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PRONAC 2514663Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Ano do Brasil na China. Projeto Circulação Internacional da Orquestre Sinfônica de Brasília Claudio Santoro. Ano do Brasil na China.

IPCB- INSTITUTO DE PRODUCAO SOCIOEDUCATIVO E CULTURAL BRASILEIRO
Solicitado
R$ 3,58 mi
Aprovado
R$ 3,58 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-01-05
Término

Resumo

Trata-se da turnê internacional da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), sob regência do maestro Cláudio Cohen, em celebração ao Ano Brasil-China. O projeto contempla seis concertos sinfônicos e ações formativas em quatro cidades chinesas, promovendo o intercâmbio cultural e artístico entre os dois países, e culmina com uma apresentação de gala em Abu Dhabi e Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, marcando o retorno da turnê. Mais do que uma série de concertos, trata-se de uma ação estratégica de diplomacia cultural, que difunde a música erudita brasileira e projeta o Brasil como referência artística global, fortalecendo o diálogo entre povos e celebrando a diversidade musical como instrumento de cooperação e transformação social.

Sinopse

A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro (OSTNCS), sob a regência do Maestro Cláudio Cohen, realiza sua turnê pela China em celebração ao Ano do Brasil na China, marco de grande relevância para o fortalecimento das relações diplomáticas e culturais entre os dois países. Essa iniciativa simboliza uma ponte de intercâmbio artístico, promovendo o diálogo entre tradições musicais distintas e a valorização da diversidade cultural.Segundo o Maestro Cláudio Cohen, “A OSTNCS, em sua turnê pela China, celebra o Ano Brasil/China com um repertório que abrange a cultura musical desses dois povos — dos compositores clássicos brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Carlos Gomes e Cláudio Santoro, passando por Ari Barroso e Tom Jobim, aos compositores chineses He Zhanhao e Chen Gang, Yin Chengzong e Chu Wanghua, Xian Xinghai e Li Huanzhi — conectando o Rio Amazonas ao Rio Amarelo e ao Yang-Tsé-Kiang em uma grande celebração musical.”A turnê reafirma o papel da música como linguagem universal e instrumento diplomático, capaz de aproximar nações e ampliar o conhecimento mútuo por meio da arte. O evento integra as ações oficiais de abertura do Ano do Brasil na China, contribuindo para o fortalecimento das trocas culturais, educacionais e artísticas entre artistas e instituições dos dois países, consolidando um novo capítulo de cooperação internacional.

Objetivos

Objetivo GeralO projeto buscará promover o intercâmbio musical e diplomático entre o Brasil, a China e os Emirados Árabes Unidos, no âmbito da música erudita e da formação artística, por meio da turnê internacional da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS) sob regência do maestro Cláudio Cohen. Pretende estimular a troca de técnicas, estilos e repertórios entre músicos e instituições, fortalecendo o papel da música como instrumento de diálogo intercultural, desenvolvimento humano e projeção internacional da cultura brasileira. A iniciativa celebra o Ano Brasil-China, ampliando o alcance da diplomacia cultural, o ensino musical e a inovação estética até 2027.Objetivos EspecíficosRealizar uma turnê internacional com apresentações sinfônicas da seguinte forma: um em Beijing, um em Shangai, um em Wuhan e um em Chengdu. Nos Emirados Árabes as apresentações serão da seguinte forma: um em Abu Dhabi e um Dubai, celebrando o Ano Brasil-China.Difundir o repertório sinfônico brasileiro e latino-americano, valorizando sua diversidade estética e identidade artística.Estimular a criação e execução de obras inéditas e arranjos colaborativos entre músicos brasileiros e chineses.Consolidar a presença da OSTNCS como corpo artístico de excelência, representante da capital do Brasil no cenário global.Promover ensaios abertos e residências artísticas, com a participação de estudantes e professores de universidades e conservatórios chineses e árabes.Desenvolver parcerias acadêmicas para formação técnica e intercâmbio pedagógico, fomentando a educação musical continuada indo de acordo com a (ODS 4).Produzir e disponibilizar digitalmente materiais pedagógicos, partituras inéditas e registros audiovisuais para difusão em escolas e instituições culturais.Fortalecer as relações culturais e diplomáticas entre o Brasil e países da Ásia e do Oriente Médio, em sintonia com a política externa do Itamaraty.Atuar como instrumento de diplomacia cultural, utilizando a música como linguagem universal de integração entre nações.Ampliar a presença do Brasil em mercados culturais estratégicos, promovendo parcerias institucionais e circulação simbólica de bens culturais (PNC _ Metas 5 e 20).Assegurar acessibilidades, com Libras e audiodescrição nos materiais comunicacionais democratizando o acesso à música de concerto indo de acordo com a (ODS 10).Criar uma rede colaborativa internacional entre instituições musicais do Brasil, da China, dos Emirados Árabes e de países lusófonos, fomentando intercâmbios futuros (ODS 17).Contribuir para o fortalecimento da música sinfônica como patrimônio cultural brasileiro (PNC _ Meta 30).Gerar impacto simbólico e educacional duradouro, projetando o Brasil como referência cultural, criativa e diplomática no campo da música erudita.

Justificativa

A proposta do Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro _ IPCB, em parceria com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), sob a regência do maestro Cláudio Cohen, surge em um contexto de fortalecimento das relações culturais entre o Brasil e a China, em celebração ao Ano Brasil-China, e de crescente interesse global pela música como instrumento de diplomacia e intercâmbio entre povos. A realidade contemporânea evidencia que, embora o Brasil possua expressiva produção artística, a música erudita nacional ainda carece de presença consolidada em circuitos internacionais de prestígio. O projeto busca responder a essa lacuna, promovendo a difusão da arte sinfônica brasileira em diálogo com culturas orientais, especialmente em um cenário global cada vez mais pautado pela diversidade, pela cooperação e pelo respeito às identidades culturais. Sediada em Brasília, a OSTNCS é reconhecida como uma das mais importantes orquestras do país, formada por músicos servidores públicos comprometidos com a missão institucional de democratizar o acesso à cultura e valorizar o patrimônio musical nacional. Seus concertos regulares e gratuitos no Distrito Federal atraem público cativo e demonstram a vitalidade da instituição, cuja atuação histórica honra o legado do maestro e compositor Claudio Santoro, referência da música brasileira do século XX e reafirma o papel de Brasília como capital da cultura e da arte no país.Nesse contexto, o projeto "Circulação Internacional da OSTNCS _ Da Capital do Brasil para o Mundo" propõe uma turnê internacional com seis apresentações sinfônicas: quatro em cidades estratégicas da China - Beijing, Shangai, Wuhan e Chengdu e uma em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A ação visa consolidar a presença da música erudita brasileira em palcos de relevância mundial, aproximando a expressividade rítmica e harmônica da tradição latino-americana da ancestralidade e sofisticação musical oriental. Mais do que uma série de concertos, trata-se de uma ação estratégica de diplomacia cultural que promove o encontro entre diferentes matrizes estéticas, pedagógicas e simbólicas, reforçando o papel da música como linguagem universal de entendimento entre nações. Além das apresentações, o projeto prevê workshops, masterclasses e residências formativas, voltadas a estudantes e professores de universidades e conservatórios chineses e árabes, ampliando as possibilidades de ensino, aprendizagem e inovação no campo da música erudita. Essas atividades complementares representam o eixo educacional da proposta e evidenciam seu compromisso com a formação continuada e a difusão de saberes artísticos.A execução do projeto encontra sustentação na Lei de Incentivo à Cultura _ Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), que reconhece a cultura como pilar do desenvolvimento humano e social. A proposta se alinha aos princípios da política cultural contemporânea e do Plano Nacional de Cultura (Lei nº 12.343/2010), especialmente às metas 5, 20 e 30, que tratam da internacionalização da produção cultural brasileira, da circulação de bens culturais e do fomento à música sinfônica como expressão estruturante da identidade nacional. Sem o apoio do mecanismo de incentivo fiscal, iniciativas dessa natureza dificilmente alcançariam execução plena, dadas as altas demandas logísticas e de produção associadas a turnês internacionais de grande porte. A Lei de Incentivo cumpre, assim, papel essencial de mediação entre o poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil, permitindo que empresas participem ativamente na construção de um legado cultural duradouro. Ao mesmo tempo, garante transparência, descentralização e democratização dos investimentos em cultura, assegurando que a arte permaneça acessível e relevante como direito e não privilégio.Do ponto de vista diplomático, o projeto está alinhado às diretrizes do Itamaraty para o fortalecimento da presença brasileira no exterior e aos compromissos internacionais do país no âmbito da Agenda 2030 da ONU, notadamente os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 4 (Educação de Qualidade), 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico) e 17 (Parcerias e Meios de Implementação). A circulação da OSTNCS em países como a China e os Emirados Árabes reforça a imagem do Brasil como nação criativa, plural e sofisticada, além de gerar impacto simbólico e econômico nas esferas educacional, turística e produtiva da cultura. A China, com seu vasto investimento nas artes e crescente interesse por intercâmbios internacionais, representa território fértil para o fortalecimento de parcerias culturais e acadêmicas. Já Dubai, com sua efervescência cosmopolita, é vitrine estratégica para a projeção da excelência artística brasileira junto a mercados do Oriente Médio, África e Ásia. Dessa forma, o projeto transcende o campo da arte para se afirmar como política pública de cooperação internacional e valorização do patrimônio imaterial brasileiro.A realização desta turnê internacional reafirma o compromisso do Brasil com a construção de pontes culturais e com a consolidação de um diálogo global fundado na arte, na educação e na inclusão. Ao levar a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro a palcos internacionais, o país exporta não apenas música, mas também valores, criatividade, história e diversidade. Trata-se de uma ação de soft power cultural de alto impacto, que fortalece o lugar da cultura como vetor de desenvolvimento e diplomacia. Por fim, o projeto está em conformidade com os dispositivos da Lei nº 8.313/1991, em especial os seguintes artigos:Art. 1º _ Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Art. 3º _ Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros;II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de espetáculos de música e cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a apresentações no exterior;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante realização de missões culturais no país e no exterior.Dessa forma, a aprovação e execução deste projeto representam uma oportunidade concreta de consolidar a presença da música erudita brasileira no cenário internacional, contribuir para a formação artística de novos talentos e projetar o Brasil como referência cultural no século XXI, reafirmando a arte como instrumento de união, aprendizado e cooperação entre os povos.

Especificação técnica

Concertos Sinfônicos InternacionaisPlano de Execução: A turnê internacional da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), sob regência do maestro Cláudio Cohen, contemplará cinco concertos sinfônicos em palcos de grande relevância cultural, sendo quatro na China ( Beijing, Shangai, Wuhan e Chengdu) e um nos Emirados Árabes Unidos (Abu Dhabi e Dubai). Cada apresentação contará com cerca de 90 músicos e equipe técnica, apresentando um repertório que integra obras de compositores brasileiros e universais, com ênfase na difusão da música erudita nacional em celebração ao Ano Brasil-China. A estrutura técnica abrangerá transporte de instrumentos, produção local, hospedagem, iluminação, sonorização, suporte logístico e assessoria de imprensa internacional. Os concertos terão duração média de 90 minutos, com acesso gratuito ou de entrada popular, e ensaios abertos a estudantes de música em parceria com instituições locais.Coordenação:Regência e Direção Artística: Maestro Cláudio CohenCoordenação Geral: IPCB – Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural BrasileiroProdução Executiva Internacional e Coordenação do projeto: IPCB – Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural BrasileiroApoio Institucional: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF / Governo do Distrito FederalLocal:Centros culturais e auditórios de grande porte nas cidades de Beijing, Shangai, Wuhan, Chengdu, Abu Dhabi e Dubai, com estrutura técnica e acústica adequadas à música sinfônica.Datas: Período previsto: dezembro de 2025 a janeiro de 2026, com planejamento logístico e ensaios preparatórios em Brasília (DF).Objetivo: Promover a difusão da música erudita brasileira no exterior, fortalecer o intercâmbio artístico entre Brasil, China e Emirados Árabes Unidos e reafirmar a OSTNCS como corpo artístico de excelência da capital do país.Público-Alvo: Público geral, estudantes de música, diplomatas, artistas e comunidades locais interessadas em cultura e intercâmbio internacional.Capacidade de Público: Estimativa média de 2000 pessoas por concerto, totalizando cerca de 10.000 espectadores presenciais, além do alcance digital ampliado via registro audiovisual.

Acessibilidade

Acessibilidade física: Os deslocamentos da equipe técnica e artística considerarão o uso de transportes com adaptações acessíveis, garantindo o conforto e a segurança de músicos e profissionais com mobilidade reduzida.ITEM DA PLANILHA: Locação de transportesAcessibilidade (de conteúdo) para deficientes visuais: Audiodescrição nos materiais de divulgação.ITEM DA PLANILHA: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveisAcessibilidade (de conteúdo) para deficientes auditivos: As ações de comunicação e difusão do projeto estarão integradas ao produto “Marketing e Comunicacional”, assegurando a acessibilidade de forma ampla e inclusiva. Será contratada tradutora de Libras para interpretação dos vídeos institucionais, teasers e materiais de making of, além da produção de legendagem bilíngue (português/inglês) para ampliar o alcance internacional do conteúdo.ITEM DA PLANILHA: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveisACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: serão produzidos materiais de divulgação adaptados com cores e tipografias acessíveis, promovendo compreensão ampliada e inclusão.ITEM DA PLANILHA: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis

Democratização do acesso

A Turnê Internacional da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro (OSTNCS), no contexto do Ano do Brasil na China, reafirma o compromisso público e humanista da cultura brasileira com a democratização do acesso à arte, à música e ao intercâmbio cultural. Este plano parte do princípio de que a música sinfônica é um bem comum, um patrimônio coletivo que deve ser vivenciado em sua plenitude por todas as pessoas, independentemente de classe social, origem, condição física, idade ou território. Assim, a política de acesso deste projeto estrutura-se sobre os pilares da inclusão, equidade e diálogo intercultural, promovendo ações específicas para garantir que cada concerto e atividade educativa seja permeado por acessibilidade e sentido público.Em atendimento à orientação da produção internacional e às práticas culturais de cada país, os concertos da turnê serão realizados com ingressos a preços populares, de modo a assegurar a ampla participação do público local e, ao mesmo tempo, valorizar o trabalho artístico envolvido. Tomando como referência o valor de R$ 80,00 (oitenta reais) por ingresso no Brasil, estabelece-se, de forma estimada e apenas ilustrativa, o equivalente aproximado em cada localidade da turnê, conforme as cotações médias de 2025: cerca de 110 yuans (CNY) nas cidades chinesas, e 55 dirhams (AED) nos Emirados Árabes Unidos. Ressalta-se que essas conversões são flutuantes e sujeitas a variação cambial até a data de execução do projeto em 2026, podendo ser ajustadas conforme o câmbio vigente e as condições econômicas de cada país. Essa política mantém a coerência entre acessibilidade e sustentabilidade, garantindo que os valores permaneçam compatíveis com o custo de vida local, reforçando o princípio de preço simbólico e popular como instrumento de inclusão cultural.A mobilização de entidades do terceiro setor em cada cidade da turnê é parte essencial da metodologia de democratização. Serão identificadas e convidadas organizações culturais, educacionais e assistenciais que desenvolvam ações voltadas a comunidades locais, minorias étnicas, pessoas com deficiência, migrantes e juventudes. Em parceria com os produtores locais e consultores culturais, cada concerto será precedido de um processo de articulação social que assegure a presença desses grupos no público, ampliando o alcance simbólico e humano da orquestra. Essa rede de cooperação será construída com base em práticas de respeito mútuo e sensibilidade cultural, integrando os princípios do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 10 (redução das desigualdades) e do ODS 4 (educação de qualidade), fortalecendo o papel da música como instrumento de diálogo, aprendizagem e inclusão.O plano também contempla ações educativas e de intercâmbio voltadas à formação de plateia e à difusão da cultura musical brasileira. Em cada cidade, membros da OSTNCS realizarão encontros pedagógicos, oficinas e conversas com estudantes e músicos locais, criando espaços horizontais de troca e partilha. Essas atividades reforçam a dimensão acessível do projeto, pois democratizam o conhecimento técnico, interpretativo e histórico da música, e inspiram novas gerações de artistas e ouvintes. O acesso, portanto, não se limita à presença física nos concertos, mas se estende à construção de saberes, ao estímulo à curiosidade estética e à vivência da arte como experiência transformadora.A acessibilidade física e comunicacional será garantida conforme a legislação brasileira e as normas locais de cada cidade visitada. O projeto reconhece que o direito à cultura é inseparável do direito à acessibilidade plena — e que esta deve ser planejada com beleza, empatia e cuidado. Por isso, cada espaço de apresentação será adaptado para acolher pessoas com mobilidade reduzida, e o material de divulgação (programas de concerto, legendas e comunicações institucionais) será produzido com versões acessíveis em formato digital e, quando possível, com recursos visuais ampliados ou tradução para Libras e idiomas locais. Os produtores locais, tradutores e consultores culturais terão papel fundamental na adequação de cada etapa às legislações vigentes em cada cidade, garantindo que a turnê atue em plena conformidade com os marcos legais e éticos de acessibilidade internacional.Além disso, a OSTNCS reafirma o compromisso com uma acessibilidade sensível, que não se limita às barreiras físicas, mas se estende às dimensões simbólicas e afetivas da experiência musical. O cuidado com a hospitalidade, com o acolhimento e com a escuta do outro será incorporado à produção dos eventos, criando um ambiente onde todos se sintam parte do mesmo concerto — onde o som que vem do palco encontra eco na pluralidade dos corpos, sotaques e emoções do público. Esse gesto de inclusão é também um gesto de beleza: a música como espaço de convivência, onde a diferença é harmonia e o encontro é arte.A democratização de acesso também se manifesta no registro audiovisual e na difusão digital da turnê. Parte das apresentações será documentada e disponibilizada gratuitamente em plataformas online, ampliando o alcance do projeto a pessoas e instituições que não poderão estar fisicamente presentes nos países visitados. Essa dimensão tecnológica cumpre a função de perenizar o impacto do Ano do Brasil na China, multiplicando os laços culturais e permitindo que escolas, universidades e coletivos musicais tenham acesso aos conteúdos produzidos, reforçando a missão pública e educativa da OSTNCS.Por fim, este plano compreende que a democratização de acesso é, antes de tudo, um ato de diplomacia cultural. Ao levar a música brasileira para palcos internacionais, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro não apenas representa o Brasil, mas o torna acessível em sua pluralidade e em sua generosidade. Cada nota executada é também uma forma de diálogo, cada concerto um território de partilha. A acessibilidade aqui é mais que um requisito legal: é um valor civilizatório, uma celebração da diversidade humana e da beleza do encontro entre povos. Nesse espírito, a OSTNCS reafirma que a arte é o idioma universal da empatia — e que o acesso a ela é um direito de todos, em qualquer lugar do mundo.

Ficha técnica

Ano do Brasil na China | 2026DIREÇÃO DO IPCBCoordenadora Administrativa – Dora Lima Presidente do IPCB – Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro, Dora Lima possui ampla experiência (2015–2024) em gestão financeira, controle operacional e logística de grandes eventos culturais e turnês internacionais. Especialista em administração de recursos públicos e privados, atua com rigor técnico e compromisso ético, assegurando o cumprimento de prazos, metas e normas legais. À frente do IPCB, lidera equipes multidisciplinares voltadas à produção sociocultural e ao fortalecimento da economia criativa e do patrimônio cultural brasileiro. No projeto, Dora responde pela estrutura organizacional e financeira, contratos, logística administrativa, prestação de contas e apoio à comunicação interna, garantindo sustentabilidade financeira, transparência e excelência na execução. Principais competências: controle financeiro, gestão de fluxo de caixa, coordenação logística (passagens, hospedagem, transfers), consultoria administrativa e organização documental.Coordenador Geral – Jorge Luiz da Silva Produtor artístico com mais de três décadas dedicadas à cultura popular e às artes integradas, Jorge Luiz é gestor do IPCB e sócio da Giral Projetos Socioculturais. Idealizador da plataforma Humberto Pedrancini – Escola de Atores, tem trajetória marcada pela formação artística e preservação da memória cultural brasileira. Coordenou projetos como o Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, o Festival Internacional de Teatro de Objetos e diversas feiras literárias e musicais. Na turnê da OSTNCS, Jorge Luiz supervisiona as ações gerais, gerencia equipes técnicas, artísticas e administrativas, articula parcerias, coordena logística e acessibilidade, acompanha a prestação de contas e conduz a curadoria das atividades formativas, assegurando integração e excelência. EQUIPE CONTRATADACoordenadora de Projetos – Débora Aquino Atriz, produtora e gestora cultural, Débora Aquino é formada em Recursos Humanos (UniCesumar) com especialização em Administração Pública. Com experiência em instituições públicas e privadas, atua no planejamento e monitoramento de projetos culturais no Brasil e no exterior. Já coordenou editais e espaços culturais no DF e contribuiu para políticas voltadas à economia criativa e à internacionalização da cultura. No projeto da OSTNCS, Débora é responsável pela execução dos planos de ação, supervisão de cronogramas, coordenação de produção e comunicação, acessibilidade, formação de público e interlocução institucional, assegurando diversidade, qualidade e impacto social.Coordenação de Comunicação e Redes Sociais – Clark Paiva Bacharel em Publicidade e Propaganda e especialista em tráfego pago e inteligência artificial aplicada à comunicação digital, Clark Paiva atua desde 2013 na criação de estratégias de performance e posicionamento de marca. É fundador e CEO da CP Comunicação. No projeto, coordena comunicação integrada e redes sociais, promovendo visibilidade institucional, engajamento e ampliação do público.Assistente de Produção – Táta Cavalcanti Produtora cultural com mais de 30 anos de experiência, atuou em produções musicais, teatro, dança e audiovisual. Fundadora da Capital do Rock Produções, coordena bastidores, transporte, hospedagem, montagem e apoio técnico-artístico na turnê.Produtora Executiva – Larissa Lopes Produtora cultural, cantora, atriz e compositora, com graduação em Direito e Políticas Públicas. Atua na articulação de parcerias, interface institucional e acompanhamento técnico-administrativo das atividades do projeto.Produtor Cultural – Jeferson Rocha Produtor cultural, arte-educador e estrategista criativo, fundador da Produzzi Cultura. Contribui no planejamento, formatação e acompanhamento de resultados, com foco em inovação, impacto social e sustentabilidade.Assistente de Gestão Administrativa e Jurídica – Veranne Magalhães Advogada (OAB/DF 11.765) e fundadora da Melo Magalhães Advocacia e Consultoria, especialista em Direito Cultural e do Entretenimento. Coordena gestão jurídica e administrativa do projeto, assegurando conformidade legal, segurança institucional e aderência às legislações nacionais e internacionais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-18
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal