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PRONAC 2514679Autorizada a captação total dos recursosMecenato

5ª Festa do Pescador Artesanal do João Paulo e da Baleeira 3ª Edição

ASSOCIACAO DOS PESCADORES ARTESANAIS DA PRAIA DO JOAO PAULO - SACO GRANDE
Solicitado
R$ 522,4 mil
Aprovado
R$ 522,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Pescadores Artesanais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2026-06-01
Término

Resumo

O projeto visa a realização da 5ª Festa do Pescador Artesanal do João Paulo e da Baleeira 3ª Edição na cidade de Florianópolis, com apresentações musicais regionais, gastronomia açoriana, exposições de artes e fotografias de artistas locais, concursos e oficinas temáticas da cultura e saberes da pesca artesanal.

Sinopse

A 5ª Festa do Pescador Artesanal do João Paulo e 3° Edição da Baleeira realizará suas apresentações musicais e atividades sócio culturais em 2 dias, sendo 17 atrações musicais, 03 oficinas, 04 concursos e 01 exposição fotográfica, somando um total de 25 atrações culturais. Cada apresentação musical terá duração de 60 minutos. As oficinas serão realizadas durante a Festa e os temas serão: Remendar e consertar rede de pesca; Pesca com tarrafa e caniço e Previsão do tempo para pesca Os oficineiros serão definidos após a aprovação da presente proposta. Os concursos premiarão a baleeira mais bonita, a baleeira mais antiga e o arremesso de tarrafa com maior circunferência, sendo que este último ocorrerá em duas categorias: adulto e infantojuvenil.

Objetivos

Objetivo Geral Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro ao resgatar, registrar e difundir a cultura dos descendentes açorianos e da pesca artesanal através das expressões da música regional, oficinas temáticas, exposições e concursos. Contribuir para facilitar todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais ao assegurar a gratuidade as atividades do projeto. Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, ao resgatar, registrar e difundir a cultura da pesca artesanal praticadas por descendentes de açorianos. Objetivos Específicos Música Realizar 17 apresentações musicais, gratuitamente, em local aberto ao público, durante dois dias, com as seguintes atrações de música regional: Dazaranha, Gazu, Mané Darci, Nilêra, Tijuquera, Nós na Aldeia, Jah éh!, Deh Lemos e Kalango, Bom Brother, Gatos de Rua, Os Legalzinhos, Catarina Canta, Apogeu, Melizza, Boi de Mamão Petinho, Grupo Herança Capoeira e DJ Gói. Estima-se atingir um público de 5000 pessoas. Oficinas Durante os dois dias da festa serão realizadas 3 oficinas com os temas: remendar e fazer tarrafa e rede de pesca, previsão do tempo para pesca, desafio de pesca com tarrafa e caniço, totalizando 3 aulas e 11h durante a execução do projeto. Estima-se atingir nas oficinas um público de 150 pessoas. Exposição Nos dois dias do evento, será realizada uma exposição fotográfica com o tema "Embarcação Baleeira" além mostra de baleeiras originais a partir da exposição destas embarcações na orla da praia, onde ocorrerá a festa. A entrada será aberta e gratuita ao público, permitindo que todos tenham a oportunidade de apreciar as embarcações e, na exposição fotográfica, a arte e a história por trás deste patrimônio material e cultural da região. Estima-se que o público presente acesse a exposição (total de 5000 pessoas). Concurso Com objetivo de promover o reconhecimento, valorização e preservação da cultura das baleeiras, embarcações simbólicas do litoral catarinense - haverá dois concursos: a) um que destaque a baleeira mais antiga; b) outro que celebre a mais bonita dessas embarcações. Para promover a cultura da pesca de tarrafa artesanal - haverá também dois concursos de arremesso de tarrafa, com base na que alcançar a maior circunferência: a) um para o público adulto; b) outro para o público infantil/juvenil.

Justificativa

A cultura açoriana e a pesca artesanal são pilares fundamentais da identidade e da economia de diversas comunidades litorâneas, especialmente em Santa Catarina. O projeto que promove a 5ª Festa do Pescador Artesanal do João Paulo e a 3ª Festa da Baleeira desempenha um papel fundamental ao valorizar e divulgar essas tradições. A cultura açoriana, rica em história e costumes, se manifesta de várias formas, como na gastronomia, nas danças, nas músicas, nas festividades e no folclore, refletindo a rica herança dos imigrantes açorianos que moldaram a região. Por sua vez, a pesca artesanal, atividade predominantemente executada por descendentes de açorianos, não se limita apenas a uma prática econômica, mas também envolve um profundo conhecimento do mar e dos ecossistemas locais, contribuindo para a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente. Além disso, valorizar a pesca artesanal por meio de eventos como a Festa do Pescador é crucial para a conscientização sobre a importância dessa atividade para a vida econômica, cultural e social da região. A Associação dos Pescadores Profissionais, Artesanais e Amadores do João Paulo - APPAAJOP, ao engajar a comunidade em torno dessas tradições, não somente promove a preservação dos costumes açorianos, mas também fortalece o laço entre pescadores e a população em geral. A festa se torna um espaço de celebração, aprendizado e troca de experiências, fomentando um sentimento de pertencimento e orgulho. Ao unir elementos culturais e práticas sustentáveis, o evento destaca a relevância da pesca artesanal como uma forma de resistência cultural e afirmação da identidade local, essencial para a continuidade desses saberes e para o desenvolvimento sustentável da região. A união deste evento a 3ª Festa da Baleeira fortalece ainda mais o resgate e manutenção cultural. A baleeira é uma embarcação típica do litoral catarinense usada na pesca e no turismo. Feita de madeira, com um casco arredondado e com tábuas que se sobrepõem, imitando escamas, a baleeira possui, inclusive, uma data comemorativa em Florianópolis _ desde 2022, o dia 18 de novembro passou a ser o "Dia Municipal da Baleeira" na Capital. Entretanto, este tipo de embarcação já não é mais construída, pois utiliza madeiras protegidas por lei, que não podem mais ser extraídas. A própria forma de construção está em risco, pois existe apenas no saber e na memória de mestres artesãos que são poucos e com idade avançada. Resgatar e difundir este conhecimento com a comunidade e sociedade torna ainda mais relevante a realização da 3ª festa da Baleeira. As festas desempenham um papel central na cultura açoriana, servindo não apenas como formas de expressão artística, mas também como instrumentos de preservação cultural. Devido a sua magnitude e o impacto que pretende gerar, é de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8313/91, sendo: · Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, ao realizar a Festa em local aberto sem cobrança de ingressos e com adoção de medidas de acessibilidade. · Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; ao registrar, preservar e difundir a cultura dos descendentes açorianos, promovendo os agentes culturais locais. · Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, ao registrar, preservar e difundir a cultura dos pescadores descendentes de açorianos. · Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, ao registrar, preservar e difundir a cultura regional dos pescadores descendentes de açorianos. O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do art. 3° da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) c) - realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Este dispositivo se aplica no caso em concreto, em decorrência, dos bens culturais promovidos: realização de apresentações musicais e folclóricas como boi de mamão e exposição fotográfica. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: (...) d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Este projeto tem como objetivo registrar e promover as manifestações culturais dos pescadores artesanais descendentes de açorianos, abrangendo o folclore, o artesanato, gastronomia e outras expressões culturais associadas.

Especificação técnica

OFICINA DE REMENDAR E CONSERTAR REDE DE PESCA Objetivo: promover e preservar saberes tradicionais da pesca artesanal que passa de geração em geração, fortalecendo o senso de comunidade e identidade cultural entre os pescadores. A valorização dessas práticas tradicionais ajuda a promover a conscientização sobre a importância do uso sustentável dos recursos marinhos, incentivando uma pesca mais responsável e compatível com a preservação ambiental. Assim, a oficina de remender e consertar rede de pesca apresenta-se como uma oportundidade vital de troca de saberes, revivendo a cultura local e promovendo a autossuficiência dentro da comunidade pesqueira. Conteúdo: A oficina ensinarão a técnica de remendar e consertar rede de pesca. Duração: Serão realizadas uma unica oficina com 5 horas de duração cada. Ela terá carater volante, ou seja, ocorrerrá durente a manhã e a tarde e os interessados podem participar em qualquer tempo, desde que realizada a inscrição 15 minutos antes da participação. Vagas: até 50 pessoas concomitantemente. Público-alvo: todas as idades. Local: A oficina irão ocorrer no local e durante a realização da Festa e serão ofertados todos materiais necessários. Inscrição: os interessados em participar da oficina deverão fazer inscrição no local da realização até 15 minutos antes da participação. A Entrada está condicionada a existencia de vagas no momento. A inscrição será gratuita. OFICINA DE PREVISÃO DE TEMPO PARA PESCA Objetivo: A previsão do tempo é fundamental para a pesca artesanal, contribuindo para a segurança dos pescadores e para o planejamento eficiente das atividades. Além do conhecimento científico, os pescadores tradicionais também utilizam conhecimentos empíricos baseados na observação da natureza e de fenômenos climáticos, os quais desempenham um papel importante na previsão do tempo. Esse saber, transmitido e construído de geração a geração pela oralidade e experimentação, possibilita a identificação de cardumes e condições ideais para a pesca, constituindo um saber popular não codificado na ciência formal, mas valioso na prática cotidiana. A proposta desta oficina é promover e preservar esses saberes tradicionais, reconhecendo sua relevância e contribuindo para a valorização das experiências acumuladas ao longo do tempo. Ao estabelecer um diálogo entre conhecimentos tradicionais e científicos, busca-se evidenciar que é possível uma complementaridade entre ambos, fortalecendo uma visão integradora do saber no contexto da pesca artesanal no mundo moderno. Conteúdo: A oficina transmitirá conhecimentos empíricos baseados na observação da natureza e de fenômenos climáticos. Duração: Serão realizadas 1 oficina com 1 hora de duração cada. Vagas: até 50 pessoas. Público-alvo: todas as idades. Local: As oficinas irão ocorrer no local e durante a realização da Festa Inscrição: os interessados em participar das oficinas deverão fazer inscrição no local da realização até 15 minutos antes do início da atividade. A inscrição será gratuita. OFICINA DE PESCA COM TARRAFA E CANIÇO Objetivo: A oficina de pesca com tarrafa e caniço tem como objetivo principal estimular a valorização e a preservação de um saber popular que foi transmitido de geração em geração. Por meio dessa atividade, os participantes terão a oportunidade de resgatar técnicas tradicionais de pesca, compreendendo as práticas, os costumes que envolvem esse saber ancestral. Além de promover o contato direto com as ferramentas e métodos utilizados pelos pescadores tradicionais, a oficina busca reforçar a importância de manter viva essa memória cultural, que representa uma conexão profunda com a história e a identidade de comunidades litorâneas. Ao valorizar e disseminar esse conhecimento, a oficina pretende fortalecer a identidade cultural local, promovendo o reconhecimento da pesca artesanal como uma prática sustentável e de grande valor cultural. Incentivar a transmissão desse saber de forma oral e prática é fundamental para garantir que as futuras gerações possam aprender, respeitar e aplicar esses conhecimentos tradicionais. Assim, a oficina contribui para a preservação de uma herança cultural que vai além da técnica de pesca, simbolizando a relação de convivência, respeito e harmonia do povo com o seu ambiente natural. Conteúdo: A oficina ensinará técnica e saberes da pesca com tarrafa e caniço. Duração: Serão realizadas uma unica oficina com 5 horas de duração cada. Ela terá carater volante, ou seja, ocorrerrá durente a manhã e a tarde e os interessados podem participar em qualquer tempo, desde que realizada a inscrição 15 minutos antes da participação. Vagas: até 50 pessoas concomitantemente. Público-alvo: todas as idades. Local: A oficina irão ocorrer no local e durante a realização da Festa e serão ofertados todos materiais necessários. Inscrição: os interessados em participar da oficina deverão fazer inscrição no local da realização até 15 minutos antes da participação. A Entrada está condicionada a existencia de vagas no momento. A inscrição será gratuita. CONCURSO DA BALEEIRA MAIS BONITA E MAIS ANTIGA Objetivo: é promover o reconhecimento, valorização e preservação da cultura das baleeiras, embarcações simbólicas do litoral catarinense, por meio de um concurso que destaque a mais antiga e a mais bonita dessas embarcações. A iniciativa visa envolver a comunidade local, artesãos, pescadores e entusiastas, incentivando a preservação do conhecimento tradicional e a proteção do patrimônio cultural marítimo. Além disso, integrar este concurso à 2ª Festa da Baleeira potencializa a mobilização social, fortalecendo o resgate das técnicas de construção e os relatos históricos que sustentam a identidade cultural da região. O evento proporcionará uma plataforma de troca de experiências e valorização do saber artesanal, promovendo a valorização da memória coletiva e a conexão com as raízes culturais catarinenses. A realização do concurso se dá em um momento estratégico, pois associa o evento à 2ª Festa da Baleeira, reforçando o posicionamento de proteção e valorização deste símbolo regional. A competição será dividida em duas categorias: a mais antiga, reconhecendo a embarcação de maior valor histórico e simbólico, e a mais bonita, premiando a estética e o cuidado na conservação das baleeiras existentes. Este alinhamento reforça também a importância de resgatar o conhecimento tradicional, já em risco de extinção, e de valorizar o talento dos artesãos locais, cuja expertise é fundamental para manter vivo esse legado cultural. Assim, o projeto contribui para o fortalecimento da memória regional, promovendo a sensibilização pública e a conscientização sobre a necessidade de preservação do patrimônio marítimo e cultural de Florianópolis e do litoral catarinense. Conteúdo: os concursos irão premiar as baleeiras mais antiga e a mais bonita. Duração: Serão realizados 2 concursos com 3 e 4 horas de duração, respectivamente, cada. Vagas: 50 embarcações/pessoas. Público-alvo: todas as idades. Local: As oficinas irão ocorrer no local e durante a realização da Festa Inscrição: os interessados em participar do concurso deverão fazer inscrição no local da realização até 15 minutos antes do início do concurso. A inscrição será gratuita. CONCURSO DO ARREMESO DE TARRAFA COM MAIOR CIRCUNFERÊNCIA Objetivo: valorizar, preservar e difundir técnicas tradicionais que são patrimônio cultural de muitas comunidades que vivem no litoral brasileiro. Ao abrir espaço para a prática de um método ancestral de pesca, o evento reconhece o saber popular, incentiva a transmissão intergeracional de habilidades e fortalece a identidade local. Além disso, o formato competitivo pode mobilizar moradores, escolas e associações de pescadores, promovendo inclusão social, participação comunitária e oportunidades de renda associadas à atividade turística educativa, sem descaracterizar a essência artesanal do manejo da tarrafa. Um concurso bem estruturado pode também funcionar como dispositivo de educação ambiental e de manejo responsável dos recursos. A tarrafa, quando apresentada dentro de um contexto de conservação, pode incentivar a inovação responsável (por exemplo, ajustes no peso e malha) para reduzir impactos ao ecossistema. Assim, o concurso não apenas celebra uma técnica tradicional, mas também traduz tradição em conservação, resiliência econômica local e aprendizado coletivo. Conteúdo: os concursos irão premiar o arremesso de tarrafa que atingirem a maior circunferência Duração: Serão realizados 2 concursos com 2 horas de duração cada. Vagas: até 50 pessoas. Público-alvo: um concurso será destinado para o público adulto e outro para o infanto juvenil Local: Os concursos irão ocorrer no local e durante a realização da Festa Inscrição: os interessados em participar do concurso deverão fazer inscrição no local da realização até 15 minutos antes do início de cada sessão. A inscrição será gratuita. ATRAÇÕES MUSICAISATRAÇÕES REGIONAIS DAZARANHA Dazaranha é uma banda brasileira de reggae rock originária de Florianópolis (SC), nascida e criada no bairro João Paulo, com 33 anos de trajetória. Composta por cinco membros oficiais e dois colaboradores contratados, a banda é reconhecida por suas letras e arranjos que celebram a cultura popular de Florianópolis: as praias, as gírias, os personagens e os ritmos locais, incluindo influências açorianas e de capoeira, puxada de rede, lavadeiras e benzedeiras. Essas referências culturais permeiam suas canções, que consolidaram o Dazaranha como um dos maiores representantes da música de Santa Catarina. DAZARANHA + 143.000 seguidores no Facebook + 54.000 inscritos no Youtube + 160.000 seguidores no Instagram. O Show terá duração de 105 minutos e cachê de R$ 25.000,00. MANÉ DARCI Personagem criado pelo músico e compositor Moriel da Costa, vocalista e guitarrista da banda Dazaranha, ele vai além de uma figura cênica: é a personificação do jeito manezinho de ser. Com fala rápida, por vezes incompreensível, e uma forte conexão com a cultura açoriana, ele encanta ao contar causos, piadas e músicas que refletem o cotidiano da nossa cultura local. Seu jeito irreverente e autêntico é uma verdadeira homenagem ao espírito manezinho e a cultura açoriana, levando muita cultura, alegria e autenticidade a cada apresentação. MANE DARCI + 55.000 seguidores no Facebook + 1.800 inscritos no Youtube + 80.000 seguidores no Instagram. O show terá duração de 75 minutos e o cachê será de R$ 3.500,00 GAZU Gazu é um artista com mais de 30 anos de carreira, foi o vocalista da banda Dazaranha por 23 anos, deixando o grupo em 2016. Durante seu período na banda, contribuiu significativamente para seu sucesso, incluindo o álbum "Tribo da Lua" de 1998, que conquistou disco de ouro. A seguir, Gazu iniciou sua carreira solo muito bem sucedida, desenvolvendo projetos que exploram novos caminhos e sonoridades, sempre preservando seu sotaque e cantando as belezas da Ilha da Magia e do litoral catarinense. GAZU + 12.000 seguidores no Facebook + 2.400 inscritos no Youtube + 16.800 seguidores no Instagram. O show terá duração de 60 minutos e o cachê será de R$ 9.000,00 NÓS NALDEIA Grupo musical regional de Santa Catarina, nacionalmente conhecido pela popular música “Reggae na Casa Amarela”, que descreve as belezas das praias do litoral de Santa Catarina, encontra-se em atividade desde 2002, é conhecida também pelo trabalho social que realiza junto a aldeia Mbya/Guarani de Palhoça, onde grande parte da venda dos discos, camisetas. Bonés e outros são revestidos para aldeia mbya-guarani, que inclusive interpretam a última faixa do CD, “Yva’a Porã”. NÓS NALDEIA + 8.000 seguidores no Facebook + 476 inscritos no Youtube + 7.000 seguidores no Instagram. O show terá duração de 60 minutos e o cachê será de R$ 11.300,00. BOI DE MAMÃO ASSOCIAÇÂO FOLCLÓRICA BOI DE MAMÂO PETINHO (A.F.B.M.P) O Boi de Mamão Petinho foi criado como uma resposta às reivindicações da comunidade do João Paulo, que desejava valorizar e promover sua cultura local. O nome do grupo é uma homenagem ao Sr. Acelino Pedro de Souza, conhecido como Petinho (in memoriam), um morador do bairro defensor da tradição da cultura do Boi de Mamão. Desde sua fundação no ano de 2004, o grupo tem desempenhado um papel fundamental na preservação e difusão dessa manifestação cultural tão rica e genuína. Por meio de oficinas de música, artes cênicas, artesanato, além da confecção de bonecos, fantasias e vestimentas tradicionais, o grupo trabalha para manter viva a essência do Boi de Mamão. Sua atuação abrange eventos em Congressos, Festas, Feiras e intercâmbios em diversos estados do Brasil, contribuindo de forma decisiva para a preservação e fortalecimento dessa importante tradição cultural. A importância do Boi de Mamão vai além das suas características festivas; ele representa uma expressão cultural que reforça a identidade, a história e as raízes do povo do litoral de Santa Catarina. Difundir e preservar essa cultura é fundamental para assegurar que as futuras gerações continuem a se conectar com suas raízes, valorizando sua história e fortalecendo sua identidade local. Assim, o grupo Petinho desempenha um papel vital no fortalecimento dessa tradição, garantindo que ela continue a encantar e a inspirar, preservando a essência cultural do Boi de Mamão como um símbolo de resistência, criatividade e patrimônio cultural brasileiro. A apresentação musical terá 45 minutos de duração e o cachê será de R$ 2.000,00. GRUPO HERANÇA CAPOEIRA O grupo Herança Capoeira está em atividade há mais de duas décadas, dedicando-se à arte, à cultura e à transformação social por meio da Capoeira. Fundado em 2001, inicialmente no Colégio Municipal Osmar Cunha, o grupo expandiu suas ações para diversas escolas em diferentes bairros da capital, incluindo o bairro João Paulo, onde acontecerá a próxima festa. Além de promover a arte da capoeira, o grupo também valoriza e difunde o Maculelê, fortalecendo a diversidade das expressões culturais afro-brasileiras. Este trabalho social de grande relevância não apenas enriquece a cultura e a tradição, mas também fortalece os laços com as comunidades onde está inserido. Atualmente, o projeto atende mais de 400 alunos, compreendendo crianças, jovens e adultos, todos unidos pelo ritmo, pela filosofia e pelos valores que a capoeira transmite. A equipe conta com dois mestres renomados e altamente experientes: Mestre Máskara, Mestre Sapo e o mestrando Bola. Além deles, há três professores comprometidos, bem como instrutores e graduados que colaboram ativamente para o desenvolvimento e crescimento dos alunos. No grupo Herança Capoeira, a tradição encontra o futuro, e a energia da capoeira se transforma em uma poderosa ferramenta de inclusão, empoderamento e fortalecimento comunitário. Mais do que uma prática corporal, a capoeira torna-se um caminho de transformação social, demonstrando que a cultura negra e suas manifestações podem ser essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e diversificada. A apresentação musical terá 45 minutos de duração e o cachê será de R$ 3.500,00 BOM BROTHER A banda Bom Brother é uma das expressões mais autênticas da cena musical de Florianópolis. Originada no bairro do João Paulo é composta por jovens que representavam a nova geração de músicos locais, impregnados de um forte sotaque manezinho e uma paixão genuína por preservar as raízes culturais da ilha. Suas canções retratam personagens, lugares e paisagens que fazem parte da cultura açoriana, criando uma ponte entre tradição e modernidade ao mesclar ritmos contemporâneos com elementos regionais. Essa fusão valoriza a história, as raízes e o olhar inovador para o futuro da música local. A Banda Bom Brother participou de importantes eventos culturais, incluindo duas edições da Festa do Pescador e uma edição da Festa da Baleira. Além disso, foi escolhida como a banda de abertura da Primeira Festa Cultural da Tainha, justamente por incorporar e celebrar a temática cultural de Florianópolis, destacando a riqueza do universo açoriano. O show terá duração de 60 minutos e o cachê será de R$ 4.000,00 GATOS DE RUA A banda Gatos de Rua foi fundada em 2013, no bairro histórico de Santo Antônio de Lisboa, em Florianópolis. Suas composições carregam a essência da energia e do charme das ruas desse bairro, marcado pela arquitetura e influência açoriana. As músicas ressaltam a leveza da vida na ilha, bem como a força poética das experiências e tradições locais. A discografia autoral do grupo reflete essa forte conexão com o cotidiano e a cultura da região, explorando temas que revelam a alma de Florianópolis. Entre seus assuntos estão a pesca artesanal, o mar, os costumes tradicionais e as emoções humanas que permeiam a vida na ilha. Grande parte das composições é obra de Bárbara Vasques, com parcerias de André Vasques e de outros artistas ativos na cena cultural da região. A autenticidade e a sensibilidade das músicas do Gatos de Rua contribuem para fortalecer a identidade cultural de Florianópolis, celebrando suas raízes enquanto dialogam com o presente. Sua trajetória representa um importante movimento de valorização e difusão da cultura local através da música autoral e de forte conexão com o ambiente e as histórias da ilha. O show terá duração de 60 minutos e o cachê será de R$ 4.000,00 OS LEGALZINHOS Os Legalzinhos é uma banda autoral fundada por um grupo de amigos em 2001. Sua trajetória musical é uma celebração da cultura, do vocabulário e do modo de vida do manezinho de Florianópolis. Essa essência tem raízes profundas na história dos descendentes dos imigrantes açorianos que chegaram ao litoral de Santa Catarina no século XVIII, estabelecendo-se nas primeiras vilas e freguesias daquela época, como Nossa Senhora do Desterro, na Ilha de Santa Catarina; Santo Antônio dos Anjos da Laguna, no litoral sul catarinense; e Nossa Senhora da Graça, no Rio de São Francisco do Sul, litoral norte do estado. Muitas das letras da banda emergem do folclore da ilha de Santa Catarina, refletindo sua rica tradição cultural. Os Legalzinhos também se destacam pelo seu lado mais irreverente, cantando em uma língua própria: o dialecto mané. O primeiro álbum, intitulado “Sê maluco é coisa de doido”, foi lançado em 2003, marcando o início de uma trajetória musical que busca fortalecer a identidade cultural local. Através de sua música, a banda promove o orgulho de ser descendente de açorianos, incentivando a comunidade a se reconhecer e valorizar suas raízes. Assim, os Legalzinhos contribuem para que essa cultura seja transmitida de geração em geração, tornando-se uma parte viva e vibrante do cotidiano local. O show terá duração de 60 minutos e o cachê será de R$ 5.000,00 NILÊRA Nilo Sérgio Conceição, além de pescador e construtor naval de baleeiras, é músico e criador de belíssimos poemas musicados feitos à beira do mar, é o artista que mais representa e expressa através das músicas a alma e o viver do homem do litoral, refletindo sua conexão com a natureza e a vida simples. Nos anos 80, fundou o Grupo Gente da Terra, que lhe permitiu apresentar suas canções em várias regiões de Santa Catarina, outros estados e na Ilha Terceira dos Açores em Portugal. Sua trajetória inclui gravações em vinil, seis álbuns em CD e um livro áudio com QRCode. NILÊRA + 758 seguidores no Facebook + 30 inscritos no Youtube + 1.400 seguidores no Instagram. O show terá duração de 60 minutos e o cachê será de R$ 7.000,00 CATARINA CANTAApresenta a história da música popular catarinense com a participação de convidados especiais. O show faz um resgate da música catarinense, contando sua história através de diferentes épocas e intérpretes significativos. O projeto é uma iniciativa cultural importante, promovida pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), que visa valorizar e preservar a música catarinense. Além do show, o projeto também incluiu encontros em palcos de praças, escolas, teatros e praias, permitindo cruzar carreiras e contar a história da música catarinense por meio de show musical. No repertório, canções que definem a música popular catarinense, compostas por artistas como Luiz Henrique Rosa, Daniel Lucena, Moriel da Costa, Zininho, além de cantos populares. Entre elas, canções como Nas Manhãs do Sul do Mundo (Expresso Rural), Reggae na Casa Amarela (NósNaldeia), Ei Moleque (John Bala Jones), Se o Amor é Isso (Zininho), Capitão do Barco (Primavera nos Dentes), Rancho de Amor à Ilha (Zininho), Jandira (Luiz Henrique Rosa), um medley de sucessos da banda Dazaranha, entre outras músicas que marcaram época. O show terá duração de 60 minutos e cachê de R$ 5.000,00 TIJUQUERA Banda que surgiu no bairro do João Paulo em 1999, tem sete álbuns gravados, já apresentou shows no sul do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo, além de participar de festivais como Planeta Atlântida, Maratona Cultural, Eco Festival, entre outros. Internacionalmente, o grupo fez apresentações em Paris (Fête de La Musique), Milão (Fiera Milano SpA), Lisboa (Onda Jazz), Porto (Casa da Música) e Berlim (Popkomm), suas letras e canções retratam o cotidiano e personagens da ilha da magia, e na bateria e percussão muita levada de ritmos brasileiros. TIJUQUERA + 13.000 seguidores no instagram + 810 ouvintes mensais no spotify O show terá duração de 60 minutos e cachê de R$ 6.000,00 MELIZZA Cantora e compositora moradora do bairro João Paulo é uma das mais expoentes artistas catarinenses na música sertaneja, já trabalhou com grandes nomes do sertanejo nacional, assinou duas das quatro músicas do seu álbum de estréia “Perfeição tem nome”, e gravou “Pegando gente”, de Lauana Prado, uma das suas referências no feminejo. O vídeo da canção já passou das 400 mil visualizações no Youtube. Sua inclusão no repertório da festa foi oriunda da participação ativa da artista no bairro, local de onde é moradora. MELIZZA + 4000 seguidores no Facebook + 1200 inscritos no Youtube + 20.400 seguidores no Instagram. O show terá duração de 60 minutos e o cachê será de R$ 6.000,00 DEH LEMOS E KALANGO Kalango é um rapper brasileiro que surgiu na cena do rap em 2011, conhecido por sua participação na 1Kilo e pelo trabalho com o grupo Fonte Natural. Em carreira solo, lançou clipes e músicas com artistas de destaque nacional, como Rappin' Hood e Cert (Cone Crew Diretoria). Já se apresentou em diversos estados do Brasil e alcançou recentemente a impressionante marca de 20 milhões de streamings nas plataformas digitais. Deh Lemos participa ativamente da organização e realização da festa do pescador em todas as suas edições, além de ser nascido no bairro.KALANGO + 1600 seguidores no Facebook + 2000 inscritos no Youtube + 43.100 seguidores no Instagram. Deh Lemos ver Ficha Técnica DEH LEMOS + 3700 seguidores no Facebook + 240 inscritos no Youtube + 6192 seguidores no Instagram. O show terá duração de 60 minutos e o cachê do show de Deh Lemos e Kalango será de R$ 6.000,00 ATRAÇÃO DE CULTURA URBANA HIP HOP (INSTRUMENTAL) DJ GOI Músico instrumentista desde 1990, DJ GOI possui amplo conhecimento e percepção musical, proporcionando em seus sets, mixagens longas, precisas e envolventes. Seguidor das vertentes da cultura urbana, ele mantém um vasto acervo de discos de vinil, que acompanha suas apresentações, conferindo autenticidade e originalidade ao seu repertório. Com experiência em importantes palcos da região de Florianópolis, DJ GOI é uma presença cativante, tendo participado de todas as edições da Festa do Pescador Artesanal do João Paulo.As apresentações irão ocorrer nos dois dias da Festa sendo intercaladas entre as apresentações musicais o cachê pela participação no evento será de R$ 1.000,00.GRUPO APG – APOGEU O Grupo Apogeu é um grupo de Florianópolis, Santa Catarina, FORMADO EM 2007, conhecido por suas apresentações em bares e eventos na região da Grande Florianópolis. Eles têm um estilo próprio e se destacam no cenário do samba catarinense. Uma de suas músicas de sucesso é "Para que você não ta". Apogeu + 2.700 seguidores no Facebook + 1700 inscritos no Youtube + 11.700 seguidores no Instagram. O show terá duração de 60 minutos e o cachê será de R$ 4.000,00 MÚSICA CANTADA ATRAÇÃO DE CULTURA AFRO BRASILEIRA (SAMBA) JAH ÉH Formada em 2021, Jah Eh, é uma banda de influência pop, rock, reggae, ska inspirada no anos 90 e 2000, seu repertório mescla entre músicas autorais e tributos a grandes nome de artistas catarinenses. Jah Eh + 200 inscritos no Youtube + 8.200 seguidores no Instagram. O show terá duração de 60 minutos e o cachê será de R$ 6.000,00

Acessibilidade

Em conformidade com o art. 42 da Lei n.° 13.146/2015, norma NBR 950 e art. 42 e seguintes da Instrução Normativa Minc n.° 23/2025 Por se tratar de produto cultural físico serão adotadas medidas que garantam a inclusão de pessoas com deficiência física, visual, auditiva e cognitivas. APRESENTAÇÕES MUSICAIS - Banheiros químicos acessíveis para PcD. - Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida na área de apresentações musicais. - Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual. Será feito um Stand de Acessibilidade, servindo como local de apoio para pessoas com tais necessidades com atendimento de profissionais especializados da equipe de organização para auxiliá-las. Intérprete de Libras presente em todas os shows musicais. OFICINAS - Banheiros químicos acessíveis para PcD. - Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida. - Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual. Será feito um Stand de Acessibilidade, servindo como local de apoio para pessoas com tais necessidades com atendimento de profissionais especializados da equipe de organização para auxiliá-las. EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA - Banheiros químicos acessíveis para PcD. - Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida. - Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual. Será feito um Stand de Acessibilidade, servindo como local de apoio para pessoas com tais necessidades com atendimento de profissionais especializados da equipe de organização para auxiliá-las. Audiodescrição: Transformar as imagens em palavras, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão compreendam o conteúdo visual. (se necessário) CONCURSO BALEEIRA MAIS ANTIGA E MAIS BONITA - Banheiros químicos acessíveis para PcD. - Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida. - Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual. Será feito um Stand de Acessibilidade, servindo como local de apoio para pessoas com tais necessidades com atendimento de profissionais especializados da equipe de organização para auxiliá-las. CONCURSO ARREMESSO DE TARRAFA COM MAIOR CIRCUNFERÊNCIA - Banheiros químicos acessíveis para PcD. - Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida. - Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual. Será feito um Stand de Acessibilidade, servindo como local de apoio para pessoas com tais necessidades com atendimento de profissionais especializados da equipe de organização para auxiliá-las. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: Vídeo com imagens e momentos da Festa com tradução em libras para que seja compartilhado nas comunidades PCDs. Todos os posts serão veiculados nas redes sociais terão descrição da imagem com a #Pratodosverem e #Pratodoscompreenderem para que dessa forma alcance as comunidades de pessoas com deficiência.

Democratização do acesso

No âmbito deste projeto, todos os produtos culturais serão distribuídos gratuitamente. As músicas, oficinas, vídeos do evento e demais atividades socioculturais serão oferecidas gratuitamente ao público. O vídeo será disponibilizado sem custo em redes sociais e plataformas de streaming. Em relação à ampliação dos bens culturais do projeto, em conformidade com os incisos IV e V do art. 47 da Instrução Normativa MinC nº 23, de 5 de fevereiro de 2025, assegurar-se-á a captação e veiculação de imagens das atividades por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. Além disso, serão realizadas exposição fotográficas e oficinas. Art. 47 (...) IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;

Ficha técnica

Associação dos Pescadores Artesanais da Praia do João Paulo e Saco Grande será a proponente da proposta MARINA RIBEIRO LENZI – COORDENAÇÃO DO PROJETO Organizadora de todas as edições da Festa do Pescador Artesanal do JP, jan/2022, jun/2023 e jun/ 2024 e já nos preparativos para a 4ª Edição 2025. Organizadora da 1ªFesta Junina do Pescador Artesanal do JP jun/ 2022. Parte da equipe organizadora de eventos técnicos-científicos de grande importância como o Encontro da Fundação CERTI com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts – MIT. Na área esportiva foi organizadora do stand da Cerveja Budweiser na Copa do Mundo/2014, na cidade de Curitiba, cumprindo a principal missão de guardiã e fazer o deslocamento do troféu para o responsável pela entrega final do Troféu Man of the Match. Atuação a organização e produção da 2ª Edição: Prêmio Amigo do Leão, que aconteceu em out/ 2024 na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Experiência internacional nas cidades de Paris e Londres, atuando na hotelaria, agência de viagens – eventos corporativos e também atuou na área do varejo de luxo. Proprietária da empresa Mais Elegância, por onde organiza seus eventos, ministra treinamento na área de atendimento ao cliente e experiências enogastronômica na Serra Catarinense. Informações adicionais: Formação: Turismo e Hotelaria/ UNIVALI – nível superior, formação em Ciências Contábeis – Estácio de Sá (incompleta), MBA Gestão Empresarial/ 2012 – UNIVALI, MBA Neurociência aplicada para Gestão de Pessoas/ 2022 – IPOG Será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto e receberá pela rubrica de Coordenação de Projeto. FABIANA ELIZA ROSA – ASSISTENTE DE PRODUÇÃO A formação técnica em Nutrição Dietética adquirida por Fabiana tem sido fundamental para a valorização e fortalecimento da Festa do Pescador Artesanal em sua região. Seu conhecimento especializado tem contribuído de maneira significativa na organização e na qualidade da parte gastronômica do evento, que é uma das suas principais atrações. A expertise de Fabiana garante que os pratos tradicionais sejam preparados com critérios de higiene e nutrição, promovendo uma alimentação saudável e saborosa, além de preservar a cultura local. Sua atuação demonstra a importância de profissionais qualificados na valorização da gastronomia típica, reforçando o papel da formação técnica na promoção de eventos culturais e na saúde da comunidade. Assim, a presença de Fabiana na festa evidencia como a formação em Nutrição Dietética vai além do âmbito clínico, podendo transformar e enriquecer práticas tradicionais, fortalecendo a identidade cultural e promovendo o bem-estar de todos os participantes. A sua expertise e conhecimento adquirido atuando como Assistente de Produção nas edições anteriores do evento capacitaram-na também para atuar no suporte de todas as atrações da festa. SILVIO CESAR NAZÁRIO - COORDENAÇÃO ARTÍSTICA Tecnólogo em gastronomia, tem atuado profissionalmente na produção eventos gastronômicos, musicais, teatrais e cinematográficos em toda a sua carreira, há mais de três décadas. Idealizador da Festa do Pescador Artesanal, atuou como técnico de palco da banda Dazaranha em 1993 a 2003. Iniciou trabalho com cinema e teatro em várias áreas: produção, locação, logística, alimentação, platô, produção de trilhas musicais, cenotécnico, produtor na Mostra de Cinema infantil e ator. Iniciou carreira de músico em 1981 na fanfarra do IEE. Baterista a partir de 1987 participou de grupos como Stonkas & Congas, Blues Therapy, Nós Naldeia. Acompanhou artistas como Ricardo Graçamello, Gazu, Gustavo Barreto, Valdir Agostinho, Cassia Eller, participando de festivais na Espanha. Idealizador do projeto Catarina Canta, conta a história da música catarinense através de shows com convidados locais incentivando e valorizando a cultura regional, formação de público e artistas. Integra o grupo gestor da Orquestra Sinfônica de Santa Catarina - OSSCA, desde de 2015, atuando no apoio a formação de músicos e produção de projetos artísticos para desenvolvimento da cultura nos setores sociais do Estado. SILVANÍ FERREIRA - CURADOR Silvaní Ferreira possui uma vasta experiência e profundo conhecimento sobre a organização da Festa do Pescador Artesanal, da qual participou desde a primeira edição. Como pescador artesanal Silvaní compreende de perto as nuances e desafios da atividade, o que lhe confere uma visão única na valorização da cultura pesqueira local. Sua trajetória no setor é marcada por um compromisso genuíno com a preservação das tradições e pelo esforço em promover a importância da pesca artesanal para a comunidade, garantindo que suas raízes culturais sejam transmitidas a futuras gerações. Além de sua experiência no setor pesqueiro, Silvaní também atuou como presidente da Associação de Moradores do bairro João Paulo, por duas vezes, no período entre 2014 e 2022, o que lhe proporcionou habilidades de liderança e organização em relação aos eventos comunitários. Atualmente ocupa o cargo de Presidente do Conselho Fiscal da referida Associação. Desde a primeira edição, ele tem sido uma peça fundamental na organização da Festa do Pescador Artesanal, contribuindo com sua expertise para o sucesso e fortalecimento deste evento que celebra a cultura local. Sua dedicação e engajamento refletem o seu amor por sua comunidade e pela tradição que representa e defende, fazendo dele uma figura central na preservação dessas raízes culturais. Por ser morador e profundo conhecedor da cultura da pesca artesanal, pescadores, embarcações náuticas, moradores apresenta-se como a pessoa ideal para escolher, na figura de curador, os oficineiros e dar suporte nos concursos de baleeira mais antiga e a mais bonita e arremeço de tarrafa. SIRLENE FERREIRA – MÍDIA SOCIAL Sirlene nasceu no bairro João Paulo, uma comunidade marcada pela forte tradição da pesca artesanal e pela cultura açoriana. Filha de pescador artesanal e irmã de Silvaní, ela desde cedo foi profundamente conectada às raízes culturais do bairro. Sua trajetória inclui uma forte atuação na defesa de causas comunitárias. Atualmente está Presidenta do Conselho Comunitário do Bairro João Paulo.Além do trabalho comunitário, Sirlene destacou-se na divulgação das atividades relacionadas à cultura da pesca artesanal e às festividades locais, especialmente nas mídias sociais. Sua experiência na criação de conteúdo e na gestão de comunicação digital potencializou a visibilidade da Festa do Pescador e das ações da Associação, ampliando o alcance e o engajamento do público. Sua dedicação reflete um compromisso com a valorização da cultura local e o fortalecimento do bairro João Paulo, sempre promovendo as tradições e reivindicações que lhe são tão caras, o que a qualifica para atuar como social midia no projeto. DÉBONY ADIR LEMOS – COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO Déh Lemos, natural de Florianópolis, cresceu no bairro João Paulo, vizinho das renomadas bandas catarinenses Dazaranha e Tijuquera. Desde a infância, esteve imerso na rica música e cultura da Ilha da Magia, o que selou seu destino e entusiasmo pela arte. Ao longo de sua trajetória, desempenhou diversas funções na cadeia produtiva da música, atuando na equipe técnica de bandas como Nós Naldeia, Dazaranha, Camerata Florianópolis, Iriê, Immigrat, Ras Bernardo e Gazu. Sua experiência se estende a diversas funções, como roadie, operador de áudio e luz, e divulgador musical. Como músico, se envolveu em todas as etapas da produção, desde o lançamento de novas músicas até a criação e lançamento de videoclipes, demonstrando sua versatilidade e comprometimento com a música. Criador do estudo de caso para compositores "Composição na Prática" tem trabalhado na produção de shows e lançamento musical de seus alunos. Como produtor musical, sua expertise o levou a se apresentar e produzir eventos em consagradas casas de show em Florianópolis, como John Bull Pub, Hard Rock, Célula Cultural e Haôma. Essas experiências não só reforçaram suas habilidades em organizar e promover eventos, mas também o consolidaram como uma referência na cena musical local. Com um olhar atento às tendências e um profundo respeito pela música, Déh Lemos continua a enriquecer o panorama cultural catarinense, transformando cada evento em uma celebração única de arte e criatividade. Sua paixão e dedicação são palpáveis, tornando-o uma figura essencial para o desenvolvimento e a promoção da cultura musical na região.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-01
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina