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PRONAC 251471IndeferidoMecenato

Plano Bienal Associação Tingui

ASSOCIACAO TINGUI
Solicitado
R$ 1,14 mi
Aprovado
R$ 238,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Artesanato tradicional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Jenipapo de Minas
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Jenipapo de Minas Minas Gerais

Resumo

Viabilização de recursos para manutenção da Associação Tingui, garantido assim sua continuidade e fortalecimento das ações culturais do Vale do Jequitinhonha Um de seus principais programa é o fortalecimento da cultura do algodão do Vale do Jequitinhonha com objetivo de valorizar os saberes tradicionais das comunidades rurais e quilombolas do Vale do Jequitinhonha, contribuindo para a preservação e o reconhecimento da identidade e da cultura local. Objetivo geral

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Viabilização de recursos para manutenção da Associação Tingui, organização sem fins lucrativos ou econômicos fundada em 1999 por lideranças comunitárias residentes em comunidades rurais e quilombolas do Médio Jequitinhonha e expansão de seus programas de democratização da cultura. A Tingui atua em três áreas; cuidado da cultura local e dos saberes ancestrais, cuidado da terra e do meio-ambiente; cuidado da saúde e do bem-estar das pessoas. Manutenção dos seus programas tais como: O fortalecimento da cultura do algodão do Vale do Jequitinhonha valorizar os saberes tradicionais das comunidades rurais e quilombolas do Vale do Jequitinhonha, contribuindo para a preservação e o reconhecimento da identidade e da cultura local. Objetivos específicos: Identificação das mestras de ofício (fiação, tecelagem, bordado, crochê e tingimento vegetal dos fios), que são guardiãs da cultura local, e contratação das mesmas para realização de oficinas formativas destinadas às mulheres residentes em 7 comunidades rurais, sendo três delas quilombolas. 1. Realização de 4 oficinas mensais de bordado na comunidade quilombolas do Curtume (município de Jenipapo de Minas), totalizando 16 horas/mês. Em 2015, a Tingui começou a atuar junto às mulheres da comunidade quilombola Curtume, no município de Jenipapo de Minas, que estavam entristecidas e manifestaram o desejo de participar de encontros de convivência. A Tingui, ao identificar que o bordado era uma saber tradicional entre as mulheres dessa comunidade, saber esse que se encontrava enfraquecido, propôs que os encontros tivessem como fio condutor a prática desse ofício. Na época, as então três únicas bordadeiras da comunidade passaram a ensinar o bordado para as demais. Hoje, o grupo conta com 25 bordadeiras experientes e 23 jovens aprendizes. O trabalho autoral das artesãs trouxe geração de renda e reconhecimento, em forma de prêmios e da participação em diferentes exposições no Brasil e no exterior (Suíça e Hungria). 2. Realização de 4 oficinas mensais de crochê, nas comunidades Empoeira e Santana (município de Jenipapo de Minas) totalizando 16 horas/mês por comunidade. As oficinas de 2025/2026, terão como foco a formação das aprendizes para que estejam aptas na produção desta linha de bolsas, e de novo produtos a serem desenvolvidos. 3. Realização de 4 oficinas mensais de fiação / cantoria, nas comunidades Curtume, Empoeira e Santana, no município de Jenipapo de Minas, e Tocoiós, no município de Francisco Badaró, totalizando 16 horas/mês por comunidade. 4. Realização de 2 oficina mensais de tecelagem, nas comunidades Poções e Porto dos Alves, no município de Chapada do Norte, e na sede da Tingui, na cidade de Jenipapo de Minas (envolvendo mulheres de 2 comunidades rurais do mesmo município), totalizando 16 horas/mês por comunidade. 5. 5)Realização de 2 oficinas/ano de tingimento vegetal nas comunidades Curtume, Empoeira e Santana, no município de Jenipapo de Minas, e Tocoiós, no município de Francisco Badaró, totalizando 16 horas/ano por comunidade. 6. Realização do Encontro das Fiandeiras do Vale do Jequitinhonha 7. Registro fotográfico das artesãs das 7 comunidades envolvidas 8. Concepção, organização e edição de livro sobre a cultura do algodão no Vale do Jequitinhonha livro, em co-autoria coletiva, trazendo histórias sobre a importância do algodão na região, fotos, depoimentos, cantigas/versos etc. 9. Gestão do perfil @mulheresdojetquitinhonha, com mais de 160 mil seguidores no Instagram, trazendo histórias das artesãs. 10. Apresentação musical do grupo Ribeirão de Areia O Ribeirão de Areia é um grupo que reúne jovens músicos e cantores da comunidade Ribeirão de Areia. Com o apoio da Tingui, que convidou os músicos de Araçuaí e região, para assumir a direção artística e musical, o grupo vem desenvolvendo um trabalho sensível e poético há 10 anos, tendo como propósito cantar e fortalecer as cantigas tradicionais das comunidades rurais do Vale do Jequitinhonha. Ao participar dos encontros, o grupo está ouvindo o canto das mulheres, com o objetivo de compor um repertório exclusivo que celebre a delicadeza e a poesia das cantigas de ninar do Vale do Jequitinhonha. Este repertório será então apresentado nos encontros que o grupo participa no Vale do Jequitinhonha.

Justificativa

EM ATENDIMENTO DAS FINALIDADES DO PRONAC, segue: Destacamos abaixo os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 aos quais o projeto se enquadra, bem como quais objetivos do Art. 3º da referida norma, que pretendemos alcançar: Art. 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Sobre a proponente:A Tingui é uma organização sem fins lucrativos ou econômicos fundada em 1999 por lideranças comunitárias residentes em comunidades rurais e quilombolas do Médio Jequitinhonha. Ao longo dos anos, passamos de uma atuação centrada no combate à fome e à desnutrição para uma atuação focada no desenvolvimento integral do ser humano, com especial atenção às mulheres. Atuamos a partir de três eixos interligados e complementares: cuidado da saúde e do bem-estar das pessoas; cuidado da terra e do meio-ambiente; cuidado da cultura local e dos saberes ancestrais.Tendo o cuidado como eixo central do trabalho, buscamos criar as condições para a construção de alternativas de vida plena e digna. Ao longo dos 25 anos de atuação, nossos programas e metodologia foram reconhecidos por prêmios e pelos principais veículos da imprensa nacional, e internacional. Graças aos resultados obtidos em nossas ações, a Tingui vem expandindo progressivamente suas ações, tanto em termos de projetos quanto de abrangência geográfica. Hoje, atuamos em 15 comunidades, de quatro municípios do Vale do Jequitinhonha, atendendo diretamente cerca de 500 pessoas. 2. Sobre o Vale do Jequitinhonha: O Vale do Jequitinhonha é uma das 12 mesorregiões do Estado de Minas Gerais, que, por sua vez, é subdividido em três microrregiões: Baixo Jequitinhonha, Médio Jequitinhonha e Alto Jequitinhonha. Os projetos da Tingui estão concentrados no Médio Jequitinhonha, mais especificamente em 3 dos 19 municípios da microrregião, que conta com uma população total de 287.329 pessoas (IBGE, 2010). Nesses três municípios (Jenipapo de Minas, Francisco Badaró e Chapada do Norte), entre 45% e 50% da população vive com até meio salário mínimo por mês (IBGE, 2010), que equivalem a cerca de 100 dólares/mês. A escassez de oportunidades de trabalho é uma marca na história da região. Para se ter uma ideia, a população com trabalho formal representa apenas 4,1% e 5% do total dos habitantes de Chapada do Norte e Francisco Badaró, respectivamente (IBGE, 2021). A falta de oportunidades de trabalho se reflete também no PIB destes municípios que estão entre os 70 mais baixos entre os 5.570 municípios de todo o país. Do total da população da microrregião, 45% vive na zona rural. Dentre estes, 48% têm como atividade principal a agricultura familiar (Ministério do Desenvolvimento Agrário, 2010). Região de transição entre o cerrado e a caatinga, o clima e a vegetação muito se assemelham ao Nordeste brasileiro, com longos períodos de estiagem. Porém, a população, que historicamente desenvolveu mecanismos de convivência com a seca, vem sendo castigada pelo desequilíbrio climático - 18 das 20 cidades brasileiras que mais aqueceram em 2023 estão localizadas no Vale do Jequitinhonha (Cemaden, 2023). Araçuaí, principal cidade da região, registrou em 2023 a maior temperatura da história do país. As mulheres, na maioria das vezes, permanecem no território, cuidando da casa e dos filhos, da roça e dos pequenos animais. Ao permanecerem no território, são elas que preservam a cultura e os saberes ancestrais. Pela perspectiva da Tingui, a cultura local e os saberes ancestrais são o maior bem da população rural do Vale do Jequitinhonha. Pela nossa experiência, sabemos que ao valorizar o modo de vida local, conseguimos construir caminhos para uma vida digna e plena, ancorada na identidade e na história local. 3) Nossos programas 3.1 Mulheres do Jequitinhonha Mulheres do Jequitinhonha é o nome do principal programa da Tingui, tendo como objetivo promover o fortalecimento e a autonomia de mulheres rurais e quilombolas do Vale do Jequitinhonha a partir da valorização dos seus saberes ancestrais.O programa atua hoje junto a cerca de 180 mulheres, de 9 comunidades rurais (sendo quatro quilombolas), distribuídas em 4 comunidades do Médio e do Alto Jequitinhonha, tendo como principal ação a promoção de encontros de convivência regulares, o fortalecimento e o resgate da cultura e dos saberes tradicionais. Cantar, jogar verso, brincar, cuidar das plantas e das ervas medicinais, tingir com plantas do mato, guardar as sementes crioulas, plantar sem veneno, bordar, tecer e fiar são alguns dos saberes praticados pelos grupos. Geração de renda e autonomia financeira; melhoria da auto-estima e da saúde física, mental e emocional; fortalecimento de vínculos comunitários; criação de redes de apoio; valorização e reconhecimento são alguns dos resultados deste programa. Em meio a esses encontros, muitas histórias vão sendo lembradas. A partir da escuta dessas histórias, dos desejos e das necessidades das mulheres, surgem os diferentes projetos do programa Mulheres do Jequitinhonha. 3.2 Rebuçá Rebuçá é um desses projetos, que nasceu em uma roda de conversa entre mulheres das comunidades quilombolas Porto dos Alves e Poções, no município de Chapada do Norte, que se encontram regularmente para tecer. Enquanto conversavam, se lembraram das mantinhas que suas mães e avós confeccionavam para receber os bebês no mundo. Esses "paninhos" tecidos com o algodão colhido em suas roças, recebiam o nome de Corim. O grupo decidiu então retomar, juntas, o tecer dos corins e, com o apoio da Tingui, está trabalhando nas mantinhas produzidas com algodão agroecológico plantado pelas mulheres. Assim, a lembrança dos corins foi ‘puxando’ muitas outras memórias. A cada encontro, novas histórias vão sendo lembradas como as cantigas de ninar, os cuidados durante o período de resguardo, os chás, as rezas, as massagens, entre tantos outros afetos. 3.3 Ribeirão de Areia O Ribeirão de Areia é um grupo que reúne jovens músicos e cantores da comunidade Ribeirão de Areia. Com o apoio da Tingui, que convidou os músicos de Araçuaí Dener Pinheiro e Grace Matos para assumir a direção artística e musical, o grupo vem desenvolvendo um trabalho sensível e poético há 10 anos, tendo como propósito cantar e fortalecer as cantigas tradicionais das comunidades rurais do Vale do Jequitinhonha. Ao participar dos encontros, o grupo está ouvindo o canto das mulheres, com o objetivo de compor um repertório exclusivo que celebre a delicadeza e a poesia das cantigas de ninar do Vale do Jequitinhonha. Este repertório será então apresentado nos eventos com gestantes, parteiras, mulheres e encontros que o grupo participa no Vale do Jequitinhonha. 4 Registros: Prevemos ainda o registro em texto e fotos dos intercâmbios, em Belo Horizonte e no Vale do Jequitinhonha, através da produção de um diário de bordo, tendo como objetivo salvaguardar os momentos preciosos de troca e aprendizado. Prevemos ainda o registro em vídeo, trazendo depoimentos das participantes sobre a experiência como um todo.

Especificação técnica

Especificações técnicas do produto – Produto principal 1 - Manutenção de Instituição Cultural Manutenção, circulação e realização das atividades do Manutenção da Associação Tingui na viabilização e desenvolvimento de um conjunto de ações e atividades de socialização e fomento cultural em sua comunidade. Produto 2 Ø Oficinas de bordado Ø Oficinas de Crochê Ø Oficinas de tecelagem Planos pedagógico Ø Oficinas de bordado As presentes oficinas de bordado têm como objetivo permitir a ampliação do trabalho e o fortalecimento do bordado na região, conectando a prática à cultura do algodão, a partir do desenvolvimento de peças bordadas com o fio do algodão agroecológico, plantado pelas próprias artesãs (em detrimento da linha industrial, que é hoje utilizada pelo grupo). As peças bordadas terão como suporte os tecidos feitos com a linha fiada nos encontros de fiação e tecidos pelas tecelãs aprendizes (em detrimento do pano americano cru industrializado, utilizado hoje pelo grupo). Assim, os painéis tecidos e bordados visam ser uma celebração da cultura do algodão do Vale do Jequitinhonha, unindo mulheres agricultoras, que plantam o algodão, fiam, tecem e bordam. Visa ainda ser uma celebração da vida comunitária e dos elos solidários e de cooperação que caracterizam o modo de vida das comunidades rurais e quilombolas. Os painéis terão como tema a vida no sertão de Minas, com imagens bordadas a partir dos desenhos autorais de Diogo Guimarães, que já se consagrou como o ilustrador oficial do grupo, sendo ele também residente na comunidade e filho de bordadeira. As oficinas de bordado têm como objetivo a capacitação das bordadeiras que integram o grupo Bordadeiras do Curtume para que estejam todas aptas à produção das peças da nova coleção. OBJETIVOS:. Desenvolvimento de uma nova coleção de peças das Bordadeiras do Curtume, em parceria com as tecelãs e as fiandeiras da região.Fortalecimento das artesãs do Médio JequitinhonhaGeração de rendaFortalecimento dos vínculos comunitários Fortalecimento de todo o ciclo do algodãoFortalecimento do modo de vida e dos saberes ancestraisCombate ao êxodo rural METODOLOGIA: As oficinas de bordado serão ministradas pela mestra Carmen Guimarães, bordadeira e tingideira experiente, moradora da comunidade quilombola do Curtume, onde as aulas serão ministradas. Tendo como foco o desenvolvimento das novas peças, as oficinas terão como foco: Risco: método de transferência das ilustrações para o tecidoCartela de coresBordado em ponto cheio tendo como foco os novos materiais (linha e suporte)Acabamento e finalizaçãoControle de qualidadePreparo das peças e embalagens Ao final da capacitação, o grupo de bordadeiras terá um encontro com a designer de produtos, que irá avaliar o resultado do trabalho e trabalhar junto ao grupo para o aprimoramento dos aspectos que precisam ser aprimorados. Essa metodologia de trabalho e de formação técnica foi desenvolvida pela Tingui ao longo do histórico de atuação junto aos grupos produtivos no desenvolvimento de novas peças. A metodologia usada nas oficinas vai de encontro com a tradição da transmissão do conhecimento ancestral, com especial ênfase para o ensino oral e o aprendizado prático, metodologia que vem sendo utilizada com sucesso para a formação de novas bordadeiras do grupo há seis anos. A formação prevê ainda um intercâmbio entre as bordadeiras, as fiandeiras e as tecelãs, visando consolidar os vínculos e a rede de cooperação entre as artesãs. Os encontros entre grupos têm como objetivo o fomento de uma troca horizontal e espontânea de saberes e de experiências, além de propiciar momentos para brincar, cantar, fazer e conversar. Assim, além de criar um ambiente fértil para a troca e o aprendizado, potencializamos a cultura viva local. RECURSOS DIDÁTICOS: As oficinas de desenvolvimento serão realizadas na própria comunidade. A decisão de ministrar oficinas no local é um recurso didático e de acessibilidade, buscando, por um lado, garantir a presença de todas as bordadeiras do grupo no processo de capacitação. Por outro, estimular as mulheres da comunidade que ainda não integram o grupo a ingressar nas oficinas de bordado. O fio de algodão usado nas oficinas de bordado e desenvolvimento das peças será fornecido pela Tingui, adquirido das mulheres fiandeiras participantes dos encontros de fiação. Os painéis, usados como suporte para o bordado, serão tecidos nas oficinas de tear. PERIODICIDADE: Encontros de criação: dois encontros presenciais de dois dias e acompanhamento à distância semanalOficinas de bordado para desenvolvimento das peças: quinzenais, com duração de 4 horas cada, durante 10 meses CARGA HORÁRIA: Encontros de Criação: 32 horas + acompanhamento uma hora por semana de acompanhamento online totalizando 16 horas Oficinas de bordado para desenvolvimento das peças semanais: 8 horas mensais, totalizando 80 horasPÚBLICO ALVO: Mulheres agricultoras, residentes na comunidade quilombola do Curtume, no município de Jenipapo de Minas, em idade adulta, de baixa renda (até R$600,00 per capita), com escolaridade que varia entre ensino fundamental incompleto e médio completo. FAIXA ETÁRIA: entre 16 e 60 anos PRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO: · Ser bordadeira ou aprendiz Ser integrante do grupo Bordadeiras do Curtume ESTRATÉGIAS PARA AÇÕES DE ACESSIBILIDADE: Hoje, não há no grupo Bordadeiras do Curtume pessoas com deficiência. Porém, encontros serão ministrados nas próprias comunidades, visando facilitar e estimular a presença das pessoas com deficiência. É importante ressaltar que as comunidades rurais e quilombolas têm uma forte cultura de inclusão e aceitação. As pessoas com deficiência são parte integrante dessas comunidades, que contam com uma rede de apoio que pode incluir, além dos familiares, vizinhos e amigos. Ao oferecer os encontros dentro das comunidades, temos como estratégia contar com essa estrutura solidária natural, garantindo um ambiente seguro, familiar e acolhedor. As oficinas serão ministradas para mulheres residentes na comunidade quilombola do Curtume. Mulheres quilombolas, lavradoras constituem um grupo historicamente desfavorecido. Ainda hoje, a condição de vida destas comunidades encontra forte relação entre a forma com que se deu estes agrupamentos, que se estabeleceram em uma região do estado com seu menor potencial hídrico. Oscilando entre falta de políticas públicas e a convivência com políticas públicas que desconsideram o modo de vida e a cultura local, essa população vem tendo, historicamente, como única alternativa se tornar mão de obra barata, seja migrando definitivamente para trabalhar como empregada doméstica e residir nas periferias urbanas, seja migrando sazonalmente para com o trabalho nas fazendas de corte de cana e de colheita de café em outros regiões do país. Os encontros buscam criar alternativas para que essas mulheres possam permanecer em suas casas, tendo renda a partir de um ofício digno, que valorize as potencialidade locais. Nº DE TURMAS: 1 Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: 20 AVALIAÇÃO Os critérios de avaliação são: presença nos encontrosqualidade técnica do bordado em ponto cheioqualidade técnica do acabamento da peçaassimilação da cartela de corescuidado na finalizaçãoatitude positiva e de cooperação com as demais participantes Ø Oficinas de Crochê Criadas e prototipadas em 2024 pela crocheteira Raquel Souza em parceria com a designer de produtos Paula Dib, as peças celebram a tradição do uso do embornal na roça. Ressignificados, a linha de produtos traz 4 modelos de bolsas, todas elas inspiradas nos embornais. As oficinas de 2025/2026, terão como foco a formação das aprendizes para que estejam aptas na produção desta linha de bolsas, e de novo produtos a serem desenvolvidos. OBJETIVOS: (indique os objetivos gerais e específicos de seu curso). Desenvolvimento e produção da linha de bolsasFortalecimento das artesãs do Médio JequitinhonhaGeração de rendaFortalecimento dos vínculos comunitários Fortalecimento de todo o ciclo do algodãoFortalecimento do modo de vida e dos saberes ancestraisCombate ao êxodo rural METODOLOGIA: (indique os métodos e técnicas utilizados em seu curso para atingir seus objetivos). As oficinas de crochê serão ministradas pela mestra Anereide, crocheteira experiente. Tendo como objetivo o desenvolvimento das novas peças, as oficinas terão como foco: Aprimoramento dos pontos xxx e xxxCartela de coresAcabamento e finalizaçãoControle de qualidadePreparo da peças e embalagens Ao final da capacitação, o grupo de crocheteiras terá um encontro com a designer de produtos, que irá avaliar o resultado do trabalho e trabalhar junto ao grupo para o aprimoramento dos aspectos que precisam ser aprimorados. Essa metodologia de trabalho e de formação técnica foi desenvolvida pela Tingui ao longo do histórico de atuação junto aos grupos produtivos no desenvolvimento de novas peças. A metodologia usada nas oficinas vai de encontro com a tradição da transmissão do conhecimento ancestral, com especial ênfase para o ensino oral e o aprendizado prático, metodologia que vem sendo utilizada com sucesso para a formação de novas artesãs. A formação prevê ainda um intercâmbio entre as crocheteiras e as fiandeiras, visando consolidar os vínculos e a rede de cooperação entre as artesãs. Os encontros entre grupos têm como objetivo o fomento de uma troca horizontal e espontânea de saberes e de experiências, além de propiciar momentos para brincar, cantar, fazer e conversar. Assim, além de criar um ambiente fértil para a troca e o aprendizado, potencializamos a cultura viva local. RECURSOS DIDÁTICOS: (indique os equipamentos ou materiais que serão utilizados no curso). As oficinas de desenvolvimento serão realizadas na própria comunidade. A decisão de ministrar oficinas no local é um recurso didático e de acessibilidade, buscando, por um lado, garantir a presença de todas as artesãs do grupo no processo de capacitação. Por outro, estimular as mulheres da comunidade que ainda não integram o grupo a ingressar nas oficinas de bordado. O fio de algodão usado nas oficinas de bordado e desenvolvimento das peças será fornecido pela Tingui, adquirido das mulheres fiandeiras participantes dos encontros de fiação. Os painéis, usados como suporte para o bordado, serão tecidos nas oficinas de tear. PERIODICIDADE: Oficinas de crochê para desenvolvimento das peças: quinzenais, com duração de 4 horas cada, durante 10 meses CARGA HORÁRIA: 8 horas mensais, totalizando 80 horas PÚBLICO ALVO: Mulheres agricultoras, residentes nas comunidades de Santana, no município de Jenipapo de Minas, e Empoeira, em Francisco Badaró, em idade adulta, de baixa renda (até R$600,00 per capita), com escolaridade que varia entre ensino fundamental incompleto e médio completo. FAIXA ETÁRIA: entre 16 e 60 anos PRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO: Ser crocheteira ou aprendiz ESTRATÉGIAS PARA AÇÕES DE ACESSIBILIDADE: Hoje, não há no grupo pessoas com deficiência. Porém, encontros serão ministrados nas próprias comunidades, visando facilitar e estimular a presença das pessoas com deficiência. É importante ressaltar que as comunidades rurais e quilombolas têm uma forte cultura de inclusão e aceitação. As pessoas com deficiência são parte integrante dessas comunidades, que contam com uma rede de apoio que pode incluir, além dos familiares, vizinhos e amigos. Ao oferecer os encontros dentro das comunidades, temos como estratégia contar com essa estrutura solidária natural, garantindo um ambiente seguro, familiar e acolhedor. As oficinas serão ministradas para mulheres residentes na comunidade quilombola do Curtume. Mulheres quilombolas, lavradoras constituem um grupo historicamente desfavorecido. Ainda hoje, a condição de vida destas comunidades encontra forte relação entre a forma com que se deu estes agrupamentos, que se estabeleceram em uma região do estado com seu menor potencial hídrico. Oscilando entre falta de políticas públicas e a convivência com políticas públicas que desconsideram o modo de vida e a cultura local, essa população vem tendo, historicamente, como única alternativa se tornar mão de obra barata, seja migrando definitivamente para trabalhar como empregada doméstica e residir nas periferias urbanas, seja migrando sazonalmente para com o trabalho nas fazendas de corte de cana e de colheita de café em outros regiões do país. Os encontros buscam criar alternativas para que essas mulheres possam permanecer em suas casas, tendo renda a partir de um ofício digno, que valorize as potencialidade locais. Nº DE TURMAS: 1 Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: 10 AVALIAÇÃO Os critérios de avaliação são: presença nos encontrosqualidade técnica do bordado em ponto cheioqualidade técnica do acabamento da peçaassimilação da cartela de corescuidado na finalizaçãoatitude positiva e de cooperação com as demais participantes A Tingui irá ouvir as participantes de forma individual e coletiva, de forma recorrente e constante, ao longo da temporada das oficinas, para colher suas impressões, descobertas, críticas e sugestões, assim podendo atuar perante as dificuldades encontradas para que possam ser contornadas. Ao fim da temporada de encontros, uma nova rodada de avaliação irá ocorrer. No nosso histórico de atuação junto às comunidades, entendemos que uma roda de conversa, juntamente com conversas individuais, são a maneira mais eficaz de avaliar os projetos, em detrimento de questionários em que as subjetividades não podem ser detectadas. CERTIFICAÇÃO: O certificado será emitido apenas para as oficinas de bordado, tendo como condição à participação em 80% das oficinas, além do atingimento do padrão de qualidade estabelecido para as peças. REFERÊNCIAS: Durante os encontros de criação, Por se tratar de um conhecimento tradicional das comunidades, e não do aprendizado de uma fazer manual vindo de fora, as referências utilizadas durante as oficinas são oriundas das histórias das próprias comunidades, e não de uma bibliografia. Para tanto, serão utilizados os seguintes recursos: A experiência da própria mestra crocheteiraAo longo das oficinas, o estímulo da ativação da memória ancestral da cultura do algodão, buscando levantar casos e histórias das tecelãs locais, peças antigas produzidas nas próprias comunidades etc.O filme O Fio que Sustenta, produzido e dirigido por três tecelãs do grupo Tecelãs de Tocoiós, que traz um registro emocionante da história da lida com algodão nas comunidades quilombolas Tocoiós de Minas e Mocó. Encontro para formação de grupos de fiação e resgate de cantigas Com o fortalecimento da tecelagem na comunidade Tocoiós de Minas e a retomada do plantio do algodão em 5 comunidades rurais e quilombolas, resultado do projeto “Algodão Agroecológico”, da Tingui, muitas mulheres manifestaram o desejo da retomada da fiação. Essas antigas fiandeiras foram aos poucos deixando de lado o ofício, devido ao enfraquecimento da cultura do algodão na região e à falta de reconhecimento do valor do trabalho manual. A fiação no Vale do Jequitinhonha se caracterizou por ser uma atividade coletiva, em que mulheres de uma mesma família e/ou comunidade se juntavam para produzir os fios, “trocando dias", como é dito na região. O ofício se constitui assim como um importante elo entre as mulheres, além de ser uma prática que valoriza a cooperação e a tradição comunitária. Além de fiar, o processo de carda manual também é uma etapa importante e única da tradição do algodão na região. A carda, que é processo de preparação das fibras de algodão para a fiação, é feita pelas artesãs através da “batida do algodão”, com o uso de varas. Ao bater o algodão de maneira ritmada, as fiandeiras produzem o que chamamos de “os sons do algodão”, fazendo da batida manual um espetáculo rítmico único. Os encontros serão entre ex-fiandeiras para que as mesmas possam retomar o ofício, praticando a fiação, tanto na roda quanto no fuso, e a também a batida do algodão. Em paralelo à prática, os encontros têm como objetivo ativar as lembranças da história e da tradição de suas comunidades, estimulando as mulheres a rememorar a presença e a importância do algodão, da fiação e do tear em suas vidas. Durante os encontros, as mulheres serão ainda estimuladas a ativar as memórias das cantigas e dos cantos de trabalho, retomando a tradição dos cantos durante o processo da fiação. OBJETIVOS: (indique os objetivos gerais e específicos de seu curso). Formação e fortalecimento de quatro grupos de fiandeirasRetomada da fiação como alternativa de geração de rendaValorização das fiandeiras enquanto artesãs e guardiãs da cultura local e da identidade brasileiraResgate e fortalecimento das cantigas e dos cantos de trabalho ligados à cultura do algodãoFortalecimento dos vínculos comunitários Fortalecimento de todo o ciclo do algodãoFortalecimento do modo de vida e dos saberes ancestraisCombate ao êxodo rural METODOLOGIA: (indique os métodos e técnicas utilizados em seu curso para atingir seus objetivos). Os encontros buscam criar o ambiente propício para que os saberes adormecidos dessas ex-fiandeiras possam emergir. Em vez de oficinas formativas, propomos encontros para a convivência em alegria, propiciando a troca de saberes, de experiências, de histórias, de causos e de afetos, onde o fiar possa ocorrer de forma espontânea e coletiva. Os encontros serão facilitados por: Maria Aparecida Leite: fiandeira experiente, é uma das lideranças da comunidade do Curtume e uma das responsáveis pela retomada dos grupos de fiação. Será responsável por acompanhar os grupos de fiação, capacitando as mais experientes para a produção de fios adequados para o trabalho de bordado/crochê/tecelagem, cada qual com sua especificidade, além do repasse da técnica para as jovens aprendizes. Marli de Jesus Costa, artesã e mestra guardiã da cultura das rodas de verso e das cantigas do Vale do Jequitinhonha. Integrante do grupo Bordadeiras do Curtume, Marli se destacou por seu vasto conhecimento e pelo amor pelas cantigas e pelos cantos de trabalho, e vem atuando junto a Tingui para o fortalecimento das rodas e dos batuques nas comunidades. Durante os encontros, além da fiação, Marli irá estimular as mulheres a relembrarem as cantigas da comunidade. Além dos encontros entre ex-fiandeiras de uma mesma comunidade, prevemos um encontro entre as 4 comunidades, que estamos chamando de mutirão da fiação e do canto. O mutirão será um momento único propício à troca de saberes e experiências, do cantar e do brincar. Além de se reunirem para fiar, o mutirão tem como foco a celebração das cantigas e dos cantos de trabalho, tendo como instrumentos musicais os sons das roda de fiar e a batida rítmica do algodão. O mutirão será um encontro piloto para que as fiandeiras possam, além do fiar, se tornarem também um grupo cultural de cantigas e cantos de trabalho. O mutirão ocorrerá no galpão das Tecelãs de Tocoiós, local inspirador que celebra toda a beleza da tradição da fiação e da tecelagem. RECURSOS DIDÁTICOS: Os encontros serão realizados nas próprias comunidades, nos salões comunitários. A decisão de realizar os encontros no local é um recurso didático, buscando reproduzir os encontros de outrora para que, no futuro, possam voltar a acontecer de forma espontânea, sem a presença das facilitadoras. Cada participante irá trazer sua própria roda (que já foram revisadas e reparadas pela Tingui) ou fuso. O algodão usado para as oficinas será fornecido pela Tingui, adquirido das famílias agricultoras que participam do projeto Algodão Agroecológico da própria OSC (caso não seja suficiente, o algodão será adquirido da Central Veredas, grupo de agricultores e artesãos do Norte de Minas, que também plantam algodão agroecológico). PERIODICIDADE: Encontros presenciais, duas vezes ao mês, com duração de 4 horas cada. Os encontros acontecerão de forma alternada entre encontros com foco em fiação e canto e encontros com foco em fiação e histórias. CARGA HORÁRIA 8 horas por mês, totalizando 80 horas por turma1 encontro de 4 horas para mutirão PÚBLICO ALVO: Mulheres agricultoras, residentes nas comunidades rurais e/ou quilombola Santana, no município de Jenipapo de Minas; Empoeira e Tocoiós de Minas, em Francisco Badaró; São João Marques no município de Chapada do Norte, em idade adulta, de baixa renda (até R$600,00 per capita), com escolaridade que varia entre ensino fundamental incompleto e médio completo. FAIXA ETÁRIA: entre 16 e 60 anos PRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO · Ser residente em uma das comunidades acima mencionadas Estar presente na comunidade ao longo dos 10 meses em que as oficinas serão realizadas, tendo disponibilidade para frequentar os encontros Ser ex-fiandeira ou ter interesse em participar dos encontros para aprender a fiação ESTRATÉGIAS PARA AÇÕES DE ACESSIBILIDADE: Como acima mencionado, os encontros serão ministrados nas próprias comunidades, visando facilitar e estimular a presença das pessoas com deficiência. É importante ressaltar que as comunidades rurais e quilombolas têm uma forte cultura de inclusão e aceitação. As pessoas com deficiência são parte integrante dessas comunidades, que contam com uma rede de apoio que pode incluir, além dos failiares, vizinhos e amigos. Ao oferecer os encontros dentro das comunidades, temos como estratégia contar com essa estrutura solidária natural, garantindo um ambiente seguro, familiar e acolhedor. ESTRATÉGIAS PARA PROMOÇÃO DO ACESSO A GRUPOS OU SEGMENTOS HISTORICAMENTE EM DESVANTAGEM As oficinas serão ministradas para mulheres residentes em comunidades rurais, sendo a maioria negra, e metade entre elas residentes em comunidades quilombolas certificados. Mulheres, negras, lavradoras constituem um grupo historicamente desfavorecido. Ainda hoje, a condição de vida destas comunidades encontra forte relação entre a forma com que se deu estes agrupamentos, que se estabeleceram em uma região do estado com seu menor potencial hídrico. Oscilando entre falta de políticas públicas e a convivência com políticas públicas que desconsideram o modo de vida e a cultura local, essa população vem tendo, historicamente, como única alternativa se tornar mão de obra barata, seja migrando definitivamente para trabalhar como empregada doméstica e residir nas periferias urbanas, seja migrando sazonalmente para com o trabalho nas fazendas de corte de cana e de colheita de café em outros regiões do país. Os encontros buscam criar alternativas para que essas mulheres possam permanecer em suas casas, tendo um complemento de renda a partir de um ofício digno, que valorize as potencialidade comunitárias e fortaleça a cultura e a identidade local. Nº DE TURMAS: As oficinas serão ministradas para três turmas: Mulheres residentes na comunidade quilombola Curtume, no município de Jenipapo de Minas. Mulheres residentes na comunidade quilombola Tocoiós de Minas, no município de Francisco Badaró. Mulheres residentes na comunidade rural Santana, no município de Jenipapo de Minas. Mulheres residentes na comunidade rural de Empoeira, no município de Francisco Badaró. Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: Empoeira: 10 participantesCurtume: 10 participantesTocoiós de Minas: 10 participantesSantana: 10 AVALIAÇÃO · Os critérios de avaliação são: presença nos encontrosqualidade técnica das fios e das meadasparticipação nos cantosenvolvimentos nas trocas 2. Instrumento de avaliação do curso: A Tingui irá ouvir as participantes de forma individual e coletiva, de forma recorrente e constante, ao longo da temporada das oficinas, para colher suas impressões, descobertas, críticas e sugestões, assim podendo atuar perante as dificuldades encontradas para que possam ser contornadas. Ao fim da temporada de encontros, uma nova rodada de avaliação irá ocorrer. No nosso histórico de atuação junto às comunidades, entendemos que uma roda de conversa, juntamente com conversas individuais, são a maneira mais eficaz de avaliar os projetos, em detrimento de questionários em que as subjetividades não podem ser detectadas. CERTIFICAÇÃO: Para receber o certificado de participação nos encontros, as participantes deverão estar presentes em 80% dos encontros e no mutirão. REFERÊNCIAS: Por se tratar de um conhecimento tradicional das comunidades, e não do aprendizado de uma fazer manual vindo de fora, as referências utilizadas durante os encontros são oriundas das histórias das próprias comunidades, e não de uma bibliografia. Para tanto, serão utilizados os seguintes recursos: A troca de saberes e de experiência entre as próprias artesãs, ex-fiandeiras..Ao longo dos encontros, o estímulo da ativação da memória ancestral da cultura do algodão, buscando levantar casos e histórias das fiandeiras etc.O filme O Fio que Sustenta, produzido e dirigido por três tecelãs do grupo Tecelãs de Tocoiós, que traz um registro emocionante da história da lida com algodão nas comunidades quilombolas Tocoiós de Minas e Mocó. Ø Oficinas de tecelagem As oficinas de tecelagem serão ministradas por três mestras tecelãs, integrantes do grupo Tecelãs de Tocoiós, residentes na comunidade quilombola Tocoiós de Minas (município de Francisco Badaró, Médio Jequitinhonha), tendo como objetivo formar mulheres de comunidades rurais e quilombolas no ofício do tear manual, para a confecção de peças em algodão agroecológico, tendo como base a técnica artesanal tradicional da região. O programa contempla todas as etapas que envolvem o processo da tecelagem: Preparação do Tear:Montagem do tear: instalação do tear, a fixação das extremidades da urdidura (os fios longitudinais) e a preparação das bobinas de trama (os fios que serão tecidos através da urdidura).2. Urdidura: Enfiamento: Os fios de urdidura são passados através dos olhos de uma lançadeira ou de uma vara de urdidura.Tensão: Os fios de urdidura são esticados e tensionados no tear, garantindo que estejam uniformemente distribuídos.Fixação: Os fios de urdidura são amarrados em um extremo do tear, enquanto o outro extremo é enrolado no cilindro de urdidura.3. Preparação da Trama: Preparação das bobinas de trama: Os fios de trama são enrolados em bobinas que serão inseridas no tear manual.Montagem da lançadeira: A lançadeira (ou outro dispositivo semelhante) é carregada com a bobina de trama e posicionada no tear.4. Tecelagem: Inserção da trama: A lançadeira é lançada através da urdidura, inserindo a trama no tecido.Batida: Após a inserção da trama, o pente é utilizado para comprimir a trama contra a urdidura, compactando o tecido.5. Finalização: Remoção do tecido: Após a conclusão do padrão ou do projeto, o tecido é cuidadosamente removido do tear.Acabamento: O tecido pode passar por processos adicionais, como lavagem, corte, costura e acabamento, dependendo do projeto.6. Inspeção e Reparos: O tecido é inspecionado quanto a erros ou imperfeições, e quaisquer reparos necessários são feitos à mão.As mestras oficineiras vão trabalhar junto às aprendizes na produção dos tecidos que farão parte da coleção de “Painéis tecidos e bordados” (nome ainda provisório). Em paralelo ao ensino da técnica manual, as oficinas têm como objetivo ativar a memória ancestral da tecelagem, estimulando as mulheres aprendizes a rememorar a presença e a importância do algodão, da fiação e do tear em suas comunidades. OBJETIVOS: Formação das artesãs para o ofício da tecelagem manualCapacitação das artesãs e formação de grupo produtivo visando geração de rendaProdução de painéis tecidos a serem comercializadosFortalecimento da tradição do tear manualFortalecimento do modo de vida e dos saberes ancestraisCombate ao êxodo ruralMETODOLOGIA: Durante os encontros presenciais, a metodologia usada nas oficinas vai de encontro com a tradição da transmissão do conhecimento ancestral, com especial ênfase para o ensino oral e o aprendizado prático. A mentoria será feita por mestras tecelãs, mulheres da região, que aprenderam o ofício com suas mães e avós ou com outras mestras, e portanto naturalmente aptas para transmitir seus conhecimentos de forma harmoniosa e adaptada à realidade local. Em complemento aos encontros presenciais, as mestras irão acompanhar e orientar o trabalho das aprendizes à distância, por meio de grupos de WhatsApp criados para cada uma das turmas, tecnologia com a qual todas as participantes são familiarizadas. A formação prevê ainda um intercâmbio entre as turmas de aprendizes. Os encontros entre grupos têm como objetivo o fomento de uma troca horizontal e espontânea de saberes e de experiências, além de propiciar momentos para brincar, cantar, fazer e conversar. Assim, além de criar um ambiente fértil para a troca e o aprendizado, potencializamos a cultura viva local. RECURSOS DIDÁTICOS: As oficinas serão realizadas nas próprias comunidades. A decisão de ministrar oficinas no local é um recurso didático e de acessibilidade, buscando, por um lado, facilitar e estimular a presença das mulheres, por outro, permitir que os teares fiquem em casa (como faz parte da tradição), permitindo que as mulheres possam exercer a prática em casa, nos momentos livres. Cada aprendiz terá à disposição um pequeno tear (já adquirido pela Tingui no passado), de 80 cm, ideal para o aprendizado, uma vez que pode ser facilmente transportado entre a casa e o local das oficinas presenciais (espaços comunitários). O algodão adquirido das famílias agricultoras que participam do projeto Algodão Agroecológico da própria OSC (caso não seja suficiente, o algodão será adquirido da Central Veredas/Copabase, grupo de agricultores e artesãos do Norte de Minas, que também plantam algodão agroecológico), fiado pelas fiandeiras durante os encontros de fiação e tingidos naturalmente com plantas da região como a Aroeira, a Mangueira, o Tingui, o Jenipapo… O tingimento será feito pelas mestras tecelãs que irão ministrar as oficinas. PERIODICIDADE: Oficinas presenciais, uma vez ao mês, com duração de 2 dias (sexta e sábado), com carga horária de 8 horas por dia.Acompanhamento à distância diário, ou quando houver demanda, através dos grupos de WhatsApp.CARGA HORÁRIA: 16 horas por mês, totalizando 160 horas por turma PÚBLICO ALVO: Mulheres agricultoras, residentes nas comunidades rurais Ribeirão de Areia e Santana, no município de Jenipapo de Minas, e nas comunidades quilombolas Porto Alves e Poções, no município de Chapada do Norte, em idade adulta, de baixa renda, com escolaridade que varia entre ensino fundamental incompleto e médio completo. FAIXA ETÁRIA: entre 16 e 60 anos PRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO · Ser residente em uma das comunidades acima mencionadas Estar presente na comunidade ao longo dos 10 meses em que as oficinas serão realizadas tendo disponibilidade para frequentar as aulas e exercer a atividade nas horas vagasTer interesse no ofício da tecelagem ESTRATÉGIAS PARA AÇÕES DE ACESSIBILIDADE: Como acima mencionado, as oficinas serão ministradas nas próprias comunidades, visando facilitar e estimular a presença das pessoas com deficiência. É importante ressaltar que as comunidades rurais e quilombolas têm uma forte cultura de inclusão e aceitação. As pessoas com deficiência são parte integrante dessas comunidades, que contam com uma rede de apoio que pode incluir, além dos familiares, vizinhos e amigos. Ao oferecer as oficinas dentro das comunidades, temos como estratégia contar com essa estrutura solidária natural, garantindo um ambiente seguro, familiar e acolhedor. As oficinas serão ministradas para mulheres residentes em comunidades rurais, sendo a maioria negra, e metade residentes em comunidades quilombolas certificadas. Mulheres, negras, lavradoras constituem um grupo historicamente desfavorecido. Ainda hoje, a condição de vida destas comunidades encontra forte relação entre a forma com que se deu estes agrupamentos, que se estabeleceram em uma região do estado com seu menor potencial hídrico. Oscilando entre falta de políticas públicas e a convivência com políticas públicas que desconsideram o modo de vida e a cultura local, essa população vem tendo, historicamente, como única alternativa se tornar mão de obra barata, seja migrando definitivamente para trabalhar como empregada doméstica e residir nas periferias urbanas, seja para com o trabalho sazonal nas fazendas de corte de cana e de colheita de café em outros regiões do país. As oficinas buscam criar alternativas para que essas mulheres possam permanecer em suas casas, tendo renda a partir de um ofício digno, que valorize as potencialidade locais. Nº DE TURMAS: As oficinas serão ministradas para três turmas: Mulheres residentes na comunidade quilombola Porto Alves, no município de Chapada do Norte. Mulheres residentes na comunidade quilombola Poções, no município de Chapada do Norte. Mulheres residentes na comunidade rural Ribeirão de Areia, no município de Jenipapo de Minas. Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: Porto Alves: 10 participantesPoções: 10 participantesRibeirão de Areia: 10 AVALIAÇÃO Os critérios de avaliação de avaliação são: presença nas oficinas presenciaisempenho na realização das atividades repassadasqualidade técnica das peçasprogressão do aprendizadoA Tingui irá ouvir as participantes de forma individual e coletiva, de forma recorrente e constante, ao longo da temporada das oficinas, para colher suas impressões, descobertas, críticas e sugestões, assim podendo atuar perante as dificuldades encontradas para que possam ser contornadas. Ao fim da temporada de encontros, uma nova rodada de avaliação irá ocorrer. No nosso histórico de atuação junto às comunidades, entendemos que uma roda de conversa, juntamente com conversas individuais, são a maneira mais eficaz de avaliar os projetos, em detrimento de questionários em que as subjetividades não podem ser detectadas. CERTIFICAÇÃO: (indique quais os critérios para recebimento dos certificados) Para receber o certificado de participação no curso, as participantes deverão: estar presentes em 80% das oficinas presenciaisrealizar em casa as atividades propostas participar do grupo de WhatsApp, compartilhando o trabalho, trazendo dúvidas e auxiliando as demais colegasPor se tratar de um conhecimento tradicional das comunidades, e não do aprendizado de uma fazer manual vindo de fora, as referências utilizadas durante as oficinas são oriundas das histórias das próprias comunidades, e não de uma bibliografia. Para tanto, serão utilizados os seguintes recursos: A experiência das próprias mestras artesãs, que são guardiãs da cultura do algodão.Ao longo das oficinas, o estímulo da ativação da memória ancestral da cultura do algodão, buscando levantar casos e histórias das tecelãs locais, peças antigas produzidas nas próprias comunidades etc.O filme O Fio que Sustenta, produzido e dirigido por três tecelãs do grupo Tecelãs de Tocoiós, que traz um registro emocionante da história da lida com algodão nas comunidades quilombolas Tocoiós de Minas e Mocó. Oficineiras Maria Emília Alves Da Silva Terezinha Pereira Da Silva Teresinha SenaMarli de Jesus CostaMaria do Carmo Guimarães Currículos Maria Emília Alves da Silva FORMAÇÃO ACADÊMICA ● Ensino Médio Completo com habilitação em Magistério. OUTROS CURSOS E FORMAÇÕES ● Cursos sobre Cuidados com a Saúde. ● Formações em Aperfeiçoamento da Tecelagem, Padronização e Acabamento das Peças. ● Formação em Precificação das Peças e Ambientação do Galpão. ● Oficina de Tingimento Vegetal em Itamonte-MG. ● Curso de Liderança como Dirigente na Igreja. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Mestra no Ensino da Tecelagem ● Atua como mestra na transmissão de conhecimentos sobre tecelagem tradicional para mulheres aprendizes. Integrante do Grupo das Tecelãs de Tocoiós ● Tecelã e Fiandeira, com experiência em processos artesanais completos, desde fiação, tingimento vegetal até o acabamento das peças. ● Especializa-se em tingimento vegetal, utilizando frutos e cascas de árvores locais como fonte de pigmentos naturais. Professora dos Anos Iniciais da Educação Básica ● Experiência em educação infantil e ensino fundamental, formando gerações na comunidade. Agente Comunitária de Saúde ● Atividade voltada ao cuidado e orientação em saúde pública no âmbito local. Trabalhadora Rural ● Atua na agricultura com o cultivo de sementes crioulas e algodão, promovendo sustentabilidade e fornecendo matéria-prima para tecelagem. PARTICIPAÇÃO EM OUTROS ESPAÇOS ● Fórum da Mulher do Vale do Jequitinhonha: Participa de debates e organizações voltadas às mulheres da região. ● Feiras de Artesanato: ○ Feira de Artesanato da UFMG. ○ Feira de Artesanato na Festa dos Catopês em Montes Claros. ○ Feiras em Araçuaí e Teófilo Otoni. ● Integrante do Coral “Tocoiós Cantos Coral”: Participa do coral comunitário de sua comunidade quilombola. ● Conselhos e Diretorias: ○ Conselho Municipal de Saúde de Francisco Badaró. ○ Diretoria da Associação dos Artesãos de Francisco Badaró. ○ Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável. ○ Conselho Comunitário da Comunidade Rural Quilombola de Tocoiós. HABILIDADES ● Fiagem e tecelagem artesanal com técnicas tradicionais e inovadoras. ● Tingimento vegetal com uso de recursos naturais da região. ● Ensino e transmissão de conhecimentos em artesanato e educação. ● Liderança comunitária e organização de grupos coletivos. ● Participação em eventos culturais e representação institucional. ● Cultivo e manejo de sementes crioulas e algodão para tecelagem. DESTAQUES ● Representação da tradição e cultura artesanal em feiras e eventos renomados. ● Envolvimento ativo no desenvolvimento e sustentação de sua comunidade quilombola. Terezinha Pereira da Silva FORMAÇÃO● Ensino Médio Completo OUTROS CURSOS● Cursos pelo SENAR: Doces Cristalizados, Derivados do Leite, Pães e Doces, Salgados, Arraiolo, Pintura em Tecido, Macramê, Crochê, Trançado de Palha de Bananeira. ● Formações no Galpão das Tecelãs e Fiandeiras: Aperfeiçoamento em Tecelagem, Embalagens, Precificação de Peças, Organização e Apresentação de Peças na Loja Física, Tingimento Vegetal. ● EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Agricultora● Experiência em todas as tarefas rurais, incluindo carpir, plantar, cercar, colher, entre outras atividades relacionadas à agricultura familiar. Integrante do Grupo Tecelãs e Fiandeiras de Tocoiós● Atua como fiandeira utilizando roda e fuso. ● Participa ativamente do tingimento vegetal dos fios e do processo de tecelagem. ● Ensina técnicas de fiar e tecer a outras mulheres. ● Representa o grupo em eventos internos e externos. ● Responsável conjunta pelas embalagens das peças produzidas pelo grupo. ● Professora de Tecelagem ● Ministra aulas de Tecelagem para mulheres aprendizes, exercendo a função de mestra do conhecimento na comunidade Poções, Chapada do Norte. PARTICIPAÇÃO EM ESPAÇOS COLETIVOS E LIDERANÇA ● Diretoria da AMAI (Associação dos Amigos da Infância). ● Diretoria da Associação Quilombola de Tocoios. ● Diretoria da EFA (Escola Família Agrícola) de Virgem da Lapa. Terezinha Sena FORMAÇÃO E EXPERIÊNCIA · Ensino Médio Completo · Trajetória Artesanal e Familiar· Iniciou no artesanato com algodão desde os 5 anos, acompanhando sua mãe no cultivo, colheita, limpeza e preparo do algodão.· Aos 19 anos, aprendeu a tecer no tear largo, incluindo a confecção de desenhos complexos. · Atua em todas as etapas da produção artesanal: do cultivo do algodão à criação do tecido. · Mestra Tecelã e Fiandeira · Reconhecida como Mestra Tecelã pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2010. · Especialista na etapa de urdidura, conhecida por sua precisão e conhecimento técnico aprofundado. · Ensina mulheres na comunidade e de regiões vizinhas, transmitindo saberes tradicionais da fiação e tecelagem. · Experiência em tingimento vegetal utilizando frutos e cascas de árvores da região. · Associações e Grupos· Membro fundadora da Associação dos Artesãos de Francisco Badaró (1988). · Integrante e liderança do grupo Tecelãs de Tocoiós desde 2014, organizando e participando de todo o processo produtivo. · Realiza oficinas de tecelagem com o apoio de organizações como a Tingui, expandindo os conhecimentos para outras comunidades. · ATIVIDADES ARTESANAIS · Produção Artesanal Completa · Cultivo de algodão criôulo como matéria-prima para a tecelagem. · Fiagem manual do algodão, produzindo fios de alta qualidade. · Tingimento natural com plantas da região, criando tons únicos e sustentáveis. · Tecelagem em tear largo e pequeno, produzindo peças como colchas, mantas e tecidos decorativos. · Educação e Transmissão de Saberes · Instrutora de tecelagem, com experiência no ensino de desenhos, colchas e técnicas de urdidura. · Dedica-se à formação de novas gerações de tecelãs, garantindo a continuidade da tradição artesanal. · RECONHECIMENTOS E CONTRIBUIÇÕES· Reconhecimento como Mestra Tecelã· Recebeu o título de Mestra Tecelã pela UFMG, consolidando sua posição como referência técnica e cultural na tecelagem. · Liderança Comunitária · Atua como referência cultural e técnica para o grupo Tecelãs de Tocoiós. · Organização e fortalecimento da Associação dos Artesãos de Francisco Badaró. · Participação em Espaços Coletivos · Presença em feiras de artesanato regionais e eventos culturais, promovendo a visibilidade da tecelagem tradicional. · Incentivo à conservação da cultura quilombola por meio do artesanato e do ensino. · HABILIDADES · Fiação e tecelagem tradicional com algodão. · Tingimento vegetal utilizando técnicas sustentáveis. · Ensino e formação em técnicas artesanais. · Organização e liderança de grupos comunitários. Marli de Jesus Costa Resumo Profissional: Sou uma profissional do campo, com habilidades e experiências em uma variedade de áreas, incluindo agricultura, artesanato, cuidados de saúde, música e artes. Tenho uma profunda conexão com a minha comunidade quilombola e sou dedicada à preservação da nossa cultura e tradições. Experiência Profissional: Artesã - Grupo Bordadeiras do Curtume (Fundadora) ● Fundadora do grupo Bordadeiras do Curtume em 2015. ● Ensinei a técnica do ponto cheio a outras mulheres da comunidade. ● Responsável pela técnica do tingimento natural no grupo. ● Reconhecimento nacional e internacional por exposições de bordados em Brasil, Suíça e Hungria. Em 2023, nosso grupo foi contemplado com o Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato. Jogadora de Versos ● Prática das cantorias tradicionais da região desde a infância. ● Aprendizado com pais e avós. Projeto Versinhos de Bem-Querer - Associação Tingui ● Iniciado em 2020 ● Premiado no Prêmio Empreendedor Social do Ano e selecionado entre as TOP 10 iniciativas de ajuda humanitária no âmbito do COVID-19. ● Improvisação, composição e canto de mais de 5 mil versos. ● Meu trabalho de composição e canto teve reconhecimento pela mídia nacional e internacional, incluindo Folha de S. Paulo, TV Globo, CBN, TV Cultura, TV Brasil, RTS (Rádio e Televisão Suíça), ARTE, entre outros. ● Correspondência e interação com importantes artistas e personalidades brasileiros, como Chico Buarque de Hollanda e o atual Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Resgate dos cantos de trabalho - Associação Tingui ● Iniciado em 2023 ● Atuação junto aos homens agricultores da minha comunidade para o resgate e o fortalecimento dos cantos de trabalho, que vem sendo aos poucos esquecidos. ● O trabalho resultou na apresentação dos cantos durante o Primeiro Encontro de Trocas de Sementes Crioulas do Vale do Jequitinhonha, em Julho de 2023, na comunidade quilombola Tocoiós de Minas, município de Francisco Badaró. Reconhecimentos: ● Reconhecida pela Revista Casa Vogue como uma das 5 maiores artesãs do Brasil em 2020. ● Prêmio Palmares de Arte na categoria Leitura, Escrita e Oralidade em 2019. Habilidades: ● Agricultura e cultivo de uma variedade de produtos agrícolas. ● Artesanato, incluindo bordado e tingimento natural. ● Parteira com experiência em cuidados maternos e neonatais. ● Cantoria tradicional e criação de versos. ● Preservação e promoção da cultura quilombola. Maria do Carmo Guimarães Maria do Carmo Guimarães é uma dedicada defensora da cultura quilombola, nascida e criada na comunidade rural quilombola do Curtume, localizada em Jenipapo de Minas, Minas Gerais. Com 41 anos de idade e um espírito inabalável, Maria do Carmo traz consigo uma vida dedicada ao trabalho na agricultura e ao artesanato. Formação: ● Ensino Médio Incompleto Experiência Profissional: Trabalhadora Rural ● Trabalhadora rural dedicada à agricultura para sustentar a família. ● Cultivo de hortaliças, frutíferas, feijão, milho, andu, algodão, batata doce, mandioca e outros produtos. Tingideira de Tecidos ● Atuando desde 2021 na produção de estandartes do grupo Bordadeiras do Curtume, utilizando técnicas de tingimento com vegetais. Bordadeira ● Experiência desde 2015 como bordadeira. ● Professora de bordado, coresponsável pelo ensinamento da técnica do ponto cheio a um grupo de 25 mulheres. ● &

Acessibilidade

Produto Principal - Plano Anual - Manutenção de Associação Tingui Pretendemos nos valer de instrumento necessário para a eliminação das barreiras sociais, as quais impedem o pleno exercício de direitos por parte das pessoas com deficiência. Os coordenadores, colaboradores, monitores, professores, assistentes sociais darão atendimento específico e assistencial aos alunos que necessitarem de atenção especial e maior direcionamento. As aulas, apesar de coletivas, seguem um modelo de atendimento semi-individual e a metodologia desenvolvida envolverá tais especificidades. Acessibilidade física: Manutenção das salas de aula, banheiros e demais espaços físicos da sede da Associação que já se constituem em local plano, livre de barreiras e acessível à deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida. As escolas públicas onde o projeto será realizado serão avaliadas quanto à sua acessibilidade física, garantindo que estejam de acordo com as normas de acessibilidade, com rampas de acesso, banheiros adaptados e espaços adequados para cadeiras de rodas, o projeto ainda propõe garantir assistentes treinados para ajudar na mobilidade dos alunos e professores. Itens na planilha: Produção/Execução: Assistentes. Facilitadores para a locomoção de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no espaço físico e execução das necessidades para atendimento das pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, levantadas pela Consultoria Técnica junto as escolas, caso seja necessário. Acessibilidade para deficientes Visuais: Os materiais didáticos, caso preciso, serão transcritos e impressos em braile por meio de gráfica especializada. Item na planilha: Transcrição em braile Acessibilidade para deficientes Auditivos: Adoção de estratégias didático-pedagógicas vibrotátil e visuais, caso preciso. Item na planilha: Intérprete de Libras - item 12 na planilha Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Alocação de monitoria especializada inclusiva em sala de aula para atendimento de demandas específicas, caso preciso. Item na planilha: Produção/Execução: Consultoria que fará esse levantamento junto as escolas, no caso da atividade que será realizada nas escolas, e sua coordenação dos alunos com essas limitações e a verba será para pagamento desse profissional e a implementação das ações necessárias. Produto 2 - Apresentação Musical Acessibilidade física: Nos teatros, garantia de banheiros e demais espaços físicos acessíveis à deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida. Caso não tenham, faremos adaptações para o atendimento correto às pessoas com estas necessidades. Os teatros onde o projeto será realizado serão avaliadas quanto à sua acessibilidade física, garantindo que estejam de acordo com as normas de acessibilidade, com rampas de acesso, banheiros adaptados e espaços adequados para cadeiras de rodas, o projeto ainda propõe garantir assistentes treinados para ajudar na mobilidade dos alunos e professores. Item na planilha: item 19 na planilha Assistente de produção para a locomoção de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no espaço físico e execução das necessidades para atendimento das pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, levantadas pela Consultoria Técnica junto as escolas, caso seja necessário. Acessibilidade para deficientes Visuais: Todos os teatros possuem elevadores e sinalização em braile para o acesso ao teatro e banheiros. Acessibilidade Deficientes Auditivos: Contratação de um intérprete de libras. Item na planilha: Intérprete de Libras item 21 na planilha Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Alocação de monitoria especializada inclusiva em sala de aula para atendimento de demandas específicas, caso preciso. Item na planilha: Consultoria que fará o levantamento junto aos teatros, e caso seja necessário adotaremos estratégias para atender às necessidades específicas levantadas e a verba será para pagamento desse profissional e a implementação das ações necessárias. Realização das oficinas Acessibilidade física: Nos espaços de realização das oficinas, garantia de banheiros e demais espaços físicos acessíveis à deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida. Caso não tenham, faremos adaptações para o atendimento correto às pessoas com estas necessidades. Os espaços onde o projeto será realizado serão avaliadas quanto à sua acessibilidade física, garantindo que estejam de acordo com as normas de acessibilidade, com rampas de acesso, banheiros adaptados e espaços adequados para cadeiras de rodas, o projeto ainda propõe garantir assistentes treinados para ajudar na mobilidade dos alunos e professores. Item na planilha: Produção/Execução: Assistentes. Facilitadores para a locomoção de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no espaço físico e execução das necessidades para atendimento das pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, levantadas pela Consultoria Técnica junto as escolas, caso seja necessário. Acessibilidade para deficientes Visuais: Todos os espaços de realização de oficinas dos teatros selecionados possuem elevadores e sinalização em braile para o acesso ao teatro e banheiros. A sede da OSC e as 8 escolas aonde acontecerão as 7 oficinas serão avaliadas e caso seja necessário serão tomadas as medidas necessárias para o atendimento específico. Acessibilidade para deficientes Auditivos: Contratação de um intérprete de libras. Item na planilha: Intérprete de Libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Alocação de monitoria especializada inclusiva em sala de aula para atendimento de demandas específicas, caso preciso. Item na planilha: Consultoria que fará o levantamento junto aos espaços de realização nos teatros, na sede da OSC e nas escolas, e, caso seja necessário, adotaremos estratégias para atender às necessidades específicas levantadas e a verba será para pagamento desse profissional e a implementação das ações necessárias

Democratização do acesso

Democratização do acesso Garantiremos a democratização de acesso a todas as atividades deste projeto, utilizando a seguinte estratégia:- Todos os espetáculos serão gratuitos.

Ficha técnica

Coordenação Geral: Associação Tingui Coordenação de projetos: Viviane Fortes Gestora administrativo: Elisângela Pedroso Produção: Nalva Aline Produtora executiva: Adriane Coelho Auxiliar administrativa: Zenith Araujo Lima Coordenação comunicação: Mariana Berutto: Gestor de comunicação e redes sociais: Raquel Souza Consultoria : Arte Cultural Ltda Oficineiras Maria Emília Alves Da Silva Terezinha Pereira Da Silva Teresinha SenaMarli de Jesus CostaMaria do Carmo Guimarães · Coordenação Geral – Associação Tingui – A Tingui é uma organização sem fins lucrativos ou econômicos fundada em 1999 por lideranças comunitárias residentes em comunidades rurais e quilombolas do Médio Jequitinhonha. Ao longo dos anos, passamos de uma atuação centrada no combate à fome e à desnutrição para uma atuação focada no desenvolvimento integral do ser humano, com especial atenção às mulheres. Atuamos a partir de três eixos interligados e complementares: cuidado da saúde e do bem-estar das pessoas; cuidado da terra e do meio-ambiente; cuidado da cultura local e dos saberes ancestrais.Tendo o cuidado como eixo central do trabalho, buscamos criar as condições para a construção de alternativas de vida plena e digna. Ao longo dos 25 anos de atuação, nossos programas e metodologia foram reconhecidos por prêmios e pelos principais veículos da imprensa nacional, e também internacional. Graças aos resultados obtidos em nossas ações, a Tingui vem expandindo progressivamente suas ações, tanto em termos de projetos quanto de abrangência geográfica. Hoje, atuamos em 15 comunidades, de quatro municípios do Vale do Jequitinhonha, atendendo diretamente cerca de 500 pessoas. · Coordenação de projetos - Viviane Fortes da Silva - O que eu gosto mesmo é de olhar, escutar, sentir e conversar. Perceber detalhes...Descobrir belezas ocultas, saberes encobertos e a potência de cada pessoa e de cada comunidade. E de tecer redes e fazer conexões.O meu amor pelo ser humano me faz acreditar na possibilidade de transformações.Os 25 anos de trabalhos com comunidades rurais e urbanas foram apurando o meu olhar. Por isso, vejo e sinto com muita leveza caminhos e possibilidades para o desenvolvimento de trabalhos sociais e culturais em cada comunidade que visito.Tudo começou com o processo de criação e implantação das Casinhas de Cultura em 2000. Em 20 anos ajudei a implantar 46 espaços para a convivência das famílias e valorização da cultura local em comunidades rurais e urbanas do Vale do Jequitinhonha e da região metropolitana de BH, no Cariri , na região metropolitana de Fortaleza e no Piauí. As implantações foram acompanhadas de encontros para formação e troca de experiências. Simultaneamente participei e organizei encontros de conhecedores de plantas, parteiras e benzedei- ras, tocadores e cantadores de regiões distintas de Minas Gerais. Realizei encontros de grupos de mulheres rendeiras, bordadeiras e tecedeiras. Em seguida consegui uma parceria com o departamento de Odontologia da UF- VJM. As mulheres pude- ram receber mensalmen- te cuidados para o corpo, para a alma e para o sorriso. Como troca pelo cuidado, cada mulher leva um produto de sua lavoura para oferecer ao terapeuta. Uma vez por ano, é a vez dos terapeutas irem até as comunidades para serem atendidos com alegria, benzeções e mui- tas rodas de batuques e versos. Enquanto trabalhava no Vale, desenvolvi trabalhos paralelos e em parcerias com Institutos e fundações de outras regiões do Brasil como a Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas (BH) e a OCA- Escola Cultural (Carapicuíba, SP). Junto ao CEASB trabalhei com 200 famílias do lixão de Maceió. Ajudei a implantar um pontinho de cultura e a cooperativa de catadores de materiais recicláveis. Fui Cocriadora do Programa Cuidar da Fundação Nestlé e numa parceria com a OCA, Instituto C&A e com Riani Arquitetura, realizei o sonho da construção do galpão das Tecelãs de Tocoiós (Francisco Badaró). A minha convivência com as comunidades de fiandeiras e tecelãs me fez perceber a importância de se retomar o plantio de algodão no Vale. Uma tradi- ção que foi se perdendo. As tecelãs do Jequitinho- nha compram algodão de outras regiões e os homens partem para trabalhar na colheita de café e no corte da cana. Percebi que o primeiro elo da cadeia do al- godão estava rompida. Então comecei a me inteirar sobre o plantio do algodão agroecológico e estabeleci uma parceria/consultoria com técnicos da Embrapa Paraíba e com o CAA (região de Montes Claros). O projeto é reestabelecer o fio encantado que liga a terra mãe à vida e às mãos das fiandeiras, cantadoras e tecelãs. Há treze anos, me mudei definitivamente para o Vale do Jequitinhonha e comecei a trabalhar com mais frequência em parceria com a ONG AJENAI. De minhas visitas às comunidades surgiram os projetos das Bordadeiras do Curtume que iriam se juntar às Tecelãs de Tocoiós e às Mulheres da Ponte para formar as “Mulheres do Jequitinhonha”, um movimento de fortalecimento das mulheres de três comunidades distintas de três municípios diferentes. Mulheres do Jequitinhonha se desdobrou em outros projetos especiais como a roda de versos e os versinhos do Bem Querer. A minha relação com as mulheres das comunidades me fez ver que além da força, da graça e dos saberes, elas também guardavam muitas dores. O próprio trabalho coletivo já se mostrava como um espaço de conversa e ajuda, mas era preciso mais. Então criei o Intercâmbio da saúde para que essas mulheres pudes- sem ser atendidas por terapeutas diversos em Dia- mantina. Estabeleci parcerias com a prefeitura de Je- nipapo de Minas para garantir o transporte e com os terapeutas e médicos voluntários de Diamantina. Assim vou seguindo, olhando, escutando e buscando possibilidades. Fazendo pontes e estabelecendo redes. · Gestora administrativa - Elisângela Pedroso Lopes – FORMAÇÃO: Bacharel em serviço social pela UNOPAR- Universidade do Norte do Paraná, em 2010; Pós graduada em METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA pela FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE, em julho de 2022. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: ⮚ Associação Tingui – Gestora desde 1999. Co-fundadora da Tingui (antigamente intitulada AJENAI) e sempre esteve à frente da coordenação da organização. Além de fazer a gestão administrativa e financeira, é a principal referência da Tingui localmente, sendo responsável pela relação institucional da OSC com a rede de agentes e parceiros locais. Principais realizações na atuação na Tingui: - Organização comunitária, reuniões, orientações, mobilização e formação de lideranças comunitárias; - Resgate e valorização da cultural local e regional: Pesquisa das atividades e grupos tradicionais; resgate das brincadeiras tradicionais; encontros com conhecedores e conhecedoras tradicionais (parteiras, benzedeiras(os) e raizeiras(os)); - Orientação e apoio para a formação e manutenção do grupo, “Batuqueiros do Curtume”; - Coordenação do Grupo artístico, Ribeirão de Areia; - Participação de intercâmbios e seminários culturais locais e regionais; - Coordenação do Projeto: Casinha de Cultura- Espaço de Intercâmbio e Resgate Cultural, aprovado como Ponto de Cultura em 2010 pelo Governo do estado de Minas Gerais; - Coordenadora do projeto ganhador do Prêmio Pontinhos de Cultura em 2009 - Coordenadora do projeto Cantinho dos Sonhos finalista do Prêmio Itaú Unicef 2007 e semi finalista 2013; - Gestora do evento, “Mostra Cultural de Jenipapo de Minas”, em suas 13 edições; - Coordenadora do processo de elaboração do Livro: “Alinhavos de Vida”, que traz as principais manifestações culturais e conhecedores tradicionais do Município de Jenipapo de Minas; - Co-responsável pelo programa: "Mulheres do Jequitinhonha” - Participante ativa dos movimentos sociais e culturais regionais, como FESTIVALE – Festival de Cultura Popular do Vale do Jequitinhonha, Fórum da Mulher – Organizado pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, e Fórum de convivência com o semiárido organizado pela ASA – Articulação do Semiárido Brasileiro. - Membro do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente; - Integrante da rede Gerando Falcões. Escola Estadual Padre Willy – Professora efetiva desde 2013, lecionando o conteúdo de matemática para alunos do 6º ao 9º ano. · Produção - Nalva Aline de Jesus Sousa Martins FORMAÇÃO*Licenciada em História *Terapeuta Holística com formação em Terapia Comunitária Integrativa, Accsses Consciousness e Reiki nível I *Participação em workshop Yoga dos Sons, As Sete Leis Universais da Prosperidade e Amor, Sexualidade e Espiritualidade com o canadense Guy Lussier *Capacitação em oficina Olhares em Foco enquanto ferramenta de participação, inclusão e Advocacy *Capacitação em Formação de Multiplicadores da Metodologia Gold+ *Capacitação pelo Programa Claves Brasil em Brincando nos fortalecemos/Bons tratos em família *Curso de Saúde e atenção ao idoso EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL *Comecei a trabalhar desde os 15 anos como cuidadora de criança, aos 17 como empregada doméstica e aos 20 anos de idade como Auxiliar de escritório na AJENAI/Tingui em 01/02/2013 fui promovida ao cargo de Educadora Social na AJENAI/Tingui. *Mobilização comunitária/Famílias e voluntários . *Desenvolvimento de Tecnologias Sociais com famílias e com crianças. *Visitas domiciliares. *Mobilização, organização e acompanhamento do Intercambio da Saúde (Projeto que visa proporcionar saúde física, mental, emocional e espiritual à população de comunidades rurais do município de Jenipapo de Minas através de atendimentos médico, odontológico, terapêutico e da convivência em alegria)-BROTA FLOR. *Apoio e realização de oficinas na Mostra Cultural de Jenipapo de Minas. * Mobilizadora social no projeto da Tingui “Mulheres do Jequitinhonha” que se referem a um grupo de artesãs, bordadeiras, tecelãs, que guardam uma profunda conexão com a terra. *Link de acesso: https://instagram.com/mulheresdojequitinhonha?utm_medium=copy_link *Responsável pelo site de venda dos estandartes das Bordadeiras do Curtume. *Integrante do grupo de mulheres jogadora de versos que também compõe o “Mulheres do Jequitinhonha”. Link roda versos: https://instagram.com/rodadeversos?utm_medium=copy_link *Sou uma das jogadoras de versos do projeto – Versinhos de Bem-Querer que pode ser acessado para comprar de versos através do Site de compra: Versinhos de Bem-Querer https://www.versinhos.com.br/ · Produção executiva - Adriane Aparecida Pinto Coelho - Brasileira, solteira, 46 anos Praça Padre José Maria do Sacramento, 130 - Centro – Chapada do Norte – MG Telefone: (33) 98876 9305 / (31) 99284 2885 Email: dricoelho@hotmail.com FORMAÇÃO  Bacharel em Psicologia, pelo Unicentro Newton Paiva conclusão em dezembro de 2001. CURSOS/CAPACITAÇÕES  Ouvinte em palestras e mesas de teoria psicanalítica e apresentação de casos clínicos – Escola Brasileira de Psicanálise – Belo Horizonte/MG 2002 e 2003.  Curso de criação literária e poesia no Instituto de Estudos Psicanalíticos - 2002  Capacitações em gerência da atenção básica em Saúde – Gerência Regional de Saúde/Diamantina e Secretaria Estadual de Saúde/Belo Horizonte de 2008 a 2011  Participação como Delegada nas IV e V Conferência Estadual de Saúde organizadas pelo Conselho Estadual de Saúde e SES em Belo Horizonte em 2010 e 2014.  Participação como Delegada na 10ª Conferência Estadual de Assistência Social em outubro de 2013 em Caetés/MG. • Participação no Projeto Agentes Quilombolas Socioambientais realizado pelo ONG CEDEFES entre 2011 e 2015  Capacitação em Formação Política para Mulheres, Combate e Enfretamento da Violência contra a Mulher e Empreendedorismo Feminino como atividades do Fórum da Mulher do Jequitinhonha de 2011 a 2015, 2017 e 2018 (UFMG Polo Jequitinhonha) EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL  Prefeitura Municipal de Minas Novas/MG - PAIF/Casa da Família Serviço de Proteção Integral à Família – Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social Cargo: Psicóloga Atividades desempenhadas: Acolhimento individual dos beneficiários, visitas domiciliares com aplicação de questionário para diagnóstico da situação sócio econômica das famílias, oficinas de geração de renda, coordenação de grupo de adolescentes no Programa Agente Jovem espaço coletivo de escuta e troca de vivências, entre outras. Período: Fevereiro de 2005 a dezembro 2006  Prefeitura Municipal de Chapada do Norte/MG CRAS Centro de Referência de Assistência Social – Secretaria Municipal de Saúde e Ação Social Cargo: Psicóloga Atividades desempenhadas: Atendimento clínico no Centro de Saúde Cristo Rei, visitas domiciliares com aplicação de questionário para diagnóstico da situação sócio econômica das famílias na região de Vargem do Setúbal (Zona Rural), oficinas de geração de renda, coordenação de grupo de adolescentes espaço coletivo de escuta e troca de vivências. Período: Inicio em Janeiro 2007 a Março de 2008.  Prefeitura Municipal de Chapada do Norte/MG - Secretaria Municipal de Saúde Cargo: Gestora Municipal de Saúde Atividades desempenhadas: Apoio na gestão dos Programas Saúde da Família, Tratamento Fora do Domicílio, Campanhas de Vacinação, implantação de programas como Educação em Saúde, gerência do Fundo Municipal de Saúde, apoio nas atividades do Conselho Municipal de Saúde, apoio na capacitação das Agentes Comunitárias de Saúde, acolhimento dos usuários do SUS demanda livre, conselheira do CMDCA, conselheira do CMAS, coordenação de Conferência Municipal de Saúde, parceria com o STR Chapada do Norte Saúde da Mulher, capacitações e reuniões mensais na Gerência Regional de Saúde e no CISAJE em Diamantina. Período: Abril de 2008 a julho de 2011 • Câmara Municipal de Chapada do Norte – MG Cargo: Vereadora eleita para o mandato 2012 – 2016 Atividades desempenhadas: atividades parlamentar de proposição de projetos de lei (Criação Política Municipal do Meio Ambiente, Criação do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher), votação de Lei Orçamentária, elaboração de relatório fotográfico com a situação do Rio Capivari, audiência pública situação hídrica da sede do município, mobilização e paralisação da BR 367, visitas em comunidades rurais e distritos para identificação das principais demandas, conselheira nos Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural e Sustentável e no Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Conselho Municipal de Assistência Social, parceria com o STR Chapada do Norte e CAV Centro de Agricultura Vicente Nica em Turmalina/MG, parceria com a coordenação do Fórum da Mulher do Vale do Jequitinhonha (UFMG Polo Jequitinhonha). • Associação de Artesãos de Santa Cruz de Chapada do Norte – ARCA – Chapada do Norte Cargo: Artesã associada Período: 2016 - 2023 Atividades desempenhadas: aprendiz de técnica do trançado em couro, gestão das atividades da associação como inscrição em Editais de seleção para Exposição e Feiras organizadas com o apoio do Governo de Minas, elaboração do currículo da ARCA, expositora em eventos e feiras, elaboração de prestação de contas anual e pagamento das artesãs, participação em capacitações e grupos de trabalho realizados pelo CAV, SEBRAE, Coordenação Estadual do PAB/Programa do Artesanato Brasileiro e Promoart/Museu do Folclore Edson Carneiro e REDETUR – Rota dos Quilombos do Médio Jequitinhonha. [Escolha a data] • Prefeitura Municipal de Chapada do Norte/MG – Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer. Cargo: Chefe de Seção Período: 2021 – 2023 Atividades desempenhadas: Apoio às Comunidades Quilombolas e suas manifestações culturais como o artesanato e grupos de roda. Apoio e mobilização local nos projetos desenvolvidos em parceria com a Associação Tingui. Articulação junto aos movimentos sociais e Secretarias Municipais. Presidente do Conselho Municipal de Saúde Presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres · Auxiliar administrativo - Zenith Maria Araújo Lima FORMAÇÃO  Bacharelado em Serviço Social pela Universidade do Paraná- UNOPAR EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL  Associação Tingui – Desde o ano 2000 Cargo: Auxiliar Administrativo Atividades desempenhadas:  Conferência de notas fiscais e realização de pagamentos;  Conferência diária das movimentações das contas bancárias, entradas/saídas de recurso;  Registros de livro diário, atas de déficit e ou superávit anualmente;  Responsável pela publicação do balanço anualmente;  Responsável pelo check list de auditoria;  Atualização anual da relação patrimonial e baixa de bens inservíveis;  Operacionalização do sistema financeiro.  Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima Cargo: Assistente Técnico de Educação Básica Atividades Desempenhadas:  Organização processos de compras.  Prestação de contas recursos públicos. Período: Setembro de 2007 à Abril de 2020.  Escola Estadual Padre Willy Cargo: Assistente Técnico de Educação Básica Atividades Desempenhadas:  Organização processos de compras.  Prestação de contas recursos públicos. Período: Maio de 2020 à Agosto de 2022. CURSOS/CAPACITAÇÕES  Capacitação em formação para planejamento orçamentário – Childfund Brasil – 2000 à 2019 encontros anuais.  Curso em gestão de projetos - PMDPRO- . Childfund Brasil- 2017.  Participação em encontros informativos sobre Auditorias Externas- Childfund Brasil – 2000 à 2019 encontros anuais.  Capacitação em gestão de recursos pela Secretaria Estadual de Cultura- 2011 · Coordenação de Comunicação - Mariana Berutto Resumo Profissional: Após 20 anos de atuação no setor privado, período em que fundei três empresas no campo da comunicação digital, percebi a necessidade de redirecionar minhas habilidades e competências profissionais para contribuir na construção de um mundo menos desigual. Em 2018, tive o privilégio de conhecer o Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, Brasil, e testemunhar o impacto do trabalho realizado pela então AJENAI, uma organização de base comunitária estabelecida em 1999. A partir desse momento, decidi direcionar minhas competências profissionais para o terceiro setor. Há seis anos, venho atuando junto a mulheres de comunidades rurais e quilombolas do Vale do Jequitinhonha. Com uma sólida formação em comunicação digital e experiência diversificada, tenho dedicado meu trabalho a promover a preservação da cultura e do modo de vida dessas comunidades no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais, Brasil. Educação: ● Doutoranda em Antropologia | ISCTE/Nova Lisboa ● Mestrado em Artes em Multimídia Interativa | 1999 ● London College of Printing (atual London College of Communication), Reino Unido ● Bacharelado em Comunicação | 1995 ● Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Brasil ● Professora de Yoga (300 horas) | 2021 ● UNIL - Université de Lausanne, Suíça Experiência Profissional: Associação Tingui | Jenipapo de Minas | 2019 - Presente ● À frente da gestão de comunicação, iniciei meu trabalho na organização a partir da concepção dos textos institucionais, incluindo pesquisa e organização das informações para a escrita do histórico, da metodologia, dos programas e projetos da instituição. Essa estruturação permitiu a ampliação da captação de recursos e o aumento do impacto da organização. Currículo de Mariana Berutto ● Em 2019, fui co-criadora do projeto Versinhos de Bem-Querer, que rendeu à organização Tingui o prêmio de Empreendedorismo Social do Ano, em 2020, ampliando a arrecadação de recursos de forma criativa e inovadora. ● Ainda em 2019, fui responsável pelo lançamento da plataforma de comércio eletrônico da Tingui, recurso que, aliado à gestão das redes sociais, permitiu que os grupos produtivos com os quais a Tingui atua pudessem vender suas peças durante todo o período do isolamento social. ● Em 2020, liderei, junto às minhas colegas gestoras, o processo de mudança do nome da nossa instituição. A antiga AJENAI passou então a se chamar Tingui, batizando assim o novo rumo que a organização vinha tomando a partir da ampliação de sua atuação. ● Tenho ainda imensa alegria em atuar junto aos jovens das comunidades rurais e quilombolas, oferecendo oficinas de comunicação para que possam se apropriar das ferramentas de comunicação e contar suas próprias histórias. ● Faço a gestão das redes sociais da organização e de seus projetos. No Instagram, o programa Mulheres do Jequitinhonha conta com 75 mil seguidores, sendo uma importante fonte de divulgação do trabalho das artesãs. Sebrae - MG | Fevereiro 2023 - Presente ● Consultora de Estratégia de Conteúdo Digital para o projeto "Vale do Jequitinhonha, Identidade e Origem." ● Gestão do perfil do projeto no Instagram @valedojequitinhonharegiao. ● Crescimento do Instagram de 1 mil para 18 mil seguidores em cinco meses. ● Facilitadora, colaborando com as ceramistas para a criação de conteúdo do canal. Experiência Anterior: ● UOL | São Paulo | 1999 - 2003 ● Analista de Produtos, responsável pela Experiência do Usuário no sistema de email do portal, entre outros. ● Mapa Digital | Belo Horizonte | 2004 - 2011 ● Sócia fundadora da empresa de consultoria em estratégia de comunicação digital para grandes marcas, incluindo Fiat, Ford, Itaú Cultural, Coca-Cola, entre outros. ● Conexão Paris | Paris | 2011 - 2019 ● Co-fundadora e sócia do Conexão Paris, plataforma online de informação sobre Paris e venda de guias e serviços turísticos · Raquel de Souza Pereira Idade: - Gestor de comunicação e redes sociais Resumo Profissional: Mestre em Antropologia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com origens no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, e uma forte conexão com a comunidade quilombola de Morrinhos, onde nasci e cresci. Minhas experiências abrangem a pesquisa acadêmica, ativismo quilombola, trabalhos sociais e atividades artesanais. Educação: ● Mestrado em Antropologia Social | Universidade Federal de Minas Gerais, 2021 Dissertação: "Nós temos uma luta lá que vai dizer até onde Morrinhos vai viver": O processo de resistência do quilombo de Morrinhos frente ao avanço da monocultura de eucalipto. Orientação: Prof. Dr. Aderval Costa Filho Apoio financeiro de CAPES Graduação em Gestão Ambiental | Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, Araçuaí, 2015 Monografia: "Avifauna silvestre em cativeiro: uma possibilidade de Educação Ambiental no município de Virgem da Lapa - MG, Brasil." Orientação: Prof. Edilson Luiz Cândido Experiência Profissional: Prefeitura Municipal de Virgem da Lapa Setembro 2013 a junho 2015 Cargo: Educadora Social - Serviço de Convivência de Fortalecimento de Vínculos (SCFV) Principais atividades: Execução de atividades dos programas sociais voltados para a formação de crianças, jovens e adultos. Junho 2015 a dezembro 2016 Cargo: Gerente Municipal de Convênios e Contratos (GMC) Principais atividades: Acompanhamento de programas conveniados com a Caixa Econômica Federal e comunicação entre prefeitura e Caixa. Prefeitura Municipal de Berilo Fevereiro 2017 a dezembro 2017 Cargo: Administração Escolar Principais atividades: Gestão de escolas quilombolas municipais, documentação, organização do espaço escolar e suporte aos professores e alunos. Associação Estadual de Defesa Ambiental e Social - AEDAS Abril 2022 a março 2023 Cargo: Assessoria na escrita de relatórios e sistematização de dados quali-quantitativos Principais atividades: Elaboração de relatórios técnicos e tabulação de dados quantitativos para projeto de geração de energia por usina fotovoltaica flutuante. · Consultoria : Arte Cultural Ltda - MARIA HELENA BATISTA – Gestora Cultural ATUAÇÃO NA CULTURA E NAS ARTES Projetos de atuação do Instituto Artes Cultura Serviços como parceiro, proponente, prestador de serviços de produção executiva, prestação de contas, formatação de projetos e outros. OBS: O IACS atualizou sua logomarca em abril de 2025 GRUPO CULTURAL MENINAS DE SINHA -2006/2024 SEMEANDO SABERES ANCESTRAIS – FUMID – Fundo do Idoso de Belo Horizonte - de 2006 a 2025 e SABOR DA MEMÓRIA – GRUPO CULTURAL MENINAS DE SINHÁ - 2021/2023 ASSOCIAÇÃO CULTURAL DO ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO 2015/2025 Obras e projetos Restauro/Conservação/Restauração/segurança/Patrimonial/Acervos 2020/2022 – Revitalização do Arquivo Público Mineiro – Segurança e preservação do Conjunto Arquitetônico Documental. 2023/2025 – Revitalização do complexo da Usina de Marmelos Zero: Restauração, Conservação, Preservação e Segurança do Patrimônio Arquitetônico; Projeto de Combate a incêndio e Pânico do Complexo Cultural APM-DIMUS – 2024/2025 – Plataforma Semente; FUMID – Grupo Cultural Meninas de Sinhá – de 2006 a 2025 · Museu de Artes e Ofícios - Santa Rosa Bureau Cultural Ltda - 2003 a 2005. · RESTAURAÇÃO DO MUSEU DE ARTES E OFÍCIO – 2003/2005 – COMPLEXO DA PRAÇA DA ESTAÇÃO. · Instituto Jardim Produções – 2009 a 2017. · Inspire Gestão Cultural Ltda – Maria Helena Cunha – 2010/2017 · Paraleo3 Projetos Especiais e Marketing Cultural Ltda 2012/2017 · APPA – Associação Pro-Cultura e Promoção das Artes – FIT 2011 a 2013 e FAN 2011 a 2014 sempre na coordenação administrativo financeira do projeto · Fundação Educação Artística – 1987 / 2006 a 2012 · Associação da Escola Guignard – BH MG –20014/20016 · Associação Mantenedora do Museu de Minas e Metal – 2011/2013 · Instituto Artivisão/2009/2013- · Associação dos Amigos do Museu Histórico A. Barreto/2011 · Malab Produções Ltda 2009/ 2010 · Associação Cultural do Arquivo Público Mineiro de 2013 a 2024 - Revitalização do complexo da Usina de Marmelos Zero: Restauração, Conservação, Preservação e Segurança do Patrimônio Arquitetônico, dos projetos inscritos em 2023/2024 - Apresentados na Lei de Incentivo Estadual de MG. Restauração da Usina de Marmelos Zero: Valorização e Segurança, 2024 - Legado Arquitetônico e - Realização da Exposição “Energia Pioneira: O Legado da Usina de Marmelos Zero”, 2025 · Plano Anual – FUNDEP – Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa – Prestação de contas e Produção - BH – MG – 2015/2025 - Espaço do Conhecimento UFMG – Fundep – 2015 a 2024 · Grupo Cultural Meninas de Sinhá – 2004 a 2025 · Associação Cultural do Arquivo Público Mineiro - 2015/2025 · Desenvolvimento de Projetos de Pesquisa Histórica e Conservação de Acervos Documentais 2015 a 2025 Oficineiras Maria Emília Alves Da Silva Terezinha Pereira Da Silva Teresinha SenaMarli de Jesus CostaMaria do Carmo Guimarães Currículos Maria Emília Alves da Silva FORMAÇÃO ACADÊMICA ● Ensino Médio Completo com habilitação em Magistério. OUTROS CURSOS E FORMAÇÕES ● Cursos sobre Cuidados com a Saúde. ● Formações em Aperfeiçoamento da Tecelagem, Padronização e Acabamento das Peças. ● Formação em Precificação das Peças e Ambientação do Galpão. ● Oficina de Tingimento Vegetal em Itamonte-MG. ● Curso de Liderança como Dirigente na Igreja. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Mestra no Ensino da Tecelagem ● Atua como mestra na transmissão de conhecimentos sobre tecelagem tradicional para mulheres aprendizes. Integrante do Grupo das Tecelãs de Tocoiós ● Tecelã e Fiandeira, com experiência em processos artesanais completos, desde fiação, tingimento vegetal até o acabamento das peças. ● Especializa-se em tingimento vegetal, utilizando frutos e cascas de árvores locais como fonte de pigmentos naturais. Professora dos Anos Iniciais da Educação Básica ● Experiência em educação infantil e ensino fundamental, formando gerações na comunidade. Agente Comunitária de Saúde ● Atividade voltada ao cuidado e orientação em saúde pública no âmbito local. Trabalhadora Rural ● Atua na agricultura com o cultivo de sementes crioulas e algodão, promovendo sustentabilidade e fornecendo matéria-prima para tecelagem. PARTICIPAÇÃO EM OUTROS ESPAÇOS ● Fórum da Mulher do Vale do Jequitinhonha: Participa de debates e organizações voltadas às mulheres da região. ● Feiras de Artesanato: ○ Feira de Artesanato da UFMG. ○ Feira de Artesanato na Festa dos Catopês em Montes Claros. ○ Feiras em Araçuaí e Teófilo Otoni. ● Integrante do Coral “Tocoiós Cantos Coral”: Participa do coral comunitário de sua comunidade quilombola. ● Conselhos e Diretorias: ○ Conselho Municipal de Saúde de Francisco Badaró. ○ Diretoria da Associação dos Artesãos de Francisco Badaró. ○ Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável. ○ Conselho Comunitário da Comunidade Rural Quilombola de Tocoiós. HABILIDADES ● Fiagem e tecelagem artesanal com técnicas tradicionais e inovadoras. ● Tingimento vegetal com uso de recursos naturais da região. ● Ensino e transmissão de conhecimentos em artesanato e educação. ● Liderança comunitária e organização de grupos coletivos. ● Participação em eventos culturais e representação institucional. ● Cultivo e manejo de sementes crioulas e algodão para tecelagem. DESTAQUES ● Representação da tradição e cultura artesanal em feiras e eventos renomados. ● Envolvimento ativo no desenvolvimento e sustentação de sua comunidade quilombola. Terezinha Pereira da Silva FORMAÇÃO● Ensino Médio Completo OUTROS CURSOS● Cursos pelo SENAR: Doces Cristalizados, Derivados do Leite, Pães e Doces, Salgados, Arraiolo, Pintura em Tecido, Macramê, Crochê, Trançado de Palha de Bananeira. ● Formações no Galpão das Tecelãs e Fiandeiras: Aperfeiçoamento em Tecelagem, Embalagens, Precificação de Peças, Organização e Apresentação de Peças na Loja Física, Tingimento Vegetal. ● EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Agricultora● Experiência em todas as tarefas rurais, incluindo carpir, plantar, cercar, colher, entre outras atividades relacionadas à agricultura familiar. Integrante do Grupo Tecelãs e Fiandeiras de Tocoiós● Atua como fiandeira utilizando roda e fuso. ● Participa ativamente do tingimento vegetal dos fios e do processo de tecelagem. ● Ensina técnicas de fiar e tecer a outras mulheres. ● Representa o grupo em eventos internos e externos. ● Responsável conjunta pelas embalagens das peças produzidas pelo grupo. ● Professora de Tecelagem ● Ministra aulas de Tecelagem para mulheres aprendizes, exercendo a função de mestra do conhecimento na comunidade Poções, Chapada do Norte. PARTICIPAÇÃO EM ESPAÇOS COLETIVOS E LIDERANÇA ● Diretoria da AMAI (Associação dos Amigos da Infância). ● Diretoria da Associação Quilombola de Tocoios. ● Diretoria da EFA (Escola Família Agrícola) de Virgem da Lapa. Terezinha Sena FORMAÇÃO E EXPERIÊNCIA · Ensino Médio Completo · Trajetória Artesanal e Familiar· Iniciou no artesanato com algodão desde os 5 anos, acompanhando sua mãe no cultivo, colheita, limpeza e preparo do algodão.· Aos 19 anos, aprendeu a tecer no tear largo, incluindo a confecção de desenhos complexos. · Atua em todas as etapas da produção artesanal: do cultivo do algodão à criação do tecido. · Mestra Tecelã e Fiandeira · Reconhecida como Mestra Tecelã pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2010. · Especialista na etapa de urdidura, conhecida por sua precisão e conhecimento técnico aprofundado. · Ensina mulheres na comunidade e de regiões vizinhas, transmitindo saberes tradicionais da fiação e tecelagem. · Experiência em tingimento vegetal utilizando frutos e cascas de árvores da região. · Associações e Grupos· Membro fundadora da Associação dos Artesãos de Francisco Badaró (1988). · Integrante e liderança do grupo Tecelãs de Tocoiós desde 2014, organizando e participando de todo o processo produtivo. · Realiza oficinas de tecelagem com o apoio de organizações como a Tingui, expandindo os conhecimentos para outras comunidades. · ATIVIDADES ARTESANAIS · Produção Artesanal Completa · Cultivo de algodão criôulo como matéria-prima para a tecelagem. · Fiagem manual do algodão, produzindo fios de alta qualidade. · Tingimento natural com plantas da região, criando tons únicos e sustentáveis. · Tecelagem em tear largo e pequeno, produzindo peças como colchas, mantas e tecidos decorativos. · Educação e Transmissão de Saberes · Instrutora de tecelagem, com experiência no ensino de desenhos, colchas e técnicas de urdidura. · Dedica-se à formação de novas gerações de tecelãs, garantindo a continuidade da tradição artesanal. · RECONHECIMENTOS E CONTRIBUIÇÕES· Reconhecimento como Mestra Tecelã· Recebeu o título de Mestra Tecelã pela UFMG, consolidando sua posição como referência técnica e cultural na tecelagem. · Liderança Comunitária · Atua como referência cultural e técnica para o grupo Tecelãs de Tocoiós. · Organização e fortalecimento da Associação dos Artesãos de Francisco Badaró. · Participação em Espaços Coletivos · Presença em feiras de artesanato regionais e eventos culturais, promovendo a visibilidade da tecelagem tradicional. · Incentivo à conservação da cultura quilombola por meio do artesanato e do ensino. · HABILIDADES · Fiação e tecelagem tradicional com algodão. · Tingimento vegetal utilizando técnicas sustentáveis. · Ensino e formação em técnicas artesanais. · Organização e liderança de grupos comunitários. Marli de Jesus Costa Resumo Profissional: Sou uma profissional do campo, com habilidades e experiências em uma variedade de áreas, incluindo agricultura, artesanato, cuidados de saúde, música e artes. Tenho uma profunda conexão com a minha comunidade quilombola e sou dedicada à preservação da nossa cultura e tradições. Experiência Profissional: Artesã - Grupo Bordadeiras do Curtume (Fundadora) ● Fundadora do grupo Bordadeiras do Curtume em 2015. ● Ensinei a técnica do ponto cheio a outras mulheres da comunidade. ● Responsável pela técnica do tingimento natural no grupo. ● Reconhecimento nacional e internacional por exposições de bordados em Brasil, Suíça e Hungria. Em 2023, nosso grupo foi contemplado com o Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato. Jogadora de Versos ● Prática das cantorias tradicionais da região desde a infância. ● Aprendizado com pais e avós. Projeto Versinhos de Bem-Querer - Associação Tingui ● Iniciado em 2020 ● Premiado no Prêmio Empreendedor Social do Ano e selecionado entre as TOP 10 iniciativas de ajuda humanitária no âmbito do COVID-19. ● Improvisação, composição e canto de mais de 5 mil versos. ● Meu trabalho de composição e canto teve reconhecimento pela mídia nacional e internacional, incluindo Folha de S. Paulo, TV Globo, CBN, TV Cultura, TV Brasil, RTS (Rádio e Televisão Suíça), ARTE, entre outros. ● Correspondência e interação com importantes artistas e personalidades brasileiros, como Chico Buarque de Hollanda e o atual Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Resgate dos cantos de trabalho - Associação Tingui ● Iniciado em 2023 ● Atuação junto aos homens agricultores da minha comunidade para o resgate e o fortalecimento dos cantos de trabalho, que vem sendo aos poucos esquecidos. ● O trabalho resultou na apresentação dos cantos durante o Primeiro Encontro de Trocas de Sementes Crioulas do Vale do Jequitinhonha, em Julho de 2023, na comunidade quilombola Tocoiós de Minas, município de Francisco Badaró. Reconhecimentos: ● Reconhecida pela Revista Casa Vogue como uma das 5 maiores artesãs do Brasil em 2020. ● Prêmio Palmares de Arte na categoria Leitura, Escrita e Oralidade em 2019. Habilidades: ● Agricultura e cultivo de uma variedade de produtos agrícolas. ● Artesanato, incluindo bordado e tingimento natural. ● Parteira com experiência em cuidados maternos e neonatais. ● Cantoria tradicional e criação de versos. ● Preservação e promoção da cultura quilombola. Maria do Carmo Guimarães Maria do Carmo Guimarães é uma dedicada defensora da cultura quilombola, nascida e criada na comunidade rural quilombola do Curtume, localizada em Jenipapo de Minas, Minas Gerais. Com 41 anos de idade e um espírito inabalável, Maria do Carmo traz consigo uma vida dedicada ao trabalho na agricultura e ao artesanato. Formação: ● Ensino Médio Incompleto Experiência Profissional: Trabalhadora Rural ● Trabalhadora rural dedicada à agricultura para sustentar a família. ● Cultivo de hortaliças, frutíferas, feijão, milho, andu, algodão, batata doce, mandioca e outros produtos. Tingideira de Tecidos ● Atuando desde 2021 na produção de estandartes do grupo Bordadeiras do Curtume, utilizando técnicas de tingimento com vegetais. Bordadeira ● Experiência desde 2015 como bordadeira. ● Professora de bordado, coresponsável pelo ensinamento da técnica do ponto cheio a um grupo de 25 mulheres. ● Uma das lideranças no premiado grupo Bordadeiras do Curtume, assumindo a coordenação do controle de qualidade. Jogadora de Versos ● Participação nas músicas de roda tradicionais do Vale do Jequitinhonha. ● Integrante do grupo cultural Batuqueiras do Curtume Presidente da Associação Tingui ● Atualmente, atuando como presidente da organização Tingui. Cursos/Capacitações: ● Intercâmbio com o grupo de mulheres "Meninas de Sinhá" em 2023. ● Intercâmbio com o grupo de mulheres da organização "Central Veredas" em 2023. ● Diretoria da Associação dos Artesãos de Francisco Badaró. Diretoria da Associ

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