Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2514550Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Na Floresta: Cultura, Natureza e Tecnologia em Experiência Imersiva

NA FLORESTA CONSCIENTIZACAO AMBIENTAL LTDA
Solicitado
R$ 3,54 mi
Aprovado
R$ 3,54 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Na Floresta - Cultura, Natureza e Tecnologia em Experiência Imersiva é uma instalação artística expositiva de longa duração de caráter criativo, cultural e educativo, sediada no Jardim Botânico de São Paulo. Um circuito de experiências artísticas, imersivas, sensoriais e interativas que une arte, ciência e tecnologia para promover o conhecimento sobre a biodiversidade, os biomas brasileiros, os oceanos, os ciclos ecológicos e os desafios contemporâneos das mudanças climáticas. A arte a serviço de todos.

Sinopse

O projeto “Na Floresta” nasce do desejo de reconectar o ser humano à natureza por meio da cultura, da arte e das novas tecnologias. Em um mundo cada vez mais urbano e digital, no qual o contato com o ambiente natural torna-se escasso e mediado, esta proposta se inscreve como um convite à redescoberta do mundo natural, não apenas como recurso, mas como patrimônio simbólico e sensível da humanidade.Partimos da ideia de que a floresta é cultura. A biodiversidade não está dissociada da diversidade cultural. Povos originários, comunidades tradicionais, mitologias, narrativas e formas de vida se entrelaçam com os ciclos da floresta e da terra. Portanto, o projeto compreende a floresta não apenas como um ambiente ecológico, mas como um espaço de cultura viva, que envolve saberes, práticas, linguagens e modos de ver e viver o mundo.Arte, sensibilidade e imaginaçãoInspirado por esse entendimento, “Na Floresta” propõe um percurso imersivo, sensorial e interativo que integra arte e ciência, tecnologia e ancestralidade. Utilizando recursos como videomapping, instalações interativas, jogos digitais, animações educativas e design imersivo, o projeto transforma o conhecimento em experiência estética e afetiva, que toca o visitante por meio dos sentidos, da imaginação e da empatia.Cada estação do circuito apresenta um fragmento simbólico do mundo natural: os biomas brasileiros e seus animais; o som dos insetos; a dança dos plânctons nos oceanos; o ciclo da seiva nas árvores; a comunicação invisível dos fungos; o impacto das mudanças climáticas. Esses conteúdos são traduzidos em poéticas digitais que ensinam enquanto encantam.Saberes culturais, tecnologias sensíveisO projeto também dialoga com saberes culturais diversos — especialmente de povos originários e comunidades que vivem em relação direta com os ecossistemas —, resgatando narrativas que valorizam o cuidado, o respeito e a interdependência entre todos os seres. A proposta assume, assim, uma visão não antropocêntrica, na qual a floresta deixa de ser apenas cenário e passa a ser protagonista, voz, sujeito.O uso de tecnologias sensíveis não tem função meramente ilustrativa ou lúdica, mas sim comunicacional, educativa e estética. São meios para tornar visíveis processos invisíveis, dar corpo à abstração científica, criar envolvimento e provocar novas formas de pensar, sentir e se posicionar no mundo.Cultura da sustentabilidade e educação estética“Na Floresta” é, portanto, um projeto de educação estética e cultural para a sustentabilidade. Ao integrar arte, natureza e inovação, ele responde aos desafios contemporâneos com linguagens culturais transformadoras, que promovem:A valorização da floresta e da biodiversidade;A ampliação do repertório sensível e crítico de crianças e adultos;A apropriação criativa de saberes ambientais por meio da arte;O fortalecimento da cultura da sustentabilidade como valor ético e estético.Trata-se de um projeto cultural que vê a arte como forma de conhecimento e a tecnologia como ponte para o encantamento — um caminho para sensibilizar o presente e imaginar futuros desejáveis.

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar o circuito expositivo Na Floresta _ Cultura, Natureza e Tecnologia em Experiência Imersiva, de caráter artístico, cultural e educativo, sediada no Jardim Botânico de São Paulo. Promover o acesso à cultura por meio de uma instalação artística e educativa que utiliza tecnologias imersivas e interativas para sensibilizar o público sobre a importância da natureza, da biodiversidade e da sustentabilidade, incentivando a reflexão crítica e o encantamento sensível diante da vida.Objetivos Específicos:Criar uma exposição artística de longa duração de alto impacto visual, sensorial e educativo, integrada ao ambiente do Jardim Botânico de São Paulo;Desenvolver conteúdos culturais e científicos de forma acessível, lúdica e envolvente, para públicos diversos;Estimular o contato entre arte, ciência e meio ambiente por meio de linguagens contemporâneas e inovadoras;Ampliar o repertório cultural e ambiental dos visitantes com ênfase em crianças e jovens, especialmente da rede pública de ensino;Contribuir para a valorização simbólica e afetiva da natureza brasileira, com foco nos biomas e ecossistemas nacionais;Oferecer experiências educativas inclusivas, com acessibilidade física e cognitiva;Utilizar recursos de tecnologia sensorial e narrativa imersiva para criar envolvimento e impacto emocional com os temas abordados;Fortalecer o papel do Jardim Botânico de São Paulo como espaço de cultura, ciência e educação ambiental.O projeto "Na Floresta - Cultura, Natureza e Tecnologia em Experiência Imersiva" tem como objetivo central promover a articulação entre arte, cultura e meio ambiente por meio de um percurso expositivo sensível, imersivo e interativo, que utiliza linguagens contemporâneas para aproximar os visitantes dos ecossistemas brasileiros e da riqueza simbólica da natureza.A exposição parte do entendimento de que a arte é um instrumento privilegiado para sensibilização, reflexão e transformação social. Ao explorar recursos artísticos como videomapping, projeções narrativas, ambientações sensoriais e design imersivo, o projeto cria experiências que não apenas informam, mas tocam o imaginário e despertam conexões afetivas com a floresta, os animais, os ciclos da vida e os elementos naturais.

Justificativa

Este projeto se enquadra na LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, de acordo com os seguintes objetivos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Em tempos de urgência climática, crescente urbanização e distanciamento dos ritmos naturais, torna-se cada vez mais necessário promover ações culturais que restabeleçam vínculos simbólicos, afetivos e éticos entre os seres humanos e a natureza. A proposta da exposição "Na Floresta _ Cultura, Natureza e Tecnologia em Experiência Imersiva", localizada no Jardim Botânico de São Paulo, nasce do reconhecimento de que a arte e a cultura possuem papel essencial na sensibilização de públicos diversos sobre as questões ambientais, utilizando-se de linguagens contemporâneas, acessíveis e transformadoras.Historicamente, a natureza sempre ocupou lugar central nas expressões culturais humanas — das pinturas rupestres às obras modernas, da mitologia dos povos originários às práticas artísticas de vanguarda. Nas artes visuais, na literatura, na música e nas narrativas orais, a floresta aparece não apenas como cenário, mas como símbolo de vida, mistério, ancestralidade e resistência. A relação entre cultura e natureza é, portanto, uma relação fundante da própria sensibilidade humana, e deve ser resgatada, atualizada e expandida pelas práticas culturais do presente.Nesse contexto, o projeto "Na Floresta" propõe-se como um dispositivo cultural que une arte, ciência e tecnologia, articulando experiências imersivas, sensoriais e interativas para promover o conhecimento e o encantamento sobre os ciclos naturais da vida, a biodiversidade, os biomas brasileiros, os oceanos e os desafios das mudanças climáticas. A partir de uma abordagem interdisciplinar e estética, a exposição desperta nos visitantes um olhar mais atento, poético e comprometido com o mundo vivo.O uso da tecnologia _ como videomapping, interfaces sensoriais, realidade aumentada e mesas interativas _ não substitui a dimensão artística, mas a expande, oferecendo novas formas de fruição, interação e experimentação estética. Essas ferramentas atuam como mediadoras entre o público e os conteúdos culturais, rompendo com a lógica passiva da contemplação tradicional e permitindo uma relação ativa, envolvente e afetiva com o conhecimento.Além disso, a escolha do Jardim Botânico de São Paulo como sede da exposição insere o projeto em um território de enorme relevância simbólica e ambiental, ampliando seu alcance e impacto cultural. O Jardim Botânico é não apenas um espaço de preservação ambiental, mas também um espaço de memória, ciência, educação e cultura — onde o contato com a natureza pode ser vivido de maneira sensível, educativa e crítica.A proposta está alinhada às diretrizes da Lei Federal de Incentivo à Cultura, ao promover:A democratização do acesso à cultura, por meio de uma exposição gratuita e acessível a públicos diversos, com foco em escolas públicas e comunidades periféricas;A valorização do patrimônio cultural e natural, ao destacar os biomas, os ciclos ecológicos e os saberes tradicionais que compõem a diversidade cultural brasileira;A inovação nas linguagens artísticas, explorando novos formatos narrativos e sensoriais, com uso criativo de tecnologia a serviço da experiência cultural;A formação de público e a educação cultural, com estratégias de mediação que integram arte, ciência e educação ambiental.Dessa forma, "Na Floresta" não se configura apenas como uma exposição, mas como um espaço vivo de cultura, onde o visitante é convidado a imaginar, sentir, aprender e repensar suas relações com o mundo. Trata-se de um projeto que aposta na potência simbólica da arte para reconstruir imaginários, promover consciência coletiva e fortalecer o papel das instituições culturais no enfrentamento dos grandes desafios do nosso tempo.Assim, sua realização é não apenas pertinente, mas necessária — como política pública de cultura que enxerga na arte um campo fecundo de transformação social, sustentabilidade e cuidado com a vida.

Estratégia de execução

Na Floresta – Cultura, Natureza e Tecnologia em Experiência Imersiva é um projeto cultural de rara potência simbólica e artística, que articula, com sofisticação e sensibilidade, os campos da arte, da ciência e da tecnologia em uma proposta educativa de profundo impacto social e ambiental. Instalado de forma permanente no Jardim Botânico de São Paulo — um dos mais importantes espaços de preservação ambiental e patrimônio paisagístico do país —, o projeto configura-se como um percurso expositivo imersivo e interativo, concebido para despertar, por meio da experiência sensorial e estética, o encantamento e o compromisso com a vida natural em todas as suas formas.A proposta parte do reconhecimento da floresta como um espaço de cultura viva, onde se entrelaçam biodiversidade e diversidade cultural, saberes ancestrais e cosmologias originárias, ciclos ecológicos e mitologias de pertencimento. A natureza, aqui, não é representada como mero recurso ou cenário, mas como protagonista da narrativa, como presença ativa que pulsa, comunica e ensina. Assim, “Na Floresta” reinterpreta o papel da exposição não apenas como espaço de transmissão de conhecimento, mas como um dispositivo artístico e educativo capaz de reconectar os visitantes ao mundo natural por meio da emoção, da imaginação e da escuta sensível.Ao utilizar linguagens artísticas contemporâneas como o videomapping, os jogos digitais, as animações educativas e os ambientes sonoros imersivos, o projeto transforma dados científicos e temas ambientais em poéticas visuais e táteis, acessíveis a públicos diversos. Cada estação do circuito revela fragmentos simbólicos do universo ecológico — o canto dos inset— os fungos e sua rede subterrânea de comunicação, o movimento invisível do plâncton nos oceanos, a dança das estações, o impacto crescente das mudanças climáticas. Esses fenômenos, muitas vezes imperceptíveis ou restritos ao campo da ciência especializada, são convertidos em experiências sensíveis, onde os visitantes não apenas aprendem, mas sentem e participam, ampliando seu repertório cultural e ecológico.Nesse sentido, o projeto atua como uma forma de educação estética para a sustentabilidade, promovendo o que se pode chamar de ecologia do sensível. A floresta não é apenas ensinada, mas encenada, dramatizada, poetizada — sua complexidade é traduzida por narrativas visuais e sonoras que atravessam o corpo e os sentidos. O uso das tecnologias, longe de ser apenas um recurso didático, assume um papel de mediação afetiva e artística, revelando aquilo que os olhos sozinhos não captam: os fluxos, os ritmos, as interdependências invisíveis que sustentam a vida.Do ponto de vista artístico, a exposição é uma obra total, que combina elementos de arte digital, instalação imersiva, design de interação e cenografia sensorial. Do ponto de vista cultural, reafirma o valor simbólico da natureza como matriz de sentido e inspiração para as culturas humanas — dos povos originários às linguagens tecnológicas contemporâneas. E do ponto de vista educativo, constitui-se como ferramenta poderosa de formação de públicos, integrando metodologias ativas, mediação cultural e materiais pedagógicos para escolas, professores e famílias, com ênfase especial na inclusão de estudantes da rede pública de ensino.O projeto também valoriza a acessibilidade plena — física, cognitiva e sensorial —, garantindo que pessoas com deficiência possam vivenciar a exposição com autonomia e plenitude. Estações táteis, audiodescrição, conteúdo em Libras, linguagem simples e sinalização de alto contraste fazem parte do compromisso ético e estético com a inclusão.Além disso, a escolha do Jardim Botânico como sede não é apenas estratégica, mas simbólica: um espaço histórico, científico e educativo torna-se, com “Na Floresta”, também um espaço artístico de mediação cultural e ecológica. Ao ocupar este território, o projeto reposiciona o Jardim Botânico como lugar de experiências culturais transformadoras, que estimulam o pensamento crítico, a sensibilidade ambiental e o cuidado coletivo com o planeta.Em tempos de urgência climática, colapso ecológico e distanciamento entre os seres humanos e os sistemas naturais, “Na Floresta” é mais do que uma exposição — é um chamado. Um chamado para ver, ouvir, tocar e sentir o mundo natural como parte de nós. Um convite para reimaginar nossas formas de habitar o planeta. E, sobretudo, uma aposta na potência simbólica da arte e da cultura como caminhos possíveis para reconstruir nossa relação com a vida.Trata-se, portanto, de um projeto profundamente contemporâneo e necessário, que reconhece na arte uma ferramenta de transformação social, na cultura um espaço de pertencimento e na natureza uma fonte inesgotável de sabedoria, encantamento e futuro.

Especificação técnica

O projeto “Na Floresta – Cultura, Natureza e Tecnologia em Experiência Imersiva” propõe uma exposição permanente e imersiva no Jardim Botânico de São Paulo, estruturada sobre um conjunto sofisticado de soluções tecnológicas aplicadas à arte, à ciência e à educação. Trata-se de uma experiência phygital – que une o físico e o digital – por meio de um circuito expositivo que emprega recursos de alta tecnologia para proporcionar uma vivência sensorial e interativa, voltada para a conscientização ambiental, a valorização da biodiversidade e a reconexão simbólica com o mundo natural.No plano técnico, a exposição é concebida a partir da combinação de tecnologias sensoriais, interfaces responsivas e sistemas de automação e projeção, distribuídos ao longo de diferentes estações temáticas. Cada estação explora um aspecto da vida na floresta, utilizando-se de recursos como videomapping, projeções dinâmicas, painéis touchscreen, sensores de movimento, sistemas de som direcional, fones de ouvido individuais, mesas digitais e dispositivos de resposta por toque, para criar uma narrativa viva, envolvente e educativa. A integração entre os dispositivos físicos e os conteúdos digitais foi projetada de modo a garantir imersão completa sem perder a clareza e a legibilidade das informações.Um dos recursos mais utilizados é o videomapping interativo, aplicado sobre superfícies cenográficas que simulam troncos de árvores, rios e biomas brasileiros. Com sensores de toque ou botões físicos, os visitantes podem acionar animações explicativas, como os fluxos de seiva nas plantas, a troca gasosa nas folhas ou a vida microscópica nos oceanos. Esses conteúdos são produzidos em alta resolução, com trilha sonora original e narração acessível, buscando criar uma comunicação multissensorial com o público.Além disso, o projeto contempla a criação de jogos digitais educativos, desenvolvidos em mesas touch e painéis verticais, que funcionam como experiências lúdicas de aprendizado. Os visitantes poderão interagir com quizzes sobre fauna e flora, ligar comportamentos a características animais, ouvir sons específicos de insetos, montar cadeias ecológicas e explorar a inteligência dos fungos e das redes subterrâneas de nutrição da floresta. As soluções de gamificação, combinadas com o design imersivo dos ambientes, tornam o aprendizado envolvente e espontâneo.Em ambientes como o “Barco Amazônico”, a tecnologia é empregada para gerar uma imersão audiovisual completa, com projeções sincronizadas, sons ambiente e movimentação simulada de luz e sombra, criando a sensação de um passeio de canoa pelos rios amazônicos. Já no espaço dedicado às mudanças climáticas, os visitantes ativam painéis digitais com botões físicos que disparam animações explicativas sobre os impactos do aquecimento global em diferentes regiões do planeta.A arquitetura técnica da exposição foi desenhada para ser modular, de fácil manutenção e energeticamente eficiente. Os equipamentos serão integrados por meio de um sistema central de controle, que permite atualizações remotas, diagnóstico de falhas e programação personalizada por faixa etária ou público. A infraestrutura também contempla dispositivos de acessibilidade, como legendas, audiodescrição, conteúdo em Libras e modos de contraste para baixa visão, assegurando a inclusão total.Todos os conteúdos serão desenvolvidos pela equipe multidisciplinar da YDreams Global, empresa com expertise internacional na criação de experiências imersivas, com mais de duas décadas de atuação em projetos de museus, centros culturais e exposições de grande escala. A produção digital inclui motion graphics, programação de softwares interativos, sonorização espacial, produção de conteúdo editorial e desenvolvimento de plataformas interativas sob medida.Por fim, o projeto prioriza o uso de materiais duráveis e recicláveis para a construção cenográfica, além da adoção de práticas sustentáveis na operação tecnológica, como uso de LEDs, sensores de presença, sistemas de áudio direcional que evitam dispersão sonora e controle automatizado de iluminação e temperatura.Com essa configuração técnica e tecnológica, “Na Floresta” propõe-se como uma experiência inovadora de alto impacto artístico, cultural e educativo, utilizando a tecnologia não como fim, mas como meio de provocar encantamento, reflexão e transformação.

Acessibilidade

PRODUTO: Exposição de Artes Visuais1. DEFICIÊNCIA FÍSICA - Garantir que o local da exposição seja acessível a cadeiras de rodas, com rampas e elevadores adequados. - Disponibilizar estacionamento acessível próximo ao local. - Instalar corrimãos em áreas de acesso e de escadas.2. DEFICIÊNCIA VISUAL: - Oferecer informações em formatos acessíveis, como Braille, letras ampliadas e audiodescrição para pessoas com deficiência visual. - Oferecer roteiros táteis que permitam aos visitantes com deficiência visual explorar objetos ou exposições de forma tátil. - Utilizar sinalização clara e de alto contraste para orientar os visitantes. - Proporcionar áudio descrição para exposições interativas ou vídeos, tornando o conteúdo acessível para pessoas com deficiência visual.3. DEFICIÊNCIA AUDITIVA: - Incluir legendas em vídeos e materiais audiovisuais para atender às necessidades de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. - Contratar intérpretes de Libras para auxiliar visitantes surdos na comunicação.4. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS - Utilização de uma linguagem clara e simples em materiais escritos e placas para facilitar a compreensão por parte de visitantes com dificuldades de leitura ou cognição. - Integração de tecnologias assistivas, como dispositivos de amplificação sonora - Será permitido que visitantes toquem e interajam com objetos ou materiais seguros, proporcionando uma experiência tátil enriquecedora. - Será garantido que a equipe esteja capacitada para atender e auxiliar visitantes com necessidades especiais, promovendo uma abordagem inclusiva e acolhedor5. Áreas de Descanso e Serviços Sanitários Acessíveis: - Garantir que haja áreas de descanso acessíveis com assentos confortáveis. - Disponibilizar banheiros acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida.6. Treinamento da Equipe: - Treinar a equipe da exposição em como lidar com visitantes com necessidades especiais, promovendo a empatia e a comunicação eficaz.

Democratização do acesso

Democratização de AcessoA proposta Na Floresta _ Cultura, Natureza e Tecnologia em Experiência Imersiva assegura ampla democratização de acesso por meio de gratuidade integral de visitação para todos os públicos, com especial atenção a estudantes e professores da rede pública de ensino, instituições socioeducativas, ONGs e comunidades periféricas. A forma de distribuição será realizada mediante agendamento prévio junto ao setor educativo do Jardim Botânico de São Paulo e retirada antecipada de ingressos em plataforma digital gratuita, garantindo organização de fluxo e evitando restrições desnecessárias de público.Não haverá cobrança para participação nas atividades educativas associadas à exposição, e todos os produtos culturais gerados pelo projeto — como materiais educativos impressos e digitais, vídeos, guias de visita e conteúdos multimídia — serão distribuídos gratuitamente em versão física (quando aplicável) e disponibilizados para download no site oficial e nas redes sociais do projeto, sem restrições de acesso ou uso educacional.Medidas adicionais de ampliação de acesso incluem:Ensaio aberto da instalação antes da abertura oficial, destinado a estudantes e educadores de instituições públicas, com visita mediada e debate com a equipe de curadoria;Oficinas paralelas de arte, ciência e tecnologia, integrando conteúdos da exposição e estimulando o aprendizado ativo, realizadas em formatos presenciais e remotos;Transmissão pela internet de conteúdos complementares, como palestras, conversas com artistas e cientistas, vídeos de bastidores e visitas virtuais imersivas, acessíveis de forma gratuita e irrestrita;Parcerias institucionais com redes públicas de ensino e centros culturais para viabilizar transporte gratuito de grupos escolares até o Jardim Botânico;Adaptação de todo o conteúdo para acessibilidade física, visual, auditiva e cognitiva, garantindo a participação plena de pessoas com deficiência.Essas estratégias asseguram que o projeto cumpra seu papel como política cultural inclusiva, ampliando o alcance territorial e social, e garantindo que a experiência seja vivida por públicos diversos, independentemente de condições econômicas, geográficas ou físicas.

Ficha técnica

Manu Karsten – Veterinária, Educadora Ambiental e Comunicadora Multiplataforma | Responsável Técnico e Proponente | Coordenador do Projeto: Manu Karsten é médica veterinária, comunicadora e uma das mais engajadas defensoras da relação entre seres humanos, animais e o meio ambiente no Brasil contemporâneo. Fundadora do projeto que deu origem à exposição Binóculos da Liberdade, é uma voz influente na promoção da educação ambiental e no fortalecimento do vínculo afetivo entre o público urbano e a fauna silvestre. Com destacada atuação na mídia, Manu integra atualmente a equipe da BandNews FM, além de ter comandado quadros dedicados ao universo animal em veículos de grande audiência como Record TV, SBT e Band TV – sendo apresentadora dos programas SPets e Invasão Pet, entre outros. Sua presença em veículos de comunicação sempre foi orientada pela missão de traduzir o conhecimento científico e ecológico em experiências acessíveis, educativas e sensibilizadoras. Em 2019, foi reconhecida internacionalmente ao receber a National Geographic Educator Certification, por seu projeto sobre o papel crucial das abelhas na preservação ambiental e na manutenção da biodiversidade. Seu trabalho, comprometido com causas socioambientais, alia rigor técnico, empatia comunicacional e profundo senso de responsabilidade ecológica, consolidando sua trajetória como uma referência na articulação entre ciência, cultura e cidadania. Será remunerado pelas rubricas de Coordenador e Diretor do Projeto. Mari Leandro – Bióloga, Comunicadora Científica e Educadora Ambiental | Formada em Ciências Biológicas pela UNESP, Mari Leandro é uma jovem liderança no campo da educação ambiental, destacando-se por sua atuação interativa e acessível na divulgação científica voltada a públicos diversos. Sua experiência no Projeto TAMAR, referência nacional na conservação de tartarugas marinhas, consolidou seu encantamento e compromisso com ações de educação para a preservação da biodiversidade. Com mais de 5 anos de experiência no manejo e no bem-estar de animais silvestres e não convencionais, Mari atua atualmente como responsável pelas frentes de manejo, educação ambiental e comunicação digital da empresa Na Floresta, projeto que soma mais de 100 mil seguidores. Ao lado da prática técnica e do contato direto com os animais, Mari se tornou referência em conteúdo digital voltado à divulgação científica, com presença ativa nas redes sociais (@bio_mari_) que somam mais de 58 mil seguidores no Instagram, TikTok e YouTube. Sua atuação aproxima ciência e cotidiano de forma criativa, afetiva e responsável, promovendo novas linguagens para a educação ecológica e tornando o conhecimento ambiental mais inclusivo e transformador.Rodrigo Santos – Biólogo, Educador Ambiental e Especialista em Manejo de Fauna Silvestre | Biólogo graduado pela UNINOVE, com especialização em Zoologia e atuação como membro do Grupo de Estudos em Etologia e Interações Interespecíficas (GEENITI), Rodrigo Santos construiu uma trajetória sólida e comprometida com o manejo responsável, a promoção do bem-estar animal e a formação de consciência ambiental crítica. Com mais de 8 anos de experiência em ambientes controlados e educativos, Rodrigo é hoje responsável técnico pelo manejo de animais na empresa Na Floresta, além de atuar como educador ambiental em atividades voltadas à popularização da ciência e ao encantamento do público com o mundo natural. Seu trabalho integra responsabilidade técnica, pesquisa e engajamento social, criando experiências formativas que aliam conhecimento biológico, respeito à vida e sensibilização ecológica. Rodrigo também atua como palestrante e formador em cursos e capacitações voltados à fauna silvestre e animais exóticos, contribuindo para a ampliação do debate público sobre preservação, legislação ambiental e ética animal.Priscila Maria Bueno – Turismóloga e Coordenadora Cultural com Ênfase em Interculturalidade | Turismóloga formada pela Universidade São Judas Tadeu (2002), Priscila Maria Bueno é especialista em coordenação de projetos culturais e eventos educativos com mais de duas décadas de experiência em atividades de lazer, mediação cultural e vivências interétnicas. Atuando como monitora, recreadora e coordenadora, tem contribuído significativamente para a construção de pontes entre saberes tradicionais e públicos diversos. Por 14 anos, foi coordenadora do projeto “Intercâmbio Cultural Índios do Xingu”, com ênfase na relação com a etnia Kuikuro, promovendo o diálogo entre culturas indígenas e contextos urbanos através de ações educativas, oficinas, rodas de conversa e eventos de grande alcance. Seu trabalho expressa uma rara sensibilidade para a diversidade cultural brasileira e a valorização dos saberes ancestrais, sendo fundamental na concepção de experiências respeitosas, imersivas e formativas. Priscila é, portanto, uma articuladora entre educação, turismo, diversidade cultural e sustentabilidade, com atuação marcada pela escuta ativa, pela ética do cuidado e pelo protagonismo dos povos tradicionais.Flavia Müller – Pedagoga, Arte-Educadora e Formadora de Professores | Com mais de 20 anos de atuação na área da educação, Flavia Müller é pedagoga, especialista em Arte e Educação pela Universidade de São Paulo (USP), e reconhecida por sua sólida trajetória como professora, coordenadora pedagógica e formadora de professores em redes públicas e privadas de ensino. Sua experiência inclui a elaboração e acompanhamento de projetos pedagógicos inovadores, com ênfase na formação humana, no desenvolvimento de competências sensíveis e no estímulo à criatividade. Sua atuação contempla tanto a educação formal quanto processos de mediação cultural, desenvolvendo práticas que integram arte, ciência e sustentabilidade. Atualmente, Flavia dedica-se à educação ambiental, onde alia sua bagagem pedagógica à urgência das questões ecológicas, promovendo ações de formação voltadas a educadores, estudantes e comunidades escolares. Em 2024, obteve a certificação da National Geographic Educator, reconhecendo sua atuação como agente multiplicadora na promoção de uma educação integrada à natureza e à cidadania planetária. Flavia é uma profissional comprometida com o fortalecimento de uma cultura de paz, equidade e consciência socioambiental nas escolas e espaços culturais.Curadoria | Karina Israel, com mais de 20 anos de atuação profissional, Karina Israel é uma das pioneiras no desenvolvimento de negócios de interatividade no Brasil. Começou sua carreira nos anos 90, na MediaLab, e dirigiu a produção da Ogilvy Interactive em São Paulo, antes de sua ida à Europa para um mestrado em Ciência, Tecnologia e Sociedade na Universidade de Salamanca. Em Portugal, a executiva criou a divisão de Brand Experience da YDreams, pioneira no movimento de Phygital no mundo, liderou as primeiras atividades interativas em tempo real em dispositivos móveis, outdoor e lojas conceito, exposições interativas e museus imersivos do Ocidente. Em 2006, cursou Pós-graduação em Gestão de Empresas, da Universidade Nova de Lisboa. Em 2010, retornou ao Brasil para assumir a direção executiva da YDreams Brasil. Em 2012, concluiu uma Pós-graduação na USP, em Cultura, Mídia e Informação. Já assinou a curadoria de mostras interativas de grande sucesso de público de mídia como Senna Emotion, Niemeyer Vida e Obra, Niemeyer Sensorial, Niemeyer em Curvas e recentemente Paisagens de Van Gogh e Tarsila para Crianças. Atualmente dirige a operação da YDreams Global no Brasil. Conceito | Ceci Amorim, possui 15 anos de experiência em diversos segmentos de comunicação, passando por jornais, revistas, editoras e estúdios de design. Trabalhou três anos no Projeto Guri, como produtora, e há nove anos se dedica a projetos de inovação, tecnologia e design na YDreams Global. Formada em Jornalismo (Universidade São Judas Tadeu - 2006) e Design Editorial (Faculdades Integradas Rio Branco - 2009), com pós-graduação em Direção de Arte em Comunicação (Centro Universitário Belas Artes de São Paulo - 2014), com Especializações em: História da Arte: a Arte como Expressão Social da Renascença à Modernidade (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - 2013), Transformational Design Thinking (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - 2016), Trade Marketing (Escola Superior de Propaganda e Marketing - 2018), Marketing Digital e Digital Account Manager (São Paulo Digital School - 2019). Produtora Executiva | Simone Freitas, formada em Gestão em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, com mais de 17 anos em Gestão de Eventos, com destaque em produção executiva, pré-produção e produção in loco. Minha experiência envolve desde projetos simples como ativações de marcas até grandes acontecimentos como o Réveillon na Paulista com público superior a 2 milhões de pessoas e uma equipe com mais de 400 profissionais. Ao longo de minha carreira, construí uma vasta rede de contatos com prestadores de serviços das mais diversas áreas e fornecedores categorizados por nível de excelência em entrega, tendo atuado nas Empresas: Playcorp Produção de Eventos, Diverti Eventos e atualmente na YDreams Global. Diretor de Criação | Daniel da Rocha Brum, Diretor de Criação, arquiteto e Urbanista, UFRGS, 1995. Cria, dirige e desenvolve projetos de design para os meios físicos (cenografia, exposições) e digitais (games, aplicativos, websites). Um dos pioneiros na indústria digital no Brasil, atendeu as agências de comunicação Africa, DM9DDB, McCann-Erickson, Leo Burnett, Salles D´Arcy, DPZ, entre outras. Conquistou o 1o. Cyberlion brasileiro em Cannes/1998 (em parceria com a DM9DDB), além de prêmios nos Festivais de Londres e NY. Atendeu Brahma, Natura, Nivea, Pão de Açúcar, Sadia, Samsung, TV Globo, Toyota, Vivo, Correios, Lucky Strike, Nike, Paralamas do Sucesso, BankBoston, HSBC e Itaú. Desde fevereiro de 2019 atua como Diretor de Criação da Ydreams Global. Suporte de TI | Luiz Claudio Balbone Marques, bacharel em administração de empresas, técnica de eletrônica, 30 anos na empresa Hewlett Packard atuando em diversas áreas e por último em Gerente de finanças em vendas. UX Designer | Rodrigo Panassolo, formado em Engenharia Mecatrônica, empreendedor na área de tecnologia, musico e produtor musical, Rodrigo Panassolo trabalha com desenvolvimento de diversos projetos multidisciplinares. Com a olhar criativo e experiência de 15 anos no mundo das artes, é um profissional que busca sempre a inovação, criando soluções impactantes em vários segmentos da indústria. Gestor de Conteúdo | Raphael de Oliveira Homem é formado em Comunicação Social - Jornalismo e Letras - Português/Literaturas e tem vasta experiência em produção e gestão de conteúdo em diversas plataformas, tanto digitais quanto analógicas. Participa do carnaval do Rio de Janeiro como enredista em diferentes escolas de samba. Foi coordenador de comunicação no Programa Caminho Melhor Jovem, financiado pelo BID. Na YDreams, participou da elaboração e gestão de conteúdo de diversos projetos, como "Praça e Naves do Conhecimento"; "Décadas e Descobertas", no Centro Cultural da Light; "Eu, Ayrton Senna da Silva“, dentre outros. Designer | Levi Cintra, é ilustrador, artista plástico e designer gráfico. Formado em Design Gráfico (Universidade Estácio de Sá), possui mais de 10 anos de atuação na área, com experiências sólidas em publicidade, marketing, figurino, ilustração, edição de livros, artes plásticas (Carnavalesco) e coordenação de eventos (Pós-graduado em Produção Cultural de Eventos pela Faculdade Candido Mendes). Na área de Carnaval possui experiência como julgador de Desfile das Escolas de Samba nas Cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória-ES, além de ter sido convidado pela The New Carnival Company (Londres) para realizar projeto de acessibilidade no carnaval de 2018 em Isle of Wight. Atualmente é coordenador dos projetos gráficos e programação visual do G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira, Prêmio Plumas & Paetês Cultural e Designer da empresa Ydreams Brasil. Fernanda Coutinho Troncoso - Arquiteta, design e Cenógrafa - Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), especializada em Acompanhamento de Obras e Montagens (EPA), e Mestrado na área de Cenografia, Espaços expositivos e Eventos pelo Instituto Europeu de Design (IED), Madrid. Experiência de mais de 12 anos, iniciada na construção civil, atuou por muito tempo na área de design de interiores, e sempre envolvida em projetos criativos e conceituais, trabalhou como design para espaços de evento/festas, e experiências imersivas, se dedicando cada vez mais a especialidade expográfica e cenográfica. Passou de cerca de 2 anos junto a equipe de produção cenográfica da DIAGONAL TV emissora/produtora Espanhola, antes de retornar ao Brasil em 2019. Atualmente compõe a equipe YDreams Global e atua como arquiteta criativa e técnica, desenvolvendo projetos expositivos, viabilidade espacial para implantação de montagens, e dando vida a novas experiências através da inovação dos espaços, mergulhando no segmento que torna a arquitetura ainda mais interativa. Arquiteta | Virginia C. Fantinel Dias, formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade São Judas Tadeu. Iniciou sua carreira com o desenvolvimento de projetos, acompanhamento de obras/montagens, compras e logística para o setor corporativo e hotéis da Rede Accor, Hilton Morumbi, Wyndham, entre outros. Trabalhou na nacionalização e coordenação de projetos para o Parque Kidzania no Shopping Eldorado/SP e no desenvolvimento de projetos e padronização das franquias da rede Escape 60. Se aperfeiçoou na área de cenografia, executando projetos tanto no setor de varejo (Havaianas, FINI, Ambev, Loungerie, Fast Shop), quanto de eventos (Bradesco, Jeep, Raizen, Avon). Na YDreams tem participado de projetos de exposições de arte que envolvem interatividade e imersão; além do planejamento e implantação arquitetônica de museus e centros culturais. Diretora de Arte | Patrícia Machado Fernandes, apaixonada pelo design e pelas suas possibilidades, tem graduação e mestrado em Design pela PUC-Rio. Dedica-se a direção de arte e coordenação de projetos em design nas áreas de cultura e entretenimento há mais de 30 anos, com trabalho publicado no livro Strong Marks – International Selection. Sua carreia na criação teve início no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro onde, por 4 anos, desenvolveu material para exposições como Krajberg, Lasar Segall, Luiz Aquila, Claudio Tozzi, Margareth Mee e Rio92, entre outras. Sua experiência profissional passa pelo mundo corporativo, por agências e pelo empreendedorismo com criações para Shell Brasil, Souza Cruz, Xerox, Giovanni+FCB, Generali e Paramount Pictures; atuando como diretora de arte da revista Veredas e produtora de arte da exposição permanente Galeria De Valores do CCBB Rio de Janeiro e coordenando os departamentos de arte das gravadoras EMI Music e Universal Music. Criou o design do espetáculo imersivo online Hell Center e do evento online Festival Estar Bem. Em Produção de Arte para TV, participou de diversos projetos na Rede Globo, Rede Record, Multishow e TV Shoptime. Desde maio de 2021 atua como Diretora de Arte da YDreams Global. Artista 3D e Arquiteto | Lucas Ruas Amado, formado em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Católica de Santos, fala e compreende ingles e português. Dedica-se a produção de maquetes eletronicas e projetos de arquitetura e execução de obras há mais de 16 anos. Participou de projetos e acompanhamento de obras ainda como estagiário na PRODESAN, desenvolvendo projetos em conjunto com a prefeitura de Santos, também realizou diversas maquetes eletrônicas para empreendimentos realizados por incorporadoras e arquitetos na cidade de Santos e região. Integrante da Equipe de Criação da YDreams Global desde 2020, produz maquetes eletrônicas e desenvolve projetos diversos com destaque para O Jardim das Maravilhas de Miró, Paisagens Impressionistas de Monet, Eu, Ayrton Senna da Silva, Flores de Van Gogh, Play-Doh Universo da Imaginação, PJ Masks Heróis de Pijama e Uma Aventura no Espaço e tantos outros. Head de Tecnologia | Eduardo Santana Ortega, gerente de Projetos Sr. Formado em Engenheiro Eletrônica com MBA em Gerenciamento de Projetos e Mestrado Profissional em Sistemas de Gestão. Certificado como Gerente de Projeto Profissional pelo PMI (Project Management Institute). Atua na implantação e operação de Escritório de Gerenciamento de Projeto (PMO) para organização, padronização e administração de projetos e portfólio de projetos. Desde 2003 vem atuando em gerenciamento de projetos e administração de contratos. Foi sócio diretor de empresa de Telecomunicações, prestou serviços de PMO para a Petrobras ao longo de 7 anos vinculado a empresa Accenture do Brasil e gerenciou múltiplos contratos em diferentes áreas para o setor de Petróleo e Gás pela L.A. Falcão Bauer Centro de Controle Tecnológico e Qualidade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.