Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realização da Semana da Favela _ Cultura que Move o Mundo, com circulação cultural internacional nas cidades de São Paulo, Nova York, Paris e Medellín. A proposta inclui oficinas artístico-culturais, apresentações públicas, rodas de conversa com temática cultural, exposições multimídia, catálogo bilíngue digital e ações de acessibilidade, promovendo a difusão da cultura periférica brasileira em diálogo com territórios internacionais.
1. Exposição “Favela é Arte”Mostra itinerante com obras, vídeos e fotografias de artistas periféricos brasileiros, apresentando a favela como território criativo e de identidade cultural. A exposição circulará por São Paulo, Nova York, Paris e Medellín, com acesso gratuito e recursos de acessibilidade (audiodescrição, QR Codes multilíngues e sinalização tátil). Classificação indicativa: Livre. 2. Desfile “Moda que Resiste”Desfile de moda sustentável criado por costureiras e estilistas do projeto Costurando Sonhos Brasil, com foco em upcycling, estética periférica e economia circular. A ação celebra o protagonismo feminino e a inovação criativa da favela. Classificação indicativa: Livre. 3. Apresentações ArtísticasSérie de oito apresentações gratuitas de música, dança, poesia falada e orquestra de Paraisópolis, realizadas em espaços públicos ou culturais nas quatro cidades do circuito internacional. As performances promovem intercâmbio entre artistas locais e brasileiros. Classificação indicativa: Livre. 4. Oficinas FormativasConjunto de 14 oficinas artísticas e culturais, com temáticas voltadas à produção cultural periférica, moda sustentável, arte urbana, poesia falada, audiovisual e gestão de projetos culturais. Incluem material didático, tradução e certificação gratuita. Classificação indicativa: Livre. 5. Rodas de Conversa “Cultura que Move o Mundo”Encontros presenciais e virtuais com artistas, lideranças e pesquisadores, debatendo temas como economia criativa, narrativas periféricas, ancestralidade afro-latino-americana e juventude. Haverá intérprete de Libras e transmissão online. Classificação indicativa: Livre. 6. Catálogo Bilíngue DigitalPublicação gratuita em português, inglês, francês e espanhol, com curadoria, entrevistas, textos críticos e imagens das ações realizadas. O catálogo será disponibilizado em formato acessível (PDF e e-book). Classificação indicativa: Livre. 7. Série de Vídeos “Cultura que Move o Mundo”Produção de quatro vídeos documentais, com até 15 minutos cada, registrando bastidores, processos criativos e depoimentos de artistas participantes nas quatro cidades. Legendados nos quatro idiomas e disponibilizados online gratuitamente. Classificação indicativa: Livre. 8. Oficinas em Escolas Públicas (São Paulo)Ações educativas voltadas à juventude, com temas “Cultura e Território: Identidade e Pertencimento” e “Expressão Criativa e Direitos Culturais”. Realizadas em parceria com escolas públicas, com acessibilidade comunicacional e material pedagógico. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral: Promover a difusão, valorização e circulação internacional da produção cultural das periferias brasileiras por meio da realização de oficinas artísticas, exposições, apresentações públicas e rodas de conversa sobre cultura, diversidade e economia criativa, fortalecendo o reconhecimento da cultura periférica como expressão legítima da identidade nacional e global. Objetivos Específicos:• Realizar 4 edições do festival Semana da Favela _ Cultura que Move o Mundo em São Paulo, Nova York, Paris e Medellín, com duração média de 5 dias cada; • Oferecer 14 oficinas formativas gratuitas, abordando cultura periférica, moda sustentável, audiovisual, poesia falada, arte urbana e gestão cultural; • Promover 4 rodas de conversa com artistas, lideranças e pesquisadores, abertas e acessíveis ao público; • Realizar 8 apresentações artísticas gratuitas (shows, performances, poesia, dança e orquestra), sendo 2 por cidade; • Produzir e distribuir gratuitamente catálogo bilíngue digital com registro das ações, artistas e metodologias; • Produzir 4 vídeos de até 15 minutos, legendados em português, inglês, francês e espanhol, para difusão internacional; • Realizar 2 oficinas culturais em escolas públicas de São Paulo, integrando juventude e arte comunitária. DETALHAMENTO TÉCNICO (EXPANDIDO)A Semana das Favelas _ Cultura que Move o Mundo é um festival internacional de caráter gratuito e educativo, que promove a difusão da arte periférica em quatro cidades — São Paulo, Nova York, Paris e Medellín — conectando artistas, coletivos, lideranças e o público em torno da potência criativa das favelas brasileiras. A proposta integra múltiplas linguagens artísticas e ações formativas, com foco na diversidade, sustentabilidade e acessibilidade cultural. 1. RODAS DE CONVERSA (4 edições _ 1 por cidade)Cada roda de conversa reunirá artistas, pesquisadores, lideranças comunitárias e representantes culturais locais para debater temas estruturantes da cultura periférica. Os encontros terão tradução simultânea (quando necessário), intérprete de Libras, mediação profissional e transmissão online. Temas propostos:A Favela como Polo Criativo Global _ inovação cultural e economia criativa de base popular;Narrativas Periféricas e Representação na Mídia e na Arte _ linguagem, identidade e poder simbólico;Cultura, Território e Diáspora: Conexões Afro-latino-americanas _ ancestralidade e oralidade;Educação Cultural e Futuro: Juventude, Cultura e Transformação Social _ arte como instrumento pedagógico e político. Produtos resultantes: gravação audiovisual, relatório temático, transcrição bilíngue e disponibilização digital gratuita. 2. OFICINAS FORMATIVAS (14 no total)Serão realizadas 12 oficinas internacionais (3 por cidade) e 2 em escolas públicas de São Paulo, com duração média de 3 horas cada, certificação, material pedagógico e acessibilidade comunicacional. Eixos temáticos:Produção Cultural PeriféricaComunicação e Narrativas VisuaisModa Sustentável e Estética da FavelaArte Urbana como Pedagogia VisualPoesia Falada, Oralidade e Cultura PopularCriação de Projetos Culturais e Captação de RecursosAs oficinas realizadas em escolas públicas terão foco em "Cultura e Território: Identidade e Pertencimento" e "Expressão Criativa e Direitos Culturais na Juventude". Produtos resultantes: registros fotográficos e audiovisuais, apostilas digitais e certificação gratuita para todos os participantes. 3. EXPOSIÇÃO "FAVELA É ARTE"Instalação artística itinerante com obras, fotografias, vídeos e objetos produzidos por artistas de territórios periféricos brasileiros. A mostra ocupará espaços públicos e culturais parceiros em cada cidade, com adaptação de montagem conforme infraestrutura local. Diferenciais: acessibilidade física e comunicacional (rampa, piso tátil, audiodescrição e QR Codes com legendas multilíngues). Produtos resultantes: catálogo bilíngue digital com curadoria, textos críticos e ficha técnica completa. 4. DESFILE "MODA QUE RESISTE"Apresentação pública de moda sustentável, produzida pelo Costurando Sonhos Brasil e criadores locais, com foco em upcycling, economia circular e identidade periférica. O desfile será acompanhado por trilha sonora ao vivo e performance artística. Produtos resultantes: registro audiovisual profissional, making of e catálogo digital com fotos e informações das coleções. 5. APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS (8 no total)Serão realizadas 2 apresentações em cada cidade, envolvendo orquestra, dança, poesia falada e performances de coletivos periféricos. Os espetáculos terão entrada franca e serão realizados em espaços públicos ou centros culturais acessíveis. Ações de acessibilidade: intérprete de Libras, legendas em painéis eletrônicos, espaços reservados para pessoas com deficiência e tradução multilíngue quando necessário. Produtos resultantes: gravação audiovisual, clipping de imprensa e registro técnico para catálogo. 6. CATÁLOGO BILÍNGUE DIGITALPublicação digital em português, inglês, francês e espanhol, reunindo textos curatoriais, entrevistas, imagens e reflexões sobre o processo criativo. O catálogo será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais e no site institucional do projeto. Produtos resultantes: e-book bilíngue gratuito e versão em PDF para acessibilidade. 7. SÉRIE DE VÍDEOS "CULTURA QUE MOVE O MUNDO" (4 episódios)Produção de 4 vídeos documentais, com até 15 minutos cada, registrando bastidores, artistas e ações realizadas em cada cidade. As produções serão legendadas nos quatro idiomas e disponibilizadas gratuitamente no canal digital do projeto e redes sociais institucionais. Produtos resultantes: 4 vídeos legendados e um compilado final (making of) para difusão e memória institucional. 8. CONTRAPARTIDA SOCIALAlém da gratuidade integral de todas as atividades, o projeto prevê:Acessibilidade comunicacional em todas as etapas (Libras, legendas, audiodescrição);Oficinas exclusivas em escolas públicas;Distribuição gratuita do catálogo digital;Transmissão online de parte das atividades para garantir alcance ampliado. 9. REGISTRO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃOTodas as ações serão documentadas em foto, vídeo e relatórios de execução, garantindo transparência e rastreabilidade. O acompanhamento será feito por equipe técnica e parceiros locais em cada cidade, com indicadores de público, impacto formativo e engajamento digital.
A Semana das Favelas _ Cultura que Move o Mundo necessita do apoio da Lei de Incentivo à Cultura por tratar-se de um projeto de relevante interesse público, gratuito e de caráter educativo, voltado à difusão internacional da produção artística das periferias brasileiras. A proposta envolve múltiplas linguagens — música, dança, moda, artes visuais, audiovisual e formação cultural — com acessibilidade integral e circulação em quatro cidades (São Paulo, Nova York, Paris e Medellín), promovendo intercâmbio cultural e valorização da diversidade.O projeto se enquadra no Art. 1º, incisos I e II da Lei 8.313/91, ao estimular a produção, a difusão e o acesso à cultura brasileira e proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade. Atende também aos objetivos do Art. 3º, especialmente os incisos:I _ contribuir para a formação cultural e artística do país;II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira;IV _ democratizar o acesso aos bens de cultura;VI _ proteger e valorizar a diversidade das expressões culturais;VII _ estimular o intercâmbio cultural e a difusão da arte e da cultura brasileira no exterior.A realização do projeto demanda investimento significativo em produção, logística internacional, tradução, acessibilidade e formação, inviável sem o uso do mecanismo de incentivo fiscal federal, que garante a sustentabilidade financeira e a execução gratuita de todas as ações. Dessa forma, o uso da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para ampliar o alcance, democratizar o acesso e consolidar a cultura das favelas como patrimônio simbólico e artístico da nação brasileira. Por que a Lei de Incentivo à Cultura?Porque a Lei de Incentivo à Cultura é o único instrumento capaz de viabilizar um projeto de interesse público, sem fins lucrativos e de acesso gratuito, que exige investimento em produção, difusão, acessibilidade e circulação internacional — dimensões que o mercado privado não costuma financiar espontaneamente.No caso da Semana das Favelas _ Cultura que Move o Mundo, o uso da Lei é fundamental para garantir que a arte das periferias brasileiras circule entre São Paulo, Nova York, Paris e Medellín, mantendo o acesso gratuito e a qualidade técnica das ações formativas, exposições, desfiles, apresentações e publicações bilíngues.O incentivo fiscal não é apenas um meio de financiamento, mas uma ferramenta de democratização cultural: ele permite que empresas invistam em diversidade, inclusão e representatividade, transformando impostos em políticas públicas de cultura.Em termos legais, o projeto se enquadra: _ no Art. 1º, incisos I e II, por promover a produção, difusão e proteção das expressões culturais brasileiras; _ e nos incisos I, II, IV, VI e VII do Art. 3º, por contribuir para a formação cultural, democratizar o acesso, valorizar a diversidade e estimular o intercâmbio internacional da arte e da cultura nacional.Em síntese: a Lei de Incentivo torna possível que a potência criativa das favelas brasileiras seja reconhecida globalmente, sem barreiras econômicas ou geográficas, reafirmando a cultura periférica como parte viva do patrimônio cultural do Brasil.
A Semana das Favelas – Cultura que Move o Mundo propõe um modelo inédito de circulação internacional da cultura periférica brasileira, conectando territórios populares em quatro cidades globais: São Paulo, Nova York, Paris e Medellín. O projeto amplia a presença da arte produzida nas favelas em espaços de legitimidade cultural, promovendo diálogo entre centro e periferia, Norte e Sul, local e global.A proposta reafirma o compromisso com os princípios da diversidade cultural, acessibilidade universal, sustentabilidade e formação cidadã, contribuindo diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS):ODS 4 – Educação de Qualidade: por meio das oficinas e ações formativas;ODS 5 – Igualdade de Gênero: com protagonismo feminino nas produções de moda e gestão cultural;ODS 10 – Redução das Desigualdades: ao dar visibilidade à produção artística periférica;ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis: por promover ocupação cultural de espaços urbanos de forma acessível e ecológica.O projeto também fortalece redes já consolidadas como G10 Favelas, Costurando Sonhos Brasil, Orquestra de Paraisópolis e Ballet de Paraisópolis, gerando intercâmbio técnico, econômico e simbólico entre artistas, gestores e comunidades.Todos os conteúdos produzidos — vídeos, catálogo, registros pedagógicos e memoriais audiovisuais — serão disponibilizados gratuitamente em plataforma digital, garantindo transparência, replicabilidade e legado cultural.O caráter inovador da proposta está em reconhecer a favela como polo criativo global, um território de saberes e estéticas que transcende fronteiras. Ao transformar tributos em arte e inclusão, a Semana das Favelas reafirma a potência do mecanismo de incentivo fiscal como política pública de cidadania cultural e como instrumento de valorização da identidade brasileira em escala internacional.
1. Exposição “Favela é Arte”Duração: 10 dias em cada cidade (São Paulo, Nova York, Paris e Medellín). Espaço expositivo: mínimo de 200 m², com painéis modulares, iluminação cênica e área acessível. Materiais: painéis em MDF reciclado, estrutura metálica modular, impressões em tecido ecológico, telas, monitores de vídeo e projeções mapeadas. Paginação: 20 obras (entre fotografias, vídeos e instalações). Acessibilidade: piso tátil, audiodescrição, QR Codes com legendas multilíngues e sinalização em braille. Projeto pedagógico: mediadores formados para conduzir visitas guiadas e atividades educativas com escolas públicas e coletivos culturais. 2. Desfile “Moda que Resiste”Duração: 90 minutos por edição. Local: espaço cultural ou praça pública, com passarela acessível e área para público de até 300 pessoas. Materiais: figurinos confeccionados com reaproveitamento têxtil, cenário sustentável e iluminação LED. Paginação: 25 looks autorais. Acessibilidade: intérprete de Libras, rampas e tradução simultânea nas edições internacionais. Projeto pedagógico: integra o eixo Moda Sustentável e Estética da Favela, abordando upcycling, design social e economia circular. 3. Apresentações ArtísticasDuração: 2 horas por apresentação, 8 edições no total. Formato: música, dança, poesia e performance, com orquestra e coletivos periféricos. Materiais: estrutura de palco, sonorização, luz, figurino e equipamentos audiovisuais. Acessibilidade: intérprete de Libras, legendas em painéis eletrônicos e espaços reservados. Projeto pedagógico: oficinas preparatórias e encontros de integração artística em cada cidade, promovendo trocas interculturais. 4. Oficinas FormativasDuração: 3 horas cada, total de 14 oficinas. Participantes: até 25 pessoas por oficina. Materiais: apostilas digitais, kits de papelaria, materiais recicláveis, tecidos e tintas. Acessibilidade: intérprete de Libras e material digital acessível (PDF narrado). Projeto pedagógico: metodologia participativa, com objetivos de aprendizagem definidos por eixo (produção cultural, moda, audiovisual, poesia, arte urbana e gestão de projetos). As atividades estimulam autonomia criativa e reflexão sobre cultura, território e economia solidária. 5. Rodas de Conversa “Cultura que Move o Mundo”Duração: 2 horas cada, 4 edições. Formato: debate presencial e transmissão online, com 4 a 6 convidados por edição. Materiais: palco, microfones, projetor multimídia, tradução simultânea. Paginação: publicação posterior dos conteúdos em catálogo e vídeo. Acessibilidade: intérprete de Libras, legendas automáticas e transmissão em streaming. Projeto pedagógico: estímulo à reflexão crítica sobre cultura periférica, identidade, juventude e ancestralidade. 6. Catálogo Bilíngue DigitalPaginação: 80 páginas. Formato: PDF interativo e e-book, bilíngue (português/inglês, com seções em francês e espanhol). Materiais: fotografias de alta resolução, textos curatoriais, entrevistas, QR Codes para vídeos. Acessibilidade: versão em áudio e PDF acessível. Projeto pedagógico: registro e difusão de conteúdos educativos, servindo como material de apoio para professores e pesquisadores. 7. Série de Vídeos “Cultura que Move o Mundo”Duração: 4 episódios de até 15 minutos cada. Formato: documentário curto, com legendas em quatro idiomas. Materiais: gravação 4K, captação de som profissional, trilha original e legendagem multilíngue. Acessibilidade: audiodescrição e legendas. Projeto pedagógico: utilizado em escolas e espaços culturais como recurso audiovisual educativo, com proposta de debate guiado sobre arte e diversidade. 8. Oficinas em Escolas Públicas (São Paulo)Duração: 2 encontros de 3 horas cada. Materiais: apostila impressa, kit de arte (papel, tintas, tecidos) e recursos digitais. Acessibilidade: intérprete de Libras e material adaptado em braille e fonte ampliada. Projeto pedagógico: temas Cultura e Território: Identidade e Pertencimento e Expressão Criativa e Direitos Culturais na Juventude, articulando arte e cidadania. 9. Produtos de Difusão e ComunicaçãoMateriais: website, mídias sociais, releases, cartazes e sinalização visual padronizada. Acessibilidade: linguagem simples e versões em português, inglês, francês e espanhol. Projeto pedagógico: foco em educação midiática e valorização da cultura periférica por meio da comunicação acessível.
AcessibilidadeO projeto Semana da Favela – Cultura que Move o Mundo será integralmente acessível, com ações estruturadas em duas dimensões:1. Acessibilidade Física Todas as atividades presenciais ocorrerão em espaços previamente avaliados quanto à acessibilidade física, garantindo:Rampas de acesso e pisos antiderrapantes;Banheiros adaptados;Sinalização visual e tátil;Guias táteis e rotas acessíveis para pessoas com deficiência visual ou mobilidade reduzida;Apoio de equipe treinada para recepção de pessoas com deficiência. 2. Acessibilidade de Conteúdo O conteúdo das oficinas, apresentações e rodas de conversa será acessível por meio de:Intérprete de Libras em tempo real;Audiodescrição ao vivo nas apresentações artísticas;Legendas descritivas nos materiais audiovisuais (PT, EN, ES, FR);Visitas sensoriais prévias às exposições, destinadas a pessoas cegas, com deficiência intelectual ou no espectro autista;Uso de linguagem simples em materiais educativos, catálogos e conteúdos digitais;Mediação acessível, com profissionais capacitados para comunicação com neurodivergentes e pessoas com deficiência intelectual. Além disso, o projeto contará com consultoria especializada em acessibilidade cultural e neuroinclusão, assegurando protocolos de escuta, acolhimento e adaptação nos quatro territórios de realização.
Democratização de AcessoTodas as atividades da Semana da Favela – Cultura que Move o Mundo serão gratuitas e abertas ao público, sem cobrança de ingresso ou inscrição, incluindo oficinas, rodas de conversa, exposições, shows e intervenções urbanas. A entrada será por ordem de chegada ou mediante inscrição gratuita, com prioridade para públicos periféricos, pessoas com deficiência, juventudes, educadores e coletivos culturais.Os produtos culturais do projeto (catálogo bilíngue, vídeo-documentário e registros fotográficos) serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais, com acessibilidade em Libras, audiodescrição e legendas descritivas em português, inglês, espanhol e francês. Não haverá comercialização de nenhum conteúdo ou produto gerado.Para ampliar ainda mais o acesso:Serão realizados ensaios abertos em São Paulo, como forma de aproximação com escolas públicas e coletivos locais;Oficinas e rodas de conversa serão também ofertadas em espaços comunitários periféricos, como CEUs, associações culturais e escolas públicas;Algumas atividades terão transmissão online ao vivo e posterior disponibilização nas redes do projeto e das instituições parceiras;Haverá a produção de um relatório artístico acessível, em linguagem simples, compartilhado com redes educativas e culturais.Essas medidas visam garantir acesso irrestrito, intergeracional e inclusivo, consolidando o compromisso com o direito à cultura e à diversidade.
Direção Geral e Curadoria InstitucionalGilson Rodrigues Presidente do G10 Favelas, gestor cultural com reconhecimento nacional e internacional. Atua como curador, produtor geral e articulador institucional de projetos como Slum Summit, Semana de Paraisópolis, Estúdio G10, e Semana das Favelas em Nova York. Responsável por mais de 40 ações culturais periféricas com visibilidade pública e impacto social. Através de parcerias estratégicas, o G10 Favelas tem conseguido atrair investimentos e atenção para as causas que defende, ampliando o impacto de suas ações. A colaboração com instituições de ensino, organismos internacionais e empresas privadas tem permitido que os projetos do G10 alcancem novos patamares, sempre com o objetivo de promover o desenvolvimento humano e social nas favelas.O empenho em capacitar líderes comunitários e promover a educação como ferramenta de transformação é uma marca registrada do G10 Favelas. Através de oficinas, cursos e programas de mentoria, a organização tem ajudado a formar uma nova geração de empreendedores e agentes de mudança, preparados para enfrentar os desafios do século XXI.A cultura é um dos pilares fundamentais do G10 Favelas, e suas iniciativas culturais buscam celebrar e preservar as tradições e expressões artísticas originárias das favelas. Ao mesmo tempo, essas iniciativas funcionam como uma vitrine para novos talentos, impulsionando carreiras e gerando reconhecimento para artistas locais.Por meio de um trabalho contínuo e dedicado, o G10 Favelas reafirma diariamente seu compromisso com a transformação social, mostrando que as favelas são espaços de inovação, resistência e esperança. A organização se destaca como um exemplo de que, com determinação e solidariedade, é possível construir um futuro no qual todos tenham voz e oportunidades iguais.Coordenação Executiva de Circulação InternacionalGivanildo Pereira Empreendedor social, fundador da Favela Brasil Xpress e coordenador nacional do Slum Summit. Experiência em gestão de logística cultural em comunidades de difícil acesso, com passagens por Harvard, Bolsa de Valores NY e eventos globais. Coordenação de Comunicação e Narrativas PeriféricasFrancisca Rodrigues Produtora cultural e coordenadora de comunicação do G10 Favelas. Atua na construção de narrativas periféricas, articulação com imprensa, cobertura de eventos e formação de comunicadores populares. Experiência em ações como Semana de Paraisópolis, Slum Summit e NY.Coordenação de Produção Local e Mobilização ComunitáriaRosilane Queiroz Produtora cultural e coordenadora do G10 Favelas em Paraisópolis. Responsável por eventos como Semana das Favelas em NY, Slum Summit e ações humanitárias em favelas. Experiência com logística de eventos, articulação comunitária e ações de grande escala com inclusão social.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 24/02/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.