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Festival multiartístico realizado na comunidade rural Minadouro, situada no município de Ingazeira no alto sertão do Pajeú pernambucano, unindo oficinas artísticas para crianças e adolescentes da região e espetáculos artísticos do estado e de outras regiões do Brasil. Esta é a sexta edição do evento, mas a primeira sob inscrição na lei de incentivo à cultura.
CHAMA VIOLETA é um festival de artes integradas que acontece na comunidade rural Minadouro, município de Ingazeira no alto sertão do Pajeú pernambucano. O festival nãosecu como uma das ações do projeto permanente nesta comunidade: NO MEU TERREIRO TEM ARTE, atuante desde 2015.A oitava edição reúne apresentações de teatro, circo, cinema, dança, literatura, cultura popular e música. Além de duas ações formativas itinerantes.
GeralFortalecer as novas gerações de moradores/as do alto sertão Pajeú, ampliando o acesso à cultura e a linguagens artísticas diversas, apresentando artistas de diferentes lugares do país e possibilitando a experimentação do fazer artístico, ampliando olhares e possibilidades para as novas gerações. Também tem como objetivo gerar encantamento entre os trabalhadores rurais mais velhos, com a fruição de uma programação cultural que encanta e diverte, ao mesmo tempo em que valoriza a qualidade artística das produções nacionais, em especial.EspecíficosApresentar 15h de espetáculos/obras distintos/as ao longo de 3 dias, sendo 5 atrações por dia;Alcançar 1000 pessoas ao longo da execução das atividades;Realizar oficinas artísticas para crianças e adolescentes da região, em parceria com escolas ao longo de 4 dias;Oferecer hospedagem comunitária, ampliando as trocas entre moradores e artistas participantes;Contratar fornecedores locais, fortalecendo a economia local;Movimentar 80% da população moradora do sítio MInadouro e arredores.
Chama Violeta é um festival que nasce como afluente do grande rio de margens largas, o projeto No Meu Terreiro Tem Arte, idealizado há 10 anos por Odília Nunes, atriz e produtora.No Meu Terreiro Tem Arte vem do desejo de celebrar essa entidade dos sertões nordestinos: os terreiros, onde são celebrados rituais de colheita nas festas de fé no meio de ano, casamentos, aniversários e batizados, assim como tantos outros momentos festivos, de união e encontro. Também é nesse ambiente em que tradições da cultura popular permanecem, com as cantorias e terreiradas.Com essa base sólida, da cultura de terreiro, de quem sabe a importância desses espaços a céu aberto presentes nos imaginários e corpos das populações rurais e sertanejas, Chama Violeta traz uma diversidade de atrações para os terreiros da comunidade rural do Minadouro, no alto sertão Pajeú. Crianças, adultos , idosos e jovens recebem em seus terreiros atrações de diversas partes do Brasil.São atrações de artes cênicas (teatro, circo e dança), audiovisual, música, além de duas oficinas que circularão por comunidades vizinhas. Tudo isso gratuitamente, ampliando o acesso da comunidade que tem acesso escasso Mais que atriz, com técnicas e talento conhecidos e reconhecidos, Odília Nunes se traduz como brincante. Ela brinca com a arte, com as belezas e encantarias que a levaram para conhecer outros mundos e, nesta oitava edição do festival, une amigos artistas que vai reconhecendo nas andanças pelo Brasil e pelo mundo, apresentando para as comunidades do entorno de onde suas raízes foram plantadas.
Proposta curatorialA curadoria dos projetos artísticos que irão compor a grade do festival, levará em consideração o contexto histórico, sociopolítico, cultural e econômico da comunidade. É necessário observar que nosso projeto ocupa uma comunidade rural onde as pessoas estão num processo de formação de plateia através do projeto NO MEU TERREIRO TEM ARTE que já acontece nesta comunidade há anos. Cinco pontos serão o norte importante para o trabalho da curadoria:1. Os artistas/grupos selecionados devem ter nas suas obras símbolos que se relacionem com o foco do projeto: o compartilhar obras que dialoguem com a realidade e/ou necessidade de uma comunidade rural do interior do nordeste.2. Os artistas/grupos devem apresentar espetáculos autorais, assim como se disponibilizar para falar sobre seu processo criativo.3. Os projetos selecionados deverão prever estratégias de promoção da equidade de gênero e raça na composição de suas equipes.4. A curadoria prevê a participação de 1 espetáculo de pessoa Trans e/ou Travestis, na programação.A linha curatorial do Chama Violeta – VIII edição, contará com curadoria de Odilia Nunes, atriz com experiência de 25 anos além de gestora cultural do projeto No Meu Terreiro Tem Arte.
Contaremos com intérprete de Libras em todas as atividades.Montaremos um espaço reservado para pessoas neurodivergentes, caso necessitem se retirar do espetáculo.Todo a acessibilidade será pensada junto a consultor/a contratado para otimizar o acesso de pessoas com deficiência ao espetáculo.
O Festival Chama Violeta prevê atividades diversas, gratuitas e intergeracionais para acolhimento à toda comunidade rural do Minadouro e arredores.Além disso está em consonância com a IN nº 23, de 05 de fevereiro de 2025:II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;
Odília Renata Gomes Nunes - PE - Coordenadora geral e curadora: É palhaça, brincante popular, atriz de teatro e cinema, bonequeira, diretora teatral, dramaturga, cordelista e produtora cultural do sertão do Pajeú. Realizadora do projeto NO MEU TERREIRO TEM ARTE. É também Idealizadora, gestora e curadora das cinco primeiras edições do Festival Chama Violeta, e das duas edições do Festival Palhaçada é Coisa Séria que acontecem no Sertão do Pajeú; Foi curadora dos festivais Rosa dos Ventres, 2022 e “Mostra Preta Ação” 2021, ambos festivais de Recife. E curadora convidada do SESC RJ para edição do Picadeiro Móvel em 2024. Integra o grupo gestor da Rede Interiorana de Produtores, Técnicos e Artistas de Pernambuco, RIPA. Djaelton Quirino dos Santos - PE - Produtor executivo: Gestor e produtor cultural nas áreas de teatro, circo, literatura, audiovisual. Cofundador e produtor executivo do Teatro de Retalhos. Faz parte do corpo de gestores da Associação Estação da Cultura. Integra o grupo gestor da Rede Interiorana de Produtores, Técnicos e Artistas de Pernambuco, RIPA . Foi produtor executivo das cinco primeiras edições do Festival Chama Violeta. Caroline de Cássia Arcoverde Viana - PE - Produção: Produtora, atriz e pesquisadora. É cofundadora do Teatro de Retalhos, atuando como atriz, palhaça e produtora. Produz o Cineclubinho Caixola de Cinema Infantil, a circulação circense Riso Interior e o projeto No Meu Terreiro Tem Arte. Integra as atividades de produção da Associação Estação da Cultura. Produziu as cinco primeiras edições do Festival Chama Violeta. Clarissa Fernanda de Queiroz Siqueira - PE - Coordenação de programação: Atua como produtora de eventos que enalteçam artistas independentes do sertão e das periferias metropolitanas auxiliando na divulgação de suas produções artísticas autorais. Fez parte da produção das edições II e III do Festival Sertão Alternativo e Espaço e Resistência, ambos realizados em Afogados da Ingazeira. Foi Coordenadora de programação das últimas três edições do Chama Violeta; Tais Eduarda Maciel dos Santos – PE - Coordenação de acessibilidade p/ PCD:Mulher PCD, professora e produtora do sertão do Pajeú. Integra a equipe da Mostra Pajeú de Cinema em Afogados da Ingazeira e da Mostra Poesia na Tela em Tabira –PE. È coordenadora pedagógica do Cineclube Minadouro e das ultimas três edições do Chama Violeta; Compõe a RIPA – Rede Interiorana de Produtores, Técnicos e Artistas de Pernambuco. Ana Maria Macedo Nogueira - PE- Assessoria de comunicação: Atriz, arte/educadora pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE (2014), jornalista pela Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP (1989) e produtora cultural (2008). Na área de Teatro, atua como atriz desde 1985, com experiência nas áreas de teatro de formas animadas, cinema, teatro de rua, teatro em residências, leitura dramatizada, além de autora, produtora e diretora. Desde 2010 é a palhaça Dona Pequena, integrante do Coletivo de Palhaças Violetas da Aurora, onde participa como atriz, produtora e assessora de imprensa.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.