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PRONAC 2514650Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FESTIVAL ORIOKAS

ELEVEN PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 9,61 mi
Aprovado
R$ 9,61 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-15
Término
2027-12-30
Locais de realização (7)
Angra dos Reis Rio de JaneiroCabo Frio Rio de JaneiroMangaratiba Rio de JaneiroMaricá Rio de JaneiroParati Rio de JaneiroRio das Ostras Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O Festival Oriokas é um evento afro-índigena, itinerante de multilinguagens, focado no ativismo anti-racista e decolonial, que celebra a diversidade e o protagonismo de grupos minorizados (aldeias, quilombos, favelas, LGBTQIAPN+, entre outros). O projeto prevê a realização de 07 edições com circulação por territórios do Rio de Janeiro. Sua estrutura artística inclui música, dança, performances, oficinas, feiras de arte/gastronomia, rodas de conversa, workshops, cine-clube, saraus e ações de economia solidária.

Sinopse

O projeto cultural consiste na realização de cinco edições do Festival [Nome do Festival] ao longo de 12 meses, com um formato itinerante que abrange as cidades de Angra dos Reis, Paraty, Maricá, Rio de Janeiro e Mangaratiba. O festival é concebido como um evento de grande impacto sociocultural e econômico, atuando como uma plataforma de difusão da cultura local e regional e de fomento à economia criativa.A obra principal do projeto é o próprio Festival Cultural, um evento de três dias (sexta, sábado e domingo) em cada localidade, que oferece uma programação cultural vasta e diversificada, acessível a todos os públicos. O conteúdo artístico e cultural do festival engloba:Artes Cênicas e Música: Apresentações de Música e Performances artísticas.Formação e Diálogo: Rodas de Conversa para intercâmbio de saberes e Oficinas tradicionais e culturais para a transmissão de conhecimentos.Audiovisual e Artes Visuais: Exibições e diversas Intervenções artísticas.Economia Criativa: Feira de Artesanato, que serve como vitrine e ponto de venda para a produção de empreendedores locais.Classificação Indicativa Etária: Livre para todos os públicos.Além da realização do Festival, o projeto inclui dois produtos de formação e capacitação essenciais para o fortalecimento da cadeia produtiva cultural e criativa das comunidades envolvidas:1. Oficinas de Formação para Agentes Territoriais:Assunto/Conteúdo: Capacitação de 20 jovens locais em habilidades essenciais de produção cultural, gestão de eventos e projetos socioculturais.Duração: O curso tem duração de 2 meses, totalizando 32 horas de formação, e visa preparar os jovens para atuarem diretamente na organização e execução das edições do Festival.2. Oficinas Territoriais para Empreendedores Locais (Híbridas) 20 vagas:Assunto/Conteúdo: Fortalecimento e profissionalização de negócios da economia solidária, criativa e empreendedora.Duração: O curso de 2 meses, com carga horária total de 16 horas (em formato híbrido: presencial e online), abordará temas cruciais como Regularização de Negócios, Identidade Visual, Marketing e Propaganda, promovendo a sustentabilidade e o crescimento dos empreendimentos locais.Classificação Indicativa Etária: a partir dos 16 anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Promover a resistência, o ativismo anti-racista e o diálogo decolonial, fortalecendo a visibilidade e o protagonismo das culturas afro-indígenas e de grupos minorizados do Estado do Rio de Janeiro, por meio da realização de cinco edições itinerantes do Festival Oriokas, gerar um ciclo de formação e impacto cultural e social sustentável nos territórios selecionados. OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar 5 edições do Festival Oriokas em 5 municípios do Rio de Janeiro com presença de aldeias indígenas:1. Angra dos Reis (Aldeia Tekoa Sapukai Bracuí)2. Paraty (Diversas aldeias Guarani, como Itaxim e Araponga)3. Maricá (Aldeia Mata Verde Bonita)4. Rio de Janeiro (Capital) (Aldeia Maracanã Resiste/Vertical)5. Mangaratiba (Região com histórico de aldeamentos e retomada indígena)6. Cabo Frio (etnias Tamoios e Goitacazes)7. Rio das Ostras (etnias Tamoios e Goitacazes)Alcançar um público total de, no mínimo, 5.000 pessoas (presencial e online) nas 7 edições do festival.Capacitar 35 agentes territoriais locais (7 por município) em produção cultural, economia solidária e empreendedorismo.Realizar um total de 25 oficinas preparatórias (3 por edição: 1 Produção Cultural, 1 Empreendedorismo) para a comunidade local com 20 vagas cada.Contratar e apresentar um total de 50 atrações/grupos artísticos com foco em artistas afro-indígenas e de grupos minorizados.Promover 7 feiras de economia criativa e solidária (1 por edição), envolvendo no mínimo 70 empreendedores locais.Realizar 25 atividades de debate e formação (Rodas de Conversa, Workshops, Cursos) ao longo do projeto.

Justificativa

O Festival Oriokas é um projeto de inestimável valor sociocultural, concebido como um movimento de valorização e fortalecimento das culturas afro-indígenas e de comunidades tradicionais, promovendo a descentralização territorial, a democratização do acesso e a inclusão social. Dada a sua natureza e os seus objetivos, o Festival Oriokas se alinha perfeitamente com a finalidade precípua do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), instituído pela Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), que é a de captar e canalizar recursos para o setor cultural de modo a garantir o pleno exercício dos direitos culturais a todos os cidadãos.A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais reside na magnitude e no impacto social do projeto, que exige um volume de recursos que não pode ser integralmente suprido por fontes diretas de fomento ou patrocínio comercial. Ao utilizar o incentivo fiscal, o projeto garante a sua execução com a escala e a qualidade necessárias para cumprir seu papel de combate à invisibilidade e marginalização de culturas historicamente excluídas, promovendo o desenvolvimento socioeconômico e a diversidade cultural do País.ENQUADRAMENTO LEGAL NA LEI Nº 8.313/91O Festival Oriokas se enquadra de forma inequívoca nas finalidades do Pronac, conforme estabelecido no Art. 1º da Lei nº 8.313/91. O projeto não apenas cumpre, mas materializa diversos incisos do artigo I, II, III, IV e V.OBJETIVOS ALCANÇADOS (ART. 3º DA LEI Nº 8.313/91)Para cumprir as finalidades acima, os projetos culturais devem atender a pelo menos um dos objetivos listados no Art. 3º da Lei nº 8.313/91 e o Festival Oriokas atende a múltiplos objetivos, demonstra sua abrangência e relevância nos artigos: I, II, III, IV.Em suma, o Festival Oriokas é um projeto de política cultural que utiliza o mecanismo de incentivo fiscal para promover a inclusão plena (gênero, raça, etnia, classe social), a descentralização cultural e a sustentabilidade (com responsabilidade ambiental), cumprindo de maneira exemplar o papel social e transformador que a Lei Rouanet se propõe a fomentar no Brasil. A aprovação e o apoio a este projeto representam um investimento direto na diversidade cultural e na construção de uma sociedade mais justa e equitativa.

Estratégia de execução

Importância da Realização do Festival Oriokas nas 7 Cidades do Rio de JaneiroA realização do Festival Oriokas em sete cidades do Rio de Janeiro amplia o alcance territorial das ações culturais, fortalece redes e memórias compartilhadas entre comunidades. O festival atua como um instrumento de preservação da ancestralidade afro-indígena, valoriza saberes tradicionais, práticas culturais e expressões artísticas que constituem o patrimônio imaterial dos territórios. Ao promover formação, circulação de artistas, feira de empreendedores e programação cultural, o Oriokas fortalece toda a cadeia produtiva da cultura e fomenta a economia criativa local, gera trabalho, renda e autonomia para jovens, artesãos, grupos culturais e pequenos negócios. Dessa forma, o festival contribui para a construção de identidades coletivas, ocupação positiva dos espaços públicos e fortalecimento do sentimento de pertencimento, gera impacto sociocultural duradouro.

Especificação técnica

FESTIVAL ORIOKAS1. Descrição GeralO Festival Oriokas é uma celebração da cultura, identidade e ancestralidade afro-brasileira, promove formação, arte e economia criativa em três fases interligadas. O projeto busca fortalecer jovens e empreendedores locais, geraf impacto sociocultural e consolidar redes de colaboração nos territórios. 2. Fase 1 – Pré-Produção (Planejamento e Estruturação)Período: 3 meses antes do início das oficinas Atividades:Planejamento e estruturação geral do projeto: plano de ação, cronograma e plano de comunicação.Contratação das equipes técnicas e pedagógicas.Elaboração das oficinas de formação para agentes territoriais.Processo seletivo e contratação de 20 jovens agentes territoriais.Reuniões de alinhamento e integração entre equipe técnica e pedagógica.Objetivo: Assegurar que toda a estrutura técnica, pedagógica e administrativa esteja pronta para o início das atividades, garante coerência e eficiência na execução. 3. Fase 2 – Execução (Formções e Preparação do Festival)3.1 Oficinas de Formação para Agentes TerritoriaisDuração: 2 mesesFrequência: 2 vezes por semanaCarga Horária: 32 horas totaisFormato: PresencialPúblico-alvo: 20 jovens da comunidadeObjetivos:Capacitar jovens em produção cultural, gestão de eventos e comunicação comunitária.Prepará-los para atuar na produção do festival.Promover protagonismo juvenil e engajamento territorial.Remuneração: pró-labore para os jovens participantes.3.2 Oficinas Territoriais para Empreendedores Locais (Híbridas)Duração: 2 mesesFormato: Híbrido (presencial + online)Carga Horária: 16 horas totaisEstrutura:Aula Presencial 1: 4h de abertura4 Encontros Online: 2h cadaAula Presencial 2: 4h de encerramentoConteúdos: regularização de negócios, identidade visual, marketing e economia criativa.Objetivo: fortalecer os empreendimentos locais e sua participação na feira do festival. 4. Fase 3 – Evento (Festival Oriokas)Período: 3 dias (sexta, sábado e domingo) Local: Praça ou espaço cultural comunitário Atividades Principais:Shows musicais e performances artísticas.Feira de Empreendedores e Artesãos Locais.Cine Clube Oriokas com exibição de curtas e debates.Rodas de conversa sobre cultura, identidade e território.Oficinas culturais e tradicionais (dança afro, percussão, culinária afro-brasileira, etc.).Intervenções artísticas urbanas (grafite, poesia, teatro de rua). 5. Programação SugeridaDia 1 – Sexta-feira (Abertura)HorárioAtividade17h00 – 18h00Abertura institucional e apresentação do Festival18h00 – 19h30Feira de Artesanato e Economia Criativa e Solidária18h00 – 22h30Roda de Conversa: "Território, Cultura e Juventude"20h00 – 22h00Show de Abertura com artistas locais e convidadosDia 2 – SábadoHorárioAtividade10h00 – 12h00Oficinas culturais (dança afro, percussão, artesanato)13h00 – 17h00Feira de Empreendedores Locais e Intervenções Artísticas17h00 – 18h30Cine Clube Oriokas: Sessão de Curtas e Debate19h00 – 22h00Show Principal: Música e Performance ArtísticaDia 3 – Domingo (Encerramento)HorárioAtividade10h00 – 12h00Oficina "Saberes e Sabores Afro-brasileiros"13h00 – 17h00Feira de Artesanato e Economia Criativa e Solidária10h00 – 18h30Roda de Conversa: "Ancestralidade e Futuro"19h00 – 21h00Show de Encerramento: "Oriokas – Vozes do Território"21h00 – 21h30Encerramento oficial e agradecimentos

Acessibilidade

O Festival Oriokas assume o compromisso com a acessibilidade universal e a inclusão plena, alinhando-se às diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e à Instrução Normativa MinC nº 23/2025 [1]. O projeto garantirá a implementação de medidas que abrangem os aspectos arquitetônico, comunicacional e de conteúdo, além da comunicação e divulgação acessíveis, conforme a seguir. Acessibilidade Arquitetônica (Física) Para assegurar a locomoção e o acesso ao espaço físico do evento para Pessoas com Deficiência (PcD), com mobilidade reduzida ou idosas, o Festival Oriokas implementará uma infraestrutura de acesso. Serão escolhidos locais com acesso e vias de circulação desimpedidas em todos os locais de eventos. A infraestrutura contará com sanitários acessíveis, inclui banheiros químicos especiais que atenderão aos requisitos de dimensionamento e barras de apoio. Para a orientação de pessoas com deficiência visual, será implementada sinalização tátil, em áreas específicas. Além disso, serão reservadas e devidamente sinalizadas vagas de estacionamento prioritário e assentos prioritários em locais de destaque nas áreas de apresentação. Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo A compreensão e participação no conteúdo artístico e informativo do projeto será garantida por meio de um conjunto de recursos de acessibilidade. O Festival disponibilizará serviços de tradução e interpretação em Libras para todas as apresentações e atividades principais. No que tange ao conteúdo escrito, será utilizada a linguagem simples para a redação de textos de fácil entendimento, e materiais informativos e de programa serão disponibilizados em fonte ampliada e com contraste. Todos os recursos audiovisuais e vídeos promocionais incluirão legendas descritivas (closed caption). As oficinas serão adaptadas para garantir a participação ativa de PcD. A equipe do Festival será treinada para promover a acessibilidade atitudinal, assegura umr atendimento respeitoso e inclusivo.Comunicação e Divulgação Acessíveis A informação sobre o projeto e suas medidas de acessibilidade chegará ao público em formatos acessíveis. Serão disponibilizados materiais de divulgação (online e impresso) em formatos acessíveis, como texto alternativo em imagens e documentos digitais acessíveis. Medidas de Inclusão e Diversidade Sociocultural Em complemento aos requisitos de acessibilidade, o Festival Oriokas reforça seu compromisso com a diversidade e a inclusão social por meio de sua política de contratação, promoverá a equidade racial e de gênero e a valorização territorial. Isso se dará pela contratação de colaboradores locais e de jovens, com prioridade para mulheres, pessoas negras, pessoas indígenas e pessoas LGBTQIAPN+. O projeto também valorizará profissionais e fornecedores de territórios vulneráveis, como favelas, terreiros e santuários.

Democratização do acesso

A proposta do Festival Oriokas está alicerçada no princípio fundamental da democratização de acesso à cultura, à arte e à formação profissional. A estratégia central é garantir a participação ampla e irrestrita da comunidade, eliminando barreiras financeiras e geográficas. Para tal, todas as atividades propostas serão oferecidas em formato híbrido e com acesso totalmente gratuito.A democratização de acesso é reforçada por um conjunto de medidas complementares que utilizam o formato híbrido e a ocupação territorial para potencializar o alcance do Festival:1.Transmissão Integral pela Internet: A totalidade da programação será transmitida ao vivo por plataformas digitais. Esta ação transforma o Festival em um evento de alcance virtual expandido, permitirá a participação remota de públicos que enfrentam barreiras de deslocamento ou tempo.2.Ensaio Aberto e Intervenções Artísticas: Serão realizadas ações de Ensaio Aberto e Intervenções Artísticas em espaços públicos e de grande circulação nas comunidades. Estas atividades funcionam como "pré-eventos" e convites ativos, levando a arte para o cotidiano da população e a fruição cultural.3.Oficinas de Qualificação: As oficinas de formação gratuitas, além de seu valor intrínseco, atuam como medidas de ampliação de acesso ao conhecimento e à economia criativa. Ao capacitar 20 jovens locais (Agentes Territoriais) e fortalecer Empreendedores Locais, o projeto promove uma democratização de oportunidades, gerando um impacto socioeconômico duradouro.4.Acessibilidade Comunicacional: O projeto se compromete a incorporar recursos de acessibilidade, como legendagem e/ou interpretação em Libras nas transmissões online, garantirá que o conteúdo seja acessível a pessoas com deficiência auditiva.5.Ocupação Descentralizada: A realização do Festival em diferentes 07 locais e comunidades do estado Rio de Janeiro é, por si só, uma medida de democratização, levará a produção cultural para mais perto do público e incentivará a ocupação dos espaços públicos.Esta abordagem integrada, que combina gratuidade, formato híbrido e ações de capilaridade, assegura que o Festival cumpra seu papel de fomento cultural e social, promoverá a inclusão e o acesso a todas as suas manifestações.

Ficha técnica

Para realizar o projeto a equipe contará:NOME COMPLETO: FRANCISCO ALVES DE ANDRADEFUNÇÃO: Diretor Geral e Coordenação do ProjetoMINI BIO: Shikko Alves é carioca, 50 anos, escritor, musicista, fotógrafo, filmmaker, roteirista, compositor, produtor cultural, é o responsável pela Eleven Produções, empresa de cultura fundada em 2020 ainda na pandemia quando se lançou 100% para atuações culturais. Durante 12 anos de Morro da Conceição, idealizou os projetos FESTIVAL O AUTO DA CONCEIÇÃO (2019), JAZZ NO MORRO DA CONCEIÇÃO, ETNIAS DO PORTO, OSISE, foi diretor e produtor do projeto social BOM DE BOLA BEM NA ESCOLA e da BANDA DA CONCEIÇÃO, FORRÓ EM CASA, OFICINAS DE CHORO,idealizou e produziu documentários dos 50 anos da Banda da Conceição (2023), documentário Bom de Bola Bem na Escola(2020) e o documentário COSME E DAMIÃO NO MORRO (2019). Hoje é coordenador de projetos na ALDEIA MARACANÃ, no CESAC em Tomás Coelho e também da instituição Etnias do Porto, todos sob produções da ELEVEN PRODUÇÕES, a proponente desta proposta.NOME COMPLETO: HANNA DA CUNHA TENÓRIO CAVALCANTIFUNÇÃO: Diretora ExecutivaMINI BIO: Desenvolvedora Criativa de Projetos na Livre Essência, escritora, produtora cultural, pesquisadora. Doutoranda em Memória Social na Unirio, onde pesquisa memória cultural e gênero. Produziu teatro e projetos educativos e aproximou-se do audiovisual em 2015 com interesse especial pela edição e roteiro. Atuou no curta “Memórias da Solidariedade: Dona Terezinha” (dirigido por Bia Marques); fez a edição do documentário etnográfico “Näcuma: Aquilo que nos pertence” (2017). Foi produtora executiva da Mostra do Filme Marginal em 2019. Idealizadora do projeto Poetização (2021), oficinas de escrita criativa multilinguagem. Idealizadora e coordenadora de produção da FeminaCine - Mostra de Cinema Feminino de Países de Língua Portuguesa (2021). É escritora premiada pelo Ministério da Cultura com o livro “Travessia Perene” (Multifoco, 2019); também é autora de “Verbo Intransigente” (Chiado, 2021); participou de diversas coletâneas como “Porque Somos Mulheres” da revista Ser Mulherarte.NOME COMPLETO: MELISSA COELHO FERREIRAFUNÇÃO: Diretora artísticaMINI BIO: Mel Xakriabá é indígena, da etnia xakriabá, mãe atípica, escritora, atriz, bonequeira e contadora de histórias. Ministra oficinas de artes integradas em dispositivos de saúde e instituições culturais, visando a promoção da saúde,a redução de danos e adesão à vida, assim valorizando as histórias e trajetórias pessoais dos participantes.NOME COMPLETO: ANA PAULA FELIPE DA SILVA MARTINSFUNÇÃO: Coordenador de ProduçãoMINI BIO: Bailarina e dançarina em projetos de cultura popular, iniciei minhas atividades com cultura através das oficinas de dança de carimbó do mestre Silvan Galvão e logo fiz parte do corpo de dança do bloco cultural Carimbloco. Atualmente dou oficinas de danças populares e de perna de pau no Parque do Trovador em Vila Isabel e no bloco Carimbloco, além de apresentações em eventos.NOME COMPLETO: Elisiane Alves Costa Barros FUNÇÃO: Produtora MINI BIO: Produtora, atriz, modelo, mulher indígena da etnia potiguara, especializou-se na cultura indígena a fim de produzir projetos culturais de povos originários. Tem em seu currículo a produção da 1ª Bienal Indígena, projeto selecionado pelo FOCA 2. Também é assessora da artista Kae Guajajara. Fez parte da equipe da Farm-Rio entre 2022 e 2024 e é produtora de projetos da aldeia maracanã como IV COIREM, Feira Literária e outros.NOME COMPLETO: PATRICK GRANJA FUNÇÃO: Coordenador de Comunicação e MarketingMINI BIO: Jornalista e documentarista, autor do livro Cadê o Amarildo (editora Revan); diretor de quatro documentários, entre eles o Docudrama, longa-metragem “Livres”, selecionado para o Festival do Rio 2017 e distribuído para o canal Brasil e Surimã: O Rio do Veneno, onde assina roteiro e direção em 2018. Editor do longa-metragem "Saúde tem cura", lançado em 2022 pela Caliban Filmes. Trabalhou durante dez anos como repórter do Jornal A Nova Democracia onde produziu mais de mil matérias e vídeo-reportagens sobre conflitos sociais. Antes de dirigir seus próprios filmes, trabalhou como editor, diretor de fotografia, produtor, produtor de set, produtor de locação, pesquisador de personagens e pesquisador de imagens www.katufilmes.comNOME COMPLETO: KALIMAN CHIAPPINI FUNÇÃO: Coordenador de Parcerias e Captação de RecursosMINI BIO: Cineasta e professora de roteiro, especializada em projetos de impacto social pela Doc Society. Fundadora da Chiappini Filmes, onde desenvolve projetos e filmes que promovem mudanças sociais e ambientais. Realizadora de pesquisa e projetos em países da África, Índia e Oriente Médio. Autora de sucesso nacional e escritora do livro "Grita - Histórias e Poemas de Impacto" pela editora Philos, em 2024, sobre o espaço social das mulheres em diferentes culturas. www.chiappinifilmes.com

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.