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PRONAC 2514697Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Laço Vermelho - circulação

32.978.300 JONATAN WILLIANS DIEGUES CANCIO DOS SANTOS
Solicitado
R$ 1,20 mi
Aprovado
R$ 1,20 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (6)
Salvador BahiaBrasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Ação de formação cidadã. e Espetáculo de dança-teatro que narra histórias reais de pessoas vivendo com HIV/AIDS, a partir de poesias autorais criadas de entrevistas com indivíduos de diferentes trajetórias. Combinando dança, música e teatro, a montagem sensibiliza o público sobre vida, preconceito, prevenção e libertação, transformando bailarinos em agentes de diálogo. Com duração de 12 meses, o projeto realizará 18 apresentações, 6 ensaios abertos e 12 oficinas. Sendo estas divididas em cada uma das seis cidades brasileiras listadas: RJ, SP, Curitiba, BH, Brasília e Salvador. Com elenco bilíngue em Libras, garantindo acessibilidade plena. Além da circulação, prevê ações formativas em São Paulo com aulas de dança e a produção de um minidocumentário sobre a trajetória do espetáculo, ampliando seu impacto e permanência.

Sinopse

 Espetáculo de dança-teatro (18 apresentações em 6 cidades – RJ, SP, Curitiba, BH, Brasília e Salvador): apresenta as histórias “Menino Positivo”, “Montanha Vertical”, “Jovem Vivo Positivo”, “Positivo Librado”, “A Mãe e Sida” e “Transversal”, com tradução em Libras, legendas descritivas e audiodescrição, garantindo acessibilidade plena. Oficinas de dança (6 oficinas): atividades formativas abertas à comunidade, com duração de 2 dias cada, uma por localidade visitada, com objetivo de estimular o aprendizado da dança, integração social e reflexão sobre prevenção e saúde. Ensaios abertos: em cada uma das cidades visitadas o grupo abrirá o ensaio na véspera das apresentações como uma proposta de descentralização e disseminação da cultura para todos os públicos.  Minidocumentário: registro audiovisual da trajetória do projeto, das apresentações e das oficinas, incluindo depoimentos dos participantes, com conteúdo educativo e acessível em Libras, legendas e audiodescrição, consolidando a dimensão pedagógica e social da obra. Serão no total 6 vídeos curtos com no mínimo 5 minutos de duração. Materiais educativos: flyer da peça com conteúdo que aborda prevenção, vivência com HIV/AIDS e inclusão social, além de testes rápidos para o vírus HIV, serão distribuídos de forma gratuita.

Objetivos

Promover, por meio da linguagem da literatura, da poesia e de dança-teatro, a reflexão crítica e a sensibilização social sobre as realidades de pessoas vivendo com HIV/AIDS, valorizando suas histórias de vida e contribuindo para o combate ao preconceito, para a prevenção e para a construção de uma cultura de respeito, inclusão e saúde pública através da arte. E tem como objetivos específicos: Realizar 18 apresentações do espetáculo em 6 capitais brasileiras (RJ, SP, Curitiba, BH, Brasília e Salvador), sendo três apresentações por cidade garantindo ampla circulação do projeto; Assegurar acessibilidade plena, com elenco bilíngue em Libras e recursos de inclusão para pessoas com deficiência; Desenvolver 2 oficinas por cidade visitada, com duração de dois dias cada, circulando pelas diferentes cidades, todas abertas à comunidade e voltadas à formação cultural; Produzir um minidocumentário registrando o processo criativo e a trajetória do espetáculo, ampliando seu alcance e permanência como ferramenta de conscientização; Valorizar e difundir poesias autorais criadas a partir de entrevistas com pessoas vivendo com HIV/AIDS, transformando experiências reais em material artístico; Alcançar um público estimado de 3600 pessoas ao longo das apresentações, oficinas e produtos digitais, ampliando o impacto do projeto.

Justificativa

No Brasil, mais de um milhão de pessoas vivem com HIV/AIDS, segundo dados do Ministério da Saúde. Apesar dos avanços científicos no tratamento e na prevenção, a ainda persiste a dor do estigma: o preconceito, a exclusão e a invisibilidade continuam a marcar a vida de milhares de brasileiros e brasileiras. Pior ainda, estima-se que milhares seguem vivendo sem sequer saber que são pessoas que vivem com o vírus, e ao descobrirem tarde demais a infecção, muitas vezes vem a óbito por falta de informação, de diagnóstico precoce e de políticas culturais e sociais que enfrentem e disseminem o tema com a seriedade e a sensibilidade necessárias.Jovens, mulheres, pessoas LGBTQIAPN+, mães, crianças nascidas com HIV, PCDs enfrentam, diariamente, não apenas os desafios da saúde, mas também o peso de narrativas sociais que os silenciam ou marginalizam. As histórias de uma mãe que recebeu o diagnóstico no parto, de um jovem que se infectou ainda na adolescência, de uma travesti que luta por respeito, de um menino idealista que escolheu transformar sua dor em poesia — todas essas vozes raramente encontram espaço para serem ouvidas.A ausência de espaços de diálogo sensível, criativo e inclusivo contribui para a manutenção da desinformação e da discriminação.É nesse ponto que a arte se revela uma ferramenta essencial: dança, música e teatro podem traduzir dores em movimento, transformar histórias em poesia e abrir caminhos de empatia onde o preconceito ergue muros. O espetáculo "Laço Vermelho" propõe exatamente esse lugar de acolhimento à urgência: dar corpo, voz e visibilidade às histórias reais de pessoas vivendo com HIV/AIDS, promovendo a reflexão crítica sobre a vida, a prevenção e a libertação desse estigma.O projeto realizará 18 apresentações em seis capitais brasileiras, acompanhadas de 12 oficinas mensais de dança em São Paulo, acessibilidade plena com elenco bilíngue em Libras e a produção de um minidocumentário que prolonga seu impacto. Trata-se de uma ação cultural que une saúde pública, direitos humanos e diversidade, transformando bailarinos em agentes de diálogo capazes de sensibilizar públicos diversos.A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991) se justifica pela amplitude e relevância social da proposta, que exige recursos para sua execução profissional e acessível em várias regiões do país. O projeto se enquadra no Art. 1º, incisos II e III da Lei, por:II _ contribuir para promover e estimular a produção cultural e artística em todas as suas modalidades;III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.Além disso, alcança diretamente os objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/1991, entre eles:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV _ apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais;V _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;IX _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;XI _ propiciar aos diferentes estratos sociais acesso às condições necessárias para a criação cultural;XIII _ apoiar prioritariamente projetos que visem a difusão de bens e serviços culturais com finalidade educativa, social e de saúde.Assim, a Lei de Incentivo à Cultura é o caminho indispensável para que o projeto se realize em sua plenitude: garantindo a circulação nacional, a acessibilidade plena, a realização de oficinas mensais e a produção de um minidocumentário.Sem esse mecanismo, ações culturais que unem arte, saúde e inclusão dificilmente encontrariam meios de financiamento, pois envolvem custos elevados de produção e deslocamento, ao mesmo tempo em que priorizam o acesso gratuito e democrático da população.Este projeto responde à dor social da exclusão, do silêncio e do preconceito com a beleza transformadora da arte. Ele mostra que a vida com HIV não é sentença de morte, mas sim de luta, poesia e reinvenção. Propõe uma nova narrativa: não a do medo ou da invisibilidade, mas a da coragem, da voz, do corpo em movimento e da palavra compartilhada. Uma narrativa que pode salvar vidas, ao informar, emocionar e abrir caminhos de empatia.

Estratégia de execução

O LAÇO VERMELHO é um projeto de caráter educativo, social e artístico, que integra dança, teatro, música, poesia e audiovisual, propondo uma abordagem inovadora sobre vida, prevenção e inclusão de pessoas vivendo com HIV/AIDS.Alguns pontos complementares importantes para avaliação da proposta:Acesso gratuito e democrático: todas as apresentações, oficinas, ensaios abertos e materiais educativos são distribuídos gratuitamente, garantindo a participação de diferentes públicos, incluindo comunidades periféricas e escolares.Formação de público e multiplicação de conhecimento: as oficinas de dança e ensaios abertos estimulam o público a vivenciar a criação artística, compreender processos criativos e difundir conhecimentos sobre saúde pública e prevenção do HIV/AIDS.Inclusão e acessibilidade: o projeto prevê interpretação em Libras, audiodescrição, legendas descritivas e materiais digitais acessíveis, garantindo participação plena de pessoas surdas, cegas ou com deficiência visual e auditiva.Produção audiovisual complementar: o minidocumentário registra a trajetória do projeto, permitindo perpetuar o aprendizado e o impacto social, podendo ser utilizado em escolas, universidades e instituições culturais em todo o país.Integração com políticas públicas de saúde: o projeto atua como agente multiplicador de informações sobre HIV/AIDS, contribuindo para campanhas de prevenção, redução do estigma e valorização da vida.Sustentabilidade e continuidade: o projeto está planejado para um ciclo de 12 meses, permitindo consolidação do impacto social, artístico e pedagógico, com possibilidade de extensão e replicação em outras cidades ou regiões.Equipe experiente e comprometida: todos os participantes possuem currículo artístico e social relevante, garantindo a execução de um projeto com qualidade técnica, acessibilidade, engajamento comunitário e relevância social.

Especificação técnica

1. Espetáculo poético de dança-teatro seguidos de roda de conversaDuração: 75 minutos de apresentação e 45 minutos de conversa;Apresentações: 18 apresentações em 6 cidades (RJ, SP, Curitiba, BH, Brasília e Salvador), 3 apresentações por cidade;Material: figurinos, cenários móveis, equipamentos de som e luz, partituras musicais, textos poéticos;Projeto pedagógico: cada apresentação é acompanhada de interpretação em Libras, legendas descritivas e audiodescrição, permitindo que o público compreenda o conteúdo e interaja com a narrativa. O espetáculo promove reflexão sobre vida, HIV/AIDS, prevenção e inclusão social, estimulando o diálogo entre público e artistas. Será distribuído flyer com conteúdo educativo e testes de HIV de forma gratuita.2. Oficinas de dançaDuração: dois dias de encontro cada um com 3 horas de duração por oficina; ao total serão realizadas 12 oficinas itinerantes sendo duas em cada uma das diferentes cidades visitadas;Material: tapetes de dança, acessórios de expressão corporal, textos poéticos e partituras musicais;Projeto pedagógico: cada oficina combina exercícios de expressão corporal, improviso e coreografia, estimulando aprendizado artístico, integração social e discussão sobre prevenção e direitos das pessoas vivendo com HIV/AIDS.3. MinidocumentárioDuração: junção de 6 vídeos curtos com no mínimo 5 minutos de duração totalizando ao final um único vídeo maior com pelo menos 30 minutos;Material: gravação de apresentações e oficinas, depoimentos, edição de vídeo, legendas, audiodescrição, tradução em Libras;Projeto pedagógico: documenta a trajetória do projeto e das pessoas envolvidas, permitindo aprendizado sobre arte, saúde pública, prevenção de HIV/AIDS e acessibilidade, podendo ser utilizado como recurso educativo em escolas e instituições culturais.4. Materiais educativosFormato: Flyer educativo de prevenção;Material: PDF interativo, conteúdos digitais acessíveis (Libras, audiodescrição, legendas);Projeto pedagógico: disseminação de conhecimento sobre HIV/AIDS, prevenção, inclusão e direitos humanos. Permite que o público reflita, aprenda e reproduza as experiências artísticas de forma autônoma e inclusiva.

Acessibilidade

O projeto garante acessibilidade plena, contemplando tanto a acessibilidade física quanto a acessibilidade de conteúdo, garantindo que pessoas com diferentes necessidades possam participar de todas as ações culturais propostas.Acessibilidade Física:Todos os espaços das apresentações e oficinas serão adaptados para facilitar a locomoção e o acesso de pessoas com deficiência física. As medidas incluem: rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil e piso guia, garantindo que o público possa circular com segurança e autonomia durante os eventos.Acessibilidade de Conteúdo:O projeto contará com interpretação em Libras conduzida por Efraim, multiartista e tradutor com experiência em festivais nacionais, tradução musical e criação do método RITLIBRAS. Todas as apresentações do espetáculo serão acompanhadas por tradução em Libras, garantindo compreensão plena do conteúdo.Além disso, haverá:Legendas descritivas em vídeos e materiais digitais;Audiodescrição em pontos estratégicos do espetáculo;Materiais impressos em Braille quando necessário;Visitas sensoriais e atividades formativas adaptadas para públicos com diferentes necessidades.O trabalho de Efraim assegura que a tradução artística e poética vá além da técnica, permitindo que a experiência do espetáculo seja rica, sensível e acessível para todos. A poética da dança e da música se alia à inclusão, promovendo o acesso democrático à arte, à cultura e à informação sobre saúde pública.Com essas medidas, o projeto transforma a acessibilidade em mecanismo criativo, garantindo participação plena do público e consolidando a função social da arte como ferramenta de educação, sensibilização e inclusão.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto serão totalmente gratuitas, garantindo que o espetáculo, as oficinas e os produtos culturais sejam acessíveis ao maior número de pessoas possível, independentemente de condição social, idade ou localização geográfica.O projeto prevê 18 apresentações em seis capitais brasileiras (RJ, SP, Curitiba, BH, Brasília e Salvador), com ampla divulgação comunitária para assegurar que os diferentes públicos tenham oportunidade de participar. Todas as apresentações contarão com interpretação em Libras, legendas descritivas e audiodescrição, ampliando a acessibilidade do conteúdo artístico.Além das apresentações, serão realizadas 12 oficinas de dança em São Paulo, abertas à comunidade e distribuídas de forma itinerante pelas diferentes zonas da Grande São Paulo, garantindo que a formação cultural chegue a diversos bairros. Também serão promovidos ensaios abertos, permitindo que o público acompanhe o processo criativo do espetáculo e se aproxime da prática artística de forma direta e inspiradora.Para ampliar ainda mais o alcance, o projeto contará com a transmissão parcial de conteúdos online, incluindo trechos das apresentações e materiais educativos, permitindo que pessoas de outras regiões ou que não possam comparecer presencialmente tenham acesso à proposta.Todas essas medidas reforçam o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura, transformando a arte em ferramenta de inclusão, sensibilização social e educação sobre saúde pública, tornando a experiência artística aberta, participativa e acessível a todos.

Ficha técnica

Jon Diegues – Direção Geral / Coreógrafo e BailarinoAtividade no projeto: Coordenação geral do espetáculo, criação coreográfica, condução artística das apresentações e oficinas, orientação da integração de música, dança, poesia e acessibilidade.Currículo resumido: Ator e bailarino profissional, com formação em Ballet Clássico, Jazz e Dança Contemporânea na Escola de Danças Fazendo Arte e experiências internacionais. Integrante de montagens da Mauricio de Sousa Produções e do musical “Encanto – O Milagre da Família”. Ministrou aulas em ONG Afrosan (SP) e projetos culturais municipais, coordenou e coreografou espetáculos para diferentes faixas etárias. Diagnóstico de HIV em 2021 motivou a criação de performances e conteúdos educativos sobre vida, prevenção e inclusão social.Rubens – Produtor Cênico e BailarinoAtividade no projeto: Produção executiva, logística de apresentações, suporte à coordenação artística, organização de ensaios e apoio às oficinas de dança.Currículo resumido: Formado em Ballet Clássico, Jazz, Dança Contemporânea e Tango. Experiência com produção artística, pirofagia, palhaçaria e perna-de-pau. Atuou em óperas no Theatro Municipal de São Paulo, integra a Cia Grupo Divinadança e ministra aulas de dança contemporânea na WA Dança, Milennium Dance BR e Escola de Dança Susy Moreira.Efraim – Diretor de Tradução de LibrasAtividade no projeto: Tradução e interpretação em Libras das apresentações, legendagem de vídeos, acessibilidade das oficinas e coordenação de ações inclusivas.Currículo resumido: Multiartista, tradutor e intérprete de Libras desde 2015, com experiência artística desde 2017. Criador do método RITLIBRAS, atuou em festivais e espetáculos nacionais, incluindo TIM Music Festival, Carnaval de Recife e Festival Internacional de Mágica. Profundo conhecimento técnico e estético em tradução musical, dedicado à democratização cultural.Duda Oliveira – Diretor Artístico e BailarinoAtividade no projeto: Direção artística geral, desenvolvimento conceitual do espetáculo, supervisão da integração das artes (dança, teatro, música e performance), orientação de design e vídeo.Currículo resumido: Ator e bailarino profissional, formado em Artes Cênicas pelo SESI-SP. Fundador e diretor da Cia Nuvem, com experiência em espetáculos imersivos, performance, dança, teatro físico, videoarte e circo. Atuou em turnês nacionais e internacionais da Mauricio de Sousa Produções, dirigiu e produziu projetos híbridos de artes visuais e performáticas, incluindo exposições e curta-metragens premiados.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.