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PRONAC 2514544Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O PAPEL DE PAREDE AMARELO E EU - CIRCULAÇÃO

NOSSO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 403,9 mil
Aprovado
R$ 403,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-02
Término
2029-02-02
Locais de realização (4)
Belo Horizonte Minas GeraisNatal Rio Grande do NorteAtibaia São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Produzir a circulação do espetáculo "O Papel de Parede Amarelo e Eu", livremente inspirado na obra de Charlotte Perkins Gilman, que traz à tona questões como o silenciamento da mulher, a medicalização da subjetividade feminina, a solidão, e os limites entre sanidade e criação. Contrapartida de formação: palestra sobre produção teatral e referente ao tema da peça que aborda relacionamentos tóxicos e suas implicações sociais e emocionais.

Sinopse

O Papel de Parede Amarelo e Eu traz a luz a história de uma mulher sozinha em um quarto ornamentado por um papel de parede que parece pulsar, onde ela escreve, delira, observa e tenta lembrar quem foi, ou imaginar quem poderia ser.Entre ruídos internos e ecos sociais, a personagem atravessa o isolamento, a imposição do silêncio e a inquietação de existir em um corpo vigiado.Livremente inspirada na obra de Charlotte Perkins Gilman, este monólogo é mais que uma adaptação: é uma experiência sensorial e íntima sobre os múltiplos aprisionamentos femininos. A encenação impõe um olhar estético singular, em que a personagem se entrelaça com uma trilha de vozes pré-gravadas, num diálogo consigo mesma que potencializa o desamparo e a urgência de libertação.O Papel de Parede Amarelo e Eu costura corpo, palavra e espaço em uma partitura cênica densa e inventiva, onde a angústia se materializa fisicamente e a busca por uma voz própria ressoa como gesto político. É um espetáculo sobre a solidão feminina, os limites do cuidado e a persistência das grades invisíveis. Porque ainda é preciso romper velhas prisões, sejam elas internas, sociais ou simbólicas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Apresentar ao público o espetáculo O Papel de Parede Amarelo e Eu, um monólogo que parte do conto de Charlotte Perkins Gilman para criar uma nova dramaturgia autoral, dirigida por Alessandra Maestrini e Denise Stoklos. Na montagem, Gabriela interpreta uma mulher confinada em um quarto pelo marido sob pretexto de tratamento médico, que desenvolve uma obsessão pelo papel de parede. A encenação extrapola a narrativa original e incorpora o posicionamento pessoal da atriz sobre sua vivência como mulher, ampliando a dimensão simbólica do texto. A atuação combina teatro físico, mímica e dança, resultando em uma linguagem cênica que dá corpo à angústia, à opressão e à resistência feminina.O objetivo é criar uma experiência sensorial e reflexiva sobre o aprisionamento social da mulher, ontem e hoje, e sua busca por libertação.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Realizar apresentações nas cidades de Atibaia (3 apresentações), Belo Horizonte (3 apresentações) e Natal (3 apresentações), em teatros com capacidade de 250 lugares, totalizando um público de 2.250 pessoas ao longo das apresentações, com ingressos nos valor de R$ 120,00 a inteira e R$ 60,00 a meia entrada e ingressos a preços populares a R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia).PRODUTO SECUNDÁRIO (CONTRAPARTIDA DE FORMAÇÃO):Realização de uma palestra formativa para 80 alunos e professores de escolas públicas, abordando a história do teatro brasileiro.

Justificativa

Justifica-se a realização do projeto através deste Mecanismo de Incentivo em virtude de o mesmo se enquadrar no Art. 1º, incisos III e VIII, e Art. 3º, inciso II, alínea C, da Lei 8.313/01. A circulação do espetáculo para diferentes cidades do Brasil amplia o alcance de seu discurso artístico e social, descentralizando o acesso à cultura, formando novos públicos e fortalecendo o teatro como espaço de reflexão e transformação. A itinerância permite também o intercâmbio entre artistas, produtores e comunidades locais, enriquecendo o diálogo cultural e reafirmando a relevância do teatro brasileiro no cenário nacional.Ao estabelecer um diálogo entre passado e presente, a obra convida o público a refletir sobre a persistência de estruturas de controle sobre os corpos e mentes das mulheres, além de dar visibilidade a experiências subjetivas muitas vezes invisibilizadas.A montagem amplia a força da narrativa ao apresentar uma única voz em cena, uma voz que, apesar de isolada, ressoa com muitas outras. É, portanto, uma obra necessária, não apenas por sua relevância histórica e literária, mas pela potência de sua abordagem artística e política, que promove empatia, conscientização e diálogo com o público contemporâneo.Na adaptação "O Papel de Parede Amarelo e Eu", as diretoras Denise Stoklos e Alessandra Maestrini imprimem marcas profundas de suas trajetórias singulares, reunindo potência cênica, rigor técnico e liberdade criativa em uma peça que transcende a adaptação convencional.Denise Stoklos, com sua reconhecida linguagem do "Teatro Essencial", traz ao processo uma abordagem que privilegia a expressividade do corpo, da voz e da presença em cena. Sua direção imprime à obra um sentido de urgência e radicalidade, explorando os limites da linguagem teatral como meio de revelar o que há de mais visceral na psique feminina silenciada. Através de sua experiência consolidada em monólogos autorais e sua busca por uma arte essencial e politicamente engajada, Denise potencializa o espaço cênico como lugar de libertação e confronto.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - A produção se compromete a selecionar locais para realização das apresentações que atendam aos requisitos de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Assim, o Projeto a ser realizado cumprirá o art. 27 do Decreto 5.761/2006, parágrafo II, ao proporcionar condições de acessibilidade aos portadores de deficiência e idosos. Acessibilidade Física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, etc. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Haverá um assistente de produção para acompanhar e orientar o referido público, bem como seus familiares. Acessibilidade para Deficientes auditivos: intérprete de libras - realizaremos 01 apresentação com acessibilidade garantida na cidade de Atibaia. Acessibilidade para Deficientes intelectuais: Haverá um assistente de produção para acompanhar e orientar o referido público, bem como seus familiares. PRODUTO: PALESTRAS / CONTRAPARTIDA SOCIAL - A produção se compromete a realizar a palestra em local que atenda aos requisitos de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Assim, a contrapartida de formação a ser realizada cumprirá o art. 27 do Decreto 5.761/2006, parágrafo II, ao proporcionar condições de acessibilidade aos portadores de deficiência e idosos. Acessibilidade Física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, etc. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Haverá um assistente de produção para acompanhar e orientar o referido público, bem como seus familiares. Acessibilidade para Deficientes auditivos: intérprete de libras. Acessibilidade para Deficientes intelectuais: Haverá um assistente de produção para acompanhar e orientar o referido público, bem como seus familiares.

Democratização do acesso

- Serão garantidas apresentações com ingressos promocionais com o valor de R$40,00 (vinte reais) inteira e meia-entrada de R$20,00 (dez reais), respeitando os 20% para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente. - Nas demais apresentações os ingressos terão valores de R$ 120,00 (cento e vinte reais) inteira e R$60,00 (sessenta reais) meia-entrada. - Serão distribuídos gratuitamente 10% dos ingressos do produto principal) para população de baixa renda, através de Instituições Beneficentes que atendam idosos, crianças, alunos provenientes de colégios da rede pública, pessoas em situação de vulnerabilidade social, pessoas portadoras de algum tipo de deficiência, população LGBTQUIA+, diversos tipos de ONGs de apoio social, cultural, educacional, Associações de bairros, entre outros tipos de Instituições que tenham interesse. - Será adotada a seguinte medida de ampliação do acesso: Promover a formação de plateia será realizada uma palestra gratuita para 80 alunos e/ou professores de escolas públicas e estudantes de baixa renda (10% do público estimado no plano de distribuição) sobre a história do teatro brasileiro.

Ficha técnica

A proponente NOSSO CULTURAL, representada pelo seu dirigente HEITOR MARQUÊS GARCIA, receberá através das rubrica de Produtor Executivo, sendo responsável pela gestão do processo decisório. Produtor Executivo: Heitor Garcia Ator, Produtor e Relações Públicas (Vencedor da XX exposição de pesquisa experimental em comunicação em 2013 na categoria comunicação organizacional). Iniciou seus estudos em teatro com José Renato Pamblona e Eliane Rosseto no Teatro dos Arcos Protagonizou três obras de Marcus Cardeliquio dirigidos por Eliane Rosseto. Junto com teatro iniciou os estudos de Ballet Clássico no Studio Malosá Participou como Ator em Óperas com direção de Stefano Poda e “direção de Livia Sabag, no Theatro Municipal de São Paulo Em Musicais esteve em cartaz no Theatro Net com o Musical “Um Encanto de Natal” e Turnê Nacional com o musical “Peter Pan SOS Planeta” Foi assistente de direção no espetáculo “Somos tão Jovens”, finalista do prêmio Aplauso Brasil, e no espetáculo “O Ovo de Ouro” para o diretor e seu atual sócio Ricardo Grasson, que juntos fundaram a produtora NOSSO cultural. Seus últimos espetáculos foram o premiado “O Bem Amado Musicado” e a montagem brasileira de “The boys in the band” ambos é assistente de direção e ator.No audiovisual é idealizador do programa Jade na sua casa realizou diversas campanhas publicitárias e participou do clipe de Mariana Nolasco e Rael. Atriz: Gabriela Duarte. Sua primeira experiência artística foi no cinema: duas pequenas participações nos filmes O Cangaceiro Trapalhão e O Trapalhão na Arca de Noé, ambos de 1983. No cinema, também esteve no filme O Vestido, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema Ibero-Americano de Huelva. Estreou como atriz na TV Bandeirantes em 1989, na minissérie Colônia Cecília, interpretando Bianca Rivas. Depois participou do grande sucesso dos anos 1980, Top Model, sua primeira telenovela. Na trama, Gabriela era Olívia, filha de Gaspar Kundera, personagem de Nuno Leal Maia. Após algumas participações, como em Rainha da Sucata e Retrato de Mulher, integrou o elenco do remake de Irmãos Coragem, em 1995, no qual interpretou um personagem equivalente ao de sua mãe Regina Duarte, na primeira versão, Rita de Cássia (Ritinha). Um ano depois, participou de dois episódios da série A Vida Como Ela É, baseada na obra de Nelson Rodrigues. Em 1997, ganhou ampla visibilidade na telenovela Por Amor, onde interpretou a mimada Maria Eduarda, personagem que gerou controvérsia e polêmica. Algumas atitudes da personagem na trama, consideradas por muitos telespectadores como infantis e egoístas acabaram gerando uma rejeição do público, tendo sido inclusive criado um site pioneiro na recém-implantada internet, no espírito "Eu odeio a Eduarda". O desempenho da atriz, no entanto, foi bastante sensível e maduro, o que acabou fazendo com que a personagem ganhasse respeito do público em determinada fase da trama, sendo uma das personagens mais marcantes da sua carreira. Na minissérie Chiquinha Gonzaga, em 1999, interpretou a compositora quando jovem e sua mãe, Regina Duarte, representou a mesma personagem na maturidade, sendo ambas elogiadas pelo desempenho. A minissérie foi um sucesso de audiência naquele ano. Após um breve hiato em sua carreira, constando somente participações em séries, em 2002 participa da novela Esperança como a prostituta Justine. Em 2003, faz uma participação especial no sucesso Kubanacan, como a sensual cantora Veruska Verón, atuando ao lado de Marcos Pasquim e Adriana Esteves. Em 2005 retorna à TV em América no papel de Simone Villa Nova, uma veterinária que se envolve com o protagonista da trama, Tião, vivido por Murilo Benício. Gabriela terminou a novela como uma das protagonistas da história de Glória Perez. Em 2007, atua em Sete Pecados com a personagem Miriam, uma diretora de escola pública que luta contra os preconceitos raciais e sociais e crê na melhoria do ensino público. Em 2008, a atriz faz uma participação no seriado Casos e Acasos (Globo). No ano seguinte, participa da microssérie Acampamento de Férias, com Renato Aragão, exibida pela Rede Globo. Depois de três anos de pequenas participações em seriados, volta às novelas em Passione, no papel de Jéssica, uma "nova rica" mimada, ciumenta e ninfomaníaca. Considerada pela atriz um "divisor de águas" em sua carreira, tal personagem recebeu reconhecimento da crítica e do público, onde também, segundo a atriz, deixa o estigma da sua personagem em Por Amor e deixa de ser comparada com a mãe Regina. Em 2010, esteve na peça teatral Ninguém Ama Ninguém... Por Mais De Dois Anos como Elvira. Em 2011, participou de um novo quadro do Fantástico, feito para o Dia dos Pais, chamado É Pai, É Pedra, interpretando Mônica, em 4 episódios. Em 2013, retorna ao cinema com a comédia Mato sem Cachorro e faz uma participação especial na novela Amor à Vida de Walcyr Carrasco, como Luana. Em 2016, particiou da primeira fase da novela A Lei do Amor, interpretando a misteriosa Suzana quando jovem. Sua mãe, Regina, representou a mesma personagem na segunda fase da trama. Em 2018, Gabriela é escalada para o elenco da novela Orgulho e Paixão. Na trama, a atriz interpreta a vilã Julieta Bittencourt, que é conhecida como a Rainha do Café. Direção de Produção - Ricardo Grasson - Ricardo Grasson é ator, produtor e diretor de teatro. Formado em cinema pela "NUCT " Nuova Università dell Cinema e della Televisione - Roma – Itália. Produziu nos últimos anos mais de 60 espetáculos ao lado de diretores como, Caco Ciocler, Eric Lenate, Marco Antonio Rodrigues, Vanessa Bruno, Michele Ferreira, Wolf Maya, José Possi Neto, Cyntia Falabella, Marcela Lordy, Elias Andreato entre outros. No cinema recebeu o prêmio de melhor ator por sua atuação no filme, Uriele, de Nana Frozzina Festival de Marsala, Sicília, Itália em 2006. Como ator revelação pelo mesmo filme no Glob Festival de Roma, 2007. Em 2018 dirigiu o espetáculo "SOMOS TÃO JOVENS " em 2019 dirigiu o espetáculo O OVO DE OURO e em 2020 o espetáculo A BICICLETA DE PAPEL, seus últimos trabalhos como diretor e encenador foram "Identidade X MAX E EVA", "MARIA THEREZA E DENER", "O FALCÃO VINGADOR" e "O BEM AMADO MUSICADO” no qual foi indicado ao Prêmio PRIO do Humor 2023 na categoria de melhor direção, ao prêmio Bibi Ferreira como melhor direção e espetáculo Brasileiro, foi premiado como melhor diretor no prêmio DID Teatro musical 2022 e melhor espetáculo no prêmio ARCANJO SP. Suas últimas direções são dos espetáculos O Dia Seguinte com Adriana Birolli e Eduardo Pelizzari e é diretor da montagem brasileira de The Boys in the Band. Direção e Adaptação: Alessandra Maestrini é atriz, cantora, autora e diretora, com sólida trajetória nos palcos e na televisão. Reconhecida por sua versatilidade, transita entre teatro musical, drama e comédia com excelência. Destacam-se trabalhos como “New York, New York” e “Yentl em Concerto”. Como diretora, alia sensibilidade artística e visão contemporânea em projetos que integram música, performance e questões sociais. Direção e Adaptação: Denise Stoklos, é atriz, autora e diretora com mais de 50 anos de carreira, criadora do "Teatro Essencial", reconhecida internacionalmente por seus monólogos autorais e linguagem inovadora. Representou o Brasil em diversos festivais internacionais e teve suas obras encenadas em mais de 30 países. Recebeu importantes prêmios nacionais e internacionais por sua contribuição à arte cênica e à experimentação teatral. Prestação de Contas: Maristela Bueno - Produtora, roteirista e advogada. Formada em Direito pela Universidade Paulista, em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante e pós-graduada em Direito do Entretenimento pela ESA – OAB/SP. Diretora da Pipoca Cultural, empresa que presta serviços de gestão de projetos incentivados nos segmentos de artes cênicas, visuais, humanidades e audiovisual, assessoria jurídica, produção executiva, criação de roteiros e produção de eventos culturais e corporativos. Iniciou sua carreira como produtora e roteirista em 2004. Entre 2007/2020 foi produtora executiva, roteirista e consultora jurídica da Escola de Atores Wolf Maya, trabalhando com os diretores Wolf Maya, Michael Rumam, Del Rangel, Mauro Batista Vedia, Eliana Fonseca, Renato Simões, Sérgio Ferrara, Marco Antônio Braz, Sandra Corveloni, Zé Henrique de Paula, Marco Antonio Pâmio, Ruy Cortez, Elias Andreatto, Kleber Montanheiro, Dan Rosseto, Kiko Marques e Hugo Coelho. Em 2021/22, trabalhou como produtora no Reality Masterchef edições 8 e 9, da TV Bandeirantes e produtora de conteúdo dos Realities “A Grande Conquista” edições e e 2, em 2023 e 2024 e “A Fazenda” edições 13, 14, 15, 16 e 17 (2021 a 2025), da Tv Record. É autora da peça teatral Biografia Não Autorizada (2013) e do premiado curta metragem Nóia - Um Dia No Limite (2015), com direção de Elder Fraga, o qual foi finalista em mais de 55 festivais brasileiros e internacionais, inclusive do Festival de Cannes, além de ganhar 30 prêmios, sendo premiada como melhor roteirista do I Festivou – Festival Audiovisual Independente Brasileiro. Como gestora realizou os seguintes espetáculos:“Rock Show o Musical”, de Hudson Glauber – Direção Hudson Glauber – 2008 (Teatro Brigadeiro)“O Inspetor”, de Nikolai Gogol – Direção: Hudson Glauber – 2011 (Teatro Nair Bello)“A Dama do Mar”, de Henrik Ibsen– Direção: Sérgio Ferrara – 2012 (Teatro Nair Bello)“A Hora Perigosa”, de Clara Meirelles – Direção: Daniel Herz – 2014 (Teatro Fashion Mall - RJ)“O Semeador”, de Gabriel Chalita – Direção Hudson Glauber – 2015/2016 (Teatro MuBE)“A Serpente”, de Nelson Rodrigues – Direção Eric Lenate – 2017/2018 (Teatros Viradalata e Faap)“Relaxa que é Sexo”, de Wolf Maya – Direção Wolf Maya – 2018 (Teatro Nair Bello)“Muito Louca”, de Gabriel Chalita – Direção Hudson Glauber – 2018 (Teatro Raul Cortez)“Irmãs Siamesas”, de José R Siqueira – Direção Sebastien B Michel – 2018 (Teatro A. Francesa)“Avesso”, de Daniel Torrieri Baldi – Direção Hudson Glauber – 2018/2019 (Teatro Nair Bello)“Irineu”, de Tiago Luchi – Direção Ricardo Grasson – 2024 (Teatro Marte Hall)“Funny Girl- A Garota Genial” – Direção Gustavo Barchilon – 2024 – (Teatro Porto Seguro)“O Papel de Parede Amarelo e Eu” – Direção Denise Stoklos e Alessandra Maestrini, - 2025 (Teatro Marte Hall e FAAP)“O Palhaço Está Sem Graça” – Direção Hudson Glauber – 2025 (Teatro Nair Bello)“Dream Girls” – Direção Gustavo Barchilon – 2025 (Teatro Santander)

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.