troca de saberes e valores socioambientais, além de ter como ponto central a integração de territórios culturais por meio do encontro entre artistas do Norte e Nordeste, tanto convidados quanto os residentes no Rio de Janeiro, reforçando o intercâmbio de saberes, experiências e técnicas, fortalecendo vínculos regionais e valorizando a diversidade artística do país. Em síntese, o objetivo geral é reforçar a estrutura do Arraiá da Amazônia como um encontro emblemático, capaz de integrar música, gastronomia, artes visuais e sustentabilidade, promovendo experiências educativas e transformadoras, fortalecendo a identidade cultural amazônica e consolidando o Rio de Janeiro como território multicultural de celebração, educação e valorização de uma das manifestações culturais mais ricas do país, reconhecida como patrimônio cultural imaterial de relevância nacional e internaciol.Objetivo Especifico:Realizar um festival junino de dois dias, onde a música amazônica é um eixo central da experiência, no Centro Cultural Casa de Todas as Tribos - Fundição Progresso, no bairro boêmio da Lapa, polo cultural carioca, com a participação de artistas amazônicos e convidados, residentes ou não do Rio de Janeiro, em performances e apresentações que contribuem para a valorização de artistas e repertórios amazônicos, ampliando a visibilidade da cultura do Norte na cidade, com programação envolvendo:06 apresentações artísticas - Show e performance, 01 cortejo popular - Bloco Vai Tomar na Cuia/RJ - brincantes de diferentes partes da Amazonia se unindo em festejo na Cidade Maravilhosa, 02 oficinas de ritmos amazônicos - dança e música, 01 Roda de Conversa sobre folclore amazônico - com partcipação de Mestres e Mestras da Cultura Amazônica, 01 Palestra sobre alimentação amazônica com chef de cozinha e 01 Feira Criativa de Gastronomia, Moda e Artesanatos. Proporcionando experiências imersivas que conectem público e tradição cultural, por meio de diversas linguagens artísticas.

Justificativa

Justificativa e Fundamentação para uso da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91)O Arraiá da Amazônia _ Edição "Arraiá dos Encantados" propõe a valorização, preservação e difusão das manifestações culturais da Amazônia por meio de um festival multifacetado que integra música, dança, gastronomia, artesanato, formação e práticas socioambientais. A iniciativa tem caráter público e educativo, oferece programação gratuita ou com ampla gratuidade social (oficinas, ensaios abertos, palestras) e prevê a realização de ações de mediação e difusão digital que ampliam o acesso além do público presencial.A utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura é essencial para garantir a realização do projeto nas condições propostas, pois o formato prevê custos significativos de infraestrutura, logística, deslocamento de artistas e produtores regionais, acessibilidade, captação e conservação de acervo audiovisual, além do investimento em ações pedagógicas e práticas sustentáveis. Sem o apoio proveniente da renúncia fiscal permitida pela Lei nº 8.313/91, a execução integral das contrapartidas sociais, a vinda de artistas e mestres tradicionais da Amazônia e a veiculação e registro massivo das ações (transmissões, materiais educativos) seriam inviáveis na escala planejada. O incentivo público, portanto, não apenas financia o evento, como assegura que a cultura amazônica seja visibilizada de forma democrática, ética e tecnicamente qualificada no principal centro cultural do país.A seguir transcrevem-se os incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91 nos quais o projeto se enquadra, seguidos da respectiva fundamentação:I _ Facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.O Arraiá promove múltiplas ações de acesso livre (feira, cortejo, ensaios abertos) e contrapartidas educativas (oficinas, rodas, material didático, transmissões online), ampliando o exercício dos direitos culturais para públicos diversos, incluindo escolas e comunidades de baixa renda.II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.O projeto traz artistas, mestres e empreendedores da Amazônia ao Rio de Janeiro, fomentando circulação cultural, trocas técnicas e fortalecimento de cadeias produtivas locais, contribuindo para a descentralização e reconhecimento da produção regional.III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.Com programação de shows, performances e registros audiovisuais, o Arraiá atua na difusão e valorização de repertórios autorais e tradicionais (carimbó, mexidão, banguê, guitarrada, tecnobrega), ampliando visibilidade e abrindo mercados para criadores amazônicos.IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional.Ao incorporar saberes indígenas, ribeirinhos e afrodescendentes (mitos, linguagens, práticas alimentares), o projeto contribui para a proteção e reconhecimento das expressões desses povos fundamentais à formação cultural brasileira.V _ Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.Oficinas, transmissões e ações de formação garantem a transmissão intergeracional de técnicas, repertórios e saberes, assegurando a continuidade e o florescimento dessas práticas culturais.VI _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.A documentação audiovisual, a realização de rodas e a sistematização de materiais didáticos contribuem para a preservação do patrimônio imaterial (canções, danças, receitas, narrativas), convertendo vivências em fontes de memória e pesquisa.VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.A produção de conteúdo digital, registros e materiais educativos amplia a circulação de saberes amazônicos em âmbito nacional e internacional, contribuindo para o acervo de conhecimento cultural.IX _ Priorizar o produto cultural originário do País.Toda a programação valoriza explicitamente expressões brasileiras originárias, com ênfase nas matrizes amazônicas, reafirmando a prioridade ao produto cultural nacional.⸻Enquadramento no Art. 3º da Lei nº 8.313/91 (incisos e alíneas apontadas)Art. 3º _ Inciso II, alínea (c): realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.Fundamentação: O Arraiá da Amazônia é um festival que integra espetáculos musicais e folclóricos, intervenções cênicas e exposições (feira criativa com produtos e instalações), enquadrando-se perfeitamente nesta alínea. A programação contempla mostras performáticas, cortejo, feira expositiva e intervenções visuais que se configuram como espetáculos e exposições de caráter artístico e folclórico.Art. 3º _ Inciso III, alínea (d): proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.Fundamentação: O projeto protege e fomenta o folclore e o artesanato ao promover a circulação de mestres, artesãos e saberes, oferecer feira de comercialização e oficinas de transmissão técnica, além de registrar e documentar as tradições apresentadas. Essas ações atuam diretamente na salvaguarda e promoção das tradições populares amazônicas, contribuindo para sua perenização e valorização econômica e simbólica.Conclusão SintéticaO Arraiá da Amazônia justifica-se como projeto de interesse público cultural e educativo cuja execução depende, por sua natureza e alcance, do apoio disponibilizado pelo Mecanismo de Incentivo à Cultura. O enquadramento legal demonstrado evidencia que o projeto não apenas cumpre, como materializa objetivos centrais da Lei nº 8.313/91 — democratização do acesso, regionalização cultural, proteção do folclore e preservação do patrimônio imaterial — tornando a renúncia fiscal um instrumento legítimo e necessário para assegurar sua realização com amplitude, qualidade e responsabilidade socioambiental.

Estratégia de execução

Detalhamento complementar e programação do projetoO Arraiá da Amazônia – Edição “Arraiá dos Encantados” será realizado no Rio de Janeiro, em um espaço público de grande circulação, e reunirá artistas, mestres e empreendedores culturais amazônicos em um encontro de música, dança, gastronomia, saberes tradicionais e sustentabilidade. O evento propõe um mergulho sensorial na cultura amazônica, tendo como fio condutor o conceito dos encantados, entidades que simbolizam a força da floresta e a ligação entre o visível e o invisível, o humano e o natural.A programação contempla três dias de atividades, totalizando 11 produtos culturais entre apresentações artísticas, ações formativas e de fomento à economia criativa. As atividades são distribuídas de forma a integrar fruição, formação e convivência, conforme descrito a seguir:PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA • Show de abertura – Carimbó dos Altos: grupo paraense tradicional que representa o ritmo e a dança do carimbó, declarados patrimônio cultural imaterial do Brasil. • Afroribeirinhos: banda residente do projeto, formada por artistas amazônicos radicados no Rio de Janeiro, com repertório autoral que funde guitarrada, batuques afroindígenas e poesia urbana. • Manoel Cordeiro & Felipe Cordeiro: encontro entre gerações da guitarrada paraense, evidenciando a continuidade e renovação da música amazônica. • DJ Letto: discotecagem com repertório de tecnobrega, brega-funk e beats da floresta, encerrando as noites do evento com celebração popular.CORTEJO POPULAR • Bloco Vai Tomar na Cuia: performance itinerante de rua que mistura percussão amazônica, figurinos temáticos e participação do público, reforçando o caráter comunitário e festivo do projeto.AÇÕES FORMATIVAS • Oficina de Ritmos Amazônicos (música): introdução prática aos toques e instrumentos característicos dos ritmos, ministrada por músicos convidados. • Oficina de Ritmos Amazônicos (dança): vivência corporal e aprendizado de passos e gestualidades do carimbó, siriá e lundu marajoara. • Roda de Conversa “Encantarias e Folclore Amazônico”: diálogo entre mestres da cultura popular e pesquisadores sobre mitos, tradições e expressões simbólicas da floresta. • Palestra “Sabores da Floresta” com chef convidado: abordagem sobre ingredientes nativos, sustentabilidade alimentar e a importância da culinária amazônica como patrimônio imaterial.FEIRA CRIATIVA • Feira Amazônia Criativa: espaço para exposição e comercialização de produtos de gastronomia, moda e artesanato amazônico, promovendo o empreendedorismo cultural e o consumo consciente.AÇÕES DE DIFUSÃO E ACESSIBILIDADE • Transmissão pela internet e cobertura audiovisual: gravação de apresentações e entrevistas com artistas, posteriormente disponibilizadas em plataforma digital, ampliando o acesso e a memória do evento. • Ensaios abertos e visitas guiadas: voltadas a estudantes e comunidades locais, promovendo aproximação com os artistas e compreensão do processo criativo. • Recursos de acessibilidade: tradução em Libras em ações formativas, audiodescrição e legendas em vídeos, e sinalização acessível no espaço do evento.PÓS-PRODUÇÃO E MEMÓRIAApós o evento, será produzido um relatório audiovisual e fotográfico, além de um vídeo-documentário curto, com depoimentos de artistas, bastidores e registros das ações formativas. O material será disponibilizado em redes sociais e enviado a parceiros e instituições culturais como contrapartida de difusão e memória.A partir da Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco de 2003, o IPHAN reconhece os festejos juninos como manifestação da cultura nacional e Patrimônio Imaterial do Brasil.Neste sentido, realizar um encontro das culturas populares tradicionais e contemporâneas na cidade do Rio de Janeiro reafirma o compromisso do projeto com a diversidade e o diálogo dos territórios nacionais. A Amazônia é fonte inesgotável de cultura, ancestralidade, conhecimento popular e inovação, e suas manifestações artísticas muitas das vezes superficialmente conhecidas, oferecem oportunidades de aprofundamento neste campo de trocas multiculturais pela fruição artística e formação cidadã, contribuindo para a valorização da diversidade cultural brasileira conectando artistas, saberes e público em uma celebração imersiva.

Especificação técnica

Detalhamento técnico1. Apresentações Artísticas – Shows e Performances (06 apresentações) • Duração: 60 a 90 minutos cada apresentação • Material e infraestrutura: Som, luz, palco, instrumentos musicais (percussão, guitarras, teclados, etc.), cenografia temática amazônica, figurinos inspirados em elementos da floresta e seres míticos. • Projeto pedagógico: Cada apresentação inclui mediação cultural, contextualizando ritmos, histórias e instrumentos amazônicos. Ensaios abertos promovem interação com o público e aprendizado sobre cultura musical da Amazônia. 2. Cortejo Popular – Bloco Vai Tomar na Cuia (01 cortejo) • Duração: 60 minutos • Material e infraestrutura: Instrumentos portáteis de percussão, figurinos, adereços e sinalização de percurso; equipe de apoio para segurança e acessibilidade. • Projeto pedagógico: A atividade proporciona aprendizado prático sobre ritmos e cultura popular amazônica, incentivando participação comunitária e difusão de práticas folclóricas. 3. Oficinas de Ritmos Amazônicos (02 oficinas – dança e música) • Duração: 90 minutos cada • Material e infraestrutura: Instrumentos musicais (percussão, tambores, caixas), tapetes ou piso adequado para dança, espaço adaptado para circulação; recursos pedagógicos visuais e audiovisuais. • Projeto pedagógico: Aborda técnicas de dança e música tradicionais amazônicas, estimulando coordenação, percepção rítmica, expressão corporal e apreciação da diversidade cultural. Os participantes experimentam ritmos autorais e tradicionais com acompanhamento de mestres e artistas convidados. 4. Roda de Conversa sobre Folclore Amazônico (01 atividade) • Duração: 90 minutos • Material e infraestrutura: Mesas, cadeiras, microfone, projetor multimídia; recursos de acessibilidade (Libras, áudio-descrição). • Projeto pedagógico: Promove conhecimento e reflexão sobre lendas, mitos e tradições da Amazônia. Incentiva debate, questionamento crítico e registro das memórias culturais, aproximando público e especialistas. 5. Palestra sobre Alimentação Amazônica (01 atividade) • Duração: 60 minutos • Material e infraestrutura: Cozinha portátil ou bancada de demonstração, utensílios culinários, ingredientes regionais, recursos audiovisuais para projeção de receitas. • Projeto pedagógico: Demonstra preparo de pratos típicos, destaca ingredientes e técnicas locais, estimula conscientização sobre alimentação sustentável e preservação da biodiversidade amazônica. Inclui participação ativa do público em degustação e interação com chef convidado. 6. Feira Criativa de Gastronomia, Moda e Artesanato (01 atividade) • Duração: 6 a 8 horas por dia do evento • Material e infraestrutura: Barracas, mesas, expositores, equipamentos elétricos, sinalização e comunicação visual temática. • Projeto pedagógico: Proporciona experiências de interação direta com produtos culturais amazônicos. Os visitantes aprendem sobre técnicas artesanais, gastronomia e design regional, fortalecendo conexão entre consumo consciente, preservação cultural e economia criativa. ⸻ Observações gerais: • Todas as atividades têm classificação indicativa livre, promovem acessibilidade física e comunicacional e incluem registro audiovisual para difusão e memória do projeto. • O projeto pedagógico transversal engloba mediação cultural, oficinas práticas, ensaios abertos e visitas sensoriais, garantindo aprendizado e engajamento do público em cada produto.

Acessibilidade

Nosso evento estará comprometido com a promoção da acessibilidade para garantir a participação plena de todas as pessoas, com medidas tais como, orientação da equipe atuante no projeto pela distribuição de cartilha informativa abordando as principais questões em torno da democratização de acesso e garantia de acessibilidade; promovendo sensibilização de agentes culturais, público e todos os envolvidos, e Acessibilidade Arquitetônica - Rotas Acessíveis: Garantindo rotas para cadeiras de rodas; Rampas: Facilitando a mobilidade de pessoas com dificuldades de locomoção; Banheiros adaptados: Oferecendo banheiros acessíveis; Iluminação adequada: Garantindo segurança e orientação.O Arraiá da Amazônia tem como princípio garantir a inclusão e a plena participação de todos os públicos, reconhecendo a acessibilidade como um direito cultural e um valor essencial do projeto. As ações de acessibilidade estão integradas à concepção artística e à produção do evento, abrangendo os aspectos físicos, comunicacionais e sensoriais.Acessibilidade física:O evento será realizado em espaço com infraestrutura adaptada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com rampas de acesso, banheiros acessíveis e áreas de circulação livre de obstáculos. A equipe de produção será capacitada para oferecer suporte a pessoas com deficiência e idosos, assegurando conforto e segurança durante todo o evento. Também serão implantadas sinalizações visuais e táteis nos principais pontos de acesso e circulação, garantindo autonomia e orientação ao público.Acessibilidade comunicacional:Serão adotadas medidas para garantir a compreensão e a comunicação entre o público e as atividades artísticas. Haverá intérprete de Libras durante as principais apresentações e atividades formativas, além da disponibilização de materiais de divulgação acessíveis, com linguagem simples, alto contraste e versão digital compatível com leitores de tela. Vídeos institucionais e de divulgação terão legendas e audiodescrição, ampliando o alcance do conteúdo a pessoas com deficiência auditiva e visual.Acessibilidade sensorial e de conteúdo:A programação prevê ações que estimulam os sentidos e favorecem a participação de pessoas com deficiência visual ou intelectual, como visitas sensoriais guiadas e atividades táteis e olfativas inspiradas na floresta amazônica — cheiros, texturas, sons e elementos naturais que fazem parte da experiência imersiva do Arraiá. Também serão produzidos materiais em braile e fonte ampliada, com informações sobre as atrações e a história do evento.Acessibilidade atitudinal:Toda a equipe envolvida — produção, artistas, técnicos e voluntários — será orientada quanto à importância da inclusão, empatia e respeito à diversidade, reforçando o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura. Dessa forma, o Arraiá da Amazônia busca ser um território verdadeiramente acessível e acolhedor, onde cada pessoa possa vivenciar e compartilhar a riqueza da cultura amazônica em igualdade de condições.

Democratização do acesso

O Arraiá da Amazônia tem como princípio a democratização do acesso à cultura amazônica, oferecendo ao público uma programação gratuita e diversa, que une arte, saberes populares e experiências formativas. O projeto prevê atividades presenciais e ações de difusão digital, ampliando o alcance do conteúdo e possibilitando que pessoas de diferentes regiões e contextos socioculturais participem das atividades.A distribuição das ações culturais contempla as açoes descritas nos objetivos especificos e como medidas de ampliação do acesso, o projeto realizará ensaios abertos ao público, promovendo o contato direto entre artistas e comunidade. Serão oferecidas oficinas paralelas de expressão corporal e construção de instrumentos rítmicos com materiais reutilizáveis, incentivando a educação ambiental e a criatividade coletiva.Serão produzidos registros audiovisuais das apresentações, rodas e oficinas, disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais, fortalecendo a difusão e a memória do projeto.O Arraiá da Amazônia também adotará estratégias de mediação cultural, com atividades de formação de plateia e distribuição de material educativo sobre o universo amazônico, reforçando o caráter pedagógico e inclusivo do evento.Assim, o projeto reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, promovendo o encontro entre o público urbano e as tradições da floresta, e fortalecendo o diálogo entre o Norte e o Sudeste por meio da arte, da música e da coletividade.

Ficha técnica

Tina Palma - Proponente e Direção Geral: Produtora e coordenadora de projetos culturais, com 25 anos de experiência em eventos de teatro, cinema, dança, circo e música, atuando em produções de pequeno, médio e grande porte. Ao longo da carreira, esteve à frente de shows nacionais de artistas como Paralamas do Sucesso, O Rappa, Milton Nascimento, Maria Rita, Monobloco, Criolo, Racionais MC’s, entre outros, além de turnês internacionais com nomes como Groundation, Morrissey, Arcade Fire, SOJA, 30 Seconds to Mars e Greta Van Fleet. Mais de 10 anos, integrou a equipe da Fundição Progresso, na Lapa, Rio de Janeiro — onde coordenou o Centro Cultural e idealizou o projeto Inventos – Fundição de Portas Abertas, realizado bimestralmente por dois anos com uma programação intensa de mais de 30 atividades em um único dia, reunindo artistas residentes e convidados. Em um desses encontros, conheceu a banda Afroribeirinhos e se encantou com a força simbólica e a musicalidade única do grupo, que propõe uma fusão de ritmos. Há quatro anos, acompanha a trajetória da banda como produtora geral, contribuindo para seu desenvolvimento artístico e profissional, com gravações, lançamentos e, mais recentemente, uma turnê pelo Estado do Rio de Janeiro viabilizada pelo edital Sesc Pulsar em 2024.Mayra Abreu - Coordenação de Produção: Nascida na Amazônia, formação acadêmica em ciências biológicas com experiência de mais de 14 anos com temas da sociobiodiversidade/povos da floresta, Biodiversidade e sustentabilidade Sociobiodiversidade cultural, aplicado a diferentes setores e diversidade de territórios. Em 2010 atuei como analista de sustentabilidade, na primeira Diretoria de Desenvolvimento Sustentável na Vale S.A., responsável pela gestão corporativa do tema Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos e no Fundo Vale (OSCIP) com gestão de parcerias e projetos socioambientais na Amazônia. Desde 2017, atuo com coordenação e produção de projetos e captados via Leis de incentivo e/ou independentes: Festa do Sol/CE, Tem Disso Sim (duas edições)/Cariri CE, Ecléticos, Noites Brasileiras, Territórios Multiculturais, em Fortaleza, e edição no circo voador no Rio de Janeiro do Festival Se Rasgum/PA, dentre outros, bem como Direção Artística e articulação cultural da CasaG20 | Embaixada Cultural RJ, 2024. Desde 2024 integro a equipe de gestão e produção do coletivo Mi Mawai, uma plataforma de alianças de produções culturais indígenas e não indígenas, experiencia em articulação institucional com parceiros, patrocinadores e setor público.Alan Garcia - Coordenação Técnica: produtor musical, técnico de som e multiinstrumentista, começou sua carreira em 2004, tocando guitarra e cantando em bandas de rock do underground carioca como New Deal, Playout e Rapeize. Durante 10 anos, permaneceu à frente dos palcos, porém, flertava constantemente com o backstage. Cursou produção musical com Sérgio Izeckson, tecnólogo em produção fonográfica com Mairton Bahia e circulou trabalhando em diversos estúdios como a "Casa do Mato", onde pode trocar experiências com Ronaldo Lima, Pedro Richaid, Marcelo Sussekind e Zé Ricardo. Fundou o selo chamado "A Fonte", com estúdio próprio, onde produzia diversos artistas do segmento Hip-Hop / Pop, produzindo faixas de: Lucas Solaris, Jean Santoro, Major RD, Thiago Via Jah, Kuartieri, Thisam, Cezar e Ozama MC. Atuou como diretor de conteúdo na Hype Mid, empresa que conecta influenciadores digitais a grandes marcas, produzindo conteúdo de vídeo junto aos participantes do programa "De férias com o EX Brasil", da MTV, e também da banda UM44K, onde acompanhava o dia-a-dia do integrante Luan Otten, hoje em carreira solo. Apresentador e fundador do Humaniza Podcast. Produtor técnico e integrante da banda AFRORIBEIRINHOS.Carol Guerra - Produção Executiva: carreira artística consolidada há mais de 15 anos. Como atriz participou de montagens importantes para o cenário petopolitano. Como cantora, esteve por 10 anos a frente de uma banda, tendo gravado um álbum, um dvd e três clipes. Tem experiência com assistência de produção e produção. Iniciou trabalho com produção executiva em 2020, já tendo aprovado 4 projetos em editais culturais desde então. Responsável por toda a parte burocrática e contratual desses projetos, inclusive executou a produção executiva na Turnê do Sesc Rj 2025 com a banda Afroribeirinhos. Matheus Dibob da Silva - Diretor Musical: Cantor, percussionista, guitarrista e compositor, gravou o seu primeiro álbum Afrocaribeamazônico de músicas autorais em 2019, com a banda no qual ele é o fundador, Os Afroribeirinhos. As composições das músicas “Vai tomar na cuia” inspirou a criação no Rio de Janeiro do bloco de Carnaval com o mesmo nome, promovendo vivências e oficinas com mais de 15 artistas ativos da cena local. A música Serenou deu origem a Web série de 5 episódios que foi contemplada pela Lei Aldir Blanc e conta a história da banda da Cultura e fala sobre os artistas do Norte que moram no Rio de Janeiro. É compositor do album Afrocaribeamazònico com 9 musicas, um Ep c 3 musicas e 7 singles lançados pela banda.Frank Russo - Diretor Musical: baixista, violonista e arranjador manauara, com trajetória profundamente conectada às expressões musicais da Amazônia. É um dos fundadores da banda Afroribeirinhos, onde atua como arranjador desde sua criação em 2018. Grupo, conhecido por fundir ritmos amazônicos como carimbó, guitarrada e batuques ribeirinhos com influências afro-brasileiras, já soma mais de 1 milhão de streams nas plataformas e passou por importantes palcos e projetos nacionais integra o Conjunto Regional de Choro Só Mais Uma e participou de iniciativas internacionais envolvendo trilhas sonoras para exposições de arte na França, Inglaterra e Itália. Sua formação inclui o bacharelado em violão clássico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde também estuda contrabaixo acústico, aprofundando suas pesquisas sobre música amazônica e afro-brasileira.Luciana Santos - Tecnico de Iluminação: Com 25 anos de profissão na área de iluminação em teatro, shows, exposições e eventos. Trabalhou por 11 anos fazendo a iluminação dos shows da Mart'nália. Trabalhou também em casas de renome no Rio de Janeiro como Vivo Rio e Blue Note. Atualmente está se preparando para dar aula na Escola Técnica, Iatec. Assinou a luz da Turne Abdução -Sesc Pulsar 2025.Maria Guerra - Mídia Social: produtora cultural e comunicadora, com atuação na Câmara Municipal de Petrópolis. Possui experiência na gestão e produção de projetos culturais, sociais e institucionais, com foco em memória, cultura e direitos trabalhistas. Reconhecida pela capacidade de articular equipes e desenvolver ações de impacto social, alia sensibilidade e estratégia na construção de iniciativas voltadas ao fortalecimento da cultura e da cidadania.Fabio de Souza - Cenografia: Cenógrafo e diretor de arte, já assinou a cenografia e direção de arte para shows, exposições, clipes e capas de discos de diversos artistas, como Erasmo Carlos, Fafá de Belém, Geraldo Azevedo, Chico César, Marina Lima, Mariene de Castro, Ana Cañas, entre outros. Produtor cultural e tour manager de artistas e bandas (como Orquestra Imperial, Frejat, Rita Benneditto, Marcelo Jeneci...), também acumulou passagens pela produção executiva do Circo Voador e pela curadoria musical do Teatro Solar de Botafogo. Formado em Comunicação Social, e na Universidade Antropófaga do Teatro Oficina, local em que aprimorou seus dons artísticos de canto e atuação. Assinou a cenografia da turnê Abdução do Sesc Pulsar. Clara Lugão - Assesoria de Imprensa: Jornalista, pesquisadora musical e assessora de comunicação na área de cultura. Tem mestrado em Ciências Sociais/ Diversidade Cultural e atua como Assessora de Imprensa e Relações Públicas da Fundição Progresso, um dos maiores equipamentos culturais do país.Rodrigo Cavalcanti - Coordenador de Palco e SomAlexandre Pimenta - Identidade Visual

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.