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O projeto visa a realização do XXVI Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros um evento cultural anual que ocorre na Vila de São Jorge em setembro, e um parte na Aldeia Multiétnica em junho, que celebra os povo originários, as comunidades tradicionais e a cultura popular. O público alvo do projeto é livre, com uma grande inclusão de pessoas idosas que são em sua maioria mestres e mestras da cultura. Um palco aberto recebe grupos de comunidades tradicionais, povos originários e artistas da cultura popular brasileira. Também são realizados shows com artistas locais, regionais e nacionais. O evento promove rodas de prosa e oficinas onde ocorre a troca de experiências e debates sobre cultura, meio ambiente e políticas públicas, bem como o fortalecimento desses grupos e de suas tradições. Haverá ainda a construção de um dicionário da Aldeia buscando construir pontes de comunicação com as etnias indígenas que fazem parte da história do Encontro.
Palco aberto Um palco aberto ao público será montado na Vila de São Jorge para receber grupos de comunidades tradicionais . Celebrações como a Caçada da Rainha de Colinas do Sul, as festas e folias de São João d’Aliança, as rezas das comunidades do Sítio Histórico Kalunga e o Congo de Niquelândia e outras comunidades tradicionais irão integrar a programação. Serão realizados ainda, shows e apresentações musicais, com artistas locais, regionais e nacionais. Além disso, a Casa de Cultura Cavaleiros de Jorge, centro cultural da Vila de São Jorge, também funciona como palco para o projeto. É de lá que partem os cortejos e rezas realizados pelos grupos tradicionais participantes do Encontro. Rodas de Prosa Uma oportunidade para grupos, mestres, poder público e comunidade trocarem experiências, e promover debates sobre cultura, meio ambiente, políticas públicas e assuntos relacionados às questões socioculturais brasileiras. Oficinas Uma oportunidade para aprender juntamente de mestres e mestras da cultura popular sobre suas manifestações culturais.Território do BrincarFormar uma infância e juventude impactada pela arte-educação e temáticas socioambientais - Fomentar a divulgação da Convenção da Diversidade Cultural; Dia gratuita na aldeia multiétnicaOportunidade de vivências as experiências e atividades, que incluem roda de conversa, rodas de conhecimento e oficinas na Aldeia Multiétnica com os povos origináriosOpereta da Doroty MarquesA já tradicional Opereta da Doroty, um projeto que gera impacto a mais de 20 anos nas crianças e jovens da Vila de São Jorge, que é apresentada anualmente na programação do eventoRota do EncontroEstruturação e aprofundamento de uma rota turística sólida que colabora com o desenvolvimento turístico e comunitário da regiãoPalco de encerramento da Aldeia MultiétnicaShows de encerramento finalizando a programação da aldeia multietnica.
OBJETIVO GERAL:Realizar a 26ª edição do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, com o objetivo de promover o acesso à cultura por meio da valorização e difusão das expressões tradicionais brasileiras, proporcionando um espaço de intercâmbio entre comunidades, artistas e o público, em um festival multicultural com atividades presenciais de música, formação e celebração do patrimônio imaterial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Produto: Festival, Bienal, Festa ou Feira (somente estrutura) Realizar a 26ª edição do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, com montagem de estrutura física necessária para a realização do evento no mês setembro de 2026. A estrutura inclui palco principal, tendas para oficinas, seminário, instalações sanitárias, sinalização e espaços de convivência na Vila de São Jorge e na Aldeia Multiétnica.Produto: Curso / Oficina / Capacitação Realizar 4 oficinas gratuitas entre os dias 13 e 20 de setembro de 2025, com foco em práticas culturais tradicionais. Cada oficina terá carga horária entre 2h e 3h e contará com até 20 participantes, totalizando aproximadamente 240 beneficiários diretos e cerca de 40 horas de atividades formativas. As oficinas serão distribuídas da seguinte forma:4 oficinas artísticas voltadas ao público infantil e juvenil (expressão corporal, música, contação de histórias, artes visuais), no espaço "Território do Brincar";1 dia gratuito na Aldeia Multiétnica com oficinas, rodas de saberes e rodas de prosa com os povos originários4 oficinas culturais com foco na cultura Kalunga e de grupos populares regionais;1 oficina de artesanato indígena na Aldeia Multiétnica;4 Rodas de Prosa com as comunidades tradicionais.Produto: Apresentação Musical Realizar 8 dias de apresentações musicais com entrada gratuita no palco principal da Vila de São Jorge, no mês de setembro de 2025. As apresentações incluirão artistas populares de destaque local, regional e nacional, promovendo a diversidade musical e o fortalecimento da produção artística brasileira. Conta também com um show de encerramento na Aldeia Multiétnica.Produto: Publicação Dicionário da Aldeia Realizar uma publicação em conjunto com as etnias indígenas que fazem parte anualmente da Aldeia Multiétnica, permitindo uma melhor comunicação, a interação social, a expressão de valores e a construção de visões de mundo desses povos originários, além de ser um patrimônio cultural imaterial fundamental para aa suas existências. São ainda objetivos do projeto: - garantir contratação de parte da equipe composta por pessoas indígenas e de comunidades tradicionais - pensando em um evento composto em sua grande maioria por atrações com mestres e mestras da cultura popular um dos objetivos é garantir acessibilidade para a participação plena dessas pessoas idosas - Preservar e fortalecer as tradições culturais existentes no Brasil e no mundo, com foco no estado de Goiás, na região do Cerrado e da Chapada dos Veadeiros; - Colaborar para construção de políticas públicas voltadas para as Comunidades Tradicionais, povos originários, cultura popular e suas demandas - Promover o desenvolvimento sustentável e social da região da Chapada dos Veadeiros; - Formar uma infância e juventude impactada pela arte-educação e temáticas socioambientais - Fomentar a divulgação da Convenção da Diversidade Cultural; - Atrair mais turistas para a região da Chapada dos Veadeiros, a fim de gerar emprego e renda à população local, principalmente com a mudança para setembro buscando ampliar a temporada de turismo - Proporcionar gratuitamente ao público espetáculos de valor e mérito cultural; - Formar um público mais consciente de sua identidade cultural por meio de uma experiência de conscientização que reduz o pensamento etnocêntrico e preconceituoso alimentado pela desinformação sobre nossas culturas populares, revelando o valor estético indiscutível dessas manifestações e afirmando-as como arte contemporânea e atemporal; - Gerar oportunidade para que grupos e artistas de música representantes ou influenciados das/pelas culturas tradicionais e populares brasileiras possam mostrar o trabalho que vem sendo desenvolvido nas diversas regiões do Brasil, com o intuito de preservar, ressaltar e valorizar essas manifestações;
O Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros é um evento cultural anual que ocorre na Vila de São Jorge. Nascida em julho de 2001, fruto da união de artistas e produtores da região que tinham como objetivo o fomento e o estímulo à produção local, o Encontro firmou um mastro no coração do Brasil, e desde então, são 24 anos de encontros. Um evento que reacende o coração da Chapada, aquecendo nossas almas, que aqui encontram a ancestralidade. Desde sua criação, o Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros teve como propósito, reunir expressões culturais tradicionais do Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Minas Gerais e de outros estados do Brasil, priorizando os principais grupos da região da Chapada. O evento rapidamente evolui, expandindo seu alcance, nacionalmente e internacionalmente o projeto se consagrou como um dos mais importantes em seu segmento, se tornando um grande encontro anual de música, dança, arte, cultura, saberes e fé. O Encontro já reuniu 576 atrações culturais, mais de 220 oficinas e cerca de 230 rodas de prosa. Uma média de 460 mil pessoas já participaram das atividades, fortalecendo também o turismo etnocultural na região. A Casa de Cultura apoia as festas tradicionais, projetos específicos e demais demandas solicitadas pelos povos tradicionais com os quais trabalha, reúne povos do Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga e Amazônia, além de outros países, ampliando a abrangência de territórios beneficiados. Uma vivência com experiências significativas junto às comunidades tradicionais apenas é possível pela singularidade da proposta curatorial do nosso Encontro. Parte da programação do Encontro de Cultura é realizada na Aldeia Multiétnica. Um território na Chapada dos Veadeiros dedicado ao fortalecimento das culturas e lutas políticas dos povos indígenas e quilombolas, com princípios de preservação, promoção e acesso ao patrimônio material e imaterial brasileiros. Está localizada em uma área de preservação ambiental do Cerrado a 20 quilômetros de Alto Paraíso de Goiás, no entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Cerca de 500 indígenas participam do evento da Aldeia Multiétnica em todo mês de julho, desde 2007, vindos de seus territórios em variadas localidades do Brasil, de norte a sul, para se encontrarem na Chapada dos Veadeiros durante sete dias. A participação se estende a pesquisadores, indigenistas, biólogos e especialistas em diferentes áreas referentes aos povos indígenas e comunidades tradicionais, que agregam às discussões e proposições da programação do projeto. Fora o evento no mês de julho, a articulação junto aos povos participantes da Aldeia Multiétnica acontece ininterruptamente ao longo do ano, com ações pontuais na Chapada dos Veadeiros e nos territórios indígenas. Com atividades de integração cultural, que chamamos de vivências, em uma programação que contempla a convivência diária, a realização de rodas de prosa, exposições fotográficas, pinturas corporais, venda de artesanato e exibição de filmes. Os povos apresentam seus saberes, seus modos de ser e fazer, e seus usos e costumes, de diversas maneiras. Questões relacionadas a território, à manutenção das culturas tradicionais e populares, à educação, saúde e políticas públicas e culturais ganham destaque em debates que envolvem lideranças e representantes do poder público. O evento promove e incentiva a participação de pesquisadores, indigenistas, biólogos e especialistas em diferentes áreas referentes aos povos indígenas e comunidades tradicionais, que agregam às discussões e proposições da programação do projeto.Em 2006, o Encontro de Culturas foi selecionado pelo MinC _ Ministério da Cultura _, por meio do Prêmio Cultura Viva, como uma das 10 melhores iniciativas em prol das Culturas Populares e Tradicionais. Em 2015, foi consagrado com o prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, realizado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), na categoria II, que contempla iniciativas de excelência na promoção e gestão compartilhada do Patrimônio Cultural. Em 2017, a Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge foi contemplada com o Prêmio Culturas Populares _ Edição Leandro Gomes de Barros, promovido pela Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura. Desde 2021, a Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge faz parte do programa Missão Em Foco, do Itaú Cultural, de desenvolvimento institucional. Uma trajetória de sucesso e reconhecimento das ações desenvolvidas ao longo de 24 anos de realização anual, o Encontro estabeleceu-se como um evento cultural de referência, atraindo um público estimado em mais de 200.000 pessoas. Necessidade do Mecanismo de Incentivo à CulturaA Lei Federal de Incentivo à Cultura, por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, torna-se fundamental para a concretização desta iniciativa, permitindo captar e canalizar recursos da iniciativa privada para o setor cultural, conforme previsto na Lei 8.313/91: Inciso I do Art. 1° - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Inciso IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;Inciso V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Inciso VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Inciso VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;Inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto também atende diretamente aos objetivos descritos no Art. 3º da referida norma, dentre os quais destacam-se:I _ Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;Ao promover um evento gratuito, acessível e voltado à promoção, difusão e conservação de manifestações culturais tradicionais da cultura brasileira se fortalece a manutenção da existência dessas culturas tradicionais, democratiza o acesso a recursos públicos que passam a chegar nessa comunidades, gera um intercâmbio e troca de saberes entre culturas tradicionais e amplia o acesso à informação do público a uma parte tão importante da nossa cultura brasileira por muitas vezes invisibilizada. Dessa forma, o uso do mecanismo de incentivo previsto na Lei Rouanet é essencial para que o projeto alcance seus objetivos gerando impacto concreto e duradouro no território onde está inserido.
O Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros traz em sua essência o compartilhamento de conhecimento e intercâmbio entre grupos e artistas, sendo um caldeirão fervilhante de invenção e inovação nos fazeres tradicionais. O Encontro foi pioneiro na proposta de eventos de imersão, mais do que assistir as apresentações artísticas, o público busca vivenciar a experiência da cultura de raiz. A pequena Vila de São Jorge se transforma em cenário e ambiente de imersão cultural durante o Encontro, artistas, mestre e público geral comungam de espaços comuns para alimentação, hospedagem e lazer conectados à natureza. Criando laços afetivos e potencializando a experiência do público e todos os beneficiados por essa proposta. A riqueza e diversidade estética dos grupos de cultura popular são fonte de inspiração para diversas a diversas produções audiovisuais e publicações, devido a sua relevância cultural e histórica para o Brasil e para o mundo. Entre elas podemos listar: » Realização do documentário “Pep Cahoc”: documentário sobre o rito de iniciação indígena do Povo Krahô (direção de Neto Borges, da produtora Olho Filmes); » Realização do documentário “Festa da Fé”: vídeo documentário sobre a festa da Caçada da Rainha, manifestação de cultura tradicional do município de Colinas do Sul (GO); » Realização do documentário “Cada Roda tem um fuso, cada terra tem um uso”: videodocumentário sobre o Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros O plano de sustentabilidade e gestão de resíduos sólidos também traz como diferencial novas tecnologias para otimização de energia, possibilidade de geração de energia renovável, otimização de recursos geradores de carbono, e outras tecnologias sustentáveis que colaborem para o bem estar ambiental. Tais como a instalação de um ponto de recarga elétrica para automóveis, com painel solar para geração de energia renovável na Vila de São Jorge, também será disponibilizado ponto de carregamento de celular para atender os visitantes. Será priorizada a parceria com empresa de transporte interestadual com frota de veículos de baixa emissão de carbono, contratação de pousadas com práticas sustentáveis, produzir as refeições de todos os convidados com alimentos da região, visando diminuir o impacto dos visitantes na região. No que diz respeito à comunicação, o Encontro se diferencia por sua abordagem inovadora e antenada. A identidade visual do projeto é assinada por um famoso artista popular da região, Moacir Faria, que se empenha na criação de um universo próprio, no qual figuras sagradas e profanas convivem entremeadas por seres humanos, animais, flores e sexo. Nossa equipe está sempre atenta às últimas tendências em arte, design, ferramentas e veículos de comunicação, com o objetivo de se manter atual, relevante e próximo ao público formador de opinião da região. Isso se reflete na estética visual do projeto, nas campanhas de mídia social e em todas as formas de comunicação visual e digital empregadas para promover o evento. A utilização consciente das mídias digitais, especialmente plataformas como o Instagram, permite uma comunicação direta e eficaz com nosso público, formando uma comunidade engajada em torno do projeto. Além disso, a comunicação do Encontro é planejada para ser inclusiva e acessível, empregando estratégias como caixa alta e alto contraste de cor em suas peças visuais, beneficiando o público com deficiência visual. Essa atenção à acessibilidade estende-se à criação de conteúdo que promove a conscientização sobre sustentabilidade e inclusão social, incentivando os participantes a adotarem práticas mais responsáveis e conscientes. O Encontro se posiciona na vanguarda da inovação cultural, ao promover um Encontro de Culturas Tradicionais que destaca a diversidade artística e a criatividade, mas também se compromete com a sustentabilidade, a inclusão e a comunicação inovadora.
A seleção e convite dos grupos de cultura tradicional que irão compor a programação, bem como os temas e convidados das rodas de prosa serão ainda definidos pela curadoria do projeto em etapa de pré-produção. As apresentações que compõem a programação do palco principal serão divididas em: 5 apresentações de grupos de manifestações culturais tradicionais;5 apresentações de banda nacional de médio porte, cuja obra esteja em concordância com a curadoria;3 apresentações de artista que representa a cultura popular brasileira, cuja obra esteja em concordância com a curadoria;Promover uma série de reuniões (intituladas aqui de “rodas de prosa”) para se discutir e refletir sobre a cultura popular;Realizar 6 oficinas de artes populares abertas ao público. Serão turmas com 15 vagas cada e duração média de 4h cada aula. Por meio do registro das atividades do Encontro, contribuir para um banco de dados multimídia que serve de referência às culturas tradicionais, a "Encontroteca".Fazer uma agência de notícias com comunicadores e influences locais para produzirem conteúdo e notícias para promoção do Encontro e do destino Chapada dos Veadeiros. Realizar uma Exposição e Feira de Arte e Sustentabilidade e Gastronomia durante os dias de Encontro.Identificar e mobilizar grupos tradicionais, indígenas e quilombolas para a participação no Encontro como parte da programação do evento. Os tempos de palco e especificações técnicas de cada apresentação podem variar de acordo com o conteúdo trazido pelo grupo/artista convidado. Tais informações serão levantadas na fase de pré-produção.
PRODUTO: FESTIVAL, BIENAL, FESTA OU FEIRA (SOMENTE ESTRUTURA)1. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão instalados banheiros químicos adaptados, rampas de acesso, sinalização de piso e área reservada para cadeirantes nos locais de realização das atividades. Será implantada uma Central de Acessibilidade com monitores especializados para orientar e prestar apoio ao público com deficiência.1.1- Itens da planilha orçamentária:Equipamentos de acessibilidade Coordenação de acessibilidade 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilização de audiodescrição nas apresentações e atividades culturais. Uso de sinalização tátil, orientação com facilitadores e materiais com contraste e fonte ampliada.2.1- Item da planilha orçamentária:Audiodescrição Coordenação de acessibilidade e de comunicação3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Atuação de intérpretes de Libras em todas as apresentações e atividades formativas do evento.3.1- Item da planilha orçamentária:Intérpretes de Libras 4. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM ESPECTROS, SÍNDROMES, LIMITAÇÕES COGNITIVAS OU BARREIRAS DE LINGUAGEM: Uso de materiais visuais de fácil compreensão, objetos sensoriais, abafadores de ruído e sinalização inclusiva. Apoio de equipe especializada durante todo o evento.4.1- Item da planilha orçamentária:Equipamentos de acessibilidadecoordenação de acessibilidade PRODUTO: CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO1 ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas serão realizadas em locais planos e com acesso adaptado. Serão disponibilizados banheiros acessíveis próximos aos locais das atividades.1.1- Item da planilha orçamentária:Equipamentos de acessibilidade 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Materiais pedagógicos acessíveis com fontes ampliadas, contraste elevado e descrição oral de conteúdos. Presença de monitores para orientação direta.2.1- Item da planilha orçamentária:AudiodescriçãoCustos com divulgação 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em Libras das oficinas, inclusive nas interações entre oficineiros e participantes.3.1- Item da planilha orçamentária: Intérpretes de Libras4. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM ESPECTROS, SÍNDROMES, LIMITAÇÕES COGNITIVAS OU BARREIRAS DE LINGUAGEM: Uso de linguagem simples, objetos sensoriais e mediação de monitores capacitados para facilitar o aprendizado e a participação de todos.4.1- Item da planilha orçamentária:coordenação de acessibilidadeEquipamentos de acessibilidade PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL1. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Área reservada e sinalizada para pessoas com mobilidade reduzida, com acesso por rampas e banheiros adaptados.1.1- Item da planilha orçamentária:Equipamentos de acessibilidade 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição ao vivo das apresentações e materiais promocionais com contraste adequado.2.1- Item da planilha orçamentária:Audiodescrição Custos com divulgação3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Atuação de intérpretes de Libras nas apresentações musicais.3.1- Item da planilha orçamentária:Intérpretes de Libras 4. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM ESPECTROS, SÍNDROMES, LIMITAÇÕES COGNITIVAS OU BARREIRAS DE LINGUAGEM: Uso de sinalização acessível, abafadores de ruído, cordões de identificação e mediação da equipe da Central de Acessibilidade.4.1- Item da planilha orçamentária:Monitores especializados Equipamentos de acessibilidade
O projeto tem todas as suas atividades com acesso gratuito para o público geral. Faz parte das ações de comunicação do projeto, a divulgação do destino turístico "Chapada dos Veadeiros", ampliando consideravelmente o número de turista na região que se desloca para a Vila de São Jorge a fim de vivenciar o Encontro de Culturas, aumentando diretamente os beneficiados pelas atividades culturais do projeto. O Encontro de Culturas realiza diversas atividades de formação artística para crianças e jovens da Vila de São Jorge, sendo um palco aberto para apresentação desses jovens artistas. Além disso, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023, serão adotadas as seguintes medidas de democratização ao acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal no site do projeto https://www.encontrodeculturas.com.br/ e em canal especifico e preservação e memoria https://www.encontroteca.com.br/; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
A Aldeia Multiétnica, proponente deste projeto, é um território na Chapada dos Veadeiros dedicado ao fortalecimento das culturas e lutas políticas dos povos indígenas e quilombolas. Atuará no projeto junto a coordenação geral e administrativa. Sendo responsável pela execução financeira e demais atividades relativas à contratação e execução de recursos. A equipe de trabalho é composta dos seguintes profissionais: Juliano George Basso - direção geral Produtor cultural com mais de 30 anos de experiência, fundador da Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge e idealizador do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros e da Aldeia Multiétnica. Realiza a coordenação geral dos projetos da instituição.Marjorie Yamaguti - coordenação geralArtista Visual e produtora há mais de 10 anos, referência na arte com bambu no Brasil e com seus trabalhos presentes em vários estados brasileiros e alguns países como EUA, Japão, Coreia do Sul e Tailândia. Joelma Paes - coordenadora financeira e produtora executiva Produtora executiva há 20 anos em diversos projetos de cultura e arte no estado de Goiás, está na coordenação financeira da Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge desde 2017 Doroty Marques - coordenadora artística de mestres e mestras Artista popular e idealizadora do projeto Turma Que Faz, roda o Brasil há mais de 40 anos para levar arte e educação para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. Atua em parceria com a Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge desde 2003.Lapa Amaru - produtor indígenaArtista multidisciplinar, cineasta, músico, muralista, grafismos indígenas, arquiteto eprodutor cultural do povo Yawalapiti – Alto Xingu (MT).Liane Preuss - Coordenação pedagógicaGraduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e com Mestrado emEducação pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, possuo vasta experiência como docentenas disciplinas de Sociologia, Antropologia, Filosofia, Ética, Cidadania e Educação Ambiental.Narelly Batista Pereira - Coordenação de ComunicaçãoFormada em comunicação social com habilitação em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás com experiência de quase 20 anos de assessoria e comunicação.Caio Martins - coordenação de produçãoCom mais de 25 anos de atuação tem experiência como professor de música, multiplicador de arte, técnico de som e com amplo trabalho no audiovisual
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.