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PRONAC 2514577Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Parakedas

Joyce Malta Martins
Solicitado
R$ 457,1 mil
Aprovado
R$ 457,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro, Circo e Dança de Rua
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-03-03
Término
2026-10-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Realização do Parakedas - I Festival Internacional de bufonaria: Edição A Cidade é delas, primeiro com foco na linguagem da bufonaria em Minas Gerais e contempla a realização de oficinas, espetáculos, performances, intervenções urbanas e ações educativas. É também um espaço de fomento à pesquisa e de encontro com o público, ocupando praças, ruas, casas, centros culturais e espaços alternativos. Serão selecionados trabalhos prontos, além do incentivo à novas invenções. É um festival que tem como centro a arte popular, de rua, a comicidade e ocupará a cidade com formas e cores durante 11 dias. A programação contará com oficinas, sendo que 3 delas - de maior duração, terão um encontro aberto com o público para experimentação. Uma feira de rua, com programação cultural bufonesca e diversa ocupará uma parte da cidade, com ônibus saindo de diversos pontos da cidade cuidando do deslocamento do púlico. Certo é que estes ônibus já trazem arte.

Sinopse

Oficina de bufonaria: Performance Mães de maio: Exiição de filmes: selecionados mediante inscrição no festival Intervenções urbanas: selecionadas mediante inscrição no festival Espetáculos: selecionados mediante inscrição no festival Demais oficinas: selecionadas mediante inscrição no festival Performances: selecionadas mediante inscrição no festivalEspetáculos, oficinas e performances convidadas, após compartilhamentos entre a curadoria.

Objetivos

Realizar a primeira edição do Parakedas- Festival de Arte e Bufonaria Oferecer uma programação diversa com espetáculos, oficinas, intervenções urbanas e performances de forma descentralizada; Incentivar novas criações e pesquisas na arte da bufonaria; Investigar processos de criação colaborativa renunindo artistas de diferentes regiões; Oferecer uma programação infantil; Realizar uma ocupação simbólica, afetiva e colorida da cidade; Provocar o público com diferentes dispositivos lúdicos; Fomentar o trabalho de pesquisa em bufonaria, performatividade e ocupação de espaços convencionais e não convencionais; Propôr uma programação instigante, que contemple crianças de todas as idades; Investir em trabalhos realizados por mulheridades, fortalecendo uma rede entre criadoras e produtoras culturais; Fomentar trabalhos de mulheres negras e mães; Pensar e agenciar uma programação que inclua as crianças e as mães e ou cuidarores de crianças; Investigar e propôr um festival que priorize materiais sustentáveis, bem como formas inventivas de produção que contribua para o meio ambiente e o bem estar na cidade

Justificativa

Espalhados pelo Brasil e pelo mundo estão bufonas e bufões, pesquisadores desta linguagem que objetiva provocar e fazer rir. Não existe um festival que reúna estas pessoas e ofereça um espaço para discussão, encontro, troca e criação conjunta à partir desta linguagem. Parakedas surge então no desejo de suprir esta lacuna e ofertar uma série de atividades que envolvem a pesquisa e a fruição desta arte ancestral. A arte de rua pode ser uma das maneiras mais intensas para encontrar todo tipo de gente e criar momentos memoráveis para pessoas de todas as idades. A cultura é um direito de todos e este festival se propõe a descentralizar e ocupar espaços convencionais e não convencionais pela cidade de Belo Horzionte com espetáculos, oficinas, performances e intervenções urbanas. É um festival que se pensa pelo olhar ancestral, de comunidade, aliado às tecnologias atuais. Neste sentido, ocuparemos as ruas e os meios virtuais, com oficinas e ações culturais diversas. A bufonaria é uma arte popular, provocadora e aqui pretendemos explorar as diversas possibilidades desta linguagem em diferentes espaços. É uma proposta plural, diversa, com espaço para que os excluídos da sociedade realizem sua denúncia e encontrem força no coletivo. Disponibilizar um ônibus para os deslocamentos é possibilitar o acesso a quem às vezes não vai por falta de verba para o transporte até os locais de apresentação/ acontecimento. Rir nos desloca, nos une. O festival é um convite para pessoas se encontrarem e rirem juntas, o que por si só é um ponto revolucionário. Um festival deste tamanho e com as peculiariades que o envolvem, como o pensar o meio ambiente e formas sustentáveis, bem como valorizar mães e cuidadores de crianças, só é possível com um fomento público. O investmento será ensadode forma que as obras e materiais gerados sejam reaproveitados ou sirvam à comunidade como um todo. "POR QUE TANTO MEDO ASSIM DE UMA QUEDA SE A GENTE NÃO FEZ NADA NAS OUTRAS ERAS SENÃO CAIR?". JÁ CAÍMOS EM DIFERENTES ESCALAS E EM DIFERENTES LUGARES DO MUNDO. MAS TEMOS MUITO MEDO DO QUE VAI ACONTECER QUANDO A GENTE CAIR. SENTIMOS INSEGURANÇA, UMA PARANOIA DA QUEDA PORQUE AS OUTRAS POSSIBILIDADES QUE SE ABREM EXIGEM IMPLODIR ESSA CASA QUE HERDAMOS, QUE CONFORTAVELMENTE CARREGAMOS EM GRANDE ESTILO, MAS PASSAMOS O TEMPO INTEIRO MORRENDO DE MEDO. ENTÃO, TALVEZ O QUE A GENTE TENHA DE FAZER É DESCOBRIR UM PARAQUEDAS. NÃO ELIMINAR A QUEDA, MAS INVENTAR E FABRICAR MILHARES DE PARAQUEDAS COLORIDOS, DIVERTIDOS, INCLUSIVE PRAZEROSOS. JÁ QUE AQUILO DE QUE REALMENTE GOSTAMOS É GOZAR, VIVER NO PRAZER AQUI NA TERRA" AÍLTON KRENAK (IDEIAS PARA ADIAR O FIM DO MUNDO). Um festival anual, com grupos nacionais e internacionais. bufonaria, grotesco, comédia, ações cênicas pela cidade. Quem são os criadores, pesquisadores de bufonaria hoje? Reunir em uma programação artistas, coletivos e pesquisadores do tema, propondo uma ocupação da cidade pelo olhar da bufonaria. ED I: A CIDADE É DELAS. Dizem que a primeira bufona foi uma mulher. Expulsa, acusada, agredida. O tema escolhido A CIDADE É DELAS é para honrar aquelas que vieram antes. As mais velhas, as mulheres, as crianças. Estas, que são as mais esquecidas da sociedade e que a mantém funcionando. A cidade não é um espaço acolhedor para as crianças, logo, não para quem as cuida, em sua maioria mulheres. A cidade não é um lugar para ser explorado, mas da pressa, do fazer, do produzir. A criança explora, pelo brincar. Como seria se criássemos Zonas Temporárias / espaços de brincar, de pausar, de cuidar, pela cidade? Para criação e realização destes espaços serão selecionadas obras/instalações e intervenções que proponham este olha lúdico para a cidade. São trabalhos que possibilitem a interação e relação com o público de forma que este possa fluir e criar seus momentos de redescoberta da cidade, de seu corpo e do outro. Além destas obras, espetáculos, performances, oficinas, vídeos , rodas de conversa e feira de produtores artesanais e da agroecologia completam a programação. Parte online e parte presencial.

Acessibilidade

Banheiros públicos acessíveis ans ações de rua.Escolha de locais com acessibilidade para a programação em espaços fechadosLibras e audiodescrição em todas as ações

Democratização do acesso

Todas as ações do festival são disponibilizadas de formagratuita.Parte da programação será transmitida onlineAções pontuais em escolas públicas.

Ficha técnica

Coordenação do projeto: Joyce Malta Curadoria: Joyce Malta, Clóvis Domingos (BH/São João Del Rei), Nina Caetano BH/Ouro Preto/Salvador, Alysson Lemos (Fortaleza)Coordenação de produção: Maria MourãoCoordenação técnica: Marina Arthuzzi

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.