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O Festival Formigueiro é um evento cultural multidisciplinar que busca integrar arte, educação ambiental e justiça climática, promovendo um espaço de reflexão e expressão sobre a emergência climática.
A cultura não é um mero adorno; ela é um pilar essencial na ampliação da percepção pública sobre a crise climática. Ao conectar a arte – seja ela o canto ancestral indígena, a dança vibrante do coco ou as batidas do maracatu – com a pauta ambiental, o festival transcende a teoria e toca a emoção. A inclusão dessas formas de arte tradicionais e originárias é crucial, pois elas carregam em si uma conexão intrínseca e ancestral com a natureza e modelos de vida sustentáveis, oferecendo perspectivas e soluções que a ciência ocidental muitas vezes negligencia. O palco se transforma em um espaço imersivo e transformador, incentivando ações concretas de mitigação e adaptação.
O Festival Formigueiro é um evento cultural multidisciplinar que busca integrar arte, educação ambiental e justiça climática, promovendo um espaço de reflexão e expressão sobre a emergência climática. Através de performances artísticas, exposições, oficinas e debates, o festival pretende sensibilizar o público e estimular ações concretas para a preservação ambiental. O festival enfatiza a participação de corpos dissidentes, incluindo pessoas indígenas, negras e LGBTQIAPN+, tanto na produção do evento quanto na programação artística. Este projeto também promoverá enfoque especial no Racismo Ambiental.O Festival Formigueiro se estrutura a partir de quatro eixos principais de atividades:Performances Artísticas: Apresentações de teatro, música, dança e intervenções urbanas que abordam temáticas ambientais e climáticas, promovendo a reflexão e o engajamento do público.Bate-papos e Debates: Encontros com especialistas, ativistas e artistas que discutem questões como a crise climática, justiça ambiental, sustentabilidade e o papel da cultura na transformação social. A seleção de palestrantes priorizará vozes de comunidades historicamente marginalizadas.Atividades Culturais para Crianças: Oficinas lúdicas e educativas que introduzem questões ambientais para o público infantil, utilizando jogos, contacção de histórias e arte como ferramentas de aprendizagem.Intervenções Artísticas: Ações interativas em espaços públicos que instigam a população a refletir sobre os impactos ambientais e a urgência de mudanças de comportamento. Essas intervenções incluem instalações artísticas, projeções audiovisuais e manifestações culturais diversas.Objetivo geral: Realização de 2 Festivais Transluciday, um em São Paulo e a outra no Rio de Janeiro. Objetivos específicos do projeto:Fomenta à produção cultural e artística (Lei de Incentivo à Cultura - art 3º inciso III), mediante a execução e circulação do festival, bem como, a realização de 8 performances artísticas de música, dança, teatro e circo.Estímula o conhecimento dos bens e valores culturais (Lei de Incentivo à Cultura - art 3º inciso IVa), mediante INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, art 29, inciso II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo ;contribuindo também no desenvolvimento de projetos de formação de público. Possibilita o livre acesso de pessoas com deficiências auditivas e visuais, ao contratar, para o festival, em cada cidade, serviços de legenda, linguagem oral, sinalizações para deficientes visuais e Tradução em Libras.Sensibilizar o público sobre a urgência climática e a importância da ação coletiva por meio da arte e da cultura.Fomentar o protagonismo de corpos dissidentes na agenda ambiental, garantindo que suas vozes sejam amplificadas.Criar um ambiente de troca de saberes e experiências entre artistas, ativistas e o público.Estabelecer parcerias com coletivos e organizações que atuam na pauta ambiental para fortalecer redes de atuação e continuidade do impacto do festival.Garantir acessibilidade e inclusão, assegurando que o festival seja um espaço diverso, acolhedor e representativo para diferentes públicos. Objetivos específicos das contrapartidas sociais:Visando fomentar o pensamento crítico e proporcionar mais experiências diversas ao público, realizaremos a seguinte atividade:- Realizar 4 mesas temáticas abordando identidade de gênero, diversidade e direitos humanos, sendo 2 em cada cidade.- Aluguel de 2 ônibus para buscar ongs e instituições em cada cidade, totalizando, 4 ônibus. - Contratação de 3 estagiários, sendo 1 de palco, 1 de luz e 1 de produção, em cada cidade.
A cultura desempenha um papel essencial na conscientização e mobilização social. Ao conectar a arte com a pauta ambiental, o Festival Formigueiro busca ampliar a percepção pública sobre a gravidade das mudanças climáticas e incentivar ações concretas para a mitigação de seus efeitos e o racismo ambiental. O evento também promove a inclusão de grupos marginalizados na discussão climática, reforçando a necessidade de uma justiça climática que contemple a diversidade e respeite os saberes tradicionais.A programação diversificada e acessível garantirá o engajamento de diferentes públicos, criando uma experiência imersiva e transformadora que fortalece o papel da cultura como agente propulsor de mudanças sociais e ambientaisRacismo ambiental refere-se às injustiças sociais e ambientais que recaem sobre etnias e populações mais vulneráveis frente a crise climática planetária. No âmbito cultural, o tema será tratado através de performances, instalações e debates que expõem as desigualdades entre classes sociais no acesso à agua e moradia digna, por exemplo, em busca de conscientização dos presentes para a justiça climática. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Atingindo os objetivos do Artigo 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de espetáculo de artes cênicasV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Retificamos a importância do incentivo federal e da captação de recursos para a realização do projeto com a estrutura idealizada.
FESTIVALDuração: 8 horas Classificação indicativa: livre OFICINASDuração: 4 horas Público: A partir de 14 anos DEBATES:Duração: 120 minutosClassificação indicativa: a partir de 14 anos
FESTIVALACESSIBILIDADE FÍSICA: O festival será apresentado em teatro com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e oferecerá descontos de 50% (cinqüenta por cento) nos ingressos para idosos, atendendo ao art. 23 da Lei no 10.741, de 01 de outubro de 2003. DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras de todo o projeto e legenda com operada ao vivo. DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral, sinalização e tutores para acompanharem e darem segurança as pessoas necessitadas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Buscamos ter um olhar atento para abordar questões relativas às pessoas com deficiências e ver como as políticas de inclusão têm mudado ao longo dos anos, e como avanços de representatividade têm sido conquistados, fruto de um trabalho incansável das leis, para isso estamos em evolução e o projeto conta com consultores, presentes e atuantes na equipe no período de preparação e apresentações, para o atendimento e divulgação específica para o atendimento, a equipe contratada de recepcionistas também terá atenção ao atendimento, e sobre as questões de linguagens ou idiomas, através dos consultores vamos locar os equipamentos necessários para a realização da acessibilidade. CONTRAPARTIDA SOCIAL 01. DebatesACESSIBILIDADE FÍSICA: O debate será realizada em espaço, com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. A entrada será livre.DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras. DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição. 02. Ônibus para buscar ongs ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os ônibus contarão com a disponibilização de lugares indicados para portadores de necessidades especiais, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. A entrada será livre. Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pelos cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro.DEFICIENTES AUDITIVOS: Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pela tradução em libras e cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro.DEFICIENTES VISUAIS: Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pela coordenação e cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do espaço do festival.
Em atendimento ao disposto na INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024:Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; eIV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.Art. 30. Em complemento, adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso:IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais da oficina de dramaturgia acompanhado com libras e audiodescrição;
Coordenadores Gerais - Felipe Chacon e Patricia SoaresDiretor Executivo - Brunner MarcedoDiretora Financeira - Jessica RodriguesBrunner Macedo - Diretor ExecutivoNatural de Uberlândia (MG), Brunner é um comunicador e artista visual com uma trajetória marcada pela interseção entre arte, política e memória. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia, expandiu seus estudos em Portugal, com habilitações em Assessoria de Comunicação e Relações Públicas pela Universidade do Porto.Sua carreira profissional iniciou-se como assessor de comunicação na Casa da Música, no Porto (2012-2013). De volta ao Brasil, atuou com fotografia artística no Rio de Janeiro (2014-2015) antes de assumir a coordenação de produção do Teatro Pessoal do Faroeste (2015-2019).Em 2017, consolidou sua atuação no campo das artes como artista residente da FUNARTE SP e fundou a produtora cultural Artelux, responsável por projetos que circularam em espaços como a própria FUNARTE e resultaram em parcerias com o Greenpeace e o artista Caetano Veloso, como a campanha “Gente é para Brilhar, não para Morrer de Fome”. Sua atuação inclui ainda trabalhos com a Frente Internacional de Enfrentamento à Fome do Programa Mundial de Alimentos, organização laureada com o Nobel da Paz de 2020.Paralelamente, desenvolve desde 2012 uma pesquisa contínua sobre a resistência civil à ditadura militar, que deu origem ao projeto "Deriva da Luz Vermelha". A obra, presente desde 2017 em instituições como Memorial da Resistência e Instituto Tomie Ohtake (onde integra o acervo permanente), culminou na fundação do Estúdio Manifesto, espaço dedicado à arte contemporânea, democracia e memória.Atualmente, além de dirigir o Estúdio Manifesto, Brunner é vice-presidente do Instituto Luz e diretor executivo do Instituto Formigueiro. Com passagens por cidades como Paris e Buenos Aires, reside em São Paulo há dez anos.Felipe Pan Chacon - Coordenador GeralÉ compositor e diretor musical, formado em filosofia pela USP, é diretor executivo do Instituto de Cultura e Direitos Humanos Luz do Faroeste. Domina bateria, violão, guitarra, baixo, clarinete, sousafone e piano.Com a Companhia Pessoal do Faroeste, criou trilhas sonoras e fez a direção musical de "O Assassinato do Presidente", "Borboleta Azul" e "Brancos e Malvados ou Ensaio Sobre os Três Porquinhos". No Coletivo Ópera Urbe, colaborou com Carlos Zimbher na direção musical e nos arranjos de "Ópera Urbe - Peste Contemporânea", onde atuou como baterista, sousafonista, clarinetista e cantor.Desenvolveu trilhas sonoras para a Cia Al Borde e a Cia Casa da Tia Sire, trabalhou como músico na Cia Teatro de Perto. Em 2021, lançou sua primeira trilha cinematográfica na vídeo-performance "Babel". Faz parte da banda Baião de Spokens e já dividiu o palco com artistas como BNegão, Karina Buhr, Arrigo Barnabé, entre outros.PATRICIA SOARES - Coordenadora GeralPatrícia Soares é artista educadora, articuladora e produtora cultural, se movimenta para salvaguardar as culturas tradicionais e das infâncias, costura corpo, território, memória, e dignidade em sua atuação política-cultural.É mãe de três, criada no Jardim D' Abril-ZO, aprendiz do fazer artístico cultural periferico, é membra fundadora do Coco da Batata, Coletiva Brincaderia, Unidiversidade de Saberes, e atual vice-presidenta do Instituto Formigueiro.JESSICA RODRIGUES - Diretora FinanceiraAtriz e Produtora, é bacharel em “Artes Cênicas” pela ESCH, técnico em “Humor” pela SP Escola de Teatro e em “Intepretação para TV e Cinema” pela AIC. Professora do módulo de “Gestão e Empreendedorismo Cultural” no Técnico de Artes Cênicas no Senac em 2019. Na Secretaria Municipal de Cultura, foi produtora de operações (2020/2021) e Coordenadora de Equipe (2022) via Emenda Parlamentar; e no setor de Programação foi Programadora e produtora de operações (2023). Em 2016, abre a empresa Contorno Produções, nomeada atualmente como Rodri Comunicação e Artes (Prêmio de Histórico por Realização de Produção em Teatro – Lei Aldir Blanc, e indicada a Melhor Produção pelo Prêmio WeDo!), realizando mais de 50 espetáculos. Em seus projetos, teve incentivo via instituições como Sesc e Sesi, editais como ProAc e Prêmio Zé Renato e Leis como Lei Rouanet e ProAc ICMS, ao lado de empresas como Vivo, Porto Seguro, Itaú, Banco do Brasil, Renner, Piramidal, etc. É também sócia do Núcleo Pequeno Ato ao lado de Pedro Granato desde 2013. De 2023 a 2025, integra a Corpo Rastreado no Setor de Administração, como gestora de projetos. E em 2025 entra para a Coordenação Administrativa do Instituto Luz e direção financeira do Instituto Formigueiro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.