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PRONAC 2514534Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

Festival dos Povos da Floresta

CENTRO DE ESTUDOS DA CULTURA E DO MEIO AMBIENTE DA AMAZONIA-RIO TERRA
Solicitado
R$ 9,98 mi
Aprovado
R$ 9,98 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2026-05-01
Término

Resumo

O Festival dos Povos da Floresta é um projeto multilinguagem itinerante que valoriza as expressões da Amazônia e seus diálogos com o Brasil. Idealizado pela Rioterra, o festival promove exposições de artes visuais, shows e oficinas, passando por cinco capitais brasileiras, sendo quatro delas na região norte, fortalecendo identidades, saberes e territórios.

Sinopse

O Festival dos Povos da Floresta é uma jornada de arte e ancestralidade que transforma a floresta em sujeito. A cada cidade, artistas indígenas, mestres populares e criadores contemporâneos constroem novas formas de representar a Amazônia - vivas, críticas e poéticas.Entre sons, imagens e corpos, o festival revela que a floresta não é passado nem fronteira: é futuro em movimento e expansão viva.

Objetivos

Objetivo GeralPromover o protagonismo regional e intercâmbio artístico, étnico e cultural entre os povos da floresta e expressões contemporâneas brasileiras por meio da difusão e da democratização do acesso à cultura por meio de ações presenciais e formativas em cinco capitais, sendo pelo menos quatro na região norte.Objetivos Específicos I. Realizar 1 exposição de artes visuais em itinerância passando pelas 5 cidades que integram o projeto.II. Realizar 1 ciclo de atividades formativas / Oficinas em áreas técnicas durante todo o projeto com entre 5 e 10 vagas para pessoas residentes em cada cidade. O ciclo formativo será dividido em aulas teóricas online e aulas práticas presenciais, conforme ementa detalhada no item (DESCRIÇÃO DO PRODUTO), sendo elas: a) Produção de FestivaisVagas por cidade: entre 5 e 10Total de vagas: entre 25 e 50b) ExpografiaVagas por cidade: entre 5 e 10Total de vagas: entre 25 e 50c) Áreas técnicas de som e luz para festivaisVagas por cidade: entre 5 e 10Total de vagas: entre 25 e 50d) Oficina de fotografia e vídeo por celular com 50% de vagas reservadas para indígenas, mulheres e jovens em itinerância com até 20 vagas em cada cidade.Vagas por cidade: até 20Total de vagas: 100III. Realizar entre 4 e 8 shows e/ou performances com artistas locais, regionais e nacionais em cada uma das cinco cidades que integram a itinerância do projeto.Total de shows e/ou performances: entre 20 e 40 apresentações

Justificativa

O projeto se enquadra no Art. 1º, incisos II e III, e nos Art. 3º, incisos II, III e IV da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), por difundir manifestações culturais regionais, estimular o conhecimento da Amazônia e preservar identidades culturais brasileiras.A Amazônia, que abriga centenas de povos e linguagens artísticas, segue sub-representada nos grandes circuitos culturais. O festival responde a esse desequilíbrio, promovendo inclusão, visibilidade e circulação cultural descentralizada, em consonância com a nova Instrução Normativa SEFIC nº 4/2025, que valoriza projetos de alcance regional e caráter formativo.O uso do Mecanismo Federal de Incentivo à Cultura é essencial para garantir gratuidade, acessibilidade, estrutura técnica e formação de equipes locais, o que não seria possível por meios exclusivamente comerciais. O projeto reforça ainda os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 4, 5, 10, 13, 15 e 17), integrando arte, educação, meio ambiente e equidade de gênero.

Estratégia de execução

Desenvolver ações de comunicação, acessibilidade e sustentabilidade ambiental, com relatórios e registros audiovisuais públicos.Criar uma rede de produtores locais amazônicos em metodologia de autogestão mentorada.Produzir relatórios técnicos e memória audiovisual para difusão gratuita pós-projeto.

Especificação técnica

Exposição: aproximadamente de 10 a 20 artistas, montagem expográfica no formato de arte pública, urbana, instalações e/ou vídeo mapping itinerante; ao menos três filmes em VR; e 6 curtas por cidade com duração média de 5 minutos cada.Shows: palco 12x10 m, som PA 40kW, tradução em Libras, camarins climatizados.Oficinas: 2 por cidade, 20 vagas cada, duração de 3h/dia com carga horária entre 6 e 12h; 1 ciclo com aulas online (teoria) e práticas (presencial) conforme ementa na descrição.

Acessibilidade

O Festival dos Povos da Floresta adota integralmente o princípio da acessibilidade cultural, em consonância com:Art. 1º, inciso III, da Lei nº 8.313/91, que estabelece como finalidade da política nacional de cultura “democratizar o acesso aos bens de cultura”;Art. 3º, inciso II, alínea “d”, que define como objetivo dos incentivos culturais “ampliar a formação de público e facilitar o acesso da população às fontes da cultura nacional”;e com o disposto na Instrução Normativa SEFIC/MINC nº 4/2025, que orienta a obrigatoriedade de medidas de acessibilidade física e comunicacional em projetos financiados com recursos públicos.Medidas previstas:I. Acessibilidade física:Estruturas temporárias adaptadas com rampas, pisos nivelados e banheiros acessíveis.Áreas de circulação com sinalização tátil e visual.Vagas prioritárias e transporte de apoio para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.II. Acessibilidade de conteúdo:Tradução em Libras durante todos os shows e rodas de conversa.Audiodescrição em vídeos e exposições.Materiais em Braille (caso haja material impresso) e QR Codes com áudio para legendas e textos curatoriais.Visitas sensoriais guiadas para escolas e grupos com deficiência visual.Transmissão ao vivo com legendas descritivas no canal do festival no YouTube.Essas ações asseguram o cumprimento do princípio de igualdade de oportunidades culturais, conforme o Art. 3º, inciso IV, da Lei Rouanet, que visa “garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais”.

Democratização do acesso

As atividades do Festival dos Povos da Floresta são inteiramente gratuitas, descentralizadas e voltadas à inclusão de públicos diversos, conforme:Art. 1º, inciso III, da Lei nº 8.313/91 – democratização do acesso aos bens culturais;Art. 3º, inciso II, alíneas “b” e “d”, que determinam como objetivos da política de incentivo à cultura: “Proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira”; e “ampliar a formação de público, facilitando o acesso da população às fontes da cultura nacional”.Medidas concretas de democratização:Gratuidade total em todas as atividades (exposições, shows, oficinas, rodas de conversa).Transmissão online gratuita dos shows pelo canal oficial no YouTube.Oficinas e formações abertas, com reserva mínima de 50% das vagas para jovens, mulheres, indígenas, quilombolas e pessoas de baixa renda.Visitas escolares e comunitárias agendadas com mediação cultural gratuita.Difusão territorial descentralizada, abrangendo capitais amazônicas com baixo acesso a programações culturais de grande porte.Essas ações estão em total consonância com os princípios da Lei Rouanet, especialmente o Art. 3º, inciso V, que estabelece como finalidade “incentivar o acesso à cultura como fator de desenvolvimento humano, social e econômico”.

Ficha técnica

A Rioterra – Centro de Inovação da Amazônia é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) fundada em 1999, em Porto Velho, Rondônia, com atuação em todo o território amazônico. Ao longo de mais de 26 anos de experiência, a instituição tem se consolidado como referência em ações de desenvolvimento socioambiental, atuando junto a agricultores familiares, povos indígenas e comunidades tradicionais, sempre integrando sustentabilidade, cultura e inclusão social.Desde sua criação, a Rioterra promove e apoia projetos culturais, científicos e educacionais voltados à valorização da Amazônia. Entre as iniciativas de destaque estão a produção de documentários sobre povos tradicionais e as exposições fotográficas itinerantes, como o projeto “Amazônia Vai à Escola”, realizado com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). A instituição também possui ampla experiência na organização de grandes eventos, como o Seminário “Perspectivas Florestais para a Conservação da Amazônia”, que chega à sua quinta edição, consolidando-se como um espaço de diálogo entre ciência, política pública e sociedade civil.O propósito da Rioterra é promover a construção de uma sociedade crítica e consciente de seu entorno socioeconômico e ecológico, apresentando um paradigma de crescimento ambientalmente orientado, que una preservação e sustentabilidade aos saberes e modos de vida das comunidades locais.Capacidade de gestão e equipe técnicaA Rioterra conta com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, formada por profissionais de gestão administrativa e financeira, captação de recursos, coordenação de projetos, produção cultural e comunicação. Essa estrutura permite planejamento eficiente, execução rigorosa e transparência na gestão de recursos públicos e privados.A instituição já executou diversos projetos concluídos com êxito e mantém outros em andamento, demonstrando capacidade operacional, responsabilidade fiscal e excelência técnica. Sua cultura organizacional valoriza a colaboração entre equipes, a comunicação clara e a gestão participativa, pilares que garantem alinhamento entre objetivos estratégicos e resultados concretos.Articulação institucional e compromisso socioambientalA Rioterra atua em prol do desenvolvimento socioambiental da Amazônia, reconhecendo que esse é um desafio complexo e coletivo. Uma de suas principais expertises é a articulação entre diferentes atores sociais, estabelecendo parcerias sólidas com órgãos públicos, setor privado e sociedade civil organizada.Essa atuação em governança compartilhada — que envolve agricultores, comunidades tradicionais, povos indígenas e instituições de pesquisa — é essencial para promover um equilíbrio entre crescimento econômico, preservação ambiental e inclusão social. Essa abordagem tripartite fortalece o compromisso da Rioterra com o desenvolvimento sustentável, gerando impactos duradouros e replicáveis nos territórios onde atua.Equipe do Festival dos Povos da Floresta – 2026/2027Direção Geral: Alexis Bastos e Fabiana B. Gomes Direção Executiva: Aline MoraesNúcleo de direção artística: Aline Moraes, Mônica Carnieto e Maria Isabela BastosObs*: A proponente atuará no projeto como direção geral, gerência administrativa, gerência financeira e coordenação de projeto.Obs**: Toda a equipe de profissionais que atuará no projeto, incluindo os nomes já citados, será definida apenas na etapa de pré-produção.

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.

2028-02-05
Locais de realização (5)
Macapá AmapáBelém ParáPorto Velho RondôniaBoa Vista RoraimaSão Paulo São Paulo