Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Anymica é um espetáculo teatral híbrido, que mescla artes visuais, instalação e projeção. Pretendemos realizar montagem inédita e temporada de 1 mês, com 16 apresentações, reunindo um público diverso. Será realizado 1 debate semanal com a equipe artística, e o projeto também incluirá 01 oficina de dramaturgia com autora e diretora do espetáculo.
Em cena, a atriz-performer narra o processo vivido durante a pandemia do Covid-19, de separação, luto, isolamento social, perdas afetivas, emocionais e materiais, desconstrução e reconstrução de uma nova identidade. Em seu corpo vulnerável, seu corpo bagagem, seu corpo político e disponível, e através de um jogo cênico, convoca o público na construção coletiva da sua identidade desfazendo as fronteiras entre a sua busca individual, como mulher, singular e identificando as marcas do coletivo.
Objetivo geral A) Dar relevância ao aspecto das microculturas existentes nos grandes centros urbanos, tema central da peça, que deverá se concretizar na formação de um público diversificado em faixas etárias, gêneros, raças e classes sociais. B) Explorar questões contemporâneas relevantes, como o papel da mulher na sociedade atual, os impactos da solidão, as lutas feministas e o etarismo, lançando um olhar crítico sobre como esses temas se entrelaçam e afetam a experiência feminina na contemporaneidade. C) Estimular debates interdisciplinares por meio da participação de especialistas das áreas de Psicologia, Filosofia e Sociologia, promovendo leituras transversais e aprofundadas que ampliem a reflexão do público sobre as temáticas abordadas no espetáculo. D) Proporcionar uma experiência cênica que envolva o espectador por meio de uma abordagem artística rica em multilinguagens, ampliando as possibilidades de percepção, sensibilidade e reflexão. E) Divulgar e compartilhar informações durante a estreia e ao longo da temporada, por meio da página oficial do espetáculo nas redes sociais, garantindo maior alcance e engajamento do público. Objetivo Específico - Realizar 16 apresentações do espetáculo Anymica, em teatro na cidade do Rio de Janeiro. - Reunir um público diverso, entre estudantes, universitários, LGBTQIAPN+, professores, estudantes e especialistas em Artes, PcDs, alcançando um público estimado em 1000 pessoas ao longo da temporada. - Realizar debates semanais, fomentando o diálogo e reflexão acerca da fruição artística. - Oferecer oficina de dramaturgia com a autora e diretora do espertáculo, presencial e com transmissão ao vivo. - Realizar sessões em LIBRAS e Audiodescrição, assegurando o acesso do público de PcDs auditivos e visuais. - Realizar a temporada em espaço que tenha assegurada as medidas de assessibilidade, garantindo o acesso de PcDs e idosos.
A pandemia da Covid-19 provocou rupturas radicais em nosso modo de vida. O espetáculo aborda a trajetória de uma mulher de meia-idade que enfrenta o luto, totalmente isolada, durante a pandemia. Separada de sua família, distante de sua cidade natal e vivendo em uma casa provisória e impessoal, ela transita em um cenário distópico imposto pela crise, entre a luz e a sombra, em uma jornada psicológica e filosófica em busca de autoconhecimento. Neste processo de desconstrução radical, de uma "quase morte", a personagem se vê também, renascendo. Ao reconstruir sua singularidade, ela se debruça sobre o arquétipo feminino, propondo um jogo de projeções coletivas sobre o imaginário feminino. O eixo central da performance é a interação direta com o público. A performer questiona a construção social e cultural do que significa ser mulher, propondo uma reflexão sobre as violências e limitações impostas por uma sociedade patriarcal e sexista. A proposta vai além de uma simples reconstrução da identidade feminina, desafiando-a a se afirmar a partir de uma ótica feminista, derrubando padrões opressores de forma consciente. O boletim "Elas vivem: dados que não se calam", lançado pela Rede de Observatórios da Segurança, registrou 2.423 casos de violência contra a mulher em 2022, 495 deles feminicídios. O estado de São Paulo registrou 898 casos de violência, sendo um a cada 10 horas, enquanto o Rio de Janeiro teve uma alta de 45% de casos, com uma mulher vítima de violência a cada 17 horas. Além disso, os casos de violência sexual praticamente dobraram, passando de 39 para 75 no Rio de Janeiro. Fonte https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-03/no-brasil-uma-mulher-e-vitima-de-violencia-cada-quatro-horas O espetáculo abordará também questões pertinentes a este fato, focando na consciência e empoderamento da mulher e na luta pelos seus direitos. Os debates após as apresentações, contarão com sociólogas, feministas e estudiosos de questões relativas aos direitos das mulheres. A ação estética será construída a partir do conceito de pensamento nômade, com a atriz-performer em busca de sua autenticidade. Desapegada das normas transcendentes, ela se expõe, integralmente, no momento presente, com a convicção de que nos construímos também, nos encontros. O projeto contará com a consultoria e colaboração de um especialista em filosofia, aprofundando as noções do pensamento nômade de Nietzsche, bem como da esquizoanálise, incorporando os conceitos de Spinoza, Deleuze, Guattari e Bergson. Também teremos a parceria de uma psicanalista e artista plástica, cujas contribuições serão essenciais para o desenvolvimento da dramaturgia. A presença desses profissionais ampliará as perspectivas teóricas e práticas que sustentam a construção do espetáculo. Além das apresentações, realizaremos debates com filósofos, psicólogos, sociólogos, PcDs, entre outros, enriquecendo o diálogo sobre amplas perspectivas. O projeto visa ecoar o grito da liberdade feminina por meio da voz de uma mulher nômade que renasce em um corpo-casa, um corpo feminista, bravo, revoltado e radiante. Convidaremos mulheres jovens e adultas a um mergulho coletivo, emergindo em uma pulsão criativa e disruptiva, em um brado claro: que se autorizem a viver de acordo com suas próprias naturezas, em sintonia com sua natureza anímica. Com a realização do espetáculo Anymica contemplamos os tópicos abaixo, de acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Com a realização do espetáculo Anymica iremos alcançar os objetivos abaixo, de acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição de 10% de ingressos gratuitos para pessoas com pouco ou nenhum acesso a espetáculos culturais, promovendo a inclusão à cultura para todos os públicos.
Oficina de Dramaturgia (Contrapartida Social) OFICINA SECRETA DE DRAMATURGIA PARA MULHERES Com Marcia Zanelatto Conteúdo ProgramáticoConversar sobre a dominação da estrutura narrativa clássica, como essa forma se aninhou em nossos corações e mentes e quais suas consequencias visíveis e invisibilizadoras. Desvendar o conteúdo patriarcal da estrutura clássica, esmiuçando quais as tarefas dessa narrativa na produção de ficção e como ela altera a percepção das realidades íntimas e sociais e as impressões do simbólico. Pesquisar o que existe para além das características dessa estrutura, algumas hipóteses: - torções temporais diagonais e não cronológicas - ação hiper-subjetiva, com plataformas realistas, filosóficas e poéticas concomitantes para expandir o trabalho da atuação em cena (subsituindo a ideia de objetivo e confronto - protagonismo e antagonismo) - personagens sem objetivo, plenos de vazio, aos quais tudo falta e nada falta - criação de camadas simultâneas de espaço físico para o correr da ação no palco. Partir em busca de estruturas narrativas não-patriarcais, em que os valores atribuídos ao feminino ganhem formas dramatúrgicas. Avaliar qual o impacto desse tipo de produção na desconstrução do imaginário contemporâneo, e, principalmente, o quanto ela pode libertar iminentes formas de criação, autopercepção e autoidenti cação nos processos íntimos e nos coletivos. Público alvo: Mulheres de todos os sexos e de todas as áreas do saber interessadas e/ou comprometidas com a escrita para teatro e não só para ele. Vagas: 30 atuantes + 30 ouvintes - Transmissão ao vivo via Youtube, com interação do público online.Carga horária total: 12h (3 aulas de 04 horas de duração)Local: Espaço do teatro a ser definidoProvocadora: Marcia Zanelatto Marcia Zanelatto é dramaturga, diretora e realizadora. Com mais de 30 anos de carreira, escreveu dezenas de peças, obras audiovisuais e duas biografias.Idealizou e produziu as ocupações Grandes Minorias, Teatro Para Pensar o Brasil, com 7 peças entre adultos e infantis e 3 lançamentos, em 2015, no Teatro Glauce Rocha, RJ.Em 2016 lançou a Ocupação Rio Diversidade, com 4 peças inéditas sobre personagens LGBTQIA+, no Espaço Cultural Vianna Filho. Em seguida essa mesma ocupação ganhouuma nova versão, no SESC Avenida Paulista.Em 2018, essa Ocupação foi realizada em Londres, em parceria com o Theatro503, rendeu o prêmio Brazilian International Press Awards, na categoria Performing ArtsSuas peças recentes são Diadorim, dir. Guilherme Leme Garcia, CCSP, São Paulo; Chapeuzinho Esfarrapado, dir. Camila Santana, Caixa Cultural, Brasília; Outras Marias, dir. Patrícia Selonk, Teatro Glauce Rocha, RJ; Lady X Macbeth, dir. Marcio Aurélio, Teatro Anchieta, São Paulo; ELA, dir Pompeu José, Lisboa. Plano de Comunicação A divulgação será realizada principalmente pelos meios digitais. Para isso, será feito um planejamento conjunto entre assessoria de imprensa, designer e profissional de mídias sociais, contratados para a criação de uma divulgação ampla, coesa e eficiente. Redes Sociais: O designer criará flyers virtuais e peças digitais similares a mini teasers para serem utilizados, inclusive no whatsapp e telegram. Trabalharemos intensamente a divulgação do evento nas redes sociais através das páginas do Instagram e facebook. Além do usual, produziremos conteúdos audiovisuais exclusivos para redes a partir do processo de criação da peça, experimentações cênicas, diários de bordo, informações, conversas, propostas, depoimentos de espectadores, etc. Criaremos anúncios interativos, chamadas em stories e teasers. A Assessoria de Imprensa será assinada pela JSPontes Comunicação. Stella Pontes e João Pontes atuam desde 1992 na realização de lançamentos de espetáculos de teatro e dança, somando mais de 600 eventos já realizados, entre lançamentos de espetáculos de teatro, dança e música, cinema, festivais de artes cênicas, entre outros eventos culturais. O Plano de comunicação da JSPontes inclui as seguintes ações: 1.1. Mídia Impressa - Jornais do Rio de Janeiro, em editorias de artes & espetáculos, comportamento, colunas. - Revistas do Rio de Janeiro, em seções destinadas a artes & espetáculos, comportamento, colunas. 1.2. Mídia Eletrônica - TVs aberta, por assinatura e on line – noticiários, revistas eletrônicas, talk-show, variedades, de veiculação local e nacional, que estejam em atividade à época do lançamento; - Internet - portais e sites variados, para entrevistas e/ou notas nas agendas culturais - Rádios AM, FM e on line – noticiários, entrevistas, debates, notas nas agendas culturais das diversas rádios, de veiculação local e nacional. 1.3. Redes Sociais - Divulgação do evento nas redes sociais através das páginas de Facebook e Instagram da JSPontes Comunicação. 1.4. RP e Envio de Convites - A JSPontes Comunicação realiza ainda o trabalho de RP na estreia, convidando e recebendo classe artística e imprensa. Além das ações de divulgação realizadas por estes profissionais, a produção do espetáculo e toda a equipe reforçará a divulgação em suas redes, de forma estratégica.
ACESSIBILIDADE FÍSICA Asseguramos que o espaço do teatro, tanto nas áreas internas quanto externas, contará com rampas e rotas de acesso, para garantir a locomoção irrestrita a pessoas com deficiência (PcDs); Haverá 1 produtor capacitado para receber, orientar e acompanhar o público de PcDs e aos seus assentos preferenciais e nos espaços acessórios como banheiros e áreas de circulação; Serão reservados assentos preferenciais para PcDs em locais que garantam visibilidade e conforto, com acesso direto e sem obstáculos; As áreas de circulação, incluindo corredores e halls, terão largura suficiente para permitir a circulação de cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida, com o piso adequado para garantir segurança e conforto; Serão disponibilizados banheiros adaptados para PcDs, com portas de largura suficiente e barras de apoio. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Haverá interpretação em LIBRAS em todas as sessões. Faremos parceria com o Instituto Nacional de Educação de Surdos-Mudos– INES e ampla divulgação. Serão realizadas 2 (duas) sessõs com Audiodescrição
A democratização de acesso será realizada em consonância com as exigências da IN 23/2025, destacando os artigos abaixos e respectivos detalhamentos. Art. 46 I - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores. II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - 20% (vinte por cento) para comercialização preço popular (Ingressos Populares no valor de R$ 20,00) Obs: 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ( grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico;) ou educativo (professores e alunos da rede pública de ensino superior.) Art. 47 Além dos ingressos gratuitos: Iremos oferecer gratuitamente 3 oficinas presenciais e interativas, com transmissão ao vivo pelo canal da página do espetáculo no Youtube, atingindo no total um público diverso e acima do percentual mínimo de 10%. E ainda: Ill - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos (Oficina).
Texto, Idealização e Produção - Juliana Mattar Dramaturgia e direção - Marcia Zanelatto Intervenção Artística - Luiz Fuganti Atriz - Carolina Ferman Iluminação - Adriana Ortiz Cenografia - Mina Quental Figurino - Maria Duarte Direção Musical - Claudia Elizeu Video - Raquel Diniz Programação Visual - Raquel Alvarenga Assessoria de Imprensa - JSPontes Comunicação Realização - Lampeja Produções Juliana Mattar Iniciou o seu trabalho como produtora no ano de 2003, na produção de base da a Cia. dos Atores, e integrou a equipe de produção nos espetáculos “Meu Destino é Pecar, com direção de Gilberto Gawronski, ‘Notícias Cariocas” e "Ensaio. Hamlet”, com direção de Enrique Diaz. Entre suas produções mais recentes destacam-se os espetáculos: "Casa", da Cia. Gelmini, “Por detrás de O Balcão”, direção de Renato Carrera, “De Bar em Bar”, direção de Isaac Bernat, “Menines”, direção de Cesar Augusto e Marcia Zanelatto, “Ocupação Rio Diversidade”, direção de Guilherme Leme Garcia, Cesar Augusto, Ivan Sugahara e Renato Carrera, “Um encontro com Hannah Arendt” e “Desalinho”, direção de Isaac Bernat, “Ocupação Grandes Minorias” (Ocupação do Teatro Glauce Rocha). Em 2024 assumiu a gerência de projetos do Festival Varilux de Cinema Francês e Festival Ópera na Tela, na produtora Bonfilm Produção e Distribuição Audiovisual. Marcia Zanelatto Marcia Zanelatto tem trinta anos de vida profissional no teatro como dramaturga e diretora. Também é roteirista e escritora. Escreveu dezenas de peças teatrais, sendo as mais recentes: Outras Marias, Lady X Macbeth, Infância Roubada, Menines, ELA, Genderless – um corpo fora da lei, Eles não usam tênis naique e os musicais Merlin e Artur – um sonho de liberdade e Deixa Clarear – homenagem à Clara Nunes, Parte da sua obra teatral já foi traduzida para o Inglês, Francês, Espanhol e Sueco e a peça ELA estreou em Portugal e faz parte do repertório da Acert Trigo Limpo Cia de Teatro, uma das mais antigas do país. Como escritora, biografou o processo de transição de gênero do ator e vereador Thammy Miranda no livro Thammy - Nadando contra a corrente e fez a redação da biografia Gabriela Leite – Filha, mãe, avó e puta. No audiovisual, é criadora e roteirista da série República do Peru – 2 temporadas (Amazon Prime e Loke), foi chefe de roteiros do Porta dos Fundos e co-roteirista com Domingos Oliveira no longa Juventude, Kikito de Melhor Roteiro no Festival de Gramado, na série Todo mundo tem problemas sexuais (Band) e foi assistente de direção da versão longa metragem do mesmo projeto. Em Londres, recebeu o prêmio International Brazil Press Awards, pelo projeto Brazil Diversity – LGBT+s short plays. No Brasil, recebeu indicações aos principais prêmios e foi contemplada algumas vezes: Prêmio APTR de Melhor Texto Nacional pela peça Desalinho; o Prêmio Seleção Brasil em Cena pela peça Tempo de Solidão; Prêmio Botequim Cultural pela peça ELA; além de: Prêmio Sexualidade e Justiça nos Espaços Populares, da Fundação Ford, e o Prêmio de Internacionalização do Teatro Brasileiro pela FUNARTE para a peça Eles não usam tênis naique. Carolina Ferman - Atriz Carolina Ferman é atriz, formada pela CAL e pela PUC-Rio. Foi indicada ao prêmio Cesgranrio 2014 na categoria melhor atriz com a peça "Desalinho" de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat. Com a mesma equipe realizou o espetáculo "Por amor ao mundo- um encontro com Hannah Arendt". Já atuou em mais de vinte espetáculos, dentre seus principais trabalhos estão: "Ielda – Comédia Trágica" com texto e direção de Renato Carrera. "Abas", texto autoral; direção de Felipe Storino. "Laio e Crisipo" de Pedro Kosovski; direção de Marco André Nunes. "A Serpente" de Nelson Rodrigues; com Os Dezequilibrados; direção de Ivan Sugahara. "As horas entre nós", "Amérika" e "Paisagem Nua" com Cia Dragão Voador; direção de Joelson Gusson. “Pedro, Pedro e o quadro”, de Renato Carrera e Dani Ornellas.É integrante e co-fundadora da Outra Cia, onde realizou os espetáculos "Baseado na rua de trás" e "Apocalipse naquela esquina"; ambos com direção de Gustavo Damasceno.Também é integrante do Grupo Fragmento com quem realizou "Paraíso zona sul" de Jô Bilac. Na televisão fez parte do elenco da série de humor “Adorável Psicose” no Multishow com a personagem Hannah, da novela “Deus Salve o Rei” da Rede Globo com a personagem Lucíola e da série “Os homens são de Marte” (4° temporada) com a personagem Luísa, e da novela“ Nos tempos do imperador" com a personagem Gerusa. No cinema fez parte do elenco do longa-metragem “Sonhos de Rui“ de Ulisses Mattos e direção de Cavi Borges e protagonizou o curta-metragem “Terra Dormente” de Antonio Farias. Em paralelo segue os estudos focados na palhaçaria, dentro dessa linguagem desenvolveu o trabalho “Super Disponíveis" que já percorreu diversas cidades pelo país. Adriana OrtizAdriana Ortiz é iluminadora, com 25 anos de êxito na profissão, realizou trabalhos em diversos e importantes espetáculos de teatro, ópera e musicais. Trabalhou com renomados diretores como Miguel Falabella, Moacyr Góes, Emmanuel Marinho, Michel Melamed, Cesar Augusto entre outrosPossui na carreira algumas indicações e dois prêmios na estante: Prêmio APTR/RJ por Monólogo Público de Michel Melamed e Prêmio Reverência/SP por Romeu e Julieta ao som de Marisa Monte de Guilherme Leme, em parceria com Monique Gardenberg.Neste ano 2024 está indicada ao prêmio Shell pela iluminação do espetáculo “Um Filme Argentino” de Michel Melamed e o prêmio APTR pelo espetáculo “Claustrofobia”, direção de Cesar Augusto.Nos últimos anos especializou-se como diretora técnica, participando de importantes realizações do mercado cultural em todo Brasil, nesta área possui a experiência de 4 anos como coordenadora técnica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e festivais internacionais como o Panorama da Dança, Multiplicidades, Boticário na Dança, Riocenacontemporânea, FIL (Festival Internacional de Linguagem) e uma montagem no festival Royal Shakespeare Company (UK) Mina Quental - CenógrafaCenógrafa, arquiteta e produtora cultural carioca, sócia do Atelier Na Glória (cenografia para teatro, shows,audiovisuais e arquitetura de espaços culturais e expografia). Formada pela FAU/UFRJ, estudou Cenografia com Luís Carlos Ripper. Iniciou a carreira colaborando com diversos diretores de arte e artistas visuais, como Gringo Cardia, Jair de Souza, Adriana Varejão e Waltércio Caldas. Em teatro assinou cenários para os diretores Fábio Porchat, Vilma Melo, Stella Maria Rodrigues, Denise Stutz, Victor Garcia Peralta, Gustavo Gasparani, Duda Maia, Marcio Meirelles, Fabianna Mello e Souza, Gilberto Gawronsky, Inez Viana, Debora Lamm, César Augusto, Renato Carrera, Paulo Verlings, Carolina Pismel, Rodrigo França, Dani Barros, Fernando Philbert, Stella Miranda, Mauro Rasi, entre outros. Fez o cenário de AS COMADRES, direção ArianeMnouchkine (Théâtre du Soleil, de Paris). Indicada aos prêmios: Shell 2017 (Mata Teu Pai de Grace Passô, dir.Inêz Viana); CBTIJ 2023 (Zaquim, de Gabriel Pardal, dir. Duda Maia) e 2020 (Piquenique, de Marceli Torquato,dir. Flavio Souza); Botequim Cultural de 2017 (ELA, de Marcia Zanelatto, dir. Paulo Verlings); Questão de Crítica e Cenyn de 2015 (Infância, Tiros e Plumas, de Jô Billac, dir. Inez Viana). Claudia Elizeu - Direção MusicalClaudia Elizeu, estudou na Escola de Música Villa Lobos, STBSB (atual FABAT) e UNIRIO. Como Diretora Musical esteve à frente de "Ayrton Senna (2019)", "Permita que eu fale" ( 2021) ,"Empodera", com Direção de Marcia Zanelato (2020) e "Vozes Negras, a força do Canto Feminino" (2022), indicado aos Prêmios Cesgranrio e Prêmio Shell de Teatro e "Outras Marias" ( 2022) - Direção de Patrícia Selonk.Na TV, trabalhou com Preparadora Vocal de "Rock Story" ( 2016/2017) ; "Segundo Sol" (2018) ; " Malhação, Toda forma de Amor ", " Maldivas ( Netflix); " Vai na Fé" ( 2022). *Mini bios completas em arquivo anexo
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.