| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 15151046000189 | POSTO KALILANDIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 220,0 mil |
| 15231897000131 | CONCRETA TECNOLOGIA EM ENGENHARIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 80,0 mil |
Restaurar imagens sacras e outros elementos artísticos que integram o acervo da Catedral Basílica de Salvador, de excepcional importância, não somente pela beleza como por terem pertencido, em sua maioria, à antiga Sé Primacial da Bahia, demolida na década de 1930, causando profundo pesar em todo o País, fato que acelerou o processo da criação do IPHAN, para que, no futuro, fossem evitados semelhantes crimes. Os bens a restaurar são os seguintes: 33 valiosas peças integrantes do acervo da Catedral Basílica de Salvador e do Centro Cultural Palácio da Sé, pertencentes aos séculos XVIII e XIX, a saber: esculturas, colunas, fragmentos, 11 personagens de presépios, castiçais, 1 credência barroca e uma rara escultura em papel maché.
A sinopse da obra corresponde a etapas bem específicas da restauração, a saber: 33 obras devidamente embaladas e enviadas ao ateliê de restauro 33 obras imunizadas contra insetos xilófagos 33 obras submetidas aos procedimentos de limpeza química e mecânica 33 obras cujos elementos faltantes são executados por técnicos marceneiros 33 obras cujas lacunas serão devidamente obturadas e niveladas 33 obras cujas camadas pictóricas e/ou douramento se encontrem em descolamento, a serem devidamente fixadas 33 obras cujas lacunas pictóricas/douramento serão devidamente reintegradas 33 obras a serem trabalhadas para a sua apresentação final 33 obras a serem devidamente embaladas e devolvidas à Catedral Basílica de Salvador
Objetivo Geral: Restaurar os seguintes bens pertencentes à Catedral Basílica de Salvador, a maioria oriunda da antiga Sé Primacial do Brasil, demolida na década de 1930, tendo em vista não somente a sua recuperação como patrimônio religioso e cultural, bem como a sua disponibilização, não somente para voltar à sua exibição e funções litúrgicas na Catedral, bem como para a sua exposição no Museu do CENTRO CULTURAL PALACIO DA SE DOM SEBASTIAO MONTEIRO DA VIDE, situado no Centro Histórico de Salvador, constituindo-se em atração turística permanente e objeto de visitação de estudantes de arte, autoridades e alunos das escolas estaduais e municipais da Bahia. Em sua maioria, os bens foram confeccionados em madeira entalhada, dourada e policromada, de elaboração primorosa, bom encontrando-se, hoje, em situação precária que impede a sua exposição. Restauração de valiosas peças integrantes do acervo da Catedral Basílica de Salvador e do Centro Cultural Palácio da Sé, pertencentes aos séculos XVIII e XIX, no total de 33, a saber: · 11 esculturas sacras, em madeira entalhada, dourada e policromada · 2 colunas . 1 fragmento de coluna · 11 personagens de um presépio em terracota · 4 castiçais em madeira entalhada, dourada/prateada e policromada · 1 grande escultura em papel machê · 1 credência . 2 frontões Objetivos específicos . Submeter 33 peças sacras aos seguintes procedimentos de restauro a) Imunização b) Limpeza mecânica e química c) Reconstituição de elementos faltantes d) Fixação de policromias em descolamento e) Obturação de lacunas e nivelamento f) Remoção de camadas pictóricas não originais g) Reintegração pictórica h) Reintegração do douramento onde há vestígios originais
Os bens a serem restaurados encontram-se em lamentável estado de conservação, uma vez que, oriundos da antiga Sé Primacial de Salvador, desde a década de 1930, nunca passaram por qualquer tipo de restauração, tendo em vista os parcos recursos de que sem dispôs a Catedral Basílica de Salvador. Entretanto foram esses bens mantidos em rigoroso sistema de guarda e proteção, dada a sua preciosidade. O presente projeto adequa-se perfeitamente ao artigo 1º da Lei 8313/91, uma vez que a salvaguarda dos bens acima descrito constitui-se em imperiosa necessidade, para a sua usufruição não somente na atualidade, bem como para a posteridade, como magníficos exemplares das técnicas de elaboração de obras de arte sacra. Os bens a serem restaurados encontram-se em estado de conservação que vão, em quase 100% deles, desde ruim a péssimo, uma vez que, por falta de recursos,vêm sendo mantidos em sala especial da Catedral, à espera do restauro. Em linhas gerais, podemos mencionar que cada elemento apresenta as seguintes patologias e problemas: 1. _ Elementos em talha (imagens sacras, castiçais, colunas e molduras) 1.1 _ Quanto ao suporte a) Elementos faltantes b) Elementos soltos ou em processo de soltura c) Fissuras/rachaduras d) Galerias indicativas de ataque de cupins e) Sujidades e manchas em geral 1.2 _ Quanto à policromia a) Sujidades, manchas e excrementos de insetos b) Craquelês c) Abrasões d) Descolamentos e) Fungos f) Repinturas ou retoques inadequados ou alterados g) Lacunas pictóricas h) Perda da base de preparação 1.3 - Quanto ao douramento a) Lacunas b) Descolamentos ou em processo de descolamento c) Sujidades e manchas d) Repinturas a purpurina e) Retoques inadequados f) Abrações g) Lacunas na base de preparação 2. Elementos em terracota (peças de presépio) 2.1 - Quanto ao suporte a) Perdas b) Fissuras 2.2 _ Quanto à policromia a) Lacunas b) Retoques alterados ou inadequados 3_ Elemento em papel machê (imagem do Cristo Crucificado) 3.1 - Quanto ao Suporte a) Sujidades em geral b) Grande perda de elementos c) Rasgões d) Falta de base e) Indícios de ataque de cupins 3.1 Quanto à policromia a) Sujidades em geral e manchas b) Policromia em descolamento c) Lacunas
Os bens a serem relacionados têm uma origem muito significativa: a primeira Sá Primacial da Bahia e do Brasil, destruída na década de 30, em meio a novos conceitos de modernização e urbanização. A inconformidade dos brasileiros foi tão grande, que agilizou a criação do IPHAN, como órgão protetor do patrimônio nacional. Com a destruição da igreja, o acervo foi distribuído a várias instituições, porém a Catedral Basílica de Salvador foi a principal destinatária e agora são objeto deste projeto de restauro Os bens restaurados servirão não somente à Catedral Basílica de Salvador, bem como ao Centro Cultural proponente deste projeto, uma vez que se trata de 2 instituições ligadas à Arquidiocese de São Salvador da Bahia, Primaz do Brasil.
Os 33 bens serão submetidos aos seguintes procedimentos: 1) - Elementos em talha e papel maché (imagens sacras, castiçais, colunas e molduras) 1.1 – Suporte a) Limpeza b) Imunização c) Consolidação d) Confecção de elementos faltantes e) Substituição de madeiras atacadas por cupins, já imprestáveis f) Substituição de cravos e pregos oxidados por outros inoxidáveis, quando inaproveitáveis 1.2 – Policromia a) Limpeza mecânica e química b) Fixação das camadas pictóricas em descolamento c) Remoção de repinturas inadequadas d) Remoção de retoques alterados e) Obturação e nivelamento de lacunas f) Reintegração pictórica 1.3 – Douramento a) Limpeza mecânica e química b) Fixação de douramentos em descolamento c) Remoção de retoques inadequados a purpurina d) Obturação e nivelamento de lacunas e) Reintegração dos douramentos 2 - Elementos em terracota (peças de presépio) 2.1 - Suporte a) Limpeza mecânica e química b) Reconstituição de elementos faltantes 2.2 – Policromia a) Obturação e nivelamento de lacunas b) Reintegração pictórica 3) - Elemento em papel machê (imagem de Cristo crucificado) 3.1 – Suporte a) Limpeza mecânica b) Imunização c) Substituição de madeiras atacadas por cupins, já imprestáveis d) Consolidação e) Confecção de elementos faltantes (em papel e madeira) 3.2 – Policromia a) Limpeza mecânica e química b) Fixação de camada pictórica em descolamento c) Remoção de repinturas inadequadas ou retoques alterados d) Obturação e nivelamento de lacunas 4. ESTRATÉGIAS, AÇÕES E PROCEDIMENTOS 4.1 – Relatórios parciais e documentação fotográfica Será apresentado, mensalmente, um relatório dos serviços executados, juntamente com a documentação fotográfica a cores, tudo impresso em papel ou em meio digital, identificando o mês de registro e outros dados pertinentes. Serão apresentadas, no mínimo, 45 fotos mensais, e o conjunto deverá ser entregue ao IPHAN e ao proponente, juntamente com o meio digital. 4.2 – Relatório final da obra Após a conclusão da obra será fornecida documentação circunstanciada de todos os fatos ocorridos, com todas as soluções adotadas, mostrando cada elemento antes e depois da restauração, tudo impresso em papel ou em meio digital. 4.3 – Análises científicas e estratigráficas Serão realizadas, para subsidiar as intervenções, análises estratigráficas dos douramentos e policromias, a fim de viabilizar: 1) a escolha de tonalidades compatíveis com as originais; 2) a identificação do estilo das pinceladas originais; 3) a constatação de camadas de repinturas ou redouramentos. 4.4 – Conceitos modernos de restauro As intervenções e os produtos a serem utilizados deverão ser condizentes como os preceitos da restauração moderna, a saber: a) Reversibilidade, isto é, os produtos deverão ser reversíveis, no sentido de que, se no futuro houver necessidade de nova intervenção ou se o mercado oferecer produto de melhor qualidade, as tintas ora utilizadas poderão ser removidas sem qualquer dano à obra. b) Permanência, isto é, as tintas e os douramentos utilizados não podem modificar-se ao longo do tempo quanto à sua tonalidade, daí a recomendação de utilizar-se produtos da linha Maimeri per Restauro. c) Legibilidade, isto é, os restauros deverão deixar discretamente legíveis as intervenções executadas, a fim de não enganar o observador quantos aos elementos originais e os resultantes da ação do restaurador. 4.5 - Proteção dos bens a serem restaurados Tanto na saída dos bens a serem restaurados bem como devolução dos mesmos devidamente restaurados, cada um deverá ser protegido com plástico bolha e devidamente acondicionados. 4.6 – Imunização de bens móveis e integrados Todas as madeiras novas e demais estruturas que compõem o suporte de madeira dos bens móveis deverão passar por etapa de imunização, através da técnica de pincelamento com produto imunizante, aplicado nas galerias do suporte, tanto no verso quanto na face externa das peças, em duas aplicações alternadas por um prazo de sete dias corridos. Nas áreas frontais das peças, cuidadosamente sem invadir áreas douradas ou policromadas, o imunizante deverá ser aplicado com seringas diretamente na entrada das galerias. Deverá ser utilizado produto com princípio ativo à base de piretroide, incolor, com adição de aguarrás purificada, diluída conforme especificação do fabricante e fiscalização do IPHAN, obedecidas todas as precauções para a segurança dos aplicadores. 4.7 – Fixação da policromia Recomenda-se que, antes de qualquer intervenção, seja providenciada a fixação da policromia e do douramento, nos bens que estejam com desagregação da película pictórica. Esta etapa deverá ser efetuada antes do procedimento de limpeza, utilizando-se cola de coelho gelatinosa acrescida de fungicida, ou com acetato de polivinila + humectal a 50% + água destilada, ou com cera de abelha e resina de dammar, na proporção de 10/1 (para cada 500 gramas de cera, 50 de resina de dammar). 4.8 – Consolidação do suporte dos bens artísticos A consolidação será realizada mediante a substituição das áreas irreversivelmente comprometidas, efetuando-se transposição ou através da técnica de parquetagem, que consiste na utilização de pequenas taliscas de madeira do tipo cedro + pó de serragem de madeira + acetato de polivinila. Na recomposição deverá ser utilizada madeira de lei (cedro, maçaranduba, pau d’arco, angelim, etc), respeitando a forma, modo de assentamento e dimensões das peças a serem trabalhadas 4.9 – Tratamento e/ou remoção de cravos Os cravos de metal utilizados na fixação das peças que se encontram oxidados deverão ser removidos e serão tratados com produto anticorrosivo (PCF - Conversor de ferrugem). As áreas do madeiramento afetadas pela corrosão deverão ser desobstruídas (no caso do forro, retábulos, etc.) e tratadas com massa de pó de serra e/ou pequenos tarugos de madeira para obturação. Os cravos e pregos inaproveitáveis serão substituídos por outros inoxidáveis. 4.10 – Limpeza mecânica Deverá ser executada empregando-se os instrumentos apropriados: bisturis, espátulas odontológicas, pincéis, lupas monocular e binocular, sendo que essa atividade deverá ser executada com bastante cuidado e habilidade técnica, a fim de se evitar danos aos bens culturais. 4.11 - Limpeza química Deverá ser realizada mediante a elaboração de testes de solubilidade da camada pictórica, selecionando-se a fórmula que melhor se adequar ao serviço. Os resultados das amostragens deverão passar pela apreciação do Fiscal/Técnico Responsável, representante do IPHAN, que avaliará os resultados e expressará a autorização para que essa etapa de trabalho seja iniciada. Observação: as fórmulas referentes a esses procedimentos deverão constar no diário de obras e nos relatórios mensais. 4.12 – Obturação de lacunas (emassamento/nivelamento) As lacunas decorrentes da degradação da base de preparação ou da película pictórica deverão ser obturadas com massa artesanal composta de carbonato de cálcio + aglutinante constituído de proteína animal (cola de coelho ou cola de peixe), diluída em água destilada, adicionando-se fungicida a essa argamassa. Fórmula: 50g de cola para 250 gramas de carbonato de cálcio + duas a três gotas de fenol. O nivelamento deverá ser efetuado após a total secagem da argamassa aplicada, utilizando-se lixas para madeira, finas: nº 150 e 180 4.13 – Reintegração cromática Essa etapa de serviço visa permitir a completa leitura da obra, através de retoques cromáticos utilizando-se a técnica imitativa integral ou ilusionista, com tintas especificas para restauração, de qualidade garantida e comprovada reversibilidade, limitando-se a proceder à reintegração, exclusivamente, na área que necessitam de complementação estética. 4.14 – Reintegração do douramento As lacunas de grande e médio porte serão reintegradas com folhas de ouro de 23 quilates. As de pequeno porte, especialmente as localizadas nas reentrâncias, serão reintegradas com tintas douradas de excelente permanência (não sofrem oxidação) e reversíveis, vedado o uso de purpurina.
A acessibilidade à Catedral Basílica de Salvador, especialmente para cadeirantes, foi totalmente resolvida na última restauração estrutural do edifício, em 2015. A rampa é plenamente utilizada na lateral da porta principal e sua confecção foi aprovada pelo IPHAN. Quanto à acessibilidade de conteúdo, esta necessidade é suprida pelos guias que acompanham os visitantes aos diversos recintos do templo, momentos em que cada bem é decrito, sua origem, idade, técnica construtiva etc.. Quando os objetos são expostos no Museu doCentro Cultural proponente deste projeto, ampliam as condições de acessibilidade física e de conteúdo, possuindo, inclusive elevador que atende aos portadores de necessidades especiais. Relativamente aos deficientes visuais, a Catedral Basílica encomendou ao Instituto de Cegos da Bahia a confecção de textos em braille, para a distribuição aos visitantes interessados. No momento, estão sendo eleborados textos por historiador. Durante a execução da presente proposta, será comprovada a produção desses textos. Foi aprovada, pelo IPHAN, a instalação de 2 andares no edifício da Catedral, o que será executado, a partir deste ano, com recursos da Prefeitura Municipal de Salvador.
Por tratar-se templo religioso, o acesso é plenamente democrático, não somente aos devotos bem como a toda a sociedade. Tanto a Catedral Basílica bem como o Centro Cultural encontram-se no ponto central da Antiga Salvador, tornando em visita obrigatória para não somente os transeuntes bem como para os turistas que demandam Salvador.
O Centro Cultural Palácio da Sé D. Sebastião Monteira da Vide foi fundado encontra-se em pleno funcionamento, tendo como escopo, entre outros, a promoção de eventos culturais e educacionais. Sediado no Palácio da Sé, no centro da cidade antiga residência dos cardiais da Arquidiocese de São Salvador da Bahia, há várias décadas foi transformado em museu de artes sacras. O Museu atua em duas áreas: exposição permanente e exposições temporárias, procurando interagir com outras instituições de idêntica missão, intercambiando obras de arte a serem expostas para toda a comunidade. O Palácio da Sé pertence à Arquidiocese de Salvador e tem íntima interação com a Catedral Basílica de Salvador. Seu Centro Cultural foi criado pela própria Arquidiocese, como forma de permitir sua atuação em promoções culturais e educacionais. Além do próprio museu que faz parte importante dos equipamentos culturais da cidade de Salvador, o Centro Cultural promove periodicamente palestras e seminários com temas voltados para a cultura e a educação. O presidente do Centro Cultura é o Cônego José Abel Carvalho Pinheiro, pároco da Catedral Basílica de Salvador, autoridade extremamente atuante na área cultural e beneficente de Salvador, tendo sido o coordenador da exitosa e completa restauração da Igreja de Santana, em Salvador, de 2010 a 2018, onde também é pároco. Todo o assessoramento e consultoria está a cargo do Prof. José Dirson Argolo, restaurador sênior e doutor em Artes Visuais pela UFBA, tendo se especializado em restauro de bens culturais pela Universita Internazionalle di Firenze. É diretor do Studio Argolo Antiguidades e Restaurações Ltda., tendo atuado na restauração dos principais templos religiosos de Salvador e de patrimônios culturais em outros Estados. É professor aposentado da Escola de Belas Artes da Ufba e conferencista de renome. Entre as principais restaurações em Salvador, destacam-se: Igreja de Santana, capela-mor da Catedral Basílica, altares da Igreja de Santo Antônio, Igreja da Piedade, Igreja de Santa Luzia, Igreja de São Raimundo, capela-mor da Igreja da Boa Viagem, Igreja da Graça (em andamento), todo o acervo do Museu do Recôncavo Wanderley Pinho, acervos dos principais museus de Salvador, etc.. Foi o responsável pela restauração da Associação Comercial de Maceió, do Museu Theo Brandão em Maceió e foi autor do projeto de restauração dos elementos artísticos internos do Teatro Municipal de São Paulo. Quanto aos técnicos em restauro, além do Prof. José Dirson Argolo, acima citado, também colaborarão com o presente projeto: 1. Claudia Maria Cerqueira Barbosa, com cerca de 30 anos atuando na área do restauro, tendo participado de trinamento em Fireze - Itália 2. Aline Dias Morais, cerca de 11 anos na área da restauração, formada em Belas Artes 3. Jacildes dos Santos Gonçalves, com mais de 30 anos na área da restauração, formada em Belas Artes 4. Antônio Hélio Silva Santos, com mais de 20 anos na área da restauração, atuando especialmente em atividades preparatórias para a reintegração pictórica dos bens restaurados
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$20.000,00 em 09/03/2026.