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O Festival Forró e Ecofeminismo é um evento cultural gratuito de três dias em Cavalcante (GO), na Chapada dos Veadeiros, que celebra o forró como patrimônio imaterial brasileiro e promove o protagonismo feminino na música regional. A programação reúne 12 apresentações musicais, 6 aulas abertas de dança, 3 oficinas de música e 3 palestras e rodas de conversa sobre arte, ecofeminismo e meio ambiente. Realizado na Feira Coberta de Cavalcante, o festival valoriza a cultura popular, o bioma Cerrado e o território quilombola Kalunga, integrando arte, sustentabilidade e diversidade cultural.
O Festival Forró e Ecofeminismo é um evento cultural gratuito de três dias que reúne música, dança, arte e consciência ambiental, integrando manifestações culturais do forró e reflexões sobre igualdade de gênero e sustentabilidade no Cerrado.A proposta parte do reconhecimento do forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, celebrando suas raízes nordestinas e suas linguagens contemporâneas, com destaque para o protagonismo feminino em todas as etapas do processo criativo — intérpretes, compositoras, instrumentistas e produtoras.A programação contempla 12 apresentações musicais de artistas locais, regionais e nacionais, todas dentro do espectro do forró (xote, baião, xaxado, piseiro e afins); aulas abertas de dança em diversos estilos; oficinas de música sobre história, ritmos e instrumentos do forró; e palestras e rodas de conversa sobre arte, ecofeminismo e proteção ambiental.Realizado em Cavalcante (GO), na Chapada dos Veadeiros, o festival se insere no contexto do território quilombola Kalunga e das áreas de preservação do bioma Cerrado, promovendo o diálogo entre cultura, natureza e diversidade.Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Objetivo geralRealizar o Festival Forró e Ecofeminismo, evento cultural gratuito de 3 dias no município de Cavalcante (GO), com ações de música regional brasileira, oficinas, aulas de dança, palestras e rodas de conversa, promovendo o forró como patrimônio imaterial do Brasil e destacando o protagonismo feminino e a relação entre cultura, território e sustentabilidade.Objetivos específicos1) Produto: FESTIVAL (estrutura do evento)Estruturação e realização do festival em espaço público de Cavalcante (GO), com palco, sonorização, iluminação, área de convivência, praça de alimentação com produtos típicos do Cerrado e sinalização ambiental e acessível.2) Produto: APRESENTAÇÕES MUSICAIS (música regional _ forró)Realização de 12 apresentações musicais de artistas e grupos locais, regionais e nacionais, todos dentro do espectro do forró (xote, baião, xaxado, piseiro e afins), com predominância de mulheres intérpretes, compositoras e instrumentistas.3) Produto: AULAS DE DANÇA (forró _ diversos estilos) Realização de 6 aulas abertas de dança em diferentes estilos de forró (pé de serra, universitário, xote, xaxado), conduzidas por instrutores locais e regionais, gratuitas e abertas a todos os públicos.4) Produto: OFICINAS DE MÚSICA (história, ritmos e instrumentos do forró) Realização de 3 oficinas educativas de música voltadas a adultos e crianças, abordando a história e os instrumentos do forró, os ritmos nordestinos e suas variações, com 3 horas de duração cada.5) Produto: PALESTRAS E RODAS DE CONVERSA (arte, ecofeminismo e meio ambiente) Realização de 3 palestras e rodas de conversa sobre arte, ecofeminismo e proteção ambiental, com pesquisadoras, artistas e ativistas convidadas, integrando teoria e práticas culturais sustentáveis no Cerrado.
O Festival Forró e Ecofeminismo propõe-se a valorizar o forró como expressão da cultura popular brasileira e patrimônio cultural imaterial do Brasil, reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), promovendo o protagonismo das mulheres na música regional e o diálogo entre cultura, território e sustentabilidade.Realizado em Cavalcante (GO), município integrante da Chapada dos Veadeiros, o evento se insere em um contexto de forte identidade cultural e ambiental, onde coexistem comunidades quilombolas Kalunga e áreas de preservação do bioma Cerrado. A proposta contribui para a difusão de manifestações culturais enraizadas nesse território e para o fortalecimento da economia criativa local.O projeto demanda incentivo público pela sua natureza gratuita e de interesse coletivo, permitindo o acesso democrático à arte e à cultura, a valorização dos bens imateriais brasileiros e a promoção de ações educativas e ambientais.Enquadra-se nas finalidades do Art. 1º da Lei 8.313/91, especialmente nos incisos:II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.Atende também aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, nos seguintes incisos e alíneas:II _ fomento à produção cultural e artística, alínea c: realização de festivais de arte e espetáculos de música e de folclore;IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, alínea b: levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.Assim, o projeto justifica-se como ação cultural que integra música regional, educação ambiental e igualdade de gênero, contribuindo para a preservação das tradições, o fortalecimento das comunidades locais e a ampliação do acesso da população à produção artística brasileira
1. Sustentabilidade e meio ambienteO festival adotará práticas sustentáveis em todas as etapas, incluindo coleta seletiva de resíduos, destinação adequada de recicláveis e compostagem de orgânicos.Haverá redução do uso de plásticos descartáveis, incentivo à utilização de copos reutilizáveis e priorização de fornecedores locais com práticas responsáveis.Serão instalados pontos de coleta seletiva identificados e distribuídos na área da Feira Coberta.Durante o evento, serão realizadas falas e breves apresentações educativas sobre preservação do Cerrado, consumo consciente e mudanças climáticas.A praça de alimentação contará com produtos típicos, agroecológicos e alimentos regionais produzidos por empreendedores locais.2. Acessibilidade e inclusãoO espaço do evento é plano e coberto, com rampas, banheiros adaptados e áreas reservadas.As apresentações, palestras e oficinas contarão com intérprete de Libras, materiais informativos em fonte ampliada e atendimento inclusivo.A equipe de produção e recepção será treinada para atendimento adequado a pessoas com deficiência, utilizando linguagem simples e acolhedora.Todo o material de comunicação digital será compatível com leitores de tela e incluirá vídeos com tradução em Libras.3. Comunicação e divulgaçãoAs ações de comunicação contemplarão campanhas regionais e digitais com foco na Chapada dos Veadeiros e municípios vizinhos, priorizando veículos locais, rádios comunitárias e redes sociais.A identidade visual e as peças de divulgação serão produzidas por profissionais da região, valorizando a estética popular e o repertório visual do forró e do Cerrado.Serão utilizados canais digitais oficiais para divulgação da programação, credenciamento de imprensa e publicações pós-evento (registros, vídeos e clipping).As ações de divulgação também cumprirão função informativa sobre o patrimônio imaterial do forró, o ecofeminismo e as tradições Kalunga.4. Representatividade, gênero e diversidadeO festival tem curadoria feminina e prioriza o protagonismo das mulheres em todas as etapas — artísticas, técnicas e de gestão.A programação musical, as oficinas e as palestras darão visibilidade a artistas e pesquisadoras negras, indígenas e quilombolas, promovendo representatividade e equidade de gênero.Serão estimuladas contratações locais e regionais, assegurando diversidade cultural e de saberes no corpo técnico e nas equipes de trabalho.5. Participação comunitária e territorialO evento integrará artistas e empreendedores da Casa do Artesão de Cavalcante, da Associação Kalunga e de coletivos culturais locais.Estão previstas parcerias com escolas públicas, associações de mulheres, grupos culturais e instituições ambientais da região, estimulando o envolvimento direto da comunidade na realização do festival.A realização em espaço público de fácil acesso (Feira Coberta) favorece a presença de moradores urbanos e rurais, incluindo as comunidades Kalunga, visitantes e turistas da Chapada dos Veadeiros.6. Segurança, logística e bem-estarSerão contratadas equipes de brigadistas, segurança patrimonial e equipe de primeiros socorros durante todo o evento.O local conta com estrutura coberta e ventilada, iluminação adequada e pontos de hidratação.Haverá disponibilidade de água potável gratuita para o público e orientações sobre segurança e descarte correto de resíduos.7. Parcerias institucionais e apoio localO festival contará com apoio institucional do Município de Cavalcante, por meio das secretarias de Cultura, Turismo e Meio Ambiente, além de parcerias com Casa do Artesão, Associação Kalunga, ONGs ambientais e coletivos culturais regionais.A execução do projeto será acompanhada por equipe técnica qualificada, com coordenação geral, curadoria artística e consultoria pedagógica, assegurando transparência, eficiência e impacto cultural positivo.8. Registro e memóriaO evento contará com registro fotográfico e audiovisual profissional, incluindo depoimentos de artistas, participantes e convidados, para fins de documentação, acervo e difusão digital.O material será utilizado para divulgação institucional e futura prestação de contas, além de alimentar o acervo cultural do município de Cavalcante.9. Comunicação pós-evento e legadoApós o festival, serão produzidos vídeos e registros que permanecerão disponíveis nas redes sociais do evento e nas páginas institucionais dos parceiros, fortalecendo a divulgação do território Kalunga, do bioma Cerrado e da música regional.As ações também visam estimular futuras edições e consolidar Cavalcante como polo de cultura e sustentabilidade na Chapada dos Veadeiros.10. Classificação indicativaTodas as atividades do projeto possuem classificação indicativa livre e são acessíveis a pessoas de todas as idades.
Produto 1 – FESTIVAL (estrutura do evento)Estruturação e realização do evento cultural Festival Forró e Ecofeminismo, em espaço público de Cavalcante (GO), com duração de 3 dias consecutivos. O festival será realizado na Feira Coberta de Cavalcante, ao lado da Casa do Artesão e do Centro de Atendimento ao Turista (CAT) — local de fácil acesso, com infraestrutura adequada, banheiros, estacionamento e energia elétrica.O espaço contará com montagem de palco, sonorização, iluminação cênica, cobertura e painéis de LED, área de convivência e praça de alimentação com produtos típicos do Cerrado.A estrutura atenderá às normas de segurança e acessibilidade, incluindo rampas, banheiros adaptados e áreas reservadas para cadeirantes e pessoas idosas. Serão implementadas práticas de sustentabilidade, como coleta seletiva, sinalização ambiental e gestão de resíduos orgânicos e recicláveis. Público estimado em 3 mil pessoas entre visitantes e moradoresProduto 2 – APRESENTAÇÕES MUSICAIS (música regional – forró)Realização de 12 apresentações musicais de forró em suas diferentes vertentes (xote, baião, xaxado, piseiro e afins), protagonizadas por mulheres intérpretes, compositoras e instrumentistas. As apresentações terão duração média de 60 minutos cada, abrangendo artistas locais, regionais e nacionais.A curadoria priorizará repertórios autorais e de raízes nordestinas, valorizando a tradição do forró e sua atualização contemporânea. O produto se enquadra na categoria música regional brasileira, conforme Súmula nº 32 da CNIC.As apresentações acontecerão na Feira Coberta de Cavalcante, no palco principal do festival, em estrutura compartilhada com as aulas de dança e atividades culturais do evento.Público estimado em 3 mil pessoas entre visitantes e moradoresProduto 3 – AULAS DE DANÇA (forró – diversos estilos)Realização de 6 aulas abertas de dança em diferentes estilos de forró (pé de serra, universitário, xote e xaxado), conduzidas por instrutores e instrutoras locais e regionais.Cada aula terá duração de 1 hora e 30 minutos, sendo gratuita e acessível a participantes de todas as idades e níveis de experiência. O objetivo é promover integração cultural, consciência corporal e valorização da dança como expressão artística popular.As atividades acontecerão na Feira Coberta, em piso adequado, com banheiros e equipamentos audiovisuais de suporte. Serão realizadas 2 aulas por dia (às 16h e às 18h), antecedendo as apresentações musicais no palco principal.As aulas serão ministradas por instrutores experientes, com métodos e conteúdos previamente elaborados e adequados ao contexto do evento, utilizando metodologia de inclusão. Cada encontro contará com performances ao vivo de instrumentistas e DJs, criando um ambiente interativo e de imersão na música e na dança.Público estimado em 500 pessoas por atividade, entre visitantes e moradoresProduto 4 – OFICINAS DE MÚSICA (história, ritmos e instrumentos do forró)Realização de 3 oficinas educativas voltadas a adultos e crianças, abordando a história do forró, seus ritmos (baião, xaxado, xote) e os instrumentos tradicionais (zabumba, triângulo, sanfona, pífano).Haverá consultoria técnica prévia para elaboração de plano metodológico e de conteúdo e curadoria dos oficineiros, com profissional da área de música e educação.As atividades terão caráter informativo e cultural, com demonstrações práticas, experimentação musical e explicações sobre o contexto histórico e regional dessa manifestação.As oficinas serão realizadas na Feira Coberta, em ambiente preparado com cadeiras, lousas, instrumentos musicais e recursos audiovisuais.A programação prevê 3 dias de atividades, com duração média de 2 horas cada (início às 14h):Dia 1: história e desdobramentos culturais do forró; (publico estimado em 200 pessoas)Dia 2: ritmo e movimento; (público estimado em 200 pessoas)Dia 3: instrumentos – aula coletiva com monitores de rabeca, triângulo, sanfona, zabumba e teclado, voltada a pessoas já iniciadas que desejam aprimorar sua experiência musical em grupo. (publico esttimado de 80 pessoas)Produto 5 – PALESTRAS E RODAS DE CONVERSA (arte, ecofeminismo e meio ambiente)Realização de 3 palestras e rodas de conversa com artistas, pesquisadoras e ativistas convidadas, abordando temas como arte, ecofeminismo, igualdade de gênero, território e sustentabilidade.Os encontros ocorrerão na Feira Coberta de Cavalcante, sempre com início às 9h da manhã, em ambiente organizado com cadeiras, equipamentos audiovisuais, sonorização e estrutura acessível.Cada encontro terá duração média de 2 horas, sendo gratuito e aberto ao público. Público estimado de 500 pessoas por atividade As temáticas serão:“Forró, Cerrado e Vozes Femininas: Ritmos, Saberes e Resistência” – diálogo sobre o protagonismo feminino no forró e sua relação com as tradições culturais do Cerrado.“Ecofeminismo em Cena: Arte, Meio Ambiente e Equidade de Gênero” – abordagem teórica e prática sobre o ecofeminismo como movimento cultural e social contemporâneo.“Territórios de Mulher e Natureza: Quilombolas Kalunga, Biodiversidade e Cultura Afro-Cerrado” – conversa com representantes quilombolas e pesquisadoras sobre arte, ancestralidade e preservação ambiental.Os encontros contarão com mediadoras e palestrantes qualificadas, entre elas artistas, curadoras e especialistas da região Centro-Oeste, com experiência em arte, gênero e sustentabilidade, assegurando diversidade de olhares e legitimidade territorial.
O Festival Forró e Ecofeminismo adotará medidas de acessibilidade física, comunicacional e de conteúdo, assegurando a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as atividades do evento.a) Aspecto arquitetônico:O local contará com rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para cadeirantes e pessoas idosas e percursos livres de barreiras físicas entre palco, área de público e praça de alimentação.b) Aspecto comunicacional e de conteúdo:Durante os shows, palestras e oficinas serão oferecidos recursos de acessibilidade comunicacional, como intérprete de Libras, legendagem em telão e audiodescrição básica dos ambientes. Todo o material informativo impresso e digital apresentará fonte ampliada e leitura facilitada.c) Comunicação e divulgação acessíveis:As peças de divulgação (digitais e impressas) incluirão o selo de acessibilidade e informações claras sobre as medidas adotadas, além de versões digitais compatíveis com leitores de tela e vídeos com tradução em Libras.d) Atendimento inclusivo:A equipe de produção e recepção será treinada para atendimento acessível, utilizando linguagem simples e garantindo apoio a pessoas com deficiência auditiva, visual ou intelectual.As medidas propostas estão adequadas à tipologia de festival ao ar livre e atendem às normas de acessibilidade cultural previstas na Lei nº 13.146/2015, reafirmando o compromisso do projeto com a inclusão e a igualdade de acesso
O Festival Forró e Ecofeminismo será totalmente gratuito e realizado em espaço público, garantindo acesso amplo à população local, comunidades quilombolas Kalunga, visitantes da Chapada dos Veadeiros e turistas.Para ampliação do acesso, o projeto adotará as seguintes medidas, conforme o Art. 47 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025:I – Realização de atividades gratuitas paralelas ao evento principal, incluindo palestras, oficinas de música e aulas de dança abertas à comunidade.II – Registro e disponibilização online de trechos das apresentações, palestras e rodas de conversa, com recursos de acessibilidade (Libras e audiodescrição), por meio de redes sociais e canais digitais de divulgação cultural.III – Parceria com escolas públicas e entidades socioculturais locais, estimulando a participação de estudantes e moradores das comunidades urbanas e rurais de Cavalcante, especialmente do território Kalunga.IV – Oferta de transporte solidário e acessível, em parceria com organizações locais, para moradores de áreas rurais próximas que desejem participar do evento.As medidas garantem acesso gratuito, diversificado e inclusivo, em consonância com os princípios da Lei nº 8.313/91 e com as diretrizes de democratização do acesso à cultura
Proponente:Karla Duarte Alves – Sócia-gerente da empresa proponente.Função no projeto: Coordenadora de Projeto, Coordenadora Administrativa e Financeira, Curadoria de ConteúdosCurrículo resumido: Graduada em Direito pela Universidade Federal de Goiás (UFG), pós-graduada em Relações Internacionais pela UCG. Produtora cultural e empresária com mais de 25 anos de atuação em eventos de arte, música e gastronomia. Idealizadora, produtora e DJ residente do Festival Ilumina desde 2013, com nove edições realizadas na Chapada dos Veadeiros. Experiência em curadoria musical, gestão técnica e financeira, produção executiva, comunicação e direção de arte. Atua também como DJ Karla Karajazz, pesquisadora da música brasileira e produtora de eventos culturais em Goiás e Bahia.Proponente: Lara Macedo Pádua – Sócia-gerente da empresa proponente.Função no projeto: Coordenadora de Programação e Coordenação de Produção, Curadoria de Conteudos e Música.Currículo resumido: Artista, produtora cultural e terapeuta, criadora e produtora residente do Festival Ilumina (2013–2023). Representante do proponente e responsável pela coordenação geral de programação. Experiência em produção e curadoria de eventos culturais, performances audiovisuais e integração de linguagens artísticas. Atuou na produção de festivais de música, projetos artísticos e encontros multiculturais na Chapada dos Veadeiros e em outras regiões do país. Integra o coletivo artístico Karajazz, desenvolvendo atividades que unem arte, espiritualidade, natureza e consciência ambiental.Fabíola Arantes de MoraisFunção no projeto: Direção de Arte e Curadoria de Conteúdo das Palestras e Rodas de Conversa.Currículo resumido: Artista plástica, arquiteta e pesquisadora, doutora em História e mestre em Gestão do Patrimônio Cultural pela PUC-Goiás. Pós-graduada em História e Antropologia, atua com projetos culturais e artísticos voltados à valorização das manifestações culturais do Cerrado. Professora universitária entre 2004 e 2020, desenvolve pesquisas e produções visuais que abordam o território, a flora e os modos de vida da Chapada dos Veadeiros. No festival, será responsável pela direção de arte do evento e pela curadoria de conteúdo das palestras e rodas de conversa, coordenando temas, convidadas e identidade estética.Ágata de Melo MachadoFunção no projeto: Produtora das Palestras, Rodas de Conversa e Oficinas.Currículo resumido: Produtora cultural e agente comunitária com ampla experiência em eventos culturais e gastronômicos. Atuou nas edições 2022 e 2023 do Festival Ilumina e na Mostra de Cinema Etnográfico de Cavalcante (2008–2009). Co-fundadora da Associação Buritirana e gestora de projetos socioculturais no município. Sócia do Emburana Café Bistrô (Cavalcante), foi também produtora, agente cultural e monitora no espaço Quintal da Aldeia, promovido pela ONG Guaimbê, instituição com mais de 15 de atuação na cultura popular, em Pirenópolis. Experiência em logística, gestão de equipes, recepção, curadoria comunitária e produção de eventos na Chapada dos Veadeiros e Pirenópolis.Patrícia André Lopes (Pat Urucungá)Função no projeto: Produtora Musical e Coordenadora de Palco.Currículo resumido: Produtora musical, diretora de palco, cantora e multi-instrumentista. Atua como produtora e diretora de palco do Festival Ilumina desde 2016. Desenvolve trilhas sonoras, sound design e músicas autorais, além de atuar em shows e festivais nacionais. Experiência em produção técnica, montagem de palco, coordenação de artistas e execução de eventos musicais. Realiza ações culturais com foco em arte, cultura popular e sustentabilidade, com histórico de voluntariado em oficinas de capoeira e musicalização para crianças e adolescentes.Tamyres Fernanda Silva MacielFunção no projeto: Consultoria Técnica e Planejamento Pedagógico das Oficinas de MúsicaCurrículo resumido: Musicista e educadora residente na Chapada dos Veadeiros. Mestre em Estudos da Linguagem e licenciada em Letras pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Atua como instrumentista, compositora e arte-educadora em projetos culturais e educacionais da região. Desenvolve pesquisa sobre linguagens musicais, saberes tradicionais e pedagogias populares aplicadas à música brasileira. No festival, será responsável pelo planejamento técnico e pedagógico das oficinas de música, elaboração de metodologias, acompanhamento de conteúdos e orientação de monitores e instrutores.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.