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O Festival do Samba 2026 _ Apoteose | Rio de Janeiro será realizado no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no domingo, 26 de abril de 2026, reunindo artistas, escolas de samba e comunidades do entorno em um grande evento de celebração da cultura popular.A programação incluirá 10 apresentações musicais, exposição de fantasias e adereços carnavalescos,área gastronômica com comidas típicas e o programa formativo "A Semana do Samba", com três oficinas gratuitas (Ritmos e Bateria, Adereços e Fantasias e Samba no Pé) realizadas em parceria com escolas públicas do entorno na semana anterior ao evento.Com ingressos a valores populares e 20% da carga gratuita para escolas públicas, pessoas com deficiência e comunidades em vulnerabilidade, o festival assegura acesso democrático, acessibilidade plena e impacto social duradouro.
O Festival do Samba 2026 – Apoteose | Rio de Janeiro celebra o samba como patrimônio vivo e linguagem de encontro entre gerações. Em 26 de abril de 2026, o evento reúne 10 apresentações de artistas e escolas de samba, exposição de fantasias e adereços e área gastronômica popular. Na semana anterior, o programa formativo “A Semana do Samba” realiza 3 oficinas gratuitas (16h cada) com escolas públicas do entorno, cujos resultados integram a programação. Com acessibilidade integral (Libras, audiodescrição e áreas reservadas), ingressos a valores populares e 20% de gratuidade via parcerias oficiais, o festival prevê 8 mil pessoas, gera trabalho na cadeia criativa e deixa registro audiovisual gratuito, ampliando o legado educativo, a democratização do acesso e a valorização do samba.
Objetivo GeralRealizar um festival cultural acessível e inclusivo que valorize o samba em suas diversas expressões, fortaleça a identidade cultural do Rio de Janeiro e amplie o acesso da população às manifestações da cultura popular brasileira. Objetivos EspecíficosRealizar 10 apresentações musicais durante o festival, com público estimado em 8 mil pessoas.Promover 3 oficinas culturais gratuitas com 16h cada e 90 participantes diretos.Garantir acessibilidade integral em 100% das atividades (Libras, audiodescrição, piso tátil, rampas e banheiros adaptados).Distribuir 20% dos ingressos gratuitamente para públicos prioritários.Exibir 20 fantasias e adereços na exposição durante o evento.Montar área gastronômica com 10 a 15 pontos de venda e 25 mil atendimentos estimados.Gerar 250 postos de trabalho temporário para artistas, técnicos e produtores.Produzir registro audiovisual gratuito e alcançar 5 mil visualizações online.
O samba é patrimônio cultural imaterial e um vetor de identidade, memória e economia criativa no Rio de Janeiro. Fora do calendário carnavalesco, contudo, há escassez de ações estruturadas que combinem difusão artística, formação e acessibilidade em escala compatível com a centralidade do gênero. O projeto preenche essa lacuna ao realizar um festival com 10 apresentações, exposição de acervo, área gastronômica e um programa formativo em escolas públicas na semana anterior ao evento, conectando criação, educação e cidadania cultural.Do ponto de vista de política pública, a proposta materializa os objetivos da Lei 8.313/91 (difusão, fruição e formação) e do Decreto 11.453/2023 (acessibilidade e diversidade), oferecendo mecanismos efetivos de democratização do acesso: ingressos a valores populares e 20% de gratuidade destinados a públicos prioritários (escolas públicas, PcD, idosos e beneficiários de programas sociais), além de ações educativas gratuitas com certificação. Isso amplia a participação de quem historicamente tem menos acesso aos equipamentos e eventos culturais.No campo formativo, as 3 oficinas (Ritmos e Bateria; Adereços e Fantasias e Samba no Pé) atendem escolas do entorno, com 16h por turma, materiais inclusivos e mediação acessível (Libras e audiodescrição). A culminância no festival valoriza o protagonismo dos participantes e gera produtos públicos(apresentação em vídeo no telão do evento), fortalecendo o vínculo entre escola, território e escolas de samba.A dimensão socioeconômica também é relevante: estima-se 8 mil pessoas de público, 250 postos de trabalho temporário na cadeia criativa e técnica, circulação de artistas de diferentes gerações, estímulo a empreendimentos gastronômicos populares e registro audiovisual gratuito para difusão posterior, ampliando o alcance e a transparência.Por fim, a governança do projeto adota indicadores mensuráveis (nº de shows, participantes, ingressos gratuitos, peças expostas, atendimentos na área gastronômica, empregos gerados, alcance digital), acessibilidade integral em 100% das atividades, comunicação inclusiva e prestação de contas conforme a IN 23/2025. Assim, o festival converte recursos incentivados em impacto cultural comprovável, forma público, valoriza o samba e promove cidadania cultural com legado educacional e de memória.
Plano Pedagógico das OficinasEstrutura geralFormato: 3 oficinas × 16h (4 encontros de 4h).Vagas: 90 participantes (≈30 por oficina), priorizando estudantes de escolas públicas do entorno.Culminância: apresentação/mostra pública no telão do festival.1) Objetivo geralPromover formação artística e cidadania cultural a partir do universo do samba, desenvolvendo repertório técnico, criatividade, trabalho colaborativo e valorização de patrimônio imaterial.2) Competências e aprendizagensComuns a todas: escuta e ritmo; coordenação motora; criação coletiva; respeito à diversidade; noções de produção/apresentação pública.Ritmos e Bateria: pulsação, divisão rítmica, convenções, sinalização de entradas/viradas.Adereços e Fantasias: desenho, recorte, montagem, acabamento, reaproveitamento de materiais.Samba no Pé: fundamentos rítmicos, postura, deslocamento, improviso, noção de cena.3) Conteúdo programático (modelo de 5 encontros / 20h)Dia 1 (4h): diagnóstico inicial, história do samba, introdução técnica da oficina, prática guiada por estações (técnica específica da oficina).Dia 2 (4h): prática guiada por estações (técnica específica da oficina).Dia 3 (4h): criação em pequenos grupos (protótipos, sequência rítmica/coreográfica). lapidação e ensaio geral / preparação de mostra (montagem de peças, ajustes de ritmo, etc).Dia 4 (4h): apresentação-teste, avaliação formativa e preparação para gravação da culminância no festival.4) MetodologiaAprendizagem por projeto + prática guiada; roda de saberes (troca entre gerações); tutoria por educador(a)-artista; resolução de problemas reais (apresentar/expôr no festival); documentação do processo (fotos, diário de bordo simples).5) Avaliação e certificaçãoAvaliação diagnóstica (Dia 1) e formativa (Diários 2–4) com feedback breve por critérios.Produto final (Dia 4) apresentado internamente; culminância pública no festival.Frequência mínima: ≥ 75%.Critérios (rubrica 0–2): técnica/processo; colaboração; criatividade; apresentação/segurança.Certificação para concluintes (nome, carga horária, oficina e período).6) Acessibilidade pedagógicaIntérprete de Libras; linguagem simples e roteiros visuais; materiais táteis (quando aplicável); ritmo de aula com pausas programadas; adaptações de tarefa/tempo; atenção a solicitações específicas registradas no início do curso.7) Materiais e infraestrutura (síntese)Ritmos e Bateria: surdos, caixas, repiques, tamborins, chocalhos, baquetas/baquetas leves.Adereços e Fantasias: bases, EVA/tecidos, cola quente/contato, aviamentos, tintas, ferragens leves, EPI simples.Samba no Pé: som/espelho ou referência visual, espaço livre, marcação de chão.8) Equipe pedagógica (perfil)1 coordenação pedagógica; 3 educadores(as)-artistas (1 por oficina); 3 monitores(as) de apoio; 1 intérprete de Libras (itinerante). Experiência comprovada em educação cultural e práticas do samba.9) Evidências para prestação de contasPlanos de aula; listas nominativas; autorização de imagem (quando necessário); registro fotográfico/vídeo dos encontros e da culminância; certificados emitidos; relatório pedagógico com metas atingidas (90 participantes, frequência, satisfação ≥ 75%) e links do conteúdo publicado.
Produto 1 — Festival do Samba 2026 (principal)Curadoria e conceitos: representação das matrizes do samba (raiz, instrumental, partido-alto, rodas contemporâneas e encontros com convidados), com diversidade geracional e presença feminina. A grade equilibra fruição contínua (DJ nos intervalos) e trocas de palco ágeis.Programação do dia – 26/04/2026 (10h–22h):11h00 – Bateria de Escola de Samba (abertura e saudação)12h00–13h00 – DJ (ambientação / transição técnica)13h00–15h00 – Banda Instrumental de Samba (repertório autoral + clássicos)15h00–17h00 – Samba do Trabalhador (roda com convidados)17h00–18h00 – DJ (transição / preparação de palco)18h00–21h00 – Banda Base com 4 Convidados (encontros e releituras)21h00–22h00 – DJ (encerramento)Operacionalização artística: passagem de som em blocos (manhã); mapa de palco padronizado; equipe de palco dedicada às trocas rápidas; sinalização da grade impressa e digital.Acessibilidade e mediação: intérprete de Libras nos palcos principais; conteúdos cênicos com audiodescrição indicada na grade; ponto de atendimento acessível e comunicação em linguagem simples.Evidências: grade final, fotos/vídeos, registro de acessibilidade, clipping. Produto 2 — Apresentações Musicais (secundário).Atividades previstas: execução de 10 performances ao longo do dia (shows, rodas e encontros musicais), com rider técnico profissional (som, luz e backline), ensaios de ajuste e integração com a narrativa curatorial.Fluxo de palco: line check antes de cada bloco; DJ assegura continuidade da fruição durante montagens; coordenação de palco e técnico de backline por atração.Acessibilidade: Libras nos palcos principais; horários acessíveis sinalizados na grade.Evidências: programação assinada, contratos/riders, fotos de palco, trechos do registro audiovisual. Produto 3 — Oficinas Formativas “Semana do Samba” (contrapartida social)Período e carga: 20–24/04/2026, 3 oficinas × 16h (4h/dia).Conteúdos:Ritmos e Bateria (prática de percussão e coordenação coletiva);Adereços e Fantasias (processos manuais e memória visual do samba);Samba no Pé (expressão corporal e fundamentos rítmicos);Público e captação: 90 participantes (≈30/oficina), com articulação institucional junto a escolas públicas do entorno (ofício-convite, pré-inscrição simples e listas nominativas).Metodologia e acessibilidade: prática guiada + contextualização histórica; mediação acessível (Libras; materiais táteis quando aplicável); linguagem simples; pausa e ritmos adequados.Culminância: apresentação dos resultados no telão do festival.Evidências: planos de aula, listas, fotos/vídeos, certificados emitidos e relatório pedagógico. Produto 4 — Exposição de Fantasias e Adereços (secundário).Atividades: montagem de mostra com ≥20 peças; mediações de 30 min em três horários (ex.: 11h, 14h, 17h) abordando processo criativo, materiais e memória.Acessibilidade: roteiro de audiodescrição (impresso/QR), sinalização tátil/visual, linguagem simples.Evidências: ficha curatorial, fotos, roteiro de mediação, amostragem de visitação. Produto 5 — Área Gastronômica (secundário).Atividades: operação contínua 10h–22h com 15–20 PDVs; curadoria de pratos populares ligados ao universo do samba.Acessibilidade: circulação desobstruída; balcões acessíveis em parte dos PDVs.Evidências: planta do espaço, lista de expositores, fotos e relatório de operação. Produto 6 — Registro AudiovisualAtividades: captação do evento e bastidores; entrevistas curtas; gravação dos resultados das oficinas; making-of.Entrega e difusão: Minidocumentário (~10 min) + 6 pílulas (1–2 min) para redes; publicação on-line com legendas e, quando aplicável, janela de Libras/audiodescrição.Evidências: links/arquivos publicados, relatório de alcance, autorizações de uso de imagem.
O projeto assegura acessibilidade integral em todas as etapas (pré-produção, realização e pós-produção), com adaptações físicas, comunicacionais e atitudinais para garantir a participação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, em consonância com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) e com as diretrizes técnicas aplicáveis (ex.: ABNT NBR 9050 – acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos).1) Acessibilidade física e de serviçosRotas acessíveis e niveladas entre entradas, bilheteria/credenciamento, áreas de público, produtos formativos e sanitários.Áreas reservadas de visibilidade e plataformas para cadeiras de rodas, com assentos para acompanhantes.Sanitários acessíveis sinalizados e em quantidade compatível com o público.Atendimento prioritário em bilheteria/controle de acesso e fila preferencial identificada.Pontos de alimentação com balcões em altura acessível e mesas adaptadas.Plano de emergência inclusivo (rotas sinalizadas, equipe treinada e orientação assistida).2) Acessibilidade comunicacional e de conteúdoIntérpretes de Libras nas apresentações principais e nas oficinas (programação indicará os horários acessíveis).Audiodescrição para conteúdos cênicos/visuais (ao vivo ou por recurso dedicado) e roteiros impressos acessíveis sob demanda.Materiais digitais acessíveis: contrastes adequados, legendas em vídeos, janela de Libras quando aplicável, descrição de imagens/alt-text.Sinalização tátil e visual (pictogramas e comunicação simples) em entradas, circulação, áreas reservadas e sanitários.Canais de informação acessíveis (site/redes) com mapa de acessibilidade, indicação de recursos disponíveis e contato para solicitações.3) Acessibilidade programática e atitudinalFormação da equipe (briefing e protocolo) para atendimento inclusivo e comunicação clara.Procedimento de atendimento para solicitações específicas (cadeiras, apoios, acompanhantes).Política de ingressos: manutenção de valores populares e 20% de ingressos gratuitos priorizando escolas públicas, PcD e acompanhantes, reforçando a democratização do acesso.Oficinas com recursos inclusivos (materiais táteis, ritmo adaptado, pausas programadas e mediação acessível).Resultado esperado: participação segura e autônoma de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, com barreiras eliminadas, informação acessível e experiência de fruição equivalente, atendendo às exigências legais e às boas práticas de acessibilidade cultural.
Política de acesso. Ingressos a valores populares e 20% de gratuidade sobre a carga total (1.600 para público estimado de 8.000), mantendo os benefícios legais (meia-entrada para estudantes, idosos, PcD e ID Jovem; gratuidade para acompanhante de PcD quando aplicável).Gratuidade (parcerias oficiais). Distribuição destinada a escolas públicas, PcD e acompanhantes, beneficiários de programas sociais (via CRAS) e idosos, realizada exclusivamente por meio de termos/ofícios com SME/SEEDUC/CREs e CRAS, com entrega institucional dos convites.Oficinas gratuitas (contrapartida social). Realização de 3 oficinas (16h cada) com meta de 90 participantes. Captação via articulação com escolas públicas do entorno (ofício-convite, pré-inscrição simples e listas nominativas), priorizando turmas públicas e vagas acessíveis (Libras, materiais táteis e ajustes pedagógicos). Certificação gratuita para concluintes.Comunicação inclusiva. Linguagem simples, materiais acessíveis (legendas/janela de Libras quando aplicável, descrição de imagens/alt-text, contraste adequado), sinalização clara e canal de contato para dúvidas e solicitações.
Gabriel Cavalcante (Gabriel da Muda) | CuradorCantor, compositor e pesquisador do samba, Gabriel da Muda é um dos principais representantes da nova geração do samba carioca. Com trajetória ligada às rodas da Lapa e de Vila Isabel, é um dos idealizadores do consagrado projeto Samba do Trabalhador, realizado no Clube Renascença, que se tornou símbolo da resistência cultural e da valorização do samba de raiz. Reconhecido por sua atuação como cantor earticulador cultural, Gabriel tem se dedicado à preservação e renovação do samba tradicional, promovendo encontros entre mestres consagrados e novos talentos da cena musical do Rio de Janeiro.Rodrigo Coelho | Diretor de ProduçãoProfissional com mais de 15 anos de experiência na área de produção, com uma trajetória consolidada e marcada pelo compromisso com a excelência, inovação e eficiência na entrega de resultados. Atuou na concepção, coordenação e execução de projetos culturais, esportivos, corporativos e promocionais dediferentes formatos e escalas, sempre prezando pela qualidade técnica e pelo rigor na gestão de recursos e equipes.Ao longo de sua carreira, colaborou com empresas líderes de mercado e marcas globais de granderelevância, desenvolvendo soluções criativas e sustentáveis para desafios complexos de produção.Seu portfólio inclui trabalhos realizados para Ambev, Conmebol, FIFA, Gatorade, LG, NBA, NFL, Nike e RedBull, entre outros clientes de destaque, consolidando sua reputação como um profissional de referência no setor.Raphael Bateria | Administrativo FinanceiroGerente de Finanças com larga experiência em liderar a gestão financeira de empresas, incluindo planejamento estratégico, análise de desempenho e controle orçamentário. Colaborou com equipes para supervisionar operações contábeis, assegurar conformidade regulatória e otimizar o fluxo de caixa. É focado em decisões financeiras que impulsionam a eficiência e garantem o alinhamento com as metas organizacionais. Também atuou na gestão de projetos incentivados, coordenando desde a aprovação até a prestação de contas, além de negociações com órgãos públicos e patrocinadores. Essa experiência consolidou sua habilidade em conectar estratégiasfinanceiras a resultados tangíveis em iniciativas esportivas, culturais e sociais. Maria Giovanna Pinho | Coordenadora de ProduçãoProfissional com mais de 18 anos de experiência na área de produção, com atuação destacada na coordenação e execução de grandes eventos nacionais e internacionais. Ao longo de sua trajetória, participou de projetos de alta complexidade e relevância, como os Jogos Olímpicos, a Copa do Mundo da FIFA, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e o Rock in Rio, entre outros. Cláudia Carnevale | Produção ExecutivaProfissional com 15 anos de experiência em Produção Executiva de Eventos, construiu sua carreira atuandonas principais agências do mercado. Sua trajetória é marcada pela gestão e entrega de projetos complexos, abrangendo eventos corporativos, institucionais e de grande escala. É reconhecida pela habilidade em coordenar equipes multidisciplinares e negociar com players de alto nível, garantindo excelência na entrega do projeto. Claudia Helena Porto | Direção GeralProfissional com 30 anos de experiência no mercado. Trabalhou em vários segmentos culturais que vão desde editoração de livros com nomes como Nelson Motta e Marcelo Rubens Paiva, a produção de peças de teatro em espaços como a Casa da Gávea e shows musicais de artistas como Marina Lima e Adriana Calcanhoto. Sua vivência também engloba muitos anos trabalhando com Lei Rouanet e Lei Estadual do Rio de Janeiro de incentivo à cultura. Tem formação em Letras e pós-graduação em gestão de projetos culturais onde defendeu a tese sobre a importância das festasO proponente se remunerará pela administração e gestão do projeto, conforme IN MinC nº 23/2025 e Decreto nº 11.453/2023.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.