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PRONAC 2514614Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MUSEU PARQUE DAS RELIGIÕES - ESTUDOS/PLANTAS ARQUITETÔNICAS

INSTITUTO MUSEU PARQUE DAS RELIGIOES
Solicitado
R$ 274,7 mil
Aprovado
R$ 274,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Projetos executivos para bens imóveis tombados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2025-12-29
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Olinda Pernambuco

Resumo

Realizar o levantamento da área no sítio do terreno do Convento de São Francisco, na cidade de Olinda/PE, para a realização de estudos, medições, pesquisas temáticas e elaboração de projetos arquitetônicos preliminares e geração de um anteprojeto da futura edificação do Museu Parque das Religiões. Por se tratar de uma zona de tombamento federal, as plantas serão encaminhadas aos órgãos competentes para avaliação e, se necessário, realização de ajustes. Serão promovidas rodas de conversa em 05 escolas da rede pública, localizadas na cidade de Olinda/PE, com intérprete de Libras a fim de apresentar a proposta do Museu para alunos, gestores, professores e convidados. O resultado dos estudos das arquitetas será registrado em fotos que vão compor um sequencial dos trabalhos. O Museu Parque das Religiões é um projeto de educação para o diálogo intercultural e inter-religioso, será um equipamento sob o moderno critério de museu dinâmico e interativo, voltado para as experiências do sagrado.

Sinopse

NÃO SE APLICA.OBSERVAÇÕES: - As rodas de conversa - os bate-papos nas escolas serão realizados pelos integrantes do Instituto Museu Parque das Religiões, com as arquitetas e o engenheiro e será realizado o repasse de conhecimentos sobre o tema e da futura finalidade do Museu Parque das Religiões.- Este projeto visa obter os jogos de plantas arquitetônicas de onde será edificado o Museu Parque das Religiões, localizado na área externa do sítio do Convento dos Franciscanos, na cidade de Olinda. Assim, nosso produto serão as plantas arquitetônicas que ficarão de posse do Instituto Museu Parque das Religiões e, depois de prontas e atender todas as exigências legais que a área tombada exige, serão encaminhadas ao Iphan - Recife visando sua aprovação para dar sequência a outros projetos culturais para captação de recursos com a finalidade da edificação do Museu. - Assim, teremos um produto que será o registro fotográfico das rodas de conversa com os bate-papos nas escolas e do trabalho do estudos de viabilidade da área com as arquitetas e o engenheiro com medições, capacidade de carga para suportar as estruturas que serão edificadas. Registro das arquitetas realizando tanto o trabalho de campo como o trabalho interno desenhando e projetando as edificações. Esse registro fotográfico será editado, servirá para demonstrar nos bate-papos e será inserido no site do Museu e nas Redes Sociais com acesso livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Produzir as plantas arquitetônicas preliminares que irão gerar o anteprojeto da futura edificação do Museu Parque das Religiões, no terreno do Sítio do Convento de São Francisco, na Cidade Alta de Olinda/PE.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:⁠⁠- Promover o repasse de conhecimentos, por meio dos bate-papos, com foco em educação patrimonial, para aproximadamente 250 pessoas, sobre a importância de obter as plantas aquitetônicas para a futura criação do Museu Parque das Religiões envolvendo alunos, gestores e professores de escolas da rede pública de ensino, para os Franciscanos do Convento e de outras ordens religiosas localizadas no entorno do sítio do Convento de São Francisco, em Olinda, para convidados e público em geral;- Com os jogos das plantas arquitetônicas do anteprojeto finalizadas e aprovadas, se dará início a novos projetos para captar recursos com a finalidade de realizar a construção do Museu Parque das Religiões;- Demonstrar à população, nos bate-papos de educação patrimonial, as plantas arquitetônicas do anteprojeto que indicará a importância da criação deste local que será um centro vivo e mediado por tecnologias de interação, um espaço educativo e macroecumênico;- Presença do Intérprete de Libras nos Bate-Papos nas escolas;- Realizar o registro fotográfico do trabalho das arquitetas para gerar um catálogo virtual que será disponibilizado nos bate-papos e nas redes sociais do Museu.

Justificativa

Incisos do Art. 1º que o projeto se enquadra:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - As plantas dos estudos preliminares irão dar origem as formas de ocupação da área que irá gerar, numa fase posterior, o anteprojeto arquitetônico e os projetos complementares de ocupação onde está prevista a edificação do Museu Parque das Religiões. As rodas de conversa bate-papos de educação patrimonial, em 05 escolas de Olinda, irão repassar o trabalho das arquitetas para o que venha a ser a criação do Museu Parque das Religiões.V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira - O levantamento da área, está localizada no sítio do Convento dos Franciscanos, na cidade de Olinda/PE. Os jogos de plantas preliminares irá prever a salvaguarda tanto da área como do meio ambiente lá existente e levarão em consideração o valor agregado do conjunto arquitetônico da Cidade Alta de Olinda e os modos de criar, fazer e viver dentro de uma sociedade multicultural.VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro - Com essas plantas arquitetônicas prontas e aprovadas nos órgãos competentes, que deverá preservar um local histórico, tombado e reconhecido pela UNESCO e que possui enorme representatividade para o Estado de Pernambuco.VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória - Com a produção dos jogos de plantas preliminares, se poderá obter as plantas complementares para que o Museu seja edificado, base para se ter as condições adequadas para futura difusão de bens culturais de valor universal. Pesquisadores, professores, alunos, estudiosos e a população em geral serão os formadores e informadores do conhecimento, da cultura e da memória viva da população.Objetivos do Art. 3º que serão alcançados:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos - É de extrema importância e necessário ter os jogos de plantas arquitetônicas preliminares além de um estudo estruturado da área para a futura construção do Museu Parque das Religiões que atuará simultaneamente como guardião de bens materiais e imateriais, e como agente ativo de comunicação e educação para ser um espaço de memória e conhecimento.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos - Sim, antes que os jogos de plantas arquitetônicas preliminares sejam elaborados, haverá uma ampla pesquisa e estudos que envolvem o levantamento topográfico do terreno e da vegetação pré-existente e medição da área pelo engenheiro e as arquitetas que dará origem a novas plantas para edificação do Museu Parque das Religiões.V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais - Será contratado um especialista em elaboração de projetos culturais, notadamente voltado para a área de Patrimônio Material e que reconheça a importância da preservação, difusão e fruição dos bens edificados e, principalmente, os tombados em qualquer nível.c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999) - Poderá ocorrer, no decorrer da execução do projeto, a possibilidade de realizar ações não citadas, mas que virão complementar esta proposta. Caso surjam, serão informadas no sistema Salic. A elaboração dos estudos preliminares, será a primeira etapa a fim de tornar possível a construção do futuro Museu Parque das Religiões. Faz uma década que um grupo de educadores e empresários, inspirados pelo apelo de Dom Helder Câmara para o diálogo com as culturas e religiões, idealizou um equipamento sobre essa temática em Pernambuco. O objetivo é promover aprendizagens críticas e transdisciplinares sobre as experiências espirituais da humanidade, por meio de espaços e vivências que unam arte, cultura, educação, religiosidade, tecnologia e natureza, constituindo-se em um museu dinâmico e interativo, em um área histórica, de educação humanista que estimule a busca de significados mais profundos para o patrimônio, que são as espiritualidades, tanto religiosas como também não, ou pós-religiosas. O futuro Museu Parque das Religiões tem o propósito de estimular a convivência e união dos praticantes das mais diversas crenças em Pernambuco, demostrando que é possível usufruir da natureza sem provocar destruição. A preservação de patrimônios edificados representa a origem da história dos povos. Assim, unir cultura e até contribuir para o turismo religioso no Estado propiciará outras visões de mundo, além do que, os museus ampliam o horizonte da educação. Pernambuco é referência na preservação de bens tombados, principalmente em cidades históricas como Olinda (Patrimônio da Humanidade, título conferido pela Unesco), onde flui, de modo constante, a artes e o turismo religioso em suas igrejas e conventos. O Estado também oferece outros locais históricos e importantes, como Nova Jerusalém, onde se realiza a Paixão de Cristo no maior teatro ao ar livre do mundo; a primeira sinagoga das Américas, no Recife Antigo, além de terreiros afro-indígenas.Segundo a visão museológica que se prevê como ideal, deverá constar na proposta das plantas arquitetônicas do anteprojeto do Museu Parque das Religiões o arrendamento remunerado dos três hectares do sítio do Convento de São Francisco, pelo Instituto Museu Parque das Religiões. A edificação do equipamento será em um terreno bem arborizado, com uma fonte de água secular e linda vista para o mar de Olinda. Estão previstas salas que não privilegiarão nenhuma religião específica, pois a abordagem temática será transversal, visando promover o respeito a uma sociedade pluralista e multicultural. Também haverá áreas destinadas à administração, lojinha, anfiteatro e biblioteca especializada.Em termo gerais, essa será a primeira etapa que tem por finalidade, obter as plantas arquitetônicas da construção do futuro Museu Parque das Religiões em parceria com a UNICAP, Convento dos Franciscanos e o Instituto Museu Parque das Religiões. A ideia do Museu é baseada de que o diálogo é o caminho para a paz. Virá para trabalhar pelo diálogo, convivência e união dos diversos povos, mostrando que é possível realizar conquistas e usufruir da natureza sem provocar destruição. A preservação de patrimônios edificados representa a origem da história dos povos. Assim, unir cultura, patrimônio e turismo religioso possibilita outras visões do mundo e os museus ampliam o horizonte da educação.Depois de edificado e em funcionamento, o Museu Parque das Religiões terá a seguinte administração: São previstos três órgãos para a gestão do Museu Parque das Religiões - Diretoria, Conselho Científico e Conselho Consultivo, que será formado por dirigentes e associados do Instituto Museu Parque das Religiões, Pessoas de diferentes profissões como cientistas, intelectuais, professores, pesquisadores e pessoas dedicadas à extensão e a atividades práticas dos estudos de religião e por lideranças das tradições religiosas e espirituais. Atuação como consultores no planejamento e futura operação do Museu.Para realizar os bate-papos nas escolas, estas serão pré-agendadas e os envolvidos, que estarão presentes para explanar sobre esse tema, são membros integrantes do Instituto Museu Parque da Religiões e farão essa ação. Nestas ações, haverá o intérprete de Libras e fotógrafo, para registrar todas as ações.

Estratégia de execução

Aqui se faz necessário informar que todo esse procedimento, até se chegar a este ponto para solicitar/realizar este projeto e termos os jogos das plantas arquitetônicas com a indicação para um anteprojeto da instalação do Museu Parque das Religiões, se percorreu um longo caminho de parcerias.Foi fundamental a formalização da parceria entre o Instituto Museu Parque das Religiões com outras duas instituições como a UNICAP - Universidade Católica de Pernambuco e com a Província Franciscana de Santo Antônio no Brasil, aqui indicados como o Convento dos Franciscanos em Olinda/PE, que gerenciam o sítio onde o bem está edificado e toda sua área do entorno, conforme documento em anexo.Assim, este projeto será o primeiro passo para, com este projeto realizado, com os jogos de plantas arquitetônicas aprovadas pelas instâncias competentes, idealizarmos e enviar outros projetos para leis e editais, para captação de recursos com essas plantas complementares prontas para a posterior edificação do Museu Parque das Religiões.

Especificação técnica

Produto 01: confeccionar o conjunto dos jogos de plantas arquitetônicas para darem origem ao anteprojeto e aos projetos complementaresde de como será edificado o Museu Parque das Religiões, contendo as áreas das edificações e das áreas livres. Produto 02: produzir um material em formato PDF e digital, com os registros fotográficos do trabalho do engenheiro e das arquitetas, os jogos de plantas e a prospecção da edificação do museu, que serão utilizados nas rodas de bate-papos nas escolas e também inserido no site do Museu e nas Redes Sociais como comprovação da execução do projeto e servirá de registro de memória da realização deste projeto.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICAAqui temos dois momentos:1 – A acessibilidade física é um dos pilares fundamentais de qualquer museu contemporâneo, especialmente em um projeto como o do Museu Parque das Religiões, que propõe diálogo, acolhimento e pluralidade. É essencial garantir locomoção segura, confortável e inclusiva nos espaços a serem criados, desde o acesso principal e em todo o percurso. Nos estudos a serem elaborados, as arquitetas darão toda a atenção a esse quesito, a partir das legislações pertinentes – em todos os níveis, quer seja federal, estadual e municipal e vide premissas do IPHAN –, sobretudo por se tratar de área tombada e local histórico. Os estudos preliminares/jogo de plantas irão indicar esses facilitadores, como mapas táteis, rampas, pisos antiderrapantes (trilhas, passarelas, pátios) e podotáteis, circulação, portas, banheiros adaptados, com sinalização externa e interna, adequada aos diversos públicos.2 – Para este momento inicial e já com a autorização formal dos Franciscanos do Convento, toda a equipe terá acesso ao local onde será edificado o Museu, com equipamentos de proteção adequados, EPIs, haja vista se tratar de uma área com solo natural permeável, com vegetação rasteira e muitas árvores, exigindo cuidado no acesso. Assim, evitaremos danos à saúde dos profissionais que irão atuar nessa fase inicial de medição, mapeamento vegetativo e levantamento total da área. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOAqui temos dois momentos:1 – A acessibilidade de conteúdo é tão importante quanto à acessibilidade física, pois garante que todas as pessoas possam compreender, interpretar e se conectar ao espaço e à narrativa do museu, independentemente de limitações sensoriais, cognitivas, linguísticas ou culturais. Serão previstos textos curatoriais e legendas em linguagem simples e clara, versões em Libras, audiodescrição, braille, capacitação contínua de mediadores e educadores. Para este projeto haverá uma série de rodas de conversa com escolas da região onde está localizado o sítio do Convento Franciscano, instituições, poder público, centros comunitários, com o objetivo de divulgar a iniciativa. Na ocasião, também haverá intérprete de Libras, fazendo a ponte comunicativa com pessoas de baixa audição.2 – No futuro, quando o Museu Parque das Religiões estiver edificado e em funcionamento, está prevista toda uma acessibilidade de conteúdo inclusiva, desde totens interativos, audioguias, estações sensoriais, intérprete de Libras, até uma curadoria comprometida com a representação equitativa das diferentes tradições religiosas, evitando hierarquias, com uso de linguagens universais e respeitosas, criação de espaços contemplativos e de silêncio, acessíveis física e simbolicamente.

Democratização do acesso

Por se tratar de um projeto voltado para a elaboração de plantas arquitetônicas de uma área para gerar um anteprojeto para a futura construção e instalação do Museu Parque das Religiões, não haverá produto a ser comercializado.O produto a ser gerado será o conjunto de plantas arquitetônicas indicativas da ocupação do espaço físico, pontos de iluminação, pontos de sonorização, rotas de fuga, banheiros, sala de projeção, sala para oficinas, auditório, setor administrativo e preservação do entorno e do meio ambiente já existente.A democratização de acesso se dará por meio dos bate-papos (rodas de conversas), que serão realizados em cinco escolas na cidade de Olinda/PE, onde os alunos, gestores, professores, franciscanos, pesquisadores e convidados terão acesso gratuito ao local onde serão realizados os encontros, nas áreas das escolas, com a presença de um intérprete de Libras. Este material será apresentado ao final deste projeto, identificando, com o registro fotográfico dos trabalhos das arquiteturas e da produção durante as visitas técnicas, medições das áreas e com a conclusão da confecção das plantas propriamente ditas. Serão demonstrados, em material planejado, como será o Museu Parque das Religiões, repassando as informações do seu objetivo, metas e propósito.Serão repassadas informações, nesses bate-papos, sobre como os jogos de plantas foram pensador e criados para indicar a futura construção do Museu Parque das Religiões repassando seus objetivos, metas e propósitos.Todo material, ao final do projeto, estará disponível no site do Instituto Museu Parque das Religiões e nas redes sociais com acesso livre.

Ficha técnica

INSTITUTO PARQUE DAS RELIGIÕES - Funções: Gestão Administrativa, Curadoria e atuantes nas rodas de bate-papos nas escolas. O Instituto Museu Parque das Religiões é uma associação civil de direito privado, com finalidade não econômica e sem fins lucrativos. Com sede no bairro dos Aflitos, no Recife/PE, é detentor do CNPJ 20.881.974/0001-39 e tem Estatuto formal registrado em cartório, desde 2014. O museu adota um nome provisório de Ecoparque das Religiões e tem por objetivo promover o conhecimento das tradições religiosas e a convivência entre os seguidores dos diversos caminhos espirituais, incluindo os sem ou pós-religiosos, com o sentido de promover o diálogo macroecumênico entre religiões e convicções. Há uma década, um grupo de educadores e empresários, inspirados pelo bispo católico e grande defensor dos direitos humanos, Dom Helder Camara, vem idealizando um equipamento com essa temática em Pernambuco. O museu será implantado na Cidade Alta de Olinda/PE, no sítio do Convento de São Francisco, um local histórico, secular, de natureza, convivência e contemplação, além de grande apelo turístico. O projeto visa se consolidar como um centro de referência nacional para o conhecimento inter-religioso, atingindo os mais diversos públicos, com o propósito de difundir a tolerância, a paz e o pluralismo cultural no Brasil.GILBRAZ DE SOUZA ARAGÃO – Função: Curador - Trabalha na Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) desde 1991. É Professor Titular e Pesquisador nos Programas de Pós-graduação em Ciências da Religião e em Teologia e Colaborador no Programa de Pós em Ciências das Religiões da UFPB. Doutor em Teologia pela PUC-RJ (2004) e Mestre pela Pontifícia Faculdade de Teologia de São Paulo (1994), Graduado em Filosofia e Teologia. Coordenou cursos de pós graduação do Bacharelado de Teologia e, de Licenciatura EaD de Ciências da Religião; coordenou o Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião. Contribuiu com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (INEP/MEC), de 2010-18; foi Membro Titular, de 2014-18, do Comitê Nacional de Respeito à Diversidade Religiosa do Ministério dos Direitos Humanos; Foi Vice-presidente, de 2010-16, e Presidente, de 2016-18, da ANPTECRE (Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Teologia e Ciências da Religião). VERÔNICA VASCONCELOS DE LIMA - Funções: Supervisora das Arquitetas e voluntária nas rodas de bate-papo nas escolas. Verônica Vasconcelos de Lima nasceu no Recife, é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em 1987, e pós-graduada em Controladoria Empresarial, também pela UFPE (2000). Verônica mudou o rumo de sua carreira em 1983, ao passar em um concurso do Banco do Brasil. Na Instituição, adquiriu experiência na área de gestão, nos mais de 15 anos em que atuou como administradora de agências. Desde 2013, trabalha como Diretora-Executiva no projeto do Museu Parque das Religiões, previsto para ser construído no Sítio Histórico de Olinda, PE. EM 2016, atuou como produtora cultural e integrou o Grupo 40 de Artes, coordenando exposições artísticas em mostras coletivas no Recife, envolvendo artistas nacionais e internacionais. Em 2023, passou a integrar a Sociedade dos Amigos do Museu do Estado de Pernambuco (SAMPE), onde atua como Diretora-Secretária. A associação dá suporte e é ordenadora de despesas do referido Museu do Estado (MEPE). Atualmente, faz pós-graduação em Museologia na PUC Minas, com previsão de término em julho/2026.ANA LUÍZA ROLIM - Função: Arquiteta - Elaboração das plantas arquitetônicas. É formada em designer de interiores e educadora com experiência profissional e acadêmica no Brasil, EUA e Europa. Atualmente, leciona como Professora Assistente no Hillier College of Architecture and Design, New Jersey Institute of Technology. Tem doutorado pela UFPE, Brasil, com pesquisa concentrada na interação humana em espaços expositivos de arte, combinando Sintaxe Espacial e Neurociência e obteve o primeiro lugar no Prêmio Instituto Brasileiro de Arquitetos de 2021 em diversas categorias, incluindo Interiores, Urbanismo e Inovação Tecnológica. ANDREA STORCH - Função: Arquiteta - Elaboração das plantas arquitetônicas. Com graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco (1987), mestrado em Desenvolvimento Urbano pela mesma instituição (2000) e doutorado em Desenvolvimento Urbano pela UFPE (2017), com reconhecimento do grau de doutor pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), Portugal, em 2019. Atualmente, é professora da Universidade Católica de Pernambuco, onde integra o Comitê de Extensão e o Comitê de Pesquisa. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase na correlação entre teoria e prática da arquitetura, atuando nos seguintes temas: arquitetura, alteridade, e teoria e prática do projeto em territórios com preexistências. Na esfera pública, atuou na Prefeitura do Recife como Coordenadora da Equipe de Espaços Públicos no Programa Morar no Centro e na gestão do Programa Monumenta BID. No setor privado, desenvolve projetos de arquitetura com interfaces urbanísticas, tendo recebido premiações de destaque na área. VERA FREIRE - Função: Arquiteta - Elaboração das plantas arquitetônicas. Arquiteta e urbanista com mestrado em Desenvolvimento Urbano pela Universidade Federal de Pernambuco, é professora e pesquisadora da Universidade Católica de Pernambuco. Desenvolveu projetos de parques e equipamentos urbanos, edifícios institucionais (educação e cultura) em áreas protegidas pelo valor histórico-cultural. Gerente do Departamento de Projetos Urbanos da empresa de urbanização da Prefeitura do Recife (2001/2005 e 2013/2020) e do Núcleo Técnico de Operações Urbanas do Governo do Estado de 2001-2020. Prêmios de primeiro lugar no concurso 2024 Intervenções Contemporâneas em Ambientes Construídos Protegidos (Conselho Brasileiro de Arquitetura e Urbanismo), primeiro lugar como orientadora de trabalho de graduação no concurso e de práticas docentes do CAU PE 2024; primeiro lugar no Prêmio Instituto Brasileiro de Arquitetos de 2021 na categoria de Urbanismo e paisagismo e segundo lugar no concurso IAB para o Parque da Tamarineira (2012).ADCE PRODUÇÃO CULTURAL LTDA. – Função: Produção Executiva. Empresa com 25 anos de atuação, foco na criação, planejamento, elaboração, produção executiva e gestão administrativa de projetos culturais e criativos aprovados em leis e editais. Carteira de clientes nas áreas de consultoria, mentoria e assessoria cultural para artistas, produtores, empresas de produção cultural e afins e realizou projetos em diversas áreas como audiovisual (vídeos), artes cênicas, artes visuais, música, patrimônio material e imaterial. A sócia Dora Dimenstein, formada em Psicologia, tem Pós Graduação em Turismo e Patrimônio e Pós Graduação em Elaboração, Gestão e Administração de projetos culturais e criativos é professora/instrutora de cursos na área cultural e afins. Projetos aprovados e executados pela lei do Funcultura/PE: Projeto Poesia Popular com Cordelistas e Cantores/FUNDJ/2020; produção do vídeo O FREVO, com roteiro, direção e apresentação-LAB Prefeitura do Recife/2021; Vídeo Cartilha de Educação Patrimonial, roteiro, direção, pesquisa e apresentação-LAB Jaboatão/2022; Restauro e Adequação da Casa de Câmara e Cadeia etapas I à V; Restauro do Museu Histórico do Brejo da Madre de Deus etapas I à IV; Os Vitrais do Palacete da ACP – Restauração; Inventário de Acervo - Patrimônio Documental; FREVO – Patrimônio Imaterial da Humanidade - Ações de Salvaguarda na Mata Sul de Pernambuco; Digitalização de acervo museal. Realizou, pela Lei Rouanet: Pernambuco: Folclore e Folguedos (publicação de livro). Busca realizar e executar projetos com foco na preservação de bens tombados edificados e projetos para salvaguarda do Patrimônio Imaterial, em diversos níveis. Especialidade atual: criar, formatar, elaborar e estar na produção executiva de projetos encaminhados para a Lei Rouanet e editais nacionais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.