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O Made in Mogi Festival _ 4ª edição é um evento musical de dois dias em Mogi das Cruzes, com oito apresentações autorais, oficinas gratuitas de formação musical, ações de acessibilidade e inclusão social e registro audiovisual para difusão digital. O projeto visa fortalecer a cena independente regional, democratizar o acesso à cultura e promover o desenvolvimento artístico e comunitário através da música.
O Made in Mogi Festival – 4ª edição é um festival musical autoral que reúne artistas independentes de Mogi das Cruzes e região do Alto Tietê, com foco na diversidade cultural, inclusão social e valorização da produção musical local. O evento terá dois dias de duração, com oito apresentações musicais de diferentes estilos e linguagens, todas voltadas à música autoral independente.Desde sua criação, o festival vem se consolidando como um dos mais importantes movimentos culturais do Alto Tietê. A 1ª edição, realizada em março de 2020, reuniu quatro artistas locais e foi um sucesso de público e mídia, com destaque em veículos regionais e cobertura ao vivo pela TV Diário (afiliada da Rede Globo). A 2ª edição, realizada em formato de live durante a pandemia, contou com 14 artistas e mais de 7 horas de transmissão, arrecadando recursos 100% destinados a mulheres em tratamento contra o câncer de mama — uma ação solidária de grande repercussão. Já a 3ª edição, viabilizada pela Lei Aldir Blanc, envolveu oito artistas e fortaleceu ainda mais a visibilidade da música autoral, consolidando parcerias e ampliando o alcance digital do projeto.O Made in Mogi nasceu da iniciativa individual do idealizador Daniel Sawaya / Saway, que mobilizou artistas e empresas locais, formou equipes de divulgação e uniu a cena musical independente da região em torno de um propósito comum: mostrar que a arte local tem valor e pode transformar vidas.Mais do que um festival, o Made in Mogi é um movimento de colaboração e pertencimento, que reacendeu a carreira de artistas locais, gerou oportunidades e fortaleceu o orgulho cultural da comunidade. A 4ª edição mantém esse espírito, com um formato ampliado, profissional e inclusivo, reafirmando o compromisso de democratizar o acesso à música, fortalecer talentos e celebrar a cultura regional. Classificação indicativa: livre.
OBJETIVO GERALPromover o fortalecimento da música autoral independente e o desenvolvimento sociocultural da região do Alto Tietê por meio da realização da 4ª edição do Made in Mogi Festival, um evento que une arte, formação e inclusão. O projeto visa ampliar o acesso da população à produção musical regional, estimular o surgimento de novos talentos e consolidar a cena artística de Mogi das Cruzes como referência de colaboração, diversidade e sustentabilidade cultural.O festival tem como propósito utilizar a música como instrumento de transformação social, conectando artistas, público e instituições em uma rede que valoriza a criatividade, a solidariedade e o direito de todos à fruição cultural, conforme os princípios da Lei nº 8.313/91, artigos 1º e 3º.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1. Realizar a 4ª edição do Made in Mogi Festival em dois dias de programação, com 8 apresentações musicais autorais de artistas e bandas da região de Mogi das Cruzes e do Alto Tietê, selecionados por curadoria especializada.2. Garantir a acessibilidade física e de conteúdo no evento, com rampas, banheiros adaptados, intérprete de Libras no palco e legendas descritivas em projeção, assegurando a inclusão plena de pessoas com deficiência.3. Oferecer 3 oficinas gratuitas de capacitação musical e produção cultural, voltadas a jovens artistas, estudantes e produtores locais, promovendo formação e qualificação técnica.4. Destinar 30% dos ingressos gratuitamente a comunidades e instituições sociais e realizar campanha solidária de arrecadação de alimentos não perecíveis, revertendo as doações ao Fundo Social de Solidariedade de Mogi das Cruzes.5. Registrar o evento em vídeo e áudio de alta qualidade, produzindo um documentário musical a ser disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais, ampliando o alcance e a memória cultural do projeto.6. Promover a difusão e a valorização da música independente, fortalecendo a imagem de Mogi das Cruzes como polo de criação artística e impulsionando o engajamento da mídia, do público e do setor produtivo local.7. Estimular a construção de uma cena colaborativa e sustentável, incentivando os artistas participantes a se articularem em rede, compartilhando conhecimento, estrutura e oportunidades.8. Cumprir as diretrizes da Lei Rouanet, contribuindo para os incisos I e II do art. 1º e os objetivos do art. 3º, especialmente no que se refere à difusão cultural, valorização da diversidade, estímulo à produção artística e formação de público.
O Made in Mogi Festival é um projeto necessário, pois a cidade de Mogi das Cruzes e a região do Alto Tietê carecem de espaços que permitam ao artista independente mostrar seu trabalho autoral. Muitos desses artistas possuem produções relevantes, capazes de contribuir cultural e socialmente, mas não encontram o "pontapé inicial" que lhes proporcione visibilidade, reconhecimento e incentivo à continuidade de suas trajetórias.O Made in Mogi é mais do que um festival — é um movimento de colaboração, união e valorização da música como expressão de identidade, diversidade e inclusão. Desde sua primeira edição, tem revelado novos talentos, promovido encontros entre artistas e impulsionado a autoestima criativa de toda uma cena regional. Sua força está no coletivo: artistas que se unem não por autopromoção, mas por acreditar que a arte compartilhada transforma comunidades e inspira o público.O uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal da Lei nº 8.313/91 justifica-se pela necessidade de viabilizar financeiramente um evento de relevante interesse público, que fomenta a produção cultural local e amplia o acesso da população à arte. O projeto se enquadra nos incisos I e II do art. 1º da Lei Rouanet, ao promover a difusão da cultura e o acesso da população às fontes da cultura nacional, e contribui diretamente para os objetivos do art. 3º, ao estimular a criação artística, valorizar a diversidade cultural brasileira, apoiar novos talentos e promover a formação de público.Assim, o Made in Mogi Festival _ 4ª edição consolida-se como um instrumento de democratização cultural, fortalecimento da música autoral independente e integração social, cumprindo plenamente os princípios e finalidades da Lei de Incentivo à Cultura.O Made in Mogi entra em uma camada profunda da sociedade: um espaço para preencher o vazio deixado pela falta de oportunidades de se mostrar a arte.
O Made in Mogi Festival – 4ª edição representa a continuidade de um movimento cultural genuíno, nascido da iniciativa do produtor e músico Daniel Sawaya, que transformou a falta de espaços para artistas autorais em uma rede colaborativa sólida e ativa. Ao longo de suas três edições anteriores, o projeto demonstrou resultados concretos — visibilidade na mídia, engajamento comunitário, arrecadação de recursos para causas sociais e o fortalecimento da cena musical independente da região do Alto Tietê.Mais do que um evento, o Made in Mogi vem educando uma geração de artistas sobre a importância da coletividade, da profissionalização e da construção de uma cena musical sustentável. O festival inspira os participantes a compreenderem que o sucesso individual é consequência da força do grupo, da troca de experiências e da valorização mútua. Assim, o projeto consolida-se como um verdadeiro laboratório de cultura colaborativa e cidadania artística, gerando impacto direto no desenvolvimento criativo e social da comunidade.As edições anteriores comprovaram a relevância do festival, tanto pela sua diversidade artística quanto pelo impacto social alcançado. A 1ª edição (2020) foi destaque na mídia regional e teve cobertura ao vivo da TV Diário (Rede Globo). A 2ª edição, realizada em formato de live solidária durante a pandemia, contou com 14 artistas e arrecadou doações destinadas integralmente ao apoio de mulheres com câncer de mama. A 3ª edição, viabilizada pela Lei Aldir Blanc, ampliou o alcance digital, profissionalizou as produções e consolidou parcerias com artistas e coletivos culturais locais.A 4ª edição reafirma esse compromisso com a arte, a inclusão e a educação cultural. Além de promover apresentações presenciais, oficinas e ações solidárias, o festival pretende continuar estimulando o diálogo entre artistas, produtores e público, criando pontes duradouras entre quem faz e quem consome cultura.Para fins de comprovação e histórico, seguem os links das edições anteriores do Made in Mogi Festival, que atestam sua execução, impacto e repercussão:🎬 1ª Edição (2020) – https://www.youtube.com/watch?v=h31WZSOeFgE https://youtu.be/K9LmkaA7tfc?si=ZNUOTUKpkGBq-0nm https://youtu.be/WDtLgGi_fjE?si=FpeAxcoVbULSM3Wo💻 2ª Edição – https://youtube.com/live/sugy_nq5_gg📺 3ª Edição – https://www.youtube.com/live/vNrWEZNauSY?si=aFETGRZaUKxln-hu https://www.youtube.com/live/3-LuSCvb9Dc?si=QHDi90DwcLWbJqViEsses registros reforçam a autenticidade e o alcance social do projeto, confirmando que o Made in Mogi Festival é uma iniciativa consistente, transformadora e alinhada aos princípios da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), que visa não apenas financiar a cultura, mas formar cidadãos, multiplicar oportunidades e fortalecer o tecido cultural brasileiro.
Duração: 2 dias consecutivos de apresentações, 6 horas de programação diária.Local: Espaço público ou parque central de Mogi das Cruzes, com infraestrutura completa de palco, som e iluminação.Estrutura: Palco principal de 10x8m, cobertura, P.A. profissional, monitores de palco, iluminação cênica, painéis de LED, backstage, camarins, banheiros adaptados e áreas de acessibilidade.Materiais: equipamentos de som e luz, estrutura metálica, gerador, banheiros químicos, tendas, gradil de segurança e sinalização visual.Registro Audiovisual: captação de áudio e vídeo profissional para fins de documentação e difusão digital.Projeto pedagógico complementar: oficinas de capacitação em música autoral e produção cultural, abertas à comunidade artística local.
O Made in Mogi Festival – 4ª edição será realizado em espaço público de fácil acesso, com infraestrutura adaptada para garantir a plena acessibilidade física e de conteúdo a todas as pessoas. O evento contará com rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com mobilidade reduzida e sinalização tátil e visual nos principais pontos de circulação do público.No âmbito da acessibilidade de conteúdo, todas as apresentações contarão com intérprete de Libras no palco, assegurando que o público surdo tenha acesso integral à experiência artística. Além disso, o festival disponibilizará legendas descritivas em telão para apresentações e falas, e audiodescrição dos principais momentos do evento nas transmissões online.A equipe de produção receberá orientação prévia sobre atendimento inclusivo, e haverá apoio de monitores treinados para auxiliar pessoas com deficiência visual, auditiva ou motora durante a circulação no espaço.Essas medidas garantem que o Made in Mogi Festival seja não apenas um evento cultural, mas também um exemplo de cidadania e inclusão, alinhado às diretrizes de acessibilidade universal e aos princípios da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), reforçando o compromisso do projeto com o acesso democrático à arte e à cultura.
O Made in Mogi Festival – 4ª edição adotará um modelo de acesso híbrido, que une sustentabilidade econômica e compromisso social. O ingresso será cobrado a valor simbólico e acessível, garantindo a viabilidade da produção e a valorização do trabalho dos artistas e profissionais envolvidos.Paralelamente, o projeto promoverá uma campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis durante todo o evento, destinados ao Fundo Social de Solidariedade de Mogi das Cruzes, contribuindo para o combate à fome e o fortalecimento de ações comunitárias no município.Para assegurar o acesso democrático e inclusivo, a produção do festival destinará cerca de 20% dos ingressos a instituições e comunidades carentes, permitindo que pessoas em situação de vulnerabilidade social também participem das apresentações. Essa medida reafirma o propósito do projeto de levar a arte a todos os públicos, sem distinção.Além das apresentações principais, o evento contará com transmissão online parcial, ensaios abertos e oficinas de formação musical e técnica voltadas a jovens artistas e produtores locais, ampliando o alcance educativo e o impacto cultural do festival.Com essas ações, o Made in Mogi Festival reafirma seu caráter inclusivo, solidário e transformador, demonstrando que a cultura pode ser, ao mesmo tempo, autossustentável e socialmente responsável, em plena consonância com os princípios da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) de democratizar o acesso e fomentar o desenvolvimento cultural brasileiro.
PRINCIPAIS PARTICIPANTES:Coordenador de Produção: profissional com experiência em eventos culturais e montagem de estruturas.Produtor Técnico: responsável por som, luz e infraestrutura de palco.Curadoria Artística: formada por jornalistas, músicos e formadores de opinião da região do Alto Tietê.Assessoria de Imprensa: responsável pela comunicação e relacionamento com mídia local e regional.Intérprete de Libras: acompanhamento integral durante o evento.Equipe de Apoio: monitores e voluntários para acessibilidade, controle de público e apoio operacional.Diretor Geral: Responsável pela concepção, coordenação e direção global do projeto, acompanhando todas as etapas — da pré-produção à execução e prestação de contas. Atua no planejamento artístico, administrativo e estratégico, assegurando a coerência conceitual e o cumprimento dos objetivos culturais e sociais do festival.Coordenador de Oficinas e Formação: Organiza as ações formativas, seleciona oficineiros e acompanha a execução pedagógica das atividadesOficineiros / Educadores Musicais: Profissionais convidados para ministrar oficinas gratuitas voltadas à capacitação artística e técnica de músicos e produtores locais.Operadores de Câmera e Edição: Realizam a gravação, edição e finalização dos conteúdos audiovisuais.Equipe de Apoio e Voluntários: Atua na recepção, acessibilidade, controle de público e apoio logístico durante o festival.Coordenador de Ações Sociais: Gerencia a arrecadação e distribuição dos alimentos doados e articula parcerias com o Fundo Social de Solidariedade.CURRÍCULO RESUMIDO - PRINCIPAIS PARTICIPANTESDaniel Sawaya, conhecido artisticamente como Saway, é diretor executivo, músico, curador musical e produtor cultural com atuação destacada desde 1997. Fundador da empresa Sawaya Música Sem Limites, criada em 2002, dirigiu artisticamente inúmeras audições que reuniram bandas, cantores e centenas de alunos, promovendo o desenvolvimento de novos talentos e experiências musicais formativas. Cursou especialização na pós-graduação em Música e Tecnologia pela UNICAMP e construiu uma carreira voltada à criação e direção de projetos que unem música, arte e inovação. Sua formação inclui produção musical, marketing, elaboração de projetos culturais, canto, violão e arranjos, tendo estudado com nomes como Rick Bonadio, Renato Patriarca, Ariel Coelho, Maestro Thiago Espada e OMID. Como diretor artístico, foi responsável pela concepção e assinatura de produções que se tornaram referência na cena independente, entre elas o Flow Rock Fest e o Made in Mogi, este com edições presenciais e online transmitidas pela TV Diário e reconhecido pela Lei Aldir Blanc por seu impacto cultural e social. Dirigiu e produziu o lançamento do EP “Sentido da Luz” em espaços como o Teatro Vasquez e o Centro Cultural de Mogi das Cruzes, além de coordenar a curadoria e produção de diversos shows autorais e colaborativos. À frente da Sawaya Estúdios e Produções, atua na direção artística e produção executiva de projetos musicais, gravações, mixagens e masterizações, sempre valorizando a identidade de cada artista. Durante a pandemia, inovou ao idealizar formatos digitais de arte e música, como o programa online “Canta Pra Mim” e corais virtuais, ampliando o acesso cultural para diferentes públicos no Brasil e no exterior. Com olhar curatorial apurado e sensibilidade artística, Daniel Sawaya se destaca por transformar ideias em experiências sonoras e visuais, contribuindo para o fortalecimento da música independente e para a valorização da arte brasileira contemporânea.Ana Paula Perez é intérprete de Libras, pedagoga e produtora cultural com atuação voltada à acessibilidade e à inclusão da comunidade surda em eventos artísticos, educacionais e culturais. Graduada em Pedagogia pela UMC (2018) e pós-graduada em Libras pela Faveni (2022), possui formação complementar em Libras por instituições como SELI, APAE e Universo Libras. Desde 2020, atua como intérprete de Libras em diferentes contextos, com destaque para o trabalho em projetos do Sesc, produções audiovisuais, eventos musicais e institucionais. Realizou interpretação em turnês musicais, longas-metragens e mostras culturais, como o longa “Serráqueos” (2023) e a Mostra Internacional de Poesia e Movimento do Alto Tietê. Em 2024, atuou como intérprete de Libras nas músicas do show da banda Os Brothers S/A, contemplado pela Lei Aldir Blanc de Suzano, contribuindo para a acessibilidade do público surdo em apresentações ao vivo. É fundadora da Simplesmente Libras, onde desenvolve trabalhos como professora, empresária e intérprete freelance, incluindo colaborações com empresas como Google e AME – FATEC Jacareí. Sua trajetória alia técnica, sensibilidade artística e compromisso com a inclusão, transformando a linguagem de sinais em uma ponte entre a música, o público e a arte. Luiz Carlos Barcellos Pinheiro, com experiência na Coordenação Técnica e com uma sólida trajetória na sonorização ao vivo, acumulando vasta experiência em eventos e festivais. Formado em Propaganda e Publicidade, ele complementou sua formação com cursos de áudio e produção musical em instituições respeitáveis. Começou sua carreira musical aos 14 anos e, aos 20, fundou a banda Pintura Íntima. Aos 22 anos, despertou para o mundo da sonorização, assumindo a direção de áudio da TV Cruzeiro, onde ganhou experiência valiosa na interseção entre áudio e vídeo. Sua expertise inclui operações de som ao vivo para eventos como festivais de música, shows de artistas e transmissões em tempo real. Atuou em empresas de renome, como Rádio Vale FM e Estúdio Municipal de Suzano, onde foi diretor técnico e responsável pela sonorização de diversos eventos. Caio é conhecido por sua capacidade de desenvolver sistemas de áudio que atendem a diferentes necessidades, desde sonorização de ambientes até projetos acústicos complexos. Com mais de 100 álbuns gravados e mixados, além de uma atuação significativa em eventos ao vivo, Caio Barcellos continua a se destacar na área de sonorização, elevando a qualidade sonora de performances e eventos em todo o Brasil.Miriam da Silva Figueira, conhecida artisticamente como Miriam Girafinha, é fotógrafa e produtora de imagens com atuação desde 2018 à frente da Girafinha Produções. Desenvolve trabalhos de fotografia em eventos, ensaios internos e externos, making of, acompanhamento de projetos e cobertura artística e institucional. Atua também na produção, personalização e edição de imagens, filmagem e organização de equipes de fotografia, além de compor e produzir conteúdo visual para campanhas de marketing de pequenas e médias empresas. Com uma trajetória marcada por responsabilidade, empatia e sensibilidade estética, Miriam Girafinha se destaca pela capacidade de transformar momentos cotidianos em narrativas visuais que valorizam a arte, a diversidade e o afetoRafael Alexandre Rohleder, conhecido como Rafael Aure (Roy), é técnico de iluminação cênica e iluminador com sete anos de experiência. Atuou em montagem de luz, painéis e programação de mesas como Grandma2, Avolites e Pilot 2000. Já trabalhou como técnico fixo em locadora e atualmente presta serviços freelance para bandas, eventos e empresas. Entre os trabalhos realizados destacam-se: montagem e operação de luz para a Banda Sanvit em dezembro de 2019, SESC Mogi das Cruzes em maio de 2022 e novembro de 2023, e SESC Casa Verde em junho de 2024. Em abril de 2025 atuou na montagem, programação e operação de iluminação em casamento pela empresa Fabrik. Também participou de eventos corporativos como o lançamento do Porsche Panamera em dezembro de 2024 pela empresa Valérius Bertasso, montagem de evento da Cacau Show em junho de 2025 e reunião de diretoria do Banco Itaú, ambos pela empresa Atmos Digital. Realizou ainda criação e operação de luz para o show G.A pela empresa Supernova. Rafael destaca-se por unir técnica e sensibilidade artística, trazendo responsabilidade e arte através da luz
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.