Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Para celebrar seus 15 anos em 2026, a Associação de Dança, Música e Teatro de Ouro Branco criará uma Cia de Dança profissional a partir do projeto "Ações Culturais e Artísticas 2026". Será realizada uma audição para selecionar o elenco, focando em alunos atuais, pessoas com deficiência, mulheres maduras e pessoas em vulnerabilidade social. O projeto estruturará oficinas de dança (clássico, contemporâneo, jazz, urbanas), teatro e música (instrumental e canto).Pesquisa e criação de espetáculo inédito, além sua estreia e circulação.
Proposta de SinopseO que acontece quando a vida é interpretada literalmente, sem filtros ou subentendidos?Este espetáculo mergulha no universo da neurodivergência para tornar visível a arquitetura sensorial e emocional de quem vive no espectro autista. Em cena, corpos plurais e diversos investigam o que significa existir em um mundo que insiste em metáforas, enquanto o seu próprio corpo processa o mundo como fato.A coreografia traduz o atrito, a sobrecarga e a beleza dessa lógica particular, questionando a sociedade que ainda não sabe como lidar com o diferente. Mais do que uma performance, esta obra é uma busca cênica pelo verdadeiro significado de acessibilidade: a construção de um espaço onde, enfim, todas as formas de sentir e existir são validadas e audíveis.
Objetivo GeralCelebrar os 15 anos da Associação promovendo a profissionalização artística e a inclusão social de seus participantes, através da criação de uma Cia de Dança profissional e da montagem de um espetáculo inédito que explore a diversidade de corpos e a acessibilidade.Objetivos Específicos1.Estruturar as oficinas de formação: Adquirir os materiais técnicos e instrumentos necessários (linóleo, barras, espelhos, instrumentos musicais etc.) para qualificar as aulas de dança ( clássico, contemporâneo, jazz e danças urbanas), música e teatro oferecidas de segunda a sexta, nos períodos da manhã e tarde.2.Fundar e capacitar a Cia de Dança: Realizar uma audição para selecionar o elenco da nova Cia (composto por alunos, PCDs, mulheres maduras e pessoas em vulnerabilidade social) e contratar um coreógrafo para conduzir a pesquisa e a criação cênica do primeiro espetáculo.3.Produzir e circular o espetáculo: Montar uma obra de dança inédita, com trilha sonora original e foco na neurodivergência e acessibilidade, realizando a estreia em Ouro Branco e garantindo sua circulação por outras cinco cidades (Ouro Branco, Ouro Preto, Mariana e Congonhas).Apresentação:"A arte não é política por suas mensagens ou pela forma como representa o mundo, mas sim pela maneira como reconfigura o tempo e o espaço, tornando visível o que não era, e audível quem era tido como mero ruído." Jacques RancièreA arte, dizia Rancière, torna visível o que não era e audível quem era tido como mero ruído. É dessa matéria que se alimenta a Associação de Dança, Música e Teatro de Ouro Branco, que em 2026 celebrará seus quinze anos de existência. Esta não é apenas uma contagem de tempo, mas o marco de uma jornada dedicada a usar a arte como a mais potente das lentes sociais, um instrumento para construir nossa visão crítica do mundo. O artista, seja ele quem for, no palco ou na plateia, é o mediador deste processo profundo de sentir, enxergar e escutar o que a vida pulsa. Para celebrar este marco, a Associação dá um passo que redefine sua própria história: a criação de uma Cia de Dança profissional. Este novo corpo artístico nascerá do coração do projeto "Ações Culturais e Artísticas 2026", e será composto por aqueles que já dão vida às nossas salas. São alunos e alunas, pessoas com deficiência, mulheres entre 40 e 60 anos e muitos em situação de vulnerabilidade social, que passarão por uma audição para compor o elenco desta nova fase. É a chance de vivenciar uma experiência única, transformadora. O projeto "Ações Culturais e Artísticas 2026" terá as seguintes ações: aulas de dança (clássico, contemporâneo, jazz e danças urbanas), noções básicas de teatro, música instrumental e canto). A audição para criação da Cia de dança, espaço para ensaio, formação do elenco, pesquisa, criação e estreia do primeiro espetáculo, em comemoração aos 15 anos da Associação. O projeto já se revela um fértil terreno de formação, oferecendo aulas de dança em suas múltiplas linguagens _ do clássico ao contemporâneo, do jazz às danças urbanas _, além de cultivar os fundamentos do teatro, da música instrumental e do canto. Para a estrutura da oficina, teremos a aquisição de linóleo, caixa de breu, saia, sapatilha e collant, barras móveis e espelho; na oficina de música a compra de instrumentos musicais: violão, violino, teclado, flauta doce e flauta transversal, bateria; na oficina de teatro: aquisição de máscaras, bolas, cordas, e.v.a. As aulas serão de segunda a sexta, manhã e tarde. A criação do primeiro espetáculo desta nova Cia será um ato de pesquisa e sensibilidade. Um coreógrafo será convidado para mergulhar neste universo, debatendo e criando uma obra que abrace o conceito da neurodivergência e da acessibilidade, provando que a dança habita, sem exceção, todas as idades e todos os corpos. Uma trilha sonora será composta especialmente para esta jornada, dando o ritmo a essa nova voz. A estreia acontecerá em Ouro Branco, nossa casa, e de lá partirá para ecoar em Ouro Branco, Ouro Preto, Mariana,e Congonhas, tornando enfim visível a poética desses corpos e audível a música de suas existências.
O projeto atua como uma ferramenta vital de transformação social, especialmente quando se considera o contexto geopolítico de Ouro Branco. A cidade, embora geograficamente próxima do circuito histórico, tem sua identidade socioeconômica definida pela presença da siderurgia de grande porte (Gerdau Açominas). Este cenário, comum no Quadrilátero Ferrífero, gera uma complexa dinâmica: ao mesmo tempo em que eleva o PIB local, também aprofunda as desigualdades sociais e cria "bolsões" de vulnerabilidade.Neste contexto, o projeto se alinha à citação de Rancière ao "tornar audível quem era tido como mero ruído". Ele oferece uma alternativa de vida e uma rota de fuga do determinismo industrial. Ao estruturar uma Cia de Dança composta por um elenco declaradamente diverso — PCDs, mulheres maduras e pessoas em vulnerabilidade social (muitas vezes famílias ligadas a esse contexto industrial) — a Associação combate ativamente a exclusão. A arte surge como um pilar de resiliência e saúde mental em uma cidade moldada pelo trabalho pesado, oferecendo protagonismo a corpos e existências frequentemente invisibilizados pela lógica puramente econômica. Culturalmente, o projeto "Ações Culturais e Artísticas 2026" é um ato de afirmação da identidade cultural de Ouro Branco. Geopoliticamente, a cidade se equilibra: está ao lado de potências do turismo barroco (Ouro Preto e Mariana), mas possui uma vocação industrial e operária. O projeto é fundamental para ajudar Ouro Branco a construir sua própria narrativa cultural, uma que não dependa apenas do passado colonial de seus vizinhos, mas que celebre sua identidade presente e diversa.A fundação de uma Cia de Dança profissional neste território descentraliza a produção artística em dois níveis: primeiro, da capital (Belo Horizonte) para o interior; e segundo, dentro da própria região, provando que a excelência artística pode emergir de um polo industrial, e não apenas histórico. A circulação do espetáculo, notadamente para Ouro Preto, Mariana e Congonhas, não é apenas uma turnê, mas um diálogo simbólico entre a Ouro Branco industrial e trabalhadora e as cidades-monumento que a cercam, inserindo seus artistas e suas pautas (neurodivergência, acessibilidade) no cenário cultural de todo o estado.
não se aplica
não se aplica
Espetáculos de Artes Cênicas ( produto principal) Acessibilidade física: espaços com rampa de acesso para cadeirantes, banheiros adaptados, vagas no estacionamento para PCD e idosos, poltronas reservadas nos teatros para pessoas com obesidade. Acessibilidade auditiva: tradução em libras Acessibilidade visual: audiodescrição e placas de sinalização em braille Oficinas de artes cênicas, música ( produtos secundários) Acessibilidade física: espaços com rampa de acesso para cadeirantes, banheiros adaptados, vagas no estacionamento para PCD e idosos.Acessibilidade auditiva: tradução em libras Acessibilidade visual: audiodescrição e placas de sinalização em braille
Todas as atividades são gratuitas, inclusive as apresentações do espetáculo, para atender a IN e determinações da legislação:1. Serão disponbilizadas as imagens, registros do espetáculo e das oficinas nas redes sociais, para que o público possa acompanhar o processo.2. Locação de ônibus para levar as famílias ao teatro no dia da estreia do espetáculo.3. Cota de ingressos em cada cidade destinadas a PCDs e LGBTQIA+
ASSOCIAÇÃO DE DANÇA, MÚSICA E TEATRO DE OURO BRANCO ( proponente) 2011 – Fundação da Associação de Dança, Música e Teatro de Ouro Branco (ADMTOB). 2011 – Realização do Coquetel Cultural da ADMTOB como formalização de sua criação com apresentações de música, teatro e dança.2013 – Realização da Oficina de Dança Contemporânea com a professora Clarice Barboza de Belo Horizonte/MG.2011 a 2016 – Projeto “Dançar faz parte e também é arte” que oferecia aulas de dança de salão com o professor Gilson da Silva de Congonhas/MG.2011 a 2024 – Parceria com o Grupo Espírita de Dança TransformArte para atendimento com aulas de ballet clássico de dezenas de crianças, jovens e adultos da periferia de Ouro Branco/MG, alguns deles vinculados ao trabalho de assistência e promoção social do Centro Espírita Amor ao Próximo, Ouro Branco/MG.2012 a 2024 – Apoio ao TransformArte para participação nas sei edições da Mostra Nacional de Dança Espírita (ES, RJ, SP, SC, virtual, PA e MG e três edições da Mostra Espírita de Dança Novos Horizontes em Belo Horizonte/MG.2024 – Apoio à produção de “Tintino, o espetáculo continua” do TransformArte. Ofereceu profissional para a escrita dos projetos aprovados na Lei Paulo Gustavo da Prefeitura Municipal de Ouro Branco e da SECULT MG, além do Fundo Municipal de Cultura 2023 de Ouro Branco/MG, profissionais para montagem de estrutura cênica, iluminação, equipe de palco. 2024 – Aprovação do projeto “I Workshop Dança Ouro Branco” pela Política Nacional Aldir Blanc – PNAB 2024 da Prefeitura Municipal de Ouro Branco, que atendeu 60 bailarinos com 2 oficinas de Ballet clássico (básico e intermediário) e uma oficina de jazz. 2024 – Aprovação e execução do projeto “Arte que Abraça” pelo Fundo Municipal de Ouro Branco/2025, de junho a novembro, que está levando dança, teatro e música para alunos da E.E. de Ensino Especial Maria Coutinho, à APAE Ouro Branco e ao asilo Frederico Ozanam.2025 – Aprovação do projeto “I Curso de Ballet Clássico da ADMTOB” pelo Edital 05/2024 - Capacitações do PNAB SECULT MG que vai oferecer curso de férias de balé clássico com carga horária de 60 horas (teóricas e práticas) para professores e bailarinos de Ouro Branco, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Queluzito, Ouro Preto e região, durante janeiro/2026.2025 – Aprovação do projeto “Avança TransformArte” através da professora Clarice da Silva Barboza pelo Edital 08/2024 – Desenvolvimento de projetos do PNAB SECULT MG.2025 – Locação e montagem de sala de dança no centro de Ouro com espelhos, linóleo e barras. 2025 – Aprovação do Projeto “Tintino, o espetáculo continua” pelo Edital 10/2024 Circulação de Espetáculo do PNAB SECULT MG. O espetáculo será apresentado gratuitamente em Ouro Branco, Santana dos Montes e Mariana.2025 – Aprovação do Projeto “A Noite que Mudou o Mundo” pelo Edital 06/2024 – Produção de Obras pelo PNAB SECULT MG. O espetáculo será montado com a participação de aproximadamente 40 bailarinos do GED TransformArte ligado ao trabalho de promoção social do Centro Espírita Amor ao Próximo (maior parte dos bailarinos em vulnerabilidade social, uma com síndrome de dowm, alguns com TDAH e TEA).2025 – Aprovação/execução em andamento do Projeto “Arte é Vida” pelo Fundo Municipal de Cultura de Ouro Branco, FMC/2025. Estão sendo oferecidas 06 turmas de ballet clássico, 01 de contemporâneo, uma de teatro e uma de dança de rua para alunos de escolas públicas de Ouro Branco com profissionais altamente capacitados.2025 - Realização do “Manifesto LGBTQIAPN+ de Ouro Branco.Aparecida Miriam ( Diretora artística e professora) FORMAÇÃO ACADÊMICA 1987 – Curso Técnico em Magistério de Educação Física pela Escola Técnica Federal de Ouro Preto.1995 – Licenciatura plena em Matemática pela FELA/INCA – Lavras/MG2006 – Mestrado em Educação pela Universidade Vale do Rio Verde Três CoraçõesFORMAÇÃO ARTÍSTICA2006 a 2010 - Aulas de dança de salão com o professor Gilson de Paula na Associação dos Empregados da Açominas, Ouro Branco/MG.2011 a 2012 – aulas de ballet clássico com a professora Mariana Cecílio na Performance Academia, Ouro Branco/MG.2013 a 2015 – Aulas de contemporâneo com a professora Clarice Barboza na Insólita Casa de Arte, Ouro Branco/MG.2015 a 2017 – Aulas de ballet clássico com a professora Clarice Barboza na performance Academia, Ouro Branco, MG.2019 a 2024 – Aulas de ballet clássico com o professor Magno Adam, Centro Espírita Amor ao Próximo, Ouro Branco/MG.2025 – Aulas de ballet clássico e contemporâneo com a professora Carla Gontijo no Centro Espírita Amor ao Próximo e na Associação de Dança, Música e Teatro de Ouro Branco.HISTÓRICO ARTÍSTICO/PROFISSIONAL 2008 a 2016 - Coordenadora do Projeto “Dançar faz parte e também é arte” .2011 a 2025 - undadora e coordenadora do Grupo Espírita de Dança TransformArte, Ouro Branco/MG, 2011 a 2024.2011- Uma das idealizadoras e coordenadora do projeto Dança na Casa Espírita, Belo Horizonte/MG, 2011.2011 - Vice coordenadora da I Mostra Espírita de Dança Novos Horizontes, Belo Horizonte/MG.2011 a 2013 - Presidente da Associação de Dança, Música e Teatro de Ouro Branco (ADMTOB).2015 a 2016 - Vice coordenadora da III Mostra Nacional de Dança Espírita, São Miguel Paulista/SP. 2011 a 2018 - Componente da diretoria da Associação de Dança, Música e Teatro de Ouro. 2017 a 2025 - Bailarina do Grupo Espírita de Dança TransformArte, Ouro Branco/MG. 2021 a 2022 - Coordenadora Geral da VI Mostra Nacional de Dança Espírita, Belém/PA.2023 - Uma das organizadoras e escritora do primeiro capítulo do livro “História e Instituições: memórias dos grupos espíritas de dança do Brasil.2023 a 2024 - Vice coordenadora da VII Mostra Nacional de Dança Espírita, Belo Horizonte/MG, 2024 – Escreveu e aprovou três projetos (Lei Paulo Gustavo da Prefeitura Municipal de Ouro Branco e da SECULT MG, além do Fundo Municipal de Cultura 2023 de Ouro Branco/MG) para produção de “Tintino, o espetáculo continua” do TransformArte. 2024 – Escreveu e aprovou pela ADMTOB o projeto “I Workshop Dança Ouro Branco” pela Política Nacional Aldir Blanc – PNAB 2024 da Prefeitura Municipal de Ouro Branco, que atendeu 60 bailarinos com 2 oficinas de Ballet clássico (básico e intermediário) e uma oficina de jazz. 2024 – Escreveu e aprovou pela ADMTOB o projeto “Arte que Abraça” pelo Fundo Municipal de Ouro Branco/2025, de junho a novembro, que está levando dança, teatro e música para alunos da E.E. de Ensino Especial Maria Coutinho, à APAE Ouro Branco e ao asilo Frederico Ozanam.2025 – Escreveu e aprovou pela ADMTOB o projeto “I Curso de Ballet Clássico da ADMTOB” pelo Edital 05/2024 - Capacitações do PNAB SECULT MG que vai oferecer curso de férias de balé clássico com carga horária de 60 horas (teóricas e práticas) para professores e bailarinos de Ouro Branco, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Queluzito, Ouro Preto e região, durante janeiro/2026.2025 – Escreveu e aprovou pela ADMTOB o projeto “Avança TransformArte” através da professora Clarice da Silva Barboza pelo Edital 08/2024 – Desenvolvimento de projetos do PNAB SECULT MG.2025 – Locação e montagem de sala de dança da Associação de Dança, Música e Teatro de Ouro Branco no centro da cidade espelhos, linóleo e barras. 2025 – Escreveu e aprovou pela ADMTOB o Projeto “Tintino, o espetáculo continua” pelo Edital 10/2024 Circulação de Espetáculo do PNAB SECULT MG pela ADMTOB. O espetáculo será apresentado gratuitamente em Ouro Branco, Santana dos Montes e Mariana.2025 – Escreveu e aprovou o Projeto “A Noite que Mudou o Mundo” pelo Edital 06/2024 – Produção de Obras pelo PNAB SECULT MG pela ADMTOB. O espetáculo será montado com a participação de aproximadamente 40 bailarinos do GED TransformArte ligado ao trabalho de promoção social do Centro Espírita Amor ao Próximo (maior parte dos bailarinos em vulnerabilidade social, uma com síndrome de dowm, alguns com TDAH e TEA).2025 – Escreveu e aprovou o Projeto “Arte é Vida” pelo Fundo Municipal de Cultura de Ouro Branco, FMC/2025, pela ADMTOB. Estão sendo oferecidas 06 turmas de ballet clássico, 01 de contemporâneo, uma de teatro e uma de dança de rua para alunos de escolas públicas de Ouro Branco com profissionais altamente capacitados.2025 – Coordenadora do “Manifesto LGBTQIAPN+ de Ouro Branco” pela ADMTOB.Daniel Canedo ( professor e coreógrafo) Coordenador, Professor, Bailarino e Coreografo da Escola de Dança Preludio Dance – Belo Horizonte – MG, coordenador dos espetáculos de 2013 a 2025.Diretor artístico e jurado do Concurso de dança Always Dance Brasil Edição 2022, 2023, 2024.Fundador do Grupo de Dança Terceiro Sinal, desde 2018. Belo Horizonte – MG.Jurado, ministrou curso de Ballet Clássico e bailarino convidado no Circuito Norte em Dança – agosto 2024. Belém do Para - PAModelo para exposição fotográfica Dança da Primavera, pelo Studio 706. Patos de Minas – MG.Jurado e bailarino convidado no Circuito Internacional da Dança, agosto 2019. São Paulo – SP.Bailarino convidado para se apresentar junto a Orquestra Sinfônica PMMG, na Sala Minas Gerais, junho 2019. Belo Horizonte – MGVitória Regina ( professora e coregrafa) Formação Acadêmica 2011 Especialização em Análise do Movimento: Laban/Bartenieff. (Carga Horária: 360h).Faculdade Angel Vianna, FAV, Brasil.Título: Laban/Bartenieff e psicomotricidade: possíveis diálogos para prática pedagógica na 3a infância.Orientador: Adriana Bonfatti.2009 Graduação em Teologia.Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix, IMIH, Brasil.2001 Curso técnico/profissionalizante em Bailarino para corpo de baile.Fundação Clóvis Salgado, CEFAR, Brasil.Formação complementar 2022 Curso neurociência e dança Deixa Mover;SP2021 Curso especialização técnica Terapia Bowen ISBT Brasil 2020 Curso nível Técnico Terapia Bowen - Bowtech Portugal Curso EAD teatro digital Rubim Produções 220h Carla Gontijo Bailarina, pesquisadora e artista da dança há mais de 30 anos nas cidades de Ouro Preto e Mariana/MG, diretora, fundadora do Estúdio ID - Investiga Dança - espaço de formação, criação, produção e intercâmbio em dança - Ouro Preto/MG. Doutoranda em Dança pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) com bolsa FAPESB (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia). Pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela UFBA (2021). Mestra em Artes e Experiências Interartes na Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Belas Artes 2019) com bolsa da FAPEMIG (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais). Especialista em Técnica Klauss Vianna pela PUC/SP (2016). Pedagoga com formação em Pedagogia do movimento para o ensino da dança pela UFMG (2005). Bailarina, coreógrafa e diretora da Rés Cia. de dança de Ouro Preto/MG, atual Cia Di Ninguém - Núcleo de Investigação em Dança, com mais de 20 anos de atuação e pesquisa na área da dança contemporânea. Fez turnê nacional (Espírito Santo/Rio de Janeiro/ Minas Gerais e São Paulo, com recursos da Lei Estadual de Incentivo a Cultura (2002/2003). Em 2015, apresentou-se em Lisboa/Portugal, com recursos da Secretaria de Cultura do Estado de Minas Gerais (Circula Minas), Ministrou oficinas no Festival de Inverno de Ouro Preto nos anos (2002; 2003; 2004; 2010; 2011; 2017; 2018), projeto Nos Trilhos da Cultura nas cidades de Nova Era e Conselheiro Pena (2008), Festival de Inverno de Itapeva/SP (2012/2013). Preparadora corporal do projeto social Circo da Estação/Trem da Vale (2006; 2007; 2008), Coordenadora pedagógica na área da dança no Grupo Assistencial Auta de Souza (2013/2014). Preparadora corporal do Coral Canto Crescente - Museu do Oratório sob direção de Ernani Maleta (UFMG) nos anos de 2014/2015. Idealizadora da Mostra Transversalidades na dança: corpo, política e educação realizada com recursos da (LAB) Lei Aldir Blanc 2021.WELLINGTON APARECIDO DE SOUZA FORMAÇÃO ACADÊMICA E COMPLEMENTAR Autodidata, com aperfeiçoamentos realizados em: Seminário de Composição Coreográfica com Octávio Nassur em Valinhos-SP; Workshop de House Dance com André Rockmaster, Workshop House Dance com Conrad Rochester - EUA em Valinhos-SP Workshop de Breaking com B.Boy Neguin Workshop Hip Hop com Eliseu Bispo Correa Workshop Freestyle com Henrique Bianchini Workshop House Dance com André Rockmaster Workshop de Composição Coreográfica com Otávio Nassur – Curitiba- PR3 Leonardo Sampaio teve seu primeiro contato com a dança e a música em 2009, ambos em projetos sociais. A Dança de salão foi por um projeto de escola, onde teve aulas de Bolero, Samba, Forró e Salsa por 1 ano, mas continuou seu progresso na dança como monitor de aulas de dança de salão que ocorriam no clube AEA em Ouro Branco, onde permaneceu por 2 anos. Em 2013 iniciou a faculdade de Bacharelado em Clarineta na UEMG, e com isso conheceu a Incomodança, uma escola de dança de salão onde ele foi bolsista por 2 anos. Na incomodança ele teve acesso a gêneros novos da dança de salão, e conseguiu um espaço onde pode se dedicar mais nesse mundo, Entre os gêneros que estudou, destaca-se: Lindy Hop, tango, bolero, salsa, samba, forró, roda de cassino, milonga, soltinho, west coast, bachata e outros. Ainda em 2013 ele conheceu o grupo BeHoppers (grupo do qual ele faz parte até hoje), um grupo de Lindy Hop em Belo Horizonte, junto desse grupo ele se apaixonou pelo Lindy Hop, com isso começou a se especializar mais nesse gênero. Em Agosto de 2015 ele conheceu a Mimulus escola de dança, onde teve ainda mais oportunidade de se aperfeiçoar no mundo da dança de salão, lá ele foi bolsista por 4 anos. Em 2018 ele conheceu a dança de salão contemporânea através do primeiro congresso de dança de salão contemporânea em Belo Horizonte. Ficou fascinado com a proposta e começou seus estudos para incluir essa proposta tanto em sua dança quanto em sua didática.Dentro desse período ele teve várias experiências no mundo artístico, desde apresentar e montar diversas coreografias, participar de Eventos de dança em outros estados (como Rio de janeiro e São Paulo) e até mesmo dançar em um espetáculo de dança. E hoje ele dá aulas particulares e em grupos de dança a dois em Ouro Branco e Belo Horizonte, atua como arte educador de dança no projeto Corpo Cidadão em Ouro Branco e é dançarino de duas bandas em Ouro Branco (Grupo Dendê e Rafa Marinho e a Nave do Cerrado).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.