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PRONAC 2514552Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Circulação Margens

ARUAC PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 3,18 mi
Aprovado
R$ 3,18 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-07-01
Término
2027-09-30
Locais de realização (7)
Manaus AmazonasAltamira ParáBelém ParáMarabá ParáSantarém ParáRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Criação, montagem e temporadas de um espetáculo inédito, intitulado "Voyager"; circulação de dois espetáculos de repertório "Altamira 2042" e "Tapajós"; oficinas de atuação, oficinas de fotografia analógica e ensaios abertos.

Sinopse

Peça de teatro inédito: VoyagerEnsaios – 8 mesesResidências Artísticas – Suiça (recursos próprios), Campinas e AltamiraTemporadas: 20 apresentações em SP e 20 apresentações no RJ Peça de teatro repertório: Altamira 2042 10 apresentações, sendo 2 por cidade do Norte: Marabá (PA), Altamira (PA), Santarém (PA), Belém (PA) e Manaus (AM)Peça de teatro repertório: Tapajós 10 apresentações, sendo 2 por cidade do Norte: Marabá (PA), Altamira (PA), Santarém (PA), Belém (PA) e Manaus (AM)Oficina de Fotografia Digital5 oficinas de fotografia analógica, sendo uma em cada cidade da turnê Norte.Oficina de Atuação5 oficinas de atuação, sendo uma em cada cidade da turnê Norte. Contrapartida Social2 ensaios abertos do espetáculo inédito Voyager na cidade de São Paulo.2 ensaios abertos do espetáculo inédito Voyager na cidade do Rio de Janeiro.

Objetivos

OBJETIVOSO objetivo do projeto é realizar montagem e apresentações teatrais da peça "Voyager" em temporada de 2 meses no Rio de Janeiro, 2 meses em São Paulo. Circular no Norte do Brasil com os espetáculos "Altamira 2042" e "Tapajós" e realizar oficinas de atuação e fotografia analógica. Objetivos específicos· Montar e realizar temporada em São Paulo/SP (20 apresentações) e no Rio de Janeiro/RJ (20 apresentações) do espetáculo inédito "Voyager";· Circular com dois Espetáculos de repertório (não inéditos) "Altamira 2042" e "Tapajós" na região norte do Brasil em 5 cidades: Marabá (PA), Altamira (PA), Santarém (PA), Belém (PA) e Manaus (AM), realizando 2 apresentacões em cada cidade. · Realizar viagens de residência artística para criação do novo espetáculo ("Voyager"). Serão 3 viagens a partir de São Paulo: a primeira será realizada com recursos próprios para a Suíça para encontrar com os cientistas do CERN (Organização Europeia para Investigação Nuclear); a segunda para Campinas, do CNPEM para encontrar os cientistas do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais; a terceira para Altamira (PA) para encontrar com integrantes da rede Buiúnas, com intuito de fabular sobre a criação do universo. · Realizar 5 Oficinas de atuação com Mafalda Pequenino (atriz e performer de "Tapajós");· Realizar 5 Oficinas de fotografia analógica com Vicente Otávio e João Freddi (técnicos de fotografia de "Tapajós").· Realizar 2 apresentações de ensaios abertos para estudantes e professores de instituições públicas de ensino do espetáculo inédito "Voyager"

Justificativa

Projeto Margens - Sobre Rios, Buiúnas e Vagalumes é um projeto de pesquisa em arte que se dedica, desde 2013, a ouvir e amplificar o testemunho de rios brasileiros que vivem uma experiência de catástrofe, desde a perspectiva do próprio rio. A pesquisa é uma tentativa de dar aos humanos a capacidade de ouvir outras vozes, aqui, os Rios-Testemunha, as Mulheres-Buiuna e os Povos-Vagalume. Os rios-testemunha são aqueles que vivem uma experiência que pode ser chamada de catastrófica, do ponto de vista dos rios e dos muitos outros que deles dependem, humanos e não humanos. Buiúnas-Mulheres somos nós e elas. Mulheres artistas das margens e mulheres das margens dos rios. Líderes femininas que já trazem em seu imaginário político-poético a mistura de outros espaços-tempos. Povos Vagalume, para Didi-hubermann (2011), são todos aqueles expostos ao desaparecimento, humanos e não humanos. Aqueles que temos que deslocar para encontrar. A primeira etapa foi realizada em 2015, após ouvir o depoimento do Rio Araguaia sobre as mulheres que lutaram na Guerrilha do Araguaia. Neste palco foram criados: A peça de teatro "Guerrilhas Ou Na Terra Não Há Pessoas Desaparecidas" (encenada desde 2015), o filme "Edna" (lançado em 2021) e diversos workshops e debates. A segunda etapa desta pesquisa deu origem ao espetáculo "Altamira 2042", criado a partir da escuta do depoimento do rio Xingu sobre a catástrofe causada pela hidrelétrica de Belo Monte. A performance estreou em 2019 no Festival Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp, e vem se apresentando em diversas cidades do Brasil e do mundo, incluindo a cidade de Altamira, no Pará, Rio de Janeiro, Paris, Viena, Hamburgo, Porto, Lisboa, entre outros. A pesquisa também gerou artigos em revistas e livros, oficinas, uma rede entre mulheres, rios e arte - a Rede Buiúnas. Na terceira etapa, trabalhamos com o Rio Tapajós. A escolha de ir para este território veio do chamado urgente de um rio que está morrendo sufocado em mercúrio das atividades de mineração ilegal em suas margens. O resultado desse trabalho foi o espetáculo "Tapajós", que já se apresentou em Lauzanne (Suíca) Festival de Viena (Áustria), Kunsten Festival (Bélgica), Sesc Paulista em São Paulo (Brasil) e já tem nova turnê na Europa confirmada para o final de 2025. A pesquisa também gerou artigos em revistas e livros, oficinas, uma rede entre mulheres, rios e arte - a Rede Buiúnas e, mais recentemente, a exposição Parimentos. Agora inicia-se o processe de criação de "Voyager, uma peça que nasce da urgência de escutar a Terra num momento de colapso. Inspirada no gesto simbólico da missão Voyager e do disco de ouro enviado ao cosmos, propõe um movimento inverso: uma carta de amor não para o espaço, mas para o planeta Terra. A peça começa com uma metáfora poderosa do antropólogo brasileiro Eduardo Viveiros de Castro: "O maracá do xamã é um acelerador de partículas." Ao mesmo tempo poética e conceitual, a frase conecta duas visões de mundo radicalmente diferentes, mas profundamente conectadas: cosmologias indígenas e física contemporânea de alta energia. A peça explora o que essa metáfora realmente significa, não apenas como uma comparação provocativa, mas como um convite para imaginar novas formas de compreender o universo, o tempo, a matéria e o futuro da vida na Terra. "Voyager" tecerá encontros e diálogos com participantes-chave: Viveiros de Castro, cujo trabalho filosófico reposiciona o pensamento indígena no centro da teoria moderna; Davi Kopenawa, o xamã Yanomami e coautor de A Queda do Céu, cuja visão do cosmos está enraizada no conhecimento da floresta e na experiência espiritual; e cientistas do CERN na Suíça e do CNPEM no Brasil, que exploram as origens da matéria através da aceleração de partículas e pesquisa quântica. Nesse contexto, a peça "Voyager" prevê viagens de residência e trocas artísticas da equipe do espetáculo na Suíça, com cientistas do CERN, em Campinas, do CNPEM e na Terra Indígena Yanomami. Do ponto de vista cultural e social, a proposta se alinha aos artigos 1º e 3º da Lei Rouanet (Lei 8.313/91) e ao Decreto nº 11.453/2023, especialmente nos incisos dos seguintes artigos: Art. 1º _ III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira e; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3º _ II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Assim, o projeto fomenta a economia criativa em territórios estratégicos e garante acessibilidade às suas produções, cumprindo plenamente os objetivos da Lei Rouanet e da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que seriam inexequíveis sem o apoio financeiro do Estado.

Estratégia de execução

Deslocamentos Peça Inédita Voyager: São Paulo – Rio de Janeiro – 8 idas – 6 pessoas (avião)Rio de Janeiro – São Paulo – 8 idas – 6 pessoas (avião)6 pessoas: atriz, DJ, operador de luz, operador de som, operador de vídeo e produtor executivo Deslocamentos peças repertório Altamira 2042 e Tapajós As duas peças acontecerão ao mesmo tempo nas cidades. A turnê Norte será feita em uma só viagem. Parte de avião e parte de carro. Trajeto: São Paulo – Marabá – Altamira – Santarém – Belém – Manaus – São Paulo São Paulo – Marabá – 1 ida – 8 pessoas (avião)Marabá – Altamira – Santarém – (carro)Santarém – Belém – 1 ida – 8 pessoas (avião)Belém – Manaus – 1 ida – 8 pessoas (avião)Manais – São Paulo – 1 ida – 8 pessoas (avião) Equipes das duas peças de repertório viajam juntas, pois são parcialmente as mesmas: Ambas as peças:1 performer Gabriela Carneiro da Cunha1 técnico de som Bruno Carneiro1 técnico de luz Jimmy Wong Altamira 20421 produtora executiva a ser contratada Tapajós1 performers Mafalda Pequenino1 produtora executiva a ser contratada2 técnicos de fotografia e performers João Freddi e Vicente OtavioTotal equipe turnê norte: 8 pessoas

Especificação técnica

Oficina de Fotografia DigitalPlano Pedagógico (ver anexo com outras informações) O quê?5 oficinas de fotografia analógica, sendo uma em cada cidade da turnê Norte. Em dois encontros, facilitaremos conteúdos e técnicas sobre o processo de revelação e ampliação da fotografia analógica preto e branco (P&B). Público alvoÉ voltado para amantes, curiosos e iniciantes que buscam conhecer e aprender mais sobre este processo. Divulgação primordialmente em escolas e instituições públicas de ensino, busca ativa por instituições culturais para divulgação. Foco em alunos e professores da rede pública de ensino e beneficiários de baixa renda. Quanto?Oficinas gratuitas. Carga programática1º Encontro· Quais são os tipos de filmes?· O que é a emulsão fotográfica?· Como enrolar o filme?· Processo de revelação de um filme P&B 2º Encontro· O que é um ampliador?· A estrutura básica de um laboratório· Elaboração da prova de contato· Interpretação da imagem· Ampliação da Cópia Final Carga horária: 8h por oficina (dois encontros de 4h cada). Por serem 5 cidades, ao total serão 40h de aula. Quantidade de participantes: 30 alunos por oficina – total de 150 alunosResponsáveis: João Freddi e Vicente Otávio (Cvs anexo) Oficina de Atuação Plano Pedagógico (ver anexo com outras informações) O quê? 5 oficinas de atuação, sendo uma em cada cidade da turnê Norte. Em dois encontros, facilitaremos conteúdos e técnicas sobre o processo de revelação e ampliação da fotografia analógica preto e branco (P&B). Público alvo Destinada a pessoas a partir de 20 anos, com ou sem experiência, a vivência teatral “Corpo-Território Ancestral – Procura-se Memória”Divulgação primordialmente em escolas e instituições públicas de ensino, busca ativa por instituições culturais para divulgação. Foco em alunos e professores da rede pública de ensino e beneficiários de baixa renda. Quanto? Oficinas gratuitas. Carga programáticaPropõe um tempo-carinho de autocuidado e autoconhecimento. Um espaço de escuta sensível, onde o corpo é convocado como território de memória, sabedoria e potência criativa. A proposta convida a experimentar caminhos para reinventar modos de relação com o mundo, ampliando a percepção das inter-relações entre os elementos humanos e não humanos da natureza que nos constituem.Ao longo do processo, trabalharemos a consciência corporal como força iluminadora da cena, na criação e construção de narrativas corpóreas individuais e coletivas.Caminharemos pela presença cênica, pelos estados e gestualidades, pelo estímulo da escuta e pela relação viva entre tempo e espaço. Tendo como guiança as tradições afro-brasileira. Carga horária: 8h por oficina (dois encontros de 4h cada). Por serem 5 cidades, ao total serão 40h de aula. Quantidade de participantes: 15 alunos por oficina – total de 75 alunos Responsáveis: Mafalda Pequenino (Cv anexo)

Acessibilidade

Produto Apresentações de Artes Cênicas: Aspecto arquitetônico Escolha de espaços que sejam adaptados a receber pessoas com deficiências ou com mobilidade reduzida, garantindo que os espaços tenham rampas, elevadores e barras laterais ou que sejam providenciadas adaptações de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso; Garantia de reserva de assentos em locais de fácil acesso para facilitar a entrada e saída de pessoas usuárias de cadeiras de rodas ou mobilidade reduzida; Aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto Para pessoas com deficiência visual: Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia) que permita o acesso informações importantes para a compreensão do conteúdo, como: elementos do cenário, figurinos e trocas de cenas; Audiodescrição das cenas que ocorrerão durante as apresentações (incluindo os diálogos, as movimentações dos atores e as mudanças de cenário) que permita o acesso informações importantes para a compreensão do conteúdo, como: elementos do cenário, figurinos e trocas de cenas; Visita ao cenário: 30 minutos antes do início da peça, pessoas cegas e com baixa visão são convidadas para subir no palco e tocar o cenário orientadas por profissional de audiodescrição; Para pessoas com deficiência auditiva:Legendagem oculta (Closed caption) para pessoas com deficiência auditiva ou Surdas, Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:Monitoria especializada inclusiva. (proteção de sons altos, luzes fortes e multidões para pessoas no caso de pessoas TEA); Disponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, menos barulho (janelas antirruído) ou aglomerações. Fast pass em filas de acesso (acesso pela saída); Aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas. Produto Oficinas Aspecto arquitetônico:As oficinas serão realizadas em locais que disponham de infraestrutura (rampas, elevadores e barras laterais) ou serão realizadas adaptações de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. Aspecto comunicacional e de conteúdo do projetoPara pessoas com deficiência visual:Descrição do ambiente onde serão realizadas as oficinas, que permita o acesso informações importantes para a compreensão do conteúdo, como: elementos da sala, disposição dos participantes; Uso de mediador treinado para auxílio permanente durante a execução da oficina; Para pessoas com deficiência auditiva:Atendimento especializado em Libras ou por meio de intérprete de Libras. Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:Monitoria especializada inclusiva ao longo das atividades com uso de “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual) e; Monitoria especializada inclusiva. (proteção de sons altos, luzes fortes e multidões para pessoas no caso de pessoas TEA). Aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projetoDisponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOO projeto respeitará o Art. 46 da IN 23/2025 quanto aos limites e parametrizações estabelecidos, incluindo os 10% de distribuição gratuita com caráter social ou educativo (alunos e professores), as regras de meia-entrada, preço médio. Tudo será comprovado na prestação de contas de execução do projeto.Como medida de Ampliação de Acesso, prevista no Art. 47 da referida IN 23/2025, o projeto fará a doação de 10% adicionais de ingressos gratuitos com caráter social e educativo. Total de ingressos com distribuição gratuita: 20%.—----------------------------------------------------------------------------------------------------CONTRAPARTIDAS SOCIAISUma vez que o projeto fará comercialização de ingressos dos produtos “Apresentações de Artes Cênicas” serão realizados quatro ensaios abertos para alunos e professores de instituições públicas de ensino, correspondendo a 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição e contemplando 800 beneficiários, respeitando o que determina o Art. 49 da IN 23/2025.

Ficha técnica

Proponente será responsável pela administração do projeto, prestação de contas. A sócia administradora da Aruac Produções Ltda, Gabriela Carneiro da Cunha, é a artista idealizadora do projeto, atriz e diretora dos espetáculos. Coordenação Geral - Tárik PugginaDireção de Produção - Margarida SerranoIdealização, direção e performer - Gabriela Carneiro da CunhaFicha Técnica Básica do Espetáculo Inédito - "Voyager":Direcao Gabriela Carneiro da CunhaDramaturgia: Gabriela Carneiro da Cunha (sócia da empresa proponente, por isso não precisa de carta de anuência)Elenco: Gabriela Carneiro da Cunha e DJ a convidarSom: Felipe Storino e Isadora Maria TorresLuz: Tomás RibasVideo: Bruno CarneiroCenário: Aurora dos Campos Conselheiros Confirmados: • Eduardo Viveiros de Castro – Antropólogo (Conselheiro Cosmopolítico) • Davi Kopenawa Yanomami – Xamã, Autor de A Queda do Céu • Marcelo Gleiser – Físico Teórico e Filósofo da Ciência • Carolyn Porco – Cientista Planetária, ex-líder da Equipe de Imageamento Cassini • Ailton Krenak – Pensador Indígena, Poeta, Autor de Ideias para adiar o fim do mundoFicha Técnica Completa do Espetáculo de repertório - "Altamira 2042": Idealização e concepção: Gabriela Carneiro da CunhaDireção: Rio Xingu e Gabriela Carneiro da CunhaSupervisão da direção e Parteira: Cibele ForjazDiretor Assistente: João Marcelo IglesiasAssistente de direção: Clara MorPesquisa, Interlocução artística e olhar sempre atento: Sonia SobralOrientação da Pesquisa e interlocução artística: Dinah de OliveiraTexto Originário e Interlocução: Eliane BrumMontagem de Vídeo: João Marcelo Iglesias e Gabriela Carneiro da CunhaMontagem Textual Sonora: Gabriela Carneiro da Cunha e João Marcelo IglesiasPovos indígenas Araweté e Juruna, Eliane Brum, Antonia Mello, Mc Poeta Marginal e Mc Fernando, Thais Santi, Thais Mantovanelli, Marcelo SalazarDesenho Sonoro: Felipe StorinoFigurino: Carla FerrazLuz: Cibele ForjazConcepção Instalativa: Carla Ferraz e Gabriela Carneiro da CunhaRealização Instalativa: Carla Ferraz e CabeçãoCriação Multimídia: Rafael Frazão e Bruno CarneiroTrabalho Corporal: Paulo Mantuano e Mafalda PequeninoImagens: Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha, João Marcelo Iglesias, Clara Mor e Cibele ForjazPesquisa: Gabriela Carneiro da Cunha, João Marcelo Iglesias, Cibele Forjaz, Clara Mor,Dinah de Oliveira, Eliane Brum, Sonia Sobral, Mafalda Pequenino e Eryk Rocha Gabriela Carneiro da Cunha – Idealizadora, diretora, performer e dramaturgistaGabriela Carneiro da Cunha é uma artista brasileira que atua nos campos da performance, direção, pesquisa e ativismo artístico-ambiental. Sócia da Aruac Filmes, é idealizadora do Projeto Margens – Sobre Rios, Buiúnas e Vagalumes, um projeto multidisciplinar dedicado à criação artística a partir da escuta dos testemunhos de rios brasileiros em situação de catástrofe.Ao longo de mais de uma década, o projeto já deu origem a performances como Guerrilheiras ou Para a Terra Não Há Desaparecidos (2015), Altamira 2042 (2019) e Tapajós (2025), além de filmes documentários, publicações, debates, oficinas e da Rede Buiúnas — uma articulação entre mulheres, rios e arte. Mais recentemente, resultou também na aquisição de um território às margens do Rio Xingu, destinado à criação de um espaço de residência artística.As obras Altamira 2042 e Tapajós vêm construindo uma trajetória de reconhecida circulação internacional, integrando a programação de importantes festivais e teatros, como Théâtre Vidy-Lausanne, Festival d’Automne à Paris, Centre Georges Pompidou, Wiener Festwochen (Viena), Kampnagel (Hamburgo) e Kunstenfestivaldesarts (Bruxelas), entre outros.Gabriela também co-dirigiu, ao lado de Eryk Rocha, o filme A Queda do Céu, baseado na obra homônima do xamã Yanomami Davi Kopenawa e do antropólogo Bruce Albert. Produzido pela Aruac Filmes e pela Associação Hutukara Yanomami, o filme estreou na Quinzena dos Cineastas do Festival de Cannes em 2024. Tárik Puggina – Coordenador GeralProdutor Cultural, formado em Artes Cênicas pela UNIRIO, com MBA em Gestão e Produção Cultural, pela FGV-RJ, tem 26 anos de trajetória no setor cultural.No cinema, atuou como produtor executivo e controller dos filmes “A Queda do Céu”, com direção de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha (Estreia em Cannes 2024) “Bruscky – um Autorretrato”, direção de Eryk Rocha (É Tudo Verdade, 2025), “Watoriki”, direção de Gabriela Carneiro da Cunha e Eryk Rocha (Canal Curta!, 2025), “Mãri hi”, de Morzaniel Iramari (2023), “Uma Mulher Pensando” e “Pesca com Timbó”, ambos de Aida Harika Yanomami, Roseane Yariana Yanomami e Edmar Tokorino Yanomami (2023), ainda em 2025 estreará sua nova produção executiva, um documentário original Globoplay da Elza Soares, que se encontra em pós-produção. Em 2026, outra produção executiva com o novo filme do cineasta Yanomami Morzaniel Iramari, “Urihi – A terra-flores”, atualmente em pré-produção. No teatro, produziu algumas dezenas de espetáculos teatrais, atuando como diretor de produção de importantes cias de teatro brasileira. Da Cia. dos Atores produziu os espetáculos “Conselho de Classe”, direção de Bel Garcia, “Como Estou Hoje”, direção de João Saldanha, “LaborAtorial”, direção de Cesar Augusto e Simon Will, “Bait Man”, com direção de Gerald Thomas, entre outras. Da Cia Os Dezequilibrados produziu “A Estupidez” (CCBB-RJ), “Beija-me como nos Livros” (CCBB-RJ), “Fala comigo como a chuva e me deixa ouvir”, todas com direção de Ivan Sugahara. Na sua trajetória estão produções com direção de Daniel Herz, Guta Stresser, Luiz Furlanetto, Sandra Werneck, Rodrigo Nogueira, Tato Consorti, Fabio Porchat, entre tantos outros. Puggina é parecerista do Ministério da Cultura, analista credenciado da Lei Rouanet desde 2024. Também exerceu a função entre 2009 e 2011, tendo amplo conhecimento das leis de incentivo (Rouanet e Audiovisual). Margarida Serrano – Diretora de ProduçãoMargarida Serrano (ex-aluna da Berlinale Talents) é uma produtora de cinema portuguesa, nascida em Évora em 1997 e radicada em São Paulo, Brasil. Formada em Comunicação Social pela Universidade Católica de Lisboa, iniciou sua trajetória em 2017 no Museu do Trabalho, em Porto Alegre. Desde 2020, integra a Aruac Filmes, onde atua como coordenadora de produção e produtora executiva, colaborando com diretores como Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha e Paula Gaitán.Na Aruac, produziu obras de reconhecida circulação internacional, entre elas A Queda do Céu (Cannes 2024), Edna (Visions du Réel 2021) e os curtas Yanomami Mãri Hi – A Árvore do Sonho (finalista do IDA Awards e elegível ao Oscar 2023), Yuri u xëatima thë – A Pesca com Timbó e Thuë pihi kuuwi – Uma Mulher Pensando (Melhor Curta Brasileiro 2023). Essas produções circularam por festivais como Veneza, Sheffield DocFest, FICValdivia e It’s All True, e em museus e mostras internacionais.Em teatro, produziu a turnê europeia de Altamira 2042 (2021) e a retrospectiva de Paula Gaitán na Cinemateca de Bogotá. Atualmente trabalha na pós-produção do filme Elza, dirigido por Eryk Rocha e na pré-produção do filme Urihi – A Terra-Floresta, dirigido por Morzaniel Ɨramari.Mafalda Pequenino – Atriz TapajósMafalda Pequenino é atriz, diretora, pernalta e mestre de cerimônias. Artista de chão, formada na escola sem paredes da prática e da coletividade, transita entre o teatro, o circo, a música e a performance. Integra o coletivo Catappum, a Grande Cia Brasileira de Mystérios e Novidades e é liderança da entidade feminina Ilú Obá De Min – Educação, Cultura e Arte Negra, onde assina também direções artísticas e cortejos de carnaval.Na televisão, é presença marcante no programa Quintal da Cultura (TV Cultura), e no cinema participou de produções como Pitanga, o Filme e República da Poesia. Sua trajetória é atravessada pela força da ancestralidade e pela difusão da arte negra, respirando possibilidades e transformando a resistência em poesia em movimento.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.