Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2514580Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Mascaramento Urbano

CAJUINA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 863,7 mil
Aprovado
R$ 863,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro, Circo e Dança de Rua
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-03-07
Término
2028-10-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto consiste na realização do espetáculo de teatro de rua MANIFESTO APOCOTRÓPICO, criado pelo grupo MASCARAMENTO URBANO, no Centro do Rio de Janeiro. Com direção de Vitor Hugo Guimarães e Theo Jost, 16 atores, atrizes e uma banda apresentam possibilidades teatrais por entre as ruas da cidade, convocando os transeuntes, trabalhadores urbanos e demais frequentadores do espaço público a viverem uma experiência extraordinária em meio ao cotidiano. A apresentação tem início na Praça XV e, em cortejo, segue em direção à Praça Marechal Âncora, onde se encerra em um ato festivo. Além de promover um evento artístico gratuito, o projeto também realizará medidas de contrapartida social e de acessibilidade.

Sinopse

Mascaramento Urbano: Manifesto Apocotrópico é o gesto de uma geração que insiste em ver mais arte na cidade do que ela mesma. Um cortejo de jovens artistas transforma o Centro do Rio em território de criação, fazendo florescer o extraordinário no coração do cotidiano. Tendo como base o conceito de apocotropia — a resposta de um organismo vivo a um obstáculo que impede seu crescimento —, o projeto propõe uma travessia poética em três momentos: o Lado A, na Feira de Antiguidades da Praça XV; o Entre Lados, o Cortejo, que reencanta o trajeto urbano; e o Lado B, na Praça Marechal Âncora.Entre máscaras, música e corpos em movimento, a cidade se torna cena, e cada espectador, reflexo. A máscara-espelho, símbolo da encenação, devolve ao cidadão a possibilidade de se ver reinventado, parte de um corpo coletivo em delírio criador.Mascaramento Urbano é teatro que pulsa como rua: um ato apocotrópico que transforma o concreto em sonho, o cotidiano em possibilidade e a cidade em um organismo vivo de imaginação.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:-Realizar o espetáculo de teatro de rua MANIFESTO APOCOTRÓPICO, criado pelo grupo MASCARAMENTO URBANO, promovendo uma experiência gratuita e acessível que dialogue com a juventude e proponha novas relações artísticas e sociais com o Centro da cidade do Rio de Janeiro.OBJETIVO ESPECÍFICO:-Realizar uma temporada de 6 meses, com apresentações quinzenais aos sábados.-Promover 2 atos festivos, ao final da apresentação: um na estreia e outro no encerramento da temporada.-Efetivar ação de limpeza do espaço público nas localidades onde serão feitas as apresentações, antes e depois do período de realização do espetáculo: em parte da Praça XV (mais especificamente no gramado localizado no vão que se encontra na parte de trás onde se dá o movimento principal da Feira de Antiguidades) e na Praça Marechal Âncora (mais especificamente no mergulhão).-Disponibilizar 2 banheiros acessíveis e unisex: um na Praça XV e outro na Praça Marechal Âncora.-Realizar 1 sessão com intérprete de Libras para pessoas com deficiência auditiva.--Ação de formação de plateia, voltada para pessoas com deficiência auditiva, para a apresentação na qual será oferecido o serviço de interpretação de Libras.-Proporcionar a possibilidade de atendimento a pessoas com deficiência durante a apresentação, caso haja necessidade, através do serviço de 1 profissional especializado em acessibilidade que será integrado à equipe do projeto.

Justificativa

De forma objetiva, o grupo MASCARAMENTO URBANO necessita do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais como forma de custear a produção e realização do espetáculo de teatro de rua MANIFESTO APOCOTRÓPICO. Em consonância com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto contribui para democratização do acesso às manifestações culturais urbanas mediante sua execução no espaço público da rua, mais especificamente em uma região de importância histórica e cultural como o Centro da Cidade do Rio de Janeiro. A localização central do bairro, o livre acesso ao local e a promoção de um evento gratuito são características que facilitam e reforçam a possibilidade de exercício dos direitos culturais das mais variadas camadas da população carioca. Alinhando-se ao movimento de revitalização da região, a realização de apresentações na Praça XV e na Praça Marechal Âncora ganha relevância ao estimular e valorizar a ativação do centro histórico do Rio. Fundamentalmente, o projeto surge a partir do desejo de renovar as relações do teatro de rua com a cultura carnavalesca e as novas formas de expressão da cultura popular, multiplicando as possibilidades de produção cultural no cenário das ruas do Rio de Janeiro, que no caso do teatro pouco se faz presente no cotidiano do carioca. Assim, o florescimento de novas possibilidades de conexão com a cidade é semeado, estimulando transformações criativas na vivência do ambiente urbano.Já o estabelecimento de relações diretas com as atividades da Feira de Antiguidades da Praça XV contribui para a preservação de bens materiais e imateriais que fazem parte da formação da cultura brasileira. Além do resgate de uma tradição que se faz menos presente na contemporaneidade, como o teatro feito em feiras e praças públicas, serão investigadas expressões estéticas que busquem contemporizar estas linguagens tradicionais. O diálogo inovador com estas tradições é uma forma de valorizar e proteger a memória urbana do Rio. De acordo com o Art. 3º da referida norma, a execução do projeto é uma oportunidade de fomentar a pesquisa das linguagens do teatro de rua e da expressão urbana contemporânea. A produção de um espetáculo que pode ser consumido gratuitamente em um espaço público cria uma relação direta entre o resultado desta pesquisa e a população, servindo assim como forma de democratização do conhecimento e de preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento de estratégias de comunicação digital, por meio de mídias audiovisuais, aliado à produção de um conteúdo voltado especialmente para o público jovem, é mais uma forma de difundir a importância das pautas que envolvem o projeto, supracitadas.É preciso afirmar, portanto, que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 e corresponde aos seguintes objetivos do Artigo 3º da mesma:Art. 1ºI - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Art. 3ºII - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

CONCEPÇÃO ARTÍSTICA"Mascaramento Urbano: Manifesto Apocotrópico" nasce como um ato de urgência e rebeldia poética. É a nossa convicção de que o teatro de rua precisa quebrar o ciclo da nostalgia. Há um abismo entre a linguagem cênica popular e a pulsação da juventude contemporânea, que encontra sua expressão máxima nas festas, nos festivais e nos blocos acelerados e tecnológicos de hoje.Este projeto é o nosso compromisso em reverter esse quadro. Somos um movimento de jovens que se recusa a aceitar a aridez do concreto. A nossa proposta é pegar a maior festa do Rio — o Carnaval — e usar seus elementos mais fortes – a energia incontrolável, o corpo em transe e a música vibrante – para criar um teatro de rua que não olha para o passado, mas sim para o futuro tecnológico e extraordinário do nosso presente.O Ato Apocotrópico: Transmutação UrbanaO Centro do Rio de Janeiro é o nosso campo de força. Recusamos a ideia de uma "peça de teatro" linear e criamos um manifesto. Conceitualmente, esta é a nossa intervenção catalisadora: uma performance que tem como única missão gerar pulsação de vida e transmutar o cotidiano em um acontecimento extraordinário.O formato é o de cortejo e intervenção, onde o público é confrontado por uma sequência de Quadros Cênicos estéticos, populares e acessíveis. Utilizamos o hibridismo da Palhaçaria, da Máscara e de uma Fanfarra empolgante, alinhando-se à estética do Technobloco. Nosso formato garante que a poesia seja absorvida em fragmentos impactantes, dialogando diretamente com a velocidade e o consumo de conteúdo da vida urbana.O Espelho: Dispositivo de Co-AutoriaA nossa tese é sintetizada na Máscara de Espelho: ela é o dispositivo cênico que transforma o público. Ao invés de apenas observar, o transeunte que se depara com o "Mascaramento Urbano" é refletido no movimento. Isso o obriga a se ver na poesia da rua, confrontando o seu próprio cotidiano com o extraordinário, transformando-o em co-autor do nosso manifesto.A escolha da Praça XV e Marechal Âncora é o ponto de contato estratégico para fisgar o público certo: jovens e frequentadores da feira que já buscam arte. O projeto se insere em um território que clama por esse tipo de intervenção, dialogando com o movimento de Revitalização Urbana (Reviver Centro), mas através da linguagem da festa. Ao invadir este local, garantimos que nossa performance chegue diretamente a quem mais precisa ser fisgado pelo teatro.Visão de Marca O espetáculo na rua é o nosso ponto de partida. O "Mascaramento Urbano" tem a ambição de se tornar um movimento e uma marca cultural com longevidade. Nossa visão de longo prazo inclui o potencial para se desdobrar em futuros produtos estéticos, na produção de festas, instalações e em futuras turnês. Somos uma estética, uma pulsação - a prova de que a arte de rua, feita por quem está no agora, é o futuro da cultura popular.ApocotropiaNo início do século XX, tornou-se obsoleta na botânica a expressão "aphercotropism", que se refere a resposta de um organismo vivo a um obstáculo que impede seu crescimento. Com essas árvores que recusam a forma dos canteiros, entendemos qual a natureza dessa vontade maior que nossos próprios corpos de ver mais arte na cidade do que ela mesma. Apocotropia. É o fenômeno provocado pelo estado anímico de pessoas que insistem em sentir-se vivas numa cidade. Da observação de esquinas, calçadas, bueiros e imensas avenidas revelaram-se pequenas plantas brotando de frestas do asfalto, raízes abrindo caminhos entre pedras portuguesas e o concreto sendo fissurado por mudas que ninguém sabe quem plantou.Na busca pelo extraordinário no dia-a-dia comum da cidade do Rio de Janeiro, encontramos um questionamento: como podemos nos sentir vivos aqui? O projeto urbano assola os anseios individuais de modo a tornar homogêneos rotinas e sonhos de cidadãos inegavelmente diversos. Ainda assim, diante do acinzamento de nossos horizontes, da tomada de nossos pulmões pela poeira industrial e o frenesi incansável da exploração do trabalho, conseguimos enxergar, nessa mesma realidade, a beleza multifacetada de um caleidoscópio. Que nome se dá à insistência de viver - não somente existir - na cidade?Portanto, o manifesto apocotrópico

Especificação técnica

Duração do espetáculo: 13:00 - intervenções dos atores na Praça VX15:00 - início do espetáculo19:00 - finalização do espetáculoClassificação indicativa: LivreIluminação: Iluminação não convencional pensada a partir da luz do sol, com materiais que se relacionem com o sol, como rebatedores, espelhos e gelatinas.Projeção: Utilização de um projetor Epson para projeções durante o espetáculo.Som: Banda ao vivo composta por 5 sopros, 2 percussões, guitarra e baixo. Além da banda os equipamentos de som utilizados serão: 1 amplificador de guitarra, 1 amplificador de baixo, 6 microfone SM58 (inclui 6 pedestais e 6 cabos XLR), 3 Direct Box, 2 P.As, 2 vias de retorno e uma mesa de som com pelo menos 16 canaisFigurino: Figurinos confeccionados para cada personagem, roupas leves mas funcionais, uso de mosquetões, velcros ou imãs para se ligarem uns aos outros, além de máscaras.Cenografia: ainda em processo de criaçãoMascaramóvel: um triciclo de carga, no qual a dianteira será alargada para que possam ser transportadas as caixas de som e alguns atores. No espaço da apresentação serão utilizados tecidos diversos e guarda-chuvas personalizados.

Acessibilidade

O projeto prevê medidas de acessibilidade física e de conteúdo, assim como medidas de acessibilidade atitudinal de suma importância para a promoção de uma experiência segura e inclusiva para pessoas com deficiência. Tais quais:-Consultoria para elaboração de estratégias que tornem a experiência do espetáculo mais acessível para o público neurodivergente. O grupo já tem relações com a Casa Neuro Diversa, da atriz, palhaça, educadora, diretora teatral, palestrante e assessora de acessibilidade e inclusão Cristiane Muñoz.-Assessoria para orientação e conscientização da equipe em torno dos desafios e possibilidades a respeito do tema da acessibilidade.-Contratação de profissional especializado em acessibilidade, que fará parte da equipe e estará presente nos dias de apresentação para atuar em situações em que haja a necessidade de mediação e atendimento a pessoas com deficiência.-Disponibilização de banheiros acessíveis, tanto na Praça XV quanto na Praça Marechal Âncora.-Realização de uma apresentação com intérprete de Libras.-Ação de formação de plateia, voltada para pessoas com deficiência auditiva, para a apresentação na qual será oferecido o serviço de interpretação de Libras.

Democratização do acesso

A realização do projeto MASCARAMENTO URBANO passa, essencialmente, pela democratização do acesso à cultura no ambiente urbano. Na realidade, a existência do projeto parte exatamente da idealização desta possibilidade de teatro feito na rua, de forma gratuita, pública, para todos os públicos, independente de classe, faixa etária, gênero, etnia... A experiência mais democrática possível, entendendo que a rua ainda é o espaço onde o encontro entre as diferenças é inevitável. A escolha do Centro do Rio de Janeiro como local para a apresentação do espetáculo reforça este caráter, tendo em vista a centralidade do bairro e sua potência popular.Assim como as apresentações propriamente ditas, todos os ensaios feitos na Praça XV e na Praça Marechal Âncora acabam se tornando, invariavelmente, ensaios abertos. Nos ensaios já realizados nas localidades, é de praxe que dezenas de pessoas assistam trechos ou até grande parte do trabalho que está sendo feito. Esta troca com o público serve não só como possibilidade de divulgação do projeto, mas também como uma forma efetiva de difusão da cultura popular a partir da utilização do ambiente público urbano como cenário para o fazer artístico, mesmo antes de um eventual resultado final.Como estratégia de ampliação do acesso, serão firmadas parcerias com ONG's de formação de plateia voltadas, principalmente, para pessoas em situação de rua, comunidades carentes, instituições públicas ligadas à formação cultural de jovens e deficientes visuais (especificamente para a sessão com audiodescrição). Também será realizada uma ampla divulgação em escolas, cursos e universidades de teatro, visando atrair não só estudantes e universitários, mas também professores e educadores.Estas ações serão amplamente trabalhadas, difundidas e divulgadas pela produção em interlocução com agentes culturais locais, sendo reforçadas através das redes sociais do projeto. Além da divulgação nas redes, realizada pela equipe, será contratado um serviço de assessoria de imprensa para que o projeto tenha ainda mais alcance nas mídias tradicionais e alternativas.

Ficha técnica

A instituição proponente do projeto é a empresa CAJUÍNA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS, responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Direção Geral: Vitor Hugo Guimarães Ator, diretor e professor. Iniciou seus aprendizados n’O Tablado, onde hoje é professor assistente e idealizador da oficina “O Tablado Tá na Rua”. Passou também pelo Tá na Rua, sob orientação de Amir Haddad, e formou-se no curso profissionalizante de teatro da Nova Escola. Em 2024 estreou em “Pluft, o Fantasminha”, dirigido por Cacá Mourthé, com temporadas n’O Tablado e no Teatro Arena Fernando Torres, espetáculo indicado aos prêmios APTR e CBTIJ. Assinou a autoria e direção de “O PÔA”, realizado em 2022 no Rio de Janeiro e em 2024 no Festival de Curitiba. Foi indicado ao Prêmio APTR – Jovem Talento pelo espetáculo “O Cálice” (2022). No audiovisual, integrou a série POV – Paulinho o Virgem (Porta dos Fundos, 2025), participou do longa-metragem argentino “Errante Corazón” (Leonardo Brzezicki, 2022) e do filme “SOAP” (Tamar Guimarães, 2023), exibido na Haus der Kulturen der Welt, em Berlim. Teve participações em produções da TV Globo e do Gloob, incluindo “Dois Irmãos”, “Um Lugar ao Sol”, “Terra e Paixão” e “Gaby Estrella”, dirigidas por Luiz Fernando de Carvalho, Maurício de Farias, Joana Clark e Cláudio Boeckel. É idealizador do vídeo didático “O Teatro Amador: Mergulhando nos Cadernos de Teatro”, vencedor do Prêmio Arte Escola, e do vídeo-depoimento “Carlão – As Chaves do Teatro por 40 Anos”, vencedor do Prêmio Memória Técnica.Direção: Theo JostTheo Jost é do Rio de Janeiro e tem 26 anos. Começou no teatro O Tablado em 2011 e desde então, além de atuar nos espetáculos: Maroquinhas Fru-Fru (2011), Paz sem rosto (2015), espetáculo vencedor do festival Kids on Stage em Dresden na Alemanha, O beijo no asfalto (2016), O anjo exterminador (2018), O Cálice (2022), pelo qual foi indicado junto ao elenco ao 17º Prêmio APTR, entre outros, também participou de diversas Mostras de Esquetes atuando e dirigindo. Foi assistente de Cacá Mourthé, no teatro O Tablado, em sua turma do ano de 2020. Assistente de direção nos espetáculos: O boi e o burro no caminho de Belém (2019), Eu sou João Gustavo (2019), Presentes (2023) e Pluft, o Fantasminha (2024) entre outros.Produção: Vini PortellaVini Portella é ator, produtor e bacharel em Comunicação Social pela PUC-Rio. Iniciou sua formação no Teatro O Tablado, onde trabalha desde 2016 e mais recentemente atuou e fez parte da produção da nova montagem de “PLUFT, O FANTASMINHA” (2024/25), direção de Cacá Mourthé, indicada ao 19º PRÊMIO APTR na categoria Melhor Espetáculo Infantil e ao PRÊMIO CBTIJ de Teatro para Crianças na categoria Especial. Foi no Tablado onde assinou seus primeiros trabalhos como produtor de teatro: foi produtor executivo da 25ª Mostra de Esquetes (2023), do Festival de Verão (2023/24 e 2024/25) e da 1ª Mostrinha de Esquetes do Tablado (2025). É produtor executivo da peça “DEVORA-ME” (2025), direção de Pedro Kosovski, indicada ao PRÊMIO SHELL nas categorias Melhor Cenário e Melhor Dramaturgia. Fez parte da produção e integrou o elenco de BONITINHA, MAS ORDINÁRIA (2024/25), com direção de Bruce Gomlevsky, espetáculo realizado no Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Curitiba, Fortaleza, Brasília e, mais recentemente, São Paulo, no SESC Santo Amaro. Foi diretor de produção e protagonista do curta É FUNDAMENTAL TE TER POR PERTO, direção de Mia Lima Rocha, premiado no PRÊMIO CURTA CRIATIVO FIRJAN SESI. Mais recentemente, no cinema, trabalhou como ator e dublador no longa AINDA ESTOU AQUI, de Walter Salles, vencedor do OSCAR de Melhor Filme Internacional.Produção: Clara FarrocoClara Farroco é técnica de teatro e produtora, bacharelanda em Produção Cultural pela UFF. Clara começou no Teatro aos 13 anos como atriz. Em 2022 atuou na peça O Cálice, em cartaz no teatro O Tablado, onde exerce a função de técnica e operadora de som e compõe a equipe de montagem de luz há dois anos. Foi assistente de iluminação no espetáculo Presentes, em cartaz no Teatro Vannucci em 2023. Em 2024, assinou a produção executiva do curta-metragem "É Fundamental Te Ter Por Perto", nomeado o segundo melhor curta universitário no prêmio Curta Criativo da Firjan SESI. Em 2025 trabalhou como assistente de produção do espetáculo "Todo: As sete leis do hermetismo" em cartaz no Teatro Municipal Café Pequeno. Em seu trabalho mais recente compôs a equipe de produção da gravação do DVD do show de 50 anos do Sombrinha, com direção de Diogo Nogueira.Direção de Arte: Luis BellasFormado em Design de Moda na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Após esse período fez uma pesquisa de iniciação científica no Núcleo de Experimentações Tridimensionais (NEXT), com o professor Cláudio Magalhães, que teve como resultado o curta-metragem NULU através de uma pesquisa experimental com escaneamento bidimensional de mapas, impressão a laser e inteligência artificial generativa de imagem. Entre seus principais trabalhos fora da universidade está o curta-metragem Pequenos Traficantes Brancos (2022), dirigido por José Pedro Diegues Bial, no qual Luis Bellas assinou o figurino vestindo Flora Camolese, Paulo Mendes e Gabriel Terra. O filme passou para a mostra de curtas do Festival do Rio. Em 2023 foi responsável pela diagramação do fotolivro NICI em colaboração com o fotógrafo João Muller Moura. O material integrou a programação de dois festivais de fotolivros: no Centro de Estúdios Fotográficos (CEF) em Córdoba, na Argentina; e no Festival de Fotografia de Tiradentes, Minas Gerais. Assinou a Direção de Arte do curta-metragem Nada é mais honesto que um sonho (2024), escrito e dirigido por Flora Camolese, vencedor na categoria “Tema livre” do Festival do Minuto (SP). No mesmo ano foi auxiliar de figurino, ao lado de Mel Akerman e Marcia Svartman, na produção (Des)controle (2024), realizada pela produtora Migdal Filmes, dirigido por Rosane Svartman e Carol Minêm, protagonizado por Carolina Dieckmann exibido no Festival do Rio de 2025. Em 2025 foi auxiliar de figurino no seriado de Marcio Maranhão, produzido pela Conspiração Filmes dirigido por Andrucha Waddington, Cláudio Torres, Rebeca Diniz e Pedro Waddington, com seu figurino assinado por Marcelo Pires.Direção Musical: Xandão VianaFlautista, saxofonista, violonista, arranjador e compositor, Xandão Viana é técnico em Violão pelo Colégio Pedro II e Bacharelando em Arranjo/MPB pela UNIRIO. Atua na cena da música popular carioca, acompanhando os cantores Marcus Lucenna e Beto Caratori, e tocando em grupo como Bem Forrado e Magnífica Máquina Maldita. Trabalha com música para teatro, fazendo parte de peças como Os Mamutes (2023), Memórias de Um Gigolô (2024), Morte e Vida Severina (2024), Copacabana, Tu Não Me Engana (2025), Fiesta y Dolor: Corazones Abiertos (2025), Agosto: O Cabaré do Desgosto (2025) e Cabaré em Transe: Matou a Família e Foi Ao Cabaré (2025). Diretor musical dos espetáculos de teatro Cabaré Pirata, Tormentas de Amor: Um Cabaré Emocionado e Cabaré Cibernético. Diretor musical da Orquestra Pro Arte, idealizador e diretor musical da Orquestra Mil Tons.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.