Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2514316Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Aquifero Guarani – tornando visível o invisível

ASSOCIACAO MUSEU DE MINERALOGIA AITIARA
Solicitado
R$ 499,9 mil
Aprovado
R$ 499,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Botucatu
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Botucatu São Paulo

Resumo

O MAGMA _ Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia, criado a partir do antigo Museu de Mineralogia Aitiara, consolida desde 2004 sua atuação como espaço de difusão cultural, científica e educativa. Desde 2016 realiza ações itinerantes com um trailer adaptado, levando exposições, teatro e oficinas a bairros periféricos e cidades do interior paulista, promovendo acesso gratuito à arte e à ciência para quem dificilmente chegaria à sede do museu.Nesta edição, intitulada "Aquifero Guarani _ tornando visível o invisível", serão realizados 20 conjuntos de atividades que unem arte, ciência e educação, com apresentações teatrais, oficinas de geotintas, jogos educativos e ações de paleontologia. O encerramento contará com a exposição "A Carne de Gaia", de Beá Meira, com participação de artistas indígenas e foco em questões ambientais e sociais. Com acessibilidade e ações educativas integradas, o projeto reafirma a missão do MAGMA: democratizar o conhecimento e transformar distâncias em encontros.

Sinopse

Sinopse da Obra – Projeto “Aquifero Guarani – tornando visível o invisível”O projeto “Aquifero Guarani – tornando visível o invisível” é uma ação cultural e educativa de caráter itinerante e multidisciplinar que integra arte, ciência e meio ambiente em experiências acessíveis, gratuitas e imersivas. Realizado pelo MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia, o projeto propõe uma circulação que alcança escolas públicas, bairros periféricos e cidades de pequeno porte da região centro-oeste paulista, democratizando o acesso à cultura e ao conhecimento científico.A proposta é uma continuidade de ações já realizadas pelo MAGMA há mais de uma década, porém incrementadas com atividades adicionais, concebidas a partir da vocação do museu em dialogar com públicos diversos, levando para fora de sua sede um acervo que une geociências, paleontologia, arqueologia, astronomia e artes visuais, traduzido em exposições, espetáculos e oficinas criativas. Desde 2016, o MAGMA realiza itinerâncias com um trailer adaptado — um verdadeiro museu móvel — que se transforma em palco, galeria e sala de aula sobre rodas, convertendo distâncias geográficas em encontros humanos e educativos.Nesta nova edição, “Aquifero Guarani – tornando visível o invisível” apresenta um conjunto de 20 conjuntos de atividades integradas, que somam exposições, oficinas, apresentações teatrais, jogos educativos e ações formativas, concebidas por uma equipe interdisciplinar composta por artistas, arte educadores, técnicos, museóloga, atores, engenheiro, geógrafa e cientistas. As atividades são voltadas a públicos de todas as idades, com classificação indicativa livre, e envolvem práticas acessíveis e inclusivas.Sinopse das atividades ue compõe o projeto "Aquifero Guarani – tornando visível o invisível"1. Exposição Itinerante – “MAGMA sobre Rodas”Instalada no interior do trailer do MAGMA, especialmente adaptada para essa finalidade, a exposição apresenta acervos de minerais, rochas, fósseis e materiais arqueológicos, acompanhados por painéis interativos e vídeos educativos. Os conteúdos tratam da origem da Terra, das eras geológicas e da importância da preservação do Aquífero Guarani, um dos maiores reservatórios subterrâneos do planeta. O espaço expositivo é acompanhado por mediações culturais e adaptações acessíveis, como audiodescrição e legendagem. As visitas são gratuitas e mediadas por educadores especializados, que estimulam o diálogo entre ciência, arte e sustentabilidade.2. Oficinas Educativas e FormativasAs oficinas ocorrem paralelamente à itinerância e são voltadas tanto a estudantes da rede pública quanto à comunidade em geral. Entre as atividades oferecidas estão:Pintura com geotintas produzidas a partir das próprias terras da região, unindo arte e geociência.Mini paleontologia, com pintura de réplicas de fósseis.Arqueologia experimental, que explora a relação entre território, memória e identidade.Jogos educativos e ambientais, que convidam o público a compreender, de forma lúdica, a preservação das águas subterrâneas e a sustentabilidade. As oficinas incluem materiais gratuitos e são projetadas para promover a inclusão de públicos com deficiência e baixa renda.3. Espetáculo Teatral “Mãe Terra”Com encenação e dramaturgia originais, o espetáculo “Mãe Terra” integra o eixo artístico do projeto e dialoga diretamente com as temáticas do meio ambiente e da relação simbiótica entre seres humanos e natureza. A peça é apresentada no palco móvel, a partir da abertura da lateral do trailer, que se torna a área de apresentação. A peça "Mãe Terra" foi especialmente concebida para o projeto, com dramaturgia, figurinos e trilha sonora sob encomenta. A peça utiliza linguagem poética e musical para abordar a força feminina da Terra como entidade viva — um corpo que sente, reage e resiste aos impactos da ação humana. A trilha sonora é executada ao vivo por artistas do coletivo, e a encenação incorpora projeções visuais e elementos naturais (barro, pedra, água) como símbolos do ciclo vital. O espetáculo é classificação livre e destinado a espaços públicos, praças e escolas, ampliando o alcance da arte cênica a comunidades que raramente têm acesso a produções teatrais.4. Ação Formativa para EducadoresO projeto inclui encontros e oficinas pedagógicas voltadas a professores da rede pública, profissionais da educação não formal e arte educadores, com foco em metodologias transdisciplinares que integram arte, ciência e educação patrimonial. Essas ações formativas têm como objetivo fortalecer a atuação de educadores e multiplicadores locais, garantindo a continuidade do impacto do projeto após o encerramento de sua circulação.5. Exposição Final – “A Carne de Gaia”Encerrando o ciclo do projeto, será realizada a exposição “A Carne de Gaia”, da artista Beá Meira, com participação de artistas indígenas convidados.a exposição ocorrerá na sede do MAGMA e terá entrada gratuita. A mostra reúne desenhos, tapeçarias, mokulitos, pinturas e gravuras produzidos ao longo de mais de 20 anos, criando uma reflexão estética e política sobre o Antropoceno, o colapso ambiental e os modos de vida ameaçados pelas lógicas capitalistas. “A Carne de Gaia” convida o público a enxergar a catástrofe ambiental não com distanciamento, mas com engajamento e responsabilidade. As obras incorporam elementos das ecofilosofias ameríndias, mostrando como os povos indígenas concebem a Terra como um corpo vivo, onde todas as formas de existência estão interligadas.Serão convidados artistas dos povos originários Guarani, em sintonia com uma das mais intensas temáticas do Magma, que é preservação do Aquífero Guarani A exposição contará com recursos de acessibilidade comunicacional, mediações educativas, visitas guiadas e atividades sensoriais para públicos diversos. Trata-se de uma mostra que articula arte contemporânea, saberes tradicionais e ciência, propondo uma experiência estética de reencantamento e reconexão com o planeta.Serão elaboradas ações educativas na temática da exposição.Também ocorrerá uma oficina sobre o processo de criação com a artista da mostra, Beá Meira. Síntese Conceitual“Aquifero Guarani – tornando visível o invisível” é uma proposta viva e transformadora, que une o rigor científico à sensibilidade artística. Cada parada do museu móvel, cada oficina e cada espetáculo constituem um convite à descoberta e à empatia — um exercício coletivo de reconstrução dos laços entre humanos e natureza. A circulação do projeto em cidades como Botucatu, Avaré, Lençóis Paulista e São Manuel reafirma o compromisso do MAGMA em descentralizar o acesso cultural, formar novos públicos e consolidar uma rede de experiências criativas que integram arte, ciência e cidadania.Classificação indicativa: Livre Duração total do projeto: 12 meses Formato: Itinerante e expositivo Linguagens contempladas: Artes visuais, teatro, educação patrimonial, meio ambiente e ciências da Terra.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a democratização do acesso à cultura, à ciência e às artes integradas por meio da continuidade e ampliação das ações itinerantes do MAGMA _ Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia, consolidando-o como espaço de formação, inclusão e difusão do conhecimento científico e artístico em municípios do interior paulista, especialmente em regiões periféricas e comunidades com menor acesso a bens e equipamentos culturais. Objetivos Específicos1. Circulação e descentralização cultural Realizar 20 conjuntos de atividades itinerantes em municípios e bairros periféricos das regiões de Botucatu, Lençóis Paulista, Avaré e São Manuel, garantindo o acesso gratuito e inclusivo a conteúdos de arte, ciência e patrimônio.2. Exposição itinerante em museu móvel Reestruturar e operacionalizar o trailer do MAGMA como museu móvel, abrigando exposições de minerais, rochas, fósseis e conteúdos interativos sobre geociências, arqueologia e astronomia, com mediações culturais e acessibilidade comunicacional.3. Ações formativas e educativas Oferecer oficinas educativas e formativas em cada local visitado, com foco em temas como preservação ambiental, leitura da paisagem, arqueologia experimental e memória cultural, envolvendo professores, estudantes e comunidades locais. As atividades incluirão oficinas de pintura com geotintas produzidas a partir de pigmentos regionais, pintura de miniaturas de dinossauros, jogos educativos e dinâmicas interativas sobre o Aquífero Guarani e o meio ambiente.4. Apresentações artísticas e teatrais Apresentar o espetáculo teatral "Mãe Terra", criado especialmente para o projeto, com performances musicais e interações que abordam a temática da sustentabilidade, das águas subterrâneas e da preservação do planeta. As apresentações serão adaptadas para espaços públicos, praças e escolas, com recursos de acessibilidade, Libras e audiodescrição.5. Exposição final "A Carne de Gaia" Realizar a exposição coletiva "A Carne de Gaia", da artista Beá Meira, com participação de artistas indígenas convidados, articulando linguagens artísticas e saberes ancestrais em torno da crise ambiental contemporânea. A mostra propõe um diálogo entre arte, ciência e filosofia, convidando o público a refletir sobre o Antropoceno, os modos de vida originários e a necessidade de um novo pacto simbiótico com a Terra.6. Acessibilidade e democratização do acesso Assegurar 100% de gratuidade nas atividades e garantir recursos de acessibilidade comunicacional e física, como Libras, audiodescrição, legendagem e sinalização tátil. Destinar no mínimo 20% das vagas em oficinas e ações formativas a públicos historicamente menos favorecidos — estudantes da rede pública, pessoas com deficiência, idosos e comunidades periféricas.7. Valorização da diversidade e inclusão social Fortalecer o diálogo entre saberes populares, conhecimentos científicos e expressões artísticas, reconhecendo a diversidade cultural e promovendo o protagonismo de artistas, educadores e comunidades locais.8. Formação de público e estímulo à economia criativa Estimular a formação de público para as ciências e as artes, ampliando o interesse por museus, exposições e ações educativas. Gerar oportunidades de trabalho e renda para artistas, produtores, técnicos, educadores e prestadores de serviços, contribuindo para o fortalecimento da cadeia produtiva cultural regional e para a sustentabilidade econômica do projeto.9. Ampliação do alcance educacional e impacto regional Atender diretamente milhares de estudantes e professores da rede pública, aproximando o conhecimento científico e artístico de realidades escolares com poucos recursos. Promover o uso educativo dos materiais do museu e dos produtos gerados nas atividades itinerantes, fortalecendo a integração com o currículo escolar e as práticas pedagógicas locais.10. Preservação e valorização do patrimônio natural e científico Difundir o conhecimento sobre o patrimônio geológico, arqueológico e paleontológico do Estado de São Paulo, contribuindo para a sensibilização ambiental e a valorização da memória natural e cultural da região.11. Produção de materiais de registro e difusão Elaborar materiais educativos e audiovisuais de registro das atividades, que serão disponibilizados gratuitamente em formato digital e acessível, fortalecendo a memória institucional do projeto e a transparência das ações.12. Sustentabilidade e continuidade Consolidar o projeto como modelo de ação continuada, capaz de atrair futuras parcerias e captações de recursos, garantindo a permanência e o crescimento do MAGMA como referência em inovação museológica, itinerância e inclusão cultural. Resultados Esperados:20 conjuntos de atividades culturais e educativas realizados em diferentes municípios paulistas;Mais de 5.000 pessoas diretamente beneficiadas, entre estudantes, educadores e comunidade;Expansão da rede de parcerias institucionais entre escolas, universidades e coletivos culturais;Formação de novos públicos para arte, ciência e patrimônio;Ampliação do impacto social e educativo das ações do MAGMA;Consolidação da exposição "A Carne de Gaia" como ação de encerramento e síntese simbólica do projeto.

Justificativa

A utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura previsto na Lei 8.313/91 é estratégica e essencial para viabilizar este projeto por diversos motivos:Primeiro, o caráter de itinerância e descentralização cultural, com atividades gratuitas em municípios, bairros periféricos e escolas que carecem de acesso cultural, está diretamente alinhado aos incisos I e II do Art. 1º da lei, que estabelecem como finalidades "facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" e "promover e estimular a regionalização da produção cultural" respectivamente. Além disso, o projeto contempla práticas que valorizam culturas locais, materiais regionais (como geotintas), e acervos de ciência e patrimônio local — enquadrando-se no inciso III e no inciso VI do Art. 1º, que tratam de "apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores" e "preservar bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro". O projeto cumpre também os requisitos de acessibilidade e democratização exigidos pela Lei: todas as atividades são gratuitas e serão disponibilizadas com recursos de acessibilidade comunicacional (Libras, audiodescrição, legendagem), em conformidade com o § 3º do Art. 2º da Lei, que exige que os incentivos sejam concedidos a projetos que disponibilizem seus bens culturais em formato acessível. Quanto aos objetivos do Art. 3º, este projeto atende múltiplos incisos: Inciso I: incentivo à formação artística e cultural — ao oferecer oficinas, capacitações, mediações culturais e oportunidades de aprendizagem, fomentamos o desenvolvimento de artistas, técnicos e educadores. Inciso II: fomento à produção cultural e artística — por meio da circulação de espetáculos teatrais, exposições itinerantes, produção de materiais interativos e apresentações culturais. Inciso III: preservação e difusão do patrimônio — porque o projeto envolve divulgação de conhecimentos geológicos, arqueológicos e paleontológicos; preservação do patrimônio científico local; circulação de acervos e ações educativas de valorização do patrimônio natural e cultural. Inciso IV: estímulo ao conhecimento dos bens culturais — por meio da distribuição gratuita de ingressos, da mediação cultural, visitas virtuais, reconstruções digitais, e difusão pública de conteúdos acessíveis. Inciso V: apoio a outras atividades culturais — o projeto caracteriza-se como inovação cultural em contexto periférico, e consolidará novas formas de circulação cultural previstas como atividade relevante abaixo desse inciso (ações culturais inéditas e de impacto social). Ademais, a Lei Rouanet prevê no Art. 18, ao qual pleiteamos o enquadramento do presente projeto, a possibilidade de que pessoas físicas ou jurídicas realizem doações ou patrocínios de parcelas do Imposto de Renda a projetos culturais aprovados, o que permite aos apoiadores deduzirem os valores do IR — um mecanismo de fomento que amplia o leque de potenciais investidores culturais. Portanto, o uso desse mecanismo não é mera conveniência, mas resposta necessária à natureza pública, inclusiva e de impacto social desse projeto. Ele assegura condições de financiamento compatíveis com a gratuidade, acessibilidade, descentralização e escala proposta, sem impor ônus ao público beneficiário, e permite a captação de recursos dentro de um arcabouço jurídico reconhecido e fiscalizado. Esse enquadramento fortalece a credibilidade do projeto perante patrocinadores, órgãos de cultura e a sociedade, e legitima sua execução sob os princípios legais de promoção de cultura para todos.

Estratégia de execução

Links para conhecer melhor o MAGMA - Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia:Site oficial do MAGMA https://magma.org.br/ Instagram do MAGMA https://www.instagram.com/magma.museu/ Participação de Berenice no EPMi – Encontro Paulista de Museus, itinerante, do SISEM-SP https://www.youtube.com/watch?v=gzTFNWclo8Q Visita virtual ao Museu de Mineralogia, hoje MAGMA https://www.youtube.com/watch?v=YYv8iuWOeNQ&t=80sNosa sede do MAGMA – Maquete vitual https://www.youtube.com/watch?v=onYsDw2vSj0Reconfiguração do Muma, hoje MAGMA, em 2011/2012 https://www.youtube.com/watch?v=myjAQYHS7EoPeça teatral "Mãe Terra" (teaser): https://www.youtube.com/watch?v=gzTFNWclo8Q

Especificação técnica

1. Exposição Itinerante – “MAGMA sobre Rodas”Realização de 20 itinerâncias nas cidades de Botucatu, Avaré, Lençóis Paulista e São Manuel.Duração das visitas mediadas: 45 a 60 minutos2. Oficinas Educativas e FormativaEm cada uma das 20 itinerâncias ocorrerão as seguintes oficinas culturais, todas com material incluso:- Pintura com geotintas produzidas a partir das próprias terras da região, unindo arte e geociência.- Mini paleontologia, com pintura de réplicas de fósseis.- Jogos educativos e ambientaisDuração de cada oficina: 50 a 70 minutos3. Espetáculo Teatral “Mãe Terra”Apresentação teatral em cada uma das 20 itinerânciasDuração da atividade: aprox 30 minutos4. Ação Formativa para EducadoresRealização de 02 palestras formativas nas temáticas do projeto, abertas a educadores, arte educadores e público interessado. Vagas: 40 vagasInscrição: por meio de formulário onlineDuração: 1h305. Exposição “A Carne de Gaia”Local: sede do MAGMA (Botucatu - SP)Duração: 60 diasRealização de visitas mediadas em grupo mediante agendamentoRealização de ações educativas na temática

Acessibilidade

O projeto contempla acessibilidade física e de conteúdo em todas as suas etapas, tanto na itinerância com o trailer quanto nas atividades fixas e na exposição final. Acessibilidade física: Os locais das apresentações e oficinas serão previamente vistoriados para garantir circulação adequada a pessoas com mobilidade reduzida. Serão priorizados espaços que disponham de rampas, banheiros acessíveis, pisos nivelados e sinalização tátil, além da adoção de rotas acessíveis no entorno imediato dos locais de realização. O trailer itinerante do MAGMA possui estrutura e rampa para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida e será acompanhado por equipe de apoio treinada para atendimento a pessoas com tais condições. Acessibilidade de conteúdo: Serão disponibilizados intérpretes de Libras nas atividades presenciais e vídeos informativos, legendas descritivas em materiais audiovisuais e audiodescrição para conteúdos expositivos e registros digitais. Materiais educativos e informativos também serão adaptados em linguagem simples e compatível com softwares leitores de tela. Quando aplicável, conteúdos impressos em Braille serão disponibilizados para complementar a mediação presencial. As exposições e oficinas contarão com visitas sensoriais guiadas, permitindo interação tátil e sonora com réplicas de fósseis, minerais e objetos do acervo itinerante, ampliando a experiência de público com deficiência visual. Essas ações asseguram a plena participação de todas as pessoas, fortalecendo o princípio da acessibilidade universal e tornando o projeto exemplar em inclusão cultural e comunicacional.

Democratização do acesso

A democratização é o eixo central do “Magma que Flui”. Todas as ações do projeto serão inteiramente gratuitas, garantindo acesso irrestrito da população, especialmente de comunidades que raramente têm oportunidades de vivenciar experiências culturais, científicas e artísticas. 1. Distribuição e acesso gratuito: 100% das visitas, oficinas, mediações e apresentações serão gratuitas. Todos os materiais pedagógicos e artísticos utilizados nas oficinas (como pigmentos de geotintas, réplicas de dinossauros e kits educativos) estarão incluídos sem custo para o participante. Pelo menos 20% das vagas serão destinadas prioritariamente a estudantes da rede pública, pessoas com deficiência, idosos, comunidades periféricas e grupos em vulnerabilidade social. 2. Ações formativas e abertas: Realização de oficinas e encontros formativos com professores e mediadores culturais da rede pública, incentivando a multiplicação das metodologias do projeto. Atividades abertas ao público, explorando processos criativos, desde a concepção até a finalização dos produtos culturais. Compartilhamento online de materiais didáticos acessíveis e vídeos educativos nas redes e site do MAGMA, ampliando o alcance para além do público presencial. 3. Outras ações de ampliação do acesso: Produção de materiais educativos sustentáveis (digitais e impressos em papel reciclado) distribuídos gratuitamente em escolas e espaços culturais parceiros. Possibilidade de transmissão nas redes sociais e no website oficial de trechos das atividades e registro audiovisual das itinerâncias para exibição gratuita posterior em meios digitais e educativos. Realização de ensaios e oficinas abertas, estimulando a participação espontânea de visitantes e da comunidade local. 4. Acompanhamento e avaliação: As ações de democratização e acessibilidade serão monitoradas por meio de formulários, registros quantitativos e qualitativos e reuniões periódicas de equipe, visando aprimorar continuamente os mecanismos de inclusão e o impacto social das atividades. Assim, o projeto reafirma o compromisso do MAGMA com a cultura como direito universal, promovendo acesso gratuito, inclusivo e descentralizado à arte, à ciência e à educação, em consonância com os princípios da Lei de Incentivo à Cultura.

Ficha técnica

Segue ficha técnica dos principais componentes: Berenice Pereira Balsalobre – Diretora e Curadora do MAGMA - Coordenação geral do projeto e assessoria jurídica Advogada formada pela USP e geógrafa pela UnB, é diretora e curadora do MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia desde 2007. Idealizou e coordenou projetos selecionados por editais PROAC e FEHIDRO, com circulação em escolas públicas, praças e instituições como UNICAMP e Museu do Amanhã (RJ). Foi palestrante no Encontro Paulista de Museus (SISEM-SP) e curadora das exposições Proteção das Águas – Opção pela Vida e Eras Geológicas – Uma Exposição de 4,6 Bilhões de Anos. Coordena ações institucionais, educativas e museológicas do museu, com foco em geoconservação, arte e educação ambiental.Cecília de Lourdes Fernandes Machado – Museóloga e Historiadora Responsável Formada em História pela PUC-SP e pós-graduada em Museologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Coordenadora do Curso Técnico de Museologia da ETEC Parque da Juventude e do Curso de Pós-Graduação em Museologia da FESPSP. Atuou como diretora do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP) e foi responsável pela criação do Encontro Paulista de Museus. Consultora de grandes instituições, entre elas MASP, Museu Lasar Segall, Museu Paulista da USP e Itaú Cultural. Desde 2017 presta assessoria museológica ao MAGMA, incluindo a elaboração do plano museológico e da reserva técnica.Dhara Rodrigues Lima – Coordenadora de Ações Educativas Arqueóloga e educadora, responsável por desenvolver metodologias de mediação cultural e atividades educativas do MAGMA. Atua com arqueologia experimental, pintura com geotintas e oficinas que integram saberes ancestrais e ciências da terra. Foi responsável pela concepção da exposição Memória em Rocha e coautora do expositivo A Paisagem Conta História, que articula arqueologia, geografia e ancestralidade indígena.Isadora Balsalobre Athias – Produtora Local e Arte-Educadora Educadora e produtora cultural, atua na execução das oficinas e mediações educativas, além de coordenar a produção local durante a itinerância do projeto. Possui experiência em processos de ensino-aprendizagem ligados às artes visuais e ao patrimônio cultural, com foco em práticas acessíveis e inclusão social.Danilo Furlan Amêndola – Educador Professor e facilitador das oficinas e atividades educativas do MAGMA. Desenvolve práticas pedagógicas integrando ciência e arte, com foco em temas de sustentabilidade, preservação ambiental e patrimônio geológico.Fernando Bassetto Vasques – Ator e Musicista Artista e performer com atuação em teatro, música e ações culturais comunitárias. No projeto, participa das apresentações teatrais e sonorizações ao vivo, colaborando na criação de trilhas e ambientações sonoras voltadas à temática do meio ambiente e das águas subterrâneas.Maria Emília Tortorella Nogueira Pinto – Atriz e Musicista Artista com experiência em teatro e música popular, integra a equipe de criação e performance do espetáculo “Mãe Terra”. Atua também nas mediações poético-musicais realizadas nas atividades itinerantes do projeto.Ricardo Monteiro Athias – Engenheiro responsável e coordenador de equipe técnica Engenheiro civil e artista plástico, responsável pela estrutura técnica das exposições e pela montagem da cenografia do trailer itinerante. Atua na concepção de soluções expográficas e de iluminação que integram ciência, arte e sustentabilidade.Maria Beatriz Alves Meira (Beá Meira) – Artista Convidada Arquiteta formada pela FAU-USP, professora e autora de materiais didáticos de Arte para o Ensino Fundamental e Médio (Scipione e FTD). Foi coordenadora pedagógica da Universidade das Quebradas (UFRJ) e consultora do Itaú Cultural. Atua com arte contemporânea e gravura. Realizou as exposições Paisagens Mineradas (2024, Matilha Cultural/SP, Museu da Inconfidência/MG, Fotoativa/PA) e A Carne de Gaia (2024, Pavão Cultural/Campinas e Fórum das Artes/Botucatu). Em 2025 participa do Ecolaboratorio de Práticas Multidisciplinares NAHR (Itália). Será responsável pela exposição “A Carne de Gaia”, que integra o encerramento do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.