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A Bienal de Dança de São Paulo propõe a realização de uma mostra com duração de 07 dias, reunindo espetáculos, performances, intervenções artísticas, debates e ações formativas voltadas à diversidade da dança contemporânea no Brasil. O projeto busca promover o intercâmbio entre artistas, público e instituições, ampliando o acesso à produção nacional de dança. Atualmente, a cidade de São Paulo não conta com uma mostra dedicada exclusivamente à dança criada Brasil, o que reforça a relevância desta iniciativa.
A Bienal de Dança de São Paulo é uma mostra dedicada à celebração e difusão da dança brasileira em toda a sua diversidade. Com duração de 7 dias, o projeto reúne artistas, companhias e coletivos de diferentes regiões do país em uma programação que inclui espetáculos, performances, oficinas e encontros formativos. Em sua primeira edição, a Bienal propõe um espaço de encontro entre corpos, linguagens e territórios, revelando a potência criativa da dança produzida no Brasil. Mais do que um evento artístico, a Bienal se afirma como um gesto de valorização da cultura nacional e de ampliação do acesso à arte, consolidando São Paulo como palco da pluralidade do movimento brasileiro.
Objetivo GeralRealizar e promover a difusão, o fortalecimento e a valorização da dança contemporânea brasileira por meio da realização da 1ª Bienal de Dança de São Paulo, uma mostra com duração de 10 dias que estimula o intercâmbio entre artistas, públicos e instituições culturais, contribuindo para o acesso democrático à produção artística nacional.Objetivos Específicos- Realizar uma mostra de dança com duração de 07 dias de duração, reunindo espetáculos, performances e intervenções de companhias e artistas da dança de diferentes regiões do país.- Promover atividades formativas, como oficinas, rodas de conversa, painéis e residências artísticas, voltadas à qualificação e ao diálogo entre artistas, estudantes e público em geral.- Oferecer ações de acessibilidade em todas as etapas do projeto, incluindo tradução em Libras, audiodescrição e materiais em Braille, garantindo o acesso de pessoas com deficiência.- Realizar uma mostra 100% gratuita, ampliando o alcance do público e democratizando o acesso à dança.- Desenvolver um plano de comunicação e difusão para divulgar a programação em meios digitais, impressos e redes sociais, fortalecendo a visibilidade da produção nacional.- Produzir registro audiovisual e fotográfico das atividades, possibilitando sua posterior difusão e memória.- Fomentar a troca entre artistas e grupos de diferentes territórios e linguagens, estimulando a circulação de obras e o fortalecimento da rede da dança no Brasil.
A Bienal de Dança de São Paulo nasce como uma iniciativa inédita com o objetivo de difundir e promover a potência da dança criada por artistas brasileiros, em toda a sua pluralidade estética, geográfica e cultural. Apesar de São Paulo ser reconhecida como um dos principais centros artísticos do país, a cidade não conta atualmente com uma mostra permanente e de grande escala dedicada exclusivamente à dança nacional. Esse vácuo evidencia a urgência de um evento que valorize a criação brasileira e que ofereça visibilidade e sustentabilidade aos artistas e companhias que movimentam esse campo artístico.A dança no Brasil é uma das expressões mais potentes e diversas de nossa produção cultural. Em seus múltiplos corpos, gestos e linguagens, a dança brasileira reflete a riqueza de um país formado por diferentes matrizes culturais, territórios e modos de existir. Das práticas populares e tradicionais às experimentações contemporâneas, há uma produção pulsante que atravessa fronteiras e desperta o interesse de públicos e instituições internacionais. Paradoxalmente, muitos artistas e companhias brasileiras encontram reconhecimento fora do país, mas seguem com poucos espaços estruturados de difusão, crítica e sustentabilidade em território nacional.A Bienal de Dança de São Paulo surge para preencher essa lacuna, criando um espaço de encontro, visibilidade e reflexão sobre a dança brasileira. Com duração de 07 dias, o projeto propõe uma programação ampla e diversa, composta por apresentações, performances, rodas de conversa, atividades formativas e espaços de convivência. A proposta busca não apenas difundir obras, mas promover trocas entre artistas, públicos e instituições, fortalecendo redes de criação e circulação em todo o país.Além de seu papel artístico, a Bienal se alinha às políticas públicas de democratização do acesso à cultura e de valorização da diversidade. As ações serão pensadas de modo acessível — com recursos de tradução em Libras, audiodescrição, materiais em Braille e ações 100% gratuitas —, garantindo a participação de públicos diversos, incluindo pessoas com deficiência e comunidades em situação de vulnerabilidade social.A escolha pela Lei de Incentivo à Cultura se justifica pela amplitude e relevância pública do projeto, que ultrapassa o caráter comercial e se estabelece como uma ação de interesse coletivo. Por meio do incentivo fiscal, será possível viabilizar uma programação gratuita, remunerar adequadamente os artistas envolvidos e garantir condições de produção, acessibilidade e comunicação compatíveis com a dimensão e o alcance nacional da Bienal. O apoio da Lei assegura que o projeto inédito possa acontecer com qualidade, sustentabilidade e acesso democrático, ampliando o direito à arte e consolidando São Paulo como um polo de referência para a dança brasileira.Assim, a Bienal de Dança de São Paulo se afirma como um espaço de reconhecimento, experimentação e celebração do corpo em movimento. Um evento que pretende inscrever a dança feita no brasileira em sua devida dimensão de arte maior, contribuindo para o fortalecimento simbólico e institucional desse campo e para a consolidação de São Paulo como referência nacional e internacional na arte da dança.
não se aplica
O projeto atenderá a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art.46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. Bem como proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003.Parte dos recursos captados por meio da Lei de Incentivo à Cultura será destinada à implementação de medidas de acessibilidade.Acessibilidade de ConteúdoAs ações de acessibilidade de conteúdo têm como objetivo garantir que o público com diferentes condições sensoriais, cognitivas ou de compreensão possa acessar o conteúdo artístico e informativo da Bienal. Serão implementadas as seguintes medidas:- Interpretação em Libras durante realização das ações;- Audiodescrição em espetáculos e performances (quando possível);- Legendagem descritiva e interpretação em Libras nos vídeos de divulgação e conteúdos digitais;- Materiais informativos acessíveis;- Capacitação da equipe de mediação para atendimento inclusivo e comunicação acessível;Acessibilidade FísicaA acessibilidade física abrangerá a adequação dos espaços e das condições de deslocamento, recepção e permanência do público nos locais da Bienal. As medidas incluem:- Escolha de espaços culturais com infraestrutura acessível, incluindo rampas, elevadores, banheiros adaptados e sinalização tátil;- Mapeamento prévio das condições de acesso de cada local parceiro, com eventuais adaptações temporárias quando necessário;- Sinalização visual e tátil em áreas de circulação;- Assentos reservados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida;
Como principal forma de democratização do acesso, todas as ações do projeto terão seus ingressos distribuidos de forma gratuita. Atendendo ao disposto no Art. 46, da IN MinC nº 23, de 5 de fevereiro de 2025, para promover a democratização do acesso serão previstos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Atendendo ao disposto no Art. 47, da IN MinC nº 23, de 5 de fevereiro de 2025, em complemento às medidas de democratização de acesso, serão realizadas palestras, mesas de debate e oficinas gratuitas.
A proponente MOVICENA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA, representada pelo seu dirigente João Paulo Rafaelli, receberá através da rubrica de Coordenador de Produção, sendo responsável pela gestão do processo decisório. Coordenador de Projeto: Rafael PetriProdutor Cultural, formado em Gestão Pública pela Universidade Anhembi- Morumbi, idealizador/coordenador de produção da MoviCena Produções e atua na área de produção cultural desde 2006. Em 2018 foi agraciado pelo Prêmio Denilto Gomes de Dança, na categoria Produção em Dança. Integrou a Cia Noz de Teatro, Dança e Animação de 2004 à 2023, iluminando e produzindo todos os seus espetáculos. Atualmente coordena a produção de diversos grupos e artistas da cena artística paulistana, destacando-se: Núcleo de Improvisação | Zélia Monteiro, Mariana Muniz, Cia da Revista, VÃO, Grupo Corpo Molde e FUTURA | Clarice Lima. Entre os anos de 2013 e 2015 integrou a equipe de produção da APAA/Teatro Sérgio Cardoso nos projetos “Cultural Livre SP” e “Plataforma ProAC”. Entre 2014 e 2019 integrou a equipe do Portal MUD – Museu da Dança. Em 2019 idealiza e produz a primeira edição da “MiriM – Mostra Nacional de Teatro para Crianças Grandes e Pequenas”, com patrocínio do Banco do Brasil e realização do Centro Cultural Banco do Brasil. Em 2025 integra a equipe de produção dos musicais Tatuagem e João, da Cia da Revista.Coordenador de Produção: João Paulo Rafaelli (Jota Rafaelli)Dirige a MoviCena Produções, desde 2016 com a proposta de produzir espetáculos de teatro, dança entre outros eventos culturais e audiovisuais. Realizou projetos contemplados por editais como Fomento à Dança e Teatro para a Cidade de SP, ProAC, Prêmio Zé Renato, Edital Centro Cultural Banco do Brasil, Viagem Teatral do SESI, Lei Rouanet, além de apresentações em festivais no Brasil e exterior. Em 2018 ganhou o Prêmio Denilto Gomes de Dança, na categoria Produção em Dança. Em 2019 atuou na equipe de produção do Geopoéticas do Sul Encontro Latinoamericano de Gestores da Dança.Produziu o musical da Broadway, CABARET, com direção de Kleber Montanheiro. Atualmente é responsável pela produção da Cia da Revista, com destaque para o musical TATUAGEM. Produtor executivo da Atual Produções (Elvis – A Musical Revolution, Tom Jobim, Alguma Coisa Aconteceu a Caminho do Fórum e DreamGirls).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.