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Realizar concertos com a Orquestra de Câmara Bossa Nova RS, sob a regência do maestro Manfredo Schmiedt e com o solista Pedrinho Figueiredo, em cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O projeto propõe difundir a sonoridade orquestral da Bossa Nova por meio de apresentações presenciais que unem música, memória e formação de público.
Espetáculo musical “Pedrinho Figueiredo e Orquestra Bossa Nova RS” Classificação indicativa: LivreO projeto apresenta 13 concertos gratuitos com repertório que celebra os grandes compositores da Bossa Nova, gênero que projetou a música brasileira no cenário internacional. O espetáculo tem como proposta destacar o diálogo entre o erudito e o popular, com arranjos originais de Pedrinho Figueiredo, inspirados na sonoridade orquestral característica das gravações de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.A Orquestra Bossa Nova RS é formada por 14 músicos e conta com o solista Pedrinho Figueiredo, sob a regência do Maestro Manfredo Schmiedt.O repertório inclui clássicos como:O Morro Não Tem Vez / A Felicidade – Vinícius de Moraes e Tom JobimOutra Vez – Vinícius de Moraes e Tom JobimChega de Saudade – Vinícius de Moraes e Tom JobimÁgua de Beber – Vinícius de Moraes e Tom JobimCorcovado / O Barquinho / Garota de Ipanema – Tom Jobim, Roberto Menescal, Ronaldo Bôscoli e Vinícius de MoraesPassarim – Tom JobimBatida Diferente – Durval Ferreira e Maurício EinhornEu Te Amo / Luíza / Retrato em Branco e Preto / Eu Sei Que Vou Te Amar – Tom Jobim, Vinícius de Moraes e Chico BuarqueSamba do Avião – Tom JobimÁguas de Março – Tom JobimTriste – Tom JobimEstamos Aí – Durval Ferreira, Maurício Einhorn e Regina WerneckWave – Tom JobimAs apresentações propõem uma vivência sensorial e educativa, contextualizando o repertório dentro da história da Bossa Nova e evidenciando suas nuances harmônicas e poéticas. O projeto prevê recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição, QR Code com programa em áudio e versão em Braille), assegurando a democratização do acesso e a inclusão de todos os públicos.
Objetivo geral: O projeto tem por objetivo difundir o trabalho de profissionais da música do Rio Grande do Sul e proporcionar a fruição da estética consagrada da Bossa Nova, estimulando a criatividade, atingindo novas plateias e democratizando o acesso a espetáculos. Serão realizados 11 concertos com valores acessíveis com a Orquestra de Câmara Bossa Nova RS, sob regência de Manfredo Schmiedt e com o solista Pedrinho Figueiredo, em cidades do RS, SC e PR.Objetivo específico:Realizar 10 concertos gratuitos em cidades do Rio Grande do Sul (Santa Cruz do Sul, Canoas, Montenegro, Nova Petrópolis, Garibaldi e Porto Alegre) , Santa Catarina (Florianópolis, itajaí, Lagez) e Paraná (Curitiba e Londrina)Promover a vivência de uma sonoridade orquestral característica do início da Bossa Nova, tomando por base os arranjos de Tom Jobim que adornaram o LP Canção do Amor Demais, organizando os concertos com instrumentação semelhante e contextualizando, por meio de textos, as nuances do gênero e alguns aspectos composicionais.A Orquestra de Câmara Bossa Nova RS é formada por um grupo de sete instrumentos de cordas, oboé, clarinete, fagote, trompa, trombone e percussão, e contará com a participação especial de Daniel Sá, ao violão. Todos os músicos que compõem a Orquestra possuem histórico de concertos com grande versatilidade de estilos, tendo atuado desde óperas tradicionais até concertos populares baseados no repertório do samba e do rock.O regente e diretor artístico Manfredo Schmiedt contribuirá esteticamente para a interpretação do repertório, tendo como referência a sonoridade extraída das orquestras por Tom Jobim, Radamés Gnattali e Claus Ogerman em seus arranjos.Como solista, Pedrinho Figueiredo demonstra sua versatilidade, trazendo à cena sua experiência como arranjador e intérprete de obras populares adaptadas ao universo orquestral.A apresentação tem a duração de 1h15 minNa contrapartida será realizado um ensaio aberto concerto para Escolas
O projeto Bossa Nova no RS dá continuidade ao circuito de 2023, que comemorou os 65 anos do LP Canção do Amor Demais e do disco compacto que lançou João Gilberto. Na ocasião, o projeto percorreu 10 cidades do interior do Rio Grande do Sul e realizou uma apresentação especial na Sala de Concertos da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, recebendo excelente acolhimento do público e de profissionais da música de concerto. Esse reconhecimento levou ao convite para abrir o 12º Festival Internacional Sesc de Música, em Pelotas, em janeiro de 2024.O projeto busca valorizar o legado afetivo da Bossa Nova, apresentando uma sonoridade orquestral com versões instrumentais de obras marcantes do gênero. Os arranjos foram criados por Pedrinho Figueiredo, músico e arranjador com mais de 800 obras populares adaptadas para diferentes formações orquestrais. A regência ficará a cargo do maestro Manfredo Schmiedt, que além de possuir um vasto currículo envolvendo a música erudita de concerto, é reconhecido por sua experiência à frente de coros, orquestras sinfônicas e de câmara, conduzindo concertos de música popular em salas sinfônicas, teatros e concertos populares.Em nosso país de dimensões continentais, é comum supor que cada região possui substrato cultural próprio, suficiente para alimentar toda a produção artística do entorno. Essa percepção se exacerba ainda mais ao se adotar uma perspectiva histórica, quando o fluxo de informações era muito menos ágil do que hoje, antes da chegada da internet e da comunicação instantânea. Sob tal ótica, é possível imaginar as criações regionais como isoladas de influências externas, e os movimentos dos grandes centros como manifestações autênticas, resultantes exclusivamente de sua efervescência local e de lideranças artísticas próprias.No entanto, é fundamental considerar o intenso fluxo de pessoas — e das culturas que elas carregam consigo —, elemento que sempre contribuiu para a mescla cultural dos grandes centros urbanos. Ao mesmo tempo, mesmo com todas as restrições tecnológicas iniciais da radiodifusão, há relatos da chegada, mesmo que esporádica, de informações culturais às regiões mais distantes. Sivuca contava, por exemplo, como o forró da Paraíba absorvia traços do choro, graças às transmissões da Rádio Nacional. Os músicos, atentos e curiosos, aproveitavam a rara oportunidade de escutar pela rádio aquilo que era produzido nos centros do país e, a partir daí, se valiam da memória para experimentar novas interpretações daquelas melodias. Muitas vezes, tocavam apenas fragmentos do que ouviam, já atravessados pelas falhas naturais da lembrança, mas essas capturas influenciaram a construção de uma linguagem local própria.O mesmo fenômeno ocorria, por exemplo, na Serra gaúcha. Ali, o acordeom de oito baixos — limitado em recursos por ser um instrumento diatônico — também incentivava a formação de um estilo particular de execução, ajudando músicos a reinventar o que conseguiam memorizar das transmissões da Rádio Nacional.A influência, porém, não seguia apenas um único sentido. É importante destacar como a música do Sul também permeou o centro do país. Nas décadas de 1930 a 1960, a própria Rádio Nacional foi palco para esse intercâmbio através da música de dois gaúchos: Dante Santoro, líder do Regional — grupo de acompanhamento instrumental — e posteriormente diretor da Rádio, e Radamés Gnatalli, orquestrador da sinfônica da emissora. Ambos estiveram na linha de frente da difusão da música popular brasileira, culminando com criação do arranjo histórico de Gnatalli para a primeira gravação de "Aquarela do Brasil".A história do intercâmbio de influências ganha novos contornos quando um filho de gaúcho, Tom Jobim, passa a assessorar Radamés Gnatalli, tornando-se seu pupilo. Em seguida, começa a atuar como orquestrador em gravadoras e é convidado por Vinícius de Moraes para assumir os arranjos e direção musical do icônico LP Canção do Amor Demais. Tom Jobim foi o responsável pelo convite a João Gilberto para registrar, ao violão, a histórica batida da bossa nova no LP, o que resulta no compacto de João Gilberto com Chega de Saudade que deu origem ao LP de mesmo nome, considerado o marco do movimento da Bossa Nova. Tom Jobim também é quem cria a oportunidade de associar o famoso Conjunto Farroupilha com a Bossa Nova. O grupo vocal símbolo da música regional rio-grandense, contratado pela empresa aérea Varig, viajou por todo o mundo durante 35 anos, divulgando a música brasileira, e realizou a primeira gravação de Samba de Uma Nota Só.Por conta desse fascinante e contínuo entrelaçamento de influências, que tanto enriqueceu a música brasileira, é que propomos a circulação de uma mostra cuidadosamente elaborada para o público do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A iniciativa é motivada pelo desejo de fortalecer as conexões culturais entre os estados do Sul e de valorizar o patrimônio sonoro construído por tantas vozes, trajetórias e encontros.Nesse sentido, a escolha da Lei de Incentivo à Cultura se dá em função do projeto se enquadrar fielmente nas propostas, diretrizes e objetivos desta lei e vislumbrar, através do benefício fiscal gerado, a possibilidade de buscar apoio junto à empresas que tenham interesse em associar suas marcas à ações que reforcem a aproximação entre os estados da região Sul, além da possibilidade de captação junto à pessoas físicas que também acreditem nesta ideia. O projeto se enquadra em todos os incisos do art. 1º da Lei 8313 de 1991 quais sejam: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III -apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardara sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E atinge os objetivos previstos nos incisos II, alínea "c", e IV, alínea "a" do seu art. 3°, que rezam: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Espetáculo Musical “Pedrinho Figueiredo e Orquestra Bossa Nova RS” Quantidade: 10 concertos gratuitosContrapartida: Apresentação de um espetáculo em Porto Alegre à tarde para escolas, que serão conidadas pela produção Duração média: 70 minutos Classificação indicativa: Livre Formação: Orquestra composta por 14 músicos e 1 solista (Pedrinho Figueiredo), sob regência do Maestro Manfredo Schmiedt.Técnica: Operador de som, Operador de Luz, Operador de projeção, Roadie, Produção Apresentações presenciais com estrutura de palco, sonorização e iluminação profissional, conforme rider técnico da orquestra. Instrumentação base: flauta transversal (solista), madeiras, metais, piano, contrabaixo, violão, percussão, bateria e cordas (bateria, violão, violinos, contrabaixo e violoncelo). O repertório homenageia os grandes compositores da Bossa Nova — Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Durval Ferreira, Maurício Einhorn, Chico Buarque, Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli — com arranjos originais de Pedrinho Figueiredo, destacando a sonoridade orquestral característica do gênero.Serão realizados ensaios para preparação da apresentação.Infraestrutura para apresentação:Palco de no mínimo 8m x 6mSistema de som PA e monitores independentesMicrofones Iluminação básica com controle de intensidadeEquipamentos de gravação para registro audiovisualBanner de 2m x 1,5mAcessibilidade: As apresentações contarão com tradução simultânea em Libras, audiodescrição (ambiente, músicos e roteiro musical), QR Code com áudio explicativo e ficha técnica, e abafadores para pessoas autistas. Material Gráfico e divulgaçãoO projeto prevê ações de comunicação integrada, com assessoria de imprensa, divulgação em mídias digitais e produção de materiais gráficos, assegurando ampla visibilidade às atividades e resultados do projeto. As apresentações serão registradas em vídeo para fins de comprovação, difusão digital e registro histórico, fortalecendo o legado cultural da iniciativa.Será realizada a produção e distribuição de materiais gráficos e digitais voltados à divulgação dos 13 concertos do projeto Pedrinho Figueiredo e Orquestra Bossa Nova RS, contemplando as seguintes peças:300 cartazes formato A3, coloridos, impressos em papel couchê 230g;10.000 folders/programas formato A5, 4x4 cores, papel couchê 150g, contendo informações sobre o repertório, ficha técnica, acessibilidade e agradecimentos institucionais;1 banner institucional em lona (2m x 1,5m), com os logotipos dos patrocinadores e da Lei Rouanet;Criação da identidade visual do projeto e desenvolvimento de peças digitais para redes sociais, incluindo cards, vídeos curtos, feeds e stories;Contratação de assessoria de imprensa, responsável pela redação e envio de releases, pelo relacionamento com veículos de comunicação e pela citação dos patrocinadores e da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) em todas as divulgações;Planejamento e publicação de conteúdos nas mídias digitais e plataformas culturais para promoção das apresentações.Todos os materiais seguirão rigorosamente as normas de identificação visual da Lei Rouanet, conforme o Art. 66 da Instrução Normativa nº 5/2017 do Ministério da Cultura, sendo submetidos à aprovação prévia antes da impressão e veiculação.Registro Audiovisual e Documentação Técnica: Haverá captação de imagens e sons dos concertos em vídeo de referência, garantindo a comprovação das etapas executadas e a difusão do projeto nas plataformas digitais. A etapa inclui a edição e publicação dos vídeos, além da organização da documentação técnica, fotográfica e artística para a prestação de contas, contribuindo para a transparência e preservação da memória cultural do projeto.Relatório Final e Prestação de ContasElaboração e entrega do Relatório Final e Prestação de Contas do projeto Pedrinho Figueiredo e Orquestra Bossa Nova RS, contemplando os seguintes itens:Compilação completa de todos os registros físicos, fotográficos e digitais referentes à execução do projeto;Organização de clipping com matérias, reportagens e citações em jornais, rádios, TVs, portais e mídias digitais, comprovando a divulgação institucional e o alcance do projeto;Montagem do relatório técnico e artístico, contendo imagens, vídeos, comprovantes de execução, declarações e registros audiovisuais das apresentações;Declaração contábil emitida pelo contador responsável, atestando o acompanhamento da execução financeira e o cumprimento das obrigações fiscais e legais;Emissão de extrato bancário atualizado da conta exclusiva do projeto, conforme normas do Ministério da Cultura;Relatório de resultados e impactos, apresentando indicadores quantitativos e qualitativos, bem como as ações de democratização de acesso e acessibilidade realizadas;Salvaguarda digital e física de toda a documentação comprobatória, garantindo a transparência do processo e o encerramento formal do projeto dentro do prazo previsto.Este produto assegura o cumprimento integral das obrigações administrativas e legais previstas na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) e nas normas complementares do Ministério da Cultura.
O projeto contempla ações voltadas à Acessibilidade Física e à Acessibilidade de Conteúdo, garantindo que o público com diferentes necessidades possa usufruir das apresentações musicais e de seus materiais complementares, cumprindo assim as exigências da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), conforme previsto no Art. 38, §1º, inciso IX da Instrução Normativa nº 5/2017 do Ministério da Cultura.Acessibilidade Física: Os concertos serão realizados em espaços culturais que dispõem de rampas de acesso, banheiros adaptados e áreas reservadas para cadeirantes, assegurando conforto e mobilidade a pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.Acessibilidade de Conteúdo:O projeto é de música instrumental mas conta com falas que contextualizam o repertório dentro do roteiro, essas falas terão tradução simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Serão disponibilizados abafadores de som para pessoas autistas, favorecendo o conforto sensorial durante os concertos.As apresentações contarão com audiodescrição descrevendo o ambiente, o cenário e o que ocorre no palco, de modo a proporcionar uma experiência inclusiva para pessoas cegas ou com baixa visão. Os programas de concerto serão acessados por meio de QR Code, permitindo ouvir um áudio com a ficha técnica e o roteiro musical, garantindo a compreensão e o acesso ao conteúdo por todos os públicos.Além disso, haverá audiodescrição dos momentos cênico-musicais e uma visita sensorial prévia para grupos com deficiência visual, possibilitando o reconhecimento sonoro dos instrumentos e a percepção das texturas e timbres característicos da orquestra.Essas ações refletem o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura, permitindo que pessoas com e sem deficiência possam vivenciar plenamente a proposta artística — uma imersão na sonoridade orquestral característica do início da Bossa Nova, inspirada nos arranjos de Tom Jobim para o LP Canção do Amor Demais, contextualizando de forma acessível as nuances do gênero e seus aspectos composicionais.
Distribuição gratuita de ingressos: 30% dos ingressos de cada apresentação serão destinados gratuitamente a públicos em situação de vulnerabilidade social, incluindo estudantes da rede pública, idosos, pessoas com deficiência e beneficiários de programas sociais.Parcerias com instituições locais: Serão firmadas parcerias com universidade e escolas públicas, centros culturais das cidades participantes oportunizando a distribuição dos ingressos gratuitos.Será adotado preços populares: Os ingressos pagos terão valores acessíveis, com faixas entre R$10 e R$30, além de meia-entrada garantida por lei. Essa política visa ampliar o alcance do projeto a famílias de baixa renda e jovens.
Pedrinho Figueiredo – Coordenador Geral e SolistaPedrinho Figueiredo é flautista, saxofonista, compositor, arranjador, produtor musical e Licenciado em Música. Participou de aproximadamente mil músicas em mais de 400 discos em vinil, cds e dvds, e atuou como técnico de gravação ou produtor musical, em cerca de 250 discos e dvds.Integra o grupo de Renato Borghetti há 35 anos, com quem se apresentou em mais de 40 países, além de desenvolver seu trabalho como solista e compositor.Elaborou cerca de 800 arranjos orquestrais (sinfônica, câmara e sopros) para intérpretes regionais e nacionais. Entre eles estão: Ivan Lins, MPB 4, Zé Caradípia, Lenine, Luiz Carlos Borges e Vítor Ramil.Lançou o CD Primeira Impressão em 1997 e, em julho de 2017, estreou sua primeira peça sinfônica, "Lua Rosa”, solando com a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e, em 2019, reapresentou-a com a Orquestra Sinfônica da UFSM.Recebeu 28 prêmios de “melhor instrumentista” ou arranjador em festivais do RS e venceu a linha instrumental do Festival do Musicanto e duas edições da Moenda da Canção Nativa.Em 2018 criou o projeto de encontro com compositores entrevistando-os e tocando algumas músicas de autoria dos convidados. Toque Show teve 18 encontros, em Porto Alegre e no interior, em 3 edições, circulando por bares e espaços culturais alternativos até o Foyer do Theatro São Pedro, palco da última série. Na metade de 2020, foi convidado a integrar o Coletivo Músicos Online, com os integrantes do grupo de Hermeto Pascoal, liderados pelo contrabaixista, compositor e arranjador Itiberê Zwarg, com a coordenação do seu filho, o baterista Ajurinã Zwarg. Em meio ao isolamento, produziram faixas isoladas e discos inteiros para artistas nos Estados Unidos, Japão, Brasil e França, culminando com o lançamento de um disco de músicas inéditas do Hermeto Pascoal.No início de 2023 circulou em 10 cidades do interior do Rio Grande do Sul com o projeto Bossa Nova no RS, solando arranjos seus escritos para a Orquestra da UCS, sob a regência de Manfredo Schmiedt e, em agosto, lançou o CD “Jogo de Peteca”, disco em duo com o pianista Paulo Dorfman – um recorte sobre a obra do compositor contendo somente o gênero do choro entre as suas composições.Manfredo Schmiedt – MaestroMestre em Regência pela Universidade da Geórgia (EUA) e graduado na mesma área pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Manfredo Schmiedt participou de cursos de regência na Alemanha, Holanda, Argentina, Estados Unidos e Brasil. Estudou com renomados maestros como Jean Fournet, Helmut Rilling, Yoel Levi, Hans van Homberg, Mark Cedel, Melinda O’Neal, Eleazar de Carvalho, Roberto Duarte, Arlindo Teixeira e Ernani Aguiar. Em virtude de seu destacado desempenho acadêmico recebeu duas importantes condecorações nos Estados Unidos: Pi Kappa Lambda Music Honor Society e Director’s Excellence Award. Obteve, em duas oportunidades, o primeiro lugar no Concurso Jovens Regentes promovido pela OSPA. Foi, durante dois anos, regente assistente da Orquestra Sinfônica da Universidade da Geórgia (EUA) e, durante quatro anos, assistente do maestro Isaac Karabtchevsky na OSPA. Como regente convidado, apresentou-se: no Uruguai com a Orquestra Sinfônica do SODRE; na Argentina com as Orquestras Sinfônicas de Mendoza, da Universidade de Cuyo, de Rosario, e da Universidade Nacional de San Juan; na Sérvia, com a Filarmônica de Belgrado e a Sinfônica da Radio e Televisão Sérvia; no Canadá com a Orquestra Sinfônica da University of British Columbia – Vancouver, nos Estados Unidos, com Albany Symphony Orchestra, Northwest Florida Symphony Orchestra, Weber State Univeristy Orchestra e Northern Iowa Symphony Orchestra; no Brasil, com a Petrobrás Sinfônica, a Orquestra da USP, a Filarmônica de São Caetano do Sul, a Sinfônica Municipal de Campinas, a Filarmônica do Espírito Santo, a Sinfônica do Rio Grande do Norte e as Orquestras de Câmara da Ulbra, do Theatro São Pedro, e SESI-Fundarte. Em sua experiência como regente de coros, destacam-se seus trabalhos com o Coro Sinfônico da Ospa, Coral 25 de Julho de Porto Alegre e Coro de Câmara Ars Vocalis. Desde 1992 é o maestro do Coro Sinfônico da OSPA e de 2002 até 2020 foi o maestro titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul (UCS).Rosane Furtado – Produção Executiva - é produtora cultural e atua desde 2017 nos grandes espetáculos da Orquestra Villa-Lobos. Produção Espetáculo: 2023 – AFRIKA – Orquestra Villa-Lobos- ORQUESTRA VILLA-LOBOS auditório Araújo Vianna – Financiamento FAC PROCULTURA – RS. Direção de Produção documentário Cantata Sete Povos – Episódio 1 e 2 - O documentário está alicerçado sobre a obra musical do consagrado compositor Raul Ellwanger, criador da “Cantata Sete Povos”. Produção show Comemorativo dos 30 Anos da Orquestra Villa-Lobos, Theatro São Pedro – Porto Alegre – RS; Espetáculo de Encerramento Sarau do Solar – no Theatro São Pedro – Orquestra Villa-Lobos; Teatro Bourbon Country– Espetáculo Bituca – Orquestra Villa-Lobos; Orquestra Villa-Lobos – produção Edital de Concurso Aquisição de Bens e Materiais- Lei Aldir Blanc; Produção Orquestra Villa Lobos – realizada no auditório Araújo Vianna – Dezembro 2019 – Espetáculo – AFRIKA; Produção Orquestra Villa Lobos – realizada no auditório Araújo Vianna – Dezembro 2018 – Espetáculo – PAZ & AMOR; Produção Orquestra Villa Lobos – realizada no auditório Araújo Vianna – Dezembro 2017 – Espetáculo – Faz Escuro Mas eu Canto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.