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O projeto Pintando um Futuro é uma iniciativa que visa oferecer oficinas artísticas de desenho e pintura para adolescentes em privação de liberdade na Fundação Casa de São Carlos (SP), que cumprem medidas socioeducativas. O objetivo principal é contribuir para o processo de ressocialização e reintegração social dos jovens de forma inclusiva. E promover a cultura e a arte como direitos fundamentais dos adolescentes, conforme preconizado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Acreditamos que a arte pode ser um poderoso instrumento de transformação social e individual, fortalecendo a autoestima para a vida em sociedade.
O projeto Pintando um Futuro emerge com o objetivo de contribuir para o processo de ressocialização e reintegração social dos adolescentes da Fundação Casa através da arte. Fundamentado na experiência da proponente como professora de artes na instituição, o projeto reconhece o poder da arte como uma ferramenta de expressão, autoconhecimento e transformação.Por meio de oficinas de pintura e desenho, os adolescentes terão a oportunidade de explorar uma variedade de técnicas e materiais. O projeto busca estimular a experimentação, a descoberta de talentos individuais e o desenvolvimento de habilidades artísticas, proporcionando um espaço para que os jovens possam se expressar livremente e descobrir novas formas de comunicação.Mais do que um simples curso de arte, Pintando um Futuro visa promover o bem-estar emocional dos participantes, utilizando a arteterapia para liberar tensões, reduzir o estresse e suavizar a ansiedade. Acreditamos que o processo criativo pode ser um poderoso aliado no desenvolvimento da resiliência, ajudando os adolescentes a lidar com desafios e frustrações, e promovendo uma sensação de bem-estar e tranquilidade.As obras produzidas pelos adolescentes serão expostas em mostras internas e virtuais, valorizando a produção artística e permitindo que os participantes compartilhem seus trabalhos com a comunidade. Essa exposição, além de ser uma forma de reconhecimento, é também um convite para que os adolescentes se sintam parte de um contexto social mais amplo, fortalecendo seus laços com a comunidade.O projeto também se preocupa em documentar o processo de criação e coletar depoimentos dos adolescentes sobre o impacto da arte em suas vidas. Essa documentação, que respeitará a Lei de Proteção de Dados e garantirá o anonimato dos participantes, será uma ferramenta importante para avaliar a efetividade do projeto e aprimorar as ações futuras.Em suma, Pintando um Futuro é um projeto que transcende o ensino de técnicas artísticas. É uma oportunidade para que os adolescentes da Fundação Casa explorem seu potencial criativo, desenvolvam habilidades socioemocionais importantes e encontrem na arte um caminho para o autoconhecimento, acolhimento e transformação.
Objetivo Geral O Projeto Pintando um Futuro, de natureza inclusiva, tem como objetivo principal oferecer oficinas artísticas de pintura e desenho para contribuir com o processo de ressocialização e reintegração social de adolescentes privados de liberdade que cumprem medidas socioeducativas na Fundação Casa em São Carlos (SP). Essa iniciativa cultural e educativa proporcionará um espaço de reflexão, autoconhecimento, bem-estar emocional, autoestima e desenvolvimento de habilidades técnicas artísticas, buscando incentivar a cultura de paz e a resolução não violenta de conflitos, por meio da expressão criativa e do diálogo. Objetivos específicos Oferecer aos adolescentes oficinas de pintura e desenho com técnicas, abordagens e materiais diversificados, como telas, papéis de gramaturas variadas, tintas PVA, acrílica, guache etc.Organizar exposições internas com os trabalhos (seguindo os protocolos de segurança da instituição).Promover exposições virtuais para divulgar o projeto (respeitando a lei de proteção da identidade do adolescente e as normas da instituição).Liberar tensões e reduzir o estresse através da feitura de arte, ajudando no relaxamento e alívio das pressões do dia a dia. Suavizando o estresse, a ansiedade e a tensão, promovendo uma sensação de bem-estar e tranquilidade.Desenvolver a resiliência, pois a arte nos ensina a lidar com desafios e frustrações. O processo criativo muitas vezes envolve superar obstáculos, experimentar, errar e tentar novamente. Ajudando a lidar com as dificuldades da vida.Documentar o processo de criação por meio de um portfólio com os trabalhos dos adolescentes, utilizando pseudônimos (em conformidade com as normas da instituição).Colher depoimentos dos adolescentes sobre o impacto da ação artística em sua rotina durante a medida socioeducativa (respeitando a Lei de Proteção de Dados e as normas da instituição, garantindo o anonimato dos participantes).
O projeto Pintando um Futuro encontra na Lei Rouanet o mecanismo de financiamento essencial para sua realização, alinhando-se com os princípios e objetivos da legislação e evidenciando o impacto social positivo que almeja gerar. A Lei de Incentivo à Cultura é crucial para viabilizar este projeto cultural, que promove cultura, arte, educação e inclusão social para educandos em privação de liberdade. A proposta se justifica pela necessidade de oferecer atividades educativas e culturais que atendam às especificidades dos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, conforme previsto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pelo Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE). O projeto também se fundamenta na importância de promover a cultura e a arte como direitos fundamentais dos adolescentes, conforme disposto na Constituição Federal e na Declaração Universal dos Direitos Humanos.O projeto se enquadra em diversos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91, que estabelece os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), como a promoção da cultura e da arte: as oficinas artísticas oferecidas contribuem para a formação cultural dos adolescentes, promovendo o desenvolvimento de suas habilidades e a valorização da arte como forma de expressão. O contato com diferentes técnicas de desenho e pintura, bem como a oportunidade de expor seus trabalhos, permite que os adolescentes desenvolvam seu senso estético e sua apreciação pela arte. Bem como, o estímulo à educação e à inclusão social, a ação cultural utiliza a arte como ferramenta de inclusão social, oferecendo aos adolescentes a oportunidade de desenvolverem suas potencialidades e de se expressarem de forma criativa e saudável. As oficinas artísticas serão um espaço de acolhimento e de escuta, onde os adolescentes poderão se sentir seguros para compartilhar suas experiências e emoções. Acreditamos que a arte pode ser um poderoso instrumento de transformação social, capaz de auxiliar os adolescentes a superar desafios. Temos ainda, o fomento ao desenvolvimento social e humano: ao promover a ressocialização e a reintegração social dos adolescentes, o projeto contribui para o desenvolvimento social e humano dos participantes e da comunidade. As oficinas de desenho e pintura são uma oportunidade para que os adolescentes desenvolvam habilidades sociais, como o trabalho em equipe, a comunicação e o respeito às diferenças. Além disso, a arte pode ser um importante aliado no processo de ressocialização, auxiliando os adolescentes a lidarem com seus sentimentos. Soma-se a isso o alinhamento com o Art. 3º da Lei citada, que também contempla as ações de democratização do acesso à cultura. O Pintando um Futuro oferece atividades culturais gratuitas para adolescentes em privação de liberdade, garantindo o acesso à cultura e à arte para um público que muitas vezes não tem essa oportunidade. As oficinas artísticas serão realizadas dentro da Fundação Casa, o que facilita a participação dos adolescentes e garante que eles tenham acesso a atividades culturais de qualidade.A Lei Rouanet é, portanto, essencial para a concretização do projeto Pintando um Futuro, que visa promover a transformação social e a reintegração de adolescentes em privação de liberdade por meio da arte. Ao possibilitar o acesso à cultura e ao desenvolvimento de habilidades artísticas, o projeto contribui para a construção de um futuro mais justo e promissor para esses jovens.
Os materiais em orçamento contemplam os adolescentes que receberão as oficinas, assim como o público do item ‘democratização de acesso’ (oficinas direcionadas à terceira idade em asilos da cidade). A Fundação CASA, no estado de São Paulo, desempenha um papel crucial no cumprimento das medidas socioeducativas aplicadas a adolescentes de 12 a 21 anos incompletos. Esta instituição opera sob um regimento interno próprio, que estabelece rotinas e normas de segurança específicas para o bom funcionamento de suas unidades. Essas regras são de suma importância para garantir a segurança e o bem-estar dos adolescentes sob medida, bem como dos profissionais que atuam na instituição. Portanto nossas atividades estão sujeitas e essas regras, e a possíveis adaptações para serem realizadas. A previsão de início das oficinas está sujeita a alterações, dependendo do tempo de aprovação do projeto e do apoio de empresas na captação dos recursos de financiamento.
Projeto Pedagógico Pintando um Futuro: Arte e Criatividade na Fundação Casa.Formato: Oficina artística de desenho e pintura em tela. Proponente: Gilmara Martins FelicianoÁrea: Artes plásticas Ementa O projeto Pintando um Futuro é uma iniciativa que visa oferecer oficinas artísticas de desenho e pintura para adolescentes em privação de liberdade na Fundação Casa de São Carlos (SP), que cumprem medidas socioeducativas. O objetivo principal é contribuir para o processo de ressocialização e reintegração social dos jovens de forma inclusiva. E promover a cultura e a arte como direitos fundamentais dos adolescentes, conforme preconizado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Acreditamos que a arte pode ser um poderoso instrumento de transformação social e individual, fortalecendo a autoestima para a vida em sociedade. Objetivos O Projeto Pintando um Futuro, de natureza inclusiva, tem como objetivo principal oferecer oficinas artísticas de pintura e desenho para contribuir com o processo de ressocialização e reintegração social de adolescentes privados de liberdade que cumprem medidas socioeducativas na Fundação Casa em São Carlos (SP). Essa iniciativa cultural e educativa proporcionará um espaço de reflexão, autoconhecimento, bem-estar emocional, autoestima e desenvolvimento de habilidades técnicas, buscando incentivar a cultura de paz e a resolução não violenta de conflitos, por meio da expressão artística e do diálogo. Objetivos específicos Oferecer aos adolescentes oficinas de pintura e desenho com técnicas, abordagens e materiais diversificados, como telas, papéis de gramaturas variadas, tintas PVA, acrílica, guache etc.Organizar exposições internas com os trabalhos (seguindo os protocolos de segurança da instituição).Promover exposições virtuais para divulgar o projeto (respeitando a lei de proteção da identidade do adolescente e as normas da instituição).Liberar tensões e reduzir o estresse através da feitura de arte, ajudando no relaxamento e alívio das pressões do dia a dia. Suavizando o estresse, a ansiedade e o conflito, promovendo uma sensação de bem-estar e tranquilidade.Desenvolver a resiliência, pois a arte nos ensina a lidar com desafios e frustrações. O processo criativo muitas vezes envolve superar obstáculos, experimentar, errar e tentar novamente. Ajudando a lidar com as dificuldades da vida.Documentar o processo de criação por meio de um portfólio com os trabalhos dos adolescentes, utilizando pseudônimos (em conformidade com as normas da instituição).Colher depoimentos dos adolescentes sobre o impacto da ação artística em sua rotina durante a medida socioeducativa (respeitando a Lei de Proteção de Dados e as normas da instituição, garantindo o anonimato dos participantes). Justificativa O projeto Pintando um Futuro propõe um mergulho no universo da arte como ferramenta de autoconhecimento e transformação para adolescentes de 12 a 21 anos incompletos, em cumprimento de medidas socioeducativas na Fundação Casa de São Carlos (SP). Acreditando no poder da criatividade e da expressão artística para o desenvolvimento individual, o projeto visa estimular a imaginação e o bem-estar emocional dos participantes.A viabilidade e a importância dessa iniciativa para o público-alvo encontram respaldo no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que assegura o direito ao acesso à cultura e à arte para adolescentes em medida socioeducativa em regime de internação. Essas ações educativas e culturais proporcionam oportunidades para que os adolescentes participem de atividades atrativas, auxiliando-os na rotina diária e contribuindo para o seu desenvolvimento integral.Muitos adolescentes em regime de internação provêm de contextos de vulnerabilidade social, nos quais se deparam com defasagens educacionais significativas. Para muitos, a escola interna da fundação representa, em diversas ocasiões, o primeiro contato com uma rotina e frequência escolar regulares. A presença diária na escola é compulsória, integrando a medida socioeducativa a que o adolescente está sujeito. Consequentemente, essa experiência configura-se como uma oportunidade inaugural de acesso à arte e à cultura de maneira organizada e acessível.Nascido da experiência da proponente como professora de artes na Fundação Casa, onde pôde observar o impacto positivo das atividades artísticas na vida dos adolescentes, o projeto oferecerá oficinas de desenho e pintura em um ambiente acolhedor dentro da instituição. As oficinas, conduzidas por uma professora e artista plástica com vasta experiência em educação básica e no trabalho com jovens em medidas socioeducativas, proporcionarão aos adolescentes um espaço de liberdade e autodescoberta através da arte. Mais do que o mero ensino de técnicas, o projeto em questão almeja promover a autoestima, a criatividade e a ressocialização dos jovens. Para tanto, oferece um espaço de escuta, diálogo e construção de laços, elementos essenciais para o desenvolvimento integral dos adolescentes. Dessa forma, ao garantir o acesso à educação, à arte e à cultura, o projeto contribui para uma ação integral e protagonista em prol desses jovens. Metodologia O projeto Pintando um Futuro se baseia na experiência de dois anos da proponente como professora de artes na Fundação Casa, onde se observou que a arte vai além de uma atividade extracurricular, tornando-se um espaço de expressão e um momento de deleite artístico para os adolescentes. O projeto é um convite para que os jovens embarquem em uma jornada de autoconhecimento e transformação através da arte.A metodologia adotada será a abordagem didático-pedagógica ativa, que coloca o aluno no centro do processo de aprendizagem, incentivando a participação, a autonomia e a colaboração. Nesta metodologia, o aluno é o protagonista, construindo seu próprio aprendizado por meio de atividades práticas, discussões, projetos e outras estratégias. Essa abordagem, centrada no protagonismo juvenil, é a mais adequada para trabalhar com o público-alvo, pois valoriza a experiência individual de cada um, estimula a autonomia e a expressão, e promove a construção de conhecimento de forma colaborativa.Seguindo as sugestões da arte educadora Ana Mae Barbosa (2009), o trabalho abordará o contexto teórico, a fruição por meio da leitura de imagem e a criação. Em outras palavras, as oficinas serão essencialmente pautadas na prática, sempre tendo como viés orientador uma teoria técnica e experimental, o contexto histórico e social da arte, a vivência subjetiva do educando e referências visuais de artistas nacionais e internacionais. Iniciaremos com os níveis básicos da linguagem do desenho, aprofundando os conteúdos ao longo das aulas, com o objetivo de promover uma educação visual que parte dos elementos fundamentais da construção da imagem linear e pictórica. A aquisição da gramática visual é crucial para a criação de um repertório que possibilite a elaboração de imagens, sejam elas abstratas ou figurativas, pois, como afirmam Martins, Picosque e Guerra (1998, p. 131), "uma aprendizagem em arte só é significativa quando o objeto de conhecimento é a própria arte". Portanto, o conhecimento da sintaxe e da semântica visual é imprescindível para a criação na área das artes plásticas.Nesse sentido, as ações metodológicas visam instigar a leitura e a compreensão da forma, capacitando os participantes a reconhecerem, interpretar e transformar informação visual em desenho e pintura. As primeiras atividades se concentrarão no desenho, com o intuito de fornecer conhecimento dos elementos visuais que, segundo Ostrower (2004, p. 53), "são cinco apenas: a linha, a superfície, o volume, a luz e a cor. Com tão poucos elementos, formulam-se todas as obras de arte, na imensa variedade de técnicas e estilos". A partir destes elementos, vamos propor exercícios práticos tanto de execução quanto de leitura em outras obras. Para a pintura, serão disponibilizados catálogos com referências de imagens, permitindo que os participantes escolham entre imagens figurativas e abstratas, abrangendo diversos gêneros pictóricos, como figura humana, paisagens, natureza-morta e cena de gênero. A ação prática é particularmente convidativa para o público-alvo, com foco na pintura em telas, uma preferência frequentemente manifestada pelos adolescentes. Em resumo, a metodologia do projeto Pintando um Futuro combina a prática artística com a teoria e o contexto histórico da arte, utilizando uma abordagem pedagógica ativa que valoriza o protagonismo juvenil e a expressão individual. O objetivo é proporcionar aos adolescentes uma experiência enriquecedora que promova o autoconhecimento, a transformação, o desenvolvimento de habilidades artísticas e o bem-estar emocional. Carga horária O projeto terá a duração de 12 meses, divididos em três fases: um mês para a organização e pré-produção, nove meses de oficinas semanais com os adolescentes, totalizando quatro horas por encontro, para a produção e execução, e dois meses para a prestação de contas, elaboração de relatórios e finalização, na etapa de pós-produção. As oficinas serão realizadas nas dependências da Fundação Casa, e a seleção dos adolescentes e a definição do número de participantes por turma seguirão os critérios da coordenação pedagógica da instituição. O projeto se adequará a essa decisão, considerando o contexto assistido e controlado que prioriza o bem-estar dos jovens e funcionários. Público-alvo O projeto tem como público-alvo adolescentes de 12 a 21 anos incompletos que cumprem medidas socioeducativas na Fundação Casa de São Carlos (SP), e, em sua maioria, provenientes de famílias de baixa renda e em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa busca atender aproximadamente 100 jovens durante 9 meses, considerando a rotatividade da instituição. Para muitos, será o primeiro contato com atividades artísticas, além de ser um espaço para dar continuidade aos estudos. Avaliação A avaliação será conduzida através de métodos diagnósticos e formativos, com o propósito de acompanhar de perto o progresso dos alunos e identificar quaisquer dificuldades que possam surgir, permitindo a implementação de novas estratégias de ensino quando necessário. Ao adotar abordagens qualitativas e ativas, a avaliação transcende a simples atribuição de notas ou conceitos, concentrando-se em observar e compreender o processo de ensino-aprendizagem em sua totalidade. Essa perspectiva favorece um desenvolvimento integral do aluno, priorizando a qualidade da aprendizagem e o crescimento individual. Materiais didático Material Didático do Projeto Pintando um Futuro visa promover o aprendizado e a expressão artística de adolescentes através de um material didático rico e diversificado, composto por recursos visuais, materiais de pintura e materiais de desenho. Recursos Visuais:Catálogos de Imagens - servirão como fonte de inspiração e referência, apresentando uma variedade de imagens figurativas e abstratas, abrangendo diferentes gêneros pictóricos e estilos artísticos.Materiais de Pintura:Telas - predominantemente no tamanho 30x40, com algumas variações para explorar diferentes formatos.Tintas - diversas cores à base de água (acrílica, aquarela, PVA etc.), permitindo a experimentação de diferentes técnicas e efeitos.Pincéis - variedade de tamanhos e formatos para atender às diversas técnicas de pintura.Paletas - para a mistura de tintas e criação de novas cores.Materiais Complementares - panos, potes com água, aventais etc.Materiais de Desenho:Papéis - diferentes tipos, como sulfite, papel canson, vegetal etc.Lápis - variedade de graduações (HB, 2B, 4B etc.) para explorar diferentes durezas, maciez e pigmentação.Instrumentos Complementares - borrachas, apontadores, réguas etc. Cronograma e conteúdo programático Este cronograma apresenta-se em formato resumido, adaptado para inserção direta no campo designado deste item. Para uma visualização mais detalhada e didática, consulte o Projeto Pedagógico em formato PDF, disponível na seção 'anexar documentos'. Lá, o cronograma é apresentado em formato de tabela, facilitando a compreensão e o acompanhamento das atividades. O projeto terá duração total de 12 meses, com início previsto para 10 de abril de 2025 e conclusão em 10 de abril de 2026. A fase inicial, de pré-produção, ocupará um período de 30 dias, dedicados à aquisição dos materiais necessários e à organização das turmas participantes. A etapa subsequente, de produção/execução, será estruturada em três turmas distintas: a primeira, com atividades de maio a julho de 2025; a segunda, de agosto a outubro de 2025; e a terceira, de novembro de 2025 a fevereiro de 2026, com observância dos recessos de final de ano. A fase de pós-produção, por sua vez, será realizada nos meses de março e abril de 2026. É fundamental ressaltar que, em caso de necessidade, cada turma poderá ser subdividida em duas, visando a adequação aos protocolos pedagógicos e de segurança estabelecidos pela Fundação Casa. Maio Apresentação do projeto.Exercícios diagnósticos para avaliar e orientar o perfil dos alunos. Elementos do desenho e da pintura (linha, ponto, superfície/forma, volume, luz/sombra, cor e textura) com uso de materiais mistos e exercícios práticos. Desenho de Observação (observação de objetos, natureza-morta, paisagens e cenas de gêneros), uso de imagens impressas método adequado ao contexto dos adolescentes em internação. Técnica de lápis grafite com graduações do H ao B, maciez, dureza e pigmentação dos lápis (estrutura linear e sombreamento). Técnicas de Lápis de Cor (misturas, sombreamento, volume e texturas). Lápis sobre papel com gramaturas distintas. Elementos da composição em desenho e pintura. Introdução à perspectiva linear, tonal (atmosférica), proporcional e composição. Uso de materiais mistos. Introdução à Cor e ao círculo cromático (cores primárias, secundárias e terciárias). Exercícios práticos de mistura de cores com tinta.Estudo da cor e mistura de Cores (cores complementares, valores tonais, cinzas cromáticos, temperaturas, terras e saturação). Exercícios práticos de mistura de cores com tinta. Estilos e escolas artísticas de pintura e desenho. Impressionismo, expressionismo, cubismo, modernismo brasileiro etc. Figurativo, realismo, abstrato, estilizado etc., essas referências serão apresentadas durante todo processo. JunhoGêneros da pintura: paisagem, figura humana, natureza-morta e cena de gênero. Proporções e anatomia básica, retratos e figuras. Técnicas de luz e sombra. Estes temas serão apresentados durante todo processo. Processo criativo e criação de projetos individuais. Focando no desenvolvimento de projetos individuais e pintura em tela. Julho Neste mês daremos continuidade ao processo criativo e criação de projetos individuais. Preparação e montagem da exposição de pinturas. Avaliação e Feedback (autoavaliação, avaliação da oficina/aulas e dos trabalhos em geral), e encerramento. Observações: Os temas e atividades das turmas 2 e 3 seguirão o mesmo roteiro da turma 1, com a única alteração nos meses de execução. O período de recesso está programado para ocorrer entre 22 de dezembro de 2025 e 2 de janeiro de 2026. Em fevereiro, haverá o retorno das oficinas, com a finalização das atividades da turma 3, seguido da avaliação final e do encerramento das oficinas. A partir de março, iniciam-se as etapas de elaboração do portfólio, prestação de contas e o encerramento definitivo do projeto. Referências bibliográficas ARGAN, G. C. Arte Moderna. São Paulo, Companhia das letras, 1922.ARNHEIN, R. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora. São Paulo, Pioneira, 2002.BARBOSA, A. M. A imagem no ensino da arte. 7º. Ed. São Paulo: Perspectiva, 2009. BARGUE, C. Curso de desenho Charles Bargue. São Paulo: Criativo, 2014.BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente.BRASIL. Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo-SINASE. Brasília, DF: gov.br, 2020. Disponível em:https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/crianca-e-adolescente/dados-e-indicadores/sinase. Acesso em: 24/02/2025.BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: chrome-extension:https://www.gov.br/palmares/pt-br/midias/arquivos-menu-departamentos/dpa/legislacao/art-215-216-art-68.pdf. Acesso em:24/02/2025.BRASIL. Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991. Restabelece princípios da Lei nº 7.505, de 2 de julho de 1986, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1991. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8313cons.htm. Acessado em: 24/02/2025. EDWARDS, B. Desenhando com o lado direito do cérebro. 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As oficinas serão realizadas nas dependências da Fundação Casa, nos espaços já existentes e adequados para o cumprimento das medidas socioeducativas dos adolescentes. A equipe do projeto trabalhará em estreita colaboração com a instituição para garantir que os espaços utilizados estejam em conformidade com os protocolos de segurança e o regimento interno.A proponente do projeto se compromete a assegurar que os locais onde as oficinas serão realizadas atendam a todos os requisitos de acessibilidade, conforme a legislação vigente. Isso inclui solicitar espaços físicos que não possuam barreiras arquitetônicas, como degraus e soleiras, entre outros.Quando necessário, a equipe do projeto providenciará a disponibilização de recursos e materiais acessíveis, como textos ampliados, audiodescrição de imagens e vídeos, legendas em vídeos e outros recursos que se mostrarem necessários. Caso haja necessidade, a equipe do projeto providenciará um intérprete de Libras para garantir a comunicação e a participação de adolescentes surdos ou com deficiência auditiva.A equipe do projeto está aberta a outras demandas que possam surgir em relação à acessibilidade e se compromete a buscar soluções e providenciar os recursos necessários, dentro do orçamento aprovado para o projeto.
Em consonância com o inciso VI do artigo 28 da Instrução Normativa nº 01/2023, este projeto se compromete a implementar medidas que assegurem o acesso às atividades oferecidas a todos os indivíduos, indistintamente, com ênfase naqueles em situação de vulnerabilidade. A gratuidade das atividades é um pilar fundamental dessa iniciativa, visando eliminar barreiras financeiras que possam impedir a participação. Adicionalmente, serão realizadas atividades paralelas inclusivas, com destaque para oficinas direcionadas à terceira idade em asilos da cidade. Essa ação representa uma oportunidade singular de levar cultura e lazer a um público que frequentemente se encontra em isolamento social e com acesso restrito a tais atividades, promovendo o bem-estar e a inclusão social.
Gilmara Martins Feliciano: Proponente e gestora técnico-financeira do projeto, será a professora responsável por ministrar as oficinas para os adolescentes. Suas responsabilidades abrangem desde o planejamento orçamentário e a aquisição dos materiais didáticos até a elaboração do conteúdo das aulas e oficinas. Além disso, Gilmara ficará encarregada da prestação de contas final do projeto, compilando os resultados por meio de relatórios e dados.Professor auxiliar/Intérprete de Libras: Caso seja necessário durante a execução das oficinas, um intérprete de Libras será contratado. Sua função será garantir a comunicação entre surdos e ouvintes, promovendo a inclusão e a acessibilidade durante as atividades.Contador: Um contador será o responsável pela prestação de contas do projeto, assegurando a qualidade, a confiabilidade e a conformidade das informações financeiras. Sua atuação é fundamental para a transparência e a correta aplicação dos recursos.A assessoria jurídica (advogado): profissional para auxiliar nas orientações e ações legais quando necessário. Currículo resumido. Gilmara Martins FelicianoProfessora do ensino básico há dezesseis anos e artista plástica, Gilmara possui Bacharelado em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP), Licenciatura em Artes pela UTFPR (complementação pedagógica), especialização em Metodologia da Arte e mestrado em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).Sua experiência docente abrange diversos contextos, incluindo ensino privado, estadual e federal. Trabalhou com adolescentes em medidas socioeducativas na Fundação Casa, experiência que a motivou a formular a presente proposta.Como artista plástica, possui vasto conhecimento técnico em artes visuais, com foco em pintura e desenho, áreas de sua formação e prática. Domina técnicas de pintura a óleo, acrílica, guache, aquarela e nanquim, bem como técnicas de desenho a grafite, giz pastel oleoso e seco, carvão e lápis de cor. Seus conhecimentos em história da arte enriquecerão as oficinas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.