Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2514538Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Iguaçu: Matéria e Memória

CHRISTIAN GASTON RIZZI
Solicitado
R$ 199,6 mil
Aprovado
R$ 199,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Foz do Iguaçu
Início
2026-04-06
Término
2026-12-31
Locais de realização (7)
Cascavel ParanáFoz do Iguaçu ParanáFrancisco Beltrão ParanáGuarapuava ParanáLondrina ParanáMaringá ParanáPonta Grossa Paraná

Resumo

O projeto Iguaçu: Matéria e Memória é uma exposição fotográfica a partir do olhar do artista e fotojornalista Christian Rizzi que se utiliza de técnica e arte para propor um diálogo entre elementos da natureza, de um lado imagens capturadas que conseguem imortalizar o fluxo incessante da água, a luz que pinta o céu e a energia monumental de uma das maiores forças da natureza. De outro lado as obras se utilizam de madeira de reflorestamento e de demolição que carregam em seus veios e fibras a história de outros tempos o que se traduz em um uma tela com a memória de um corpo viveu, respirou e pulsou. Desta forma a imagem e a madeira se misturam e proporcionam ao expectador a experiência de sentir a natureza em uma perspectiva onde o caos e a serenidade se encontram. O projeto conta com 20 obras em tamanhos de 60X40 centímetros que pretende circular por seis cidades de diferentes regiões do estado do Paraná, além de um catálogo com obras do autor.

Sinopse

Iguaçu: Matéria e Memória é uma exposição itinerante que propõe uma imersão sensível e crítica nas paisagens, histórias e afetos que atravessam o território do Paraná. Com foco na relação entre natureza, cultura e memória, o projeto articula arte contemporânea, formação cultural e inclusão social por meio de uma programação que circula por seis cidades do estado entre junho e dezembro de 2026.A exposição apresenta obras que dialogam com o imaginário do Rio Iguaçu e suas margens, explorando materiais, narrativas e experiências que revelam camadas de pertencimento e transformação. Em cada cidade, a abertura da mostra será marcada por um bate-papo com o autor, criando um espaço de escuta e troca direta entre o artista e o público.Além da exposição, o projeto oferece diálogo com o autor como à experimentação artística, a troca de experiências com autor e à reflexão sobre os temas da mostra, fortalecendo o papel da arte como ferramenta de escuta, expressão e cidadania. Como forma de ampliar o alcance e a memória da iniciativa, serão distribuídos catálogos para prefeituras, bibliotecas, instituições de arte e parceiros locais, além de cartões postais com imagens e temas da exposição, incentivando o público a levar consigo fragmentos da experiência vivida.Com início em abril de 2026 e término em janeiro de 2027, o projeto é dividido em três etapas:· Pré-produção: planejamento, contratação de equipe e articulação com espaços culturais locais.· Execução: circulação da exposição nas cidades de Cascavel, Francisco Beltrão, Guarapuava, Ponta Grossa, Maringá e Londrina.· Pós-produção: avaliação, organização de registros e prestação de contas.O projeto “Iguaçu: Matéria e Memória” reafirma o compromisso com a democratização do acesso à cultura, a valorização da diversidade e a construção de redes afetivas e colaborativas entre artistas, instituições e públicos. A proposta contempla medidas de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo que a experiência seja inclusiva e acolhedora para todos.

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar o projeto Iguaçu: Matéria e Memória por meio da itinerância de uma exposição fotográfica em seis cidades do estado do Paraná, composta por obras capturadas nas Cataratas do Iguaçu e impressas em madeira de reflorestamento e de demolição. A iniciativa inclui também a produção e distribuição de um catálogo fotográfico com trabalhos do artista Christian Rizzi, promovendo a valorização da paisagem natural e da memória material da região.Objetivos específicos:1. Produzir 20 obras fotográficas inéditas capturadas nas Cataratas do Iguaçu, impressas em madeira de reflorestamento e de demolição, valorizando práticas sustentáveis e a memória material da região.2. Realizar a itinerância da exposição "Iguaçu: Matéria e Memória" em seis cidades do estado do Paraná, promovendo o acesso gratuito à arte e à cultura em diferentes regiões.3. Desenvolver e distribuir um catálogo fotográfico com as obras do artista Christian Rizzi, contendo textos curatoriais e reflexões sobre a relação entre natureza, memória e arte.4. Promover ações de formação de público, como visitas mediadas, rodas de conversa e oficinas com o artista, estimulando o diálogo entre arte contemporânea e identidade regional.5. Valorizar o patrimônio natural das Cataratas do Iguaçu por meio da linguagem fotográfica, incentivando a preservação ambiental e o reconhecimento da paisagem como elemento cultural.6. Fomentar a circulação de bens culturais e a descentralização da produção artística, contribuindo para o fortalecimento da economia criativa e da cadeia produtiva da cultura no estado do Paraná.7. Garantir acessibilidade e inclusão nas atividades do projeto, com materiais adaptados e estratégias que permitam a participação de pessoas com deficiência e de diferentes faixas etárias.

Justificativa

A exposição Iguaçu: Matéria e Memória propõe uma experiência artística singular que une fotografia, natureza e memória material, por meio do olhar sensível do artista Christian Rizzi. As obras, capturadas nas Cataratas do Iguaçu e impressas sobre madeira de reflorestamento e de demolição, estabelecem um diálogo poético entre o fluxo da água e os veios da madeira, entre o efêmero e o permanente, entre o caos e a serenidade. Trata-se de uma proposta que valoriza não apenas a paisagem natural como patrimônio cultural, mas também a memória dos materiais que compõem a obra.A itinerância da exposição por seis cidades do estado do Paraná visa ampliar o acesso à produção artística contemporânea, descentralizando o circuito cultural e promovendo a formação de público em regiões que muitas vezes não dispõem de programação regular de artes visuais. A gratuidade das atividades propostas para o público, reforçam o compromisso com a democratização do acesso e o direito à cultura. O projeto se alinha aos princípios da sustentabilidade ao utilizar madeira reaproveitada e de reflorestamento como suporte artístico, estimulando práticas conscientes e o debate sobre o uso de recursos naturais na arte. A proposta também contribui para o fortalecimento da economia criativa local, envolvendo profissionais da cultura, da produção e da comunicação em sua realização.Entendendo a relevância do projeto e considerando que o mesmo não dispõe de recursos financeiros para sua concepção e a execução integral, torna-se imprescindível utilizar a Lei Federal de Incentivo à Cultura nº 8.313/91. Tendo em vista que o projeto se enquadra os incisos do Artigo 1º: I contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País, nos incisos do Artigo 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e no Artigo 18º: § 3o As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: d) exposições de artes visuais. O uso da legislação, se apresenta como um meio para garantir o financiamento necessário a realização do projeto.Por sua potência estética e simbólica, Iguaçu: Matéria e Memória representa uma contribuição significativa para o cenário cultural paranaense. Ao unir arte contemporânea, sustentabilidade e valorização da paisagem natural, o projeto promove uma reflexão profunda sobre a identidade regional e o vínculo entre memória e território. Sua itinerância por diferentes cidades do estado amplia o acesso à produção artística de qualidade, estimula o diálogo entre público e obra, e fortalece a circulação de bens culturais fora dos grandes centros. Trata-se de uma iniciativa que enriquece o repertório visual e sensível da população, reafirmando o papel da arte como ferramenta de conexão, pertencimento e transformação social.

Especificação técnica

Produto Principal: Exposição Fotográfica Duração: 03 semanas em cada cidade e 20 minutos de conversa do artista com o público sobre o trabalho em cada evento de abertura da exposição. Configuração necessária: De preferência sala de exposições com pé direito, preparada com iluminação e expositores. Outros produtos do projeto: Catálogo Fotográfico Concepção e impressão de catálogo com trabalhos do autor para distribuição nas cidades por onde a exposição circular Outros produtos do projeto: Postais Concepção de postais com imagens e tema do projeto para distribuição ao público nas cidades por onde a exposição circular.

Acessibilidade

O projeto “Iguaçu: Matéria e Memória” propõe um projeto que respeite o compromisso com a inclusão, assegurando que as exibições das exposições sejam acessíveis a diversos públicos. Para garantir essa experiência plural, todos os momentos de fala, como nas aberturas das exposições deverão contar com interpretação em Libras, permitindo que pessoas com deficiência auditiva possam acompanhar e vivenciar plenamente os conteúdos artísticos e formativos. Além disso, os eventos serão realizados em espaços com infraestrutura adequada para receber pessoas com mobilidade reduzida, oferecendo conforto, segurança e autonomia. Ao incorporar medidas de acessibilidade desde sua concepção, o projeto reafirma a arte como um direito universal e como ferramenta de integração social.

Democratização do acesso

O projeto “Iguaçu: Matéria e Memória” respeita a democratização do acesso à cultura, adotando medidas concretas para ampliar a participação da comunidade em todas as cidades contempladas.Política de acesso:Todas as exibições da exposição terão entrada franca para todos.Além disso, pelo menos 15% da carga total de ingressos será disponibilizada a instituições sociais, escolas públicas e grupos em situação de vulnerabilidade, assegurando o acesso à públicos prioritários.10% dos ingressos serão reservados para patrocinadores, como contrapartida institucional.

Ficha técnica

CHRISTIAN GASTON RIZZI – Artista FotojornalistaChristian Gaston Rizzi é bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Atua como repórter fotográfico em Foz do Iguaçu, com registro profissional DRT/MTB nº 4229. É filiado à FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas) e à ARFOC (Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos), matrícula nº 500800. Possui ampla experiência nas áreas de fotojornalismo, reportagem cinematográfica, direção de fotografia e direção de cena. Entre suas principais competências estão: repórter fotográfico, repórter cinematográfico, jornalista, diretor de fotografia e diretor de cena. Iniciou sua trajetória profissional no Jornal do Iguaçu, onde atuou como repórter fotográfico entre os anos de 2000 e 2004. De 2005 a 2012, integrou a equipe de Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu, também como repórter fotográfico. Paralelamente, colaborou com a Gazeta do Povo entre 2005 e 2015, realizando coberturas em Foz do Iguaçu, em 25 estados brasileiros e em países como Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Chile e Estados Unidos. Entre 2015 e 2024, atuou na Frontpress como repórter fotográfico e cinematográfico, além de diretor de cena e fotografia, atendendo empresas do setor de agronegócios, prefeituras, revistas, jornais, sites e agências de notícias nacionais e internacionais. Como freelancer, realizou trabalhos para agências como Folha Press, Agência O Globo e Foto Arena (Brasil), além das internacionais Reuters, AFP e EFE. Suas fotografias foram publicadas em veículos como Folha de São Paulo, Estadão, O Globo, Estado de Minas, Zero Hora, Veja, Época, Isto É, entre outros. Também realizou coberturas fotográficas em áreas de conflito no Brasil, Paraguai, Israel e Palestina. Na área de produção cultural, contribuiu com fotografias em diversas publicações, incluindo: “Foz do Iguaçu do descaminho aos novos caminhos” (Denise Paro, Editora Epígrafe), “Viagem a Foz” (Miguel Sanches Neto, Editora Container), “Pandemia em Crônicas” (Waldson Almeida, Editora Viseu), “A Face da Desordem” (Luiz Eduardo Catta, Editora Blucher), “Gazeta do Povo, todo dia nunca é igual” (Editora Páideias) e “O ano em que o Foz Cataratas conquistou o Brasil” (Bruno Zanette, editora própria). Foi assistente de fotografia de Valdir Cruz no livro “Caminho das Águas”, da editora Cosac Naify. É produtor e videomaker do documentário “Palestina Fragmentos de uma História” (2019), que originou a exposição fotográfica homônima apresentada em diversos espaços culturais: Assembleia Legislativa de São Paulo (dezembro de 2019), Centro de Visitantes das Cataratas do Iguaçu (novembro de 2021), Espaço Renato Russo em Brasília (março de 2023) e sala Paulo Freire na Associação dos Professores do Distrito Federal (março de 2023).JOAQUIM RODRIGUES DA COSTA (JUCA RODRIGUES) – Produtor ExecutivoFormado em Gestão Pública, Juca Rodrigues atua há mais de 34 anos como ator, diretor, gestor e produtor cultural. Atuou em 31 espetáculos e dirigiu 46. Coordenador artístico do Teatro Ludovico Riedi entre 1995 e 1997. Foi oficineiro em projetos como Arte e Cultura no PTI, Paranização (Teatro Guaíra), Trilha Jovem, Vira Vida e SENAC. Idealizou o projeto “Cultura de Ponto em Ponto” e coautor da Lei do Sistema Municipal de Cultura de Foz do Iguaçu. Atuou na produção local de eventos como Palestina Vive 2013 e 2014, Concertos Internacional Trio Smetana e Edita Randová (República Tcheca), Barbatuques, projeto Fenda, Miguel Wisnik, Giovane Iasi. Oficineiro das disciplinas de Captação de Recursos e Pratica no curso de Assistente de Produção Cultural no IFPR (PRONATEC). Em 2015 atuou como oficineiro de comunicação e expressão no projeto VIRA VIDA em Foz do Iguaçu; ator no Ponto de Cultura “PALAVRAS EM CENA”, curador e avaliador no FETACAM (Campo Mourão), FESTIVAL DE TEATRO DE SANTA CATARINA – FECATE; no FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DE CHAPECÓ; FESTIVAL TECENDO O RISO (Concórdia); Consultor de cultura na Rede Regional de Cultura e Patrimônio da BP3. Entre 2017 e 2024, presidiu a Fundação Cultural de Foz do Iguaçu.DAYANA ANGELINA MADEIRA – Coordenadora de Produção CulturalProdutora cultural, formada em Jornalismo e Pós-graduação em Comunicação Audiovisual pela PUC-PR. Com expertise em coordenação, produção e gestão de projetos culturais e eventos. Ocupou cargos de liderança na Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, atuando como Diretora de Cultura e Coordenadora de Ação Cultural. Gestora e Produtora cultural na Companhia de Teatro Amadeus em eventos como Grafite no Viaduto da BR 277, saraus, Palestina Vive I e II, shows de José Miguel Wisnik e Giovane Iasi, concertos, recitais e esquetes teatrais, assistente de produção do Salão Internacional do Livro de Foz do Iguaçu, Festival de Teatro de Foz do Iguaçu, Virada Cultural em Foz do Iguaçu e Agenda Cultural do Parque Tecnológico de Itaipu, Coordenadora do Ponto de Cultura “Palavras em Cena” “Esquina Cultural”. Produtora executiva do curta-metragem "Do Amor: Pequenas Coisas", produziu peças teatrais como "A Cantora Careca" e "Identidade", além de peças teatrais para o Parque Tecnológico de Itaipu e Itaipu Binacional.MOHAMED – Assistente de Produção CulturalProfissional em formação na área de Jornalismo, com experiência em eventos culturais e comunicação pública. É fluente em três idiomas e possui habilidades em produção audiovisual, atuando em diferentes frentes da cadeia produtiva cultural. Comunicativo, versátil e comprometido com o aprendizado contínuo, tem se destacado em projetos de grande visibilidade na cidade de Foz do Iguaçu. Entre 2023 e 2024, integrou equipes de assessoria de imprensa em eventos municipais como o Carnafalls 2023 e a Feira do Livro de Foz do Iguaçu (edições de 2023 e 2024), atuando ao lado de profissionais como Daniela Valiente e Christian Rizzi. Também possui sólida experiência em direção de palco, tendo participado da coordenação técnica de eventos como Natal de Águas e Luzes (2023 e 2024), Carnafalls 2024, MegaRock 2023 e as celebrações do Ano Novo Chinês (2024 e 2025). Em 2025, atuou como assistente de produção na FARTAL, em parceria com o produtor Christian Rizzi. Entre 2022 e 2024, realizou estágio em jornalismo na Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, onde produziu vídeos, fotografias, releases, roteiros e artes para editais culturais, ampliando sua experiência em comunicação institucional e produção de conteúdo. É graduado em Direito pela UNIFOZ (2017–2021), formação que contribui para sua visão crítica e capacidade de articulação em projetos culturais e sociais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.