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O Festival Estadual de Batalhas de Rima e Slam RJ 2026 é uma iniciativa cultural que integra duas potentes expressões da arte urbana e da cultura de resistência: as Batalhas de MCs (freestyle rap) e o Slam (poesia falada).Serão realizadas 16 seletivas regionais de Batalha de Rima e 16 seletivas regionais de Slam _ Poesia Falada, em diferentes territórios do Estado do Rio de Janeiro, culminando em duas grandes finais estaduais — uma para o freestyle rap e outra para o Slam. O projeto está alinhado às políticas públicas do Ministério da Cultura, em especial às diretrizes nacionais da Cultura Hip-Hop e do Programa Cultura Viva, reconhecendo essas expressões como instrumentos de transformação social, cidadania e fortalecimento das identidades periféricas.
1 – Etapa de Planejamento e Mobilização (Meses 1, 2 e 3)Fase dedicada à estruturação e articulação do projeto, com a contratação da equipe técnica, elaboração do cronograma de seletivas regionais, planejamento da comunicação e parcerias com prefeituras, escolas e coletivos locais. Serão produzidos materiais gráficos e audiovisuais de divulgação e um manual de conduta e igualdade de gênero, garantindo a ética, a diversidade e o respeito entre os participantes. Resultado esperado: engajamento de coletivos culturais, adesão regional e fortalecimento da rede de cultura urbana. 2 – Seletivas Regionais (Meses 4, 5, 6, 7 e 8)Realização de 32 eventos regionais, sendo 16 batalhas de rima e 16 slams de poesia, com participação de artistas de todas as regiões do Estado. Cada seletiva contará com jurados técnicos e populares, infraestrutura de palco, som, iluminação, sinalização acessível e tradução em Libras. As apresentações serão registradas e publicadas digitalmente, ampliando a visibilidade dos artistas e o acesso do público. Resultado esperado: circulação e valorização da cultura periférica, fortalecimento da economia criativa local e descoberta de novos talentos. 3 – Batalhas do Conhecimento (Mês 8)Parte das seletivas regionais será realizada no formato “Batalhas do Conhecimento”, em que os artistas improvisam e criam poesias a partir de temas educativos e sociais, como meio ambiente, direitos humanos, ancestralidade e igualdade racial. Essa metodologia transforma a batalha de rima em um instrumento de educação popular e construção coletiva do saber, estimulando raciocínio, pesquisa e expressão crítica. Resultado esperado: formação de jovens multiplicadores culturais e ampliação do diálogo entre arte e educação. rodas de conversa regionais. Duração: 2h cada, realizadas antes das seletivas. 4 – Finais Estaduais e Roda de Conversa “A Palavra Transforma” (Mês 8)As finais estaduais reúnem os artistas vencedores das seletivas, em dois grandes eventos — um de Batalhas de Rima e outro de Slam de Poesia. Os eventos contarão com grande estrutura de produção, premiações e participação de personalidades culturais convidadas, como Lázaro Ramos, Conceição Evaristo, Leonardo Boff e Jurema Werneck (a confirmar). Paralelamente, será promovida uma roda de conversa sobre o poder transformador da palavra e o papel da arte na construção de uma sociedade mais justa e plural. Resultado esperado: fortalecimento simbólico da cultura urbana como expressão legítima e instrumento de transformação social. 5 – Prestação de Contas e Relatório Final (Mês 9)Etapa de avaliação técnica e financeira, elaboração de relatórios fotográficos e audiovisuais, sistematização dos resultados e divulgação pública dos impactos do projeto. Os relatórios apresentarão indicadores de alcance social, público participante, diversidade regional e engajamento digital. Resultado esperado: transparência na execução, registro documental e legado institucional para futuras edições.
Objetivo Geral: Promover o Festival Estadual de Batalhas de Rima e Slam RJ 2026, fortalecendo a cultura hip-hop e a poesia falada como expressões artísticas, educativas e de relevância social, em consonância com as políticas públicas de cultura e cidadania.Objetivos Específicos:- Realizar 16 seletivas regionais de Batalha de Rima e 16 seletivas regionais de Slam _Poesia Falada, com duas grandes finais estaduais;- Realizar as seletivas, batalhas de rima e Slam, utilizando as batalhas já existentes no Estado do Rio de Janeiro;- Potencializar as batalhas já existentes e fortalecer todo movimento cultural de batalhas de Rima e Slam do Estado do Rio de Janeiro;- Oferecer rodadas de conversas e debates sobre temas relevantes a cultura periférica;- Assegurar acessibilidade física e comunicacional (LIBRAS, audiodescrição, espaços adaptados);- Incentivantivar a economia criativa e a sustentabilidade;- Valorizar talentos locais com premiações e reconhecimento público;- Fortalecer a circulação cultural entre comunidades e o intercâmbio de saberes urbanos.- Estimular o pensamento crítico e a criatividade, em ambas as modalidades (Rima e Poesia), divulgando temas, palavras e referencias pré-definidas _ como música, trechos literários, obras poéticas e acontecimentos sociais relevantes _ para serem base das rimas e poesias.- Promover rodas de conversa com personalidades e intelectuais de destaque nacional, como Lázaro Ramos, Conceição Evaristo, Leonardo Boff e Jurema Werneck, ampliando o diálogo entre arte, literatura, filosofia, espiritualidade e direitos humanos;- Estimular o público participante a refletir sobre temas contemporâneos (como diversidade, justiça social, sustentabilidade e ancestralidade), conectando a arte da palavra às pautas atuais de transformação social.
As batalhas de rima, rodas culturais e slams tornaram-se espaços essenciais de formação crítica, protagonismo juvenil e valorização das periferias urbanas O projeto busca ampliar o alcance e a estrutura desses movimentos, oferecendo infraestrutura, formação e visibilidade aos artistas e coletivos de todo o Estado, promovendo a descentralização da produção cultural e a inclusão social por meio da arte.De acordo com a Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991), o projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º, voltados à promoção, difusão e democratização da cultura, bem como aos objetivos dos incisos I, III e VII do Art. 3º, que tratam do acesso à produção artística nacional, da valorização das manifestações culturais populares e da preservação das tradições e expressões regionais. Além disso, a proposta reforça a política cultural de fortalecimento da Cultura Hip-Hop, lançada pelo Ministério da Cultura em 2023, e o compromisso com as ações afirmativas de diversidade, juventude e cultura urbana.
Produto 1 – Realização das Seletivas RegionaisFormato: 32 eventos (16 batalhas de rima + 16 slams)Duração: média de 3h cadaMaterial: palco, som, microfones, estrutura de iluminação, banheiros químicos, sinalização acessível, banners e faixas.Registro: foto, vídeo e ata de jurados.Produto 2 – Finais EstaduaisFormato: 2 grandes eventos (Rima e Slam)Duração: 2 dias consecutivosMaterial: palco principal, sonorização, estrutura de LED, rampas de acesso, intérprete de Libras, piso tátil e equipe de segurança.Produto 3 – Formação e Mobilização CulturalFormato: rodas de conversa regionais.Duração: 2h cada, realizadas antes das seletivas.Projeto pedagógico: baseado em metodologias participativas, abordando expressão oral, escrita poética, direitos culturais e cidadania.Produto 4 – Relatórios e Prestação de ContasMaterial: relatório técnico, audiovisual e financeiro.Entrega: digital (PDF) e físico, acompanhado de planilhas e registros fotográficos.
O projeto garantirá acessibilidade plena (física, sensorial e comunicacional), com intérpretes de LIBRAS, legendas descritivas, audiodescrição e espaços adaptados.Tradução simultânea em Libras nas etapas finais, seletivas e rodas de conversa;Rampas de acesso e piso tátil em todas as arenas e espaços de apresentação;Sinalização visual e tátil em locais de grande circulação;Materiais de comunicação acessíveis, incluindo versões digitais com descrição de imagens e legendas;Equipe de acolhimento preparada para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Todas as atividades serão gratuitas e realizadas em espaços públicos, com transmissão digital de etapas e ações paralelas de formação comunitária.A democratização de acesso é um dos eixos centrais deste projeto, que compreende a cultura como um direito fundamental e um instrumento de transformação social. As ações propostas foram concebidas para romper barreiras territoriais, econômicas, físicas e simbólicas que historicamente limitam a participação de determinados grupos na produção e no consumo cultural.O projeto prioriza a inclusão de artistas periféricos, negros, indígenas, LGBTQIAPN+, mulheres, pessoas com deficiência e juventudes marginalizadas, garantindo que esses públicos estejam presentes não apenas como espectadores, mas principalmente como protagonistas da criação artística.A descentralização territorial é um dos principais mecanismos de democratização. As 32 seletivas regionais (16 batalhas de rima e 16 slams) serão distribuídas de forma equilibrada entre cidades-polo do Estado, contemplando tanto capitais quanto regiões metropolitanas e municípios do interior. Essa estratégia assegura que jovens de diferentes contextos socioculturais tenham oportunidade real de participação e de reconhecimento, aproximando a política cultural de quem historicamente teve menos acesso a ela.Todas as atividades serão gratuitas e abertas ao público, com inscrição livre para artistas e coletivos culturais. A divulgação será feita por meio de redes sociais, rádios comunitárias, escolas públicas e organizações locais, garantindo que a informação chegue até as comunidades que compõem o público-alvo.
O proponente PRO BRONO BRASIL vai realizar toda a parte de execução e coordenação do projeto junto a sua equipe como constam os currículos abaixo, desde a parte de pré produção até a finalização e entrega da prestação de contas. Coordenação de produção e adiministrativo com contratação de pessoal, demandas técnicas, escolha de prestadores de serviço.Raull Santiago, comunicador, empreendedor e ativista, é reconhecido por seu trabalho em direitos humanos e mudanças climáticas. Fundador de diversas iniciativas, incluindo a agência BRECHA e o Festival Imersivo das Favelas, ele atua como consultor social da AMBEV e embaixador da ÁGUA AMA. Sua presença em conselhos e organizações, como RAPS e Pacto Global da ONU, demonstra seu compromisso com causas sociais. Seu impacto vai desde apresentações na mídia até o ativismo local, sendo reconhecido com prêmios e medalhas por seus serviços à cidade do Rio de Janeiro.Daniel Barcinski é um líder experiente, dedicando mais de 30 anos a projetos artísticos, sociais e ambientais em áreas vulneráveis. Destacam-se o Circuito XC de Favelas e o programa "Travessia", construindo espaços esportivos comunitários. Ele também produziu eventos culturais notáveis, como HipHop Manifesto e Tim Pop Festival, além de apoiar o esporte através de eventos como o Campeonato Mundial de Surf.Daniel Ferreira, como coordenador operacional, é um administrador e produtor cultural, com vasta experiência em gerenciamento de projetos. Sua trajetória diversificada inclui atuação no SESC, direção de marketing esportivo e liderança em projetos educacionais. Destaca-se seu compromisso como voluntário da Junior Achievement, promovendo mentalidade empreendedora em jovens.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.