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Realização do Parakedas - I Festival Internacional de bufonaria: Edição A Cidade é delas, primeiro com foco na linguagem da bufonaria em Minas Gerais e contempla a realização de oficinas, espetáculos, performances, intervenções urbanas e ações educativas. É também um espaço de fomento à pesquisa e de encontro com o público, ocupando praças, ruas, casas, centros culturais e espaços alternativos. Serão selecionados trabalhos prontos, além do incentivo à novas invenções. É um festival que tem como centro a arte popular, de rua, a comicidade e ocupará a cidade com formas e cores durante 11 dias. A programação contará com oficinas, sendo que 3 delas - de maior duração, terão um encontro aberto com o público para experimentação. Uma feira de rua, com programação cultural bufonesca e diversa ocupará uma parte da cidade, com ônibus saindo de diversos pontos da cidade cuidando do deslocamento do púlico. Certo é que estes ônibus já trazem arte.
Oficina de bufonaria: Performance Mães de maio: Exiição de filmes: selecionados mediante inscrição no festival Intervenções urbanas: selecionadas mediante inscrição no festival Espetáculos: selecionados mediante inscrição no festival Demais oficinas: selecionadas mediante inscrição no festival Performances: selecionadas mediante inscrição no festivalEspetáculos, oficinas e performances convidadas, após compartilhamentos entre a curadoria.
Realizar a primeira edição do Parakedas- Festival de Arte e Bufonaria Oferecer uma programação diversa com espetáculos, oficinas, intervenções urbanas e performances de forma descentralizada; Incentivar novas criações e pesquisas na arte da bufonaria; Investigar processos de criação colaborativa renunindo artistas de diferentes regiões; Oferecer uma programação infantil; Realizar uma ocupação simbólica, afetiva e colorida da cidade; Provocar o público com diferentes dispositivos lúdicos; Fomentar o trabalho de pesquisa em bufonaria, performatividade e ocupação de espaços convencionais e não convencionais; Propôr uma programação instigante, que contemple crianças de todas as idades; Investir em trabalhos realizados por mulheridades, fortalecendo uma rede entre criadoras e produtoras culturais; Fomentar trabalhos de mulheres negras e mães; Pensar e agenciar uma programação que inclua as crianças e as mães e ou cuidarores de crianças; Investigar e propôr um festival que priorize materiais sustentáveis, bem como formas inventivas de produção que contribua para o meio ambiente e o bem estar na cidade
Espalhados pelo Brasil e pelo mundo estão bufonas e bufões, pesquisadores desta linguagem que objetiva provocar e fazer rir. Não existe um festival que reúna estas pessoas e ofereça um espaço para discussão, encontro, troca e criação conjunta à partir desta linguagem. Parakedas surge então no desejo de suprir esta lacuna e ofertar uma série de atividades que envolvem a pesquisa e a fruição desta arte ancestral. A arte de rua pode ser uma das maneiras mais intensas para encontrar todo tipo de gente e criar momentos memoráveis para pessoas de todas as idades. A cultura é um direito de todos e este festival se propõe a descentralizar e ocupar espaços convencionais e não convencionais pela cidade de Belo Horzionte com espetáculos, oficinas, performances e intervenções urbanas. É um festival que se pensa pelo olhar ancestral, de comunidade, aliado às tecnologias atuais. Neste sentido, ocuparemos as ruas e os meios virtuais, com oficinas e ações culturais diversas. A bufonaria é uma arte popular, provocadora e aqui pretendemos explorar as diversas possibilidades desta linguagem em diferentes espaços. É uma proposta plural, diversa, com espaço para que os excluídos da sociedade realizem sua denúncia e encontrem força no coletivo. Disponibilizar um ônibus para os deslocamentos é possibilitar o acesso a quem às vezes não vai por falta de verba para o transporte até os locais de apresentação/ acontecimento. Rir nos desloca, nos une. O festival é um convite para pessoas se encontrarem e rirem juntas, o que por si só é um ponto revolucionário. Um festival deste tamanho e com as peculiariades que o envolvem, como o pensar o meio ambiente e formas sustentáveis, bem como valorizar mães e cuidadores de crianças, só é possível com um fomento público. O investmento será ensadode forma que as obras e materiais gerados sejam reaproveitados ou sirvam à comunidade como um todo. "POR QUE TANTO MEDO ASSIM DE UMA QUEDA SE A GENTE NÃO FEZ NADA NAS OUTRAS ERAS SENÃO CAIR?". JÁ CAÍMOS EM DIFERENTES ESCALAS E EM DIFERENTES LUGARES DO MUNDO. MAS TEMOS MUITO MEDO DO QUE VAI ACONTECER QUANDO A GENTE CAIR. SENTIMOS INSEGURANÇA, UMA PARANOIA DA QUEDA PORQUE AS OUTRAS POSSIBILIDADES QUE SE ABREM EXIGEM IMPLODIR ESSA CASA QUE HERDAMOS, QUE CONFORTAVELMENTE CARREGAMOS EM GRANDE ESTILO, MAS PASSAMOS O TEMPO INTEIRO MORRENDO DE MEDO. ENTÃO, TALVEZ O QUE A GENTE TENHA DE FAZER É DESCOBRIR UM PARAQUEDAS. NÃO ELIMINAR A QUEDA, MAS INVENTAR E FABRICAR MILHARES DE PARAQUEDAS COLORIDOS, DIVERTIDOS, INCLUSIVE PRAZEROSOS. JÁ QUE AQUILO DE QUE REALMENTE GOSTAMOS É GOZAR, VIVER NO PRAZER AQUI NA TERRA" AÍLTON KRENAK (IDEIAS PARA ADIAR O FIM DO MUNDO). Um festival anual, com grupos nacionais e internacionais. bufonaria, grotesco, comédia, ações cênicas pela cidade. Quem são os criadores, pesquisadores de bufonaria hoje? Reunir em uma programação artistas, coletivos e pesquisadores do tema, propondo uma ocupação da cidade pelo olhar da bufonaria. ED I: A CIDADE É DELAS. Dizem que a primeira bufona foi uma mulher. Expulsa, acusada, agredida. O tema escolhido A CIDADE É DELAS é para honrar aquelas que vieram antes. As mais velhas, as mulheres, as crianças. Estas, que são as mais esquecidas da sociedade e que a mantém funcionando. A cidade não é um espaço acolhedor para as crianças, logo, não para quem as cuida, em sua maioria mulheres. A cidade não é um lugar para ser explorado, mas da pressa, do fazer, do produzir. A criança explora, pelo brincar. Como seria se criássemos Zonas Temporárias / espaços de brincar, de pausar, de cuidar, pela cidade? Para criação e realização destes espaços serão selecionadas obras/instalações e intervenções que proponham este olha lúdico para a cidade. São trabalhos que possibilitem a interação e relação com o público de forma que este possa fluir e criar seus momentos de redescoberta da cidade, de seu corpo e do outro. Além destas obras, espetáculos, performances, oficinas, vídeos , rodas de conversa e feira de produtores artesanais e da agroecologia completam a programação. Parte online e parte presencial.
Banheiros públicos acessíveis ans ações de rua.Escolha de locais com acessibilidade para a programação em espaços fechadosLibras e audiodescrição em todas as ações
Todas as ações do festival são disponibilizadas de formagratuita.Parte da programação será transmitida onlineAções pontuais em escolas públicas.
Coordenação do projeto: Joyce Malta Curadoria: Joyce Malta, Clóvis Domingos (BH/São João Del Rei), Nina Caetano BH/Ouro Preto/Salvador, Alysson Lemos (Fortaleza)Coordenação de produção: Maria MourãoCoordenação técnica: Marina Arthuzzi
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.