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O Festival SLAM SSA é um circuito de poesia falada e performance que percorre as 11 zonas territoriais de Salvador, promovendo seletivas regionais de slam e uma grande final na Praça Castro Alves. O projeto valoriza a palavra como expressão artística e instrumento de transformação social, reunindo poetas, educadores e coletivos culturais. A programação inclui inscrições digitais, batalhas presenciais, oficinas literárias e formativas, com participação gratuita e premiação aos artistas selecionados.
O Festival SLAM SSA é um grande circuito de poesia falada e performance que percorre as 11 zonas culturais de Salvador, levando a arte da palavra a praças e espaços públicos de toda a cidade. O projeto celebra a potência da voz, da oralidade e da identidade periférica, transformando o slam em um movimento de afirmação, diversidade e expressão coletiva.A programação é composta por inscrições digitais, seletivas territoriais, oficinas formativas e uma grande final. Na primeira fase, jovens poetas de cada território se inscrevem por meio do site oficial, enviando vídeos com suas performances autorais. Após curadoria e seleção, 10 artistas por território são convidados a participar das batalhas presenciais, realizadas em espaços públicos com palco, som e iluminação.Cada seletiva territorial reúne poetas, coletivos culturais e público espontâneo em uma verdadeira celebração da poesia falada. Em cada zona, dois competidores são selecionados para representar sua região na grande final, realizada na Praça Castro Alves, marco simbólico da cultura e da resistência em Salvador.A grande final reúne os 22 finalistas, que disputam o título de Campeão SLAM SSA, recebendo cachês de participação e premiações em reconhecimento à força artística de suas vozes e mensagens. O evento conta com estrutura completa de palco, sonorização, iluminação, acessibilidade (Libras, audiodescrição e atendimento prioritário) e registro audiovisual.Paralelamente às batalhas, o projeto realiza oficinas formativas literárias e de slam/poesia falada, voltadas a jovens de escolas públicas e coletivos culturais. As oficinas abordam escrita criativa, performance, expressão corporal e oratória, estimulando a leitura, o pensamento crítico e o protagonismo artístico.Mais do que um festival, o SLAM SSA é um movimento de valorização das vozes periféricas e da diversidade cultural de Salvador. Cada verso, cada gesto e cada palavra ecoam como manifestação de identidade, resistência e pertencimento.Classificação indicativa: livre Duração total do projeto: 8 meses (planejamento, execução e finalização) Formato: evento presencial e registro audiovisual Linguagem predominante: Artes Cênicas – Performance Poética Acessibilidade: Libras, audiodescrição, atendimento prioritário e espaços com acesso a pessoas com mobilidade reduzida
Objetivo GeralValorizar e difundir a poesia falada e a performance poética como expressões artísticas e identitárias, promovendo o fortalecimento da cena de slam em Salvador e a formação cultural de jovens e artistas periféricos, por meio de um festival que integra arte, educação e cidadania.Objetivos Específicos· Realizar 11 seletivas territoriais de slam e uma grande final na Praça Castro Alves;· Selecionar e premiar artistas poetas de diferentes regiões de Salvador;· Promover inscrições digitais abertas e transparentes;· Valorizar os participantes com cachês e prêmios simbólicos.· Promover oficinas formativas de escrita criativa, performance e oratória em comunidades e escolas públicas, alcançando pelo menos 200 jovens participantes.· Estimular o protagonismo de artistas e coletivos periféricos, com destaque para mulheres, pessoas negras e LGBTQIAPN+, garantindo representatividade e diversidade na curadoria.· Fortalecer a rede de slammers e produtores culturais de Salvador, promovendo trocas entre grupos de diferentes bairros e ampliando a visibilidade das manifestações da palavra falada.· Ampliar o acesso do público à arte e à cultura, com programação acessível e gratuita, priorizando espaços públicos e comunitários.· Contribuir para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os ODS 4 (Educação de Qualidade), 5 (Igualdade de Gênero), 10 (Redução das Desigualdades), 11 (Cidades Sustentáveis) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).Objetivos Específicos: incluir itens como
O Festival SLAM SSA surge como resposta à necessidade de fortalecimento das expressões literárias orais e performáticas que emergem das periferias urbanas e dos espaços educativos de Salvador. A cena de slam representa hoje uma das linguagens mais potentes de democratização da cultura e do acesso à arte, especialmente entre a juventude negra e periférica. O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei 8.313/1991, por incentivar a formação, produção e difusão cultural; e nos incisos I, IV e VIII do Art. 3º, ao contribuir para a democratização do acesso, o estímulo à diversidade cultural e a valorização das expressões regionais. O festival articula arte, educação e cidadania, promovendo um espaço de expressão e diálogo social. Além de revelar novos talentos, o evento propõe um exercício coletivo de escuta e protagonismo, fortalecendo a autoestima e o pertencimento. O uso do mecanismo de incentivo fiscal federal é essencial para garantir infraestrutura adequada, acessibilidade e remuneração justa aos artistas e técnicos envolvidos, já que a cena do slam ainda carece de patrocínio estruturado e fontes permanentes de financiamento. Por seu caráter educativo e inclusivo, o SLAM SSA é uma ação de alto impacto sociocultural, capaz de gerar formação, visibilidade e sustentabilidade para o movimento da poesia falada baiana, ampliando o repertório artístico e o acesso da população às artes da palavra.A estrutura descentralizada do festival, com 11 seletivas realizadas nas zonas culturais de Salvador e uma grande final no centro da cidade, reforça o compromisso do projeto com a territorialização das políticas culturais e o fortalecimento da palavra periférica
O Festival SLAM SSA representa uma ação inédita de valorização da poesia falada e das expressões periféricas de Salvador, articulando arte, formação e cidadania. Sua metodologia territorial amplia o acesso à cultura e descentraliza o circuito artístico, alcançando jovens poetas e comunidades em todas as zonas culturais da cidade. O projeto contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente os ODS 4 (Educação de Qualidade), 5 (Igualdade de Gênero), 10 (Redução das Desigualdades) e 11 (Cidades Sustentáveis). Com foco na democratização do acesso, inclusão e acessibilidade, o SLAM SSA se consolida como uma plataforma de expressão, escuta e transformação social através da arte da palavra.
O Festival SLAM SSA é um projeto de artes cênicas – performance poética, composto por etapas integradas que unem formação, difusão e valorização da palavra falada. O formato abrange inscrições digitais, 11 seletivas territoriais presenciais, uma grande final na Praça Castro Alves e oficinas formativas literárias e de slam/poesia falada.1. Estrutura GeralFormato: festival de caráter competitivo e formativo;Abrangência: 11 zonas territoriais de Salvador + grande final centralizada;Duração total do projeto: 8 meses (planejamento, execução e encerramento);Etapas presenciais: 11 seletivas (1 por território) + final na Praça Castro Alves;Número total de apresentações: 12 (11 seletivas + 1 final);Número de participantes por seletiva: 10 poetas por território (total: 110 participantes);Finalistas: 22 poetas (2 de cada território);Premiação:Cachê de participação a todos os competidores;Prêmio simbólico e troféu aos 2 vencedores de cada seletiva;Premiação em dinheiro aos 3 vencedores da grande final.2. Estrutura Técnica das Batalhas (Seletivas e Final)Local: praças e espaços públicos de Salvador, com autorização municipal e estrutura de apoio;Palco: praticável de 8x6m com cobertura, piso antiderrapante e rampa de acesso;Som: sistema P.A. de 2 vias, microfones sem fio e retorno de palco;Iluminação: kit básico de refletores LED, canhões de luz e controladora DMX;Backline: suporte para microfones, mesa de som, DJ set para trilhas de abertura e transição;Cenografia: estrutura modular com identidade visual do projeto e painéis de arte urbana;Infraestrutura de apoio: camarim, pontos de energia, água e área de staff;Acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição e atendimento prioritário;Segurança e limpeza: equipe técnica contratada para controle de público e manutenção.3. Etapa de Inscrição Digital e SeleçãoPlataforma de inscrição: site oficial do projeto, com formulário acessível (nome, território, contato, link de vídeo da performance);Critérios de seleção: originalidade, interpretação, domínio da voz, expressividade e pertinência temática;Curadoria: equipe de artistas e produtores culturais vinculados à cena de slam e literatura periférica;Comunicação dos resultados: publicação no site e redes sociais oficiais do projeto.4. Oficinas Formativas Literárias e de Slam/PoesiaPúblico-alvo: estudantes de escolas públicas e jovens de coletivos culturais;Duração: 2 encontros de 4 horas cada (8h totais por oficina);Conteúdo programático:Escrita criativa e construção poética;Técnicas de oratória e performance cênica;Expressão corporal e ritmo;Construção de identidade artística e leitura crítica;Metodologia: atividades práticas, dinâmicas coletivas e exercícios de escuta e improviso;Material didático: apostila digital com textos de apoio e links de performances de referência;Resultados esperados: ampliação do repertório poético, fortalecimento da autoestima e estímulo à autoria e à leitura.5. Registro e Produção de ConteúdoCaptação audiovisual: registro das seletivas e da final com duas câmeras HD e áudio ambiente;Edição: vídeo-resumo de 5 a 10 minutos com trechos das apresentações e entrevistas;Fotografia: cobertura completa das apresentações e oficinas para acervo e relatório;Catálogo digital: publicação online com poemas, depoimentos e fotos dos participantes.6. Público EstimadoParticipantes diretos: 110 poetas nas seletivas + 22 finalistas + 200 jovens nas oficinas;Público presencial estimado: 8.000 pessoas (considerando as 11 seletivas e a final);Público indireto/digital: 20.000 pessoas (redes sociais e mídia online).7. Requisitos Técnicos e LogísticosAutorizações municipais para uso de espaços públicos e estrutura de som;Fornecimento de energia elétrica e pontos de apoio para palco e iluminação;Transporte e montagem técnica itinerante entre os territórios;Contratação de equipe de segurança, limpeza e primeiros socorros;Comunicação prévia às comunidades locais e às prefeituras-bairro.
O Festival SLAM SSA compromete-se em assegurar condições básicas de acessibilidade física e de conteúdo, de modo a garantir a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as atividades públicas do projeto, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015).1. Acessibilidade FísicaOs espaços que receberão a programação serão selecionados com base em sua estrutura de acesso e mobilidade, priorizando locais com elevadores ou rampas acessíveis, banheiros adaptados e circulação segura para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. Durante o evento, a equipe de produção disponibilizará atendimento prioritário e apoio operacional para deslocamento, garantindo o conforto e a segurança do público com necessidades específicas.2. Acessibilidade de ConteúdoO projeto prevê a implementação de recursos que favorecem a compreensão e a inclusão comunicacional:Tradução simultânea em Libras nas apresentações principais e nas aberturas e encerramentos do festival;Audiodescrição nas peças audiovisuais de divulgação e no registro documental do evento;Materiais digitais acessíveis, com textos em linguagem clara e contraste adequado;Comunicação prévia sobre os recursos disponíveis em redes sociais e materiais de divulgação.3. Equipe e Atendimento InclusivoToda a equipe de produção, recepção e mediação passará por orientação e treinamento básico sobre atendimento a pessoas com deficiência, linguagem inclusiva e respeito à diversidade. Haverá apoio presencial durante o evento para auxiliar o público com deficiência, assegurando atendimento humanizado e mediação cultural inclusiva.4. Compromisso e Limites OperacionaisAinda que o festival não disponha de orçamento suficiente para implantar todos os recursos de acessibilidade previstos na norma técnica, a produção empenha-se em garantir o atendimento básico e eficaz, ampliando gradualmente a inclusão conforme a viabilidade orçamentária e técnica dos espaços. O compromisso do projeto é assegurar que nenhum público seja excluído por barreiras físicas ou comunicacionais, mantendo diálogo contínuo com os gestores dos locais e com os coletivos de acessibilidade de Salvador.
O Festival SLAM SSA será um evento gratuito, aberto ao público e realizado em espaços de circulação popular, reforçando o compromisso com a democratização da cultura e o acesso à arte como direito de todos. O projeto busca envolver comunidades periféricas, estudantes e coletivos culturais de Salvador, ampliando a participação e o protagonismo de grupos historicamente sub-representados na cena cultural.1. Acesso gratuito e territorialTodas as atividades — batalhas de poesia, saraus e oficinas — terão entrada franca, sem cobrança de ingressos ou taxas de inscrição. O festival ocorrerá em locais públicos e de fácil acesso, próximos a linhas de transporte coletivo e integrados ao cotidiano urbano, garantindo presença de públicos diversos, com ênfase em jovens, estudantes e moradores das periferias.2. Comunicação e mobilizaçãoA divulgação será realizada por meio de uma campanha multiplataforma, com linguagem acessível e territorializada:Publicações em redes sociais, com vídeos curtos, cards e chamadas populares;Cartazes e panfletos distribuídos em escolas, centros culturais e espaços comunitários;Parcerias com rádios, mídias locais e coletivos independentes de comunicação;Utilização de ferramentas digitais gratuitas e acessíveis, priorizando a capilaridade territorial e a linguagem popular.Essas ações asseguram divulgação ampla e equitativa, alcançando tanto o público conectado digitalmente quanto aquele presente nos territórios periféricos.3. Programação formativa e inclusão socialAlém das apresentações artísticas, o festival oferecerá oficinas formativas literárias e de slam/poesia falada, totalmente gratuitas e abertas à comunidade. Essas oficinas serão realizadas em escolas públicas e espaços culturais parceiros, promovendo educação artística, estímulo à leitura e à oralidade, desenvolvimento da expressão poética e valorização da identidade cultural dos participantes. As ações formativas também atuam como instrumento de inclusão social e educacional, permitindo que jovens das periferias de Salvador se aproximem das artes cênicas e da literatura através da palavra falada.4. Ampliação de alcanceO evento contará com registro audiovisual e divulgação posterior de conteúdos nas redes sociais do projeto, assegurando a circulação digital da programação e a continuidade do acesso ao material produzido.5. Acessibilidade e atendimento inclusivoAs medidas de acessibilidade previstas — elevadores ou rampas, intérprete de Libras, audiodescrição e equipe treinada — também fazem parte da política de democratização, garantindo o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.6. Contrapartida socialA principal contrapartida social do projeto será a realização das oficinas formativas literárias e de slam/poesia falada, gratuitas e abertas à comunidade, priorizando a participação de estudantes da rede pública e de jovens dos territórios periféricos de Salvador. Essas ações representam o eixo educativo e de retorno social do festival, fortalecendo o direito à expressão artística, à formação cultural e à participação cidadã. A descentralização territorial das seletivas amplia significativamente o alcance social do projeto, levando o festival para diferentes bairros e zonas culturais de Salvador
DIREÇÃO GERAL - Milena Leão (Dirigente) Milena Marques Leão possui ampla experiência em produção cultural, gestão de eventos e marketing, atuando como proprietária e diretora da Carambola Produções desde 2012. Especialista em planejamento e execução de eventos de grande porte, destaca-se por projetos como:Eco Axé (Carnaval Salvador, 2014): carnaval sustentável com foco ambiental.Carnaval do Pelourinho (2015-2017): produção e curadoria com apoio da Secult-BA.Conexão Digital (Concha Acústica, 2017) e Lançamento da novela “Segundo Sol” (TCA, 2018): em parceria com TV Bahia/Rede Globo.Espetáculos como Uma Vez, Nada Mais (Prêmio Braskem de Teatro 2009) e produções com Cláudia Raia, Fabiana Karla e Carlos Vereza.Festivais como Toque Brasileiro, Festival de Inverno de Barreiras, Forró Fest, entre outros.Foi professora de Marketing na FASB e atuou na Rede Bahia de Comunicação, liderando áreas administrativa, financeira e de marketing. Recebeu o Troféu Jorge Amado de Cultura e Arte (Fundação Cultural de Ilhéus) e foi indicada ao Prêmio ABMP (2008, 2009 e 2011). DIREÇÃO DE PRODUÇÃO / GESTÃO DE PROJETO – Joana Marambaia Produtora cultural com foco em leis de incentivo e projetos de diversidade artística. Entre seus principais trabalhos:Festival Siribação (Conde/BA, 2025).FNEC – Fórum Nordeste de Economia Circular (2023).FLIPF – Festa Literária Internacional da Praia do Forte (2020-2023).Lalata – Festival Internacional de Percussão (Candeal/BA, 2022).FITA – Festival de Itaparica (2017-2018). Experiência com grandes produções como Expresso Brasil na Copa (África do Sul, 2010) com Margareth Menezes e Olodum, e a turnê Zii e Zie de Caetano Veloso (2009). Atuou em eventos internacionais, como o World Circular Economy Forum (Bruxelas, 2024). É sócia da Gabiroba Cultural, idealizadora e realizadora da FLIPF. COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO – André Monteiro Formado em Jornalismo (UNIJORGE) e pós-graduado em Comunicação Digital (UNIFACS), atua há 10 anos em assessoria de comunicação na área cultural. Atendeu artistas como Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Pitty, BaianaSystem, Mariene de Castro, Diogo Nogueira, Anavitória, Maria Gadú e Titãs. Experiência em eventos de grande porte, como o Circuito Musical Verão 22. COORDENAÇÃO TÉCNICA – Breno Barreto Com 22 anos de experiência, atua como gestor de projetos culturais e corporativos. Trabalhou com empresas como Petrobras e Bahiatursa, e artistas como Mariene de Castro, Rafael Pondé e Pablo Grotto. Produziu shows de Sharon Jones & The Dap Kings, Lenine e Margareth Menezes. Idealizador de projetos como Coreto Hype, Festival Hype e Mutirão Mete Mão. Fundador do Instituto IDI, voltado para a economia circular e criativa.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.