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O Festival Sonora Bahia ocorre, anualmente, desde 2016, gerando visibilidade para mulheres compositoras, formando público e ativando a cena artística em 3 cidades baianas: Vale do Capão/Palmeiras, Ilhéus e Salvador. O festival promove, de forma gratuita: 1 edital para seleção de 11 compositoras residentes na Bahia; curadoria para outras 7 compositoras com trajetória; 17 shows de música autoral (no palco principal) e apresentações autorais no Palco Aberto; oficinas para estudantes da rede pública de ensino e grupos de mulheres; oficinas para capacitação de mulheres na área técnica cultural; 1 webinário para qualificação profissional da compositoras, técnicas, produtoras e público geral; oficinas para qualificação da Rede Sonora; 18 consultorias de direção artísticas para as compositoras participantes; celebração da vida e obra de compositoras baianas através de homenagem a cada edição.
Apresentação Musical - showsAtravés de um edital público, uma curadoria especializada irá selecionar as compositoras para apresentarem shows no Festival. Serão 8 compositoras selecionadas (em diferentes níveis de profissionalização) e 7 compositoras (experientes) convidadas para compor a programação de shows. Ao todo, serão realizados 17 shows de música autoral, abertos ao público e com classificação indicativa.Uma profissional de direção artística irá realizar consultoria com as 15 compositoras participantes, prestando consultoria para os processos criativos de cada show, promovendo qualidade artística para o Festival.Nas apresentações musicais o festival realizará homenagem a uma compositora baiana de grande relevância no cenário musical. As compositoras selecionadas irão apresentar obras autorais e releituras de músicas da compositora homenageada, a dinâmica dos shows serão: 4 compositoras por dia (3 selecionadas e 1 convidada para fechar a programação), 30 a 40 min para cada compositora. Uma apresentadora irá dialogar com o público e será responsável por conduzir as apresentações e as homenagens às compositoras.Edital de Curadoria de compositorasMetodologia de seleção: O edital de seleção das compositoras precederá todas as atividades e será lançado de forma conjunta, para os três territórios: Chapada Diamantina, Litoral Sul e Salvador, em cada território serão no mínino 2 compoistoras locais e mais 2 podendo ser de outras regiões. Em Salvador serão selecionadas 3 compositoras, na Chapada 4 e Litoral Sul 4. As inscrições serão gratuitas e serão feitas mediante preenchimento completo do formulário de inscrição que estará disponível online; poderão se inscrever compositoras, cis/trans e travestis, de qualquer estilo musical. O formulário de inscrição deve ter todos os campos preenchidos, o nãoenvio de algum item ou preenchimento incorreto, incluindo links de vídeo e/ou áudio, caracteriza a não efetivação da inscrição.Critérios de seleção: As inscrições serão destinadas a compositoras residentes há, pelo menos, 2 anos na Bahia. A seleção contará com pontuação extra para travestis, mulheres trans, mães solo, negras, indígenas, pcd e baixa renda.Comissão de seleção: A escolha da curadoria envolve critérios como a capacidade técnica para avaliação dos diversos elementos de uma composição musical; a qualidade e consistência na carreira musical; a presença na cena independente baiana e em outras edições do Festival Sonora Bahia.Produtos audiovisuaisGravação e edição profissional de cada show apresentado no festival, com captação na integra de imagem e som profissional. Após a realização/gravação dos shows, será realizada edição de cada show e disponibilizado no YouTube, com intéprete em libras.
OBJETIVOS GERAISPromover e valorizar a criação artística de compositoras e cantautoras (cis, trans e travestis) da Bahia; Ampliar o acesso à música feita por mulheres; Estimular debates sobre equidade de gênero na economia criativa; Promover o empoderamento de compositoras, produtoras, instrumentistas e técnicas mobilizando o cenário sociocultural; Fortalecer iniciativas autônomas e autorais; Promover a capacitação de mulheres e jovens; Promover a formação de público; Movimentar a cena artística de cada território.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar 1 edital para selecionar e premiar 10 compositoras residentes na Bahia; - Fazer a curadoria de 7 compositoras experientes baianas ou residentes na Bahia; - Realizar 17 shows autorais (6 no Vale do Capão, 6 em Ilhéus e 5 em Salvador); - Promover 1 webinário para compositoras, musicistas e público interessado com profissionais da música experientes; - Realizar 2 oficinas para capacitação de profissionais técnicas na área musical (exemplo: roadie ou direção de palco ou produção de campo) - Realizar 2 oficinas sobre cultura, música e/ou produção cultural para grupos organizados de mulheres (na Chapada Diamantina e Litoral Sul);- Realizar 7 oficinas para qualificação da Rede Sonora; - Realizar 17 produtos audiovisuais (gravação e edição profissional) de cada show realizado durante o festival.- Realizar 18 oficinas para Consultoria Artística com as compositoras que participam do Festival;- Celebrar a vida de compositoras baianas através de homenagens anuais.
O "Sonora _ Festival Internacional de Compositoras" nasceu no Brasil, em 2016, com o objetivo principal de mostrar e incentivar a força das mulheres compositoras em sua diversidade. O projeto surgiu da hashtag #mulherescriando, uma iniciativa da musicista Deh Mussulini para romper o imaginário de que existem poucas mulheres compondo. A partir daí, centenas de musicistas mostraram seus trabalhos nas redes sociais. Nesse ano, compositoras de diferentes estados como Deh Mussulini, Flávia Ellen, Amorina e Bia Nogueira (Belo Horizonte), Ana Luisa Barral (Salvador), LaBaq (São Paulo), Ilessi (Rio de Janeiro) e Isabella Bretz (BH e Lisboa) criam o Festival Sonora. O Sonora já foi realizado em 75 cidades de 16 países, criando uma rede de produtoras e compositoras com caracteristicas como a autonomia das artistas e produtoras, a descentralização e a atuação local. Sua natureza é de mobilização e transformação de cenários musicais. Das pequenas cidades interioranas, litorâneas e sertanejas, às capitais, sem distinção de idade ou cor, o "Sonora" incentiva a diversidade de gênero na música e na sociedade, abarcando mulheres cis e trans, negras, indígenas, brancas, amarelas e com deficiência, no propósito de somar ideias, trocar experiências e promover seu desenvolvimento pessoal, profissional e econômico. Em 2026, o Festival completa 10 anos sendo inspiração de muitas iniciativas do mesmo gênero como o WME, Sonora Soma, Sêla, entre outros, e se firma como o maior Festival de compositoras do mundo. O "Sonora Bahia" tem sido realizado de forma independente em Salvador (2016/2017), Ilhéus (2017/2018/2019) e Palmeiras/Vale do Capão (2017/2018/2019/2020). Em todas essas edições as compositoras, produtoras e técnicas participaram de forma voluntária, investindo no Festival e fortalecendo a cena. Um movimento que teve participação de iniciantes e artistas experientes como Alexandra Pessoa, Aline Falcão, Aline Lobo, Ana Barroso, Ana Diniz, Ana Luisa Barral, Camila Jatobá, Eloah Monteiro, Emillie Lapa, Jadsa Castro, Josyara, Juliana Ribeiro, Laila Rosa, Laís Marques, Larissa Luz, Mo Maiê, Neila Kahdi, Seraina Gratwohl, Tereza Raquel, Verona Reis, Yayá Massemba. Em 2024, através do Fundo de Cultura da Secult/Bahia conseguimos subsídios para melhoria das condições de trabalho, porém, ainda muito distante de condições adequadas para a equipe e artistas participantes. Centenas de compositoras, produtoras e técnicas receberam estímulo e são impulsionadas pelo Sonora Bahia. Em 2024, mais de 60 musicistas (70% mulheres) subiram aos palcos do Sonora Bahia, mais de 100 músicas autorais tocadas, artistas experientes apresentando shows autorais pela 1ª vez, centenas de agentes culturais mobilizados, mais de 100 parceiros, homenagens a compositoras revelantes. O Festival tem o poder de revolucionar a vida das musicistas que, após viverem a experiência, se sentem encorajadas para romper silêncios e viver a expressão máxima de suas artes. As trocas diretas que ocorrem entre as participantes (compositoras iniciantes e experientes) e com o público geral promovem transformações reais no cenário artístico de cada território e na vida das musicistas. O Festival Sonora Bahia é um acontecimento que reúne um número significativo de compositoras, técnicas e produtoras em um mesmo espaço, protagonizando e promovendo a difusão do trabalho, algo inédito no cenário de extrema violência com meninas e mulheres cis e pessoas LGBTQIAP+. Também promove uma mudança real no público que visibiliza a riqueza e a diversidade da produção de mulheres e travestis compositoras, mudando a forma com que vêem o mundo e fruem a arte produzida por mulheres. O evento também movimenta economicamente (tanto os territórios como a categoria artistica) atraindo público, empresas, marcas, fortalecendo as artistas e produtoras e trazendo novas oportunidades de trabalho. O Sonora Bahia quebra barreiras construídas pela misoginia e preconceito, pelo machismo, sexismo, racismo e lgbtfobias. Segundo o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Música), "até o final de 2021, o banco de dados registrava cerca de 4 milhões de titulares filiados ativos, cadastrados como pessoa física. Desse total, aproximadamente 11% são do gênero feminino.". Vemos que mesmo em espaços formais de compositores como o ECAD, esses números são muito pequenos. Nessa pequena lista estão nomes como Anitta e Iza, artistas comerciais, com gravadoras e grandes incentivadores financeiros. Na cena independente os problemas da presença/ausência das mulheres cis, trans, travestis e pessoas LGBTQIAP+ compositoras se aprofunda. O Festival Sonora Bahia promove uma revolução ao apresentar para artistas e para o público uma cena que é pouco vista devido às desigualdades de gênero que impossibilitam a existência de equidade na sociedade. As atividades formativas e o webnário são parte importante do Festival pois fortalecem, qualificam e estimulam a inserção e a permanência das mulheres, cis, trans e travestis.Em 2026 buscaremos focalizar na formação de público, articulando com organizações educacionais e culturais para trazer mais pessoas para as platérias do Sonora Bahia.Com o compromisso de promover uma cultura mais justa e representativa, o Sonora Bahia adota estratégias estruturadas para garantir equidade de gênero e raça na composição de suas equipes técnicas, artísticas e operacionais. Abaixo, estão destacadas as principais ações: Política de contratação afirmativa: Priorizar a contratação de mulheres negras, indígenas, trans, travestis e pessoas não-binárias, especialmente da Bahia, tanto nas equipes técnicas quanto de produção e coordenação. Essa política reconhece desigualdades históricas e busca corrigi-las ativamente. Composição diversa nas lideranças: Garantir que cargos de liderança e tomada de decisão (coordenação geral, curadoria, produção executiva e comunicação) sejam ocupados majoritariamente por mulheres. Parcerias com redes e coletivos locais: Estabelecer parcerias com coletivos de mulheres negras, LGBTQIAP+ e indígenas para participaçao nas ações de forma direta ou indireta, garantindo territorialidade e inclusão. Editais com critérios de equidade: Os editais do projeto já incluem cláusulas que assegurem a seleção de compositoras com recorte racial e de identidade de gênero, valorizando a pluralidade de experiências e histórias nas apresentações artísticas.Através de inúmeras ações em 3 diferentes cidades baianas como: edital de seleção de compositoras, shows de música autoral, atividades formativas (oficinas, webinário), formação de público, celebração da vida e obra de compositoras baianas, capacitação da rede Sonora, conusltoria artística, o Festival promove o empoderamento artístico e profissional, a descentralização da cultura e a movimentação da economia local. As ações voltadas a estudantes, mulheres na cadeia produtiva da música e grupos de mulheres ampliam possibilidades de carreira e estimulam reflexões sobre gênero e espaço na cultura. Promove autonomia, sustentabilidade e debates sobre desigualdade, consolidando-se como uma plataforma de transformação social, cultural e econômica na música baiana. Um Festival que mobiliza centenas de pessoas em prol da música autoral produzida na Bahia. Em um cenário de sub-representação de mulheres, o Festival atua como plataforma de afirmação estética e política, incentivando a produção autoral e ampliando espaços de atuação. Com curadoria diversificada e edital público, apoia talentos em diferentes regiões da Bahia, como Chapada Diamantina, Litoral Sul e Salvador, descentralizando o acesso à arte. Além de shows e oficinas, investe na formação de públicos e na qualificação de agentes culturais, promovendo uma cena musical mais equitativa, plural e inovadora.
REGISTROS SONORA BAHIA 2025: https://drive.google.com/drive/folders/1mwfvWTi7pkmCMmc2PKzjpEHIPCEY8hUP?usp=sharingREGISTROS AUDIOVISUAIS DO SONORA BAHIA 2024: https://drive.google.com/drive/folders/1MLHxCsfXqNKqChN8WeDud7xE4nHIl6AU?usp=sharing DEPOIMENTOS: https://www.youtube.com/watch?v=mqC0Eqsmir0 VALE DO CAPÃO: https://www.youtube.com/watch?v=oiy15-KIg8E SALVADOR: https://www.youtube.com/watch?v=TOzhNaX8VzM ITACARÉ: https://www.youtube.com/watch?v=fRt9tBbdvk0
Curso / Oficina / Capacitação: Os projetos pedagógicos das qualificações oferecidas as compositoras, produtoras e público em geral seguem abaixo e em anexo a este projeto:1)Roda de conversa e Oficina para estudantes - Profissionalização e Mercado CulturalPúblico: Estudantes até 30 pessoasCarga horária: 1h30 min (máximo)Ementa roda de conversa: A roda de conversa proporcionará reflexões sobre cultura, arte e produção cultural como campos de atuação criativa, importantes fontes econômicas regional e nacional. Vamos dialogar sobre a cultura como algo transversal de todas as áreas humanas e como cada um pode atuar a partir de seus interesses. Iremos pontuar as diferenças entre produção de eventos e produção cultural com ênfase em ações que tenham impacto social. Vamos visualizar os mercados de atuação ligados a economia criativa, serão abordados temas como inserção no mercado de trabalho no campo dacultura e criação de portfólioEmenta oficina:.Apresentaremos ferramentas para percorrer caminhos para a profissionalização como: o site/app Canva, uma ferramenta prática e gratuita, utilizada para a elaboração de portfólios e materiais de apresentação e venda; e a minibio, texto de apresentação que acompanha portfólios e apresentações para o mercado.Objetivos:● Proporcionar um espaço para diálogo e escuta sobre a economia criativa e mercado cultural (com linguagem artística e culturais) e possibilidades de atuação.● Abordar as diferenças entre os conceitos de cultura, arte, produção de eventos e produção cultural.● Abordar inserção no mercado de trabalho e pequenas vivências de criação/elaboração de portfólio/apresentação para as mais diversas áreas da cultura.Recursos: cartolina, papel sulfite A4; canetinhas; pilotos; cadeiras ou bancos; projetor.● Alguns dos recursos necessários poderão ser disponibilizados pela equipe do Festival, exceto as cadeiras ou bancos e projetor.Metodologia:Perguntas, escuta, dinâmicas de escrita, introdução dos temas, diálogo.Mediadora da roda de conversa: Gaby Ela (Artista visual e ilustradora, produtora cultural, projetista, Bacharela e Licenciada em Artes Visuais (UFRGS), Mestra em Estudos de Gênero e Feminismos pela UFBA). Mediadora da oficina: Ive Farias (Produtora cultural, musicista, comunicóloga - Bacharel em Comunicação Social pela UCSAL, Cursos Técnicos em música na PRACATUM e Cursos Técnicos de Produção Cultural no SENAC/SP).2)Oficina de composição- ementa e/ou conteúdo: Esta oficina tem como proposta a criação de canções a partir de reflexões e vivências musicais. O caminho da criação é diverso, espontâneo e desafiador. Nesta oficina vamos entender possíveis estruturas de uma composição, compreender que por detrás de uma letra existe uma melodia que são notas musicais estruturadas em frases rítmicas, e que esta melodia rege a harmonia. Esta, por sua vez, pode ser feita de maneira simples, ou mais elaborada, e também a possibilidade da criação de arranjos orquestrados com toda a formação instrumental e vocal. A composição pode ser feita de maneira simultânea: harmonia, melodia e letra, mas também pode ser feita uma camada por vez. O exercício aqui proposto será o da vivênciade composição coletiva, com dinâmicas musicais e reflexões. O ponto de partida é que somos seres musicais e criativos, e o processo de composição pode ser trilhado sem necessariamente sabermos teoria musical, pois podemos acessar o acervo de memórias coletivas da cultura musical que cada estilo vai ter padrões rítmicos, convenções melódicas, fórmulas harmônicas, estruturas poéticas, timbres, formação instrumental.- metodologia: Presencial - Preparação do corpo para os sentidos musicais com dinâmicas, jogos musicais, aquecimento vocal e exercícios de percepção musical. d) duração e carga horária: 2 encontros de 3h a 4h cada- público alvo e estimativa de participantes: Mulheres artistas e produtoras / Serão disponibilizadas 25 vagas exclusivamente para mulheres cis, transe travestis e para o público geral.- instrutora: ANA TOMICH - Educadora musical, compositora e musicista. É mineira, e reside na Bahia desde 2005. Graduada (2012) em Licenciatura em Música pela UFBA - Universidade Federal da Bahia - e Mestra (2015) em Educação Musical pela UFBA, atua como educadora musical, cantora, violonista e percussionista. Com especialidade em percussão brasileira, oferece aulas e oficinas de percussão para adultos. 3) Webinário - Aula Produção musical- ementa e/ou conteúdo: A autonomia é um tópico que Neila Kadhí vem desenvolvendo amplamente ao longo dos anos em suas pesquisas. Neste encontro, a artista e pesquisadora irá mergulhar nas funções básicas e intermediárias do software Ableton Live para manejá-lo na produção musical, seja ela, inbox ou em performances ao vivo. O objetivo desta oficina é despertar as artistas para a o pontapé inicial de desenvolvimento de autonomia no processo de criação de suas próprias composições e de ideias de sonoridade de suas produções. - metodologia: Palestra online - ao vivo - interação com as participantes no final d) duração e carga horária: 1 encontro de3h à 4h no total- público alvo e estimativa de participantes: Mulheres artistas e produtoras / Serãodisponibilizadas 40 vagas exclusivamente para mulheres cis, transe travestis - instrutora: NEILA KADHÍ é baiana, cantora, compositora, instrumentista e produtora musical. Mestra em Música pela USP, tem especialização em "Electronic Music Producer" realizada em Los Angeles-EUA. Integrante do grupo de pesquisa e experimentossonoros Feminária Musical desde 2012 (UFBA/NEIM). A artista também tem atuações na área da educação trilhas sonoras para TV, espetáculos teatrais infantis e adulto, etc.4)Webinário - Aula Music Business/Venda de shows - ementa e/ou conteúdo: Para que artistas possam apresentar e circular com suas obras é fundamental compreender o funcionamento do mercado e como se projetar nele. As palestrantes, com vasta experiencia nesta área, irão apresentar suas visões e propor estratégias de como calcular o valor do seu show, a construção de um público, portfólio, etc. - metodologia: Palestra online - ao vivo - interação com as participantes no final d) duração e carga horária: 1 encontro de 3h à 4h no total - público alvo e estimativa de participantes;Mulheres artistas e produtoras / Serão disponibilizadas 40 vagas exclusivamente para mulheres cis, transe travestis - instrutora: IVANNA TOLLOTTI - jornalista, musicista e produtora cultural. Seu portfólio de atividades conta com 20 anos de experiência em produções artísticas, tendo atendido importantes clientes, tais como Multishow, Rede Globo, Band, Skol, Vivo, Claro, Nivea entre outros. Criadora do Tum Sound Festival, importante Festival de Música, Inovação e Empreendedorismo Musical realizado em Florianópolis (SC), Ivanna compartilhará com o público sua experiência na captação de recursos. 5) Consultoria direção artística- serviço de consultoria e direção artística no âmbito do FESTIVAL SONORA BAHIA, com foco na orientação das compositoras selecionadas e artistas participantes do festival.As ações compreendem: a) Oficina online coletivo com duração de 3h, com até 15 compositoras, com apresentação de material didático sobre Direção Artística e direcionamento de práticas para os shows do festival; b) Oficinas individuais de 40 minutos com cada compositora/artista convidada, conforme cronograma por território- instrutora: Laura Franco - é mulher tamboreira, diretora artística e produtora musical. Realiza Doutorado em Cultura e Sociedade (POSCULT/UFBA) com pesquisa acerca do batuque como poética de (re)existência pessoal e coletiva para mulheres. Artista multi-linguagens, Laura é também contramestra e diretora musical da roda de atabaques para mulheres TamborA Ayó de Mônica Mille. No campo da áudio-tecnologia, especializou-se sob orientação dos engenheiros de som Fernando Gundlach e Richard Meier (DB Cursos de Áudio).
As atividades do Sonora Bahia serão planejadas visando contemplar medidas de acessibilidade em suas etapas, adotando as seguintes ações: - acessibilidade arquitetônica: nos espaços de realização de atividades com rotas acessíveis; espaço de manobra para cadeira de rodas, rampas, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência; assentos para pessoas obesas; - acessibilidade comunicacional: o projeto irá contratar profissional especializada em Língua Brasileira de Sinais - Libras que estará presente nos vídeos oficiais do festival, nos dias de shows e nas atividades formativas sob demanda; todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples. - acessibilidade atitudinal: consultoria e capacitação de acessibilidade para toda equipe de produção, comunicação e técnica do festival.Apresentação Musical:ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: acessibilidade arquitetônica nos espaços de realização de atividades com rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas.ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Os eventos artísticos contemplarão a presença profissional especializada em Língua Brasileira de Sinais - Libras.ACESSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO: todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples, além de menção aos recursos de acessibilidade disponíveis durante o festival.Curso / Oficina / Capacitação:ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: acessibilidade arquitetônica nos espaços de realização de atividades com rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas.ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: para contemplar acessibilidade comunicacional o projeto irá contratar uma profissional especializada em Língua Brasileira de Sinais - Libras que será inserida na edição dos encontros online do webinário, os vídeos serão disponibilizados no youtube. No caso das Oficinas, serão realizadas mediante inscrição prévia com possibilidade de assinalar a necessidade de recursos de acessibilidade, para organização do evento e boa distribuição dos recursos, caso não haja demanda pelo serviço.ACESSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO: todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples, além de menção aos recursos de acessibilidade disponíveis durante o festival.
Todos os produtos culturais resultantes do projeto terão sua distribuição de forma totalmente gratuita. Serão respeitados os percentuais de distribuição estabelecidos por lei para patrocinadores e divulgação e as comunicações serão feitas de forma ampla e democrática, para todos e diversos públicos acessarem o evento.Apresentação Musical: distribuição gratuitaCurso / Oficina / Capacitação: distribuição gratuitaVideos: distribuição gratuitaAs seguintes medidas serão adotadas para melhorar a distribuição ás ações do festival:1) Pontuação extra no edital de seleção de compositoras: o festival vai garantir pontuação extra para candidatas mulheres pretas, trans, travestis, indigenas, mãe solo, baixa renda, mulheres com deficiencia. 2) As atividades formativas e ações de capacitação são voltadas exclusivamente para mulheres cis, trans e travestis. Essa medida afirmativa assegura presença e protagonismo para o público específico do Fetsival.3) Divulgação direcionada e acessível - o festival vai desenvolver ações de comunicação com linguagem inclusiva e voltada para coletivos e redes de mulheres, feminista, de pessoas trans e travestis, utilizando canais acessíveis e respeitosos. Parcerias com organizações de mulhers e LGBTQIAP+ locais serão essenciais para ampliar a divulgação. 4) Ambiente seguro e acolhedor: promover acolhimento e segurança para garantir que todas as pessoas participantes se sintam respeitadas, protegidas e valorizadas em todos os espaços do projeto, evitando situações de misoginia, lgbtfobias e exclusão. 5) Valorização da produção artística de mulheres cis, trans, travestis, indígenas e negras: o festival vai convidar artistas para apresentações, falas públicas e atividades formativas, destacando suas trajetórias e fortalecendo suas redes de visibilidade e circulação artística.
IVE DIAS FARIAS - Produção Executiva e CuradoriaLUISA GABRIELA SANTOS (Gaby Ella) - Coordenação de produção e CuradoriaANA LUISA BARRAL - Curadoria e Direção de palcoISABELLA BRETZ - Coordenação da Rede Sonora e Palestrante WebinárioDEH MUSS - OficineiraBEATRIZ ALMEIDA - Coordenação de Comunicação NEILA KADHÍ - Palestrante Webinário e OficineiraLAURA FRANCO - Consultoria e Direção artísticaLAIÔ - Produção local - IlhéusJANICE CUNHA - Produção Local - CapãoIve Dias FariasMusicista, produtora cultural e comunicóloga com mais de 15 anos de trajetória profissional, tem graduação em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Propaganda (UCSAL/BA); Curso técnico de Produção Cultural (SENAC/SP);Curso técnico em música (Pracatum/BA); Realizou diversos cursos técnicos em música e produção cultural.Em 2012 fundou a empresa Musical Produções, hoje Avoar Arte e Cultura, onde atua com Gestão de Eventos, Produção Executiva e Agenciamento de músicos e grupos culturais. A empresa realiza produção executiva de artistas baianos, através de projetos de cultura via editais (Fundo de cultura/BA, Secult/BA, Funarte, entres outros) e leis de incetivo. No trabalho de agenciamento artístico atende a clientes diversos, como: Redes Sesc (BA, SP, PR, RJ), Feiras literárias e eventos culturais, rede hoteleira do Litoral Norte Baiano, Agências de Turismo, Empresas Privadas, eventos corporativos e sociais. Parceria com o Sesc Bahia atuando com agenciamento artístico, desde 2014, com mais de 300 apresentações realizadas nos Sesc"s Salvador, Jequié, Santo Antônio de Jesus, Barreiras.Como musicista atuou por cerca de 10 anos em Salvador e região metropolitana como cantora, realizando eventos de pequeno e médio porte, compondo a programação artística nos principais hotéis da região e na rede Sesc. Nos últimos 7 anos tem se dedicado ao grupo Yayá Massemba onde se, desenvolve atuação como compositora e instrumentista. Com o grupo já realizou mais de 10 turnês pelo Brasil, por diversos estados, lançaram 1 EP autoral e videoclipe.Com o trabalho de produção cultural e artística tem realizado diversos projetos autorais com artistas baianos, residentes na Chapada Diamantina e interior da Bahia, realizando turnês e projetos via leis de incentivo estaduais. Podemos destacar os principais artistas: SonoraBahia/Festival internacional de compositoras, Banda Yayá Massemba, Cocriadoras, Bando Passarim, Espetáculo O Salto com Ninha Almeida, Espetáculo Festa na Fé com grupo Olaria, Espetáculo Consolo com Alice Cunha, A Sereia e o som, entre outros.GABY ELLA (Luísa Gabriela Santos)Nasceu em Porto Alegre/Brasil, em 1984. Vive na Bahia desde 2016. E na Chapada Diamantina/Bahia desde 2019.Atua como artista multilinguagem, arte/educadora, produtora e projetista na área cultural desde 2012.Premiada em concursos e editais públicos para projetos autorais e em parceria, Gaby realiza a produção do Festival Sonora Bahia no Vale do Capão desde 2019 com experiências em todas as etapas do projeto. Além de festivais atuou na produção de webséries, apresentações artísticas de circo, música, artes visuais. É Mestra em Estudos Interdisciplinares de Gênero e Feminismos pelo PPGNEIM/UFBA (2016), Bacharela e Licenciada em Artes Visuais pelo Instituto de Artes/UFRGS (2012/2010). Atua como profissional autônoma desde 2014.ANA LUISA BARRAL Licenciada em Música pela UFBA, mineira de batismo e baiana de coração, participou de diversos projetos musicais como instrumentista, compositora, produtora, cantora e arranjadora.Desde 2007 atua como arte-educadora e contadora de histórias. Atuou como assistente de direção musical e Instrumentista nas Peças: “Ele, O Tal Cuíca de Santo Amaro” (Grupusina de Teatro – 2007) e “Três História PraLembrar” (A Outra Cia. De Teatro do Teatro Vila Velha – 2008). E compôs, com João Meirelles, a trilha para o experimento em dança “Quarto Azul” (VagaPara – 2013). Atuou como instrumentista em "Gretas do Tempo" (BTCA - 2014) e junto a Artur Soares e Maria do Sol, compôs e interpretou o musical infantil “O Pássaro Gigante e a Flecha Encantada” (Grupo Miudim de Teatro - 2015). Colaboradora artística e compositora da trilha do espetáculo “Festa na Fé” (Grupo de Artes Integradas Olaria - 2018/2021). Circulação com o projeto; Polo Teatral - Jequié 2020, Teatro Carlos Jeovah-Vit.daCo.-2019, Lençóis - 2018. Em 2014 lançou seu primeiro EP “ICTUS” e em julho do mesmo ano realizou residência artística no festival Brasilicata Tour em quatro cidades da Itália. É uma das fundadoras do Som das Binha, ciranda sonora formada por mulheres na Bahia. Faz parte da Rede Sonora - Festival internacional de compositoras.Em 2017 recebeu o prêmio Sesc de música em Salvador e realizou o lançamento do album Doçura com apresentações em Salvador, São Paulo, Belo Horizonte e Ilhéus. Foi escolhida entre as 25 finalistas do XV Festival de Música Educadora FM. Ainda em 2017 entrou para o Portal OXE, portal de literatura baiana contemporânea, como poetisa e compositora. Integra o musical infantil “A Sereia e o som” com apresentações no Sesc Bahia e Sesc São Paulo.ISABELLA BRETZ Bacharel em Relações Internacionais (UniBH, 2007 - 2010) Graduou com nota final de 95, 100 no TCC e recebeu o prêmio Destaque Acadêmico (Melhor Aluna). Fez parte de muitos projetos, laboratórios e iniciativas durante esses 4 anos. Pós-graduação em DIREITO INTERNACIONAL (CEDIN, 2010 - 2011) com esta pós-graduação obteve um conhecimento mais profundo das relações entre países, empresas e indivíduos no mundo, no aspecto jurídico. Produtora executiva, pesquisadora, coautora do livro "Conhecimentos de Áudio Para Cantores", redatora de conteúdo e palestrante. O projeto apresenta o universo do áudio e da tecnologia para os artistas desenvolverem suas carreiras com uma abordagem leve. Produtora executiva, palestrante, cantora e compositora no projeto ABREVIAR DISTÂNCIAS, Projeto literário-musical que trabalha com a lusofonia internacionalmente. Isso é feito por meio de shows, produções audiovisuais, workshops e atividades acadêmicas. Produtora executiva, cantora, compositora, produtora musical e videomaker no projeto PEQUENEZAS, com Curtas-metragens de até um minuto e meio com trilha sonora original. O projeto já participou de mais de 14 festivais de cinema. PRÊMIOS de Melhor Animação - Pingo de Respiro (2020) e Cacto de Ouro (BR), Melhor Trilha Sonora - Pingo de Respiro (2020) e Cacto de Ouro (BR) , Melhor Produtora Executiva - 2021 no Prêmio Profissionais da Música (BR) - finalista, Destaque Acadêmico | Melhor aluna - 2010.Neila Kadhí Neila Kadhí é baiana, cantora, compositora, instrumentista, produtora musical, curadora e apresentadora do programa Mulheres na Música na Rádio Educadora FM. Mestra em Música pela USP, sua pesquisa trata da atuação de mulheres na música e a tecnologia. A artista tem especialização em "Electronic Music Producer" realizada em Los Angeles-EUA. Circulou pelas principais cidades do Brasil como integrante da Banda do Musical ELZA. Lançou, em agosto 2022, FEITURA, seu primeiro álbum no qual produziu em seu home studio na Bahia. A produção realizada de maneira remota contou com a colaboração de diversas artistas mulheres. Neila Kadhí também tem atuações na área da educação e mentoria. Desde 2017 ministra aulas de produção musical com foco em mulheres e pessoas periféricas. Assim como tem atuação com produção de trilhas sonoras para TV, espetáculos teatrais infantis e adulto.Beatriz Almeida é jornalista, co-fundadora e diretora de projetos da plataforma Pagode Por Elas e do Selo Musical Som Por Elas. Pós graduada em Gestão de Projetos, Metodologias Ágeis e Eventos da Música e pós graduanda em Gestão e Políticas Públicas pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Como empreendedora musical foi indicada ao Prêmio WME 2024, acelerada pela Vale do Dendê, Acelera IAÔ e pelo programa internacional UNIDAS, promovido pelo Goethe Institut. Já gerenciou, comunicou e contribuiu em +30 projetos, carreiras e lançamentos criativos, musicais e de impacto na Bahia, dentre ela o EP de estreia de Melly, singles de Lívia Nery e Raquel Virgínia, álbuns de Edcity, Amanda Rosa e Monique Nascimento e mais. Realizou festival, podcast, eventos digitais e presenciais de música e educação, lançamentos musicais e outras linguagens, tudo isso através do trabalho realizado nas Plataformas Pagode Por Elas e Som Por Elas.Laura Franco é mulher tamboreira, diretora artística e produtora musical. Atualmente realiza Doutorado em Cultura e Sociedade (POSCULT/UFBA) com pesquisa acerca do batuque como poética de (re)existência pessoal e coletiva para mulheres. Artista multi-linguagens, Laura é também contramestra e diretora musical da roda de atabaques para mulheres TamborA Ayó - coordenada pela mestra batuqueira Mônica Millet Como instrumentista já dividiu palco com artistas como Manuela Rodrigues, Gabi Guedes. No campo da áudio-tecnologia, especializou-se sob orientação dos engenheiros de som Fernando Gundlach e Richard Meier (DB Cursos de Áudio). Como produtora musical, compôs, captou, mixou e masterizou mais de 20 trilhas sonoras para espetáculos teatrais e produtos audiovisuais de 2005 a 2017 e destacou-se pela produção musical em “Amanhaceu” (2009) – espetáculo solo de Juliana Bebé com música original de Milton Nascimento. Dentre suas produções musicais mais recentes para o mercado fonográfico streaming estão a web-série musical “Cocriadoras” – realizada pela dupla artivista Cocriadoras (Ive Farias e Gabi Ela), o EP “De Umbigo à Umbigo” (banda Yayá Massemba; trabalho em co-produção com Leo Mendes) e o álbum REQUILOMBA (Tereza Raquel) – projeto em fase de mixagem e masterização.LAIÔ Mulher preta, lésbica, de Ilhéus, no litoral sul da Bahia, nascida em Ilhéus e cria de Uruçuca, a cantora, compositora e gestora cultural, soma em seus feitos artísticos quase 20 anos de trajetória. Laiô, mistura ritmos brasileiros e latinos com flerte no indie, em 2 discos e 5 singles lançados. Ela também se destaca na cena dos festivais de música do país, colecionando classificações e prêmios nome de sua região. Suas canções refletem temas como ancestralidade, amor próprio e afrodengo. Esteve no palco do Sonora Bahia como musicistas em 2024, em Itacaré, e em 2015 integra a equipe de produção do Festival em Ilhéus. DEAH MUSS É compositora, violonista e cantora belo-horizontina. Deh idealizou e trabalha em diversos projetos feministas na música como: Coletivo ANA, com quem lançou disco em 2014; criou a hashtag #mulherescriando que culminou no Coletivo Mulheres Criando, que ganhou o Prêmio Profissionais da Música 2018, Sonora Festival Internacional de Compositoras da qual é diretora geral e idealizadora, também agraciado com o Prêmio Profissionais da Música de 2021. É uma das apresentadoras da Coletiva “Coluna Lugar de Mulher”. Lançou seu primeiro livro de poesia “Todas as primaveras em mim” no fim de 2019, pela Editora Luas. Em 2022 lançou seu segundo disco “antes de Eva”, um álbum que versa sobre mitos de deidades femininas de várias culturas.JANICE CUNHA é produtora, arte-educadora e ativista de movimentos sociais. É Griô de herança da família. Atuou, por muitos anos, como produtora cultural de artistas em Salvador, como o escritos e músico Ramiro Naka. Atua na produção local do Festival Sonora Bahia, desde 2024.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.