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O projeto visa garantir a continuidade e o fortalecimento do Bumba Meu Boi Canário Verde, grupo cultural reconhecido de Caxias-MA, para a temporada de 2026. Serão adquiridos novos instrumentos musicais e indumentárias completas para o grupo. Além disso, o recurso permitirá a contratação de um maestro, arranjador, músicos e uma equipe de apoio técnico. O objetivo é assegurar a qualidade artística das apresentações, preservar esta tradição popular e movimentar o calendário cultural local, especialmente durante o ciclo junino.
O espetáculo do Bumba Meu Boi Canário Verde, intitulado "Ciclo Junino: Do Nascimento à Morte do Boi", é uma narrativa cênico-musical que encapsula a tradição secular do complexo cultural do Bumba Meu Boi maranhense, especificamente no sotaque de Orquestra. A apresentação, com duração aproximada de 90 minutos, reconta a clássica lenda da morte e ressurreição de um boi de estimação, mesclando drama, comédia, fé e crítica social em um espetáculo total que envolve música ao vivo, dança vigorosa e figurinos exuberantes. A trama gira em torno do casal Catirina e Pai Francisco, que, para satisfazer o anseio da grávida esposa por uma língua de boi, sacrifica o animal preferido do Amo da Fazenda. O desenrolar da história apresenta uma sequência de personagens arquetípicos, como o Amo, o Doutor, os Índios e os Caboclos de Fita, que se envolvem em tentativas de salvar o boi, culminando em um ritual coletivo de cura, batismo e celebração que simboliza a resiliência e a alegria do povo. O espetáculo, que possui classificação indicativa livre por sua natureza festiva e familiar, é estruturado em atos que correspondem aos rituais tradicionais da brincadeira, iniciando-se com os lamentos pela morte do boi, passando pelas buscas e aventuras dos personagens, e findando no ápice da ressurreição, quando o boi se levanta ao som dos ritmos contagiantes de zabumbas, matracas e pandeiros, acompanhados por sopros e coros potentes, convidando o público a se integrar à dança circular. Paralelamente ao espetáculo principal, o projeto oferece a oficina "Bordando o Boi", uma imersão prática nos saberes tradicionais da confecção de indumentárias, onde os participantes aprendem as técnicas de bordado e aplicação que dão vida às ricas vestimentas dos brincantes. Esta atividade, também classificada como livre, não é apenas um aprendizado técnico, mas um resgate da memória têxtil da cultura popular, funcionando como um seminário informal sobre a simbologia contida em cada peça do traje. Juntos, o espetáculo e a oficina formam um produto cultural completo que não se limita à apresentação, mas que educa, preserva e perpetua os fazeres e saberes de uma manifestação que é patrimônio de todos os brasileiros.
Objetivo GeralPromover a preservação, a difusão e a excelência artística do Bumba Meu Boi Canário Verde como manifestação da cultura popular maranhense, por meio da estruturação do grupo para a temporada de 2026, assegurando sua continuidade e impacto sociocultural na região de Caxias.Objetivos EspecíficosAdquirir 20 instrumentos musicais, sendo 5 zabumbas, 5 pandeiros, 5 matracas e 5 instrumentos de sopro (saxofone e clarineta).Confeccionar 100 indumentárias completas, incluindo calças, blusas bordadas e acessórios característicos do sotaque de Orquestra.Contratar 1 maestro e 1 arranjador musical para o desenvolvimento e ensaio de 10 novas toadas.Realizar 20 apresentações públicas durante o ciclo junino de 2026, em praças, comunidades e eventos culturais do Maranhão.Contratar 1 produtor cultural, 1 assistente de palco e 1 costureira para garantir a logística e a manutenção do grupo durante a temporada.
O Bumba Meu Boi é a mais complexa e representativa manifestação cultural do estado do Maranhão, uma expressão viva que sintetiza dramaturgia, música, dança e fé, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo IPHAN. Neste cenário, o Bumba Meu Boi Canário Verde, fundado em 1995 na cidade de Caxias, destaca-se como um dos grupos ativos mais relevantes da região, mantendo viva uma tradição que é, ao mesmo tempo, identitária para a comunidade e um ativo cultural para o país. A necessidade de utilizar o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, regido pela Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), é imperativa para a continuidade e o aprimoramento do grupo. O projeto enquadra-se de forma precisa nos seguintes incisos do Art. 1º da lei: Inciso II: "Estimular a produção e difusão cultural e artística regional", ao viabilizar a estruturação do grupo em Caxias, polo cultural do interior maranhense, fomentando a economia criativa local. Inciso III: "Apoiar os criadores e suas obras", ao garantir recursos para a contratação de maestro, arranjador e músicos, valorizando diretamente os fazedores de cultura. Inciso IV: "Proteger as manifestações culturais populares", que é o cerne do projeto. O Canário Verde, com seu sotaque de Orquestra, suas toadas autorais e sua indumentária característica, é uma manifestação cultural popular que requer suporte para sua preservação e transmissão às novas gerações. Além disso, o projeto atende de maneira contundente aos objetivos do Art. 3º da Lei Rouanet, notadamente: Art. 3º, I: "Facilitar, a todos, os meios para o free acesso às fontes da cultura", ao realizar 20 apresentações públicas e gratuitas, democratizando o acesso a um bem cultural de elevada importância. Art. 3º, II: "Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal", onde o Bumba Meu Boi, como expressão de valor universal reconhecida, terá sua produção (ensaios, novas toadas) e difusão (apresentações) amplamente estimuladas. Art. 3º, IV: "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira", garantindo a sobrevivência de uma manifestação de raiz africana, indígena e europeia, típica da formação do povo maranhense. O grupo, apesar de sua trajetória consolidada e aprovações em editais municipais e estaduais (como evidenciado no portfólio), depende de recursos robustos e estáveis para manter seu elevado padrão artístico. A aquisição de novos instrumentos e indumentárias não é um capricho, mas uma necessidade prática para a segurança e dignidade dos mais de 100 brincantes. Da mesma forma, a contratação de um maestro e arranjador é fundamental para o aperfeiçoamento musical e a criação de novos repertórios, evitando a estagnação. Portanto, este projeto não se trata de um mero evento, mas de um investimento na salvaguarda de um patrimônio cultural nacional. O uso da Lei Rouanet é a ferramenta mais adequada para assegurar que o Bumba Meu Boi Canário Verde continue a ecoar seus tambores e toadas, perpetuando uma tradição que é orgulho de Caxias, do Maranhão e do Brasil.
Para uma avaliação mais abrangente da proposta, é fundamental destacar que o projeto se configura como uma ação de salvaguarda ativa de um bem registrado como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, transcendendo o caráter de mera apresentação artística. A iniciativa está estrategicamente alinhada com o Plano Nacional de Cultura e com as diretrizes de proteção e fomento às expressões culturais populares estabelecidas pelo Iphan, posicionando-se como uma medida concreta de manutenção da diversidade cultural brasileira frente às pressões homogeneizadoras do mercado. Um aspecto significativo reside na sua capacidade de gerar um impacto econômico local mensurável, uma vez que a execução do projeto movimentará uma cadeia produtiva específica da região, desde o comércio de tecidos e materiais de artesanato até a geração de renda direta para dezenas de famílias de brincantes, músicos e profissionais contratados, funcionando como um vetor de desenvolvimento endógeno. Ademais, o projeto foi concebido com um sólido eixo de sustentabilidade, assegurando que os investimentos em instrumentos e indumentárias não se esgotem ao final da temporada, mas se convertam em um patrimônio físico permanente da associação, aumentando sua capacidade produtiva para os anos subsequentes e reduzindo custos futuros. A metodologia de trabalho, que integra a transmissão geracional de saberes através da oficina e do ensaio aberto, garante que o conhecimento associado ao Bumba Meu Boi – desde as técnicas de bordado até as complexidades rítmicas do sotaque de Orquestra – seja sistematicamente documentado e repassado, combatendo o processo de erosão cultural que frequentemente acomete manifestações tradicionais. Por fim, a estratégia de comunicação e divulgação, que inclui a criação de um banco de imagens em alta definição e a disponibilização do conteúdo online com recursos de acessibilidade, assegura que os resultados do projeto transcendam as fronteiras geográficas de sua execução, servindo como um instrumento de educação patrimonial para um público nacional e internacional, ampliando o reconhecimento e o valor simbólico do Bumba Meu Boi como uma das expressões mais autênticas e complexas da cultura brasileira.
O projeto "Bumba Meu Boi Canário Verde 2026" compreende a realização de dois produtos principais inter-relacionados – um espetáculo cênico-musical e uma oficina de transmissão de saberes – cujas especificações técnicas são delineadas a seguir para garantir plena exequibilidade e qualidade artística.O espetáculo "Ciclo Junino: Do Nascimento à Morte do Boi" é uma produção de natureza coletiva e ao ar livre, concebida para uma formação de aproximadamente cem brincantes em cena, incluindo cantadores, dançantes, músicos e atores que incorporam os personagens tradicionais da trama. A obra possui duração total de 90 minutos, divididos em três atos narrativos que correspondem aos rituais de morte, busca e ressurreição do boi. Do ponto de vista material, a apresentação requer uma estrutura de palco com dimensões mínimas de 8m x 6m x 0,6m (altura), ou um espaço cênico plano e demarcado de dimensões equivalentes, preferencialmente em praças públicas ou locais de grande circulação. O espetáculo emprega um aparato cênico composto por cem indumentárias completas, confeccionadas em algodão e cetim, bordadas com aplicações de miçangas e lantejoulas, além de adereços de madeira e couro, como máscaras e apetrechos para a figura do boi. O suporte sonoro é fundamental, baseando-se em vinte instrumentos musicais, entre percussionistas (zabumbas, pandeiros, matracas) e sopros (saxofones, clarinetas), operados ao vivo, exigindo um sistema de amplificação com no mínimo quatro caixas acústicas, mesa de som de oito canais, e microfones de mão e lapela para a clareza da narrativa cantada e falada. A iluminação, para apresentações noturnas, requer um conjunto básico de refletores LED e holofotes para garantir a visibilidade e a dramaticidade da cena.Em complemento, a oficina "Bordando o Boi" constitui um produto pedagógico de transmissão de ofício, com carga horária de 12 horas, distribuídas em quatro encontros de 3 horas cada. Seu projeto pedagógico está estruturado em módulos sequenciais que partem da história e simbologia das indumentárias, passam pelas técnicas de desenho e estampagem em tecido, e avançam para a prática do bordado manual e aplicação de enfeites, culminando na confecção de uma peça simbólica por cada participante. O material necessário inclui tecidos de algodão cru, linhas de costura e bordar em cores variadas, agulhas, tesouras, bastidores de madeira e matrizes de desenhos tradicionais, além de uma apostila ilustrada com os passos principais e o contexto cultural do saber-fazer. A oficina será ministrada pelo Mestre Sibite, assegurando a fidelidade aos métodos tradicionais, e destina-se a um público de vinte participantes, com idade a partir de 16 anos, priorizando jovens da comunidade e integrantes de grupos culturais locais. Ambos os produtos – o espetáculo e a oficina – foram concebidos para dialogar entre si, formando um ciclo completo de manifestação, educação e preservação da cultura do Bumba Meu Boi, assegurando que a tradição não apenas seja apresentada, mas também compreendida e reproduzida pelas novas gerações
O projeto "Bumba Meu Boi Canário Verde 2026" está comprometido com a democratização do acesso à cultura e garantirá que todos os cidadãos, independentemente de suas limitações físicas ou sensoriais, possam usufruir integralmente das atividades propostas. Para isso, implementará medidas de acessibilidade física e de conteúdo, detalhadas a seguir.1. Acessibilidade FísicaTodas as apresentações públicas do projeto serão realizadas em espaços previamente vistoriados e que garantam plenas condições de acesso e circulação para pessoas com mobilidade reduzida (PMR) e deficientes físicos. A escolha dos locais seguirá os seguintes critérios obrigatórios:· Existência de rampas de acesso e corredores com largura mínima para a circulação de cadeiras de rodas.· Reserva de espaços específicos e com visibilidade garantida para cadeirantes e seus acompanhantes próximos ao palco ou local da apresentação.· Disponibilidade de banheiros adaptados, com barras de apoio e dimensões adequadas, em condições de higiene e funcionamento.A descrição da acessibilidade de cada local (presença de rampas, banheiros adaptados, etc.) será divulgada previamente junto à programação, permitindo que o público planeje sua visita com segurança.2. Acessibilidade de ConteúdoReconhecendo que a experiência cultural do Bumba Meu Boi é multissensorial – envolvendo cores, movimentos e sons –, o projeto adotará as seguintes medidas para garantir que seu conteúdo seja apreciado por pessoas com deficiências sensoriais:· Todas as 20 apresentações contarão com interpretação em Libras, posicionada em local visível ao público, garantindo o acesso à narrativa cantada e falada da brincadeira para a comunidade surda.· Será oferecido serviço de audiodescrição, por meio de fones de ouvido, em pelo menos 2 (duas) sessões especiais. O recurso descreverá cenário, figurinos, coreografias e expressões corporais dos personagens, permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam a riqueza plástica e cênica do espetáculo.· Todo o material em vídeo produzido ou financiado pelo projeto (como registros das apresentações e making of) será publicado na internet com legenda closed caption (para o diálogo e sons significativos) e audiodescrição incorporada, ampliando o alcance e a permanência do conteúdo de forma acessível.Dessa forma, o projeto não apenas preserva uma tradição cultural, mas também a reinventa e a torna inclusiva, assegurando que a celebração do Bumba Meu Boi Canário Verde seja, de fato, um patrimônio de todos e para todos.
O projeto "Bumba Meu Boi Canário Verde 2026" está comprometido com a mais ampla democratização do acesso, garantindo que os produtos culturais gerados alcancem um público diversificado e transcendam as barreiras econômicas e geográficas. A estratégia é multifacetada, combinando gratuidade, distribuição territorial inteligente e o uso de ferramentas digitais.1. Forma de Distribuição e ComercializaçãoA principal estratégia de distribuição será a oferta inteiramente gratuita de todos os produtos do projeto. As 20 apresentações públicas serão realizadas em espaços abertos e de fácil acesso, como praças públicas, centros comunitários e escolas da periferia de Caxias e de municípios vizinhos, eliminando qualquer barreira econômica. Essa escolha garante que o espetáculo chegue ao seu público de origem e a comunidades que possuem menor oferta de bens culturais.2. Outras Medidas de Ampliação de AcessoPara complementar as apresentações e aprofundar o vínculo com a comunidade, o projeto implementará as seguintes ações:Pelo menos 2 (duas) das apresentações serão transmitidas ao vivo e gratuitamente por meio de canais digitais (como YouTube e redes sociais do grupo). Esta ação visa alcançar o público maranhense que reside fora da região de Caxias, brasileiros de outras regiões do país e a diáspora internacional, ampliando exponencialmente o alcance do projeto e servindo como ferramenta de divulgação da cultura maranhense. Os vídeos permanecerão disponíveis como acervo digital acessível.Será realizado um ensaio geral aberto, especialmente formatado para estudantes de escolas públicas e integrantes de outros grupos culturais locais. Este momento não será apenas uma exibição, mas uma atividade mediada, onde o líder Sibite e os artistas explicarão a estrutura da brincadeira, o significado dos personagens, as toadas e os instrumentos musicais, transformando o evento em uma verdadeira aula viva de cultura popular.Ministrada pelo próprio Sibite, reconhecido artesão, será oferecida uma oficina prática sobre a confecção e o bordado das indumentárias e adereços do Bumba Meu Boi. Esta ação visa valorizar e transmitir os saberes tradicionais, capacitar novos artesãos e fortalecer a cadeia produtiva da própria cultura, garantindo sua sustentabilidade técnica. A oficina será gratuita, com vagas prioritárias para jovens da comunidade.o acesso gratuito ao produto final (espetáculo), a formação de plateia por meio do ensaio aberto e a transmissão de saber através da oficina, assegurando que o Bumba Meu Boi Canário Verde se fortaleça como um bem cultural acessível, compreensível e reproduzível para as futuras gerações.
O projeto "Bumba Meu Boi Canário Verde 2026" contará com uma equipe técnica e artística especializada, composta por profissionais com notória experiência na cultura popular maranhense, garantindo a excelência na execução de todas as etapas. A Associação Cultural Canário Verde, proponente do projeto, terá um papel central e ativo, sob a liderança do seu dirigente, o Sr. Benedito Firmino da Silva, o Sibite. Na condição de dirigente e fundador do grupo, Sibite será o responsável máximo pela coordenação geral do projeto, atuando de forma voluntária e dedicada. Sua atuação será fundamental na supervisão artística, assegurando a fidelidade às tradições do Boi de Orquestra, na mediação entre a equipe técnica e o corpo de brincantes, e na fiscalização direta da confecção das indumentárias, área na qual é mestre artesão. Sua liderança, reconhecida pela comunidade, será o elo que garantirá a autenticidade cultural e a coesão do grupo ao longo de todo o processo.Complementando a liderança institucional, o projeto integrará profissionais chave. O Maestro e Arranjador, a ser contratado, será responsável por conduzir os ensaios musicais, harmonizar as vozes e instrumentos, e criar os arranjos para as dez novas toadas, exigindo-se para tal função formação em música ou comprovada experiência com arranjos para manifestações culturais populares. A figura do Produtor Cultural será essencial para a operacionalização, gerenciando os cronogramas, a logística das apresentações, a relação com os fornecedores e a documentação necessária para a prestação de contas, cargo que requer experiência comprovada em produção executiva de eventos culturais. A Costureira/Artesã, atuando sob a orientação de Sibite, terá a missão prática de executar a confecção das cem indumentárias, necessitando de habilidade em costura e, preferencialmente, familiaridade com bordados e adereços típicos.Os currículos dos principais participantes refletem essa expertise. Benedito Firmino da Silva (Sibite), fundador e dirigente do Bumba Meu Boi Canário Verde, é cantador, compositor de toadas e mestre artesão na confecção de indumentárias e adereços para o Boi. Com mais de 28 anos à frente do grupo, foi homenageado com a Medalha de Mérito Cultural Ubirajara Fidalgo em 2020, participou de projetos como o Itaú Cultural em 2000 e tem sua trajetória documentada em reportagens e exposições, como "Invisíveis Presentes". O Maestro e Arranjador a ser contratado deverá possuir formação em Música ou experiência equivalente, com conhecimento específico nos ritmos do Bumba Meu Boi, particularmente no sotaque de Orquestra, e histórico de trabalho com grupos culturais tradicionais. Por fim, o Produtor Cultural contratado deverá ter experiência mínima de três anos em produção de eventos, com ênfase em projetos da Lei Rouanet ou editais públicos, possuindo habilidades de gestão administrativa e logística para viabilizar complexas turnês de apresentações. Esta equipe, amalgamada pela liderança experiente de Sibite e pelo suporte técnico especializado, constitui a base sólida para o sucesso desta iniciativa de preservação e difusão do patrimônio cultural imaterial.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.