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PRONAC 2514570Autorizada a captação total dos recursosMecenato

LITERATURA ACESSÍVEL 2026

INSTITUTO INCLUIR: TRANSFORMAR, DEMOCRATIZAR & HUMANIZAR
Solicitado
R$ 2,26 mi
Aprovado
R$ 2,26 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (15)
Vitória da Conquista BahiaSão Luís MaranhãoIpatinga Minas GeraisCuritiba ParanáBaía da Traição ParaíbaJoão Pessoa ParaíbaParauapebas ParáNatal Rio Grande do NorteCaxias do Sul Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto Literatura Acessível 2026 tem como objetivo promover o direito à leitura inclusiva por meio de três ações principais: (1) circulação nacional do espetáculo de contação de histórias inspirado na série de livros Literatura Acessível, em 15 cidades brasileiras; (2) distribuição gratuita de 10.000 exemplares acessíveis da coleção; e (3) realização de formações sobre acessibilidade e leitura inclusiva para educadores em escolas e bibliotecas públicas.

Sinopse

A Coletânea contará com 10 livros, sendo eles: O MENINO QUE ESCREVIA COM OS PÉS (2016) A história de Tico começa com um acidente que mudou completamente sua vida: a perda das duas mãos. Mas essa não é uma história sobre limites — é sobre reinvenção. Tico encontra no esporte adaptado e na educação um novo caminho para se expressar, crescer e se reconhecer. Sua trajetória inspira crianças a enxergar as possibilidades que existem mesmo diante dos maiores desafios. A PRINCESA QUE TINHA UM CROMOSSOMO A MAIS (2017) Caia é uma princesa com síndrome de Down que, junto com sua família, enfrenta os olhares de estranhamento, o preconceito sutil e as barreiras do cotidiano. Nesta narrativa sensível e afirmativa, acompanhamos sua força, sua doçura e sua inteligência encantadora, que desconstrói estereótipos e amplia o imaginário sobre o que é ser uma princesa — e o que é ser uma menina com deficiência. O MELHOR AMIGO DA BENGALA (2019) Marquinhos vive com uma deficiência motora causada por uma paralisia, e sua história é um convite à reflexão sobre como a sociedade costuma ignorar corpos que não seguem padrões. Através de seu olhar curioso e crítico, Marquinhos questiona as barreiras do espaço urbano, a ausência de representatividade e a solidão que muitas pessoas com deficiência enfrentam. O livro é um grito gentil pela visibilidade e respeito. ICO E O MUNDO QUE QUEREMOS CONSTRUIR (2020) Enrico, ou simplesmente Ico, é uma criança autista que adora perguntar, ouvir, entrevistar e aprender. Com espírito investigativo, ele percorre diferentes realidades para entender as múltiplas formas do ser humano. Sua história convida o leitor a refletir sobre as diferenças com leveza e profundidade, apresentando a diversidade como algo natural e enriquecedor — algo que deve ser descoberto com curiosidade e respeito. A SOCIEDADE QUE TEMOS E A SOCIEDADE QUE QUEREMOS (2022) Joãozinho é um menino negro e cego que vive numa favela do Rio de Janeiro. Jurema, sua grande amiga, usa cadeira de rodas. Juntos, eles mostram que os afetos, a solidariedade e o senso de comunidade superam as barreiras do preconceito e da exclusão. A história atravessa temas como deficiência, pobreza, acesso à escola e a resistência cotidiana, destacando o poder da amizade em contextos de adversidade. INCLUÍDOS E MISTURADOS (2022) Bob tem baixa visão e adora jogar futebol. No início, ele se sente excluído, mas seus colegas decidem adaptar as regras para que ele possa participar dos jogos. Essa história simples e poderosa mostra como pequenas mudanças de atitude promovem inclusão real. Bob revela às crianças que empatia e criatividade podem transformar qualquer ambiente — inclusive o campo de futebol. MEU NOME É BIA, SABIA? (2022) Bia é uma menina negra, com deficiência física, que também se identifica como pessoa LGBTQIA+. Em sua história, ela compartilha suas dúvidas, descobertas e dores, mas também seu orgulho, força e voz. É uma narrativa que fala sobre pertencimento, identidade e amor-próprio, convidando as crianças a respeitarem quem são e a celebrarem a pluralidade de ser. SABRINA, A MENINA SABIDA (2022) Sabrina tem altas habilidades, mas isso, em vez de facilidades, traz desafios. Seu jeito de pensar rápido e profundo nem sempre é compreendido pelos adultos e colegas. Ao narrar suas experiências, ela revela a solidão, o desajuste e a necessidade de acolhimento que muitas crianças superdotadas vivem. Uma história sobre escuta, paciência e o direito de ser diferente — mesmo quando se tem talento de sobra. A MENINA POTIGUARA (2023) Anamã é uma menina indígena do povo Potiguara, que usa cadeira de rodas e vive em uma aldeia na Baía da Traição, na Paraíba. Ela ama surfar e nos convida a conhecer seu modo de vida, suas tradições e o mar que tanto ama. Sua história celebra a ancestralidade, o respeito ao território e a possibilidade de viver a deficiência em liberdade, sem perder o vínculo com a natureza e a coletividade. A FÁBRICA DE AFETOS (2025) Em um mundo cinzento, onde sentimentos foram engarrafados e os afetos viraram produto de consumo, conhecemos Joca, um menino curioso que encontra uma fresta de luz dentro da rotina engessada da Fábrica de Afetos. Ao lado de Dandara e do velho Sr. Teodoro, ele descobre que emoções não se fabricam — se vivem. A história é um convite para refletir sobre o empobrecimento das relações humanas e o poder da sensibilidade como caminho de transformação.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a inclusão social e cultural de pessoas com e sem deficiência por meio do fomento à leitura acessível, sensibilizando crianças, jovens e educadores para a valorização da diversidade humana e da igualdade de oportunidades. Objetivos Específicos: - Realizar 30 espetáculos gratuitos de contação de histórias acessíveis (dois por cidade, em turno e contraturno) em escolas e bibliotecas públicas de 15 cidades brasileiras, com mediação de intérpretes de Libras e audiodescrição.- Distribuir gratuitamente 10.000 livros da série Literatura Acessível em multiformato (braile, pictogramas, fonte ampliada, linguagem simples, Libras e audiodescrição), garantindo o direito à leitura de crianças e jovens com e sem deficiência.- Oferecer 15 formações presenciais sobre acessibilidade e leitura inclusiva para educadores e mediadores de leitura das redes públicas, com carga horária de 5 horas, incluindo material pedagógico impresso e digital.

Justificativa

O Literatura Acessível 2026 é um projeto de relevância nacional que alia cultura, educação e acessibilidade para garantir o direito à leitura como um direito humano fundamental. Idealizado pela psicóloga e doutora em Educação Carina Alves e realizado pelo Instituto Incluir, o projeto vem transformando, desde 2014, a relação de crianças e jovens — com e sem deficiência — com o livro, a leitura e a diversidade.Sua metodologia, reconhecida nacional e internacionalmente por prêmios como o Prêmio Confúcio de Alfabetização da UNESCO (2022), o Prêmio Impactos Positivos (2024) e o Prêmio Atitude Carioca - Categoria Sem Barreiras (2022), estrutura-se em três eixos principais:Produção literária acessível - com livros em desenho de acessibilidade (braile, pictogramas, fonte ampliada, linguagem simples, Libras, audiolivro e audiodescrição), que garantem a inclusão de diferentes perfis de leitores;Vivências imersivas e espetáculos de contação de histórias acessíveis - realizados em escolas, pontos de cultura e bibliotecas públicas, promovendo empatia e representatividade por meio da arte;Formações gratuitas para educadores e mediadores de leitura, com foco em práticas pedagógicas inclusivas, assegurando a continuidade da proposta nos territórios atendidos.O mérito cultural do projeto reside na sua capacidade de democratizar o acesso à literatura, especialmente em regiões com baixa oferta cultural e educacional, alcançando públicos historicamente excluídos das políticas do livro e da leitura. Em 10 anos de trajetória, o projeto já distribuiu mais de 30 mil exemplares acessíveis, realizou centenas de contações de histórias em 33 municípios de 10 estados brasileiros e capacitou educadores e bibliotecários em práticas de leitura inclusivaAlém do impacto direto na formação de leitores e profissionais, o projeto atua na promoção da diversidade e da equidade, com personagens que representam pessoas negras, indígenas, LGBTQIA+ e com deficiência, fortalecendo o imaginário coletivo e o sentimento de pertencimento. Cada história aproxima o público infantil e juvenil de realidades plurais e estimula o respeito às diferenças — valores fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa.Do ponto de vista cultural, o Instituto Incluir, proponente do Literatura Acessível, é reconhecido como Ponto de Cultura e Escola Livre pelo Ministério da Cultura, integrando a Rede Cultura Viva e contribuindo diretamente para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente os ODS 4 (Educação de Qualidade), 5 (Igualdade de Gênero), 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), 10 (Redução das Desigualdades) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).Os recursos da Lei de Incentivo à Cultura viabilizarão a execução do projeto como instrumento de inclusão social por meio da arte e da literatura, garantindo que a acessibilidade esteja presente de forma integral e estruturante em todas as etapas. A lei é essencial para o desenvolvimento de todos os produtos previstos, assegurando que a acessibilidade não seja um complemento, mas sim um princípio central e indissociável da proposta cultural.Nos termos do art. 1º da Lei nº 8.313/91, o projeto contribui para a consecução das finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), especialmente ao: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Quanto aos objetivos previstos no art. 3º da referida lei, o projeto se enquadra: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;O financiamento via Lei de Incentivo é imprescindível para viabilizar a circulação nacional dos espetáculos de contação de histórias acessíveis, a distribuição gratuita de 10.000 exemplares em desenho de acessibilidade da série Literatura Acessível e a formação gratuita de educadores em leitura inclusiva, garantindo o cumprimento dos objetivos do Pronac, a valorização da diversidade cultural brasileira e a efetivação do direito à leitura como instrumento de cidadania e justiça social.

Estratégia de execução

O projeto Literatura Acessível 2026 é compreendido pelo Instituto Incluir como um projeto de continuidade do projeto 237743 - Literatura Acessível 2024. Seguem abaixo os beneficiários das passagens listadas nos DESLOCAMENTOS: Equipe de Viagem 1. Instrutora para formação de educadores2. Artista: Contadora de Histórias3. Coordenador de Produção4. Intérprete de Libras5. Mediadora 16. Mediadora 2

Especificação técnica

Produto: Livro – Coleção Literatura AcessívelLivro infantil ilustrado, com diversas histórias no mesmo formato editorial. Dimensões: 21 x 24,5 cm (fechado) e 42 x 24,5 cm (aberto). Miolo com 20 páginas, impressão 4x4 cores, papel offset 120 g. Capa em 4x0 cores, papel cartão 250 g, fechamento em grampo canoa.Tiragem total de 10.000 exemplares, todos com desenho de acessibilidade, incluindo braile, fonte ampliada, linguagem simples, pictogramas e QR Codes. Os QR Codes direcionarão para versões em vídeo com Libras, audiolivro e audiodescrição, garantindo acesso multissensorial e inclusivo.Plano Pedagógico: Cada título traz personagens com deficiência e histórias que promovem a empatia, o respeito à diversidade e o direito à leitura. Os livros serão acompanhados de manual pedagógico com sugestões de uso em sala de aula e oficinas de leitura inclusiva, alinhado aos ODS 4, 5, 10 e 16 e às diretrizes da Política Nacional de Leitura e Escrita (Lei 13.696/2018).Produto: Espetáculo de Contação de HistóriasRealização de 30 encontros presenciais em escolas públicas e pontos de cultura de 15 cidades brasileiras, com duração média de 40 minutos por sessão. Serão duas apresentações por local (turno e contraturno), totalizando 30 sessões gratuitas.Público-alvo: estudantes do ensino fundamental e comunidade escolar. Estimativa de 200 participantes por sessão, totalizando cerca de 6.000 crianças e jovens atendidos diretamente.Espetáculo com recursos visuais, figurinos coloridos, adereços táteis e materiais cenográficos reutilizáveis. Em cada apresentação será realizada a distribuição gratuita dos livros acessíveis, e atividades com o público presente reforçando a integração entre literatura e experiência sensorial. Além disso, cada apresentação contará com intérprete de Libras e mediação acessível.As contações de histórias são inspiradas nos personagens da coleção Literatura Acessível e desenvolvidas a partir de metodologia lúdica e inclusiva. As atividades são acompanhadas de oficinas sensoriais (ex.: escrita com os pés, leitura de olhos vendados), que estimulam empatia, criatividade e consciência da diversidade humana.Produto: Formação de Educadores em Leitura InclusivaRealização de 15 formações presenciais, uma em cada cidade participante, com carga horária de 5 horas/aula para turmas de até 20 participantes.Conteúdo programático:Princípios da acessibilidade cultural e desenho universal;Mediação de leitura inclusiva e práticas pedagógicas acessíveis;Planejamento do uso dos livros multiformato em sala de aula e bibliotecas.Materiais didáticos: Entrega de kit pedagógico composto por: 1 exemplar do box Literatura Acessível, manual didático impresso e digital, e certificado de participação. As formações contarão com intérprete de Libras e mediação acessível.A formação busca fortalecer a rede pública de educação e leitura, capacitando profissionais para a inclusão efetiva em ambientes escolares e culturais. A metodologia é baseada na experiência prática, no diálogo entre pares e no uso da literatura como ferramenta de transformação social.

Acessibilidade

Produto: Espetáculo de Contação de HistóriasAcessibilidade Física (Arquitetônica): Realização das atividades em escolas, pontos de cultura e bibliotecas públicas previamente mapeadas quanto à acessibilidade, com rampas, corrimãos, banheiros adaptados e sinalização acessível, assegurando a locomoção e segurança de todos os públicos.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva: Presença de intérprete de Libras em todas as sessões, garantindo compreensão integral dos conteúdos apresentados.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: Disponibilização de audiodescrição realizada por mediadores capacitados, com descrição contextual e linguagem adequada à faixa etária.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Intelectual: Atuação de mediadores para acompanhar o público, utilizando linguagem simples, recursos visuais e estímulos sensoriais que favorecem a compreensão e a interação. Produto: Distribuição de Livros AcessíveisAcessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: Livros produzidos em braile e com QR Codes que direcionam a versões em audiolivro e audiodescrição.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva: Disponibilização de QR Codes com tradução integral em Libras, permitindo o acesso ao conteúdo em língua visual-espacial.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Intelectual: Inclusão de pictogramas e linguagem simples nos livros, facilitando a leitura, compreensão e fruição da obra por todos os públicos. Produto: Formação de Educadores em Leitura InclusivaAcessibilidade Física (Arquitetônica): As formações ocorrerão em espaços acessíveis, com rampas, corrimãos, banheiros adaptados e sinalização adequada, assegurando a participação de educadores e mediadores com deficiência.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva: Disponibilização de intérprete de Libras em todas as formações, além de materiais legendados e recursos visuais adaptados.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: Oferta de materiais didáticos em audiolivro, fonte ampliada e audiodescrição, com mediação especializada para orientação tátil do espaço e dos conteúdos.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Intelectual: Uso de linguagem simples nos materiais pedagógicos, promovendo a compreensão e a participação ativa nas atividades formativas. As medidas de acessibilidade serão implementadas em todas as atividades e produtos do projeto, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e as diretrizes de acessibilidade cultural do Ministério da Cultura, assegurando o acesso universal, equitativo e integrado às ações do projeto Literatura Acessível 2026.

Democratização do acesso

Livro (Distribuição de Livros Acessíveis): Serão distribuídos gratuitamente exemplares da coleção Literatura Acessível durante as sessões de contação de histórias em escolas públicas, bem como serão encaminhadas coletâneas acessíveis às bibliotecas das escolas ou secretarias de educação de cada município participante. A ação inclui ainda a disponibilização online gratuita dos conteúdos em multiformato (audiodescrição, audiolivro, Libras, versão digital) para garantir acesso contínuo e descentralizado — em conformidade com o Art. 46 da IN 23/2025. Espetáculo de Contação de Histórias: Todos os espetáculos serão realizados de forma gratuita em escolas, pontos de cultura e bibliotecas públicas das 15 cidades participantes, assegurando o acesso de crianças e jovens em territórios com menor oferta cultural. Esta iniciativa atende ao inciso III do Art. 46 da IN 23/2025.Formação de Educadores em Leitura Inclusiva: As formações serão oferecidas gratuitamente a educadores, mediadores e bibliotecários das redes públicas municipais e estaduais, com certificação e material pedagógico acessível. A ação se caracteriza como medida de democratização de acesso ao conhecimento e à qualificação profissional, reforçando o alcance e o legado do projeto. As estratégias adotadas garantem a democratização do acesso e estão em consonância com as obrigações previstas na IN 23/2025, assegurando transparência, equidade e inclusão para todos os públicos envolvidos.

Ficha técnica

Direção Geral - Carina Alves (proponente)Com trajetória reconhecida nacional e internacionalmente, Carina Alves é doutora em Educação pela UFRRJ e mestra em Letras e Ciências Humanas e coordenadora LEPEDI UFRRJ – Laboratório de estudos e pesquisas. Atua como docente no ensino superior, foi psicóloga da Seleção Brasileira de Bocha Paralímpica e atualmente membro do Erasmus+ Sport da União Europeia. Fundadora e presidenta do Instituto Incluir, a atuação de Carina abrange projetos de cooperação internacional voltados à formação docente, comunicação acessível e inclusão por meio do esporte, da cultura, dos direitos humanos, da biodiversidade e da literaturaCoordenação executiva - Allan DamascenoProfessor Associado da Escola de Educação da UNIRIO, vinculado ao Departamento de Fundamentos da Educação. Doutor e Mestre em Educação pela UFF, com dois estágios pós-doutorais — na UFPR e no Instituto Politécnico de Leiria (Portugal) —, desenvolvendo pesquisas voltadas à inclusão de pessoas com deficiência no ensino superior e à criação de centros de apoio à inclusão social e educacional. É pedagogo, psicopedagogo e especialista em Educação Especial e Direitos Humanos, com trajetória marcada pelo trabalho com públicos em situação de exclusão e vulnerabilidade. É um dos autores do projeto Literatura Acessível, do Instituto Incluir, vencedor do Prêmio Confúcio de Alfabetização da UNESCO (2022) e finalista do Prêmio Jabuti na categoria Fomento à leitura (2022 e 2025).Coordenação de Comunicação - Thayná LouguePublicitária, produtora cultural e gestora nas indústrias criativas, Thay é uma pessoa não binária negra (parda), com formação em Publicidade e especialização em Design nas Indústrias Criativas. Atua com cultura, comportamento e futuro do trabalho, com experiência destacada em inovação, aceleração e incubação de negócios criativos no RS Criativo e no Território Criativo (DF), além de consultorias para o legislativo em diferentes estados. Participou de projetos de referência como o Festival de Cinema de Brasília e o MICBR, articulando redes, processos e indicadores de impacto. No audiovisual, roteiriza e desenvolve videoclipes, criando narrativas visuais para o cenário musical. Reúne competências em gestão e produção de comunicação estratégica, somando ainda domínio de roteiro e direção de peças audiovisuais voltadas à economia criativa.Assessoria de imprensa - Paola CunhaÉ jornalista com dez anos de experiência em assessoria de imprensa e produção de conteúdo para mídias digitais e tradicionais, com passagem por comunicação corporativa em segmentos esportivos, culturais e sociais. Domina o planejamento e a execução de estratégias de imprensa (press releases, media kit, relacionamento com veículos, follow-up e clipping), gestão de redes sociais e conteúdos multimídia, interface com patrocinadores e setor público, além de acompanhamento de indicadores (alcance, engajamento e resultados editoriais). Integra a equipe de comunicação do Instituto Incluir há dois anos, onde responde por calendário editorial, atendimento à imprensa, cobertura de eventos e relatórios de performance, unindo redação qualificada, visão de marca e capacidade de gestão de crises e oportunidades.Coordenação de produção - Vanessa SanchesProdutora cultural e coordenadora geral de projetos, com mais de duas décadas dedicadas à defesa dos direitos das mulheres, das pessoas negras, da população LGBTQIA+, das pessoas com deficiência e ao fortalecimento do setor cultural. Integra o NEPGS e o NEABI do Instituto Federal do RS e lidera a concepção, a gestão e a execução de projetos socioculturais em rede, articulando parcerias com Ministérios, Secretarias, conselhos, terceiro setor e iniciativa privada. Possui certificações em Produção Cultural e Mediação Cultural (Observatório Itaú Cultural), Fundo de Apoio à Cultura e Lei de Incentivo (PPFQ/RS), além de cursos como “Salve Uma Mulher” (ENAP), “Desenvolvimento de Equipes”, “Estado e OSC: MROSC” (ILB) e “MROSC – Terceiro Setor” (ENAP). Reúne expertise em planejamento, orçamento, compras, prestações de contas, monitoramento de metas e resultados, assegurando governança, compliance e impacto social nos territórios atendidos. Faz parte da Rede de Escolas Livres.O proponente desempenhará as funções de: administração e comunicação do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Porto Alegre Rio Grande do Sul
Duque de Caxias Rio de Janeiro
Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Lorena São Paulo
São Paulo São Paulo
Palmas Tocantins