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O projeto propõe a montagem e temporada do espetáculo Cavala Canga, com dramaturgia de Dione Carlos e direção de Elísio Lopes Jr. Inspirado no mito da Mula Sem Cabeça, o espetáculo revisita a lenda sob uma perspectiva feminista, expondo os silenciamentos e punições históricas às mulheres que desafiaram a moral patriarcal. Com elenco formado por quatro atrizes baianas — Ana Paula Bouzas, Andrea Elia, Evellyn Buchegger e Vadinha Moura — a encenação combina teatro físico, oralidade popular e elementos ritualísticos, revelando a força e ancestralidade do feminino nordestino. Além da temporada, o projeto realiza duas palestras sobre a voz feminina na criação artística e a oficina teatral Mulher em Cena, voltada à formação gratuita de mulheres, promovendo reflexão, liberdade e expressão através da arte.
Em Cavala Canga, 4 irmãs na casa dos cinquenta anos: Aparecida, Rosário, Luzia e Bárbara, se reúnem após a morte da mãe, Maria Batalha, sendo obrigadas a lutarem pelo direito de enterrar a matriarca da família, impedida de ser sepultada no cemitério da cidade por causa de sua má fama, chamada de “Cavala Canga” por muitos, em função de um boato envolvendo a paternidade de suas filhas, que seriam fruto de um caso de Maria com o atual bispo da cidade de Curral.As quatro filhas se encontram para enterrar a mãe. Além dessa luta, as irmãs lidam com as fofocas envolvendo a figura de Maria Batalha, amada por alguns, geralmente os marginalizados, e odiada pela maioria conservadora da cidade. E é nesse momento que elas decidem usar a má fama da mãe a favor delas e chantageiam o clérigo. Tudo para conseguir enterrar Batalha com todas as honras. Diante da hipócrita resistência do Bispo, que apesar de dizer que amava Batalha, não permite o seu sepultamento, as filhas decidem salgar a mãe, recebendo o corpo da falecida lindamente ornado e maquiado. Ao verem a mãe centenária tão reluzente na morte quanto foi em vida, e diante da recusa da cidade em aceitar que a matriarca seja enterrada com dignidade, decidem levar o corpo para o coreto da maior praça da cidade, onde promovem uma festa pública, causando uma grande ebulição na sociedade: Vamos beber a cavala canga!
Objetivo Geral:-Realizar montagem e temporada artística em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro do Espetáculo Cavala Canga, dramaturgia de Dione Carlos e direção artística de Elísio Lopes Jr.-Trazer a cena quatro atrizes baianas que comemoram mais de 30 anos de carreira num processo artístico sobre mulheres nordestinas.- Valorização da mulher nordestina, sua força e suas lutas.Promover 02 palestras com equipe criativa do Projeto sob o tema " A VOZ FEMININA NO PROCESSO DE CRIAÇÃO ARTÍSTICO" com o objetivo de retratar os processos de criação da mulher artista, direcionado ao público em geral, com 300 lugares disponíveis em cada palestra gratuita, a serem realizadas após 02 sessões do espetáculo.Realização de Oficina teatral MULHER EM CENA - A VOZ QUE GRITA, O CORPO QUE FALA, O TEXTO E O MÉTODO, ministrado pelas atrizes do espetáculo a ser realizada na cidade de Salvador com o objetivo de possibilitar que mulheres de diferentes idades e diferentes realidades vivenciem um processo de preparação teatral direcionado à mulheres e por mulheres, o processo convida à investigação de temas como resistência, liberdade, força interior e reinvenção de si, ressignificar experiências de repressão ou silenciamento e criar cenas, textos e imagens simbólicas a partir do corpo feminino vivido, obedecendo uma carga horária de 40 horas. A oficina contará com 30 vagas, as inscrições serão realizadas através de formulário online e carta de intenção, as inscrições assim como a Oficina serão realizadas de forma gratuita. Objetivos específicos: Criação de dramaturgia, criação artística e ensaios do espetáculo;Apresentações: · 12 apresentações em equipamento cultural (Teatro) localizado na região central da cidade de Salvado. As apresentações contarão com tradução em LIBRAS e AUDIODESCRIÇÃO;- 08 apresentações em equipamento cultural (Teatro) localizado na região central da cidade de São Paulo. As apresentações contarão com traduções em LIBRAS e AUDIODESCRIÇÃO;- 08 apresentações em equipamento cultural (Teatro) localizado na região central da cidade do Rio de Janeiro. As apresentações contarão com traduções em LIBRAS e AUDIODESCRIÇÃO;- 02 palestras com equipe criativa do Projeto sob o tema " A VOZ FEMININA NO PROCESSO DE CRIAÇÃO ARTÍSTICO" com o objetivo de retratar os processos de criação da mulher artista, direcionado ao público em geral, com 300 lugares disponíveis em cada palestra gratuita, a serem realizadas após 02 sessões do espetáculo.- Oficina teatral MULHER EM CENA - A VOZ QUE GRITA, O CORPO QUE FALA, O TEXTO E O MÉTODO, ministrado pelas atrizes do espetáculo a ser realizada na cidade de Salvador com o objetivo de possibilitar que mulheres de diferentes idades e diferentes realidades vivenciem um processo de preparação teatral direcionado à mulheres e por mulheres, o processo convida à investigação de temas como resistência, liberdade, força interior e reinvenção de si, ressignificar experiências de repressão ou silenciamento e criar cenas, textos e imagens simbólicas a partir do corpo feminino vivido, obedecendo uma carga horária de 40 horas. A oficina contará com 30 vagas, as inscrições serão realizadas através de formulário online e carta de intenção, as inscrições assim como a Oficina serão realizadas de forma gratuita.- Fomentar a cultura nacional produzindo um espetáculo de autoria brasileira (Dione Carlos);- Promover o acesso ao teatro com temporada a preços populares e distribuição de porcentagem dos ingressos gratuitamente conforme prevê a lei.- Discutir através do processo artístico a figura da mulher nordestina.
Cavala Canga, significado: mula sem cabeça, amante de padre. "O termo "mula sem cabeça" significa metaforicamente a "amante de padre, que segundo a crendice popular, transformada em mula sai, em certas noites, a cumprir seu fado" (Fernandes; Luft; Guimarães, 1998:420)."Em lendas contadas em diferentes regiões do Brasil, as mulheres de padres circulam pelas noites como criaturas amaldiçoadas que aterrorizam as pessoas: mulas-sem-cabeça que vagueiam arrastando correntes presas às patas. Do fatigante percurso dessas suas periódicas peregrinações noturnas, à mula, o outro dia, já tornada ao seu natural estado feminino mostra sinais no seu corpo, produzidos pelas correntes que arrastara quando vagava pelas longínquas paragens. Esse seu "tristíssimo fadário" faz parte da sua penitência pelo seu pecaminoso viver. Já o padre, para purificar-se dos seus pecados, devia amaldiçoar a barregã no ato da celebração da missa, antes de tocar na hóstia para a consagrar (Costa, 1974:42)".Mulher, significado: Aquilo que não é HOMEM.E o que é ser MULHER no Brasil?Segundo o Atlas da Violência 2025 (ano base-2023), o Brasil tem em média 10 mulheres assassinadas por dia. A taxa média nacional foi de 3,5 por 100 mil mulheres.Em 2024, registrou 1.450 casos de feminicídios, um aumento de 12 casos em relação ao ano anterior, segundo a Agência Brasil.Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo registraram 531 mortes por razão de gênero em 2024, o que significa que a cada 17 horas, ao menos uma mulher foi vítima de feminicídio nesses estados.A violência letal contra as mulheres ainda ocorre, majoritariamente, no ambiente doméstico. Em 2023, 35% dos homicídios de mulheres ocorreram na residência da vítima. Uma em cada quatro vítimas de violência tinha entre 0 e 14 anos. A violência sexual predominou entre 10 e 14 anos, enquanto a violência física foi mais frequente a partir dos 15 anos.O Machismo ainda é o principal fator de mortes de mulheres no país, e não é considerado crime.Então, "ser mulher é crime?"A partir deste questionamento novas afirmações se somaram para construção deste projeto."A mulher é a mula do mundo", ao comparar a mulher com o animal que aguenta a maior carga, uma expressão profundamente carregada de significado e história, uma metáfora norte americana sobre resiliência de mulheres negras escravizadas."Ser mulher nordestina", envolve a complexidade de uma identidade forjada na resiliência, na cultura, na luta e na conexão com a terra. A persistência de estereótipos regionais e a desigualdade de gênero são realidades que ainda precisam ser combatidas. A luta por mais oportunidades, por respeito e contra a violência de gênero é uma pauta constante. A reflexão sobre ser mulher nordestina também passa pela visibilidade das suas lutas e das suas conquistas na superação de barreiras sociais e econômicas.A Metáfora da Mula sem Cabeça é o ponto de partida para este espetáculo que tem por objetivo dar voz a mulheres nordestinas, cinquentenárias e artistas.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):II - fomento a produção cultural e artística, mediante:e) realização de espetáculos de artes cênicas. Realização de Palestras e Oficina como ação formativa, visando a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto.Realização de um Espetáculo de Teatro produzido e desenvolvido fora do eixo RioxSP, promovendo o fazer artístico da região nordeste do país (Salvador, Bahia) realizando uma temporada na cidade de Salvador e promover a circulação deste espetáculo por duas cidades (São Paulo e Rio de Janeiro)
Realizar montagem e temporada artística do espetáculo Cavala Canga dramaturgia de Dione Carlos e direção de Elísio Lopes Jr.Cavala Canga nasce do ventre seco do sertão, onde o silêncio das mulheres reverbera mais alto que qualquer grito. O espetáculo mergulha na dureza do agreste nordestino para revelar as camadas profundas dos silenciamentos femininos — vozes abafadas, gestos podados, potências contidas. É nesse chão rachado que a cena se ergue, com um elenco inteiramente feminino e nordestino, que incorpora e exorciza os traços da força invisibilizada da mulher.É um espetáculo teatral que revisita o mito da Mula Sem Cabeça à luz de uma perspectiva feminista, poética e visceral. Inspirado na lenda folclórica brasileira, o espetáculo reinterpreta a figura da mula como uma mulher marcada não pela maldição divina, mas pela brutalidade dos julgamentos sociais.Nesta encenação, a mula sem cabeça é uma mulher de carne, sangue e desejo — uma mulher que ousou amar um padre, atravessando o interdito imposto pela religião e pelos costumes. Deste amor proibido, nascem três filhas, frutos da paixão e da desobediência. O preço? O exílio simbólico e real: ela é transformada em fera, em monstro, em lenda.A peça propõe uma leitura crítica da punição feminina por viver sua sexualidade fora das amarras da moralidade patriarcal. Enquanto a sociedade a enxerga como criatura infernal, o público é convidado a vê-la como mulher, mãe, amante — alguém que apenas reivindicou o direito de sentir, desejar e existir com plenitude.O espetáculo mescla elementos do teatro físico, da oralidade popular e de imagens ritualísticas para mergulhar o espectador em uma atmosfera sensorial e ancestral. Vozes femininas ecoam como um coro trágico e libertador, reconstituindo a trajetória desta mulher queimada viva pelas chamas do preconceito — mas que, ainda assim, segue galopando, incendiando o silêncio com sua presença. Uma mulher que tem negado o direito de ser enterrada. “Cavala Canga” não busca apenas recontar um mito. Busca expor as feridas que ele representa, resgatar a humanidade que foi negada e, sobretudo, dar voz àquelas que foram silenciadas por séculos de medo e opressão.Ana Paula Bouzas, Andrea Elia, Evellyn Buchegger e Vadinha Moura, quatro atrizes baianas, comemoram mais de 30 anos de carreira na montagem de um espetáculo sobre mulheres nordestinas, a partir do mito da mula sem cabeça, retratando a força uterina de mulheres de 50 anos.O Projeto terá duração de 08 meses, sendo 04 meses de pré-produção, 03 meses de produção e 01 mês de pós-produção.O Projeto conta ainda com a realização de 02 palestras com equipe criativa do Projeto sob o tema " A VOZ FEMININA NO PROCESSO DE CRIAÇÃO ARTÍSTICO" com o objetivo de retratar os processos de criação da mulher artista, direcionado ao público em geral, com 300 lugares disponíveis em cada palestra gratuita, a serem realizadas após 02 sessões do espetáculo.Realização de Oficina teatral MULHER EM CENA - A VOZ QUE GRITA, O CORPO QUE FALA, O TEXTO E O MÉTODO, ministrado pelas atrizes do espetáculo a ser realizada na cidade de Salvador com o objetivo de possibilitar que mulheres de diferentes idades e diferentes realidades vivenciem um processo de preparação teatral direcionado à mulheres e por mulheres, o processo convida à investigação de temas como resistência, liberdade, força interior e reinvenção de si, ressignificar experiências de repressão ou silenciamento e criar cenas, textos e imagens simbólicas a partir do corpo feminino vivido, obedecendo uma carga horária de 40 horas. A oficina contará com 30 vagas, as inscrições serão realizadas através de formulário online e carta de intenção, as inscrições assim como a Oficina serão realizadas de forma gratuita.
Espetáculo de Artes CênicasSerão realizadas apresentações em teatros com o mínimo de 300 lugares.Serão realizadas apresentações que garantam acessibilidade de portadores de deficiências físicas, visuais e auditivas.Contrapartida socialRealização de PalestrasAs palestras serão realizadas em teatro com o mínimo de 300 lugares.As palestras garantirão acessibilidade de portadores de deficiências físicas, visuais e auditivas.Ações Formativas- Oficina teatral MULHER EM CENA - A VOZ QUE GRITA, O CORPO QUE FALA, O TEXTO E O MÉTODO, ministrado pelas atrizes do espetáculo a ser realizada na cidade de Salvador com o objetivo de possibilitar que mulheres de diferentes idades e diferentes realidades vivenciem um processo de preparação teatral direcionado à mulheres e por mulheres, o processo convida à investigação de temas como resistência, liberdade, força interior e reinvenção de si, ressignificar experiências de repressão ou silenciamento e criar cenas, textos e imagens simbólicas a partir do corpo feminino vivido, obedecendo uma carga horária de 40 horas. A oficina contará com 30 vagas, as inscrições serão realizadas através de formulário online e carta de intenção, as inscrições assim como a Oficina serão realizadas de forma gratuita.
Acessibilidade: Deficiências físicasOs Equipamentos Culturais (Teatro) onde as apresentações do espetáculo serão realizadas, atendem todas as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999” através de acesso por elevadores que garantem a movimentação de idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade: Deficiências visuais e auditivasTodas sessões contarão com interpretação de Libras e audiodescrição direcionadas às pessoas com deficiência auditiva e visual conforme prevê a instrução normativa n.2/2019.Acessibilidade: Deficiência Física O Equipamento Cultural (Teatro) onde serão realizadas as palestras atendem todas as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999” através de acesso por elevadores que garantem a movimentação de idosos e pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade: Deficiências auditivasAs palestras terão a tradução simultânea de interprete de libras.Acessibilidade: Deficiências visuaisAs palestras terão os recursos de audiodescrição simultâneo.Acessibilidade: Deficiência Física O Equipamento Cultural (Teatro ou Sala de ensaio) onde será realizada a Oficina atende todas as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999” através de acesso por elevadores que garantem a movimentação de idosos e pessoas com mobilidade reduzida.
Democratização de AcessoProduto Espetáculo de Artes- Cênicas: Atendendo as regras previstas no artigo 21 da Instrução Normativa 2019:Contratação de 01 estagiário na área de produção cultural. O estudante receberá uma ajuda de custo para despesas e atuará em todas as etapas de pré-produção e produção, contribuindo assim para sua formação profissional e acadêmica. (VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural;) Espetáculo de Artes CênicasDoação de uma cota de ingressos pela temporada (20% de 300 lugares por sessão, sendo 28 apresentações, sem cobrança para projeto social onde serão beneficiados alunos de escolas públicas estaduais e municipais, associações, ONGs, centros comunitários, etc);Com estas ações, o projeto busca atender ao pressuposto definido no Artigo 27 do Decreto 5761, de 27/04/06, no que tange à democratização.(Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.)A primeira parte deste trabalho é feita através de envio de correspondência para as secretarias de educação, associações e ONGs. A partir desse momento é feito agendamento, dentro do cronograma das sessões, e definida a quantidade de ingressos para cada instituição.Para efeito de prestação de contas, no dia da apresentação a instituição deverá apresentar uma carta de confirmação com a quantidade de pessoas beneficiadas pela ação. Essas cartas serão apresentadas na prestação de contas do projeto.Desta maneira, pretendemos contribuir para a formação de plateia possibilitando que todas as pessoas das mais variadas classes tenham acesso a espetáculos de excelência artística, contribuindo assim para a formação de jovens a adultos mais críticos e incluídos socialmente.Disponibilizar na internet trechos do espetáculo a fim de divulgar o mesmo. de acordo com o item III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.Contrapartida socialV - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;Promover 02 palestras com equipe criativa do Projeto sob o tema " A VOZ FEMININA NO PROCESSO DE CRIAÇÃO ARTÍSTICO" com o objetivo de retratar os processos de criação da mulher artista, direcionado ao público em geral, com 300 lugares disponíveis em cada palestra gratuita, a serem realizadas após 02 sessões do espetáculo.Ação Formativa: Realização de Oficina teatral MULHER EM CENA - A VOZ QUE GRITA, O CORPO QUE FALA, O TEXTO E O MÉTODO, ministrado pelas atrizes do espetáculo a ser realizada na cidade de Salvador com o objetivo de possibilitar que mulheres de diferentes idades e diferentes realidades vivenciem um processo de preparação teatral direcionado à mulheres e por mulheres, o processo convida à investigação de temas como resistência, liberdade, força interior e reinvenção de si, ressignificar experiências de repressão ou silenciamento e criar cenas, textos e imagens simbólicas a partir do corpo feminino vivido, obedecendo uma carga horária de 40 horas. A oficina contará com 30 vagas, as inscrições serão realizadas através de formulário online e carta de intenção, as inscrições assim como a Oficina serão realizadas de forma gratuita.
Ficha TécnicaDramaturgia: Dione CarlosDireção Artística: Elisio Lopes Jr.Direção Assistente: Ricardo Gamba e Ridson ReisPreparação de Elenco: Meran VargensElenco: Ana Paula Bouzas, Andrea Elia, Evellyn Buchegger, Vadinha MouraDireção Musical: Jarbas BittencourtCenografia: Mauro VicenteFigurino: Bettine SilveiraIluminação: Luciano Reis/ Fábio Espírito SantoDireção Geral: Milena Leão - Carambola Currículo Núcleo ArtísticoDIREÇÃO GERAL – Milena Leão (Dirigente) Produtora cultural e gestora de eventos à frente da Carambola Produções (desde 2012). Experiência em planejamento e execução de projetos de grande porte, campanhas e ações institucionais. Destaques: Eco Axé – Carnaval de Salvador (2014); curadoria/produção do Carnaval do Pelourinho (Secult, 2015–2017); Conexão Digital (Concha Acústica, 2017) e lançamento de Segundo Sol (TCA, 2018) com TV Bahia/Globo; espetáculos como Uma Vez, Nada Mais (Prêmio Braskem 2009), produções com Cláudia Raia, Fabiana Karla e Carlos Vereza; festivais Toque Brasileiro, Travessia a Nado Ilhéus-Pontal, Festival de Inverno de Barreiras e Forró Fest. Foi professora de Marketing (FASB) e gestora na Rede Bahia (TV Santa Cruz/TV Oeste). Prêmios: Troféu Jorge Amado; indicada ao Prêmio ABMP (2008, 2009, 2011).Dione Carlos – Dramaturgia Atriz, dramaturga, roteirista e curadora. Jornalismo (Metodista/SP) e Dramaturgia (SP Escola de Teatro). Autora de 20+ peças encenadas no Brasil e exterior; livros como Dramaturgias do Front. Prêmios Shell e APCA (2023) por Cárcere ou porque as mulheres viram búfalos. Roteirista da Rede Globo; trabalhos para Disney+, GNT e Sesc TV. Curadora de festivais e orientadora do Núcleo de Dramaturgia da ELT Santo André.Elísio Lopes Jr. – Direção Artística Dramaturgo, roteirista, diretor e produtor. Mais de 20 peças encenadas, projetos de grande porte (Prêmio Braskem de Teatro, reabertura da Concha do TCA) e direção artística em shows/DVDs com Ivete Sangalo. Dramaturgia/direção do musical Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro.Meran Vargas – Preparação de Elenco Atriz e diretora. Doutora e pós-doutora (UFBA/UNICAMP/UNIRIO/UDESC). Professora Associada da Escola de Teatro da UFBA; ex-coordenadora do PPGAC. Prêmios por O Castelo da Torre, Seu Bomfim e Amnesis. Pesquisa interpretação, voz e pedagogia do teatro, teatro narrativo e contação de histórias.Jarbas Bittencourt – Direção Musical Cantor, compositor e diretor musical (30 anos). Fundador da Confraria da Bazófia; parcerias com Gil, Lenine, João Bosco, Lazzo. Trilhas para Cabaré da Rrrraça, Ópera dos Três Reais, Fatzer; Shirê Obá (Prêmio Braskem). Direção musical de Orações de Mansata (Portugal) e Torto Arado – O Musical. Troféu Caymmi (2015).Ricardo Gamba – Direção Assistente Formado em Rádio e TV (Universidade Bandeirante). Curador/diretor do Transversando (Sesc SP) e coordenador pedagógico da Oficina de Teatro Musical Negro. Diretor assistente em Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro e Torto Arado – O Musical; diretor residente em O Frenético Dancing Days. Projetos com Ivete Sangalo, Gilberto Gil e Ilê Aiyê. Em 2025, roteirista/diretor do Galaxy AI Summit – Samsung.Ridson Reis – Direção Assistente Indicado ao Prêmio Braskem (Revelação, 2016). Integra a direção da Noite da Beleza Negra do Ilê Aiyê (desde 2017). Dirigiu Boquinha… e assim surgiu o mundo (indicações Braskem 2023). Direção/cenografia da abertura do Salvador Capital Afro 2024 e direção assistente de Torto Arado – O Musical.Ana Paula Bouzas – Atriz Atriz, bailarina e diretora, Mestra em Dança (UFBA). Trabalhos: Torto Arado – O Musical, Santa Dulce dos Pobres, Pequeno Manual Antirracista, Amor Barato (Aplauso Brasil – voto popular). TV Globo (Sob Pressão, Cheias de Charme, Saramandaia). Cinema: Marighella, Medida Provisória, Pixinguinha. Ex-gestora artística do BTCA. Em 2025 integra Maria e o Cangaço e protagoniza o longa Vânia.Andrea Elia – Atriz Atriz, diretora e terapeuta junguiana (IJBA). Fundadora do Curso ATO (Prêmio Braskem 2006 e 2007). Gestão artística no Teatro Diplomata e Teatro da Cidade (Villa Global School). Atuou em Do Outro Lado do Mar e A Caixa Não é de Pandora (indicação Cenyms). Vencedora do Braskem (Melhor Atriz, 2010). Ampla atuação em formação, mediação e projetos educacionais.Evellyn Buchegger – Atriz Atriz/locutora premiada (4× Prêmio Braskem). Teatro com grandes diretores; TV (série SPA das Tartarugas). Cinema: Jardim das Folhas Sagradas, O Homem que Não Dormia, Receba (Melhor Atriz – CINE PE), A Matriarca, A Mensageira. Cantora da banda Limusine.Vadinha Moura – Atriz Atriz, diretora, produtora e gestora cultural (40+ anos). Implantou os Teatros Monet e Cidade do Saber. Passagem pela Fundação Gregório de Mattos (Boca de Brasa). Direções: Amor Barato, Opereta Narizinho, EU, o Curupira Quer Casar. Professora no ICEIA e gestora do Teatro Módulo (26 anos). Atuação em comissões do FAZCULTURA e Prêmio Braskem.Mauro Vicente – Cenografia Arquiteto/cenógrafo (30 anos). Cenários: Pequeno Manual Antirracista, O Menino Mandela, O Método Grönholm, Todas as Coisas Maravilhosas, A Peleja de Santa Dulce dos Pobres. Direção de arte do curta Deixa (Kikito/Gramado) e clipes (Projota, Majur). Shows: Ivete Sangalo 25 anos, Prêmio Sim à Igualdade Racial, Beleza Negra Ilê Aiyê 2024.Bettine Silveira – Figurinos Figurinista e diretora de arte. Trabalhos: Ó Pai, Ó (2007), Malu de Bicicleta (2010), série Espelho (2020), Lá Vem Ela (2023) e Torto Arado – O Musical (estreia 2025). Diretora de arte da minissérie A Ética do Silêncio (2023). Autora de Capulanas – Tecidos que Contam História; pesquisadora de culturas tradicionais.Luciano Reis – Iluminação Iluminador (20+ anos). Concepção de luz: Noite da Beleza Negra do Ilê Aiyê, Noite da Aclamação 2025 e Torto Arado – O Musical (dir. Elísio Lopes Jr.).Fábio Espírito Santo – Iluminação Diretor, dramaturgo, roteirista e iluminador. Trabalhos: Bispo, O Sapato do Meu Tio, Habitat, Inferno. Autor de A Peleja da Santa (musical sobre Santa Dulce dos Pobres, 2021).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.